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Transformação de resíduos plásticos em eletricidade, tampas plásticas viram equipamento hospitalar e reciclagem de materiais da C&A

Tecnologia transforma resíduos plásticos em eletricidade

O americano Daniel Caris, de 76 anos, desenvolveu uma máquina que transforma resíduos plásticos em eletricidade sem o uso de combustíveis fósseis. Esta inovação promete uma fonte de energia mais limpa e promove a sustentabilidade através do reuso de resíduos que seriam descartados. 

O inventor reside em Merced, Califórnia e fundou sua empresa Caris Incorporated com o objetivo de lançar seu gerador no mercado. No entanto, o objetivo principal de Caris é lidar com o descarte incorreto de materiais plásticos. 

Com sua invenção, Caris recebeu a patente pelo Escritório de Patentes e Marcas dos Estados Unidos sob o número de patente WO2021188243A1. Anteriormente tentativas parecidas surgiram, porém, todas exigiam queima de plástico com combustíveis. O Carismatic Generator, nome dado ao equipamento, não depende do uso de combustíveis fósseis.

Quanto ao processo de geração de energia, Caris revela que o Carismatic Generator utiliza os resíduos plásticos como sua única fonte de energia, emitindo uma quantidade mínima de gases poluentes. 

Assim, o processo inicia com a trituração dos plásticos e transforma-os em pó fino, depois ele chega ao gerador. O pó passa por um aquecimento de mais de 2000ºC, provocando uma reação térmica. A energia térmica gerada ativa uma turbina a vapor, produzindo eletricidade de forma eficiente

Projeto transforma tampas plásticas em equipamentos hospitalares

A destinação correta de tampas plásticas ajudam na manutenção do meio ambiente, no entanto, inovação com estes materiais ajudam de forma mais ampla. Nesse sentido, o projeto desenvolvido em Chapecó, Município de Santa Catarina, transforma as tampas plásticas em equipamentos hospitalares que ajudam pessoas com deficiência motora provisória ou permanente na locomoção. 

Responsáveis pelo processo de recebimento, separação e destinação, a Associação dos Voluntários do Hospital Regional do Oeste levanta as demandas da unidade hospitalar e então busca os recursos. 

Embora o projeto tenha iniciado com o objetivo de castrar animais, brinquedos para crianças e medicações, há três anos um paciente de oncologia sugeriu a especialização para compra de materiais hospitalares e ortopédicos. Para ajudar o projeto, cada pessoa pode levar tampas de garrafas e levar à associação de segunda à sexta-feira, durante a tarde. 

Projeto de reciclagem de materiais da C&A vai ajudar associação Bem Faz Bem

Para apoiar crianças e adolescentes da Associação Bem Faz Bem, um projeto de reciclagem da loja C&A vai recolher o material plástico de reciclagem da loja e doar à associação, para transformá-lo em cashback através do projeto Estação de Reciclagem Recicle Bem. 

Com isso, a associação poderá trocá-los por: produtos alimentícios, lúdicos, material de limpeza, entre outros, na Rede Barcelos.

Em Campos, o formador de Voluntários no Instituto C&A, que vai dar andamento ao projeto em Campos, Rogério Barreto ressalta que todo material de descarte feito pela loja C&A Boulevard Campos, será armazenado e entregue à associação Bem Faz Bem.

Enquanto isso, a associação vai levar os materiais ao local de recolhimento da empresa parceira, a Recicle Bem. Diante disso, Barreto explica: “Este material recolhido será pesado e gerará um cashback destinado a realização de compras no grupo Barcelos”

Marcelo Queiroz, assessor de Comunicação da associação Bem Faz Bem, comemorou a parceria com empresas tão consolidadas como a C&A, Recicle Bem e rede Barcelos. Assim, ele comenta: “Essa é uma vitória para todos os lados envolvidos. Ganha o meio ambiente e ganham as empresas envolvidas e alunos da Bem Faz Bem, que além de participarem de nossas atividades culturais, esportivas e educativas. E ainda contarão com este apoio para enriquecer ainda mais nossas atividades.”

Segundo o representante da C&A, neste momento a equipe está em fase de adaptação da logística para captar e enviar esse material para a Recicle Bem. Assim, o projeto deve iniciar a partir de agosto de 2024.

