O Poliestireno de Alto Impacto (high impact polystyrene), também conhecido como PSAI, é uma resina obtida do monômero de estireno (SM), com adição de 5% a 10% do elastômero polibutadieno, proporcionando maior resistência e alongamento.
Tanto que, este é um dos termoplásticos mais utilizados em ações promocionais, ações no PDV e entre outras aplicações.
Ou seja, essa grande aceitação quanto ao Poliestireno de Alto Impacto se dá devido a sua capacidade de ser moldada.
Tudo isso, permitindo que possa se trabalhar com esse material em diferentes formas sem que sua qualidade seja, de fato, comprometida.
Atuações do PS Alto Impacto
Ainda assim, o PSAI é atraente para a indústria da comunicação visual e pode ser encontrado em displays, placas de sinalização.
Além disso, comunicação e sinalização, brindes promocionais, e outros produto de comunicação visual.
No entanto, por ser composto com borracha, o PSAI possui uma maior resistência a impactos, mas se comparado ao vidro, essa resistência chega a ser 80% superior.
Além disso, entre suas caraterísticas destacam-se, por exemplo:
Alta flexibilidade;
Mobilidade;
Inodoro;
Por não ser transparente, o PS de alto impacto pode ser produzido em diversas cores;
Pigmentação em várias cores;
Leveza no material;
Por exemplo também,
Resistência a ácidos fortes;
impressão em alta qualidade;
resistência à abrasão;
Boa estabilidade dimensional;
Baixa absorção de umidade;
Nesse ínterim, o material também possui baixo custo, quando comparado a outros plásticos.
Principais aplicações deste termoplástico
Em suma, o Poliestireno de Alto Impacto possui diversas aplicações.
Nesse sentido, o que torna esse termoplástico ainda mais utilizado no mercado. Suas principais aplicações são, por exemplo:
Logo após, o Poliestireno de alto impacto pode ser processado de três formas:
Extrusão;
Injeção;
Termoformagem;
No entanto, a aplicação mais comum do Poliestireno de Alto Impacto é a termoformagem de peças, também conhecida como vacuum formagem.
Bem como, o objetivo desse processo é moldar o Poliestireno através de moldes e temperatura, no formato desejado.
Apesar disso, o poliestireno é comercializado em chapas, podendo ser virgens ou não, em diversas cores e espessuras, podendo ser decidido e encontrado de acordo com cada fornecedor.
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Grupo cria empresa para desenvolvimento de materiais reciclados
tampinhas recicladas
Em 18 de abril, a Ambipar anunciou o lançamento da Universo Ambipar, uma empresa focada em produtos de uso diário, desenvolvidos através de materiais reciclados.
De início, estes produtos serão destinados aos consumidores por meio da loja física e do e-commerce da empresa.
Com isso, a missão da Universo Ambipar é acelerar a programação da economia circular na vida diária das pessoas.
Como descreve o grupo: "Disseminando informações sobre sustentabilidade, a Universo propõe o consumo consciente com uma linha de produtos domésticos aderentes às boas práticas."
A nova empresa dispõe de uma linha de produtos como luminárias de alumínio e plástico PET reciclados, coletados pela Ambipar.
Além de produtos desenvolvidos no laboratório do Grupo em Nova Odessa, como shampoo e condicionador feitos das sobras de colágeno da indústria farmacêutica.
Ainda mais, na sua linha têxtil, a empresa busca mostrar a possibilidade do uso da tecnologia em matérias-primas sustentáveis, como tecidos de casca de banana.
Pensando na redução de emissões de carbono, todos os produtos da Universo Ambipar são totalmente neutralizados.
Tampinhas plásticas ajudam pessoas com síndrome de Down
O Instituto Amor 21, buscando recursos para pessoas com síndrome de Down, coletou através de um projeto, 30 toneladas de tampas plásticas em Alagoas.
O projeto Tampinha Legal comemora o status de movimento socioambiental e por conseguir engajar diversos parceiros.
Ainda assim, o presidente do Instituto Amor 21, Tony Cabral, comenta: "Sobrevivemos de doações, então, uma tampinha arrecadada é uma maneira singela de apoiar os nossos projetos."
Segundo o presidente, o processo é concluído quando o material é reciclado e retorna para a indústria.
