Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias, dicas e curiosidades do mercado do plástico pelo mundo. Em suma, hoje você vai ver os a transformação de resíduos plásticos em obra de arte, a utilização do inhame para bioplásticos e a reciclagem de cadernos pela Kalunga.
Resíduos plásticos transformados em obra de arte
A artista plástica Beverly Barkat, de Jerusalém, começou a desenvolver uma obra para o lobby de um edifício no novo complexo do World Trade Center, com vista para o marco zero, em Nova York,
Barkat começou a experimentar, preenchendo vários tipos de recipientes transparentes com plástico descartado.
Buscando dessa forma, uma maneira de conectar as pessoas à natureza e a um mundo sem fronteiras, parecido com as vastas ilhas flutuantes de resíduos plásticos, que se formam e circulam pelos oceanos.
Então, descobriu um método de fundir pedaços de resíduos plásticos em moldes de resina epóxi transparente. Vista de fora, a esfera se assemelha a um vitral
Quando há reparos preventivos o risco de ter máquinas e aparelhos desgastados antes do tempo se reduz
Quando o assunto é energia elétrica, a manutenção nas instalações elétricas, preventiva e periódica é tema de fundamental importância para detectar problemas com antecedência. Dessa forma, evitando mau funcionamento, gasto excessivo de energia, acidentes e até mesmo explosões ou incêndios.
Contudo, muitas pessoas pensam que a manutenção deve ser feita apenas se alguma alteração for detectada ou se houver receio sobre o correto funcionamento de uma ou mais partes do sistema elétrico.
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A importância da manutenção nas instalações elétricas
Fábio Amaral, engenheiro eletricista e CEO da Engerey, empresa especializada na montagem de painéis elétricos certificados explica “Ocorre que, tanto nas residências quanto nas empresas e indústrias, com o passar do tempo, se instalam novos equipamentos, mais modernos e que requerem cargas de energia cada vez maiores. Caso a rede não seja adequada, ela pode sofrer sobrecarga, vindo a superaquecer e até mesmo ocasionar curtos-circuitos, sendo estes focos de incêndios”.
Porém, segundo Amaral, só de observar quadros, disjuntores, interruptores, lâmpadas, fiações e outros componentes importantes já é possível prever grandes danos às instalações. “É preciso readequar constantemente a instalação para os equipamentos que ela recebe”.
Amaral dá um exemplo corriqueiro do dia a dia de grande parte da população, mas que ilustra bem o perigo do descaso e da falta de informação, “Muitas pessoas trocam as tomadas 10 Amperes pelas de 20 quando compram equipamentos que pedem esta amperagem. Mas não se dão conta de que a fiação também necessita deste cuidado. É preciso analisar se a bitola do cabo aguenta a carga que está recebendo, e caso não, é necessária a substituição na fiação”.
A NR-10 e amanutenção nas instalações elétricas
De acordo com a Norma Brasileira número 10 (NR-10), que estabelece as condições mínimas de medidas de controle e sistemas preventivos, a periodicidade da manutenção nas instalações elétricas deve estar sempre em consonância com as características de cada local.
Portanto, são dois seus objetivos: precaução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas; bem como o correto funcionamento dos equipamentos eletrônicos instalados, evitando que máquinas e aparelhos sejam desgastados antes do tempo.
Amaral alerta “Nas indústrias, por exemplo, como o desempenho apropriado do maquinário é determinante para a produção, os serviços preventivos nos painéis elétricos devem ser uma prática constante. Do contrário, falhas elétricas podem causar prejuízos de grande ordem financeira”.
Correção x Prevenção
Em síntese, há dois tipos predominantes de manutenção nas instalações elétricas, são eles: corretivo e preventivo.
No primeiro caso (corretivo), a assistência se dá quando existe risco para a segurança dos usuários ou possibilidade de perdas materiais.
Geralmente, ocorre quando um ou mais componentes do sistema elétrico estão com problemas e precisam de consertos urgentes.
Então, na manutenção preventiva – a mais adequada – não há nenhum contratempo propriamente dito e a pessoa, empresa, condomínio ou indústria chama um técnico, regularmente, para fazer uma inspeção minuciosa.
O objetivo é que tudo permaneça na mais perfeita ordem. Quando qualquer defeito for encontrado, o reparo deve ser feito imediatamente, zerando riscos para o usuário e equipamentos eletrônicos.
O CEO da Engerey finaliza “Neste caso, os gastos com a manutenção preventiva são bem inferiores, quando comparados à corretiva, por tratar-se de um mecanismo que impede que ocorram panes ou perdas. Como diz o ditado: é melhor prevenir do que remediar a situação quando já não há outra solução”.
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Segundo pesquisa, 85% dos brasileiros se sentem melhor comprando produtos sustentáveis
Aderir práticas e inovação sustentável à indústria é uma necessidade latente diante do atual cenário mundial, pois com a escassez de recursos naturais, esse assunto está cada vez mais em pauta.
Alguns fatores levaram à urgência da sustentabilidade. Entre eles está o aumento de tecnologias usadas no dia a dia que impactam os recursos naturais, como é o caso dos meios de transporte.
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Outro fator que conta muito é o aumento exorbitante de descarte de eletrônicos, que ficam obsoletos e são substituídos por novas versões mais rapidamente.
Diante dessa nova realidade, a sociedade aos poucos começou a perceber o impacto no meio ambiente e assim iniciou a busca por reverter essa situação.
