Reunindo grandes empresas da indústria plástica, o II World Plastic Connection Summit, evento promovido pelo Think Plastic Brazil, mostrou caminhos de inovação e sustentabilidade ao segmento.
Isso porque, as palestras sobre inovação, design e sustentabilidade foram os destaques mais citados por quem participou do evento.
Como comenta Waine Agostinho, International Sales Coordinator da Jaguar Plásticos. A Jaguar foi premiada no World Plastic Development Award, Commercial Promotion Investments Award e Image Promotion Investment Award.
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Para ele, falar sobre sustentabilidade, inovação e design foi importante para a equipe entender aspectos importantes de cada assunto.
Waine Agostinho
Já Roger Planas, Gerente de Exportação da Dello Indústria e Comércio, declara que aprendeu muito com as palestras. “Foram tratados conteúdos importantes sobre o nosso mercado e outros. Além, é claro, de estar junto com as principais empresas do setor e poder trocar ideias sobre mercado, tendências, clientes”. A Dello foi premiada na segunda colocação do Business Case Award.
Além disso, as rodas de negócios e o Projeto Comprador também foram destaques do evento. Que segundo Agostinho, ao longo do Projeto Comprador, foi possível conhecer novos clientes, parceiros e fechar novas parcerias.
A organização, qualidade das palestras, qualidade dos compradores internacionais para as rodadas de negócios e a equipe da Think Plastic Brazil contribuíram para o sucesso do evento, de acordo com Planas.
Planas complementa, afirmando que: “esse é um evento muito importante para poder unir as empresas e para que todos saibam que o plástico é uma matéria-prima super importante para o mundo”.
Debate e reconhecimento sobre a importância da sustentabilidade
O desenvolvimento de práticas mais sustentáveis na indústria foi uma das medidas que o Think Plastic Brazil idealizou para introduzir o debate no segmento plástico.
Patrícia Azevedo
Por isso, além das palestras acerca do assunto, o evento também premiou empresas que já têm a sustentabilidade inserida em seus negócios.
Como foi o caso da Lordtech, que foi premiada com o Business Case, na categoria técnica. “Ganhamos com nosso Projeto Eco, que promove a sustentabilidade ambiental e inclusão social em ações pertinentes ao desenvolvimento sustentável”, explica a Analista de Sustentabilidade da empresa, Patrícia Azevedo.
Dessa forma, Azevedo ainda descreve "sempre de grande relevância nos manter atualizados e participar de frentes como essa que impulsiona a pesquisa, o desenvolvimento e o reconhecimento”.
Assim, com esse reconhecimento, o que a empresa deseja ainda, é retornar na próxima edição participando e sendo reconhecida em mais categorias.
A indústria e a retomada dos eventos presenciais
Assim como todos os eventos naquele período, a primeira edição do World Plastic Connection Summit aconteceu de forma online, em 2021.
Porém, com a retomada das atividades presenciais, é de tamanha importância os eventos nesse formato, principalmente, para trocas de conhecimento e geração de novos negócios.
Para Planas da Dello, o mercado estava sentindo falta de eventos como o World Plastic Connection Summit de forma presencial. “É no presencial que se pode aproximar mais as indústrias e os clientes”.
E para Agostinho, o evento presencial proporcionou um enorme networking entre as empresas participantes e clientes. “Nunca houve antes tamanha sinergia, o que colaborou para envolvimentos e construção de novas parcerias”.
Ainda nesse sentido, a expectativa para a edição de 2023 é a permanência desse formato e a continuidade do bom trabalho realizado pela Think Plastic.
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Notebook de plástico reciclado
A empresa de tecnologia Acer anunciou que aumentará seu portfólio de notebooks Vero com mais cinco equipamentos da linha. A linha de computadores é feita com plástico reciclado.
A produção nacional engloba mais três notebooks, além do lançamento de dois monitores “verdes” importados, que já estão disponíveis no e-commerce da companhia com o objetivo de proporcionar tecnologia de ponta, mas também incentivar a adoção de iniciativas ecológicas.
Dessa forma, são três novos modelos de máquinas Vero que, em suma, se direciona para home office ou estudos.
Todos são feitos com 30% de plástico PCR (pós-consumo) no chassi e na moldura da tela; e 50% nas capas do teclado. Além disso, o chassi sem pintura reduz o impacto negativo dos Compostos Orgânicos Voláteis.
Os modelos também possuem as teclas R e E do teclado espelhadas, de maneira a reforçar a principal mensagem da linha: REduzir, REutilizar e REciclar.
Vale lembrar que a estrutura dos equipamentos foi pensada para uma fácil atualização, com parafusos padrão de fácil reparação e reciclagem. Eles também possuem embalagem 100% reciclável e desenvolvida para que parte do conteúdo da caixa se transforme em um suporte para notebooks.
Assim, os dispositivos são embalados com 85% de papelão e todas as embalagens de espuma de LDPE foram removidas sem diminuir a proteção da caixa.
Desde 2011, a Acer poupou 109.054 toneladas de carbono, assumindo o compromisso de carbono zero até 2035.