Logo após, Cabral pontua: "Esta é uma ação que também colabora com o meio ambiente."
De antemão, o projeto já possui mais de 60 pontos de coleta em Maceió, e também em municípios como Arapiraca, São Miguel dos Campos, Boca da Mata e Marechal Deodoro.
Com isso, as tampinhas arrecadadas devem ser de plástico e podem ter diferentes tamanhos e cores.
Como exemplo, tampinhas de garrafas de água, de refrigerante, óleo de cozinha, vinagre, adoçante, tampas de creme dental e muito mais.
Tanto que, o projeto Tampinha Legal foi criado para disseminar informações e aumentar os níveis de esclarecimento quanto ao destino correto dos resíduos plásticos.
Assim, é um trabalho conjunto que envolve empresas de todo país. Criado em 2016, a partir do Congresso Brasileiro do Plástico.
Projeto arrecada tampas plásticas para castração de animais
Um projeto arrecada tampinhas plásticas para custear a castração de animais de rua, bem como proteger o meio ambiente em Ribeirão Preto, SP.
Primeiramente, a iniciativa surgiu em 2018, de acordo com a última contagem feita pelo projeto, quase 1,5 toneladas de materiais já foram arrecadados.
De acordo com Renato Fagundes Carvalho, gestor ambiental e responsável pelo CastrAÇÃO Ribeirão, a revenda do material a depósitos de reciclagem torna a ação receptiva.
Carvalho diz: "Mesmo esse plástico duro tendo valor menor na revenda, é um material muito abundante na zona urbana."
Dessa forma, os materiais arrecadados são destinados à reciclagem.
Ou seja, eles são pesados e vendidos, com toda quantia obtida destinada ao pagamento de cirurgias de castração de cães e gatos.
Nesse sentido, a ação tem pontos de coletas espalhados pela cidade, em diferentes bairros
Bem como, os pontos de coleta ficam localizados no Centro, em Ribeirânia, Vila Tibério, Jardim Santa Cruz, City Ribeirão e Quintino Facci II.
Ao todo, são seis endereços parceiros, mas a expectativa do responsável é de que esse número aumente.
Carvalho afirma: "Estamos buscando parcerias de estabelecimentos localizados em pontos interessantes, estratégicos, a ideia é que possamos espalhar esses pontos por diferentes zonas da cidade."
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A ERT (Earth Renewable Technologies), está buscando a ampliação da capacidade produtiva de biopolímeros da planta localizada na Cidade Industrial de Curitiba, com menos de um ano.
Primeiramente, a unidade foi inaugurada em agosto de 2021.
Foi a primeira planta industrial da América Latina focada em produzir plásticos com base de biopolímeros biodegradáveis.
Tanto que, chamou a atenção de parceiros ao redor do mundo, como a Nexeo Plastics, que agora vai distribuir o produto no Canadá e nos Estados Unidos.
Por exemplo, o contrato foi assinado em março deste ano.
Ainda assim, a previsão é que, até o fim de 2022 a ERT aumente em dez vezes o volume de biopolímeros produzidos. No ano passado, foram 300 toneladas.
Novas parcerias para o mercado de biopolímeros
Ou seja, com a chegada de novos parceiros, assim como também a Activas, que está distribuindo o produto da ERT no mercado do México e do Brasil, a empresa reafirma a importância de um negócio focado em preservação e sustentabilidade ambiental.
Ainda assim, segundo o Atlas do Plástico, a produção no mundo pode crescer 50% até 2025, gerando uma crise ambiental sem precedentes. O Brasil recicla menos de 7% do material descartado.
Portanto, o mercado de plástico projeta crescimento de 5% em 2022.
Já para a ERT, essa é a oportunidade de entrar em um cenário que ainda é muito dependente do plástico comum.
Leia mais:
A expectativa é de crescimento
Para ampliar a produção do biopolímero biodegradável, a ERT vai abrir uma nova linha fabril, aumentando em 50% o quadro de funcionários.
Nesse sentido, o faturamento estimado é de R$ 100 milhões. A empresa planeja, ainda, substituir 3,5 mil toneladas de plástico de petróleo do mundo por plástico biodegradável neste ano.
