A Unilever em parceria com a Ecological e a Aptar Beauty + Home estão lançando, no Brasil, a primeira tampa 100% feita com plástico flexível reciclado em escala industrial.
A princípio, essas tampas são utilizadas, geralmente, em sachês de condimentos. Começaram a ser usadas em embalagens de cremes de tratamento de cabelo da Seda e TRESemmé.
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Essa inovação passou dois anos em desenvolvimento no Brasil, com etapas de validação de resina no Reino Unido, além do envolvimento dos fornecedores.
De acordo com as empresas, essa novidade ajudará a impulsionar o índice de reciclagem e de recuperação desse plástico.
Que, segundo a Fundação Ellen MacArthur, atualmente tem apenas 3% do material coletado e processado em todo o mundo.
Dessa forma, a Unilever espera mudar o indicador em médio e longo prazo.
A contribuição das empresas para esse iniciativa
A Aptar possui uma tecnologia que pode usar o polipropileno biaxialmente orientado (BOPP) para criar tampas de PCR.
Isso porque, o BOPP é considerado o segundo material mais usado em embalagens flexíveis.
Por isso, quando as tecnologias corretas de reciclagem estão em vigor, há uma grande oportunidade para o material reciclado ser recuperado e reutilizado.
Para Zita Oliveira, gerente de sustentabilidade da Unilever para a América Latina, o destino do plástico flexível sempre foi uma preocupação quando pensamos na economia circular.
Ela afirma: “Se envia para aterros há muito tempo e, agora, começamos a mudar essa realidade. Essa novidade está ligada à agenda sustentável da Unilever e o compromisso ao descarte correto do plástico”
Nesse sentido, Marcelo Santarelli, diretor de marketing, desenvolvimento e inovação da Aptar Beauty + Home destaca: “Desenvolver embalagens que contenham material reciclado e sejam recicláveis tem sido nosso principal objetivo nos últimos anos. Principalmente, para os mercados de beleza, cuidados pessoais, cuidados com a casa, alimentos e bebidas”.
Dessa forma, os materiais flexíveis que antes se enviava para aterros agora é coletado e direcionados para o fornecedor de resina.
Que aplica as etapas de moagem, lavagem, extração de gases e processamento até chegar ao formato de “pellets”, que são bolinhas de resina plástica.
O uso da nova resina nas embalagens
Se usa a resina flexível pós-consumo nas tampas de produtos da TRESemmé e Seda, assim, criando valor ao material reciclado.
Com isso, a TRESemmé já realizou a redução de 20% do peso dos frascos, sendo todos 100% produzidos com plástico 100% reciclado e reciclável.
Além disso, é a primeira marca massiva de produtos para cabelo a realizar esse feito.
Na fase inicial do projeto, a capacidade de produção da resina reciclada feita com material flexível pós-consumo é de 1.200 toneladas ao ano. O plano é expandir o uso do material para outras embalagens.
Santarelli finaliza: “Este lançamento é mais uma conquista no cumprimento de nossos compromissos de, até 2025, ter todas as nossas embalagens 100% reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis”.
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Casas feitas com plástico reciclado
A startup Azure, que é norte-americana, criou uma tecnologia capaz de produzir casas pré-fabricadas a partir de plástico reciclado.
A princípio, os modelos são impressos em 3D e ficam prontos em menos de uma semana.
Mais de 60% do material que é usado pela startup é a prova d'água, sendo feito de plástico reciclado de garrafas plásticas ou embalagens de alimentos.
Atualmente, a empresa trabalha com três fornecedores do material.
Segundo os fundadores, o processo é mais eficiente e gera menos resíduos, concluindo-se em menos tempo e gastando menos material.
Nesse sentido, eles dizem que constroem 70% mais rápido e com 30% menos custos ao imprimir o chão, o teto e as paredes em fábrica própria.
Como são pré-fabricadas, quando as casas chegam ao destino, só precisam ser conectadas à fundação do terreno.
A startup trabalha com modelos customizáveis que vão desde pequenos estúdios até casas com dois quartos.
A menor opção disponível, de 11 metros quadrados, custa US$ 24.900 (R$ 128,7 mil). A Azure está recebendo encomendas, com previsão de entrega para novembro.
