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O PVDC é um copolímero parecido com PVC, usado em diversas embalagens. A aplicação do PVDC criou uma barreira impermeável para o oxigênio e umidade, produzindo a primeira embalagem não metálica para comida.

A função do PVDC é uma película final que serve para a vedação do produto, por ser muito caro, cerca de 85% do PVDC produzido é utilizado como uma película bem fina junto com outros materiais mais baratos, como PET, PVC, BOPP, papel.

Apesar da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) estabelecer que as embalagens fabricadas devem utilizar materiais que priorizem a reutilização ou reciclagem de maneira tecnologicamente viável, o PVDC não é um exemplo de material fácil de ser reciclado, porém é bastante usado.

Aplicações

O PVDC vem sempre acompanhado de outros materiais. Em alimentos e cosméticos ele é bastante usado nas embalagens flexíveis, já nos medicamentos, ele é usado nas embalagens tipo bliste. Sua excelente funcionalidade faz com que ele seja muito usado em produtos que precisam ser bem preservados

A Resolução SFP 104 de 09/12/2019 vai beneficiar o setor ferramenteiro tendo como objetivo reaquecer a competitividade

No último dia 10 (terça-feira), foi anunciado a Resolução SFP 104 de 09/12/2019, relativa à regulamentação do ProFerramentaria para o Estado de São Paulo, tornando-se um passo adiante para o setor ferramenteiro.

Christian Dihlmann, presidente da ABINFER citando Neil Armstrong diz “esse é um pequeno passo para a ABINFER, mas um grande salto para o setor ferramenteiro”.

O programa visa estimular investimentos de fabricantes de veículos e autopeças no setor de ferramentaria. Essa é uma medida importante para a retomada de competitividade do setor, que hoje enfrenta forte concorrência de produtos importados.

O projeto autoriza empresa do setor automotivo a utilizar créditos acumulados do ICMS para pagar por ferramentais utilizados na produção em São Paulo. Os créditos serão liberados por projeto, que deve ser apresentado pela Secretaria da Fazenda e Planejamento.

Algumas das próximas ações remetem a fortalecer e consolidar a produtividade das ferramentarias no sentido de atender às demandas tecnológicas do mercado. Constituir uma estrutura de acompanhamento para a vigilância da liberação dos recursos, para permitir transparência. Além de acompanhar o processo em período experimental de 6 meses para validar todas as regras. Essas são algumas das várias ações ainda a serem tomadas.

Monitorar e informar a equipe da SEFAZ/SP sobre os impactos positivos e negativos do decreto, também faz parte das ações, além de replicar o projeto no outros Estados com impacto automotivo, como MG, RJ, RS, PR, GO, BA e PE.

A resolução é a política setorial da história do setor ferramenteiro nacional, que prestigia e valoriza as empresas brasileiras, mesmo sendo estadual, terá impacto para todo o país.

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Entidades comentam o que esperam para o mercado plástico em 2020

Durante o ano de 2019, trouxemos matérias sobre como o setor têm enfrentado a economia devido as novas reformas que estão sendo aprovadas, e de como os sindicatos pensam a propósito. 2020 tem tudo para ser um ano de expectativas positivas e de esperanças para que haja o reaquecimento da economia em todo o país, buscando gerar novas condições para os setores da indústria, com o 4.0 e o reaquecimento do mercado.

Conversamos com associações e sindicatos que representam a indústria plástica, para entender como o próximo ano tem sido visto para o mercado.

Matéria-prima

A Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) possui para 2020 uma projeção de que o setor cresça cerca +1,5% em produção física. Segundo o presidente José Ricardo Roriz Coelho, essa expectativa se deve por conta dos acontecimentos que podem afetar positivamente o ambiente de negócios, como a aprovação da Reforma da Previdência e o encaminhamento da Reforma Tributária. “Permite um cenário mais promissor para o empresário, tal projeção indica boa recuperação em relação às estimativas para 2020”, explica.