Em uma pesquisa da empresa FT Focus feita com mais de 300 líderes corporativos do mundo todo, 56% dos entrevistados responderam que entendem a importância de integrar os princípios da sustentabilidade ao desenvolvimento de seus produtos e serviços.
Desafios da inovação sustentável
Em suma, o intuito da inovação sustentável é estimular as empresas a serem mais escaláveis, impactando positivamente a sociedade e o ambiente em que vivem.
Mas como fazer isso? Reduzir o desperdício, usar materiais menos poluentes e utilizar a tecnologia como aliada são exemplos.
Por exemplo, com soluções APS para planejamento virtual é possível simular a produção antes mesmo de pôr em prática, calculando melhor o uso dos recursos que serão necessários e assim evitando extravios desnecessários.
Além disso, um dos grandes desafios da sustentabilidade é diminuir a incidência de descartes. Segundo uma pesquisa da ONU, 99% dos produtos comprados são jogados fora dentro de seis meses.
Portanto, sabendo que o Brasil é o 4º maior produtor de lixo plástico do mundo, é necessário pensar formas de alterar os produtos.
Algumas empresas já trocaram a utilização de plásticos descartáveis por papel semente ou plásticos biodegradáveis.
Os consumidores e a sustentabilidade
Atualmente, os consumidores esperam ações ambientais vindas das marcas e têm feito cada vez mais escolhas com base em processos de produção sustentáveis.
Segundo uma pesquisa, 85% dos brasileiros se sentem melhor comprando produtos sustentáveis. Então, seguindo uma cadeia produtiva mais eco, a empresa torna-se mais competitiva.
Além disso, práticas ligadas à sustentabilidade trazem engajamento com a marca. Tanto por parte dos consumidores quanto dos colaboradores, que, mais engajados, tendem a trabalhar com melhor produtividade.
Pilares da inovação sustentável
Vale ressaltar que existem três pilares de inovação sustentável. O pilar social diz respeito ao capital humano envolvido com a empresa. Sejam os funcionários, clientes, parceiros, ou qualquer outra pessoa que se encontre no meio do processo produtivo.
No caso dos colaboradores, é preciso levar em conta a segurança no trabalho, a saúde física e mental e o bem-estar.
Assim como a saúde dos consumidores deve estar resguardada ao usufruir do produto ou serviço produzido pela empresa.
Já o pilar ambiental condiz a projetos, políticas e ações voltadas para minimizar o impacto causado pelos processos da fábrica à natureza.
Principalmente quando o serviço/produto explora recursos do meio ambiente, precisa buscar formas de reverter o prejuízo.
Por último, o pilar econômico da inovação compreende a capacidade da instituição manter sua escalabilidade e ainda evitar extravios à natureza. Ou seja, pensar seus processos de forma inteligente, obtendo lucros e distribuindo seus produtos e serviços ao maior número de pessoas.
*Assinado por: Aloisio Arbegaus, Diretor Comercial da Teclógica.
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O setor de máquinas e equipamentos deve aumentar os investimentos no país neste ano. A estimativa é de que os aportes somem R$ 15,45 bilhões
O presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), José Velloso, diz que os recursos de investimento do fabricante de máquinas são necessários para suportar o crescimento previsto de 6% na receita em 2022.
Velloso explica “No ano passado, investimos R$14,52 bilhões, valor 68% superior ao que esperávamos. Nem um setor no Brasil investiu e investe tanto como o de máquinas e equipamentos. A busca pela melhoria de desempenho das máquinas não acaba nunca”.
Em suma, a maior parte dos recursos, perto de 38,2%, serão aplicados, segundo Velloso, na modernização tecnológica para aumentar a produtividade nas fábricas. “Mesmo com o crescimento do mercado, as empresas não devem colocar como prioridade o aumento de capacidade. Elas buscam mais eficiência”
O investimento do fabricante de máquinascomparativo ao ano de 2021
Portanto, pelas estimativas da ABIMAQ, a receita líquida total deverá crescer 6% neste ano com o investimento do fabricante de máquinas em 2022. Em 2021, o indicador chegou a R$222,44 bilhões, alta de 21,6%.
Por isso, segundo a entidade, o consumo aparente alcançou R$308,91 bilhões, evolução de 14,8% no comparativo com 2020.
Já a receita líquida interna, conforme a ABIMAQ, teve crescimento de 25,3%, alcançando R$168,08 bilhões.
Velloso diz que foi o melhor ano do setor da história no país. “E estimamos que em 2022 vamos crescer mais ainda, sobre uma base bastante alta. E temos vários fatores que devem sustentar essa evolução, principalmente os setores de infraestrutura e construção. A produção deve crescer 4,5% e as exportações outros 15,6%. Estamos bem otimistas para 2022”.
Mas, no ano passado, as fabricantes de máquinas fecharam com uma carteira de pedidos para 10,8 semanas, alta de 21,3%.
Segundo a ABIMAQ, como resultado esse desempenho do mercado brasileiro, o nível de utilização da capacidade instalada ficou em 79,2%.
Contudo, o comércio internacional também apresentou desempenho positivo em 2021. As exportações cresceram 34,2% no ano passado, para US $9,37 bilhões, e as importações chegaram a US $21,16 bilhões, com alta de 23,4%.
Dessa forma, o nível de emprego também acompanhou a evolução do setor em 2021. As fabricantes terminaram o ano com uma folha de pagamento de 367,5 mil pessoas, 42 mil postos a mais que em 2020.
