Nos últimos dez anos, o mercado de madeira plástica tem crescido no Brasil. Isso porque, o uso desse material é capaz de evitar a derrubada de árvores para fabricar decks e móveis.
Com os conceitos de ESG em alta, grandes projetos urbanísticos no Brasil têm utilizado este material.
Como, por exemplo, bancos na orla de praias, decks em grandes clubes e parques, áreas de convivência entre outros.
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O ponto de partida para a produção de madeira plástica no Brasil, é o Polietileno de Alta Densidade (PAD). “Esse tipo de plástico pode ser encontrado em garrafas de detergentes, xampus e até mesmo de água sanitária”, explica o diretor de novos negócios da Star Deck Madeiras, Eduardo Aparecido.
Depois de triturado, e transformado em grãos, junto com aditivos, o plástico moído é sugado por uma tubulação até o misturador.
Em seguida, a mistura forma uma massa aquecida a 180 graus para ser rapidamente resfriada em água gelada, para condensar, a aproximadamente dez graus centígrados.
No caso da madeira plástica ela é encapsulada em uma extrusora, formando a textura 3D.
Propriedades desse material
A princípio, a madeira plástica é resistente ao sol e ao frio. Tem vida útil longa: dura em média 50 a 80 anos.
Assim como, é impermeável, fácil de limpar e manusear, e mais: cupins não se alimentam de plástico.
Em termos de preço, a madeira plástica ainda é, em média, 20% mais cara que a natural no imediato.
Porém, a médio e longo prazo, ela é uma opção econômica já que não precisa de manutenção, como lixar e envernizar.
Assim, eliminando custos a cada manutenção, sem falar que a madeira natural perde a sua beleza e acabamento perfeito em cada manutenção.
Aparecido explica que: “Tudo é uma questão de tempo, investimentos e normas mais rígidas para sustentabilidade”.
Ele conta que: “Já tivemos um grande progresso com o avanço da cultura ESG e em pouco tempo, o preço já é igual a madeira certificada de qualidade”.
O mercado de madeira plástica no Brasil
Sobretudo, a lista de produtos feitos com madeira plástica já não é só de móveis e decks. Não há números oficiais sobre produção de madeira plástica no Brasil.
O que se sabe é que o número de fábricas é muito reduzido, no entanto, o conhecimento da madeira plástica a cada dia é maior no país.
Dessa forma, a madeira convencional está perdendo espaço principalmente para áreas externas, onde a durabilidade do material plástico é de até 10x mais que a madeira natural.
Assim como, a cada dia fica mais difícil obter a certificação de madeira de reflorestamento.
Bem diferente da situação nos Estados Unidos e na Europa, a madeira ecológica é uma realidade cada vez mais presente nos projetos.
No Brasil, apenas numa fábrica, são produzidas 200 toneladas de madeira plástica por mês.
Isto é, em seis anos de produção, evitou-se o corte de 180 mil árvores, o equivalente a 400 campos de futebol cobertos de florestas.
Diante disso, fica evidente que o Brasil não precisa desmatar para produzir madeira.
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Loja de plástico reciclado
O Boticário inaugurou um novo modelo de loja temporária, feita inteiramente de plástico reciclado. A primeira pop up está localizada no Parque do Ibirapuera, em São Paulo.
As paredes, o teto e o piso foram construídos apenas com resíduos plásticos gerados por indústrias. A princípio, são 3 toneladas de material reaproveitado em cada unidade.
Ao lado da loja, a fabricante de cosméticos instalou uma espécie de aquário, que apresenta todas as etapas de reaproveitamento do plástico.
Sobretudo, o processo se inicia com uma embalagem vazia, que é triturada e transformada em uma placa plástica de alta resistência.
Além disso, instalação também apresenta as famílias de recicladores, elo importantíssimo da cadeia de produção.
O espaço da loja é de 47 m². A ideia surgiu da necessidade de criar novos modelos de apresentação e venda dos produtos.
Inicialmente, a empresa considerou utilizar contêineres marítimos para as lojas temporárias. A opção de plástico reciclado, no entanto, se mostrou mais impactante em termos de benefícios ambientais.
Os planos são abrir nove lojas de plástico, contando com a do Ibirapuera. As próximas pop ups estão previstas para: três em São Paulo, duas no Rio Grande do Sul, duas no Paraná e uma no Ceará.