Para Roriz, “as feiras são importante instrumento de disseminação de informações entre as empresas da cadeia produtiva, permitindo acesso a inovações, novas tecnologias e tendências. Acreditamos ser fundamental nossa participação em feiras, especialmente em um momento de previsão de investimento”. Em 2020 a ABIPLAST irá participar da Interplast, que ocorre em agosto, em Joinville/SC.

Roriz afirma que ainda é muito difícil fazer projeções com tantas variáveis que vivemos hoje. “Entramos no ano achando que o Brasil cresceria 2,5%, mas o país cresceu apenas 0,9%. Sabíamos de todas as dificuldades que as reformas trariam, mas esperávamos que a economia já estivesse deslanchando”, explica. A ABIPLAST entra em 2020 com otimismo, acreditando que agora o Brasil vai avançar no crescimento.

A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) divulgou que houve um crescimento de 6% nas vendas de associados, frisando mais uma vez a importância das reformas para o país para que 2020 tenha um crescimento na economia. "Este ano tivemos muitos desafios e enfrentamos as muitas intempéries do nosso país e do mundo, mas estamos vencendo. Resistimos ao burocrático sistema tributário brasileiro, que cria brechas para um tipo de concorrência descompromissada com a lei e, portanto, desleal”, afirma o presidente Laercio Gonçalves.

Em relação as commodities, o resultado foi de 6,9% superior ao de 2018. E entre os plásticos de engenharia, a demanda foi 5,5% acima de 2018. “Foi mais um ano de economia fraca e, além disso, temos convivido com as campanhas diárias contra o plástico", comenta Gonçalves.

No evento de encerramento do ano da associação, que ocorreu no último dia 5, em seu discurso, Gonçalves reforçou a importância da entidade: "Temos trabalhado para que a ADIRPLAST seja um instrumento capaz de transformar o debate dos desafios em ações que contribuam para um salto de qualidade em nosso setor".

Máquinas e Equipamentos

Para a Abimaq (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equiapmentos), o ano de 2019 teve tímido crescimento, e para 2020 as demandas são no foco de melhorar a estrutura, com boas expectativas. “Nosso ano foi de crescimento tímido, porém positivo. Nós esperamos que a economia esteja mais consolidada, e que pautas como o Custo Brasil e as reformas sejam discutidas e colocadas para rodar, assim teremos mais folga para trabalhar”, comentou Amilton Mainard, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para Indústria do Plástico, da Abimaq.

A expectativa da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais) é positiva, porém com ressalvas. Há expectativas para com o juto baixo, só que existe preocupações com o câmbio que tem flutuado. Christopher Mendes, diretor financeiro da ABIMEI comenta “em 2020 participaremos da feira AMTS (Automotive Manufacturing Tecnhology Show), é uma feita voltada para a indústria automotiva, com sua primeira edição”.

Christopher ressalta que apesar de 2019 ter sido um ano difícil, teve um crescimento de 40% na base dos associados. “Esperamos que a demanda reprimida da indústria possa ser superada com investimentos por conta do cenário mais positivo que esperamos”.

Sindicatos

Para o SIMPESC (Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina) em 2020 espera um aumento dos custos de matérias-primas, nas vendas do setor, na intenção de investir, de contratação de mão de obra, e no aumento da produção, com uma consequente queda nos estoques de matérias-primas e dos produtos finais.

Hoje o Estado de Santa Catarina é o segundo maior transformador de resinas plásticas do Brasil. “Estaremos realizando em Joinville a maior feira do setor plástico do sul do Brasil e da América Latina, que contará com uma área física de 21 mil m2 e que abrigará nada menos do que 550 expositores”, explica Albano Schmidt, presidente do sindicato.