Reciclagem de embalagens plásticas flexíveis no Brasil
Com o objetivo de fomentar a reciclagem de embalagens plásticas flexíveis no Brasil, a Nestlé, em parceria com a startup Yattó, especializada em soluções de economia circular e logística reversa, criou um projeto focado em estruturar uma cadeia efetiva para esse tipo de embalagem.
A princípio, o objetivo é acelerar e dar escala ao projeto, a companhia convidou outras empresas a se juntarem à essa jornada.
PepsiCo, Mars e Cargill passaram a integrar a iniciativa em 2022 e o número de embalagens flexíveis recicladas teve um incremento de 3900%, passando de 5 toneladas, em 2021, para 200 toneladas em 2022.
Além disso, o marco celebrou o primeiro Comitê Yattó Transforma, no Panela House – espaço de inovação aberta da Nestlé, que fica na sede da companhia na capital paulista.
O evento também reuniu especialistas na área de inovação para embalagens e sustentabilidade. Dos materiais que chegam nas cooperativas atualmente, cerca de 40% são rejeitos, com parte expressiva representada pelas embalagens plásticas flexíveis.
Por serem de difícil reciclagem, até há pouco tempo eram enviadas diretamente aos aterros sanitários.
Sobretudo, em 2021, a versão piloto do projeto contou com seis cooperativas que, ao longo de seis meses, registraram o total de 5 toneladas recicladas.
Este ano, serão 200 toneladas recicladas em conjunto com 55 cooperativas, localizadas nos Estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Isso equivale a 100 milhões de embalagens de chocolate coletadas, redução de emissão de mais de 300 mil kg de CO2 na atmosfera e economia de mais de 1 milhão de litros de água.
Mural ecológico
Foi em clima de festa que Oscar Olivares inaugurou o maior mural ecológico do mundo feito com mais de 400 mil tampas de plástico na Avenida António Machado, em Guatire, Venezuela.
O momento contou com a presença de centenas de pessoas para observar a obra que exigiu quase uma tonelada de plástico.
Para Olivares, "a peça torna toda a região num exemplo de arte, reciclagem e trabalho em equipe", disse o artista à EFE. Já que foi montada com a ajuda de voluntários e a partir de tampas doadas pelas comunidades mais próximas.
Sobretudo, a obra irá concorrer para ser certificada pelo Guinness World Records como o maior mural ecológico do mundo com 285 metros quadrados.
Isso porque, o atual detentor do prêmio tem 260 metros quadrados e foi construído pela Sony Playstation, em Dubai.
Além disso, o artista anunciou que o seu próximo mural, que será o último do ano 2022, será na Cota 905, em Caracas, junto à organização Otro Enfoque. Terá cerca de 50 mil plástico reciclado e vai arrancar ainda esta semana.
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A startup Cove criou a primeira embalagem feita com uma mistura de PHA, um tipo de polímero de base biológica projetado para se decompor quando compostado. A embalagem pode comportar qualquer tipo de líquido, como água e suco.
A princípio, o novo material é feito a partir de fermentação, ou seja, os micróbios são alimentados com óleo vegetal, açúcar, resíduos de alimentos ou CO2 capturado.
Em sequência, suas células então produzem naturalmente um polímero que pode ser extraído e transformado em plástico.
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Ainda não se sabe o tempo exato que essas garrafas vão levar para se decompor, pois isso dependerá do ecossistema. “A biodegradabilidade não é mágica. Não é só jogar fora e pronto”, diz Ramani Narayan, professor da Michigan State University que estuda plásticos biodegradáveis.
Isso porque, segundo Ben Kogan, chefe de sustentabilidade e política da Cove, nenhum ambiente é igual ao outro.
Ou seja, geralmente, o máximo que se consegue é obter uma estimativa que fornece um limite máximo e um limite mínimo de quanto tempo levará. Por isso, com base em um estudo anterior, a empresa espera que a garrafa leve entre um ano e meio e quatro anos e meio para se decompor.
A reciclagem desse material
Com o equipamento certo, o material também poderia ser reciclado. No entanto, até que existam mais embalagem de PHA no mercado, os recicladores não têm motivos para investir em toda uma nova infraestrutura.
Sobretudo, o design final da embalagem usa uma mistura de diferentes tipos de PHA. Devido aos desafios de tornar esse tipo de plástico transparente, essas garrafas são brancas, em vez das típicas embalagens translúcidas.
Por serem mais caras – US$ 2,99 por garrafa – o mercado para o produto da Cove pode ser mais limitado por enquanto. A esperança é ampliar o público consumidor e começar a substituir as águas engarrafadas convencionais.
Nesse sentido, a primeira fábrica tem capacidade para produzir 20 milhões de garrafas por ano. A startup, que arrecadou US$ 20 milhões desde 2018, planeja construir uma unidade ainda maior no ano que vem.
Alex Totterman, fundador e CEO da Cove, explica que: “O que estamos tentando fazer é inspirar e esperar que sigam nosso exemplo, conforme os consumidores forem dando mais sinais de demanda por plástico degradável – como aconteceu com os veículos elétricos”.
