Como a inovação orientada por missões pode entregar soluções à indústria?
Recentemente, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) e a WTT (World-Transforming Technologies) organizaram um encontro para debater estratégias de inovação viáveis para mobilizar empresas, academia e governo na solução de problemas.
No debate, as inovações orientadas por missões aparecem como o princípio caminho para a resolução dos desafios. O evento “Inovação Orientada por Missões: contribuições para a construção da nova política tecnológica e inovação brasileira” faz parte do grupo de eventos que antecedem a 5ª CNCTI (Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia).
A conferência, organizada pelo MCTI (Ministério da Ciência, Inovação e Tecnologia), acontece entre os dias 4 e 6 de junho.
Leia mais:
Nesse contexto, as conferências ganham importância por suas contribuições, que serão levadas ao Governo em um documento, como relembra o diretor de Tecnologia e Inovação da CNI, Jefferson Gomes. Além disso, a 5ª CNCTI será finalizada com a criação da Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação para o período de 2024 a 2030. .
Como a inovação orientada por missões impacta o Brasil?
Assim, Gomes explica por que o evento tem grande importância para o Brasil: “Nossa situação é típica de um país grande. O Brasil não é um país trivial. É um país que alimenta o mundo, mas tem muita gente passando fome. Tem água como poucas, mas tem problemas de saneamento básico. São características enormes e difíceis de se lidar. Por isso, precisamos trabalhar em missões que vão atacar uma série de vulnerabilidades que existem em nosso país”
Enquanto isso, Andre Wongtschowski, diretor de Inovação da WTT, aponta a inovação como uma ferramenta fundamental para a superação de diversos desafios e para o desenvolvimento sustentável do país.
Pois, segundo ele, o Brasil encontra-se em um momento favorável para esta discussão: “Porque, desde o ano passado, o debate em torno de políticas públicas voltadas para a inovação tem ganhado importância. A abordagem de missões coloca, portanto, o propósito da inovação no centro da discussão”.
As características centrais da abordagem de missões
Sendo assim, nessa abordagem, Wongtschowski aponta três características importantes das missões:
Direcionalidade: Noção da necessidade da ciência, tecnologia e inovação voltadas para resolver os desafios do desenvolvimento do país.
Colaboração: Reconhecimento de que, para lidar com desafios complexos, necessita-se de haver colaboração interministerial e políticas públicas. Além de participação da sociedade, de empresários e da academia.
Clareza de metas e prazos: Demanda que as missões estabeleçam objetivos ambiciosos, mas com metas claras e que haja monitoramento delas.
Ainda segundo Wongtschowski, a abordagem de missões pressupõe que a nova política tecnológica e de inovação brasileira coloque o desenvolvimento sustentável como uma das prioridades. Bem como, dialogue com as políticas existentes, como a NIB (Nova Indústria Brasil), por exemplo.
Desse modo, a Conferência Nacional precisa refletir a respeito das propostas e recomendações apresentadas nas conferências livres. Para assegurar espaços permanentes e contínuos de participação da indústria, da sociedade civil e da academia no monitoramento e revisão da nova política científica.
Enquanto isso, para Guila Calheiros, secretário de desenvolvimento tecnológico e inovação do MCTI, a conferência representa um grande movimento nacional para reflexão acerca dos desafios e estratégias necessários para consolidar a ciência, tecnologia e inovação no país.
Assim, Calheiros diz: “Todas as ações do MCTI estão alinhadas à estratégia nacional de desenvolvimento industrial e cada ator dentro do sistema precisa saber seu papel para ajudar a construir essa agenda”.
As prioridades sociais
Assim como Wongtschowski, Francilene Garcia, diretora da SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência), afirma que o Brasil encontra-se no momento adequado para investimentos em políticas públicas industriais e de ciência, tecnologia e inovação.
Porém, para isso, ela ressalta a importância de uma análise aprofundada para um diagnóstico correto das metas que serão estabelecidas.
Nesse sentido, ela comenta que, embora o Brasil ocupe a terceira posição em produções científicas no mundo, é importante estabelecer uma lógica de impacto dentro deste volume de produção.
Assim, Garcia explica: “Ou seja, é fundamental termos publicações e patentes, mas é necessário que essas tragam evidências de que são resolutivas em relação às problemáticas que enfrentamos no Brasil e conectadas com demandas globais”.