Em março de 2020, o SIMPESC, vai iniciar o seu novo ciclo de gestão da diretoria até 2023, e já está desenvolvendo o planejamento estratégico para este novo período. No final de novembro, o sindicato lançou dois novos projetos de capacitação. São dois projetos desenvolvidos em parceria com a FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), SESI (Serviço Social da Indústria) e SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), sendo o primeiro para o desenvolvimento das empresas associadas, o Projeto Embarque Imediato, com participação de 10 empresas, desenvolvendo 50 profissionais no sentido de buscar maior produtividade e competitividade.

O segundo de capacitação, o Projeto Desenvolvimento de Líderes, com participação também de 10 empresas com 50 profissionais, sendo capacitados em gestão de processos.

Já para o Simplás (Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho), nesse momento, toda a economia e as expectativas do Brasil, se concentram na implementação das reformas que o governo vem buscando realizar. “A expectativa é de um crescimento do PIB na faixa de 1,5, uma recuperação na produção industrial. O maior risco parece estar na possibilidade de uma desaceleração mundial acima do esperado”, explica Gelson de Oliveira, presidente do Simplás.

As expectativas de 2020 para a América Latina, é que a situação no Chile, na Colômbia, no Peru e no Equador se estabilizem. Para o setor plástico, os mercados da Argentina, Chile e Colômbia são estratégicos no continente, e redução ou aumento da atividade industrial nesses países, têm impacto no Brasil. “A atualização da legislação trabalhista no Brasil, trouxe desafios á atividade associativa, com um momento de escassez de recursos e dificuldades de redimensionamento”, explica.

O Simplás busca reforçar o reconhecimento para a sua exclusiva e efetiva proposta de Educação Ambiental, inclusão social e economia circular, o projeto Plástico do Bem.

O sindicato busca ainda intensificar a atuação em sinergia com instituições de ensino, com Universidades e institutos. “O Simplás encontra-se particularmente preocupado com a sobrevivência e as condições de crescimento das empresas do setor em um mercado tão competitivo. Este é o maior desafio para a indústria brasileira como um todo, pois, além de conviver com uma carga tributária que extrapola os níveis mundiais, um custo logístico extremamente elevado, o setor plástico ainda precisa enfrentar o monopólio nos preços das resinas plásticas produzidas no Brasil”, argumenta Gelson.

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Evonik possui expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro confirmadas e EBITDA estável

A Evonik confirma as expectativas para o ano, apesar do enfraquecimento da economia global. A empresa prevê que o EBITDA ajustado se mantenha estável na comparação com o último ano. As vendas devem ficar ligeiramente mais baixas que as do ano passado em virtude da queda na demanda.

Em 2018, a Evonik gerou vendas de 13,3 bilhões de euros e um EBITDA ajustado de 2,15 bilhões de euros – não incluindo o desinvestimento do negócio de Metacrilatos. “Nós nos preparamos em tempo adotando uma disciplina de custos mais austera e outras medidas contingenciais frente a uma economia global desaquecida”, disse Christian Kullmann, presidente da diretoria executiva da Evonik.

O programa de eficiência iniciado em 2018, com o objetivo de reduzir em 200 milhões ao ano as despesas administrativas e de vendas, foi acelerado. Até o final deste ano, a Evonik economizará 120 milhões de euros, 20 milhões de euros a mais que o originalmente planejado. Outros 20 milhões de euros serão economizados com a adoção de medidas contingenciais adicionais, como o adiamento de novas contratações e a redução de gastos com serviços externos.

A Evonik está especificando suas expectativas de fluxo de caixa livre para o ano inteiro, e espera um valor em torno de 700 milhões de euros, um fluxo de caixa livre significativamente mais alto que o do ano passado. Isso se deve sobretudo à redução de gastos de capital, à menor formação de capital de giro líquido e ao reembolso parcial de pagamentos de aposentadorias decorrente do “Contractual Trust Arrangement” (CTA). As previsões mais precisas não incluem impostos resultantes do carve-out da venda do negócio de Metacrilatos.