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Economia circular traz ganhos industriais

Com um modelo que desafia a lógica linear, o sistema circular de economia enfatiza a reutilização, reciclagem e sustentabilidade. Com isso alterando a forma de consumo, mas também gerando um ciclo fechado de produção e consumo.

Apesar de muitos relacionarem a economia circular como o passo final do processo, este tipo de modelo começa desde o desenvolvimento do produto, isso porque ele foca na durabilidade. Assim, tem projeção de longa vida útil, além de facilidade em reparos. 

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A reciclagem, por sua vez, visa transformar um material em novo produto, minimizando o desperdício. Desse modo, a necessidade de extração, por exemplo, diminui. Dessa maneira, a economia circular conversa os recursos, promove a eficiência energia e otimiza o tempo. 

Nesse sentido, as empresas conseguem enxergar os ganhos na produção. E, consequentemente, contribuem para a redução de emissões de gases do efeito estufa, alinhando-se aos objetivos ambientais globais. 

Quais os ganhos industriais com a economia circular?

Ao reestruturar todo o ciclo tradicional de produção e consumo, a este modelo proporciona benefícios notáveis às empresas que a implementam. Em primeiro lugar, a economia circular impulsiona a aplicabilidade de recursos, ou seja, reduz a necessidade de recursos caros e novos. 

Assim, este modelo ajuda a diminuir os custos e aumentar os lucros, afinal, ele minimiza o desperdício. Com isso, as indústrias reutilizam, e ao mesmo tempo poupam gastos adicionais e reduzem o impacto ambiental. 

Além disso, o estímulo à inovação se destaca como mais um ponto de contribuição. Isso porque, as empresas conseguem desenvolver produtos novos com maior sustentabilidade. 

Sob esta óptica, a economia circular fortalece a imagem das empresas, tendo em vista que os consumidores valorizam empresas com compromisso ambiental firmado. Desse modo, empresas podem atrair clientes e parceiros, melhorando a relação com o mercado. 

Ainda, empresas que implementam economia circular encaixam-se nas regulamentações ambientais. 

Portanto, a economia circular não se limita a ser uma estratégia ambiental, mas também traz uma abordagem inteligente que promove o crescimento industrial sustentável e lucrativo. Preparando melhor as empresas para os desafios futuros relacionados a recursos e mudanças ambientais.

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No próximo dia 13, acontece a 12ª edição da Feira Interplast, em Joinville. A feira reúne todo o setor do plástico ao conectar empresas com tecnologias novas, networking e sustentabilidade. Com parceria firmada com o Messe Brasil, o SIMPESC coopera com a realização da feira. E em entrevista ao Portal Plástico Virtual, Fernando Pedro de Oliveira, presidente do SIMPESC destaca o papel da feira para a indústria brasileira e catarinense.

Na imagem aparece Fernando Pedro de Oliveira, presidente do SIMPESC

 

O SIMPESC (Sindicato da Indústria Material Plástico) atua como representante dos interesses da indústria do plástico, principalmente do estado de Santa Catarina, mas também impacta toda a indústria brasileira.

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Isso porque, ao longo dos anos, o sindicato traz ao setor discussões relacionadas à evolução tecnológica, sustentabilidade e à importância do plástico para a sociedade. Portanto, participar da Interplast contribui significativamente para a visibilidade e a representação do sindicato como um promotor do setor de plásticos de Santa Catarina, como aponta Oliveira. 

Ao abordarmos a importância da feira para o setor, o presidente do SIMPESC ressalta: “A feira é o principal ponto de encontro para fabricantes, fornecedores e clientes, permitindo a troca de conhecimento, a apresentação de novas tecnologias e a formação de parcerias estratégicas.”

Afinal, a Interplast influencia a competição das indústrias de transformação do plástico, sendo uma vitrine para as tecnologias e inovações globais. Assim, através da feira, as empresas adotam tecnologias, melhorando a eficiência de produção, reduzindo os custos e aumentando a qualidade dos produtos.

Em relação à participação SIMPESC na Interplast, Oliveira analisa a importância dela para o setor de plásticos de Santa Catarina: “Ao participar e promover a Interplast, o SIMPESC destaca a força e a capacidade das indústrias de plástico de Santa Catarina, promovendo-as como líderes em inovação e qualidade.”

