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Com o aumento da produção física de embalagens em 2023, após dois anos seguidos de queda, espera-se uma alta para 2024, levando em conta os diversos tipos de materiais. 

Na imagem aparece mãos segurando embalagens

De acordo com a pesquisa realizada pelo FGV/Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas para a Abre (Associação Brasileira de Embalagem), em 2023, apesar da predominância do plástico, a indústria nacional aumentou sua produção de embalagens em volume em 1,2%. O resultado supera o desempenho da indústria de transformação em geral, que registrou uma queda de 1%. E com isso, o valor bruto da produção chegou a R$144,4 bilhões. 

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Por estar mais voltado para o mercado de bens não duráveis, o setor tem aproveitado o consumo doméstico relativamente estável de alimentos e a crescente demanda por produtos de higiene e cosméticos.

Segundo Marcos Barros, presidente do conselho da Abre, essa tendência impulsionou o desempenho relativamente robusto em 2023 e continua a se manter neste ano.

Expectativas para 2024 no setor de embalagens

Já para 2024, espera-se uma alta de 1,4% na produção, no ponto médio do intervalo previsto pelo FGV/Ibre, que varia de 0,8% a 2% de crescimento. Quanto ao índice de confiança na indústria de embalagens, ela alcançou seu melhor nível em 12 meses durante o mês de fevereiro.

Desse modo, o presidente explica que:“A indústria de bens duráveis andou relativamente de lado em 2023, mas houve alguma melhora da renda e no consumo das famílias, que gastaram mais com cuidados pessoais”. 

No momento, de acordo com o executivo, as indicações mostram que a procura por alimentos permanece estável, enquanto os setores farmacêutico e de cosméticos vêm crescendo com mais força.

Assim, Barros afirma: “No geral, os consumidores de embalagens continuam com uma expectativa relativamente melhor. Com exceção de alimentos, todos estão experimentando algum tipo de crescimento”. 

Sendo assim, segundo o estudo, a produção de embalagens de plástico, que corresponde pela maior fatia do valor bruto, com 33,2%, cresceu 2,9% em 2023. Isso aconteceu, sobretudo, devido ao desempenho significativo dos três primeiros meses do ano. 

Já no setor de papel e papelão ondulado, aparece em segundo lugar, contribuindo com o valor produto da produção do setor, com 23,4%. Assim, revela-se que houve uma estabilidade. 

Resultados e apontamentos do estudo

A razão para esse desempenho no segmento de embalagens em papel também se deve à crescente importação de produtos da China. Quanto a isso, Barros comenta: “Apesar do aumento dos preços da celulose, a China está vendendo papel no Brasil [sobretudo, cartão] a preços muito baixos”.

Portanto, o estudo aponta que as importações de embalagens em valor recuaram 6% em 2023, indo para US$609,3 milhões. Enquanto isso, as exportações cederam 25,5%, a US$549,8 milhões.

Já no mercado doméstico, os preços retornaram para os padrões comuns, depois de um salto de 42% no auge da pandemia. Em seguida, avançaram somente 1,5% em 12 meses até janeiro. 

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De acordo com uma pesquisa da CNI, as indústrias têm buscado formas de contribuir com a sustentabilidade na linha de produção, adotando ações que diminuam o uso de fontes naturais, como água e energia. Os dados do estudo mostram que 86% do setor industrial já tem atividades que visam otimizar o consumo de energia.

Enquanto isso, 83% implementam medidas para aperfeiçoar o uso da água, de maneira racional, e 89% para diminuir a geração de resíduos sólidos. Para alcançar esses números, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) realizou uma pesquisa com empresários de todo o país.

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Os itens com foco fazem parte de uma lista que classifica nove ações, que estão no topo do levantamento. Sendo assim, do total de indústrias que participaram da pesquisa, apenas 36% têm de 5 a 6 ações, e 22% de 7 a 8 ações.

Ainda assim, apenas 3% das empresas industriais não têm atuado com medidas para cooperar com a sustentabilidade.

Diante dos números, Ricardo Alban, presidente da CNI, destaca que: “A indústria brasileira já é parte da solução quando o assunto é sustentabilidade e adaptação às mudanças climáticas. Nós já fizemos, há muito tempo, o que muitos setores industriais de outros países estão correndo para fazer agora”.

Sendo assim, o presidente ainda completa: “A nossa indústria, principalmente aquela intensiva em uso de energia, como a do cimento, por exemplo, já fez esse dever de casa e temos muito para compartilhar com o mundo. As emissões de gases de efeito estufa dos fabricantes de cimento instalados no país são 10% menores do que a média mundial. No setor do alumínio, cerca de 60% de todo material consumido no país é reciclado”. 