O desaquecimento da economia global continuou impactando o desempenho da Evonik no terceiro trimestre. Nos meses de julho a setembro, as vendas caíram 3% para 3,23 bilhões de euros, devido á redução nos volumes e nos preços de venda. O EBITDA ajustado caiu 6% para 543 milhões de euros em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para o Resource Efficiency, as vendas do segmento caíram 1% para 1,4 bilhão de euros no terceiro trimestre. Os negócios de tintas assim como de adesivos e resinas foram afetados pelo arrefecimento da economia global, especialmente nas indústrias automotiva e de tintas. Os volumes de vendas da sílica para aplicações industriais baixaram. Nutrition & Care, as vendas declinaram 2% para 1,14 bilhão de euros no terceiro trimestre. A demanda por aminoácidos essenciais para nutrição animal se manteve alta, enquanto os preços de venda caíram ainda mais. Nos negócios de Health Care as vendas aumentaram, especialmente em resultado de boa demanda por ingredientes farmacêuticos e alimentícios.

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Primeira bicicleta de plástico reciclado do mundo é brasileira

Primeira bicicleta produzida a partir de plástico de garrafas PET, embalagens de shampoo e peças de geladeira. Essa bicicleta é mais resistente, flexível e barata, porque o plástico não enferruja, e amortece naturalmente, além de sua fabricação transformar resíduos sólidos em um novo produto.

A invenção é do artista plástico uruguaio Juan Muzzi, radicado no Brasil. Para fabricá-las, Muzzi conta com o trabalho de algumas ONGS que recolhem sucata e vedem para uma empresa que granula o material. Os grãos são vendidos para a Imaplast, empresa de moldes que Muzzi dirige.

Apresentadora cria sapatilhas feitas com plástico recolhido dos oceanos

Ana Rita Clara, apresentadora do “Faz Sentido”, da SIC Mulher, desenho um modelo de sapatilha com uma empresa portuguesa. A sapatilha sustentável, foi feita a partir de 18 garrafas de plástico retiradas dos oceanos.

O modelo foi criado em parceria com a empresa Skizo by iRycle e já está disponível á venda em uma loja online. Skizo by iRcycle é uma empresa portuguesa, fundada em 2019. O objetivo da marca é retirar meio quilo de plástico do mar por cada par de sapatilhas produzidas.

Projeto de reciclagem da Fiemg mobiliza alunos

Cinco escolas de Uberaba -MG, se empenharam para a campanha “Plástico não é vilão”, desenvolvida pela Fiemg (Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais), na Regional Vale do Rio Grande, dentro do Programa Fiemg Social.

A ideia nasceu em março de 2019, mês da mulher, e foi apresentada em maio ao promotor de Meio Ambiente, Carlos Valera. Em outubro, durante a 7ª Expo Cigra Fiemg, o projeto teve início, com apoio de um grupo de 35 mulheres do segmento empresarial. Elas são engajadas como embaixadoras da campanha, e possui como objetivo incentivar a reciclagem do plástico.

Estudantes produzem canoas com garrafas PET em Camarões

Os estudantes também produzem móveis, artigos de decoração e até casas ecológicas, utilizando garrafas PET que são descartadas em rios e lagos.

Um jovem empreendedor Ismael, que vive em Kribi, é fundador da Madiba & Nature, iniciativa que recolhe e aproveita garrafas na produção de botes flutuantes. Para fazer uma embarcação, é necessário mil garrafas PET, e leva uma semana para ficar pronta. Os jovens também começaram a recolher lixo plástico das cidades vizinhas para conscientização.

Heinz reduz o uso de plástico na linha de produtos

A Heinz, alinhada ao compromisso ambiental global, mexeu em seus materiais e reduziu 168 toneladas ao ano na utilização de plástico nas tampas de ketchup, maionese e barbecue Heinz no Brasil, sempre presando pelos fatores socioambientais e sustentáveis em sua empresa.

Henkel amplia colaboração com a Plastic Bank

A multinacional alemã define passos para reduzir os resíduos de plástico e combater a pobreza. A Henkel ampliou a sua colaboração com a empresa social Plastic Bank pelos próximos cinco anos. A companhia apoiará os projetos em andamento no Haiti, Filipinas e Indonésia, além de contribuir com o desenvolvimento de mais de 400 pontos de coleta da Plastic Bank, no Egito.