Lixeira separa materiais recicláveis sozinha
Na Austrália, alunos da escola pública de Marrickville desenvolveram uma lixeira inteligente que separa automaticamente materiais sozinha.
Sobretudo, essa iniciativa foi em parceria com CSRIO (Agência Nacional Australiana de Ciências).
De acordo com os criadores, a “Smart Bin” usa internet das coisas (IoT), robótica e inteligência artificial (IA) para separar plástico, vidro e metal.
Assim, evitando a contaminação por resíduos que podem atrapalhar ou inviabilizar o reaproveitamento desses materiais.
A Smart Bin, possui sensores e um sistema de espectroscopia de infravermelho para classificar os materiais recicláveis de acordo com a peculiaridade de cada produto.
A princípio, uma rede neural detecta se o que está sendo descartado é feito de plástico, vidro ou metal.
Isso porque, uma bandeja robótica pode colocar cada material no seu devido lugar.
Segundo os pesquisadores, a inteligência artificial também consegue identificar tipos específicos de plásticos como polipropileno, polietileno e acetato, entre outros.
Dessa forma, garante que polímeros com estruturas químicas e características físicas diferentes tenham destino certo.
Ren Ping Liu, professora de robótica, finaliza: “Esse sistema pode simplificar o processo de reciclagem e melhorar a eficiência da classificação de resíduos. Nossa Smart Bin ajudará a promover uma economia circular sustentável, contribuindo para um futuro livre em carbono”.
Reciclagem de resíduos plásticos
A fim de promover e intensificar a economia circular, a Braskem firma parceria com a startup Coletando para promover o descarte correto de resíduos plásticos.
A princípio, a parceria integra o projeto da startup, que atua na inclusão bancária por meio da coleta de resíduos em ecopontos móveis e fixos em 17 municípios de quatro estados (SP, RJ, MG e BA).
Nessas unidades, todos podem descartar materiais pós-consumo feitos de plásticos, vidro, papel, papelão, alumínio, entre outros, em troca de créditos para compras.
Sobretudo, essa ação funciona em sistema de cashback. Ou seja, a população leva suas embalagens pós-consumo higienizadas para os pontos de coleta e podem trocá-las por créditos disponibilizados em um cartão.
Os cartões estão disponibilizados diretamente nos ecopontos, com este cartão, será possível fazer compras em estabelecimentos locais, como mercados, farmácias e padarias.
Para Saulo Ricci, fundador e CEO da Coletando, “a ideia do projeto é chegar em locais mais afastados dos grandes centros urbanos”.
Assim, gerando também impacto social positivo com a troca de resíduos recicláveis por créditos, no caso dos consumidores, e obtenção de renda, para os catadores e recicladores.
Ele finaliza: “Com a parceria da Braskem conseguiremos potencializar os propósitos da iniciativa ligados à sustentabilidade e desenvolvimento econômico local”.
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A nova unidade de fabricação da Plascar, empresa que desenvolve e produz peças plásticas para veículos automotivos, é inaugurada em Caçapava, SP.
A princípio, a fábrica faz parte do processo de reestruturação da campanha que visa atender montadoras da região do Vale do Paraíba.
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A nova unidade da indústria está instalada no condomínio DVR Business Park, ocupa uma área com mais de 22 mil metros quadrados.
E irá produzir, inicialmente, para-choques para a Volkswagen.
De acordo com Paulo Silvestri, Diretor Presidente da Plascar, a instalação é uma das mais modernas do país, possuindo elevada capacidade de injeção e pintura.
Ele explica: “Contamos com uma linha de injeção de peças plásticas de grande porte, principalmente para-choques. Bem como, uma linha automática de pintura, com tecnologia alemã e robôs recém chegados ao Brasil”.
Silvestri afirma sobre o investimento para a nova unidade: “É difícil precisar o investimento total desta planta, pois ela é composta por mão de obra, know-how".
E assim, como transferência de equipamentos de outras unidades e aquisição de novos equipamentos.
Segundo o Diretor Presidente, o investimento foi feito com recursos próprios e contou com apoio de instituições financeiras parceiras privadas.
