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O granulador tem a função de auxiliar na precisão do material na medida desejada, mantém a uniformidade e qualidade do produto desde o início do tratamento até o consumidor final. Os granuladores realizados sob a água são os mais populares no meio industrial.

Para utilização de granulação de espaguetes, a linha de extrusão é composta da extrusora, um cabeçote de espaguetes, banheira de resfriamento e o granulador.

O equipamento é composto basicamente de um motor e um rotor, com diversas lâminas de corte fixadas ao rotor e montadas em uma câmara de corte, estas lâminas e câmaras estão disponíveis em formas e tamanhos variados. Quando utilizado, o espaguete passa pelo interior da câmara e as lâminas rotativas são responsáveis pela fragmentação em grânulos.

O granulador atende as mais variadas necessidades, por isso devemos verificar alguns itens para dimensioná-lo de forma correta, os principais pontos a se analisar são o tipo de material plástico que será trabalhado, a temperatura de trabalho, a produção horária, quantidade de fios e diâmetro.

Um dos projetos mais populares entre os granuladores, são os realizados sob a água, este sistema é utilizado para muitas aplicações, incluindo operações de salvamento subaquático.

O sistema subaquático tem uma aplicação de engenharia, com design de polímeros de baixa queda de pressão, além de possuir placas de faces sólidas. As unidades subaquáticas vêm equipadas com uma plataforma flutuante para facilitar a utilização e são fixados com uma câmara de água.

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Com capacidade produtiva de 4,5 bilhões de embalagens por ano, a SIG gerou mais de 1.600 empregos, diretos e indiretos

A SIG, empresa especializada em soluções de envase e embalagens cartonadas, comemora em 2021, 10 anos da abertura de sua fábrica na cidade de Campo Largo, no estado do Paraná. A empresa está no Brasil desde 2003, mas em 2011 construiu sua planta para atender a demanda brasileira que hoje representa 74% do mercado de embalagens cartonadas da América Latina, sendo também uma das principais em consumo de leite e de alto potencial para outros países da região. 

Com investimento inicial de 90 milhões de euros na fábrica, a SIG, ao longo desses 10 anos, passou por cinco ampliações que levaram a um investimento em torno de 160 milhões de euros. Em 2011, eram 200 colaboradores e a fábrica possuía uma capacidade produtiva inicial de 1 bilhão de embalagens por ano. Por conta da grande atuação da empresa no mercado, hoje ela conta com mais de 600 colaboradores somente na América do Sul e sua capacidade produtiva é de 4,5 bilhões de embalagens por ano. Estima-se que além dos empregos diretos, a empresa gerou mais de mil indiretos, considerando toda a cadeia produtiva como matérias primas, logística, entre outros.  

Segundo resultados da última pesquisa da satisfação realizada pela empresa, os clientes consideram a SIG uma empresa confiável, com uma estrutura local sólida e que pode atender aos clientes de forma rápida e eficiente. 

Ricardo Rodriguez, Presidente e Gerente Geral Américas da SIG diz “Construímos uma história de sucesso ao longo desses 10 anos, a empresa cresceu e teve recorde de produção durante três meses seguidos em 2020, mesmo com a pandemia. Nossa expectativa é continuar crescendo e contribuindo para um ambiente sustentável através da produção de nossos produtos”. 

Além dos investimentos e da geração de empregos durante essa década, a SIG continua contribuindo para o desenvolvimento do mercado de alimentos e bebidas, principalmente no segmento de laticínios, atendendo grandes marcas como Nestlé, Shefa, Pepsico, Frimesa, Tirol, Cemil, Vigor, entre outras.  

A empresa se preocupa com projetos que contribuem para a conscientização da população quanto a reciclagem, apoiando o desenvolvimento de uma cadeia de reciclagem efetiva das suas embalagens. 

A planta de Campo Largo possui as certificações de matérias primas, ASI, para o alumínio e o ISCC Plus para o polietileno utilizados na produção de suas embalagens, comprovando a procedência sustentável de todos os materiais. Já que todo o papel também possui a certificação FSC ™. A fábrica também é considerada uma planta de aterro zero, já que todos os resíduos produzidos são encaminhados para a reciclagem ou compostagem segura.  

A SIG é investidor semente do Programa Cidade +, desenvolvido pela ONG Recicleiros desde 2018, onde as prefeituras de cada estado têm a oportunidade de implementar uma política de coleta seletiva em municípios. Hoje, já atuam em 17 deles em todo o Brasil. Além disso, lançaram em 2019 uma parceria com a startup So+ma Vantagens, abrindo uma casa no bairro CIC em Curitiba, onde os consumidores são estimulados a trocar materiais reciclados por pontos, e esses pontos podem ser trocados posteriormente por itens da cesta básica, cursos profissionalizantes e até descontos em serviços.  