Como parte de seu compromisso com a ecnomia circular e contra os resíduos de plástico no meio ambiente, a Henkel foi a primeira empresa global de bens de consumo a se associar á Plastic Bank. O objetivo é reduzir os resíduos de plástico nos oceanos e melhorar a vida das pessoas desfavorecidas.

O presidente Albano Schmidt apresentou soluções e a gestão da companhia em sustentabilidade

A Termotécnica, participa do Espaço Indústria, na sede da FIESC (Federação das Indústria do Estado de Santa Catarina), em Florianópolis. Na abertura da exposição, o presidente da Termotécnica, Albano Schmidt, apresentou sobre a companhia e também sobre soluções de embalagens e conservação em EPS, que a empresa oferece ao mercado com as marcas iPack Embalagens inteligente e da Colheita.

Albano Schmidt, comenta “hoje somos uma das maiores indústrias transformadoras de EPS. Somos a maior na América Latina e líderes em embalagens industriais no Brasil”. A empresa possui quatro unidades, que fica em São José dos Pinhais (PR), Rio Claro (SP), Petrolina (PE) e Manaus (AM). “A razão dessas localizações é para atender os principais clientes. Nós recebemos deles as necessidades, fazemos a prototipagem, os ferramentais e temos um atendimento e agregação de valor nos serviços de logística. Além disso, quase todas as nossas embalagens são entregues na linha de montagem dos clientes e temos ainda um trabalho de logística reversa pós-consumo”, explicou.

O presidente apresentou, também, o trabalho de Economia Circular que a Termotécnica realiza em todo o país com Programa Reciclar EPS. Para Schmidt, o EPS é 100% reciclável e para isso usa poucos recursos naturais. “Por meio do nosso programa, desde 2007 já reciclamos mais de 40 mil toneladas”, disse.

O presidente da FIESC, Mario Cezar de Aguiar, chamou a atenção para os reconhecimentos nacionais que a empresa tem recebido por sua atuação na área de reciclagem e sustentabilidade. “É uma empresa premiada, com forte atuação em logística reversa e no uso da inovação e tecnologia”, afirmou. A companhia é reconhecida pelo mercado pela Sustentabilidade, Gestão de Pessoas e Gestão da Qualidade.

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Novas ações para tomada de decisão sobre o conceito dos plásticos na sociedade e suas aplicações

O plástico possui inúmeras finalidades, devido a suas características como maleabilidade, durabilidade, impermeabilidade e ainda pode ser reutilizado e reciclado. O plástico pode ser encontrado em embalagens que conservam alimentos, nas bolsas de sangue e soro, nas impressoras 3D, permitindo criar próteses, nos setores automobilísticos, entre outros. Mesmo com a grande finalidade que o plástico possui, ele virou vilão pelo seu descarte incorreto.

Em uma matéria divulgada pelo Terra, o biólogo e especialista em meio ambiente da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Magno Botelho argumenta “sou ambientalista e a favor da redução do consumo de plástico, mas não podemos ter comportamento de manada. É preciso refletir sobre o tema. Neste caso, a proibição não é relevante para o meio ambiente. O problema do plástico é o seu descarte. A maioria dos restaurantes já faz o descarte em aterros ou recicla o material”.

Botelho ainda acrescenta “além disso, substituir o plástico por outro material vai gerar mais gastos com água e detergente para limpeza - e, consequentemente, impactar o meio ambiente. É preciso primeiro pensar o que colocar no lugar do plástico. E, principalmente, focar na questão do descarte”.

Devido a isso, muito se fala sobre banir o canudinho, mas qual é a solução que oferecem para isso? Além disso, hoje muitos restaurantes e bares estão deixando de comercializar os plásticos de uso único devido a leis para o banimento do plástico. E qual a solução que esses locais poderão oferecer para os clientes e para o próprio estabelecimento?

