Os desumidificadores são equipamentos de refrigeração, que possuem
como objetivo retirar a umidade do ar através de choque térmico.
Os desumidificadores funcionam com um compressor associado a um
condensador, que refrigera uma certa área com uma temperatura aproximada de 6
graus.
O processo de funcionamento dos desumidificadores, é através de um
ventilador que força a passagem de ar pela área refrigerada, assim a água que
está contida no ar, na forma de vapor, sofre um choque térmico e se condensa,
caindo gotas no reservatório. Todo esse processo vira retirar a umidade do ar.
O desempenho do desumidificador é sempre melhor quando a
temperatura é maior.
A importância dos desumidificadores nas indústrias é para prevenir
os problemas causados pela umidade do ar, sendo esses problemas, o mofo, fungos
e a até a oxidação das máquinas.
Aplicações
Os desumidificadores possuem importância nos mais diversos segmentos
das indústrias. Sendo eles: desumidificadores para indústria alimentícia, para
indústria de cosméticos, para indústria de papel e celulose.
Os desumidificadores também são usados para as indústrias têxtis,
indústria de chocolates, até mesmo os desumidificadores podem ser usados em
bibliotecas, nas indústrias farmacêuticas, em redes de hotelaria, entre outros
segmentos importantes.
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A
tecnologia traz diversos benefícios para o setor crescer e garante qualidade
para os clientes
A tecnologia dentro da
indústria é o mote que garante a roda girando. A quarta revolução industrial
abre portas para uma nova forma de trabalhar, comunicar e vender, e apostar no
marketing digital, faz com que o setor cresça e traga benefícios para a
indústria.
É preciso que haja um
entendimento amplo de que a sociedade mudou, se tornou tecnológica, e hoje está
muito mais rápida, intuitiva e antenada em assuntos antes dominados apenas por
especialistas.
Pare e pense: quantas vezes
você procurou por algum assunto que você não domina no Google, só para ter uma
noção do assunto ou para encontrar um produto que estava procurando?
Sabemos que o marketing digital veio para
ficar e para levar as indústrias para o 4.0, fazendo com que a tecnologia
atraia o público assertivo, focando em ações e estratégias específicas para
esse meio.
Ao longo do mês traremos
algumas matérias sobre a forma que o marketing digital influencia para o setor
de máquinas e equipamentos, além de notícias exclusivas do setor. Os meses
temáticos possuem extrema importância, para que todo o mercado fique por dentro
dos assuntos que estão acontecendo dentro do mercado do plástico.
A ABIMAQ (Associação
Brasileira de Máquinas e Equipamentos) conta, com exclusividade, dados sobre o
setor, expectativa sobre 2020, e como a entidade se posiciona dentro do mundo
digital.
Apostar no marketing digital para que sua
empresa cresça e tenha mais visibilidade é uma das estratégias que sua empresa
deve ter para o futuro. E você sabia que além do marketing digital, você também
pode apostar no portal, para ganhar mais visibilidade?
Com o Portal Plástico Virtual você está inserido
dentro do mercado do plástico. Aqui no portal, você conta com notícias, além da
vitrine de produtos e ainda pode apostar na ferramenta de TPI, que de forma
orgânica posiciona seu site na primeira página do Google.
Traremos também alguns cases
de clientes que potencializaram suas vendas com as estratégias pensadas em
conjunto com o portal, mostrando a importância de estar dentro do marketing
digital. Vamos mostrar como a Bulher e a Plastecno, apostaram no marketing
digital e no portal dentro das suas ações para garantir mais visibilidade para
o futuro.
Traremos também as inovações
que o setor de máquinas e equipamentos tem passado, com tecnologias que
trouxeram a inovação necessária para o crescimento da empresa e expansão do
setor.
É preciso entender que a
nova forma de se comunicar, entender e comercializar entre o setor industrial
mudou, e que novas possibilidades devem ser levadas em conta, assim como novas
estratégias para o mercado.