Unidade para economia circular
O Grupo Renault incorpora nas atividades uma nova unidade de negócios dedicada à economia circular na cadeia do setor automotivo.
Segundo a companhia, somente de 20% a 30% de materiais reciclados provenientes de todos os setores da indústria são reaproveitados.
Para o grupo, portanto, há um potencial subestimado capaz de gerar negócios, bem como promover desenvolvimento tecnológico.
A unidade surge também com o propósito de ter portas abertas para todas as fabricantes do setor, não só para o Grupo Renault.
A princípio, a nova unidade tem parceria das subsidiárias Gaia, Indra e Boone Comenor (empresas de coleta, reciclagem de peças e tratamento de veículos ao fim da vida útil).
Bem como, da planta industrial Refactory, na cidade francesa de Flins, casa dos elétricos da fabricante.
Segundo o CEO do grupo, Luca de Meo, a missão da unidade é expandir suas atividades com planos estratégicos ambiciosos e novas perspectivas de mercado.
Assim, oferecendo soluções de reciclagem em ciclo fechado, ou seja, do automóvel para o automóvel.
Sobretudo, a nova empresa nasce com meta de atingir faturamento superior a € 2,3 bilhões e margem operacional acima de 10% até 2030 por meio de seu portfólio de atividades.
Embalagens que viram passagem
Em locais estratégicos dos 12 concelhos da região Oeste de Torres Vedras, Portugal, foram colocados depósitos para a recolha de latas e embalagens de plástico de bebidas não reutilizáveis.
Os cidadãos podem deixar os recipientes e receber em troca vales de 0,05 e 0,02 euros para descontar nos transportes públicos da região Oeste ou entre estes concelhos e Lisboa.
Ao fim de dois meses, os municípios vão reavaliar o projeto em função da adesão da população.
O presidente da OesteCIM, Pedro Folgado, explica: "Se chegarmos à conclusão de que há vales que não são usados, vamos pensar numa outra solução como a doação dos vales a uma instituição social".
Sobretudo, o programa representa um investimento de um milhão de euros, sendo financiado a 90% pelo EEA Grants e nos restantes 10% pelos municípios.
Em todo o país, o EEA Grants financia oito projetos nacionais que consistem em ter sistemas de depósito para reciclagem de latas e embalagens de plástico de bebidas não reutilizáveis em troca de vales de desconto.
Além da região Oeste, estão a decorrer projetos idênticos no arquipélago dos Açores, Porto Santo (Madeira), Vila Real, Lisboa, Cascais, Mafra e na Universidade de Aveiro.
O "Oeste + Recicla" é um dos dois projetos financiados pelo EEA Grants que integram parceiros tecnológicos dos países financiadores.
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O mercado de plásticos biodegradáveis tende a crescer no Brasil, uma vez que o país possui recursos naturais que possibilitam esse avanço. No entanto, alguns embargos interferem no crescimento, como o custo de produção e o baixo investimento. Mesmo que os biodegradáveis sejam a preferência do mercado consumidor.
Isso porque, os consumidores brasileiros têm um crescente interesse nestes produtos.
Conforme o cenário da pesquisa da empresa Kantar NS, na qual 72% dos consumidores preferem buscar alternativas biodegradáveis.
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O menor custo é um grande diferencial para o aumento da circulação desses produtos, sobretudo, para o consumo doméstico.
Isto é, além da ação conjunta com a reciclagem, a redução do custo de produtos sustentáveis é de grande importância para a ascensão do mercado de plásticos biodegradáveis.
José Carlos Mierzwa, professor da Escola Politécnica da USP, explica que para poder produzir esse novo material precisa de etapas adicionais e que o Brasil não tem toda a tecnologia completamente desenvolvida.
Por isso, o custo de produtos biodegradáveis podem ter um custo alto, mesmo que tenham alta demanda. “Se ele tem um apelo melhor do ponto de vista ambiental, ele deveria ter um custo menor porque ele vai causar impactos menores”, destaca.
O cenário para a produção de biodegradáveis no Brasil
O professor coloca o Brasil num bom patamar quando relacionado com a produção de biodegradáveis.
Ele avalia que o Brasil, por conta dos produtos naturais, principalmente da cana de açúcar e mandioca, tem uma condição maior e melhor de trabalhar esses produtos, do que outros países como os Estados Unidos.