O Presidente da Plastivida, Miguel Bahiense comenta sobre o banimento dos plásticos de uso único. Para ele, o banimento não educa a sociedade a consumir conscientemente, não sensibiliza as pessoas e nem os estabelecimentos. “Faz com que o mercado coloque no lugar dos plásticos, opões muitas vezes mais danosas ao meio ambiente, nem sempre recicláveis e que também irão parar nos esgotos, rios e mares. Não precisamos de mudança de matéria-prima, mas sim, de comportamento”, afirma Bahiense.

Bahiense ainda afirma “o plástico não é o vilão e substituí-los por outras matérias-primas não permitirá o entendimento do papel dos diversos atores da sociedade na preservação do meio ambiente, e não permite que seja inserido nas cidades os conceitos de Economia Circular”.

Hoje, devido aos plásticos, é possível criar avanços médicos e tecnológicos que fazem parte do dia a dia das pessoas, impactando em sua saúde. Os plásticos ajudaram a criar materiais como:

Seringas – antes feitas em outros materiais que possuíam alto risco de quebra, hoje são feitas de plástico PP, com baixo custo e descartáveis.

Não-tecido – a opção de não-tecido PP ganha espaço nos centros cirúrgicos e salas de exames por serem resistentes e descartáveis.

Hemodiálises – o plástico é essencial para esse procedimento, no processo, o sangue deve sair do corpo e passar por um equipamento no qual membranas plásticas semipermeáveis promovem a separação dos componentes prejudiciais do sangue.

Próteses – o plástico dá suporte ao substituir membros ou corrigir deformidades, a acessibilidade que próteses de plástico proporcionam ao corpo humano é traduzida em todas as áreas, como, por exemplo, na oftalmologia.

Aparelhos auditivos – pessoas com audição prejudicada conseguem, por meio de um implante plástico, trazer o som de volta às suas vidas.

Medicação – comprimidos com cápsulas de plástico possibilitam liberar, no momento certo, a dose adequada de ingredientes ativos. O polímero à base de ácido tartárico gradualmente se decompõe, libertando lentamente os ingredientes ativos durante um longo período de tempo.

Além de computadores, celulares, embalagens, calçados, automóveis, que também possuem plástico em sua composição, devido a sua durabilidade e seu custo-benefício.

Assista o vídeo que o nosso CEO Rodrigo Oliveira gravou, com um questionamento: você do mercado plástico, defende o seu lado? O mercado plástico precisa se unir para mostrar os adventos que o plástico pode fazer pela sociedade.

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As linhas de masterbatches da Colorfix são responsáveis por efeitos que tornam o produto único levando inovação para os clientes

Os masterbatches são concentrados de pigmentos ou aditivos, em formatos de grãos, utilizados para colorir ou incorporar a resina. O concentrado é muito utilizado pela indústria, podendo se adaptar a diferentes processos de transformação do plástico.

A Colorfix é uma empresa de matéria-prima e presa por inovação e destaque no mercado, possuindo posicionamento orgânico, trabalhando com o marketing digital para a indústria 4.0. A Colorfix trabalha na inovação e no desenvolvimento de concentrados de cor e/ou aditivos, promovendo a melhoria dos produtos para os clientes e trabalha com linhas como: Masterbatches: concentrados de cor para incorporar a resina termoplástica; Colorbatches: um novo conceito de concentrado de cor no formato de microgrânulo, desenvolvido pela Colorfix, possuindo maior concentração de pigmentos; Pigmentos em pó: substâncias que conferem cor ao material e geralmente são em pó; Tingimento de resina: mistura o masterbatch na resina, ganhando prazo na aplicação; Liquidcolor: concentra grandes quantidades de pigmentos ao material; Masterbatches pretos de alta tecnologia: projetado para oferecer soluções que exigem resistência para a peça final; e Clearfix Colorantes: linha de cores desenvolvida especificamente para PP de alta transparência;

O masterbatch se mantém o mesmo em sua essência, no entanto, hoje, as matérias-primas que o compõe, o processo de obtenção está em constante evolução, ainda mais no que se refere a dispersão e incorporação das matérias-primas.