Para
mostrar a importância, iniciamos as reportagens especiais mensais com o tema, as
matérias sempre sairão às terças e quartas-feiras, com informações relevantes
para o mercado.
Quer
acompanhar de perto o assunto?
Preencha
o formulário abaixo e fique por dentro de tudo o que o portal tem para você! E
escreva para nós sobre suas impressões do assunto!
Boa leitura!
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Debate
trouxe cases, propostas e conversa sobre a reciclagem e a importância dela
dentro do cenário
Os professores Débora
Garofalo e Alexander Turra palestraram para convidados durante o Recycling Talk
Show, que aconteceu no KidZania, em São Paulo, na última terça-feira, 24. O
evento foi promovido pelo Movimento Plástico Transforma, o PICPlast, fruto da
parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST), e da
Braskem.
Com mediação da jornalista
Veruska Boechat, a iniciativa teve como objetivo discutir como a educação e a
tecnologia são peças fundamentais para estimular a sociedade rumo a um estilo
de vida mais consciente e mais sustentável.
A professora Débora
Garofalo, finalista do Top 10 no Global Teacher Prize 2019, considerado o Nobel
da educação, contou como um projeto de reciclagem e robótica, em uma escola
pública de São Paulo, transformou a realidade daquelas crianças e de toda a
comunidade. O lixo que se espalhava pelas ruas foi reaproveitado em projetos de
robótica, como carrinhos feitos de garrafas PET e bexigas, que se transformaram
em um sucesso entre os alunos.
Placas de PVC também foram
usadas em um complexo projeto de robótica. "Os pais dos alunos me disseram
que não entendiam muito bem o que era reciclagem, mas entenderam a importância
por causa das informações que os filhos traziam. Nesse contexto o plástico foi
o motor para que o trabalho fosse realizado", disse ela. Realizado no
bairro Cidade Leonor, mais de uma tonelada de lixo reciclável e eletrônico
saíram das ruas e viraram materiais para praticar robótica ou tiveram um novo e
adequado destino, o que incluía a venda dos produtos para a manutenção do
projeto.
Mais do que um projeto
escolar, a professora entendeu que a coleta do lixo, a destinação, e toda a
dinâmica daquela comunidade, era importante para todos. “A gente descobriu que
o lixo era fonte de renda para muitas famílias, então entendemos que a solução ia
muito além de apenas recolhe-lo. Era necessário adaptar às suas realidades”,
finalizou Debora.
Lixo nos Mares
O também professor, biólogo
e pesquisador, Alexander Turra, avalia que o foco da discussão acerca da
poluição dos mares está sendo diluído e fugindo de questões que são mais
importantes. "Distribuir renda e educação são fundamentais para combater o
lixo no mar, que é bem mais complexo do que é abordado”, contou.
Turra, que acaba de voltar
de uma conferência internacional onde foi debatida a agenda "Década para a
Sobrevivência dos Oceanos 2021-2030", acredita que devem se buscar novas
soluções para as causas da poluição nos mares, como as redes de pesca que se
perdem e são abandonadas. "Por que não se instalam rastreadores nas redes
para que elas sejam recuperadas?” O pesquisador acrescentou que as crianças são
peça-chave para melhorar a questão da reciclagem e que elas devem ser colocadas
"como parte da solução". Ele destacou que os pequenos cidadãos têm em
geral uma percepção mais rápida do que muitos adultos sobre questões
ambientais.
Quanto à cadeia produtiva do
plástico, Turra explica que todos os empresários têm a responsabilidade de
conscientizar, movimentar e engajar a população nesse novo cenário. “São 12 mil
empresas do setor, de pequeno e grande porte, e que cada uma tem uma dinâmica
que pode envolver o mercado. Nosso foco é entender e engajar essas empresas a
também aderirem programas de sustentabilidade”, comenta o professor.