Com a ampliação da capacidade produtiva no Brasil, a ERT caminha rápido rumo à expansão. A empresa estima investir cerca de R$ 250 milhões até 2025.
Kim Gurtensten Fabri, CEO da companhia, destaca "a tecnologia que empregamos pode se tornar cada vez mais versátil, gerando soluções inovadoras para um cenário onde a demanda por produtos biodegradáveis só vai crescer."
E ainda finaliza que os consumidores estão cada vez mais conscientes sobre a origem daquilo que levam para casa, então é uma solução amiga do ambiente e alinhada às tendências de consumo.
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Os misturadores são equipamentos utilizados em processos industriais, servindo para misturar, homogeneizar soluções e emulsificar.
O misturador pode combinar perfeitamente quaisquer sólidos ou líquidos necessários para formar o produto final.
Usados em muitas indústrias durante a fabricação ou processamento de substâncias.
Portanto, seu potente motor e lâminas permite que o misturador manipule uma ampla variedade de materiais.
Além disso, os misturadores industriais permitem que o processo seja realizado em um único dispositivo com múltiplas formas de se dosar. Dessa forma, operando de forma eficiente em diversas aplicações com baixo consumo de energia.
Usados em muitas indústrias durante a fabricação ou processamento de substâncias.
Leia também:
Modelos de misturadores industriais
Por ser um material robusto e eficiente, existem alguns modelos diferentes do misturador industrial, adaptados conforme o segmento de cada indústria.
Ribbon Blender
Um liquidificador, que funciona de maneira semelhante ao misturador, mas utilizado para misturas secas, como sólidos a granel.
Agitadores
Os agitadores usados em líquidos. Funcionando apenas o tempo suficiente de contato com a substância para mistura adequada.
Emulsificadores
Este tipo de misturador, utilizado para misturar líquidos, como óleo e água. A substância é peneirada através de filtros pequenos que quebram moléculas maiores.
Misturadores estáticos
Conhecidos como misturadores de linhas, não possuem partes móveis.
Os misturadores estáticos, usados em aplicações industriais para homogeneização e mistura de líquidos diferentes, gases, gases com líquidos e/ou sólidos granulados. Por isso, uma tecnologia de pequena manutenção e fácil instalação proporciona sensíveis melhoras de processo.
Misturador de tambor
Bem como, este modelo possui tambores flexíveis, que podem ser acoplados em containers.
Estes misturadores geralmente usados para misturar substâncias de viscosidade baixa a média, como cimento ou pastas adesivas.
Tanto que, este misturador é capaz de misturar substâncias de tamanhos diferentes, como cascalho e pasta de cimento ou sorvete e frutas.
Além desses, algumas opções de misturadores industriais disponíveis no mercado, podendo ser escolhido de acordo com a necessidade de uso de cada cliente, avaliando o processo, as substâncias e o produto final.
Atenções com os misturadores industriais
Os misturadores industriais precisam de alguns cuidados especiais, para que seu funcionamento e tempo de vida sejam prolongados.
Como por exemplo, a limpeza correta e periódica dos equipamentos. A higienização dos misturadores é um dos principais pontos para o desempenho, evitando que substâncias alojadas no misturador sejam prejudiciais ao funcionamento.
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O plástico resistente ao calor tem em sua composição produtos químicos sintéticos. Assim, esse material cria variedades de propriedades físicas. Um tipo de plástico resistente ao calor é o PPS.
Sobretudo, os polímeros são monômeros que são ligados aos átomos de petróleo e hidrocarbonetos.
Esse material é dividido em dois grupos, que são os termoplásticos e os termorrígidos.
Logo, os termoplásticos amolecem com o calor e endurecem com o resfriamento.
Já os termorrígidos ou termofixos, endurecem após o primeiro aquecimento e estabelecem ligações com outras moléculas de plástico que não retornam a amolecer.
Por exemplo, o PS (Poliestireno) é resistente ao calor, por isso é usado para fazer os cascos de jangadas e barcos.
Além disso, outro plástico resistente ao calor é o PPS (Sulfeto de Polifenileno), que é plástico de engenharia, devido à sua resistência e rigidez.
Leia também:
Conheça as propriedades e aplicações do PS e PPS
O poliestireno é um termoplástico resultante da polimerização do monômero de estireno.