O estudo ouviu 1004 executivos de empresas de pequeno, médio e grande porte. O estudo aconteceu em todas as unidades da Federação. A condução do levantamento ficou por conta do Instituto de Pesquisa em Reputação e Imagem, da FSB Holding, entre os dias 3 e 20 de novembro.

Ações futuras da produção industrial para prática sustentável

No entanto, ainda existem medidas para implementação, e assim, ser alcançar o Acordo de Paris. Ainda que as medidas de sustentabilidade estejam em crescente. Por isso, a pesquisa também se preocupou em entender o que mais precisa ser feito para descarbonizar a produção industrial. 

Ao serem questionados sobre as primeiras ações para contribuir com essa medida, os empresários relacionaram uma lista de melhorias:

Ainda, 14% apontaram que precisam de investimento em inovação, e 10% concordam que o acesso ao financiamento também é indispensável. 

No que se refere aos investimentos dos empresários industriais em ações sustentáveis, nos próximos dois anos. Desse modo, a principal meta é usar fontes renováveis de energia, que foi citada por 42% dos entrevistados. 

O segundo objetivo é modernizar as máquinas (36%), seguido por medidas para otimizar o consumo de energia, indicado como prioridade para 32%.

A pesquisa revela também que 53% das indústrias já têm algum tipo de projeto ou iniciativa voltada para o uso das fontes de energia renovável. Quanto a qual tipo de energia renovável, 75% dos entrevistados gostariam de usar energia solar, por outro lado, o hidrogênio verde ou de baixo carbono, fica em segundo lugar, com 19%, e a energia eólica com 13%.

As demais porcentagens se dividem entre: biomassa, com 5%; a energia eólica com 3%, e energia proveniente do hidrogênio com 1%.

O diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, afirma que: “O Brasil se encontra na vanguarda da transição energética, com elevada participação de fontes renováveis na matriz energética, e segue em uma trajetória sustentável, ampliando e diversificando, cada vez mais, o uso dessas fontes limpas e renováveis”.

Outros avanços e tecnologia sustentável

Como apontado, a necessidade de financiamento para iniciativas sustentáveis é um avanço importante para que o setor privado consiga uma economia de baixo carbono, da mesma forma necessitam da propagação de tecnologias ecologicamente sustentáveis.

Ao todo, 67% têm interesse em acessar linhas de crédito para conseguir esse objetivo, sendo que apenas 16% realmente buscaram incentivo de crédito público para projetos sustentáveis, e somente 6% conseguiram. 

No entanto, o cŕédito privado se apresenta como mais acessível para os empresários, haja vista que 24% buscaram e 15% conseguiram. Quanto ao acesso para financiamento de ações sustentáveis, 62% dos entrevistados afirmam que é difícil, ou muito difícil.

Diante disso, a dificuldade para obter crédito ou financiamento é o terceiro principal desafio para implementação de práticas sustentáveis, com 22%. Essa maneira fica atrás da falta de incentivo governamental, com 51% e da falta de cultura de sustentabilidade do mercado, com 39%.

No que diz respeito à incorporação de novas tecnologias para promover a produção sustentável nas fábricas, 75% manifestaram interesse em obter linhas de crédito voltadas para tecnologias verdes. Adicionalmente, 66% indicaram a necessidade de adquirir novas tecnologias com baixa pegada de carbono, enquanto 59% expressaram interesse na modernização do maquinário como meio de alcançar objetivos de descarbonização. 

Nesse contexto, a atuação do setor público é inadequada. Pois 88% pontuam a falta de incentivos fiscais como um obstáculo para efetuar esse tipo de transação.

O cenário do carbono no Brasil

Além disso, está em pauta a criação de um mercado regulado de carbono, a implantação é um avanço necessário para a agenda sustentável. Sendo assim, 78% dos participantes da entrevista, dizem que a lei que regulamente as ações na Câmara dos Deputados, é importante ou muito importante. 

O diretor salienta que: “O mercado regulado de carbono que contemple, por exemplo, a participação da indústria na governança e não considere sanções e penalidade desproporcional, vai contribuir para que o país atinja as metas climáticas de longo prazo estabelecidas no Acordo de Paris. A iniciativa precisa ser entendida como uma medida complementar a outras agendas verdes, como a expansão das energias renováveis, o fortalecimento da política nacional de biocombustíveis e, principalmente, a redução do desmatamento ilegal”.