A empresa possui metas ambiciosas para os próximos anos, começando pela construção de uma nova planta industrial no México, que deverá ficar pronta em 2023 e permitirá explorar o potencial de crescimento na América do Norte, além de manter o crescimento de dois dígitos anuais que vem alcançando nos últimos anos na América do Sul.  

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Mc Components explica como seu produto é importante para o processo de injeção

Dando extra segurança e agilidade para o operador, o Saca Canal é a evolução da “barrinha de latão” ou “barrinha de alumínio”, que fica ao lado da máquina injetora, sendo utilizado pelo operador para desobstruir o canhão da máquina, bucha de injeção dos moldes e para manuseio do plástico quente proveniente da injeção, as denominadas “borras”.

O material é utilizado na máquina injetora para manusear a borra de plástico na ponta do canhão da máquina, podendo ser usado para remover peças que ficaram presas na hora da extração, até mesmo a desobstrução da bucha de injeção, pode ser utilizado também para o manuseio dos cavacos de usinagem em tornos.

Bruno Fabiano da Mota, engenheiro de desenvolvimento da MC Components explica “Em 100% dos casos, seja início, meio ou fim do processo vai haver a necessidade do manuseio da borra ou peças quentes proveniente do próprio processo, e a utilização de uma ferramenta adequada desenvolvida para esse trabalho dará mais segurança e precisão na execução”.

O engenheiro conta que o saca canal da empresa é produzido com a haste de aço de pontas intercambiáveis de latão proporciona mais robustez e precisão no manuseio. “Seu cabo anatômico fabricado em polipropileno possibilita melhor pegada e evita do operador tomar choque caso tenha algum fio desencapado em contato com a carenagem ou canhão da máquina, acompanha também um suporte para fixar em máquina. As ponteiras cambiáveis podem ser trocadas de acordo com o trabalho e são disponíveis em três formatos: ponteira reta, fenda ou gancho”.

No segmento de componentes desde 2009, desbravando o mercado e atuando na produção dos mais diversos componentes para moldes e máquinas injetora, tudo o que envolve melhoramento de setup, aumento de produção e segurança, poderá ser facilmente encontrado na linha de produtos da Mc Components.

A empresa atua com a produção de diversos componentes para moldes e máquinas injetoras, seja na parte de refrigeração, extração, confecção de ferramental, projetos especiais e outros.

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Os módulos de controle são responsáveis, principalmente, pelas funções de operação de uma máquina, tanto manual quanto automática. Eles também atuam na proteção do equipamento e dos sistemas conectados ao grupo gerador de energia.

Além de fornecer proteções para o gerador, o módulo permite possibilidades de operação e versatilidade nas aplicações. Podendo atender às diversas necessidades da empresa, como monitoramento a distância, histórico de eventos, alarmes, e outras funcionalidades.

Os controladores, para grupos geradores auxiliam na redução de custos operacionais, pois facilitam o planejamento das manutenções preventivas.

O mercado de módulos de controle oferece produtos para diversas aplicações, desde as mais simples, como ligar e desligar um grupo gerador, até as mais complexas, como, por exemplo, paralelismo, sincronismo e divisão de carga. Por isso, antes de adquirir um controlador, é importante avaliar suas necessidades, evitando a compra de uma ferramenta incompatível com sua aplicação.

Existem diversos tipos de módulos para diferentes aplicações, como partida manual/automática do grupo gerador, que consiste em ligar e desligar o gerador, de maneira manual ou automática e realizar as proteções.

Partida manual/automática do grupo gerador com detecção de falha na rede, que é utilizado em aplicações onde se necessita monitorar a concessionária. Caso ocorram falhas no fornecimento de energia, o grupo gerador entrará em funcionamento, e realizará a transferência de carga da concessionária para o gerador automaticamente. 

O controle automático/manual da chave de transferência, que age fazendo o controle da transferência de carga entre gerador e concessionária, sem a necessidade de substituir o controlador do gerador.

E o módulo de paralelismo e sincronismo, que pode ser utilizado em sistemas nos quais seja necessário o uso de grupos geradores em paralelo, com o objetivo de suprir a demanda local. Como exemplo, as usinas termelétricas e o fornecimento de energia para eventos, hotéis e hospitais.

Empresas como Mc Componentes e Pilz fornecem Módulos de controle.