Ainda, para a diretora da SBPC, um dos principais desafios para a ciência brasileira no presente e no futuro está na educação básica. “Não tem como reverter fragilidades no nosso país sem mexermos na educação básica. Essa é uma grande missão, não só do Ministério da Educação, mas da sociedade brasileira de um modo geral. Uma missão extremamente complexa, mas necessária”.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
Qualidade de vida no Brasil: O que os brasileiros pensam?
Um estudo recente da CNI (Confederação Nacional da Indústria) analisou a percepção dos brasileiros sobre a qualidade de vida no país e sua própria qualidade de vida. O resultado mostra que 47% dos entrevistados consideram sua qualidade de vida boa ou ótima. Enquanto 44% consideram regular e 9% consideram ruim ou péssima.
Dentre as condições que influenciam o resultado, destacam-se fatores como a renda e o local de moradia. Isso porque 50% dos brasileiros que vivem nos interiores do país consideram sua própria qualidade de vida boa ou ótima, em comparação com os 41% dos brasileiros que vivem em regiões metropolitanas.
Leia mais:
Entre os que ganham mais de cinco salários mínimos por mês, 71% a avaliam como boa ou excelente, em relação a 40% daqueles que recebem até um salário mínimo.
No entanto, quando se fala sobre a avaliação geral, somente 20% dos entrevistados alegaram ter uma qualidade de vida boa ou ótima. Já 48% a consideram regular e 30% ruim ou péssima.
Além disso, a pesquisa mostra que quanto maior a escolaridade, menor é o índice daqueles que a avaliam como ótima ou boa. Nesse sentido, 26% dos entrevistados analfabetos consideram a qualidade de vida ótima ou boa. Assim, apenas 17% dos entrevistados com nível superior fazem uma avaliação igual.
Para a pesquisa, foram ouvidos 2.012 cidadãos a partir de 16 anos, nas 27 unidades da federação. A margem de erro aponta 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa entrevistou as pessoas entre os dias 6 e 9 de fevereiro de 2024.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:7
Origem do plástico e contribuições para as indústrias
O plástico, uma inovação que transformou o mundo moderno de muitas formas, surgiu como uma solução para a escassez de materiais tradicionais nas produções em escala. Nesse contexto, o maplásticoterial rapidamente tornou-se um material crucial no dia a dia das produções e do cotidiano doméstico.
Assim, a história do plástico começa com as primeiras tentativas de melhorar materiais existentes, e em 1839, Charles Goodyear introduz a vulcanização da borracha, tornando-a mais durável e versátil.
Leia mais:
Logo depois, na Exposição Internacional de Londres de 1862, Alexandre Parkes apresenta a "parkesina", uma resina de celulose que torna-se maleável quando aquecida, mas seu alto custo de produção impediu sua popularização.
Em seguida, John Wesley Hyatt desenvolve o celulóide em 1870, um material mais rígido, inicialmente pensado para substituir o marfim em bolas de bilhar. Em 1905, Jacques Brandenberger inventa o celofane, uma película protetora feita de celulose. Contudo, em 1909 o primeiro plástico sintético comercial viável chega à sociedade, através de Leo Baekeland,revolucionando a indústria ao criar a baquelite.
No cenário de inovação, entre os anos de 1930 e 1950, a indústria avançou com o processo de polimerização, dando origem a uma variedade de plásticos como conhecemos hoje. Entre os destaques aparecem: neoprene, PVC, poliuretano, nylon, PET, teflon, silicone, polipropileno e polietileno. Com isso, a indústria passou a avançar em soluções inovadoras em um curto período de tempo.
Os benefícios do plástico nos setores
A partir de então, o plástico passou a ganhar foco nas produções e passou a ser usado como base em diversos setores. Isso porque sua versatilidade possibilita uma gama de produções específicas, originais e competentes.
Na saúde, por exemplo, o plástico contribui para a criação de materiais hospitalares descartáveis, reduzindo riscos de contaminação. Já no setor produtivo, o material proporciona design mais leve e seguro, como a criação de estruturas mais resistentes.
Enquanto isso, seu papel na construção civil coopera com soluções mais acessíveis e duráveis, pois suas diversas características do plástico o tornam ideal para diversas aplicações, desde a fundação até o acabamento das obras. Sem contar o custo-benefício.