Segundo o presidente executivo, a expectativa é de uma alta de 5% no número de vagas neste ano.
José Velloso - Presidente Executivo da ABIMAQ
Sobre a ABIMAQ
A ABIMAQ é a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos. Atua há mais de 80 anos para impulsionar o crescimento da indústria com foco na inovação tecnológica e na geração de negócios.
A estrutura nacional, com escritórios e unidades distribuídas pelo país, os possibilita representar cerca de 9.000 empresas de diferentes setores. Levando dessa forma, a uma grande capacidade de articulação e influência junto às instituições políticas e econômicas.
Em resumo, mais do que representar institucionalmente o setor, acreditam que para fortalecer a indústria, devem estimular o comércio e a cooperação internacional, mobilizar o mercado, contribuir para a capacitação e apoiar uma modernização tecnológica e de processos.
Trabalham diariamente para executar esses compromissos e oferecer aos associados, experiência, networking, conhecimento, atendimento personalizado e geração de oportunidades para que eles sejam líderes em seus mercados e apoiem o desenvolvimento da economia brasileira.
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Projeto de Fapesp e Braskem tem expectativa de impulsionar avanços científicos que revelem o potencial do uso do plástico na produção rural
A Fapesp e a Braskem, uma das maiores produtoras de resinas termoplásticas das Américas, selecionaram um projeto para a constituição de um Centro de Pesquisa de Plasticultura.
Este é um termo que se refere ao cultivo agrícola auxiliado por plásticos, por exemplo, em telas de sombreamento ou anti-insetos, estufas e filmes para cobertura do solo, e outros.
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Quem conduzirá o projeto são os pesquisadores ligados ao Núcleo Interdisciplinar de Planejamento Energético da Universidade Estadual de Campinas (Nipe-Unicamp). Além disso, contará com parceria com diversas universidades e instituições de pesquisa situadas no Estado de São Paulo.
Portanto, o novo centro integrará o programa Centros de Pesquisa em Engenharia (CPEs). Dessa forma, viabiliza sinergias entre a iniciativa privada e o setor acadêmico visando produzir e disseminar pesquisa de nível mundial, com a geração de alto impacto econômico e social por meio da inovação.
A parceria para o Centro de Pesquisa de Plasticultura
Luiz Eugênio Mello, diretor científico da Fapesp, conta que recursos cada vez mais escassos, bem como água, fertilizantes e solos férteis, podem ter seu uso potencializado com soluções a partir da plasticultura. “O novo CPE terá como missão ampliar aprendizados complexos, apontando caminhos sustentáveis para uma plasticultura contemporânea e gerando soluções práticas nessa área”
Por isso, a expectativa é impulsionar avanços científicos que revelem o potencial da plasticultura – o uso do plástico na produção rural – para aumentar a disponibilidade de alimentos que chegam ao mercado, tornando-os acessíveis a um maior número de pessoas.
Telma Teixeira Franco, professora da Faculdade de Engenharia Química da Unicamp e pesquisadora do Nipe, que coordena o projeto explica que “Um dos objetivos dos estudos que serão realizados no novo centro será otimizar os insumos e os recursos naturais que são empregados para a produção de alimentos, como a água, além de reduzir os impactos ambientais e aumentar a produtividade para atender à demanda de consumo”.
Os focos de pesquisa do CPE serão em segmentos estratégicos do agronegócio brasileiro, como por exemplo:
Silvicultura;
Cana-de-açúcar;
Grãos (soja e milho);
Citros;
Banana;
Aquicultura;
Café;
Cultivo protegido (hortaliças e frutas)
Alimentos orgânicos.
Contudo, as pesquisas se realizarão em colaboração estreita com os produtores agrícolas e associações do setor. “Fizemos um levantamento inicial das principais necessidades dos agricultores. A ideia se trata de ouvirmos constantemente os problemas apresentados por eles para buscarmos as soluções”, afirma Franco.
Em suma, três temas transversais permearão as pesquisas, bem como:
Economia circular e logística reversa;
Análise técnico-econômica e de impactos;
Modificações disruptivas no setor de plásticos para agricultura.
Exemplos de estudos
As pesquisas no CPE de Plasticultura irão reunir as necessidades dos produtores agrícolas e direcionar as escolhas entre privilegiar tecnologias já dominadas, de fronteira ou disruptivas, ou uma combinação delas, para criar um mercado de cultura plástica sustentável no Brasil.
Parte dos estudos será voltada a adaptar soluções plásticas em polietileno, polipropileno e PVC para cobertura de lavouras, preparo protegido de mudas e armazenamento de sementes em silos plásticos e embalagens para proteger os alimentos no transporte para a cidade.
Franco exemplifica que há muitas soluções que já foram desenvolvidas para alguns setores, como a construção civil, que poderiam ser adaptadas para uso em tanques para criação de peixes e crustáceos. “Faremos muitos experimentos em campo para adaptar esses materiais já existentes para novas culturas”.
No entanto, outra vertente de estudo será o desenvolvimento de novos materiais para o armazenamento e transporte de grãos, como soja.
Principal produto agrícola exportado pelo Brasil, a oleaginosa se armazena a granel, em contêineres, o que acarreta perdas de grandes quantidades do grão.
A fim de encontrar uma solução para esse problema, os pesquisadores do novo centro pretendem desenvolver um silo bag – compartimento de armazenamento em formato de bolsa flexível – com propriedades especiais para o armazenamento do grão.