Para Alexander, as pessoas
devem, em primeiro lugar, "entender o lixo", para desenvolver
atividades que contribuam para combater os danos causados pelos resíduos
sólidos. E, em segundo lugar, devem pensar que combater o lixo envolve decisões
políticas, não de governo. “São questões que devem ser cobradas do setor
público, como expandir o saneamento e o esgoto para um número maior de
pessoas”, acrescenta Turra.
Estação Plástico Transforma
O encontro também promoveu
uma visita guiada à Estação Plástico Transforma, atividade instalada no parque
que reproduz as etapas do processo da reciclagem de plásticos de forma
interativa e educativa.
Lá, as crianças recolhem o
material plástico em pontos do parque, levam para a estação e acompanham todo o
processo de reciclagem daquele material, da separação à criação de um novo
produto.
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Resinas recicladas ganham força no
mercado, porém ainda precisam de incentivos para funcionar
As resinas PET recicladas são
polímeros artificias, que quando expostos a uma certa temperatura apresentam
boa viscosidade, podendo serem moldadas. Existem diversas formas e diversas
empresas que utilizam de processos de resinas PET recicladas que se tornam
novos produtos, ou podem ser utilizadas para complementar outros produtos.
Mas você sabe a história por
trás da resina PET? O PET não foi propriamente criado para o mercado de
embalagem, ele foi criado para o mercado de fibras têxteis, logo após a 2ª
guerra mundial, quando a produção agrícola do algodão teve grandes perdas. O
PET foi adaptado, tornando-se transparente e com alta resistência
físico-química, tornando-se um produto de ótimo custo-benefício para a produção
de embalagens.
Hoje, os produtos que utilizam
PET reciclado em sua composição, formam um mercado de aproximadamente R$1,5
bilhões, e o Brasil é um dos países com as mais diferentes formas de utilização
desse material reciclado, e os benefícios ambientais que as embalagens de PET
pré-consumo proporcionam são vários, como: a redução do
desperdício de produtos e embalagens; a extrema redução nas emissões durante o
transporte; entre outros.
As reinas recicladas podem estar dentro
do setor químico na fabricação de tintas e vernizes, banheiras, piscinas,
placas de sinalização, entre outros. E no setor de embalagens, com o processo
bottle to bottle, se transformam em novas embalagens de detergente,
refrigerantes, produtos de limpezas.
Toda
essa variedade de possibilidades para o uso de resinas PET recicladas torna o
material muito demandado pela indústria, de forma que a reciclagem só não é
maior, porque a coleta de lixo no Brasil e a coleta seletiva é quase
inexistente, criando assim limitações para a volta do PET à indústria de
reciclagem. E mesmo com toda essa dificuldade, o Brasil atinge níveis de
reciclagem acima de 50%.
Economia Circular possui grande importância para
ajudar na divulgação das resinas recicladas
Durante
o
seminário de reciclagem, Recy-Plastech 2019, foi dito que até 2025,
a intenção é que exista 10 milhões de toneladas de plásticos reciclados em
novos produtos. O PET reciclado possui preço menor, por isso é importante não
comprar a resina virgem com a resina reciclada, segundo o consultor da empresa
3Rios Resinas, Luciano Gileno.
Empresas
do ramo como, Grupo Radici e 3Rios Resinas e Braskem já fazem parte das
empresas que fabricam as resinas PET recicladas e contam com a mesma qualidade
que as resinas virgens, com a diferença de serem recicladas e melhores para o
meio ambiente.
A RadiciGroup controla a sua cadeia de produção, desde
intermediários químicos, como o ácido adípico até a poliamida 6 e 6.66, além dos tecnopolímeros
e os fios
sintéticos. A RadiciGroup conta também com a ideia de sustentabilidade em sua
empresa, o desenvolvimento sustentável em seus produtos pretende manter o
equilíbrio entre o econômico, a proteção do meio ambiente e o social.
Jane Campos, Country Manager da RadiciGroup, comenta que o impacto
das vendas das resinas recicladas na empresa chega a ser por volta de 14%.