Sobre a nova planta da Plascar
Sobretudo, a planta de Caçapava/SP conta com cerca de 65 colaboradores, mas deverá chegar, nesta primeira fase, a 150 no total.
A previsão é que a primeira fase da planta esteja completa no primeiro semestre de 2023.
Nesse sentido, novas fases dependerão de novos projetos estabelecidos com as montadoras.
A princípio, Silvestri escolheu o Vale do Paraíba para a construção da nova unidade em razão do número de montadoras de automóveis operando na região.
Ele explica: “Escolhemos Caçapava em razão da localização, das rodovias de fácil acesso, da concentração de indústrias automotivas e de alta tecnologia. Além da qualidade da mão de obra técnica e do bom ambiente para fazer negócio, além do suporte que recebemos do município”.
Primeiramente, a expansão da produção da empresa para Caçapava/SP ocorreu após identificar que para realizar o crescimento da companhia nesta reestruturação seria necessário mais uma planta, estrategicamente localizada.
Silvestri conclui: “Hoje, inauguramos esta fábrica, que ilustra com grande estilo o renascimento de nossa empresa. Uma unidade de produção muito bem localizada, moderna, bonita, eficiente e voltada para o futuro”.
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Com objetivo de incentivar o desenvolvimento de soluções circulares a partir do plástico, a Braskem inaugurou esse mês o projeto Cazoolo.
A princípio, o projeto acontece em um antigo galpão industrial na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo.
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Sobretudo, o Cazoolo fornece uma série de impressoras 3D, das mais simples as conhecidas, que utilizam filamentos polímeros, até tecnologias avançadas.
Como um modelo que constrói as formas a partir de lâminas de plástico, permitindo um acabamento mais fino.
O uso do laboratório é gratuito para os clientes da Braskem e para startups. A estrutura foi pensada para ir da ideia ao protótipo em três dias, e há a possibilidade de realizar dinâmicas com usuários finais para validar as hipóteses.
Yuri Tomina, executivo da Braskem que está a frente do Cazoolo, diz: “Tentamos fazer isso com as universidades, mas descobrimos que não existem laboratórios nos moldes que precisávamos.”
A mistura dificulta a reciclagem
A fabricação do plástico convencional acontece a partir do refino do petróleo. O processo começa com a extração da nafta, subproduto do combustível fóssil praticamente idêntico à gasolina.
Dessa forma, acontece a separação na cadeia de carbono e assim se obter os diferentes tipos de plástico, como o PET, ABS, polipropileno e polietileno.
Nesse sentido, a Braskem trabalha, especialmente, com o polipropileno e polietileno. Todos eles são recicláveis, só perdem a reciclabilidade quando os materiais são misturados.
Esse acaba sendo um problema, isso porque, muitas vezes, designers e engenheiros misturam tipos de plásticos diferentes para obter mais resistência em um único material.
Já que, essa mistura garante mais maleabilidade, dureza, resistência e outras propriedades.
Um exemplo, são as embalagens de alimentos maleáveis, produzidas a partir de uma mistura de polipropileno e PET.
Tomina explica: “Até dá para reciclar, mas acaba não tendo valor comercial pois se perdem as propriedades”.
Além disso, outras misturas de diferentes matérias-primas também são um problema, como no caso das embalagens longa-vida de leite, que utilizam plástico, alumínio e papelão.
Novas embalagens para logística reversa
Para o executivo da Braskem, uma solução viável é repensar o design das embalagens, levando em consideração a re-inserção dos materiais.
Soluções monomateriais são as mais indicadas, porém, a depender das propriedades desejadas, podem ser inviáveis.
Nesse sentido, parte-se para uma ideia mais holística, que considere no design a expectativa de uso e de descarte.
Assim, possibilitando a criação de uma logística reversa a partir do consumidor. Não é um conceito novo, apenas pouco utilizado. Segundo Tomina, a Tetra Pak faz isso com as embalagens longa-vida.
A princípio, o programa Cazoolo, que é anterior à construção do laboratório, já produziu algumas embalagens sustentáveis.
Isto é, ele ajudou no desenvolvimento das tampinhas usadas pela Ambev na água engarrafada AME, produto que direciona o lucro a projetos sociais. A Mãe Terra, marca de produtos orgânicos que pertence à Unilever.