Mesmo que os Estados Unidos tenham recursos tecnológicos mais avançados e uma linha de pesquisa mais adiantada.
Nesse sentido, o Brasil ocupa a quarta colocação no ranking de países que mais produzem plásticos.
As áreas que têm maior consumo de material plástico no Brasil são construção civil, alimentos e bebidas, automotivo e autopeças.
Portanto, a produção em larga escala de plásticos biodegradáveis é imprescindível para tornar a indústria brasileira sustentável.
Para isso, é necessário o investimento em pesquisas e tecnologias que possibilitem o melhor desenvolvimento desse material, finaliza Mierzwa.
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Com alta resistência química, alta resistência ao risco, alta transparência e excelente processabilidade. O ABS transparente da Prime Polymers é a melhor opção para dispensers, já que é um polímero amorfo formulado para ter um excelente equilíbrio de transparência.
A princípio, o material é composto por uma mistura de copolímeros de metilmetacrilato-acrilonitrila-butadieno estireno e aditivos, também conhecidos como MABS.
Sua utilização abrange amplamente aplicações como eletrônicos de consumo, aplicações domésticas e lentes em geral.
Isso porque, possui baixa perda de transparência em exposição à umidade, calor e agentes químicos.
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O ABS transparente é usado ainda em aplicações médicas, para isso, existem grades que são certificadas pela USP Plastic Class VI e ISO 10993.
Assim como, se registra nos arquivos mestres de medicamentos da FDA dos EUA.
Uso do ABS na indústria
De acordo com Diego Zucatelli, diretor comercial da Prime, o ABS transparente fabricado pela empresa é bastante usado em dispenser para sabonetes líquidos, álcool em gel e alimentos.
Bem com, em canetas, lentes para luminárias de led entre outros.
Ele afirma que o material é importante para peças específicas que exigem maior transparência, resistência a agentes nocivos, riscos e mais. “Se fabricam produtos com o ABS transparente para aumentar a sua durabilidade e qualidade”.
Sobretudo, se usa o ABS na indústria por ser economicamente viável, leve e fácil de moldar.
Além de deter propriedades específicas como boa resistência à impacto, à tração e à abrasão.
Quando comparado a outros materiais o plástico ABS apresenta certa resistência ao calor e às baixas temperaturas, podendo se utilizar normalmente em temperaturas que variam de -20°C a 80°C.
Além disso, também funciona como um isolante elétrico.
Expectativa da Prime Polymers para 2023
Para Zucatelli, a expectativa sempre será aumentar a competitividade, gerando novos negócios e melhorando cada vez mais o atendimento ao cliente.
Ele destaca: “Por isso, investimos sempre em treinamentos e aumento da equipe comercial, a fim de diversificar as estratégias de acordo com as experiências de mercado”.
Sobre este ano, Zucatelli comenta: “Apesar do mercado ter se estabilizado parcialmente em relação às matérias-primas comparado com a falta que tivemos em 2021, seguimos com uma demanda equilibrada”.
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Mesmo com um cenário econômico não muito favorável, a MC Components, tem vivido 2022 com equilíbrio em sua linha de produção. Isso porque, a corporação conseguiu manter o ritmo produtivo e o lucro dos últimos anos.
Segundo Bruno Mota, engenheiro de desenvolvimento da empresa, a MC Components vem em um constante crescimento já há alguns anos. "Tanto em lucro, quanto em demanda”.
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Para 2023, Mota esboça otimismo, já que feitos importantes para a produção da empresa irão acontecer.
Isso porque, está previsto para o segundo semestre de 2023, que ocorra a transição da MC Components para seu prédio próprio.
Ele declara: “Acreditamos em um bom 2023, isso sob a visão de crescimento, principalmente, depois da definição do cenário político brasileiro. Por enquanto, continuaremos fazendo nossa parte, investindo em tecnologias e na melhoria da estrutura”.
Os produtos são o diferencial competitivo
Esse ano, a MC Components lançou um equipamento desenvolvido com total exclusividade para o mercado do plástico.
Segundo Mota, a mangueira é utilizada normalmente para ligação secundária do manifold para o molde.
E dispõe de uma gama de terminais para entender os diversos padrões de roscas encontradas nas empresas.