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Acompanhe como os engenheiros do MIT inventaram plástico mais forte que aço. Conheça o tijolo ecológico feito com plásticos retirados do oceano.  E a casa construída com plástico reciclado e bambu.

Engenheiros do MIT inventam plástico mais forte que aço 

plástico mais forte que aço

Engenheiros químicos do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), criaram um novo tipo de plástico que é considerado duas vezes mais forte que o aço, e que pode ser um dia utilizado como material de construção. 

Primeiramente, o material possui o apelido de 2DPA-1, e é leve e moldável como o plástico. 

Ainda assim, possui uma força e resistência que os engenheiros do projeto comparam ao aço e ao vidro à prova de balas.

Contudo, os engenheiros do MIT, prevêem que o 2DPA-1 seja utilizado em um futuro próximo, ou seja, como um revestimento para aumentar a durabilidade dos objetos.

Por exemplo, como um material estrutural. 

Michael Strano, professor de engenharia do MIT explica que "geralmente não pensamos em plásticos como algo que se poderia usar para apoiar um edifício, mas este material pode permitir coisas novas.”

Portanto, o 2DPA-1 é um polímero, uma categoria de substância que engloba todos os tipos de plásticos. 

Entretanto, os outros polímeros crescem em cadeias unidimensionais, com novas moléculas adicionais.

Já o 2DPA-1, cresce em duas dimensões, formando uma folha que é chamada de: poliaramida. 

Por fim é essa qualidade bidimensional que dá força ao 2DPA-, eliminando as lacunas que existem entre as cadeias de polímeros em outros plásticos. 

Leia mais: Plástico pelo Mundo: Plástico marinho reciclado, Plástico Autodestrutivo, Conversão de Plástico em Combustível

Tijolo ecológico feito com plástico retirado dos oceanos

tijolo feito de plástico

Uma startup desenvolveu uma tecnologia para reaproveitar o material plástico retirado dos oceanos.

O engenheiro neozelandês Peter Lewis, desenvolveu uma tecnologia para transformar o plástico em blocos.

Aqui, trata-se de uma plataforma modular que comprime o material, e assim, os blocos se encaixam como legos.

Logo em seguida, a startup afirma que a fabricação do tijolo ecológico, batizado de "Replast", possui uma emissão de gás carbônico 95% menor do que a do tijolo de cerâmica.

Ou seja, ele pode ser utilizado em diversos projetos, como por exemplo, casas e edifícios, pois são duros e resistentes.

Casa é construída com bambu, pedra e plástico reciclado

casa construída com plástico

A construção na Indonésia, reúne um espaço residencial, salas de aula e área, em um projeto surpreendente.

Usando matéria-prima na vila Mekarwangi, zona rural da Indonésia, o escritório de RAW Architecture (Realrich Architecture Workshop) elaborou um projeto surpreendente para um espaço multifuncional.

Enquanto construída com bambu, pedra e plástico reciclado, o projeto é uma casa, área escolar e área comercial. 

Possuindo 400 metros quadrados, o projeto impressiona pela integração entre os diferentes materiais. 

Desse modo, o projeto usou uma base de pedra combinada com paredes e estrutura de bambu. 

Enquanto, a cobertura combina uma membrana de impermeabilização de plástico reciclado com telhados feitos com uma palha local de folhas de nipa (Nypa fruticnas), uma espécie de planta muito usada nas construções locais.

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Iniciativas incluem investimentos em plantas de Reciclagem Mecânica e Avançada em conjunto com a Valoren

Para reforçar seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a Braskem, pioneira na produção de biopolímeros acaba de anunciar um aporte de R$ 130 milhões em três projetos voltados à economia circular, bem como:

Portanto, ainda no primeiro semestre deste ano, a Braskem prevê a abertura do Cazoolo - seu Centro de Desenvolvimento de Embalagens para Economia Circular. Que irá operar na zona Oeste da capital paulista, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. 

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Em resumo, trata-se de hub de inovação. Por meio do qual a companhia estabelecerá parcerias com clientes, brand owners, designers, startups e universidades para desenvolvimento de embalagens mais sustentáveis. Tudo isso, por meio de melhorias no design e na jornada das embalagens, desde sua concepção até o pós-consumo, visando a circularidade. 

O projeto tem como base conceitos de Design for Environment (DfE) e Análise de Ciclo de Vida (ACV), para desenvolvimento de embalagens inovadoras e sustentáveis. 

Equipado com equipamentos de ponta para prototipagem rápida, o Cazoolo estará aberto a toda a cadeia de embalagens plásticas, e terá como objetivo acelerar o avanço da circularidade das embalagens na região.