Sendo, então, um material atóxico, transparente e sólido, com propriedades de destaque como rigidez, ser moldável e resistente.
Ainda mais, as principais características do PS é ser reciclável, a baixa densidade, fácil processamento, elevada resistência a álcalis e ácidos.
Bem como, a resistência à compressão e absorção da água.
Esse material está na fabricação de EPIs e em quase toda cadeia do setor de construção civil que necessite de plástico.
Já o PPS é um polímero semi-cristalino, sendo um plástico de engenharia com elevado desempenho, tendo propriedades mecânicas e térmicas extremamente elevadas.
Com isso, esse material possui propriedades quanto a temperatura de serviço, equivalente até 240°C.
Além disso, tem baixa absorção de água, assim como tem resistência térmica a curto prazo de até 270°C.
Assim como, uma resistência química bastante elevada e alta resistência à fluência.
O PPS aplicado em componentes elétricos e eletrônicos, como fichas, conectores multiponto, bobinas, relés e outros.
Aplicações do plástico resistente ao calor nos produtos do cotidiano
Inicialmente, alguns plásticos são moldados por meio de termofixos para durabilidade em condições externas.
Com isso, as aplicações desses materiais resultam em cinzeiros e utensílios de cozinha.
As aplicações industriais e militares para termofixos podem envolver colocações em tecnologias eletroeletrônicas.
Isto é, as técnicas de fabricação são transparentes e moldadas por injeção.
Dessa forma, os processos possibilitam grande produção com ciclos de produção mais curtos e mais econômicos.
Portanto, o plástico resistente ao calor está na fabricação de produtos de tecnologias domésticas.
Sendo, então, comuns a equipamentos críticos de alto desempenho.
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As injetoras termoplásticas personalizadas vem ganhando cada vez mais espaço na indústria do plástico. Isso porque, a personalização age de acordo com a necessidade do cliente, por isso o aumento da demanda por esses equipamentos na indústria.
Primeiramente, as injetoras termoplásticas personalizadas têm força de fechamento, bem como capacidade de injeção e também um limite de altura máxima e mínima do molde.
Assim, esse equipamento dispõe de dois fatores essenciais, que é o parafuso de plastificado e os processos especiais.
Como explica Ítalo Fernando Farias e Fernando Xavier do Nascimento, professores da Escola e Faculdade de Tecnologia SENAI Mário Amato.
Para Farias e Nascimento, o parafuso de plastificação deverá ter configuração geométrica, taxa de compressão e relação específica ao comportamento reológico do material processado.
Ainda segundo os professores, as injetoras termoplásticas personalizadas buscam solucionar a interface com dispositivos externos, assim que a moldagem do produto precisar de etapas especiais.
Farias e Nascimento exemplificam: "Como exemplos, a inserção de insertos metálicos, rótulos no molde, uso de molde com núcleo rotativo, entre outras tecnologias do mercado."
Leia também:
Saiba quais os benefícios desses equipamentos
A principal vantagem de aderir a injetora termoplásticas personalizada é de desenvolver produtos de forma muito mais rápida e ágil.
Ou seja, esse equipamento é capaz de proporcionar diversos benefícios e bastante eficiência.
Com isso, a empresa que inclui a injetora termoplásticas personalizada em seus processos, terá não só uma maior qualidade e desempenho na produção.
Mas, também, uma maior adequação da cadeia produtiva.
Isto é, esse equipamento possibilita mais eficiência operacional para a indústria do plástico.
Além disso, na moldagem por injeção personalizada, é possível usar cargas no material de moldagem.
Dessa forma, reduzem a densidade do plástico durante a moldagem, logo podendo adicionar maior resistência à peça final.
Portanto, o produto final terá força aprimorada, além de um excelente acabamento e um design flexível, de acordo com a escolha feita na produção.
Como acontece o processo de injeção do plástico?
O processo de injeção do plástico diz respeito ao aquecimento da matéria-prima, assim, a injeção entra diretamente no molde e ocorre o resfriamento do material.
Dessa maneira, o ciclo é completo partindo do fechamento do molde, injeção do material fundido, recalque, resfriamento, abertura de molde e da extração da peça.
Logo, esse processo envolve uma série de máquinas e equipamentos que devem ser operados por profissionais qualificados.