Franco diz “Hoje praticamente não se usa silo bag para armazenamento de transporte de soja porque apresenta problemas, como retenção de umidade. Um dos nossos objetivos é desenvolver um silo bag mais apropriado para a soja”.
Além da parceria entre Fapesp e Braskem, veja também PQ parafuso cabeça quadrada: um reforço de qualidade às presilhas de fixação.
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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias, dicas e curiosidades do mercado do plástico pelo mundo. Em resumo, hoje você vai ver sapato feito com plástico reciclado, o super barco capaz de filtrar os plásticos do oceano e os blocos de construção feitos com plástico descartado.
Sapato feito com plástico reciclado e resíduos de café
A empresa filandesa Rens lança um novo calçado inteiramente feito de borra de café e garrafas plásticas sustentáveis.
De acordo com a Organização Internacional do Café, os filandeses são o povo que mais consome café no mundo, 12 kg per capita por ano.
E todos os grãos utilizados produzem uma quantidade enorme de resíduos, cerca de 14,4 toneladas por ano. Isso chega a corresponder a 13% do lixo alimentar anual do país.
A empresa desenvolveu a linha Originals com o material reciclado, os sapatos feitos com plástico reciclado e resíduos de café.
Cada par contém 300 gramas de resíduos de café, o equivalente a 21 xícaras. O CEO da empresa explica que a borra do café é misturada a bolinhas de plástico reciclado, criando um fio de poliéster de café.
Para calçar este sapato feito com plástico, o consumidor precisa desembolsar cerca de € 96 (quase R$600).
Apesar do alto valor, se comparado a produtos não sustentáveis, a empresa diz que os resultados têm sido bons.
Inclusive, já há planos para peças de roupa que utilizem como matéria-prima itens que seriam jogados no lixo.
Super barco capaz de filtrar de plástico dos oceanos
Com apenas 12 anos de idade, Haaziq Kazi já tem consciência que com nossas atitudes, podemos ajudar a preservar o planeta.
Aluno do sétimo ano do ensino fundamental, ele projetou um barco batizado de Ervis, cuja tecnologia é capaz de retirar em massa toneladas de plástico descartado dos oceanos.
O garoto vive em Pune, na Índia, e desenvolveu o protótipo de um “super barco” projetado com um sistema de discos, filtros e bombas hidráulicas com capacidade para sugar milhares de objetos sólidos de uma vez.
O conceito de um “barco sugador de lixo” surgiu na mente de Haazi quando ele tinha apenas 9 anos de idade, quando via alguns documentários sobre o impacto que os resíduos têm na vida marinha.
Em uma palestra da TEDx, o inventor explica que o barco antipoluição produz força centrípeta suficiente para sugar os resíduos em alto-mar, que então são separados graças a um sensor que distingue o que é água, o que é vida marinha e o que é plástico, devolvendo o que não é artificial para o oceano.
O jovem indiano apresentou sua ideia em diversas feiras e seminários de ciência mundo afora, bem como o TEDx, onde chamou atenção de pesquisadores, cientistas e entidades internacionais.
Algo que diferencia o Ervis dos demais protótipos já disponíveis para uso está no fato de que o super barco é capaz de separar o plástico de acordo com suas dimensões.
O primeiro produzido terá 40 metros de comprimento, 12 metros de largura e 25 de altura, pesando cerca de 600 toneladas.
O Ervis ainda está em fase de esboços, mas tem atraído o interesse de muitos e é possível que em breve se torne realidade.
Foi com a missão de oferecer um futuro sustentável para o plástico que surgiu a Byfusion, startup sediada em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Em suma, a empresa desenvolve um sistema que transforma o plástico descartado em um material resistente chamado byblock, que pode utilizar-se em construções, como muros de contenção, paredes de som e galpões.
Além disso, a empresa também vende móveis feitos a partir do material, como uma floreira e um conjunto de mesa de centro.
Os byblocks são feitos inteiramente de plásticos recicláveis e não recicláveis. Portanto, a meta da startup é reciclar 100 milhões de toneladas de resíduos até 2030.
Para fazer o byblock, o primeiro passo é encontrar o plástico. Por isso, a Byfusion colabora com as operações de limpeza dos oceanos para coletar resíduos.
Em 2020, atuou como parceira do Project Kaisei, que retirou mais de 100 toneladas do material do Oceano Pacífico.
Depois, o plástico é triturado, aquecido e fundido em blocos que medem 40 cm x 20 cm x 20 cm e pesam 10 kg cada.
A produção não utiliza produtos químicos e gera 41% menos emissões de gases de efeito estufa do que os blocos de concreto.
Contudo, a Byfusion visa estimular que mais pessoas usem o material. Por isso, disponibilizou o sistema de fabricação de blocos para empresas de gerenciamento de resíduos, governos e corporações ambientalmente conscientes em todo o mundo.
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Iniciativa realizada pela BASF, LinkedIn, Natura e Visa apoia desenvolvimento e amplia oportunidades
A moda como forma de expressão e desenvolvimento financeiro foram alguns dos temas preferidos das mulheres trans e travestis que participaram do programa de capacitação de mulheres trans: SOMA, Somos Mais fortes em conjunto”, promovido em colaboração pelas empresas BASF, LinkedIn, Natura e Visa.
Realizado durante o segundo semestre de 2021, a iniciativa ofereceu mais de 54 atividades, com treinamentos, consultorias e mentorias, com o objetivo de educar financeiramente e preparar para o mercado de trabalho as mais de 30 mulheres travestis e transexuais que vivem no Centro de Acolhida Especial Casa Florescer, em São Paulo (SP).