Além disso, o plástico também possibilita o desenvolvimento de dispositivos leves e mais eficientes para a indústria eletroeletrônica. Bem como contribui no setor têxtil, ao introduzir fibras sintéticas resistentes e versáteis.
Já no setor de alimentação, as embalagens plásticas prolongam a vida útil dos alimentos, reduzindo o desperdício. Na agricultura, sistemas como irrigação e estufas também se beneficiam do uso do plástico.
Em termos de sustentabilidade, os bioplásticos surgem como uma alternativa e inovação, isso porque, o plástico quando reciclado, também demonstra seu potencial para uma economia circular.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
Impressão 3D transforma garrafas plásticas em moradias
Casas moduladoras feitas em impressão 3D a partir de garrafas plásticas usadas fazem parte do portfólio da empresa Azure Printed Homes, sediada em Los Angeles. A princípio, a inovação une tecnologia e sustentabilidade, mas também conta com características e estruturas diferentes.
A série de casas possuem 61 metros quadrados por módulo, cada molde leva 24 horas para ser impresso. Além disso, as construções unem engenharia de um dos fundadores, com valores ambientais. Estes valores podem ser vistos na matéria-prima das casas, isto é, resíduos plásticos, como garrafas plásticas usadas.
Nesse sentido, a empresa explica sobre a produção das casas: "O nosso processo inovador gira em torno do uso de materiais residuais como fonte primária de abastecimento, resultando num sistema de desperdício zero. Poder criar algo bonito e único a partir de uma linha de fornecimento de resíduos é algo de que nos orgulhamos enormemente."
A instalação das casas também ganha destaque por sua localização afastada. Como no caso da entrega e instalação em Big Sur, perto da costa, onde os obstáculos do isolamento foram superados e a casa foi instalada em 48 horas.
No entanto, a Azure ressalta que a produção varia conforme o tipo de pré-fabricado e o cronograma, que vai desde o projeto e produção até a instalação no local. Os estúdios, por exemplo, têm um lead time de 2 a 4 semanas, já as unidades sobre rodas levam de 4 a 6 semanas, e as casas variam entre 4 e 8 semanas.
Além disso, as casas oferecem soluções flexíveis de painéis solares e baterias para que funcionem sem conexão com a rede elétrica.
Aditivo inova na reciclagem de plástico
Carla Fonseca e Silmara Neves, se conheceram no programa de doutorado em Química na Universidade Estadual de Campinas. Desde então uniram seus desejos em cooperar com sociedade, para isso, fundaram uma empresa focada em soluções sustentáveis. Foi então que em 2017, a dupla desenvolveu um aditivo capaz de transformar plástico de difícil reciclagem em produtos novos.
Entre as contribuições do aditivo, ganha destaque a destinação correta de 300 toneladas de embalagens plásticas no ano passado.
O mesmo número foi notado nas resinas recicladas pela empresa, que voltou para o processo produtivo, mostrando na prática o funcionamento da logística reversa e da economia circular.
A solução também ajuda a aumentar a qualidade do material reciclado, recompensando
financeiramente o processo de transformação.
Além dessas contribuições, a IQX visa facilitar o processo de reciclagem de embalagens flexíveis, multicamadas e de uso único. Assim, a transformação revela a versatilidade das embalagens de plástico, que, muitas vezes, é vista como material de uso único.
Mas, Neves, a co-fundadora da empresa, explica que as embalagens de plástico possuem várias camadas, e ajudam na proteção de alimentos e produtos no geral. Essa função do material também evita desperdício porque aumenta sua durabilidade.
Tijolos sustentáveis feitos de plástico reciclado
A empresa Funplastic, desenvolve soluções sustentáveis para a indústria de construção, sua recente criação consiste em produzir tijolos feitos unicamente de plástico reciclado. Além da contribuição ecológica, o material ajuda na redução de custos, pois se aplicam em construções permanentes.
O idealizador do projeto e CEO da empresa, Bruno Frederico, destaca que cada 50m² ajuda a reciclar e reutilizar até 2,5 toneladas de plástico. Além disso, ele ressalta que a construção acontece mais rapidamente, já que os tijolos possuem projeções de encaixe, descartando o uso de argamassa.
Já a produção dos tijolos verdes, como são chamados, usam, principalmente, o polipropileno. No entanto, também se misturam com polietileno, em um processo deinjeção plástica.
Assim, a técnica de fabricação proporciona uma solução para o descarte irregular de resíduos plásticos, bem como resulta em um produto durável.