Como será a participação do SIMPESC na Interplast 2024?

Durante a Interplast, o SIMPESC vai abordar temas cruciais como economia circular e sustentabilidade, com foco especial na "Ilha da Reciclagem". Este espaço prático destaca como a economia circular funciona na indústria, promovendo o uso de materiais reciclados. 

Além disso, o projeto visa educar e conscientizar o público sobre a importância da reciclagem de plásticos. Bem como ressaltar as vantagens das soluções plásticas em comparação com outros materiais.

Ainda, busca desmistificar concepções negativas sobre o plástico, destacando as avançadas tecnologias industriais utilizadas para reutilização de materiais plásticos pós-consumo.

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Sortex N Polyvision da Buhler supera desafios da indústria de reciclagem 

Para atender as demandas e elevar os padrões de qualidade das empresas, a Buhler, fornecedora de soluções industriais, destaca os benefícios da Sortex N Polyvision. Este equipamento que melhora o processo de reciclagem. 

Nesse sentido, a Sortex N Polyvision atua em reciclagem de PET facilitando a operação, alta eficiência e baixa manutenção. Com isso, a máquina traz ao mercado a combinação ideal do sistema de triagem por cores da Sortex, e uma nova forma de identificação de polímeros Sortex Polyvision.

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Sendo assim, entre os diferenciais da Sortex N Polyvision, destaca-se o algoritmo inteligente que atua em camadas distintas. Desse modo, o usuário trabalha na remoção de contaminantes específicos, sem afetar o desempenho nas outras camadas. 

A incorporação de um sistema avançado de geração de dados e informações também se destaca como um benefício. Isso porque, através deles conseguimos acessar o tempo de produção e qualidade. 

Além de trazer dados importantes relacionados a: volume produzido por período, taxa de descarte, índice de cada contaminante específico, sinalização de desvios de padrões estabelecidos e análise de falhas. 

Estas capacidades avançadas da Sortex N Polyvision acontecem graças à plataforma  Bühler Insights que permite acesso a linha do tempo, possibilitando conhecer: hora, dia, mês e ano de possíveis desvios. 

Descubra a tecnologia de ponta associada a Sortex N Polyvision

Quando se refere a tecnologia, a Sortex N Polyvision conta com câmeras modernas de cor Full RGB de alta resolução e câmeras de infravermelho, desenvolvidas pelo time de engenharia da Buhler Sortex. 

Além disso, o equipamento compreende novos alimentadores assistidos por computador, e assim garantem maior estabilidade na produção com menor consumo. Unido a isto, um novo sistema de iluminação mais eficiente, e um novo e poderoso computador.

Enquanto isso, as câmeras de cor trabalham captando informações no espectro de luz visível, as câmeras de infravermelho trabalham em um espectro muito mais profundo na faixa de luz não visível. 

Diante disso, Valdinei Raimundo, supervisor de venda da empresa, explica o uso desta tecnologia avançada: “Isso se dá graças ao sistema exclusivo das câmeras Polyvision que combinam faixas amplas do espectro infravermelho e geram duas bandas de longo alcance, garantindo que ela capte muito mais informações. Contando com até três câmeras de cor e até três câmeras de infravermelho, elas podem trabalhar em conjunto ou separadas entre si, dando maior flexibilidade ao equipamento e maximizando os resultados.”

Raimundo também contou que o equipamento tem possibilidade de construção com até 3 tamanhos diferentes, incluindo versões para 2 toneladas, 4 toneladas ou maior de 6 toneladas por hora. Dessa maneira, garantindo maior atendimento e diferentes linhas de reciclagem, ocupando um espaço mínimo. 

Soluções Buhler para reciclagem 

Em termos de desafios, o equipamento consegue agregar em apenas uma máquina alta produção e alta performance. Afinal, abrange o processo de reciclagem, mas se destaca na etapa final das linhas de reciclagem de PET. 

Desse modo, após processo de moagem de garrafas, por exemplo, o equipamento remove polímeros que contaminam e degradam o PET. Assim, a principal função da Sortex N Polyvision é purificar o material reciclagem, tornando-o mais limpo e puro para as próximas etapas. 