Elas participaram de dinâmicas – a maioria virtuais, e receberam conteúdo com o objetivo de impactar a construção de identidade de cada uma e prepará-las para a vida profissional.
Dentre as participantes, 76% concluíram o treinamento, segundo a ChatClass, edtech responsável pelo aplicativo que viabilizou a entrega do conteúdo de acordo com o tempo e individualidade de cada pessoa.
A participação das empresas no programa de capacitação para mulheres trans
Para ampliar o engajamento, foram doados pela BASF smartphones às participantes que não dispunham do aparelho, uma vez que a ferramenta de ensino funciona por meio do WhatsApp.
A Visa também ofereceu um cartão pré-pago com o nome social de cada participante. Além disso, o cartão possui saldo proporcional à pontuação acumulada individualmente ao longo da jornada. Para, dessa forma, estimular o aprendizado e promover as lições de educação financeira obtidas durante o projeto.
As empresas decidiram apoiar a população trans e travesti por ser o grupo mais afetado pela violência e preconceito relacionados à identidade de gênero.
A importância do Programa de capacitação de mulheres trans na vida das participantes
A população trans tem expectativa de vida de 35 anos no Brasil, sendo que 90% vivem na informalidade ou marginalidade.
Alberto Silva, idealizador e coordenador da Casa Florescer cometa “É fato que lidar com ferramentas corporativas, nunca vivenciadas, gerou um impacto na vida das pessoas que participaram da capacitação SOMA e favoreceu muito o resultado quando a equipe conseguiu trazer a metodologia para uma linguagem próxima da realidade delas. A resposta vem acontecendo naturalmente no dia a dia de cada uma e entendendo que cada pessoa tem seu tempo, o conhecimento continua sendo disseminado e utilizado, até sob uma nova ótica”.
Rihanna Borges Barbalho, uma das participantes do projeto, afirma “Para mim foi maravilhoso, de extrema importância, muito lindo todo o suporte que o SOMA tem nos dado. Foi uma experiência grandiosa, empresas importantes, levando conhecimento, ensinando a usar ferramentas para sabermos como vender nosso próprio peixe”.
Rihanna ainda diz que tem muita gratidão e torce para que esta ação não termine, que ela venha a agregar ainda mais em conhecimento e oportunidades. “Existem muitas mulheres trans e travestis que não tiveram acesso à educação, mas com toda a ajuda e apoio do pessoal do SOMA, elas foram aderindo e fomos nos ajudando umas às outras. Tenho muito a agradecer por esta abertura de conhecimento, pela conexão, valorização pessoal e por voltar a refletir que nós também fazemos parte da sociedade e do mercado de trabalho”.
O apoio psicológico com as participantes do programa de capacitação
Além do Programa de capacitação de mulheres trans: SOMA, contribuir para a visibilidade das mulheres trans e travestis ao orientá-las para o mercado de trabalho, o apoio psicológico foi considerado outro fator importante.
A participante Aliciah Kalloch conta “Além de toda bagagem de conhecimento e estratégias, o curso nos dá uma mentoria emocional. Por exemplo, mesmo após a conclusão, tenho contato com pessoas de diferentes empresas que me dão dicas e até motivação, que, infelizmente, muitas vezes falta”.
Portanto, a busca contínua pela melhoria, o senso de comunidade e o trabalho em equipe foram as principais expectativas sinalizadas pelas participantes em relação às características profissionais.
Como resultado, no final do processo, 14 currículos foram coletados para contribuir na busca por um novo trabalho.
O LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, ofereceu uma oficina de mentoria para construção do perfil na rede e boas práticas para a busca de novas oportunidades.
A identidade visual do programa foi criada pela artista gráfica Camila Gondo. Ela trouxe a transformação da natureza em harmonia com as cores da bandeira trans (azul, branco e rosa).
O Programa de capacitação de mulheres trans contribui para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, bem como:
(5) Igualdade de gênero;
(8) Trabalho decente e crescimento econômico;
(10) Redução das desigualdades.
Sobre a BASF
Na BASF, criamos química para um futuro sustentável. Ou seja, combinamos sucesso econômico com proteção ambiental e responsabilidade social.
Mais de 110.000 funcionários do Grupo BASF contribuem para o sucesso dos clientes em todos os setores e em quase todos os países do mundo.
Nosso portfólio está organizado em seis segmentos: Químicos, Materiais, Soluções Industriais, Tecnologias de Superfície, Nutrição e Cuidados e Soluções Agrícolas.
A BASF gerou vendas de € 59 bilhões em 2020. Além disso, as ações da BASF estão listadas na Bolsa de Valores de Frankfurt (BAS) e como American Depositary Receipts (BASFY) nos Estados Unidos.
Sobre o LinkedIn
O LinkedIn é a maior rede social profissional do mundo. Afinal, estamos presentes em mais de 200 países e contamos com quase 800 milhões de usuários, sendo deles mais de 53 milhões de brasileiros.
Ajudamos a conectar os profissionais do mundo a oportunidades de emprego e a transformar a forma com que as empresas contratam e vendem.
Por isso, nossa visão é criar oportunidades econômicas para todos os usuários do mercado de trabalho.
Sobre a Visa Inc.