A redução do calor transmitido para o interior das construções oferece mais vantagens aos tijolos sustentáveis. Pois, os tijolos contam com furos estratégicos, que permitem uma melhor ventilação, impedindo a acumulação excessiva de calor, ou seja, são ideias para climas quentes.
No que se refere a aplicação, os tijolos aparecem em diversos projetos, como residências ou estruturas temporárias. A utilização ampla do tijolo acontece, tanto por sua solução sustentável, quanto por ser uma opção acessível.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:10
Reforma Tributária aumenta custos para empresas brasileiras
Um estudo feito pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação), em 2023, revela que as empresas gastam aproximadamente R$ 228 bilhões anualmente para lidar com as modificações da legislação no Brasil. Diante do cenário da Reforma Tributária, essa situação tende a se agravar, como alerta João Eloi Olenike, autor do levantamento e presidente executivo da entidade tributária.
Segundo ele, a complexidade da legislação possui custos significativos para as empresas e cidadãos. Isso porque, exige um investimento bilionário anual, para que se consiga acompanhar e cumprir as mudanças legislativas.
Leia mais:
Além disso, Olenike analisa: “A situação pode ainda piorar, já que a Reforma Tributária vai inserir os novos tributos. E manter os ainda existentes por um período de oito anos e, obviamente, esse custo de conformidade vai alavancar ainda mais”.
Assim, a conclusão do especialista parte de outro dado de sua pesquisa, que mostra a complexidade da legislação na reforma de tributos por meio de uma linha histórica. Porque desde a promulgação da reforma, em 1988, até setembro de 2023, foram alteradas 7.480.773 normas. Esses dados equivalem a uma média de 586 edições diárias, ou 845 normas por dia útil.
O impacto das normas tributárias na história do Brasil
Ao longo dos últimos 35 anos, aproximadamente 6,58% de todas as normas promulgadas no Brasil abordam questões tributárias. Resultando, assim, em um total de 492.521 regulamentações nessa área. Isso equivale a uma média de 38 normas tributárias por dia ou 1,6 por hora.
Diante desses números, o presidente executivo IBPT mostrou-se preocupado: "Os dados são impactantes e refletem a confusão que os cidadãos e empresas enfrentam diariamente. Nós estamos diante de um cenário em que a legislação é difícil de interpretar e seguir, e isso tem um custo significativo. É essencial que as autoridades considerem a simplificação e a organização das leis para promover um ambiente mais acessível e transparente para todos os brasileiros", pontua.
Ainda, o estudo também revelou que, em média, foram promulgadas 14,78 normas federais por dia ou 21,34 normas por dia útil ao longo desses 35 anos.
Nesse sentido, os estados registraram uma média de 171 normas diárias ou 247 por dia útil, enquanto os municípios promulgaram 400 normas por dia ou 577 por dia útil.
Dessa forma, ao dividir a quantidade de normas promulgadas pelo número de habitantes do país, observa-se que nos três anos anteriores aconteceu a promulgação da Constituição de 1988. Na época, passou por edições em uma norma geral para cada grupo de 300 habitantes. No período acumulado de 1989 a 2023, o número de normas promulgadas foi de uma para cada 27 habitantes.
Soluções para os custos elevados da reforma tributária
Diante disso, para Olenike, os governos precisam analisar os custos de conformidade, que seguem altos em todo o país, impactando todos os empresários. Nesse sentido, ele sugere a mesma atitude tomada na criação do Sistema Simples Nacional. Pois nela, englobam-se todos os recolhimentos em um único pagamento.
Desse modo, ele analisa a implementação dessa prática: “Poderia se criar uma declaração única de apuração e recolhimento de tributos. Essa medida poderia diminuir e muito o custo altíssimo que pagamos todos para cumprir a excessiva quantidade de informações exigidas, referente aos também excessivos tributos pagos”.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
HM Equipamentos: Qualidade em tecnologia e inovação
Diante da busca empresarial por excelência, que vai além da entrega de produtos ou serviços, e que busca qualidade em todas as soluções e ações, a HM Equipamentos surge como uma referência em eficiência, inovação e tratamento especial aos clientes.
Isso porque, a empresa tem como pilar esses princípios fundamentais que garantem não apenas o sucesso comercial, mas também a construção de uma relação firme com os clientes e com o mercado.