Sendo um preço bastante competitivo com sua origem sempre constante e com
propriedades controladas.
Jane Campos comenta “os maiores desafios das resinas recicladas é
a disponibilidade, o produto é limitado. No passado existia um certo
preconceito quando se falava em reciclados, atualmente tem sido um produto
bastante procurado. A dificuldade é fazer o cliente entender que o produto é seguro, dentro
do que se propõe, e deve ser estudado para cada aplicação e processo.”
A 3Rios Resinas é uma empresa que começou
no ramo comercial vendendo resinas virgens, ela era distribuidora de resinas e
a partir de 2018 com o crescimento da empresa, adquiriu uma planta de
reciclagem, e viu a oportunidade de produzir a sua própria resina PET reciclada para o mercado, com o objetivo de produzir sustentabilidade e
qualidade, levando suas resinas para os seus clientes.
Luciano Gileno, consultor da empresa 3Rios Resinas comenta sobre a
dificuldade do marketing com as resinas recicladas, “quanto mais cores possui
na embalagem PET, mais difícil é de reciclar, e hoje as empresas agregam custos
nas embalagens coloridas. Então não seria problema vender uma embalagem de
resina reciclada, falta uma questão de marketing e estratégia para a resina
reciclada. Quem compra a resina PET reciclada, possui o hábito de depreciar o
valor, porém na hora de vender o seu produto, procura vender com valor alto por
possui o selo verde. Falta as grandes marcas valorizarem a reciclagem.”
A Braskem hoje, é a maior produtora de resinas termoplásticas nas
Américas, e possui sua produção focada nas resinas PE, PP e PVC, além de
insumos químicos básicos. Além de possuir o polietileno verde, que é produzido
a partir da cana de açúcar, de origem 100% renovável.
Segundo Fabiana Quiroga, diretora de
Economia Circular e Reciclagem da Braskem , “não há no Brasil pesquisa do
volume total comercializado de resina reciclada, mas sim índice de reciclagem
de plástico pós consumo, que conforme pesquisa realizada pela FIA em 2016,
contratada pelo PICPLAST e publicado no Perfil da Industria pela Abiplast,
há um total de 550.000 toneladas de embalagens e equiparáveis pós consumo
reciclados.
Em uma entrevista
realizada em abril com Edison Terra, executivo da Braskem, “o conceito de resinas recicladas está no radar
da empresa há menos de 24 meses. Antes disso, a Braskem não tinha em sua receita
nenhum número que sustentasse o investimento dentro do mercado reciclável. Em
abril, as resinas recicladas não chegavam a 5% do faturamento da empresa. Hoje
a empresa já incorporou algumas resinas recicladas em seu portfólio, só que o
foco é viabilizar que o produto seja recuperado e reciclado lá na frente”.
O objetivo da Braskem é
desenvolver novas fontes de matéria-prima e novos mercado para a valorização do
reciclado, alavancando esse volume de reciclado no mercado. “Estamos crescendo
com a venda de resina reciclada. Em 2018 foram aproximadamente 150 toneladas, e
esperamos alcançar 1.200 neste ano”, segundo Fabiana.
A
matéria-prima orgânica é capaz de reduzir custos, despesas e poluição, sendo
uma maneira mais eficaz de transformar o plástico. A pirâmide que a Economia Circular preza, que
no topo é necessário repensar, para depois reduzir, em seguida reutilizar e
depois reciclar, para então recuperar e tratar para que então na base você
possa dispor de todo esse processo. O modelo da economia circular envolve
compartilhar, consertar e reutilizar.
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Waste Expo Brasil
A Waste Expo Brasil se destaca como o principal evento comercial do país focado na Gestão de Resíduos Sólidos, congregando profissionais, técnicos do setor, ambientalistas e representantes governamentais de diversas regiões do Brasil. Na edição deste ano, o evento busca apresentar soluções eficientes e economicamente viáveis, promovendo discussões técnicas e qualificadas.