Além do Centro, cerca de R$67 milhões foram investidos para a instalação de uma planta de reciclagem mecânica em Indaiatuba (SP). Esse projeto tem inauguração prevista para março. 

Braskem fecha o ciclo da economia circular com Parceria de Valoren 

Braskem ciclo de economia circular

O projeto é fruto da parceria com a Valoren, empresa desenvolvedora de tecnologia e gestora de resíduos para transformação em produtos reciclados.

A expectativa é que, anualmente, 250 milhões de embalagens pós-consumo feitas de polietileno e polipropileno sejam transformadas em 14 mil toneladas de resina com alta qualidade. Essas resinas passarão a ser reutilizadas como matéria-prima na indústria de transformação. 

A planta já está na fase de comissionamento e pré-operação assistida.

No entanto, uma inovadora frente da Braskem para o fechamento do ciclo da economia circular foi a assinatura de mais um projeto com a Valoren. Afinal, esse projeto foca na construção e instalação de uma unidade de Reciclagem Avançada, também em Indaiatuba. 

Em suma, ela transformará quimicamente, resíduos plásticos em matéria-prima circular certificada, que se utilizará para fabricação de resinas ou insumos químicos. 

Por isso, a nova unidade, que envolve um desembolso conjunto de R$ 44 milhões, deverá começar a operar no primeiro trimestre de 2023. Desse modo, ela terá capacidade de produzir seis mil toneladas de produtos circulares por ano.

Leia também O ESG e a liderança nas corporações.

As posições da parceria da Braskem no ciclo de economia circular

Heinz-Peter Elstrodt, sócio e presidente do Conselho da Valoren, afirma "Após 6 anos de pesquisas e desenvolvimento de tecnologias inovadoras de pirólise de plástico, ficamos muito satisfeitos com mais essa parceria com a Braskem. Afirmando o compromisso conjunto com a economia circular. Valoren e Braskem têm diversas sinergias em termos de sustentabilidade e inovação, e trabalhando em conjunto, em prol da reciclagem integrada (mecânica e avançada), seremos capazes de transformar a reciclagem de plásticos. Dessa forma, aumentando significantemente o índice de reciclagem no Brasil”.

Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul, explica "Carregamos a sustentabilidade em nosso DNA e queremos ser protagonistas de iniciativas que agreguem valor na cadeia produtiva e que contribuam de forma efetiva e tangível para a construção de uma sociedade mais sustentável, visando garantir um futuro melhor para estas e as próximas gerações".

Terra ainda diz "Por meio dessas três frentes importantes, queremos fechar o ciclo da economia circular e melhorar os processos e caminhos ligados à reciclagem de resíduos plásticos no Brasil e no mundo".

Rumo às metas 

Portanto, essas iniciativas, que somam o aporte de mais de R$130 milhões, estão relacionadas com as metas que a Braskem assumiu para os próximos anos. 

No esforço pela eliminação de resíduos plásticos, a companhia vai ampliar seu portfólio de produtos, incluindo, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. Além disso, até 2030, 1 milhão de toneladas desses produtos. 

E então, ainda para 2030, trabalhará para eliminar a destinação de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos para incineração, aterros ou seu descarte no meio ambiente.  

Terra finaliza afirmando "Essas ações são uma forma de tangibilizar a atuação da Braskem em todo o ciclo da economia circular. Reforçando os compromissos da empresa com o desenvolvimento sustentável e incentivando outras pessoas e parceiros a também participarem de iniciativas que gerem menos impacto ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, atendam necessidades de mercados e consumidores".

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Covestro investe no desenvolvimento de poliuretanos

Os poliuretanos foram um marco na história. Devemos ser gratos pelos refrigeradores com eficiência energética, móveis estofados confortáveis, assentos de carro seguros, revestimentos protetores e compósitos leves. Há 80 anos, o Dr. Otto Bayer descobriu a química do poliuretano praticamente por acidente, que se tornou o sucesso dos plásticos, se tornando o material mais versátil do mundo.

A Covestro está avançando em seu desenvolvimento de poliuretanos para fazer do mundo um ambiente melhor. “Estamos desafiando os limites para desenvolver materiais isolantes mais eficientes, materiais ainda mais leves e produtos com maior economia de recursos” revelou Daniel Meyer, Head Global da Unidade de Poliuretanos.