Bem como, desenvolveu junto à Braskem uma embalagem maleável monomaterial, para substituir as feitas de polipropileno e PET. “O mercado precisa entender a cadeia do plástico. Só vamos criar uma economia realmente circular se designers, engenheiros e profissionais do marketing estiverem na mesma página”, finaliza Tomina.
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O custo de produção para micro e pequenas indústrias no Brasil está em alta por 4 meses consecutivos.
Entre os meses de julho e agosto o índice de gasto atingiu 59%, como aponta o Índice de Custos de Produção das micro e pequenas indústrias (MPI’s).
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Sobretudo, esses dados fazem parte do segundo levantamento feito pelo Datafolha, a pedido do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (SIMPI).
No primeiro levantamento, que analisou os meses de maio e junho, indicou alta de 62% no custo de produção das micro e pequenas indústrias.
Por isso, o custo de produção segue como desafio para essas indústrias, principalmente, quando assimilado ao cenário econômico atual do Brasil.
Nesta última pesquisa, o Índice de Custos está em 81 pontos e é visto por região.
O Sul é o que apresenta o cenário mais negativo com 71 pontos. Confira o gráfico:
Insumos e matéria-prima: principais gargalos
A princípio, o preço de insumos e das matérias-primas estão entre os maiores motivos para a alta do custo de produção.
Isso porque, grande parte do aumento registrado nos custos de produção ainda diz respeito aos gastos com insumos e matéria prima (42%).
Seguidos de transporte e logística (10%), e mão de obra e salários (7%).
Nesse sentido, a carência de insumos e matérias-primas intensifica ainda mais esse problema. Para as micro e pequenas indústrias, 72% delas, a alta de preços é o pior entrave.
Bem como, a escassez de materiais (28%), atrasos na entrega (26%) e queda na qualidade (25%).
Outra grande questão é o endividamento. Ainda segundo o levantamento, 45% das MPI 's têm dívidas, sendo 29% em impostos, taxas e juros.
Dívidas junto a bancos e instituições financeiras somam 22% e 9% de dívidas com fornecedores.
Além disso, outros 9% afirmam ter dívidas de outra natureza com empresas, pessoas e órgãos públicos.
O cenário do país perante a crise econômica
Primeiramente, perguntados sobre os efeitos do entrave econômico do país, 45% concordaram que a crise é forte.
Isto é, afeta os negócios e não se tem perspectiva de quando a economia voltará a crescer.
Logo atrás, 44% dos dirigentes entrevistados veem a crise mais fraca, ainda prejudicial aos negócios, mas já com previsão de volta do crescimento nos próximos meses.
Por região, o Sul segue com 52% de empresários concordando que a força da crise econômica e seus efeitos negativos nos negócios ainda é grande.
Já 52% no Nordeste veem a crise mais branda e com breve crescimento nos próximos meses.
Contudo, a pesquisa ouviu 701 empresários, a coleta de dados aconteceu entre os dias 07 e 27 de julho. A pesquisa tem margem de erro de 4 pontos para mais ou para menos.
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A SMARTPUR, empresa especializada em tecnologias de poliuretanos (PU) do grupo MCassab, lançou a primeira fábrica de poliuretano do metaverso.
A nova planta e complexo logístico foi inaugurada em Jarinu (SP). Trata-se da mais nova fábrica do segmento no país com equipamentos de ponta e processos automatizados, que vão quadruplicar a capacidade de produção da empresa.
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Alysson Padovani, Head da SMARTPUR afirma que com a inauguração dessa nova estrutura, além da capacidade e qualidade da produção, o volume de armazenamento também cresceu.
Ele destaca: “Mais do que nunca, estamos preparados para abastecer o mercado com performance, confiança e inovação. Já com o metaverso, será possível realizar muito mais visitas, testes monitorados e treinamentos com a agilidade e dinamismo que inerentes ao mercado de poliuretanos”.
Sobretudo, o poliuretano é um polímero que compreende uma cadeia de unidades orgânicas unidas por ligações uretânicas.
É um material muito utilizado na produção de espumas para colchões, assentos de automóveis, calçados, isolantes térmicos de paredes e refrigeradores, entre outros segmentos.