A ênfase da Waste Expo Brasil vai além de uma simples exposição, incorporando um Fórum Internacional que oferece um vasto conteúdo técnico. Esse fórum abrange temas atuais relacionados à gestão de resíduos, sendo apresentados por especialistas, empresários e gestores públicos. Dessa forma, a exposição não apenas destaca produtos e serviços inovadores, mas também se torna uma plataforma abrangente para a troca de conhecimento e experiência no campo da gestão de resíduos sólidos.
Com a presença de participantes engajados e uma abordagem que valoriza a sustentabilidade e a eficiência, a Waste Expo Brasil se consolida como um evento crucial para profissionais que atuam no setor de resíduos sólidos, oferecendo uma visão abrangente das práticas mais recentes e das tendências emergentes.
O poliestireno, também conhecido como PS é uma resina
termoplástica dura e transparente. Os poliestirenos são obtidos na forma de
pequenas contas que podem ser amolecidas sob vapor, e desenhadas assim na forma
desejada. O tipo mais comum conhecido é o isopor, obtido quando aquecido.
É um dos plásticos mais utilizados no mundo, e tem a sua produção
muito alta, garantindo seu giro no mercado. Ele pode transparente, mas também
pode ser colorido por conta da utilização de corantes em seu processo de
fabricação. Essa polimerização acontece com o aquecimento de uma suspensão em
água e utilizando-se peróxidos para a reação.
O poliestireno é um polímero sintético. E com sua
flexibilidade, ele pode ser usado de 3 maneiras principais:
Poliestireno comum (cristal) – esse tipo é semelhante
ao vidro e nesse estado ele é mais fácil de quebrar, e menos flexível;
Poliestireno de alto impacto – nesse processo o
material é mais resistente e não é transparente, e possui uma porcentagem de
borracha em sua decomposição;
Poliestireno como isopor – esse é um dos tipos mais
conhecidos pelas pessoas, esse processo é obtido através de aquecimento,
ocasionando um nível térmico como isolante;
Os poliestirenos são materiais desenvolvidos a
partir da adição de monômeros de estireno, ou chamados de vinil-benzeno.
Eles são maleáveis, resistentes a variações de
temperaturas, possuem capacidade de ser moldados, e possuem resistência á
quedas.
Aplicações
O PS – poliestireno pode ser encontrado nas mais diversas
indústrias e segmentos, sendo alguns deles: indústria de cosméticos, copos
descartáveis, escovas de dentes, seringas, alguns brinquedos, revestimentos
para portas de geladeiras e também é utilizado na proteção no transporte de
eletrodomésticos.
Além de servir como embalagem térmica para alimentos, caixinhas de
CDs.
Componentes
A característica do poliestireno é de um polímero sintético com a
adição de monômeros de estireno.
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O
polietileno também conhecido como PE, é um polímero, e é um dos plásticos mais
utilizados nas indústrias.
O polietileno é o polímero com a estrutura química mais simples
que existe, e é obtido através do eteno.
Por ser uma cadeia constituída por carbono e hidrogênio, é atóxico
e possui grande resistência química.
O polietileno de alta densidade, também conhecido como PEAD, é uma
resina de alto peso molecular com qualidades mecânicas que podem se manter
inalteradas por muito tempo. O polietileno de alta densidade é resistente e durável,
e pode se transformar em tubos, mangueiras e até tanques de combustível.
O PEAD, é uma
estrutura molecular regular e estável, e resulta em produtos finais com
características superiores à de outros plásticos e de outros polietilenos.
O polietileno de alta densidade possui vantagens em comparação com
os outros polietilenos, pois permite uma maior variedade de utilização e
aplicação, que exigem mais cuidado que os outros.
Como seu peso molecular é elevado, o PEAD é mais indicado para a
fabricação de tubos que apresentam resistência quanto a deformações, também
garantem durabilidade, flexibilidade e leveza.
Aplicações
O polietileno de alta densidade possui uma versatilidade de
aplicações em diversas áreas e segmentos.