Além disso, a empresa apresentou também a cortina, sanfona e bica de contenção para moldes.
Esse produto atua na eliminação de peças que caem no chão, assim como em peças sujas que podem contaminar o processo.
Esses lançamentos partem da ideia de que para se manter em crescimento, a empresa desenvolve novos produtos que trazem diferencial na hora da competitividade comercial.
Nesse sentido, o engenheiro de desenvolvimento, finaliza afirmando que: “Nos próximos anos, a indústria pode esperar soluções criativas e funcionais para os trabalhos do dia a dia”.
Um catálogo de vantagens para o mercado
A MC Components é especializada na produção de peças para máquinas injetoras de plástico.
A empresa também fabrica e oferece manutenção de moldes para injetoras.
Dessa forma, desde o início de suas operações em 2009, a MC Components tem se empenhado em entregar a indústria, produtos e serviços de qualidade e segurança.
Por isso, a empresa possui um catálogo repleto de vantagens para o mercado, atendendo os seguintes segmentos da injeção:
Módulos de controle;
Manifolds;
Engates rápidos;
Hidráulicos;
Máquinas e moldes;
Ferramentaria;
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O projeto de lei que busca promover a economia circular do plástico por meio de metas de reúso e reciclagem aguarda votação em plenário.
A princípio, o texto, de autoria do senador Jean Paul Prates (PT-RN), também cria o Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais (PFPSA).
Que, por sua vez, inclui as atividades das cooperativas e associações de catadores de materiais reutilizáveis e recicláveis.
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O PL 2.524/2022 também altera a Lei dos Crimes Ambientais (lei 9.605, de 1998), que passa a vigorar acrescida de dois novos dispositivos.
Isto é, o artigo 56-A prevê detenção de um a quatro anos e multa a quem produzir, embalar, importar ou comercializar produto ou embalagem gerador de resíduos sólidos em desacordo.
Com as exigências estabelecidas em leis ou nos seus regulamentos. Incorrerá nas mesmas penas quem descumprir obrigação relativa à estruturação e implementação de sistema de logística reversa.
Bem como, o artigo 56-B, que prevê pena de reclusão de um a quatro anos, além de pagamento de multa, a quem queimar resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto ou em recipientes.
Instalações e equipamentos sem licença ou autorização dos órgãos ambientais competentes, ou contrariando as normas legais e regulamentares pertinentes.
Resíduos plásticos retornáveis
A partir de 31 de dezembro de 2029, todas as embalagens plásticas colocadas no mercado serão retornáveis e comprovadamente recicláveis.
Assim como, substituídas por embalagens confeccionadas por materiais integralmente compostáveis.
Que são feitos a partir de matérias-primas renováveis, sem prejuízo da comprovação da implementação dos sistemas de logística reversa de embalagens.
A pessoa jurídica que adquirir resíduos de plástico, vidro, alumínio e papel para a fabricação de produtos fará jus a crédito presumido de 1,65%.
Além disso, o projeto também reduz a zero a alíquota do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) incidente sobre as embalagens confeccionadas em materiais biodegradáveis ou compostáveis.
A isenção do IPI, incidente sobre as embalagens confeccionadas em materiais biodegradáveis ou compostáveis, será compensada pela revisão, por ato do Poder Executivo, explica Prates.
Regulamentações dispersas
Na justificativa do projeto de lei, Prates ressalta que as formas adotadas e praticadas para possibilitar a gestão e o gerenciamento dos resíduos sólidos não têm sido suficientes para alavancar as taxas de reciclagem de resíduos plásticos.
Ele afirma: “É necessária uma mudança legislativa que harmonize, em nível nacional, as regulamentações dispersas sobre o uso de plásticos descartáveis. Assim, trazendo maior segurança jurídica para os atores dessa cadeia produtiva”.
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A pesquisa do IBGE sobre atividade industrial, sugere que a falta de matérias-primas e o custo delas, assim como o menor ritmo de investimentos, explicam o recuo em agosto ante julho na atividade industrial.
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Para o gerente da Pesquisa Industrial Mensal Regional, Bernardo Almeida, fatores tanto pelo lado da oferta quanto pelo lado da demanda levaram ao cenário delineado no estudo.