Conheça os benefícios do metaverso
Primeiramente, o metaverso possibilita que as pessoas tenham acesso às instalações da empresa apenas acessando a plataforma de qualquer lugar do mundo.
Além disso, ao adquirir, o cliente também consegue obter mais detalhes sobre os equipamentos, utilizando o zoom, ou acompanhar uma operação que está sendo simulada dentro do metaverso.
Como, por exemplo, é o caso dos treinamentos de capacitação, que a empresa começará a ministrar pela plataforma.
Ou seja, se trata de uma imersão à distância. O metaverso proporciona uma experiência similar à mesma presencial no local.
Além dos treinamentos técnicos, essa plataforma permite, também, a realização de testes, simulação e fabricação de produtos.
Um exemplo é que, no laboratório, é possível fazer a formulação de um travesseiro, que é um dos produtos que utiliza o poliuretano.
O ambiente virtual comporta até 70 pessoas simultaneamente. Bem como, possibilita o manuseio de máquinas que, presencialmente, não seria possível.
A indústria química e a crise econômica
Embora o cenário econômico atual não seja tão positivo, a indústria química promete continuar crescendo nos próximos anos.
Assim, mantendo o ritmo que teve durante a pandemia, por exemplo. “Apesar da necessidade de equalização de estoques que muitas empresas tiveram, nós conseguimos driblar isso com bastante reserva em nossos grandes estoques”, afirma Padovani.
Segundo ele, devido isso, conseguiram vender muito mais durante a pandemia. Além de investir em novas tecnologias, inaugurou nova estrutura laboratorial e uma fábrica com os mais inovadores processos de produção e armazenamento.
Nesse sentido, a empresa pretende ampliar ainda mais o mercado de tecnologias sustentáveis. “Investimos em dois sistemas de poliuretano Base Água e Base HFO e estamos em conformidade com as novas exigências ambientais do setor”, pontuou o Head.
Por fim, ele finaliza dizendo: “Só assim conseguiremos manter como clientes as maiores empresas do setor e ainda ampliar nosso mercado”.
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Feito com 100% de polipropileno reciclado, um ecotapume se situa em um ponto de valorização da reciclagem em Niterói, RJ.
A princípio, esse ponto do empreendimento da Tegra reduz a produção de resíduos.
Bem como, fornece informações sobre reciclagem do material e oferece pontos de coleta seletiva para a comunidade e região.
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No total, se utilizou 3.974 blocos de polipropileno reciclado para a montagem do tapume, substituindo placas metálicas e de madeira.
O diretor de Suprimentos e ESG da Tegra, Angel Ibañez, diz que em parceria com fornecedores, criaram uma solução modular.
Ele explica: "Isto é, funciona como um lego, permitindo uma rápida montagem, um baixo impacto ambiental e um alto potencial de reutilização".
Sobretudo, se aproveitou aproximadamente duas toneladas de detritos plásticos para a fabricação da estrutura.
Informações socioambientais para região
Os materiais plásticos expostos em vitrine instaladas no ecotapume, exibem as etapas do processo de fabricação dos blocos reciclados.
Ainda mais, o local possui um painel socioambiental, onde apresenta dados sobre itens reaproveitados.
Assim, levando deixam o público atualizado sobre a evolução da construção, na qual os resíduos plásticos também serão destinados ao recondicionamento.
Além da estimativa de compensação de emissões de CO2.
Isso porque, a Tegra compensa em 100% as emissões de seus empreendimentos nos escopos 1, 2 e 3.
Além disso, se instalou um ponto de coleta no local, o que permite o descarte de materiais, entre eles o polipropileno a ser reciclado, 24 horas por dia.
A reciclagem como prioridade
Além de usar polipropileno reciclado na fabricação, assim, evidenciando um compromisso com a sustentabilidade e reaproveitamento do material.
A Tegra possui gestão de resíduos. A empresa é reconhecida como Empreendedor Aqua desde 2021.
Aliás, o projeto residência Flua foi totalmente desenvolvido seguindo os parâmetros do selo internacional AQUA HQE.