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Covestro visa promover soluções com resinas compostas de até 52% de seu conteúdo de carbono de material vegetal 

A Covestro apresenta hoje uma nova iniciativa, com foco na indústria de tintas e revestimentos, a fim de promover a adoção de soluções de base biológica, com resinas compostas de até 52% de seu conteúdo de carbono de material vegetal. A partir de insights de clientes e dados de mercado, e aproveitando sua liderança de mercado em matérias-primas de base biológica, a Covestro irá envolver ativamente parceiros em diálogos de sustentabilidade para a aplicação de sua inovadora tecnologia Decovery®, recém-adquirada da DSM.
 
Desta forma, a Covestro visa ampliar a conscientização sobre as tecnologias disponíveis e abrir novos horizontes para inovação e sustentabilidade em soluções de tintas e revestimentos. Os últimos anos viram uma demanda sem precedentes por produtos e marcas sustentáveis, em toda a indústria global de tintas e revestimentos, os órgãos reguladores vêm estabelecendo padrões cada vez maiores de sustentabilidade e transparência, enquanto os consumidores voltam seu poder de compra por soluções ambientalmente amigáveis.
 
Um recente relatório do European Painter Insight Monitor mostrou que tintas com apelo ambiental são hoje a inovação mais procurada entre os pintores, com 36% dos pintores profissionais da França escolhendo esta como sua inovação mais desejada.
 
Para atender às mudanças no cenário de mercado e ajudar as indústrias de tintas e revestimentos rumo a uma maior sustentabilidade, a Covestro lança uma nova iniciativa marcada pela transparência, diálogo e colaboração – intitulada ‘Paint with Nature’.

A partir de insights de mercado advindos da inteligência artificial e big data, a Covestro irá trabalhar com parceiros em toda a cadeia de valor a fim de compartilhar conhecimento e apoio com relação a matérias-primas de base biológica. Adicionalmente, irão implementar um “Compromisso de Sustentabilidade”.
 
Por meio destas iniciativas e de sua família de resinas Decovery®, cujo conteúdo de base biológica é validado pelos padrões C14, a Covestro quer aumentar a conscientização sobre as soluções de base biológica como uma alternativa aos produtos de base fóssil e acelerar sua adoção por toda a indústria.

Tim Gratzke, gerente de Marketing Decovery, afirma “Estamos muito felizes e orgulhosos com o lançamento de uma nova iniciativa para aumentar o uso de tintas e revestimentos derivados de vegetais, além de conectarmos às necessidades dos usuários finais e dos fabricantes a tecnologias amigáveis ao meio-ambiente. Com a nossa liderança de mercado poderemos compartilhar conhecimento e acelerar a jornada de sustentabilidade de nossos clientes. Isso os ajudará a atender às demandas do mercado e proteger o meio-ambiente”.
 
Gratzke complementa “mais do que nunca, a transição de tintas e revestimentos de base fóssil para base biológica está a nosso alcance e não envolve nenhum risco à performance funcional. Estamos comprometidos em desafiar os limites da sustentabilidade – que venha uma nova era de materiais”.

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A moagem é a fragmentação do plástico, se trata de um processo importante da reciclagem mecânica dessa matéria-prima. Essa etapa é responsável por reduzir o plástico para que ele possa ser reutilizado em diferentes segmentos.

Esse processo é importante em algumas aplicações além da reciclagem, em micronização e algumas mais específicas como a moagem de materiais que não picotam em granuladores.

A etapa pode ser realizada em materiais de diferentes tipos, cor e tamanho, como plástico de lixo doméstico, de aterros sanitários ou até de sobras de processos industriais.

Essa moagem de plástico pode ser considerada como uma forma de gerenciamento de resíduo, já que ela o aproveita 100%.

A moagem do plástico é a primeira fase do processo de reciclagem após a separação, onde são diferenciados por tipo e cor. Seguindo a separação, a moagem de plástico é realizada.

A etapa de moagem acontece através de um moinho, que possui peneiras de diferentes tamanhos, capaz de reduzir o material na dimensão desejada, podendo ser até granulado.

Os tipos de moinhos mais aplicados em polímeros são os moinhos de facas e moinhos com martelo, que utiliza a criogenia para deixar o material frágil, facilitando a desagregação.

Empresas como Tomplastic, Floocos Fibra e Ultrafine realizam o serviço de moagem de polímeros.

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Embaquim explica como fizeram para manter as vendas, mesmo em meio à crise

A Embaquim é uma empresa de embalagens, que abrange em seu portfólio desde bobinas e sacos plásticos (liners) até bolsas de 1.000 litros, em estruturas variadas, e compartilha que mantiveram os índices de vendas com adaptação e estratégias aplicadas para gerenciar esse período de crise vindo da pandemia do novo coronavírus.