Visa Inc. é a empresa líder em pagamentos digitais no mundo. Nossa missão é conectar o mundo por meio do que há de mais inovador, confiável e seguro em meios de pagamentos. Dessa forma, permitindo que pessoas, negócios e economias prosperem.
Em suma, nossa avançada rede de processamento global, a VisaNet, oferece pagamentos seguros e confiáveis em todo o mundo. Além disso, é capaz de processar mais de 65.000 transações por segundo.
O foco implacável da empresa em inovação é um catalisador para o rápido crescimento do comércio conectado em qualquer dispositivo e uma força motriz por trás do sonho de um futuro sem dinheiro em papel para todos, em todos os lugares.
À medida que o mundo passa do analógico para o digital, a Visa insere sua marca, produtos, pessoas, rede e escala para remodelar o futuro do comércio.
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com mais de 2 milhões de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil.
Faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Avon, Natura, The Body Shop e Aesop.
A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014. Portanto, isso reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico.
Além disso, é a primeira empresa brasileira a conquistar o selo "The Leaping Bunny", pela organização de proteção animal Cruelty Free International. Isso atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes.
Os produtos da marca podem ser adquiridos com consultoras, por meio do e-commerce, app Natura, bem como nas lojas ou franquias "Aqui tem Natura".
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Parceria entre Plastic Bank e SC Johnson também cria caminhos para maiores oportunidades econômicas para comunidades carentes
A Plastic Bank, empresa social que revoluciona a cadeia de suprimentos global de plástico reciclado, anunciou que impediu que 2 bilhões de garrafas plásticas chegassem aos oceanos, uma conquista ambiental.
A parceria global com a SC Johnson, fabricante líder do setor de marcas de consumo doméstico, como OFF!, Glade, Pato, Lysoform e Mr.Músculo, foi responsável por mais da metade dessa conquista ambiental. Proporcionando dessa forma, renda adicional para pessoas em algumas das comunidades costeiras mais vulneráveis do mundo.
Leia também:
O grande número de garrafas plásticas barradas na conquista ambiental
Fisk Johnson, CEO da SC Johnson diz “Impedir que uma quantia de 2 bilhões de garrafas plásticas poluíssem nossos ecossistemas oceânicos é um feito incrível. Por isso, a SC Johnson tem orgulho de desempenhar um papel importante nessa conquista enquanto trabalhamos em direção à nossa visão de um mundo livre de resíduos. Nossa parceria com a Plastic Bank é uma das muitas ações que realizamos em todo o mundo para reduzir o desperdício, aumentar o uso de plástico reciclável em nossos produtos e apoiar comunidades carentes.”
Dois bilhões de garrafas plásticas são o equivalente a parar mais de 40 milhões de quilos de plástico que, de outra forma, teriam chegado aos nossos oceanos.
Tudo isso, já que 100% do plástico é coletado numa área de até 50 quilômetros de um oceano ou hidrovia em países sem coleta formal de lixo e infraestrutura de reciclagem.
São mais de 8 milhões de toneladas métricas de plástico que poluem nossos oceanos todos os anos. Por isso, a parceria global da Plastic Bank e da SC Johnson trabalha para uma conquista ambiental contínua. Bem como ajudar a eliminar o resíduo plástico e encontrar soluções locais para uma crise global.
David Katz, Fundador e CEO da Plastic Bank diz que a poluição plástica e seu impacto em nossos oceanos é um dos desafios mais significativos do mundo. “A coleta de 2 bilhões de garrafas plásticas é uma prova do fato de que cada um de nós pode ser um herói na redução do resíduo plástico enquanto melhoramos as vidas de coletores".
Katz, afirma "Nossos heróis: SC Johnson, coletores, parceiros, proprietários de filiais, colaboradores e funcionários, estão conduzindo negócios, consumo, vidas e o planeta em direção à regeneração".
SC Johnson X Plastic Bank: Impacto da Parceria na conquista ambiental
Coleta de mais de 1,9 milhões de quilos de plástico no Brasil, o equivalente a mais de 97 milhões de garrafas plásticas;
Possui de 2400 coletores cadastrados, sendo 800 deles ativos no Brasil;
Criou 379 centros de coleta na Indonésia, Filipinas e Brasil desde 2018;
Impediu que mais de 20 milhões de quilos de plástico, o equivalente a 1 bilhão de garrafas plásticas, poluíssem ecossistemas oceânicos;
Lançou garrafas plásticas 100% recicladas provenientes dos oceanos em duas das marcas de limpeza doméstica da SC Johnson;
Forneceu renda adicional a mais de 22.000 pessoas.
Ao atingir a marca de 2 bilhões de garrafas, a Plastic Bank trabalhou com mais de 30.000 coletores em mais de 500 pontos de coleta nas Filipinas, Indonésia, Brasil e Egito, firmando dessa forma, a conquista ambiental
Os coletores nos ecossistemas Plastic Bank trocam resíduos plásticos por bônus que ajudam a melhorar a renda familiar e a acessibilidade às necessidades básicas da família. Como por exemplo, mantimentos, gás de cozinha, mensalidades escolares, seguro de saúde e conectividade digital.
Sobre a Plastic Bank
Além da conquista ambiental em parceria, a Plastic Bank® fortalece a sociedade regenerativa. Ajudamos o mundo a parar o plástico oceânico enquanto melhoramos a vida dos coletores.
Em suma, a Plastic Bank constrói ecossistemas éticos de reciclagem em comunidades costeiras. Além disso, reprocessa os materiais para reintrodução na cadeia de suprimentos de manufatura global.