Que é considerado uma das principais certificações ambientais no setor imobiliário. Tegra tem metas para reduzir os impactos ambientais de seu processo construtivo.
Nesse sentido, em seu último relatório de sustentabilidade, a empresa reportou uma taxa de reciclagem superior a 97% em suas obras.
Portanto, a separação dos itens após descarte pelas equipes e a logística reversa configuram destaques na gestão de resíduos da Tegra.
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Embalagens compensadas
Em parceria com a eurociclo, a marca de margarinas Qualy, da BRF, já compensou 4.253 toneladas de plástico nos últimos seis meses.
Assim, reinserindo as embalagens pós consumo na cadeia. Esse número representa 100% do total do mesmo período.
Essa iniciativa já beneficiou mais de 900 famílias em 13 estados por meio de melhorias nas condições de trabalho e renda.
Para Mariana Secaf, gerente executiva da Qualy, a empresa se tornou uma das pioneiras no Brasil que contribui para a cadeia de reciclagem do polipropileno.
Bem como, é a primeira e única marca de margarina a compensar 100% de suas embalagens.
Ela afirma: “Estamos satisfeitos em ter a eureciclo como parceira estratégica, nos ajudando a construir uma rede de reciclagem mais justa. Gerando oportunidades de renda para as pessoas, contribuindo para o reaproveitamento de materiais e reduzindo o impacto no meio ambiente"
Sobretudo, o material usado nas embalagens da Qualy é o plástico polipropileno, capaz de garantir a proteção e conservação do produto.
Com essa parceria, a eurociclo monitora e certifica a conclusão de todo o processo de logística reversa.
Além de contemplar o apoio de cooperativas para coletar o equivalente do polímero usado nas embalagens a ser vendido para a recicladora.
Na perspectiva de Matheus Gouvea, executivo de relações Institucionais e grandes contas, esse é um exemplo de que os créditos de reciclagem são uma alternativa eficiente.
Ou seja, gerando impactos sociais e ambientais positivos.
Ele finaliza: "Unir forças é fundamental para ampliar os resultados de sustentabilidade".
Barbie feita com reciclado
A Mattel irá lançar uma boneca Barbie feita com plástico recolhidos dos oceanos e reciclado.
A princípio, essa iniciativa vai de encontro ao propósito de carbono neutro da empresa.
Bem como, instruir a consciência ambiental ao ambiente infantil.
Como afirma Lisa McKnight, vice-presidente executiva e chefe global de Barbie e bonecas da Mattel.
Ela destaca: "Esperamos que essa coleção inspire crianças a aprender mais sobre carreiras focadas na sustentabilidade".
Uma vez que, elas podem proteger e encenar histórias de impacto por meio de brincadeiras com bonecas.
Além do lançamento das bonecas, a Barbie está entrando em uma parceria global com o Jane Goodall Institute.
Assim como, usando seu programa global para jovens Roots & Shoots para inspirar curiosidade sobre o meio ambiente em crianças de todos idades.
Plástico à base de plantas mais resistente que o convencional
Um grupo de cientistas liderado pelo engenheiro mecânico John Hart está desenvolvendo um plástico feito com nanocristais de celulose.
A princípio, esses se encontram em células de madeira natural, como caules, galhos e troncos de plantas.
Nesse sentido, o material é manipulado e ganha forma a partir de impressão 3D. Na prática, é possível que a celulose seja usada em larga escala para fabricar plástico.
Assim como já é usada na fabricação de papel, por exemplo.
Dessa forma, além de ter matéria prima sustentável, esse plástico é muito mais resistente do que os plásticos convencionais, feitos com derivados do petróleo.
Hart finaliza afirmando: "Criamos um plástico sustentável resistente como osso e duro como alumínio".
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A inovadora reciclagem avançada é uma solução potencial para atender à demanda pela economia circular. É o que afirma um artigo recente da consultoria McKinsey.
De acordo com os dados da consultoria, caso existisse em larga escala, a reciclagem avançada poderia atender até 8% da demanda total de polímeros até 2030.
Assim, como exigiria a implantação de mais de US$ 40 bilhões em investimentos de capital na próxima década.