Hoje, os masterbatches são responsáveis por diversos efeitos, e as variações dos efeitos ocorrem pela diferenciação das matérias-primas. “Seja pelo tamanho das partículas, como é o caso dos glitters, perolados e marmorizados ou pela composição das misturas, como é o caso do efeito marble ou até mesmo pela coloração das partículas, como é o caso dos diversos tipos de perolados, fluorescentes”, explica Judi Fardo de Lucena.

A Colorfix trabalha com a linha marble que é responsável por um efeito mármore, madeira. O efeito se dá pela mistura de masterbatches de diferentes colocações e características químicas diferentes. “Foram anos de pesquisa e desenvolvimento até conseguir chegar no efeito desejado. Essa linha é aplicada para PE, PP, PSAI, ABS e Surlyn no processo de injeção, sopro e extrusão”, explica Judi.

Cada novo projeto realizado pela empresa é sempre acompanhado por suporte técnico para ajuste de parâmetros, e essa linha possui cada peça de forma única. A linha marble, pode ser aplicada em qualquer linha como UD, eletroeletrônico, móveis, higiene e limpeza.

A Colorfix também produz a linha perolada, que possui aplicação na linha de cosméticos, possuindo efeitos diversos, desde o perolado mais comum, até efeito de interferência, como furta cor, até dourados e metalizados.

Segundo Judi, “geralmente as solicitações de linhas de cores vem da indústria, mas temos casos mais específicos de end users. Ainda esse ano estaremos lançando o caderno de cores e tendências de 2020, além de novas opções para a linha marble, voltando a dar mais ênfase em produtos biodegradáveis e sustentáveis. A Colorfix possui excelentes expectativas para 2020, tanto de manutenção de nossos clientes como de captação de novos”.

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INDAC conta com inscrições até 04 de dezembro e vencedores terão tour no Salão Internacional do Móvel e hospedagem

Premiação do setor de acrílico no país, com inscrições abertas para o Prêmio Design em Acrílico. A premiação, que já está em sua quinta edição, é realizada pelo INDAC (Instituto Nacional para o Desenvolvimento do Acrílico). As inscrições estão abertas no site do Instituto e podem ser feitas até 04 de dezembro. 

Sendo a única premiação do setor de acrílico no país, possui como objetivo valorizar o trabalho que ressalta algumas das características do material, como beleza, transparência, versatilidade, leveza e capacidade de propagação da luz.

O concurso é voltado a designers, arquitetos e outros profissionais que tenham elaborado projetos em acrílico, em qualquer área. "O importante é que os trabalhos atendam a quesitos como estética, valorização do acrílico, execução e utilização", explica João Orlando Vian, consultor executivo do INDAC.

Os inscritos serão avaliados por um júri técnico, que apontará seus três projetos preferidos. Os membros do júri são profissionais da diretoria do INDAC e representantes de grandes players do setor, como Carlos Marcelo Thieme, da Osvaldo Cruz Química, Willian Oliveira, da Castcril, Ralf Sebold, da BOLD, Salvatore Iannelli, da Acriresinas, e Gabriela Dias, da Cristal e Cores. Além deles, designers consagrados como Carlos Rizzo, da Acrilaria, e Enrique Rodriguez, da Universidade do Papel.

O 1º lugar ganhará um tour no Salão de Design de Móveis de Milão (ISALONI), com direito também a estadia na cidade italiana, além de traslado do hotel ao evento. O pacote é estimado em mil euros e só não inclui passagem aérea. O ganhador e os representantes dos projetos selecionados em 2º e 3º lugares terão seus trabalhos expostos pelo INDAC, além de receberem um troféu assinado por Carlos Rizzo, confeccionado exclusivamente para o Prêmio.