Pode-se encontrar o polietileno de alta densidade em alguns
locais, como: redes de distribuição de água, adutoras, captações de água, redes
coletoras de esgoto, redes de distribuição de gás, transporte de combustíveis e
transportes de sólidos.
Também encontramos o PEAD em tubulações e alguns produtos químicos
agressivos.
Componentes
Composto feito por uma cadeia através de carbono e hidrogênio, é
um material maleável e permite sua deformação, o que permite que ele seja
reutilizado.
A cadeira do polietileno é representada por: CH2-CH2.
O polietileno de alta densidade, é resistente a altas temperaturas, impermeável, atóxico, possui pouca estabilidade dimensional, e baixa densidade.
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Para 2019, a previsão é de estagnação no setor, além
de margens mais apertadas para os filmes de polipropileno
O volume de filmes BOPP
(polipropileno) comercializado em 2018 no Brasil foi de aproximadamente 152 mil
toneladas. Os associados da ADIRPLAST foram responsáveis por pouco mais de 22
mil toneladas desse total. Para 2019, a previsão é que o mercado feche com
números próximos, porém prevê uma estagnação comparada ao ano anterior.
O mercado de filmes BOPP e BOPET
(biorientados de polipropileno e poliéster) sentiram as variações econômicas. O
primeiro semestre foi complicado apesar da previsão inicial de crescimento. “Os
volumes aumentaram pouco, porém, a margem de lucro está cada vez menor. Quedas
de preços e questões tributárias dificultam os negócios para este ano”, segundo
Cecília Vero, diretora da ADIRPLART (Associação Brasileira dos Distribuidores
de Resinas Plásticas e Afins).
A diretora reforçou que 2019
trouxe de volta ao setor, o fantasma da inadimplência. “É necessário estar
atento a esse problema que voltou com bastante força neste ano, é preciso
analisar o segundo semestre com cautela”, comenta.
Luciano da Polo Films, que atualmente
é um dos maiores fornecedores brasileiros de filmes BOPP, responsável por 28%
do mercado, acredita em uma melhora no mercado. “Sou muito otimista quanto à
capacidade de negócio. A demanda mundial de BOPP em 2019 está prevista para 9,9
milhões de toneladas, 148 mil toneladas para a demanda doméstica”, diz Luciano.
Luciano ainda explica a
necessidade do mercado se atualizar com as novas demandas. “A força da
indústria de filmes BOPP deriva dos altos volumes usados nas embalagens
primárias. O crescimento nos mercados de alimentos embalados em todo o mundo
continuará ser um setor chave para a demanda futura. Precisamos estar atentos
às tendências,” comenta.
Para os associados da ADIRPLAST a
importância da reforma tributária é importante para a melhora nos negócios.
Cecília Vero aponta positivamente as mudanças no Congresso. “É um ponto
essencial para a melhoria de toda a nossa cadeia de negócios, principalmente
para terminarmos esse ano de maneira positiva”, acrescenta.
Para o presidente da entidade,
Laercio Gonçalves os encontros entre fornecedores e associados são ótimos para
todo o segmento. “É necessário toda a cadeia unida, trazer a Polo Films para
debater com os associados representante de filmes BOPP é essencial para
garantir 2019 positivo para todos”, acrescenta ele.
A ADIRPLAST possui como diretriz o
fortalecimento na distribuição de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e
plásticos de engenharia. Possui como objetivo demonstrar a importância que os
distribuidores possuem para o setor e para o desenvolvimento do mercado
brasileiro de plástico.
Atualmente, a ADIRPLAST agrega
distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET,
que, juntas, tiveram faturamento em 2018 de aproximadamente R$4 bilhões,
respondendo por cerca de 12% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET
comercializados no país.
As empresas essenciais ao setor de
plástico brasileiro e os distribuidores associados á ADIRPLAST, emitem
mensalmente aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas, contando
com uma carteira de 7.000 clientes e 11.500 transformadores de plásticos no
Brasil.