Leia mais:
A diferença entre reciclagem mecânica e reciclagem avançada
A princípio, a reciclagem mecânica é mais tradicional. Esta é aplicada nos resíduos classificados relativamente limpos e de alta qualidade, mas é limitada.
Já a reciclagem avançada transforma resíduos plásticos pós-consumo, mais difíceis de reciclar mecanicamente, em matéria-prima circular certificada.
Em contrapartida, na reciclagem mecânica os resíduos plásticos são lavados, triturados e peletrizados.
Ou seja, na reciclagem avançada há uma mudança química e um caminho mais longo para passar de resíduos plásticos a plásticos prontos para uso.
Apesar disso, a reciclagem avançada ainda está em fase de desenvolvimento e é encontrada em baixa escala.
No Brasil, a Braskem, maior petroquímica produtora de resinas da América Latina, vem investindo nessa tecnologia.
A companhia já inaugurou e desenvolveu unidades de reciclagem avançada no país.
Compromisso com a sustentabilidade
Segundo a McKinsey, cerca de 80 empresas globais de bens de consumo, embalagens e varejo assumiram compromissos de inserir conteúdo reciclado em suas embalagens.
A princípio, a meta é incluir entre 15% e 50% até 2025.
Nesse sentido, todo o mundo está tomando medidas mais sustentáveis. A Europa, por exemplo, lidera a regulação relacionada à sustentabilidade.
Isto é, com muitas impostas a embalagens de plástico não reciclado e até proibição do uso de dez produtos de plástico de uso único.
Na Austrália, Japão e Coreia do Sul a meta é intensificar a reciclagem em ritmo acelerado até 2030.
Aqui no Brasil, a reciclagem ainda é relativamente baixa. Segundo dados da Abiplast, o país reciclou cerca de 23% das embalagens plásticas em 2020.
Portanto, esse é um percentual que precisará crescer para que o país mantenha o fluxo da sustentabilidade pelo mundo.
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A CNI (Confederação Nacional da Indústria) e mais 63 entidades industriais publicaram um manifesto criticando a decisão de redução do imposto IPI.
A princípio, o responsável pelo decreto foi o ministro do STF, Alexandre de Moraes, que foi publicado no fim de julho.
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O ministro determinou que a redução não vale para produtos produzidos pelas indústrias da Zona Franca de Manaus que possuem o Processo Produtivo Básico.
Isso porque, o governo tinha editado outros decretos que tratavam da redução do IPI e Moraes já havia suspendido trechos que tratavam de produtos fabricados no Brasil.
Por isso, no manifesto, os representantes da indústria afirmam que o decreto de julho solucionava a insegurança jurídica ocasionada pela primeira decisão de Moraes.
Segundo o texto, o decreto suspenso pelo ministro assegurava a redução da carga tributária para o conjunto da indústria
No entanto, mantém o diferencial competitivo da Zona Franca de Manaus.
Ainda de acordo com o manifesto, a decisão do ministro traz um ambiente de incertezas quanto ao recolhimento do IPI.
Bem como, impacta diretamente a redução do preço dos produtos ao consumidor.
Como destaca trecho do manifesto: "Adiciona graves dificuldades à retomada econômica, à redução da inflação e à geração de empregos".
Pedido de revogação da liminar
Sobretudo, os signatários pediram a revogação da decisão por parte de Moraes ou que ela seja derrubada no plenário do Supremo.
Nesse sentido, se colocará à disposição para mediar o diálogo entre a Corte e o governo federal na busca por uma solução equilibrada para essa questão.
Além da CNI, a Fiesp, que é a federação das indústrias de São Paulo, também assinou o documento de manifestação.
A indústria e Moraes
A suspensão do Imposto sobre Produtos Industrializados é uma briga entre Moraes e a Indústria, que acontece desde maio.
José Roriz Coelho, presidente da ABIPLAST, acredita que uma maneira de resolver isso é uma conversa entre o ministro e representantes da indústria.
Para ele, poderiam fechar uma lista, com o STF e a Zona Franca de Manaus.
Roriz pontua: "Isto é, dos produtos que têm participação relevante em Manaus em relação ao total da brasileira".
Por enquanto, o impasse e a divergência segue firme entre a indústria e o ministro. Sem previsão de resolução.
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