Sendo assim, a máquina coopera nas produções de empresas ligadas ao fornecimento de 

flakes para os transformadores de embalagens com requerimentos de grau alimentício, empresas que fazem a extrusão e produção de lâminas, bobinas e embalagens de PET 

reciclado. Bem como aquelas que necessitam de produtos de alto grau de pureza e segurança em seus materiais. 

No entanto, como destaca Raimundo, qualquer segmento que precise de material PET reciclado com alto grau de pureza, devem utilizar a Sortex N Polyvision, devido sua ampla aplicação.

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CNI divulga queda de confiança industrial em julho

Com um índice menor desde 2023, o Índice de Confiança Industrial cai em julho e revela descontentamento com as condições atuais da economia brasileira, aponta pesquisa. Desse modo, neste mês, o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) da CNI (Confederação Nacional da Indústria), caiu de 51,4 pontos para 50,1 pontos. 

Assim, a queda chega a linha divisória de 50 pontos que indica a transição da confiança para uma estado neutro. Entre os dias 1 e 5 de julho, CNI ouviu 1.271 industriais por todo país.

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Em maio de 2023, o ICEI chegou a 49,2 pontos, ou seja, desde então o Índice permaneceu acima.

Diante desse cenário, Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, explica: “A descontinuação de cortes na taxa Selic. As mudanças no câmbio são pontos que, certamente, abalaram a confiança dos empresários industriais. Ao analisar os componentes do ICEI, vemos com clareza que a queda foi causada pela avaliação dos empresários sobre a economia brasileira, tanto atualmente quanto para os próximos meses”. 

Índice de confiança através de dados por componentes

Entre os componentes do ICEI, O Índice de Condições atuais recuou e chegou a 44,4 pontos. O índice representa a avaliação das condições atuais relativa à empresa reduziu 0,7 ponto, já o índice relativo à economia brasileiro foi de 41,6 pontos para 37,6 pontos. 

Sendo assim, a percepção dos empresários revela que as condições atuais encontram-se piores, se comparado a seis meses antes. Isso acontece, sobretudo, na análise da economia brasileira, e, em menor grau, para as próprias empresas.

Além disso, o Índice de Expectativas também recuou, com queda de 1,1 ponto, chegando a 52,9 pontos. Ao analisar este componente, que indica as expectativas sobre a economia no país, vê-se um recuo de 2,9 pontos, indo de 47,1 pontos para 44,2 pontos. 

Conforme a avaliação da Confederação, existe uma deterioração das expectativas da indústria para os seis meses seguintes de economia brasileira. 

O índice que mede a expectativa dos empresários quanto ao desempenho de suas próprias empresas nos próximos seis meses, chegou a 57,2 pontos, portanto, segue positivo. 

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Economia circular no Brasil é liderada por pequenos

Em uma pesquisa elaborada pelo CSS (Centro Sebrae Sustentabilidade) revela que 32,7% dos pequenos empresários brasileiros já implementam práticas de economia circular em seus negócios. Apesar disso, apenas 16,51% têm um entendimento claro do conceito. 

Mão de homem segurando quadrado com símbolo da economia circular.

O estudo, intitulado "Engajamento dos pequenos negócios brasileiros em práticas de economia circular", destaca a necessidade de promover debates e disseminar informações sobre o tema.

Diante disso, Bruno Quick, diretor-técnico do Sebrae Nacional, ressalta a importância de uma transição justa para a economia circular, envolvendo todos os setores produtivos. Nesse sentido, Juliana Borges, analista de Competitividade, Economias Transversais e Emergentes do Sebrae Nacional, acrescenta que práticas sustentáveis prolongam a vida útil dos produtos e materiais, contribuindo para a restauração do meio ambiente.

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No entanto, embora a economia circular esteja crescendo no Brasil, a pesquisa indica que a maioria dos empresários ainda não compreende o tema. Assim, dos quase 83,49% dos entrevistados disseram não saber do que se trata ou conhecer pouco sobre a economia circular. 

Além disso, a pesquisa também indicou variações regionais no conhecimento do tema. As empresas da região Norte são as que mais conhecem do tema, com 19,12%, na sequência as localizadas no Nordeste com 18,33% e Centro-Oeste 18,31%. Já com menor familiaridade estão as regiões Sudeste (16,60%) e Sul (13,68%).