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Em um artigo escrito pelo vice-presidente da ABIMAQ, ele comenta a
propósito das sacolas de plástico e as soluções possíveis
O setor de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), teve um bom resultado em 2018 e acima de outros setores. Pelo andar das coisas, 2019 será melhor, em especial no segundo semestre. A melhora do nosso setor vem ocorrendo apesar de o plástico ser tratado como um problema isoladamente quando, na verdade, ele faz parte do conjunto dos resíduos sólidos. Esse, de fato, é o problema.
No
entanto, dentro da nossa meta de economia circular plena, a adversidade
acontece principalmente por culpa do poder público que, na verdade, é o dono do
lixo e não incentiva a separação, nem providencia a coleta seletiva. Ele não
investe em educação ambiental, defensora de que todos devemos aprender a
consumir menos de tudo e depois reutilizar o que for possível. Depois é preciso
destinar para reciclagem o que for conveniente. Neste caso, é o plástico
que se diferencia dos outros resíduos sólidos, pois é totalmente reciclável e
com custos menores do que os de outros resíduos.
A
conclusão, portanto, é que o plástico é mais solução do que problema se for bem
manejado e processado. Apesar de tantas campanhas patrocinadas por interesses
escusos, a população já nos vê como solução para vários problemas, além de,
naturalmente, proporcionarmos maior segurança alimentar e segurança em setores
da saúde.
No
Ministério do Meio Ambiente, os resíduos são encarados na sua totalidade.
Naquele órgão não há mais aquela mentalidade como em outros tempos, quando
pensavam, por indução de alguns setores, que o único vilão a ser combatido e
banido era o plástico. Hoje, de fato, o Ministério também nos observa como
solução.
Para
ser justo, há que se pensar no geral para que tenhamos soluções factíveis e não
fazer o bem para um em detrimento de outro. Deve haver um ganho integral e para
todas as partes envolvidas. Não é difícil fazer isso porque estamos falando de
resíduos que valem dinheiro e se administrarmos bem esses recursos todos
ganharemos. Portanto, é um crime jogar dinheiro que pertence ao poder público
em aterros sanitários e gastar mais dinheiro ainda com esses locais. Na imensa
maioria das cidades, tudo vai para os ‘lixões’ mesmo e, pior, gasta-se dinheiro
para enterrar dinheiro e ainda poluir o lençol freático. É uma burrice
completa.
Para
fugirem das coisas realmente relevantes e que exigem muito investimento, alguns
governantes proíbem canudinho e restringem sacolas plásticas. O importante é
que a razão sempre vencerá, mesmo algumas mídias noticiando falsamente que
estão proibidas sacolas no Rio de Janeiro. O que não é verdade. A realidade é
que colocaram algumas regras nas composições dessas sacolas e tudo bem. A
notícia como tem sido apresentada é falsa.
A
jornalista Leda Nagle escreveu um brilhante texto intitulado ‘Me engana que eu gosto’, no qual analisa bem o problema.
Entre outros ótimos argumentos, lembra que a partir de agora, em
cidades como São Paulo e Belo Horizonte, não haverá mais despesas dos
supermercados com o consumidor. Depois da compra, para muitas pessoas, a
difícil situação de transportar e carregar os produtos para casa será
unicamente deles.
Como
levá-los para casa será uma dúvida para cada um e não dos supermercadistas. “Até porque”, escreveu ela, “não são eles que vão entrar nos ônibus
cheios, nos trens lotados, no metrô entupido, nas barcas sobrecarregadas,
levando uma caixa de papelão. Uma mala sem alça. E ainda querem convencer você,
pessoa de boa-fé, que estão ajudando na reconstrução do planeta. Não é meigo?
Não. Acho cínico. E a parte deles?...”
Gino Paulucci Jr. é vice-presidente
da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para Indústria do Plástico da
Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).