Leia mais:
Diante disso, Maria Clara Mercuri, representante do Departamento Comercial da HM Equipamentos, relata como a empresa tem se posicionado frente a tecnologias avançadas, sustentabilidade e expansões futuras.
Qualidade: Fundamento da HM Equipamentos
Sendo assim, em relação ao posicionamento e filosofia da HM Equipamentos, Mercuri destaca que a qualidade está inclusa em todas as operações e relações com os clientes. “A empresa tem como lema a excelência em todas as suas produções”.
Isso se destaca na fabricação meticulosa dos produtos, no investimento das matérias-primas e controles rigorosos de qualidade. No entanto, a HM vai além, elevando os padrões de qualidade desde o design até a entrega das soluções e serviços.
Ainda, Mercuri afirma: “Da mesma forma, entendemos que a qualidade do atendimento ao cliente é tão crucial quanto a qualidade dos nossos produtos. Nosso compromisso com o cliente vai além de simples transações comerciais. Construímos relacionamentos duradouros baseados na confiança, na transparência e na satisfação mútua. Em resumo, a qualidade é mais do que uma prioridade para nós, é a essência do que somos.”
Inovação e tecnologia nas produções
A pergunta que guia o tópico, questiona quais os métodos ou tipos de tecnologia e inovação usadas para aprimoramento dos produtos e serviços da HM Equipamentos.
Assim, a princípio, a representante do Departamento Comercial, explica como a empresa enxerga essa questão: “Para nós, a tecnologia e a inovação são elementos fundamentais para melhorar continuamente nossos produtos e serviços. Utilizamos ferramentas de análise de dados para entender as necessidades dos clientes e adaptar nossas ofertas.”
Além disso, a HM se caracteriza como uma empresa preocupada em pesquisa contínua. Por isso, há um forte investimento em pesquisa e desenvolvimento, principalmente para melhorar as soluções já entregues pela marca.
O processo de uso da tecnologia por parte da empresa fortalece seu compromisso em oferecer produtos de alta qualidade, e sobretudo, que agregam valor aos clientes.
Sustentabilidade e o compromisso com o futuro
Além de focar na qualidade e na inovação, a HM Equipamentos também está comprometida com a sustentabilidade em todas as suas operações. Em mais detalhes, Mercuri menciona as práticas adotadas pela empresa: “Implementamos práticas de sourcing sustentável, procurando parcerias com fornecedores que compartilham nossos valores ambientais e sociais. Promovemos a redução de resíduos e o uso eficiente de recursos em nossas operações, adotando tecnologias e processos que minimizem o impacto ambiental.”
Ainda, ela ressalta que a HM Equipamentos incentiva constantemente os colaboradores a alinharem-se para a sustentabilidade da empresa. Uma vez que, segundo ela, essas ações “também fortalecem nossa posição no mercado como uma empresa responsável e comprometida com o futuro sustentável.”
Quanto a expansões futuras, a empresa está, no momento, focada em administrar planos de crescimento estratégicos. Com o intuito principal de aumentar a presença no mercado nacional, expandindo a linha de produtos para uma gama maior de clientes.
No que se refere à expansão internacional, a HM também está explorando oportunidades em mercados selecionados. Mercuri salienta que: "Investimos em pesquisa e desenvolvimento para inovar nossos produtos, tornando-os mais competitivos e alinhados com as demandas do setor. Nossos objetivos incluem fortalecer parcerias estratégicas, investir em marketing e capacitar nossa equipe para sustentar um crescimento sólido e sustentável nos próximos anos."
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
Avanços tecnológicos na injeção de plástico
A injeção de plástico é um processo fundamental na fabricação de diversos produtos encontrados no cotidiano da sociedade, indo desde componentes automotivos até embalagens de alimentos. Nesse sentido, para continuar auxiliando a indústria, o método segue evoluindo, tudo para cooperar ainda mais com as produções.
O primeiro registro das máquinas de moldagem data do século XX, quando foram desenvolvidas. Desde então, essas máquinas permitem uma produção maior de peças plásticas. Além de possibilitarem a substituição de outros materiais em diversas aplicações.
Leia mais:
A princípio, o processo inicial de injeção de plástico envolvia a fusão de plástico e sua injeção no molde. No entanto, diante das novas exigências e demandas do mercado, o processo de moldagem por injeção mudou e continua evoluindo.