Atualmente, todos os novos desenvolvimentos da Covestro têm como prioridade a sustentabilidade, tornando uma abordagem abrangente para todo o ciclo de vida do produto em todos aspectos como sociais, ecológicos e econômicos. “Nossos produtos são fabricados com base no carbono. Nosso objetivo é tirar o benefício máximo do carbono que utilizamos” afirma Daniel, referente uma das medidas adotada pela Covestro.

Os poliuretanos contribuem de maneira importante para a garantia do fornecimento global dos alimentos. Aproximadamente 95% dos refrigeradores do mundo têm isolamento térmico com espuma rígida de poliuretano. Com o sistema de poliuretano Baytherm e Microcell pode elevar a performance de isolamento em mais 10%, mostrando uma economia positiva de energia, custos domésticos e redução da emissão de CO2. O sistema é tão eficiente que uma fabricante líder de utensílios já adotou a medida em sua produção.

A Covestro desenvolveu também um método para usar o gás do efeito estufa CO2 para sintetizar os componentes do poliuretano. Comercializando estas matérias-primas, conhecidas como polióis, sob a marca Cardyon, para a produção de espuma flexível de poliuretano e opera uma nova planta de produção, em sua sede na Dormagen, na Alemanha. Hoje, 20% das matérias-primas já foram utilizadas nestes produtos, sendo totalmente substituídas pelo dióxido de carbono. Um catalisador especial proporciona o nível de reatividade desejado à molécula.

A implementação destas novas ideias é totalmente acessível e sustentável, se tornando um desafio global. A Covestro está trilhando novos caminhos em uma busca incessante de soluções criativas, contando com o apoio de parceiros industriais, governos, agências governamentais e a sociedade, a Covestro está desenvolvendo modelos de habitação acessível e executando determinados projetos na Alemanha. Um exemplo é a edificação multiuso em Bergisch Gladbach, na Alemanha, que foi planejada e construída pelo conselho local, a empresa responsável pela obra é a pré-fabricada francesa Logelis e a Covestro.

De acordo com a sua estratégia de sustentabilidade, a Covestro desenvolve materiais e tecnologias para gerar energias renováveis, com o foco na energia eólica. A empresa desenvolveu uma tecnologia inovadora para a fabricação de pás de rotor para turbinas eólicas. Os rotores são fabricados em um processo especial, a partir de uma resina de poliuretano e um tecido de fibra de vidro. A empresa recebeu recentemente a certificação da DNV GL para a China e agora pode fornecer a resina e seus produtos para fabricantes de pás de rotor no país.

A descoberta do Dr. Otto Bayer contribuiu para o atual desenvolvimento, mesmo 80 anos atrás o doutor viveu os valores corporativos da Covestro, curiosidade e coragem, buscando melhoria e eficiência contínua na fabricação de plásticos, descobrindo a química do poliuretano, se tornando o seu principal projeto, que hoje é conhecido como o marco de uma história de sucesso, que você confere a seguir.
Poliuretanos: Marcos de uma história de sucesso 
1937 - Otto Bayer inventa a química do poliuretano;
1943 - Novas marcas: Desmodur (isocianatos) e Desmophen (polióis);
1952 - Primeira espuma flexível feita de TDI e polióis de poliéster;
1958 - Revestimentos premium feitos de Desmodur e Desmophen (“Revestimentos DD”);
1962 - Estreia da espuma rígida de poliuretano como um material isolante em refrigeradores;

1967 - Primeiro carro com um corpo totalmente plástico na feira comercial K’67;

1970 - Painéis sanduíche com revestimento de metal para envelopes de construção;

A partir de 1970 - Introdução dos sistemas de poliuretano Baydur para espumas rígidas integrais;

1980 - Assentos de carro com vários níveis de dureza;

1990 - Espumas viscoelásticas abrem uma nova dimensão em conforto;

1995 - Agentes de expansão sem HCFCs;

1998 - Introdução do sistema de pulverização Baypreg para compósitos;

2000 - Polióis para revestimentos e adesivos à base da tecnologia Impact;

2005 - Avanços nos compósitos de poliuretano;

2012 - Baytherm Microcell para sistemas de refrigeração isolantes – tecnologia CO2;

2016 - Lançamento no mercado do Cardyon - Primeira pá de rotor feita de resina de poliuretano na Ásia;

No futuro - Desafiando continuamente os limites da inovação.

Cooperativa do sul de Minas Gerais fortalece sustentabilidade com a adoção de polietileno de origem renovável

A Braskem, maior petroquímica das Américas e a União Plásticos, empresa que industrializa e comercializa embalagens plásticas flexíveis, firmaram parceria com a Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo e Região (COOPFAM), em Minas Gerais, para o fornecimento do Plástico Verde I´m greenT. O polietileno de cana-de-açúcar, matéria-prima 100% renovável, será empregado na produção de embalagens de cafés orgânicos.