Ele ressalta: "Já do lado da demanda, temos o aumento dos juros, encarecendo o crédito e diminuindo os investimentos na indústria nacional. Bem como, a inflação elevada, que por mais que tenha desacelerado, ainda está em um patamar alto, o que reduz o poder de compra das famílias”.
O gerente ainda destaca que apesar da redução no desemprego, a remuneração originada do trabalho não é alta. O que também impacta nos resultados das indústrias, afirmou ele.
Ainda mais, ele detalha que o rendimento médio está em um patamar baixo. “O desemprego vem caindo, mas as ocupações são de baixo nível de remuneração. Isso impacta no consumo das famílias e gera impactos sobre a cadeia produtiva”, pontua.
Regiões com maior influência na queda
Entre as quedas na produção industrial observadas em agosto ante julho, Pará e Santa Catarina foram os locais pesquisados que mais influenciaram no resultado nacional.
Isso porque, registraram recuos de 6,2% e 4,8%, respectivamente, na atividade industrial.
Nesse sentido, Almeida afirma que o Estado do Pará foi a principal influência negativa no mês de agosto.
Já que o setor extrativo (minério de ferro) é o principal responsável pelo resultado.
Isto é, por ser mais concentrada nesse setor, uma pequena variação pode ter um impacto maior na indústria paraense.
A indústria da região teve o setor de alimentos em segundo lugar entre as influências negativas no estado. “Vale lembrar que o Pará vem de dois meses com resultados positivos, com ganho acumulado de 15,2%”, detalhou Almeida.
Indo para Santa Catarina, a performance menos favorável no setor de plásticos levou ao resultado. “Santa Catarina teve a segunda maior influência negativa no resultado nacional em razão da queda na produção de borracha e material plástico”.
Bem como, o setor de máquinas, aparelhos e materiais elétricos. “Santa Catarina vem de quatro meses de resultados positivos, com ganho acumulado de 8,9%”, completou Almeida
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Por Marcelo Feitas
A multa isolada de 50% sobre o débito objeto da compensação é prevista na hipótese de não homologação da declaração, ou não aceite, por parte da Receita Federal do Brasil da PER/DCOMP
Isso porque, o artigo 74 da Lei n° 9.430/1996 prevê, de acordo com as regras previstas, a possibilidade de o contribuinte compensar créditos tributários federais com quaisquer tributos administrados pela Secretaria da Receita Federal do Brasil.
Sendo, mediante a entrega da declaração de compensação (PER/DCOMP).
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Basta que o contribuinte tenha negado seu pedido administrativo de compensação para que se exija o pagamento da multa isolada de 50%, independentemente da comprovação de má-fé.
Quando poderá ser cobrada a multa isolada?
A princípio, os contribuintes têm acionado o Poder Judiciário, por conta dessa cobrança indevida, na tentativa de afastar a exigência desta multa.
Além de possuir efeito confiscatório, a multa isolada representa violação aos princípios da razoabilidade e da moralidade.
Bem como, da proporcionalidade, do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa.
A multa isolada configura evidente restrição do direito constitucional de petição.
Ou seja, se aplicável, a multa somente caberia na evidência de prática de ato doloso pelo contribuinte e não por mero indeferimento da compensação pleiteada.
A inconstitucionalidade
Os Tribunais Regionais têm afastado a imposição dessa multa, e a controvérsia por fim chegou no Supremo Tribunal Federal (Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 4.905 e Recurso Extraordinário n° 796.939/RS).
Uma vez que, a própria Procuradoria Geral da República já emitiu parecer reconhecendo a inconstitucionalidade de tal multa, salvo quando comprovada a má-fé do contribuinte.
O relator do STF no RE 796.939 já se manifestou favoravelmente no sentido:
“É inconstitucional a multa isolada prevista em lei para incidir diante da mera negativa de homologação de compensação tributária por não consistir em ato ilícito com aptidão para propiciar automática penalidade pecuniária”.
O julgamento foi suspenso devido a um pedido de revisão, e a expectativa é que a decisão final seja favorável ao contribuinte.
Vale ressaltar que, em recentes casos relacionados à matéria tributária, o Supremo Tribunal Federal tem modificado os efeitos de suas decisões.
Assim, impossibilitando a recuperação de valores pagos indevidamente.
Portanto, recomenda-se buscar a tutela do judiciário com brevidade, para afastar a cobrança de multa aplicada.