Tecnologia na indústria do plástico
Assim, os avanços tecnológicos têm impulsionado cada vez mais transformações na indústria do plástico, não diferentemente, no processo de injeção do plástico. Tendo em vista que a máquina injetora compõe um quadro de instrumentos indispensáveis na produção da indústria.
Sendo assim, com estes avanços, a indústria do plástico tem visto a produção de peças e materiais mais complexos e versáteis. Nesse sentido, a automação e a robótica têm desempenhado um papel crucial na melhoria da eficiência e na diminuição de despesas operacionais.
Além disso, o constante desenvolvimento de novos materiais plásticos tem impulsionado a indústria. Pois isso acontece mediante múltiplas oportunidades de aplicação, que ampliam os portfólios de peças para setores variados.
Desse modo, permitindo que as peças possuam projeções mais complexas e mais funcionais. Como o CAD (Design Assistido por Computador), que também tem sido uma peça-chave nesse avanço. Uma vez que ele permite que as peças sejam projetadas com maior complexidade e funcionalidade.
Dessa maneira, esses avanços tecnológicos vêm transformando a indústria, tornando-a mais eficiente, versátil e inovadora. Isso porque, à medida que a tecnologia progride, as empresas conseguem antecipar as inovações em uma indústria em constante evolução.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
Confiança industrial recua em abril
Em relação ao mẽs de março de 2024, no mês de abril, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) recuou 1,3 ponto. Mesmo com a queda, o indicador da CNI (Confederação Nacional da Indústria) marcou 51,5 pontos, ou seja, segue acima da linha de 50 pontos, e permanece confiante.
Para medir a confiança da falta de confiança, o índice precisa estar acima dos 50 pontos. Para chegar a este resultado, foram consultadas 1.238 empresas de todos os portes, entre os dias 1º e 5º de abril.
Leia mais:
Diante do resultado do ICEI, o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica: “Quando perguntados sobre as próprias empresas, os industriais demonstram confiança, mas há uma maior preocupação quando o questionamento é sobre a economia atual e o cenário econômico futuro”.
Panorama dos indicadores em abril
Assim, a preocupação se apresenta diante da análise detalhada dos componentes do ICEI. Pois o recuo aparece mais intenso nos indicadores relacionados à economia brasileira.
A princípio, no Índice de Condições Atuais, que mede a percepção das condições correntes da economia brasileira e da empresa, caiu 1,8 ponto. Desse modo, o Índice passou de 47,5 pontos em março, para 45,7 pontos em abril. Isso revela que a percepção negativa está em maior peso entre os industriais em comparação a março.
Enquanto isso, o Índice de Expectativas passou de 55,4 pontos em março para 54,4 pontos em abril. No entanto, a queda não afeta a confiança, por isso, permanece acima da linha divisória de 50 pontos. Além disso, os dados indicam que os empresários industriais têm expectativas positivas para os próximos meses, porém mais moderadas.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:8
Nova Indústria Brasil: Uma oportunidade para industrialização
O presidente da ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial), Ricardo Cappelli, assegurou que a política industrial tornou-se uma preocupação na agenda de todos os principais países do mundo. Sua afirmação aconteceu durante o CB.Poder. Além disso, durante o programa fez analises das implicações da Nova Indústria Brasil.
A princípio, Cappelli examina a atuação da ABDI, que através do programa Nova Indústria Brasil, busca estabelecer segurança jurídica para investimentos no setor produtivo. Nesse sentido, ele pontua que a transição energética representa uma vasta oportunidade para a neoindustrialização do país.
Leia mais:
Afinal, segundo Cappelli: “Agora em Janeiro, o FMI (Fundo Monetário Internacional) fez uma publicação dizendo que, apenas em 2023 nós tivemos 2500 novas políticas industriais no mundo. Sendo que 48% dessas políticas foram lideradas por Estados Unidos, China e União Europeia, com 71% de impacto no comércio global. Então, voltou com tudo a política industrial no mundo e aqui no Brasil também. Digo isso porque às vezes as pessoas falam ‘olha, é a velha política industrial que está voltando’, não, é o que o mundo inteiro está fazendo”.
Em seguida, o presidente relata que a Agência recebeu cobranças por parte da imprensa acerca da elaboração indicadores de metas que conferissem os impactos das medidas da política de neoindustrialização. Assim, Cappelli afirma que isso já está sendo feito em parceria com o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio).