Como resultado, os coletores recebem um prêmio pelos materiais que coletam. Estes prêmios os ajudam a fornecer as necessidades básicas da família, como mantimentos, gás para cozinhar, bem como mensalidades escolares e seguro saúde.
A plataforma de blockchain Alchemy™ protege toda a transação e fornece visualização de dados em tempo real - permitindo transparência, rastreabilidade, e escalabilidade rápida.
O material coletado renasce como Plástico Social. Por sua vez, pode ser facilmente reintegrado em produtos e embalagens como parte de uma cadeia de abastecimento de economia circular.
Plastic Bank atualmente opera no Brasil, Indonésia, Filipinas e Egito. Saiba mais em www.plasticbank.com .
Sobre a SC Johnson
A SC Johnson acredita que um mundo mais sustentável, saudável e transparente que inspire pessoas e crie oportunidades não é apenas possível – é nossa responsabilidade.
Contudo, uma herança de inovação e decisões ousadas e transparentes é o motivo pelo qual nossos produtos de alta qualidade e marcas icônicas estão em residências, escolas e empresas em praticamente todos os países do mundo.
Como uma empresa global e orientada por propósitos, estamos comprometidos em tornar o mundo um lugar melhor hoje e para as gerações futuras.
Isso significa trazer incansavelmente nossa experiência em ciência, inovação e parcerias para lidar com algumas das questões ambientais e de saúde mais prementes do mundo. Bem como reduzir o desperdício de plástico e erradicar a malária.
Em todo o mundo, usamos nossos recursos para desbloquear maiores oportunidades econômicas e educacionais para pessoas e comunidades onde o acesso pode ser limitado, mas a curiosidade e o potencial são ilimitados.
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Projeto na Rocinha já evitou que 700 quilos de resíduos fossem descartados irregularmente e dá novo uso para material
Apaixonado pelo Brasil e envolvido na causa da sustentabilidade, o engenheiro mecânico canadense Arian Rayegani, de 28 anos, se mudou para a Rocinha em 2019 com um objetivo: difundir sua ideia de produzir skates sustentáveis com tampinhas de garrafa PET.
Em suma, o projeto tomou forma na comunidade no ano passado, em abril, próximo à entrada do Portão Vermelho, com o nome de Na Laje Designs, onde funciona a fábrica do canadense.
Como resultado, até hoje, a iniciativa de Rayegani já fez com que aproximadamente 700 quilos de tampinhas não fossem descartados irregularmente.
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O incentivo para o projeto de skates sustentáveis
De acordo com um levantamento do projeto, mais de 230 toneladas de resíduos, que variam de plásticos, papelão, isopor e outros, são descartados por dia na Rocinha.
Por isso, esse número fez da comunidade um lugar perfeito para a implementação da iniciativa.
O engenheiro diz “Eu sempre quis tocar projetos como esse, e sempre quis que fosse no Brasil, onde já vinha desde 2014, como turista, e fiquei encantado. Por isso, a ideia de vir para a comunidade apareceu por meio de sugestões dos que já atuavam aqui com iniciativas similares. Então, com o descarte alto de resíduos, a Rocinha se tornou um bom lugar. Além disso, é um local carente de saneamento básico, com pouca estrutura para projetos sustentáveis”.
Ele conta que o estalo para iniciar a confecção dos skates sustentáveis aconteceu na cozinha de sua casa, em Toronto, quando manuseava os resíduos de lixo produzidos por sua família. “Eu queria achar um novo destino para aquela quantidade toda de lixo, algo focado na reciclagem”.
No entanto, após pesquisas, o mais viável foi produzir o skate. Hoje, portanto, o projeto tem apoio de ONGs como Salvemos São Conrado, Vivendo Um Sonho Surf, Horta na Favela e Família na Mesa, todas atuantes na região da Rocinha.
Veja também: Composto TR: conheça as principais características.
O processo de confecção dos skates sustentáveis
Para fazer uma unidade, ele utiliza cerca de 500 tampinhas, ou seja, o equivalente a um quilo de plástico.
Contudo, o material vem de moradores da comunidade, de pescadores das redondezas e de projetos sociais envolvidos com produção e distribuição de alimentos.
O processo de confecção demora cerca de duas horas, entre triturar, colocar na prensa e depois no forno.
Entretanto, hoje, com a demanda em alta por parte de empresas, Rayegani contratou dois funcionários para ajudar no trabalho.
Cada skate sustentável sai por R$480 com as rodas. Mas, sem elas, fica por R$260 e pode ser adquirido no site.
O engenheiro conta que "ainda não tenho o retorno financeiro que investi, que foi algo próximo de R$50 mil, para a criação do Na Laje. A demanda é alta, mas a gente ainda não consegue atender a todos. Nossa equipe é pequena para o tanto de pedidos. A gente está caminhando aos poucos”.
O espaço tem o tamanho aproximado de um quarto de três por três metros. A ideia é que ele consiga ampliar a fábrica para que se torne um espaço de narrativas sustentáveis: com uma horta ecológica, promovida pelo Horta na Favela, outro projeto da região; um espaço para workshops; e uma fábrica em tamanho maior, para que visitantes também possam fazer parte da confecção.
Rayegani explica “nós estamos estimando algo em torno de R$100 mil para a ampliação. Queremos que aqui se torne um local para turistas e moradores”.
Rede de pesca
Outra ideia é que os resíduos reutilizados ultrapassem as tampinhas. Até agora, com elas, ele já fez troféus para campeonatos locais e arriscou um relógio de parede.