Borges destaca que, mesmo que 60,50% das micros e pequenas empresas não contem com economia circular em suas produções, os 32,73% que já estão trabalhando estrategicamente nesse sentido destacam-se no mercado. Isso acontece tanto por ganhos de eficiência quanto por preferência dos consumidores.

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Crescimento contínuo da indústria brasileira de plástico

A indústria de plásticos no Brasil está se destacando internacionalmente devido ao seu constante foco em atualização tecnológica e inovação. Com avanços significativos em processos de produção, sustentabilidade e adaptação às necessidades do mercado, o setor está se consolidando como um líder em transformação e modernização.

Nesse sentido, a indústria de plásticos do Brasil tem direcionado grandes investimentos em tecnologia de ponta para modernizar suas operações. As empresas estão implementando métodos de produção avançados, como extrusão de múltiplas camadas e impressão 3D. 

Assim, possibilitando a fabricação de produtos plásticos com características específicas e de alta qualidade.

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Desse modo, uma das inovações mais marcantes é a adoção de masterbatch, um concentrado de aditivos que aprimora as propriedades dos plásticos, incluindo resistência, durabilidade e coloração. Esse avanço possibilita às empresas desenvolver plásticos com características personalizadas, atendendo a diversas demandas industriais e de consumo. 

Além disso, o masterbatch promove maior eficiência na produção ao reduzir desperdícios e melhorar a sustentabilidade dos processos.

Tendências de inovação e sustentabilidade na indústria do plástico

A sustentabilidade também se destaca como outra prioridade crescente para a indústria de plástico no Brasil. Afinal, empresas estão adotando práticas de economia circular, que visam promover a reciclagem e reutilização.

Assim, iniciativas como a coleta seletiva e a logística reversa vêm sendo amplamente implementadas, incentivando a reciclagem de resíduos plásticos e a criação de novos produtos a partir de materiais reciclados.

Portanto, a indústria de plástico no Brasil está se adaptando rapidamente às mudanças nas demandas do mercado. 

Quando se fala de exemplos, o mercado eletrônico se destaca, isso porque a necessidade de embalagens leves e duráveis faz do plástico o componente ideal. Logo, as empresas estão respondendo a essa demanda desenvolvendo soluções inovadoras de embalagens plásticas que garantem proteção eficaz durante o transporte e armazenamento.

A cooperação entre empresas, universidades e instituições de pesquisa tem desempenhado um papel fundamental no progresso da inovação na indústria de plásticos. Parcerias estratégicas estão viabilizando o desenvolvimento de novas tecnologias e materiais, além de fortalecer a infraestrutura de reciclagem no país.

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Como Paris vai transformar plástico para Olimpíadas, Apple vai lançar relógio de plástico e recorde da produção de plástico no Brasil

Como Paris pretende transformar plástico reciclado em 11 mil cadeiras e 63 pódios

Cadeiras de plástico reciclado e pódios nas Olimpíadas

Os organizadores das Olimpíadas de Paris vêm implementando medidas de sustentabilidade com o objetivo de tornar esta edição dos jogos a mais ambientalmente responsável da história. O uso consciente de plástico se apresenta como um dos aspectos fundamentais dessa iniciativa.

Para isso, a startup francesa Le Pavé ficou como responsável por transformar resíduos plásticos em uma das imagens mais emblemáticas do universo esportivo.

Assim, as Olimpíadas e Paraolimpíadas contam com 63 pódios, conforme o Comitê Olímpico Internacional, variando de 4 metros a 33 metros de comprimento. Desse modo, os pódios têm projeção ajustável, podendo servir para indivíduos, duplas ou equipes completas. No total, produziram-se 685 módulos de encaixe, cada um pesando 45 quilos. Portanto, a construção dos pódios utilizou um total de 40 toneladas de material reciclado.

Além disso, a fábrica desenvolveu aproximadamente 11 mil cadeiras utilizando embalagens vazias de shampoo e milhões de tampas de garrafa PET. Esses assentos aparecerão nas estrutura de duas arenas esportivas recém-construídas: um centro de esportes aquáticos e o local das competições de badminton e ginástica. Já para a produção dessas cadeiras, foram recicladas 100 toneladas métricas de garrafas.