Ou mesmo para pleitear a restituição daquelas já indevidamente pagas nos últimos cinco anos
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O II World Plastic Connection Summit, maior evento internacional do setor plástico transformados brasileiros, acontece entre os dias 7 a 10 de novembro em formato híbrido.
Isto é, o Summit acontecerá presencialmente no Blue Tree Premium Alphaville, em Barueri - SP, assim como online, em uma transmissão simultânea em português, espanhol e inglês.
A princípio, o evento contará com rodadas de negócios internacionais e cobertura de imprensa convidada.
Além disso, os mais importantes nomes internacionais de embalagens, design, sustentabilidade e inovação estarão presentes.
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Nesse sentido, a Think Plastic Brazil, idealizadora do evento, também garante a ampliação das categorias do International Award.
Para, assim, abranger não somente empresas, mas também profissionais do setor.
Na edição passada, o evento registrou mais de 130 mil acessos de 54 países, com 130 empresas brasileiras participantes e palestrantes de renome global.
Para este ano as novidades principais ficam por conta da nova categoria de premiação (World Plastic Global Design Award).
Bem como, da realização de Projeto Comprador e Imagem com grandes redes compradoras globais.
Em suma, o Summit terá sua programação composta por:
Seminário Internacional;
Prêmio Internacional;
Tendência de cores – International Color Trend 2023;
Anuário Internacional;
Buyers and Press Project International Show – Projeto Comprador e Projeto Imagem;
Portanto, o Summit será um momento de confraternização entre os principais exportadores do setor de plástico transformado brasileiro.
Assim, permitindo a troca de experiências e o crescimento do mercado como um todo.
Se inscreva para participar do maior evento internacional do setor plástico clicando aqui.
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Graças a alta no fornecimento de masterbatches coloridos e dessecantes branco e preto. A Kolor Flakes, empresa fabricante de aditivos e pigmentos para indústria, manteve seu nível de produção no primeiro semestre deste ano.
Para ampliar ainda mais esse cenário, a Kolor investiu fortemente em sua estrutura, construindo galpão próprio e comprando máquinas do exterior.
Como destaca Fábio Avelar, gerente comercial da empresa. “Estruturamos ainda mais nosso sistema de máquinas, trazendo máquinas da China, e construindo galpão próprio, para assim, atender melhor nossos clientes. Bem como, melhorar o atendimento de novos clientes”.
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Para ele, esse primeiro semestre de 2022 foi um período bom. “Mantivemos nosso nível de produção e qualidade. Agora, seguiremos trabalhando para ampliar o crescimento da empresa”.
Sob essa perspectiva de crescimento, a Kolor Flakes busca suprir a carência de conhecimento do mercado através de um atendimento técnico personalizado.
Avelar explica: “Procuramos entender o processo/produto do cliente e descobrir junto com ele qual material ele realmente precisa”.
Além disso, a logística é outro fator que a empresa encara como determinante para seu crescimento.
Por isso, tem investido também nesse segmento. "Devido à nossa estrutura, o prazo sempre será curto para entrega dos produtos solicitados. Isso porque, contamos com caminhões e caminhonetes + frete para uma entrega ágil e eficaz”.
Para 2023, o gerente comercial afirma: “Vai ser um ano de muito crescimento. Com maquinários novos, galpão novo, produtos novos. Vamos vir contudo para 2023”.
Como a Kolor Flakes mantém sua produção?
A Kolor Flakes tem ganhado destaque cada vez mais no mercado, devido ao ótimo custo-benefício de seus produtos.
Um exemplo disso é o masterbatch, que é o produto de maior demanda da empresa, segundo Jonathan Victor, gerente de fábrica da empresa.
Conforme Victor, o produto fornece concentração e homogeneização de qualidade, além do custo benefício.
Outro produto da Kolor altamente demandado pelo mercado é o dessecante, são cerca de 2.400 toneladas do produto por ano.
De acordo com Avelar, o dessecante diminui as perdas de processo através da geração de aparas, assim como melhora o aspecto visual da peça aplicada.
Nesse sentido, com a melhor estruturação da empresa e os planos de desenvolvimento que pretende para 2023, permitirá que a ampliação do crescimento seja alcançada. Garantido mais destaque e influência da empresa no mercado de aditivos.
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