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Presidente
da ABIPLAST comenta com exclusividade ao Portal Plástico Virtual sobre
expectativas do setor plástico para os próximos meses
A ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) é a entidade que cuida de mais de 12 mil empresas do setor plástico, e possui, em sua essência, gerar competitividade, promover o setor e os avanços tecnológicos com foco na sustentabilidade.
O presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz
Coelho comenta com exclusividade para o Portal Plástico Virtual sobre as
expectativas da associação para o ano de 2020 e os impactos políticos para o
setor.
Segundo Roriz, “a ABIPLAST acredita que o
setor vai encerrar o ano com um crescimento de 0,7% e a expectativa é que o
cenário melhore no segundo semestre com as reformas trabalhadas pelo governo. Para
o país, o progresso dessa atividade industrial causa um grande efeito e traz
inúmeros benefícios econômicos e socioambientais”, comentou.
Confira
abaixo a entrevista na íntegra:
Plástico
Virtual - Quais as expectativas da ABIPLAST para 2020?
Como estão os dados do mercado para o próximo semestre?
José
Ricardo Roriz Coelho - No
primeiro semestre de 2019, a produção de produtos plásticos teve um recuo de
2,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Nesse período, os segmentos
que mais contribuíram para a retração da indústria do plástico foram o de
eletrônicos (-6,6%) e o de artigos de higiene pessoal e limpeza (-2,7%);
enquanto contribuíram positivamente os setores de bebidas (+5,7%) e automotivo
(+3,5%).
Apesar disso, a expectativa é que o cenário
melhore no segundo semestre com as reformas trabalhadas pelo governo. A
ABIPLAST acredita que o setor vai encerrar o ano com um crescimento de 0,7%.
Já para 2020, como o segundo ano de
recuperação costuma ser mais forte, a expectativa é que o setor cresça em torno
de 3%.
PV - Qual a importância da
nova reforma da previdência para o setor de matéria-prima? Qual impacto no
setor na sua opinião?
JRRC - A ABIPLAST representa as indústrias de
transformação e reciclagem de plástico e, para o nosso setor, o encaminhamento
da reforma da Previdência é um ponto bem importante, porque vai ao encontro de
uma solução para o déficit fiscal do País. Quando a incerteza em relação à solvência das contas do
governo diminuírem, haverá recuperação da confiança na economia no longo prazo
e, assim, aumentarão os investimentos no setor no País.
PV. Contando com mais de 12
mil empresas associadas, como a reforma vai influenciar a associação?
JRRC - A reforma da Previdência é fundamental, mas não
esgota a pauta econômica. Há outros temas ainda urgentes para o retorno do
crescimento econômico brasileiro, como a reforma tributária.
Aqui é importante esclarecer que a ABIPLAST
representa as 12 mil empresas existentes no setor, mas esse não corresponde ao
número de empresas associadas à entidade.
PV. Qual a influência do
dólar em alta na importação e na exportação do mercado do plástico?
JRRC - Um país estável tem maior estabilidade cambial; e
as variações do dólar têm impacto direto no comércio internacional. Nos
primeiros cinco meses do ano, por exemplo, as exportações de produtos plásticos
recuaram 9,2% em relação ao mesmo período do ano passado. Na mesma comparação,
as importações caíram 1%.
Como o segundo semestre é sempre melhor, a
expectativa da ABIPLAST é observar um aumento de 4% no volume importado e de
19% no volume exportado em 2019.
PV. Enquanto entidade, como
o senhor avalia a postura econômica adotada pelo atual governo e qual o impacto
que isso tem no setor?
JRRC - Estamos otimistas no longo prazo, com a confiança
de que os principais problemas para as empresas serão resolvidos, como a alta
carga tributária e a burocracia. É necessário que o Brasil tenha agendas que
impulsionem o crescimento. Queda de juros e a reforma tributária, por exemplo,
são essenciais para a retomada de um crescimento sustentável, assim como a
criação de um ambiente de negócios mais atraente para os empresários.
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