Antes de ganhar visibilidade com as Olimpíadas, a empresa já recolhia plástico nos arredores de Paris e o transformava em materiais de alta qualidade para o setor da construção.

Apple vai lançar relógio Watch feito de plástico

Apple Watch feito de plástico, conjunto de relógios coloridos.

O jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, anunciou que a Apple pretende incluir o plástico na próxima geração do Apple Watch SE, um relógio que fornece informações importantes de saúde, segurança e conecta usuários à internet. 

Ao longo dos anos, o Apple Watch tem sido produzido a partir do alumínio, no entanto, a marca vê no plástico uma forma mais resistente. Além de contribuir para competitividade com empresas que também fabricam esse tipo de relógio.

Assim, com essa mudança, o preço do Apple Watch SE, atualmente cerca de US$ 249 (~R$ 1.365), poderia diminuir para aproximadamente US$ 199 (~R$ 1.086), equivalente ao valor do Samsung Galaxy Watch FE nos Estados Unidos.

Além disso, segundo Gurman, há diversas mudanças em potencial que a empresa pode implementar nos próximos modelos da linha, conhecidos pelos codinomes N217 e N218.

Produção de plástico reciclado no Brasil bate recordes

Pessoa recolhendo garrafas plásticas representando produção de plástico reciclado

Segundo informações recentes da Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), em 2023, a produção de plásticos reciclados no país alcançou aproximadamente 1,5 milhão de toneladas, representando um aumento de 20% em comparação ao ano anterior.

Esse aumento está relacionado a diversos fatores, como políticas públicas favoráveis, investimentos em tecnologia de reciclagem e uma maior demanda por produtos sustentáveis por parte dos consumidores. 

Nos últimos anos, o Governo brasileiro tem adotado diversas iniciativas para fomentar a reciclagem. Nesse sentido, a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), aprovada em 2010, desempenha um papel crucial ao estabelecer diretrizes e metas para a gestão de resíduos. 

Essa política tem estimulado a formação de cooperativas de catadores e a expansão da infraestrutura voltada para a reciclagem de plástico. 

Isso acontece porque a inovação tecnológica tem sido fundamental para impulsionar a produção de plásticos reciclados. Assim, empresas no Brasil têm direcionado investimentos significativos em tecnologias avançadas, como a reciclagem química e a adoção de masterbatch, um concentrado de aditivos que aprimora a qualidade do plástico reciclado.

Apesar dos progressos alcançados, a indústria de reciclagem de plásticos no Brasil continua a enfrentar desafios significativos. Portanto, para melhorá-la, torna-se crucial expandir tanto a coleta seletiva quanto a infraestrutura de reciclagem para atender à demanda em crescimento. 

Além disso, impulsionar o investimento em educação e conscientização para uma maior participação da população na separação e correta destinação dos resíduos plásticos.

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Seis indicadores de transformação caem, aponta CNI

Em maio a indústria de transformação passou por uma queda generalizada depois de meses em recuperação. Conforme aponta a pesquisa Indicadores Industriais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), entre os seis indicadores os empresários registraram queda de cinco. 

Imagem de um trabalhador na indústria

Nesse sentido, a queda aconteceu em horas trabalhadas na produção, faturamento real, rendimento médio, massa salarial e nível de utilização da capacidade instalada. Assim, somente o indicador de emprego continuou estável de abril para maio.

Apesar das quedas, a indústria de transformação ainda se encontra em uma posição melhor do que no mesmo período de 2023.

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Diante disso, a economista Larissa Nocko da CNI, explica: “Além da pesquisa apresentar as consequências das enchentes no Rio Grande do Sul em maio, a queda dos indicadores em maio também foi influenciada pelo recuo do setor automotivo, que passou por greves de trabalhadores e interrupção da produção em outras regiões do país no mesmo período”

Análise detalhada dos indicadores da indústria e comparação entre períodos 

Sendo assim, a pesquisa indica que o faturamento real da indústria de transformação recuou 3,8% na passagem de abril para maio, na série livre de efeitos sazonais. 

Quando comparado ao acumulado no ano, ou seja, de janeiro a maio de 2024 contra o mesmo período de 2023, houve aumento de 1,2%.