Por isso, é preciso analisar as necessidades da indústria, para possibilitar que cada máquina seja personalizada de acordo aos requisitos e metas de aplicação.
Contudo, as injetoras termoplásticas personalizadas só obtêm êxito em sua operação, quando as manutenções são preventivas.
Isto é, essas manutenções garantem uma produção com o mínimo de interferências, assim fazendo com que o equipamento tenha maior durabilidade e produtividade.
Por fim, as injetoras termoplásticas personalizadas se mostram mais vantajosas em relação às máquinas padrões.
Isso porque, conferem mais eficiência e durabilidade operacional.
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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Em suma, hoje você vai ver o Programa de Certificado de Reciclagem, a Reciclagem com a luz do sol e a economia circular e azul.
Programa de Certificado de Reciclagem pode elevar renda de catadores em 25%
Programa de Certificado de Crédito de Reciclagem, o Recicla+, lançado pelo Governo Federal, tem potencial para elevar a renda dos catadores de materiais recicláveis em pelo menos 25%.
Ou seja, a média salarial desses trabalhadores é de R$ 930,00. Como resultado, o crédito de reciclagem deve beneficiar mais de 800 mil catadores, 70% deles são mulheres, e 1.100 cooperativas.
Com o Recicla+, os agentes de reciclagem, que podem ser cooperativas de catadores, municípios, consórcios públicos, empresas, e até mesmo microempreendedores individuais (MEI), vão se cadastrar no Ministério do Meio Ambiente e registrar as notas fiscais da venda dos resíduos sólidos.
Depois, o MMA vai emitir certificados de crédito de reciclagem para esses agentes. As empresas vão poder comprar esses créditos das cooperativas e catadores.
No entanto, cada tonelada de material reciclável comercializado equivale a um Certificado de Crédito de Reciclagem.
Um decreto de 2017 obriga fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes a implementarem a chamada logística reversa. São 242,2 mil empresas que possuem obrigação legal de fazerem esses serviços.
No formato atual, a estimativa do custo para o recolhimento dos materiais fica entre 9% e 15% do faturamento da empresa. O custo de retorno de 1 tonelada de embalagens pode chegar a R$ 1.800.
Portanto, com o Recicla+, quem fará esse recolhimento serão os catadores e as empresas irão ressarci-los por meio da compra do crédito de reciclagem.
Com isso, o custo por tonelada deve chegar a R$ 350, uma economia de 81% no custo da logística reversa.
Químicos aproveitam a luz do Sol para reciclar resíduos plásticos
Químicos da Universidade de Cornell, nos EUA, descobriram uma maneira de usar luz e oxigênio para reciclar resíduos plásticos em ácido benzoico.
Ainda assim, esse é um composto estocado em laboratórios de química de faculdades e colégios, usado em fragrâncias, conservantes alimentares e outros produtos comuns.
Bem como, caixas de ovos de isopor, objetos de acrílico, copos e muitos outros itens de uso habitual são compostos de poliestireno (PS).
Uma equipe em Cornell, descobriu que a reação pode acontecer até em uma janela onde bata luz do Sol.
Um artigo relata um processo leve, amigável ao clima e escalável aos fluxos de resíduos comerciais, que alinha com a missão de seu laboratório de enfrentar as preocupações ambientais por meio da química.
Além disso, segundo a equipe, o processo é tolerante a aditivos inerentes a um fluxo de resíduos do consumidor, incluindo sujeira, corantes e outros tipos de plásticos.
Então, para testar a tolerância do processo a outros compostos misturados com o plástico PS, os pesquisadores utilizaram desde materiais de embalagem até tampas de copos de café para viagem.
Em suma, eles descobriram que três itens, uma tampa branca de copo de café, isopor e uma tampa transparente, degradam-se eficientemente.
Por isso, para demonstrar viabilidade e potencial aplicação comercial, os pesquisadores criaram uma configuração com duas bombas de seringa e duas lâmpadas LED em um fotorreator impresso em 3D.
Como resultado, a eficiência do processo de quebra em larga escala foi semelhante à dos pequenos lotes.
Economia circular e azul: influência do plástico e do transporte marítimo
A Economia Circular e Azul envolve as interconexões do sistema “azul” e as relações sistêmicas entre bacias hidrográficas, rios e oceano.