A próxima etapa é reutilizar redes de pesca, a partir deste ano.
Segundo o engenheiro, o material é bem mais resistente que o PET. “Daqui a dez anos, queremos estar em outros lugares do Brasil. Temos percebido essa demanda. É difícil pensar no projeto como algo que dê também retorno financeiro, até porque a confecção é muito cara, mas penso, principalmente, na educação das pessoas daqui e de fora”.
Quem vê um futuro brilhante com esse e outros projetos na Rocinha é Marcelo Farias, ativista do projeto Salvemos São Conrado e morador há 45 anos da comunidade.
O projeto organiza, desde meados de 2011, ações de limpeza na Praia de São Conrado.
Segundo Farias, mais de cinco toneladas de lixo já foram retiradas em apenas um dia de mutirão. “Um dos nossos maiores problemas aqui é o lixo. Muitos não têm acesso à lixeira; moram no topo do morro e fazem o descarte incorretamente. É pouco o investimento. Quando projetos como esses vêm para a região, sinto que a população toma uma consciência maior. Coloca na mente das pessoas que o lixo pode ser reutilizado e até descartado de forma diferente, sem ser no meio da rua ou nos mares, como vemos em grande quantidade”.
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A frota sustentável é feita com plásticos reciclados que foram utilizadas nas embalagens de salgadinhos e refrigerantes da marca
A PepsiCo, alinhada às suas metas globais de sustentabilidade, inova mais uma vez e lança um protótipo de carroceria de caminhão sustentável.
Em síntese, é feita com plástico reciclado, mais especificamente de BOPP e garrafas PET, materiais usados nas embalagens de salgadinhos e refrigerantes de suas marcas.
Esta é uma iniciativa pioneira no mercado e faz parte da transformação estratégica da companhia, o PepsiCo Positive.
PepsiCO Positive visa gerar valor sustentável por meio de três pilares:
Agricultura positiva;
Cadeia de valor positiva;
Escolhas positivas.
O protótipo da carroceria de caminhão sustentável
A agenda consolida as ações da empresa em toda a sua cadeia produtiva e coloca a sustentabilidade no centro dos negócios.
Dessa forma, inclui o desenvolvimento da economia circular e o reforço de sua frota sustentável, que hoje já é uma das maiores do setor de bens de consumo no Brasil e no mundo.
O protótipo da carroceria de caminhão sustentável desenvolveu-se utilizando como base embalagens recicladas de produtos da empresa na composição.
Para a fabricação da carroceria, as embalagens de BOPP e PET passaram por processo químico. No entanto, nesse processo, quando misturados a outros componentes, reduzem a quantidade de fibra de vidro utilizada na fórmula original.
Este material passou por diversos testes a fim de assegurar sua segurança e durabilidade.
Entre eles o de envelhecimento artificial estimado em 10 anos, bem como elasticidade e condução de calor, obtendo resultados positivos e demonstrando a possibilidade de utilizá-lo em larga escala em sua frota.
Os materiais utilizados no projetoda Carroceria de caminhão sustentável
Para o projeto da carroceria de caminhão sustentável foram utilizados cerca de 3 quilos de embalagens plásticas de BOPP .
Tudo isso, representa cerca de 750 unidades de bolsas de salgadinhos, e 18 Kg de plástico PET - aproximadamente 368 garrafas.
Novos experimentos estão sendo realizados para aumentar ainda mais a utilização destes recicláveis na composição da fibra, que pode consumir até 99% menos energia em kWh na sua produção em comparação a carroceria convencional feita de alumínio.
Anderson Pinheiro, Diretor de Transportes da PepsiCo Brasil afirma “A preocupação com o Planeta está no centro dos esforços da PepsiCo e na área de transportes estamos cada vez mais atentos a essa necessidade de mudança para uma frota mais sustentável. Ações como essa reforçam o nosso compromisso com a sustentabilidade e, também, com a economia circular do plástico, material para o qual buscamos alternativas para que não se torne lixo e possa ser ressignificado. Apenas com o projeto de carroceria sustentável pretendemos reciclar aproximadamente 5 toneladas de plásticos em um ano.”
PepsiCo expande frota de veículos elétricos e movidos a GNV
Além da carroceria de caminhão sustentável, a PepsiCo também anuncia a compra de vinte caminhões elétricos e cinco movidos a GNV para reforçar sua frota sustentável.
No entanto, dezenove veículos elétricos são da JAC Motors, modelo iEV 1200T, do qual a empresa já havia adquirido dez unidades em 2020. Além de um da Volkswagen, modelo e-Delivery11, primeiro caminhão elétrico 100% nacional.
Os 5 veículos movidos a GNV (gás natural veicular), são da SCANIA, além disso, são do mesmo modelo que a companhia adquiriu 18 caminhões no ano passado.
A empresa foi a primeira a usar caminhões movidos a gás natural e umas das pioneiras no uso de caminhões elétricos em sua frota.
Dessa maneira, reforça o seu compromisso com a mitigação dos impactos causados pelas emissões de CO2 na atmosfera e com a sustentabilidade em toda sua cadeia de valor.
Todas essas ações vêm ao encontro da meta global da PepsiCo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 40% em sua cadeia produtiva até 2030.
Além da frota de carroceria de caminhão sustentável, leia também, PQ parafuso cabeça quadrada: um reforço de qualidade às presilhas de fixação.
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