Renata Canteiro, diretora técnica e desenvolvimento da Embaquim, explica que o mercado de embalagens não pode parar na pandemia. “Somos essenciais! Alguns mercados onde atuamos, como o automotivo e food service foram muito impactados em volume, mas os fabricantes de sanitizantes e o agro, por outro lado, equilibraram nossos volumes finais.”

A diretora conta que para manter a fábrica rodando, não mediram esforços para garantir a segurança e proteção dos colaboradores, desde implementação de carona solidária até distribuição de cestas básicas para evitar saídas ao mercado. “Os níveis de venda foram mantidos graças a uma rápida adaptação da equipe comercial ao home office e às restrições de visitação. Equipamos todos para trabalho remoto e em pouco tempo a equipe mostrou uma resiliência a mais esse desafio.”

Para garantir o fornecimento a todos os clientes, mesmo com escassez de resinas, a Embaquim investiu fortemente em estoque, dobrando o capital investido, realizando a aquisição de novas máquinas e envidando todos os esforços do chão de fábrica, para que não faltasse embalagem a nenhum cliente.

A confiança do cliente às entregas da empresa, os destacou e acelerou a adoção do bag in box nos projetos onde faltava alguma homologação, ou naqueles em fase de ramp up. “Atualmente estamos adaptando nossa capacidade produtiva a essa nova demanda, pois identificamos que a escolha ‘emergencial’ por nossas embalagens agradou ao cliente, que percebe os diferenciais de redução no espaço de armazenagem, facilidade no manuseio e reciclabilidade do bag in box. Além disso, o nosso posicionamento como empresa responsável social e ambientalmente tem gerado destaque onde as políticas ESG são valorizadas.”

A Embaquim prevê crescer entre 10 e 15% em volume, ainda em 2021. A diretora diz que o crescimento em faturamento será bem maior, puxado pelos aumentos sucessivos em sua matéria-prima, que excedeu qualquer expectativa, os levando a reajustar a tabela pelo menos sete vezes nos últimos 12 meses. “Mas estamos bem otimistas que o mercado de poliolefinas se estabilize para que possamos transmitir esta confiança ao cliente final.”, finaliza.

Sendo pioneira no Brasil na produção de bag-in-box, e líder no mercado brasileiro de bolsas para caixas de papelão e contentores metálicos e contando os recursos de avançadas tecnologias, a Embaquim oferece novas oportunidades de mercado e conduz seus negócios de acordo com os princípios do desenvolvimento sustentável.

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A DSkills explica o que é a norma e como funciona a gamificação de aprendizagem da regulamentação

A CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho, porém, para alcançar este objetivo, é imprescindível o estabelecimento de comissões proativas, que tenham na negociação cotidiana sua melhor estratégia, promovendo melhorias nas condições de trabalho.

A NR5 é uma norma regulamentadora que trata de todos os aspectos relacionados à CIPA. Dessa forma, essa NR estipula todas as regras, condições e demais detalhes que devem ser obedecidos pelas empresas e trabalhadores envolvidos na CIPA.

Andreia Rocha, especialista em segurança do trabalho e educação e sócio fundadora da DSkills, explica que esta NR é importante, porque possui a negociação como um de seus pilares, além de servir como elo entre a empresa, os empregados e a sindicatos representativos, buscando sempre as melhores alternativas para promover a saúde, a preservação de vidas e as condições de trabalho.

Devem constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento, as empresas privadas, públicas, sociedades de economia mista, órgãos da administração direta e indireta, instituições beneficentes, associações recreativas, cooperativas, bem como outras instituições que admitam trabalhadores como empregados. O seu dimensionamento varia de acordo com a atividade econômica e o grau de
risco da empresa.

São múltiplas as atribuições, dos membros da CIPA, todas com foco no principal objetivo: a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. Algumas funções dos membros são realizar verificações nos ambientes e condições de trabalho, elaborar o mapa de riscos e plano de trabalho, avaliação do cumprimento das metas, realização de campanhas educativas e a promoção da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho – SIPAT.

A DSkills promove o treinamento de forma interativa e com aprendizagem experiencial, atendendo os conteúdos exigidos na NR5, porém, de maneira que seja totalmente aplicado no seu dia a dia.

Todos os conteúdos são estruturados para que durante os cursos, os membros da CIPA executem as atribuições na realidade da empresa e com as informações coletadas, possam elaborar um plano de ação já para a primeira reunião ordinária. Ou seja, as horas utilizadas no curso já serão aplicadas na sua atuação como membro da CIPA, tendo um ganho de tempo de 20h para as reuniões.