O elemento “circular” está associado ao repensar, reusar, reduzir, reutilizar e reciclar. Envolve um processo que vai além da logística reversa em modelos terceirizados de coleta manual.
Desde uma perspectiva econômica, quando o assunto são os plásticos de uso único, estima-se que aproximadamente US$ 120 bilhões são “desperdiçados” por ano em valores de embalagens.
Um segundo exemplo de possíveis ganhos refere-se a inclusão da indústria do transporte marítimo na análise de impacto das cadeias de transporte de commodities.
A Economia Azul e Circular refere-se à construção de novos mercados a partir de soluções que envolvam economia circular, gestão de resíduos de diversas indústrias, bioeconomia azul e verde, turismo responsável, conservação de manguezais e o potencial do carbono azul.
Além de novos compromissos e responsabilidades, são necessários instrumentos econômicos para subsidiar a Economia Circular e Azul e os novos empregos, negócios e mercados que surgirão a partir dela.
Tanto que, isso inclui incentivos ficais, financeiros e creditícios propiciados pelos governos ou mesmo pelo capital privado.
Há um terreno fértil para as transformações, mas elas dependem de trabalho em conjunto, da colaboração e da compreensão de que o sucesso depende da construção coletiva. Isso tudo, sem deixar de lado linhas de financiamento adequadas.
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As resinas termoplásticas viverão uma redução nas alíquotas do IPI. Isso porque, o novo decreto federal n° 11.055/2022 prevê redução de 3,75% para 3,25%.
O decreto entrou em vigor no dia 1° de maio, e alterou as tabelas de incidência do IPI.
Por exemplo, o decreto zerou a alíquota para concentrados de bebidas.
Logo, as empresas desse segmento deixarão de receber incentivos fiscais que correspondem ao valor do imposto.
A princípio, a redução do IPI será de 35%, que inicialmente seria de 25%, assim, o governo federal espera conter a inflação, impulsionando a economia.
Para as resinas termoplásticas, os produtos finais devem ter redução de 11,25% para 9,75%.
Sobretudo, segundo o ministro da economia, Paulo Guedes, essa é uma ação que visa impulsionar o processo de reindustrialização no Brasil.
Redução do IPI e a competitividade industrial do Brasil
Para representantes das indústrias, a redução pode ajudar no equilíbrio de preços frente à guerra na Ucrânia.
Uma vez que, acontece uma desordem na cadeia de suprimentos em todo o mundo, derivado da guerra.
Por isso, no dia 07 de março, a Coalizão indústria se reuniu para discutir os impactos desta redução.
Para o presidente da Abiplast, José Ricardo Roriz Coelho, esse é um passo importante para a reindustrialização do país.
Coelho explica: "O IPI é um imposto que nunca deveria ter existido. Ele pesa somente sobre a indústria e onera toda a produção."
O presidente ainda destaca que "a decisão de cortar parcialmente para todos os segmentos industriais vai na direção de um começo da reindustrialização brasileira".
Ainda mais, o presidente da Abiplast acredita que a medida possibilita o aumento da produtividade de resinas termoplásticas.
Contudo, de acordo com a Receita Federal, a estimativa é de que a diminuição do IPI gere um impacto de R$19,6 bilhões, em 2022.
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Essa é uma técnica responsável pela impressão visual de embalagens plásticas
A tampografia é utilizada para impressão em diversas superfícies. Sendo bastante aplicada em brinquedos, plásticos, eletrônicos e em outros utensílios.
Primeiramente, essa tecnologia surgiu como uma técnica rudimentar, voltada para decorar vasilhas.
Logo, nos anos 50 essa técnica ganhou espaço no meio industrial, assim, passando, por exemplo, a decorar relógios de pulso.
Embora seja um processo antigo, atualmente, é possível realizá-lo de forma automática por meio de máquinas automáticas.
A demanda por produtos com qualidade visual cada vez melhor, fez com que a tampografia ganhasse espaço no Brasil.
Leia também:
As principais aplicações da tampografia
Essa é uma técnica utilizada para vários tipos de substratos e superfícies irregulares.
Por exemplo, a tampografia está na indústria de brinquedos, sendo responsável pela finalização dos itens.