"Esta será a primeira embalagem de cafés orgânicos a apostar na utilização do Polietileno Verde no mercado brasileiro, e isso demonstra o nosso compromisso com a sustentabilidade. É mais uma grande conquista não só para cooperativa, mas também para o consumidor final. Nossa expectativa é levar este produto para todas as nossas embalagens", afirma Edivânia de Fátima Fernandes, responsável pela indústria da COOPFAM.

Anualmente a cooperativa distribui quatro toneladas desses grãos e a União Plásticos é a responsável pelo desenvolvimento e pela produção destas embalagens. Neste primeiro momento, a COOPFAM utilizará a resina renovável da Braskem na produção de embalagens tradicionais, conhecidas como almofadas. A cooperativa é referência em agricultura orgânica, solidária e agroecológica, beneficiando mais de 400 famílias de pequenos cafeicultores de municípios do sul de Minas Gerais.

O Polietileno Verde atende às necessidades das empresas por soluções inovadoras e mais sustentáveis, como a COOPFAM e a União. Por esse motivo, a adoção do biopolímero tem crescido em todo o mundo e em produtos de diferentes setores. “Atualmente é utilizado em 150 marcas na Europa, nos Estados Unidos, na Ásia, na África e na América do Sul”, reforça Gustavo Sergi, diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

Separadores Crizaf trazem mais agilidade e exatidão na triagem de materiais plásticos

Visando aprimoramentos e modificações em processos industriais que melhorem a produção e ampliem a sustentabilidade, o setor do plástico busca uma separação eficiente para a triagem e confecção de materiais. Nesse contexto, a Crizaf traz um portfólio que une agilidade e exatidão para separação de peças, galhos e outros materiais. 

Separadores Crizaf trazem mais agilidade e exatidão na triagem de materiais plásticos

A Crizaf, líder internacional no projeto e fabricação de transportadores de correia, separadores, sistemas de enchimento e armazenamento, sistemas de pesagem e contagem, possuí também um sistema completo de separação. 

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Entre os principais diferenciais dos separadores da Crizaf está a melhora na separação dos contaminantes, pois os equipamentos conseguem diferenciar peças de tamanhos diferentes e galhos. No entanto, esta solução da empresa destaca-se por seu custo-benefício e automatização nos processos industriais. 

Tendo em vista o alto índice de insumo que chega à indústria do plástico, seja de plásticos que passarão pelo processo de reciclagem, seja de matérias-primas para desenvolver novas peças de plástico, a separação é uma etapa crucial neste processo. Afinal, neste momento garante-se a retirada de resíduos ou componentes indesejáveis nas produções. 

Sendo assim, a Crizaf reforça a sustentabilidade e dinamicidade nas indústrias com separadores que evitam retrabalho, perdas e mantêm apenas os itens de qualidade desejável para as próximas etapas. E assim, ao mesmo tempo que agiliza o fluxo de trabalho, reforça a sustentabilidade. 

Menos falhas, mais ritmo na produção plástica com os separadores da Crizaf 

Para empresas que trabalham com grandes volumes de peças plásticas e ciclos rápidos, por exemplo, este sistema da Crizaf potencializa o ritmo. Haja vista que os separadores da empresa contam com integração a outros sistemas na produção da indústria plástica.

A urgência dos consumidores e mercado do plástico, mas, sobretudo, a exigência do setor em materiais precisos, também requer uma padronização dos produtos. Por isso, a Crizaf entrega um separador ideal para processos que envolvem constantes trocas de molde na injetora. 

Desse modo, as indústrias notam uma maior eficiência e consistência mesmo em ambientes de alta rotatividade produtiva.

Além disso, os separadores apresentam alta durabilidade: sua estrutura combina aço perfurado e rolos em PVC. Logo, ao implementar estas máquinas nas operações plásticas, os materiais garantem longa vida útil e excelente resistência ao desgaste industrial.

Separadores da Crizaf automatizam e melhoram o processo de reciclagem

Diante das transformações no setor de reciclagem de plástico no Brasil, a Crizaf se posiciona como uma aliada estratégica ao oferecer soluções automatizadas que vão além da produtividade. 

Graças ao sistema de separação agilizam as etapas pós-pré-triagem, diminuem o esforço físico exigido dos catadores e tornam o ambiente de trabalho mais seguro e eficiente. Além de melhorar o desempenho das cooperativas. Assim, essa automação proporcionada pela Crizaf eleva a qualidade dos reciclados produzidos.