Da mesma forma, o número de horas trabalhadas na indústria de transformação reduziu 2,3% de abril para maio. Mesmo com a queda, ao comparar o acumulado do ano, o crescimento registrado chegou a 2,6%

Enquanto isso, a massa salarial da indústria de transformação caiu 1,5% na série sem os efeitos sazonais. Na comparação com o mesmo período em 2023 o crescimento foi de 4,4%. 

Já o rendimento médio dos trabalhadores da indústria de transformação recuou 1,2% na série livre de efeitos sazonais. Se compararmos janeiro a maio de 2024 contra o mesmo período de 2023, houve avanço de 2,9%.

Em maio de 2024, a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) registrou 78,7%, mostrando uma redução de 0,4 ponto percentual em relação a abril, na série ajustada sazonalmente. Comparado a maio de 2023, o indicador permaneceu estável, com uma diminuição de apenas 0,1 ponto percentual.

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SEIBT apresenta seleção de máquinas avançadas na Interplast 2024

Com um portfólio completo para atender a indústria do Plástico, a SEIBT confirma sua participação na Interplast 2024. Assim, os visitantes e expositores da feira poderão conhecer de perto as soluções em máquinas e equipamentos para sua recuperação, tanto no processo pós industrial quanto no pós-consumo.          

Imagem azul com o login da SEIBT

Nesse sentido, para a 12ª edição da feira, a SEIBT vai levar sua coleção de máquinas mais avançadas. Entre os equipamentos especiais a empresa destaca: o Moinho linha LRX + Separador de Pó SPS355, a Lavadora Inclinada, a Secadora Vertical, o Moinho linha A2, o Moinho linha LR com gaveta e o Moinho linha BSC. 

Além disso, diante do trabalho da empresa quanto à reciclagem de plásticos, a SEIBT também inclui a demonstração da linha de reciclagem pós-consumo, incluindo PET, PP e PEB. 

Leia mais:

De acordo com Adão Braga Pinto, Gerente Comercial da SEIBT, o evento se caracteriza como uma oportunidade de contato com novos clientes e pessoas do ramo. Isso porque a feira permite conexões com toda a cadeia. Bem como, representa o local ideal para atrair novos clientes do segmento de reciclagem de plásticos

Sobre a participação na Interplast 2024, Braga destaca: “Com nosso portfólio de produtos de alta tecnologia e eficiência energética, estamos preparados para demonstrar como podemos atender às demandas crescentes por soluções eficazes para o setor.”

Durante os dias feira, 13 e 16 de agosto, a SEIBT estará localizada no estande 374, na seção B da Expoville e apresentará suas máquinas inovadoras e tecnológicas para a indústria de plásticos. 

Descubra mais sobre as máquinas selecionadas para a Interplast

O portfólio de produtos da empresa conta com máquinas específicas, porém variadas, para a transformação de plástico. Sendo assim, o Moinho LRX da SEIBT, projetado conforme a norma ABNT 15.107, aumenta a segurança do operador. 

Ainda, é ideal para moagem em circuito fechado e reaproveitamento de descartes. Além da recuperação de pequenas peças plásticas em injetoras e sopradoras. 

Unido a isso, o Separador de Pó segrega o pó gerado durante o processo de moagem e recuperação de plásticos. Logo, mostra-se ideal para moagem de materiais sólidos provenientes de processos de injeção, sopro e extrusão.

Já que o processo de reciclagem pós-consumo abrange etapas como lavagem e secagem, a Lavadora Inclinada e a Secadora Vertical ajudam na eficiência das etapas. 

Enquanto isso, os Moinhos da linha A2 trazem vantagens indispensáveis para centrais de moagem ou recicladoras, e atuam na moagem de peças de grande volume, moagem pesada como borras e com elevadas capacidades produtivas.

Os Moinhos da linha LR de baixa rotação com gaveta se diferenciam porque contam com tecnologia, estrutura robusta e matéria-prima de alta qualidade. Assim, garantindo eficiência, economia e durabilidade.

E o Moinho BSC de alta rotação, destacam-se pela alta produtividade, baixo custo e facilidade de operação e manutenção. Também são versáteis e moem uma ampla gama de materiais plásticos, de pequenas a grandes peças, podendo operar com ou sem água.

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