Como a aplicação da logo da empresa ou até mesmo detalhes dos olhos, boca e nariz de um brinquedo.
No setor automotivo, a tampografia está em painel, mangueiras, componentes do motor, indicativos de setas e outros itens de um carro.
Na indústria do plástico, a tampografia é bastante utilizada na personalização de embalagens plásticas.
Tanto que, se aplica às embalagens de cosméticos, quanto às embalagens plásticas descartáveis.
Além disso, essa técnica está presente nos setores de calçados e roupas, nas palmilhas de sapatos e até mesmo na produção de chinelos.
As etiquetas das roupas também aderem o uso dessa técnica.
A tampografia também está presente em chaveiros, lápis, canetas e bolas de fisioterapia.
Quais são os benefícios dessa técnica?
A tampografia é um processo muito versátil, capaz de imprimir superfícies cilíndricas, curvas ou planas, regulares ou irregulares.
Essa técnica proporciona uma altíssima qualidade de impressão em grafismos e traços finos.
Oferecendo também, durabilidade para produtos de alto valor.
Ainda mais, o processo de impressão é contínuo, possibilitando impressão de 4 cores na mesma máquina.
Assim, dispõe de índice mínimo de rejeição de peças, além de possível recuperação.
Portanto, gerando economia de material e ganho de produção.
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Com objetivo de avaliar a refrigeração do molde fora da máquina injetora, a MC Componentes fornece ao mercado o teste para circuito de refrigeração.
Primeiramente, o equipamento faz a avaliação antes do setup ocorrer, como explica Bruno Fabiano da Mota, engenheiro de desenvolvimento da MC Components.
Para Mota, "esse teste é uma estação móvel para inspeção do circuito de refrigeração do molde fora da máquina antes do momento de setup."
Além disso, também identifica falta de algum anel, cavidades trincadas, e não atrapalha no tempo de setup da máquina.
Segundo o engenheiro, quando as correções são feitas com antecedência não há desperdício com paradas de máquina.
Nesse sentido, o teste para circuito de refrigeração atua em ferramentaria.
Mota diz que a unidade móvel de teste, normalmente é utilizada na ferramentaria para teste dos ferramentais.
Isso quando passam por manutenção, limpeza ou estão a muito tempo parados.
Ao colocar os mesmos em testes é possível identificar e corrigir qualquer problema relacionado à refrigeração.
Ainda para o engenheiro, garante que não terá aumento na parada de máquina ou aumento de setup.
Leia mais:
Expectativa da empresa para o segundo semestre deste ano
A MC Components é uma empresa voltada para o fornecimento de soluções em componentes para máquinas e moldes de injeção e sopro.
Tanto que, a empresa ganha destaque ano a ano, devido a excelência em seus fornecimentos.
Logo, fornecendo as melhores soluções para o mercado do plástico.
Por exemplo, o teste de circuito de refrigeração, mangueira de silicone com trama de aço e muito mais.
Com isso, a empresa espera ainda mais progresso para o segundo semestre deste ano.
Segundo Mota de desenvolvimento, a empresa vem desenvolvendo novidades.
Mota completa “buscamos crescimento nessa retomada do mercado pós pandemia, para isso estamos investindo nos nossos processos e desenvolvimentos de novos produtos."
Produto exclusivo lançado na Interplast 2022
A MC Components lançou na 11° da Interplast, um equipamento desenvolvido com total exclusividade para o mercado do plástico.
Isto é, a mangueira de silicone com trama de aço para 180 graus.
Segundo Mota, a mangueira é utilizada normalmente para ligação secundária do manifold para o molde.
Ainda mais, dispõe de uma gama de terminais para entender os diversos padrões de roscas encontradas nas empresas.
Além disso, a empresa apresentou também a cortina, sanfona e bica de contenção para moldes.
Esse produto atua na eliminação de peças que caem no chão, assim como em peças sujas que podem contaminar o processo.
Mota destaca: "Recentemente lançamos no mercado a nova linha de Componentes para contenção de peças, a cortina IN ROLL, sanfona e bica de contenção."
O engenheiro de desenvolvimento da MC Components conclui que, esses lançamentos foram sucesso na Interplast deste ano.
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