Finalidade do Separador de Galhos e Moinho para reciclagem de Material

No processo industrial de injeção plástica, é comum que, além das peças principais, também sejam formados canais, conhecidos como "galhos" ou "cavidades técnicas", que fazem parte do sistema de alimentação do molde. Para otimizar a operação e garantir a eficiência na separação desses elementos, são utilizados separadores de galhos.

Separador de Galhos e Peças

O separador de galhos tem como principal função separar automaticamente os galhos das peças boas logo após o processo de injeção. Assim, a separação evita retrabalho manual, reduz falhas operacionais, melhora a ergonomia e aumenta a produtividade da linha. Além disso, facilita o direcionamento dos resíduos para a reciclagem, contribuindo para um ambiente mais organizado e sustentável.

Moinho para reciclagem de material

Após a separação, os galhos e refugos são encaminhados para o moinho, que tem a função de triturar o material plástico. O material moído (triturado) tem possibilidade de reuso no próprio processo de injeção, reduzindo desperdícios e gerando economia de matéria-prima. Portanto, o sistema contribui para a reciclagem interna da fábrica e está alinhado com práticas de sustentabilidade e redução de custos operacionais.

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Programa reforça sustentabilidade com coleta de tampinhas plásticas, Camisa de time feita de plástico e milhões de garrafas plásticas coletadas

Prefeitura de Vila Velha lança o programa “Tampinhas do Bem”

Na última quinta-feira (6), a Prefeitura de Vila Velha lançou o programa “Tampinhas do Bem”.  O projeto nasceu da parceria com o SindiplastES (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo), durante um evento na sede da prefeitura, em Itaparica. Ao lançar essa iniciativa, o município reforça suas ações ambientais, estimulando a coleta e reciclagem de tampinhas plásticas. 

Assim, garantindo o descarte adequado e utilizando os recursos obtidos para alimentar animais por meio do “Banco de Ração e Utensílios para Animais”. 

Além disso, a Prefeitura de Vila Velha beneficiará ONGs e protetores independentes cadastrados através de um chamamento público, que ocorrerá em breve.

A Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura de Vila Velha, por sua vez, vai intensificar suas campanhas educativas sobre a reciclagem e o descarte adequado de resíduos plásticos. 

Enquanto a Coordenação de Educação Ambiental será responsável por ações de sensibilização e mobilização. E o SindiplastES seguirá com o compromisso de garantir a reciclagem das tampinhas arrecadadas, reinserindo o material na cadeia produtiva.

Para participar do projeto, os moradores devem separar tampas plásticas limpas e secas e entregá-las nos pontos de coleta. Serão aceitas tampas de garrafas PET, produtos de limpeza, higiene pessoal, frascos de medicamentos e potes de alimentos.

Real Betis apresenta uniforme confeccionado com algas e plásticos reciclados do mar

O Bétis de Sevilha divulgou em Tarifa, uma camisa inovadora feita com algas da Ásia e plásticos retirados do mar. O time usará o uniforme no jogo contra o Real Sociedad, no dia 16 de fevereiro, durante o evento Forever Green 2025.

Na apresentação da camisa sustentável de plástico, Rafael Muela, gerente da Fundação Real Betis Balompié, explicou que a presença de uma alga asiática invasora estava criando inúmeros problemas em vários setores locais.

Então, ele comenta: “Decidimos aproveitar essa situação para destacar a importância de cuidar dos nossos oceanos”.

Além disso, o representante do clube destacou: “Queremos nos conscientizar sobre a importância da preservação desses ecossistemas, controlar esse tipo de problema. Também sobre a questão dos resíduos e como são descartados nos oceanos. Tudo isso tem um impacto, e precisamos gerenciar os resíduos de forma mais sustentável, seguindo processos de economia circular”.

Outra característica do uniforme é a serigrafia luminescente, que tem como objetivo: "fazer uma referência à beleza dos ambientes marinhos, como as águas-vivas e outros animais semelhantes que brilham no escuro".

350 milhões de garrafas plásticas coletadas: Plastic Bank utiliza blockchain para rastreamento

A Plastic Bank, empresa canadense presente no Brasil, alcançou R$ 2,5 milhões em bônus pagos a coletores de recicláveis, impulsionando a reutilização do plástico com seu modelo de negócio sustentável. 

Desse modo, o valor foi distribuído ao longo de quatro anos, de 2020 a 2024, durante os quais foram coletadas 350 milhões de garrafas plásticas.