Ainda sobre isso, ele ressalta que a ABDI, em colaboração com o MDIC, sob direção do secretário Wallace, está construindo metas e indicadores, que em breve serão divulgados pelo vice-presidente, Geraldo Alckmin.
Com isso, o executivo destaca: “A gente tá ajudando a construir metas, indicadores de alguns nichos, mapeando cadeias produtivas para ver aonde o Brasil pode chegar em cada setor”.
Oportunidade na transição energética na indústria
Capelli, enxerga que, a transição energética surge como uma “janela de oportunidade” para a industrialização do Brasil. Isso porque o país possui a matriz energética mais limpa do mundo. Bem como conta um potencial para a exploração de energia fotovoltaica, isto é, solar, eólica e hidrelétrica.
No cenário da Nova Política Industrial, ele analisa: “Então a gente pode, não só gerar novos negócios a partir disso, como também pode atrair empresas para cá. A maioria das empresas, no mundo inteiro, estão pressionadas para reduzir as suas emissões (de carbono) e não há lugar melhor no mundo para elas terem uma planta com emissão zero do que no Brasil. Então, aqui, a gente tem uma grande janela de oportunidade”.
Incorporação do programa Nova Indústria Brasil
Ainda, para o presidente da ABDI, o balanço do primeiro trimestre, divulgado pelo BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento), mostra um movimento significativo dos empresários, ao implementar o programa Nova Indústria Brasil. Isso porque os empresários vêm fazendo mais consultas para tomar empréstimos, além de se mostrarem mais confiantes em relação ao Brasil.
Assim, ele comenta: “No primeiro trimestre, o BNDES fez um desembolso 22% maior que o desembolso do ano passado, do mesmo trimestre. O BNDES teve 68% a mais de consultas dos empresários, o que demonstra que eles estão incorporados ao projeto de país do governo, do Nova Indústria Brasil e fazendo consultas para tomar empréstimos no BNDES, acreditando no país, apostando no investimento.”
Além do que, o BNDES aprovou 91% mais de crédito de financiamento. Cappelli continua: “E, o Nova Indústria Brasil está colocando à disposição 300 bilhões de reais, a grande maioria disso à TLP (Taxa de Juros de Longo Prazo), a juros de mercado; um pequeno pedaço para inovação, com TR (Taxa de Juros Referencial); e um pedaço para o Fundo Clima, também com juros diferenciados. É o Brasil colocando crédito e acompanhando esse movimento do mundo de transição energética.”
Parcerias benéficas para a indústria
Em relação à parceria público privada, Cappelli explica que o investimento em inovação também se mostra arriscado, porque os resultados oscilam entre positivos ou negativos.
Por isso, ele contou que hoje a ABDI está empenhada em tirar do papel a última atualização de 2018. Isto é, a Lei de Inovação, que objetiva usar o orçamento público e as compras públicas como um incentivo a inovação. Sendo assim, o objetivo da ABDI foca em equilibrar o binômio “risco-recompensa”, com o intuito de incentivar as empresas a realizar investimentos maiores em inovação.
Para exemplificar, Cappelli cita um contrato com a Petrobras, por meio do qual a ABDI irá auxiliar a petrolífera a construir a modelagem jurídica e técnica. Com o intuito de garantir a segurança para que a Petrobras dobre seus investimentos em inovação.
Além disso, Cappelli afirmou que a utilização de compras públicas como instrumento para inovação não é algo novo ou exclusivo do Brasil. Mas os EUA e o Canadá são os maiores expoentes dessa prática.
Os objetivos da parceria
Desse modo, ele explica: “O que a gente tá fazendo aqui e procurando construir são as melhores práticas internacionais, o que o mundo inteiro está fazendo. Os traumas do passado criaram um certo receio no gestor público, na defensiva e com receio de apostar. O nosso desafio é dar segurança ao gestor público, para que ele possa empreender também. No mundo inteiro, o Estado atua também como um empreendedor, e em sintonia com o setor privado. É falsa a ideia de que ‘ou é público ou é privado’. No mundo inteiro, público e privado andam juntos.”
Assim, Cappelli defende que o desenvolvimento do país requer uma parceria entre os setores público e privado. Pois segundo ele, o Estado se encarrega de assumir as fases de maior risco da pesquisa e desenvolvimento. Enquanto o setor privado age em estágio mais avançado, no aprimoramento de ideias com as quais é possível obter lucro.