O Instituto ainda promove, em seu site e mídias sociais, uma votação popular dos melhores trabalhos. O vencedor dessa categoria também leva para casa um troféu exclusivo do arquiteto e designer Carlos Rizzo, além de ter seu projeto divulgado nas mídias do INDAC. "Teremos um sistema especialmente dedicado à votação popular em nosso site, cada usuário poderá votar uma única vez (com captura de IP). O mais votado será o ganhador da nossa votação online", explica Vian.

Indústria de autopeças de Taiwan busca negócios em Seminário que acontece dia 28 em São Paulo

A Taitra irá promover o Seminário Autopeças Taiwan, no dia 28 de novembro, no L´Hotel Porto Bay, em São Paulo, das 9h30 às 11h30. A fabricação de autopeças é um dos setores mais produtivos de Taiwan, gerando grande impacto na economia de norte a sul do país.

O tema central irá trazer as tendências dos fabricantes de autopeças taiwaneses para atender as demandas tecnológicas do mercado automobilístico mundial, especialmente em carros eletrificados.  A força da indústria de autopeças do país será apresentada com os números da AMPA. Tradicional feira do setor, que reúne cerca de 1400 expositores e 4 mil estandes em dois pavilhões do Taipei Nangang Exhibition.

Com predominância do norte, há 41% de fabricantes, seguido das regiões central com 31% e sul com 28%, o setor emprega em torno de 90.000 pessoas e faturou U$6,70 bilhões no ano passado. Segundo o Ministério da Economia, o valor de exportação de autopeças em 2018 foi de U$ 5,73 bilhões. Os cinco principais países importadores de autopeças de Taiwan foram EUA (45,3%), Japão (5,7%) e China Continental (5,2%), Reino Unido (3,4%) e Alemanha (2,8%).

Segundo Rachel Lu, diretora do Conselho para o Desenvolvimento do Comércio Exterior de Taiwan – TAITRA, “temos bons distribuidores no Brasil, alguns líderes em seus segmentos, mas precisamos reforçar a nossa presença aqui. A ascensão de marcas chinesas favoreceu a expansão de autopeças de Taiwan, por serem mais abertas para fabricantes menos tradicionais, mas com ótima relação custo/qualidade”.

Atualmente, os fabricantes investem em montar fábricas no exterior. A concentração de fábricas-satélite e a divisão sincronizada de trabalho no processo fabril permitiram, ao mesmo tempo, a produção de escala e o fornecimento flexível.

O mercado de reposição sempre foi o principal segmento para os fabricantes de autopeças de Taiwan, porém, com a difusão de veículos elétricos e a ascensão de montadoras chinesas, a indústria ganhou novos impulsos.

O futuro de setor automobilístico passa pelo carro elétrico e o carro autônomo, ambos se desenvolvendo com velocidade, com apoio de países europeus. O governo pretende adquirir apenas ônibus e veículos oficiais totalmente eletrificados em 2030, e a partir de 2040, todos os novos veículos comercializados em Taiwan deverão ser totalmente eletrificados.

A era dos veículos elétricos permitirá que o motor elétrico substitua o motor à combustão, a bateria substitua o tanque de combustível, o redutor substitua a caixa de câmbio, colocando a indústria de autopeças em nova ordem.  Atualmente, já há empresas especializadas na produção de motores elétricos em Taiwan.

A indústria está passando por uma transformação que direciona o mercado global para duas extremidades, uma sendo a demanda por componentes de alto valor, novas fontes energéticas e veículos elétricos. E outra, de baixo custo, demandada por veículos pequenos e enxutos. Taiwan possui sólida indústria de tecnologia de informação e de semicondutores. O país investe em tecnologia de manufatura avançada e inovação, para aumentar o valor agregado dos produtos e inserir-se numa divisão internacional do trabalho para manter as vantagens da concorrência industrial. É este debate que o Taiwan Trade Center do Brasil levará no dia 28 de novembro, em São Paulo.

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