Assim, com o apoio da tecnologia blockchain, a fintech social adota a reciclagem como ferramenta de combate à pobreza. Desse modo, garantindo o rastreamento do plástico desde a entrega nos pontos de coleta até seu reaproveitamento industrial.

Cada transação gera um registro eletrônico no aplicativo da empresa. Então, com base em conferências contábeis e notas fiscais, acompanha e registra o percurso do plástico até ser novamente colocado nas prateleiras dos supermercados, explica o diretor de operações no Brasil, Ricardo Araújo.

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CNI prevê crescimento continuado na indústria de transformação em 2025

No dia 17 de dezembro de 2024, a CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou o relatório de Economia Brasileira 2024-2025, e apesar da desaceleração esperada para a indústria no geral, há boas perspectivas para o setor de transformação, que deve consolidar sua recuperação pelo segundo ano consecutivo.

Sendo assim, a projeção aponta para um crescimento de 2,0% em 2025. Mesmo sendo quase metade da previsão de 2024, o desempenho, caso alcançado, indicará dois anos consecutivos de crescimento. O que não acontecia desde o biênio 2017-2018, conforme ressalta a CNI.

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Além disso, espera-se que a indústria de transformação aumente sua participação no mercado interno, substituindo importações. A CNI atribui essa tendência à desvalorização esperada do real em 2025 em comparação a 2024, o que beneficia as exportações nacionais.

O relatório também destaca as "medidas de isonomia tributária e de defesa comercial ativa" implementadas pelo Brasil, alinhando-se a práticas semelhantes adotadas por diversos outros países.

Da mesma forma, as discussões em andamento sobre novas medidas de defesa comercial ativa podem, segundo a avaliação da CNI, contribuir para maior isonomia comercial e incentivar o consumo doméstico de produtos nacionais.

Indústria e investimentos aceleram o crescimento do PIB em 2024

Segundo o relatório, a expectativa de alta do PIB neste ano foi ajustada, subindo de 1,7% para 3,5%.

Ao contrário do ano anterior, em que apenas a indústria extrativa e o setor de eletricidade, gás e esgoto apresentaram crescimento. Agora, porém, o avanço do país depende do desempenho da indústria de transformação e da contribuição de todos os segmentos industriais.

Enquanto isso, os avanços da indústria estão relacionados tanto ao aumento da demanda por consumo quanto à expansão das concessões com recursos do BNDES. 

Nesse sentido, a CNI calcula um crescimento real de 18,3%, comparando o acumulado de janeiro a outubro de 2024 com o de 2023.

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ColombiaPlast reúne líderes do setor de plásticos

A ColombiaPlast, organizada pela Messe Düsseldorf North America, Acoplásticos e Corferias,  considerada um dos evento mais relevante para os setores de plásticos, borracha, petroquímica e embalagens na região andina, América Central e Caribe, acontece durante os dias 23 a 27 de setembro. 

Este encontro reúne as principais inovações e soluções tecnológicas com foco em sustentabilidade, consolidando-se como um espaço estratégico para o fortalecimento do setor.

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Na feira, os visitantes têm a oportunidade de explorar um vasto portfólio de produtos e serviços que abrangem desde matérias-primas, insumos, máquinas e equipamentos industriais. Assim como, soluções inovadoras de gestão de produção, controle de processos e manutenção. 

Além disso, a ColombiaPlast se destaca por proporcionar um ambiente propício à consolidação de parcerias e negócios, visando aumentar a competitividade regional.

Nesse sentido, por reunir expositores nacionais e internacionais, a ColombiaPlast se caracteriza como um ponto de encontro para produtores, distribuidores, importadores, atacadistas e organizações governamentais. 

Sendo assim, empresas que atuam na fabricação e comercialização de insumos, máquinas e equipamentos industriais, destacam-se. Sobretudo porque utilizam a feira como plataforma para o lançamento de novos produtos e inovações tecnológicas.

A ColombiaPlast atrai um público diversificado e altamente especializado. Entre os visitantes, destacam-se gestores e compradores de máquinas, matérias-primas e equipamentos, técnicos industriais e engenheiros, além de investidores e diretores de empresas de grande porte dos setores cobertos pela feira. 

Esses profissionais são responsáveis por tomar decisões estratégicas de compra e atualização tecnológica para suas empresas, tornando o evento uma oportunidade única para os expositores apresentarem suas soluções.

Além dos tomadores de decisão, operadores de máquinas e técnicos que atuam diretamente nas plantas industriais também recebem convites para participar.

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