Andreia explica que o uso da gamificação melhora a motivação intrínseca dos membros da CIPA, despertando a curiosidade, o aprendizado ativo, análise crítica e analítica e a criatividade para a percepção de riscos. “Um conjunto de competências são desenvolvidas quando utilizamos a gamificação, tendo maiores resultados na aprendizagem e na mudança de comportamento.”

Além da NR5 – CIPA, a DSkills já contou sobre como a norma NR12 funciona, e como é aplicada no mercado plástico.

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Fique por dentro do que aconteceu no mundo do plástico

Pela primeira vez, pódio das Olimpíadas será feito de plástico reciclado

De forma inédita, cerca de cem pódios das Olimpíadas e das Paraolimpíadas de Tóquio serão compostos de plástico reciclado. Aproximadamente 45 toneladas de resíduos plásticos foram transformadas em matéria-prima para a produção dos pódios.

Trata-se de um projeto coordenado pelas empresas Procter & Gamble e TerraCycle que teve início com a instalação de caixas coletoras de plástico em 2,5 mil pontos da rede de supermercados japonesa Aeon. Além disso, resíduos plásticos foram recolhidos dos oceanos para complementar a coleta. Depois do fim das Paraolimpíadas, os pódios serão reciclados e transformados em embalagens para produtos da P&G.

Dow está mais uma vez no ranking GPTW das melhores empresas para as mulheres trabalharem no Brasil

Pelo segundo ano consecutivo, a Dow está entre as organizações certificadas pelo ranking GPTW (Great Place to Work) como uma das “Melhores Empresas para a Mulher Trabalhar” no Brasil. A empresa ocupou a 17ª posição entre as 35 companhias de grande porte que foram reconhecidas por desenvolverem as melhores práticas para a valorização da mulher no mercado de trabalho. 

A Dow investe, há mais de 30 anos, em iniciativas que pretendem dar espaço e voz ativa às mulheres. Por meio do WIN (Women Inclusion Network), grupo de afinidade que se dedica a questões relacionadas ao empoderamento feminino e à equidade de gênero, a Dow promove ações de estímulo à liderança feminina, trabalha iniciativas de combate à discriminação contra mulheres e organiza debates para entender os desafios que as mulheres ainda enfrentam no ambiente de trabalho.

Termotécnica faz parceria para recolher e reciclar marmitas de isopor distribuídas pelos restaurantes populares de Joinville

A substituição do atendimento presencial pela entrega de marmitas nas duas unidades do Restaurante Popular de Joinville levou ao uso de embalagens de EPS (mais conhecido como isopor - marca registrada de empresa terceira). Elas acondicionam cerca de 1.500 refeições diárias, que atendem principalmente pessoas vulneráveis do município. Nos últimos meses, essas pessoas foram sensibilizadas a trazer de volta suas embalagens para o restaurante, para que pudessem ser coletadas e recicladas pela Termotécnica, que tem matriz na cidade, voltando ao mercado para dar origem a novos produtos. 

O primeiro contato entre a Termotécnica e o Restaurante Popular aconteceu após uma live da Semana Lixo Zero Joinville 2020, quando a equipe dos restaurantes conheceu como era feito o processo de reciclagem do isopor na unidade da companhia em Pirabeiraba. Na sequência foi feito um trabalho de conscientização dos funcionários e dos usuários do restaurante e a coleta passou a acontecer semanalmente.

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A resina de Copolímero Estireno-Acrilonitrilo, também conhecida como SAN, é um material plástico que apresenta um perfil de propriedades muito equilibrado

Essa resina é constituída a partir da copolimerização do estireno e do acrilonitrilo e produzida por meio de suspensão ou solução.

A partir de sua produção, a resina torna-se um termoplástico com uma ótima performance de resistência química, excelente transparência, bom acabamento superficial, boa resistência térmica e estabilidade dimensional. Além de ser um componente rígido, tornando-o resistente a grandes impactos.

Devido a suas características, a resina SAN é indicada para a produção de materiais por meio da injeção, podendo ser moldada também por meio do sopro, compressão e extrusão.

As propriedades dessa resina possibilitam que ela seja metalizada, usinada e colada com facilidade e sem comprometer a estrutura. A resina SAN é um material de baixo custo, o que permite sua utilização em diversos produtos.

Suas principais aplicações estão direcionadas ao mercado de componentes frigoríficos, embalagens de cosméticos, filtros, divisas de prateleiras, displays, entre outros.

Empresas como Activas, Nova Trigo e Mms Plásticos fabricam esse produto.

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