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Empresa conta como seu segmento se adaptou para as mudanças vindas com a pandemia

Embaquim explica como fizeram para manter as vendas, mesmo em meio à crise

A Embaquim é uma empresa de embalagens, que abrange em seu portfólio desde bobinas e sacos plásticos (liners) até bolsas de 1.000 litros, em estruturas variadas, e compartilha que mantiveram os índices de vendas com adaptação e estratégias aplicadas para gerenciar esse período de crise vindo da pandemia do novo coronavírus.

Renata Canteiro, diretora técnica e desenvolvimento da Embaquim, explica que o mercado de embalagens não pode parar na pandemia. “Somos essenciais! Alguns mercados onde atuamos, como o automotivo e food service foram muito impactados em volume, mas os fabricantes de sanitizantes e o agro, por outro lado, equilibraram nossos volumes finais.”

A diretora conta que para manter a fábrica rodando, não mediram esforços para garantir a segurança e proteção dos colaboradores, desde implementação de carona solidária até distribuição de cestas básicas para evitar saídas ao mercado. “Os níveis de venda foram mantidos graças a uma rápida adaptação da equipe comercial ao home office e às restrições de visitação. Equipamos todos para trabalho remoto e em pouco tempo a equipe mostrou uma resiliência a mais esse desafio.”

Para garantir o fornecimento a todos os clientes, mesmo com escassez de resinas, a Embaquim investiu fortemente em estoque, dobrando o capital investido, realizando a aquisição de novas máquinas e envidando todos os esforços do chão de fábrica, para que não faltasse embalagem a nenhum cliente.

A confiança do cliente às entregas da empresa, os destacou e acelerou a adoção do bag in box nos projetos onde faltava alguma homologação, ou naqueles em fase de ramp up. “Atualmente estamos adaptando nossa capacidade produtiva a essa nova demanda, pois identificamos que a escolha ‘emergencial’ por nossas embalagens agradou ao cliente, que percebe os diferenciais de redução no espaço de armazenagem, facilidade no manuseio e reciclabilidade do bag in box. Além disso, o nosso posicionamento como empresa responsável social e ambientalmente tem gerado destaque onde as políticas ESG são valorizadas.”

A Embaquim prevê crescer entre 10 e 15% em volume, ainda em 2021. A diretora diz que o crescimento em faturamento será bem maior, puxado pelos aumentos sucessivos em sua matéria-prima, que excedeu qualquer expectativa, os levando a reajustar a tabela pelo menos sete vezes nos últimos 12 meses. “Mas estamos bem otimistas que o mercado de poliolefinas se estabilize para que possamos transmitir esta confiança ao cliente final.”, finaliza.

Sendo pioneira no Brasil na produção de bag-in-box, e líder no mercado brasileiro de bolsas para caixas de papelão e contentores metálicos e contando os recursos de avançadas tecnologias, a Embaquim oferece novas oportunidades de mercado e conduz seus negócios de acordo com os princípios do desenvolvimento sustentável.

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