Por fim, o presidente defende: ““Essa parceria do setor público com o setor privado é fundamental, porque tem fases do desenvolvimento da pesquisa que têm muito risco. E aí, quando tem muito risco, o setor privado não entra, não aposta. Nessas fases, quem assume esse risco é só o Estado, o setor privado só entra quando a coisa já está mais avançada, quando ele vê que ali tem um produto que ele pode lucrar, mas na fase da pesquisa e desenvolvimento mais básico ele não entra. Então, essa é uma relação complementar, público e privado têm que andar juntos para desenvolver o país”.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:5
Contribuições do plástico para medicina
No segmento da saúde, questões como a inovação tecnológica tornam-se indispensável para melhoria nas produções e evoluções na medicina. Por isso, tratar do uso adequado do plástico e suas diversas aplicações também se torna crucial.
Isso porque, o material também contribui significativamente para o aprimoramento da segurança dos procedimentos médicos e para a otimização dos sistemas de saúde.
Nesse sentido, com o intuito de mostrar como o plástico ajuda a área médica, o Movimento Plástico Transforma desenvolveu um e-book para apontar os benefícios dessa união. No e-book: "Plástico na Medicina – Uma inovação que transforma vidas", o movimento apresenta dicas importantes, como, por exemplo, a aplicação deste material na área da saúde.
Além disso, o livro digital busca demonstrar o uso versátil do material neste setor, bem como ressalta os caminhos sustentáveis trilhados pela área. De modo que, ainda, o e-book coopera na promoção da qualidade de vida e do bem-estar dos pacientes.
Leia mais:
Diante das inúmeras realizações do plástico e do assunto incluso no e-book, Simone Carvalho, do grupo técnico do Movimento Plástico Transforma explica: “Acreditamos que, só a conscientização e a entrega de informações corretas sobre o plástico, como ele deve ser usado no dia a dia e descartado corretamente, são capazes de mudar a visão da sociedade sobre este material, criado com o objetivo de facilitar a vida das pessoas”.
Conheça as aplicações do plástico na área médica
Seguindo essa perspectiva, o plástico se aplica, também, no primeiro momento, aos dispositivos médicos, como seringas, cateteres, próteses e equipamentos para diagnósticos por imagem. Isso acontece porque o plástico possui uma capacidade impressionante de manutenção do processo de esterilização. Sua maleabilidade e durabilidade também aparecem como fatores de destaque para seu uso na medicina.
Todas essas características ajudam a diminuir o risco de contaminações e infecções, de modo que torna o material a solução ideal para a área da saúde.
Da mesma forma, as embalagens para medicamentos, que desempenham um papel fundamental na preservação da eficácia e segurança dos produtos. Tendo em vista que as embalagens plásticas, em particular, possuem um grande valor, devido a sua resistência à umidade, luz e contaminação.
As embalagens, ainda, garantem que os medicamentos permaneçam íntegros e seguros ao longo do armazenamento e transporte, contribuindo para a qualidade e eficácia dos tratamentos.
Nas próteses e implantes, o uso do plástico possui uma contribuição significativa, pois melhora a qualidade de vida de pacientes que precisam de substituição de órgãos ou membros. Assim, a versatilidade deste material permite que esses dispositivos se adaptem ao corpo humano de forma confortável e segura, inclusive, reduzindo muito a rejeição pelo corpo humano. Da mesma forma em equipamentos avançados para diagnósticos.
Contribuições significativas do plástico
Já na odontologia, o plástico aparece em forma de resina, se aplicando em restaurações dentárias, alinhadores invisíveis e até em fios ortodônticos.
O PVC, um material amplamente usado no setor, conta com maleabilidade, flexibilidade e resistência boas. Sem contar que sua capacidade hermética de selagem torna o material requisitado também na fabricação de bolsas de sangue.
Afinal, o material entrega esterilidade e segurança, permitindo que as bolsas sejam projetadas em diferentes tamanhos para diversas funcionalidades.
Por estar presente em equipamentos de ventilação mecânica e respiradores e transportes de insumos médicos, o plástico ganha destaque pela contribuição durante a pandemia de Covid-19. Principalmente em suas aplicações em máscaras, luvas e aventais. Bem como de escudos faciais e outros, que por serem produzidos em plástico, contam com a leveza, facilidade de limpeza e proteção contra possível contaminação.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.