Ele finaliza dizendo: “Realmente, só precisa haver um caso pioneiro convincente e os outros seguirão pelo mesmo caminho”. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Mesmo que muitos eventos tenham voltado ao formato presencial, os organizadores ainda exploram a transmissão para o meio digital, como forma de entregar uma experiência que atinja todos os públicos. Um exemplo disso, é o II World Plastic Connection Summit, um dos maiores eventos da indústria plástica que aconteceu em São Paulo, mas teve transmissão ao vivo.
Assim, o formato de evento híbrido garantiu que empresas associadas ao Think Plastic Brazil participassem mesmo que a distância. Como foi o caso da Stolf Utilidades.
Segundo Antônio Marcos Coelho Junior, que faz parte do time Comercial de exportação da empresa, o evento mostrou uma grande estrutura. “O evento atendeu nossas expectativas, trazendo as cores destaques com seu Yearbook e também palestras focadas sobre o mundo do plástico", afirmou.
A Stolf não conseguiu estar presencialmente no evento, porém se fez presente acompanhando virtualmente e notou quão bem organizado e pensado o evento foi.
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A princípio, a Stolf Utilidades ganhou dois prêmios promovidos pelo Connection Summit que reconhecem os esforços das empresas associadas ao Think Plastic Brazil.
A empresa ganhou o Image Promotion Award e o Design Award. “A satisfação de saber que um produto prestado é responsável por ganhar prêmios é sem dúvidas muito gratificante, ver que todo o trabalho do desenvolvimento e o estudo de mercado foi reconhecido, faz valer a pena”, declara Junior.
Antonio Marcos Coelho Junior
Tendências de cores para 2023
Tanto que, para Francielo Fardo, diretor da Colorfix, o Color Trend foi um dos principais destaques do evento. Já que, segundo ele, o lançamento deste Guia Internacional de Tendências de Cores foi o ponto forte.
O diretor declara “um grande nome da moda como o Alexandre Herchcovitch colocando que cores marmorizadas são uma grande tendência para 2023 reforça o trabalho da Colorfix”.
Isso porque, ainda de acordo com o diretor, para o evento, foram desenvolvidas duas cores Marble, aplicadas tanto em resina virgem quanto em PCR. “Ter a validação no evento com relação ao nosso produto foi algo excelente”, ressaltou.
Grupo Colorfix
Essa declaração surge devido aos prêmios que a Colorfix recebeu do evento. Foram 4 no total, sendo:
1º lugar no Special 2022 – World Plastic Development Award;
2º lugar Special 2022 – World Plastic Design Award;
1º lugar Access 2022 – World Plastic Image Promotion Investments;
2º lugar Acess 2022 – World Plastic Commercial Promotion Investments Award;
Nesse sentido, o diretor afirma que acredita que estes prêmios, refletem os esforços em ampliar o mercado e a abrangência da marca. Além disso, o evento tratou da importância de não só oferecer um produto ao mercado, mas também sobre prestar serviço. “Isso é muito do que acreditamos como negócio, acompanhando o processo de nossos clientes muito de perto”, pontuou.
O mercado e a retomada dos eventos presenciais
Sobretudo, a segunda edição do World Plastic Connection Summit foi uma experiência de como o mercado aguardava a retomada de eventos como este.
Deivson Althaus, executivo de vendas da Canguru Plásticos, discute como o momento é de recuperação e restabelecimento em vários sentidos. “No entanto, o mercado está sedento por ações como esta do Think Plastic Brazil, que busquem gerar estímulos à atividade econômica e melhorar o saldo da balança comercial do país”, validou.
Dessa forma, Althaus ressalta que "participar de um evento da magnitude e importância do Connection Summit é poder desfrutar de todo zelo e carinho com que cada detalhe foi planejado e executado, é gratificante”.
A primeira edição do evento em formato presencial e online demonstrou toda a força do segmento industrial de plásticos transformados, pontuou o executivo.
A Canguru Plásticos ganhou em primeiro lugar no World Plastic Global Design Award, pelo desenvolvimento sustentável da empresa em embalagens plásticas flexíveis. E conquistou o terceiro lugar do World Plastic Certification Award.
Para Althaus, os prêmios são frutos de uma equipe engajada e comprometida que entende a importância de entregar sempre melhores resultados e impactar da melhor maneira possível o negócio dos clientes.
Por fim, a expectativa principal do executivo para o novo ano e a próxima edição do evento é de continuar apresentando ao mercado, soluções inovadoras, principalmente com foco no tema sustentabilidade.
E ainda assim finaliza "por consequência, sermos agraciados com mais reconhecimentos como estes, de tamanha relevância para a indústria”. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Calculado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) recuou pelo terceiro mês consecutivo. Isso porque, o indicador caiu de 51,7 pontos em novembro para 50,8 pontos em dezembro de 2022, o menor desde julho de 2020.
Segundo a CNI, em análise do ICEI, só é possível falar em falta de confiança do empresário quanto aos negócios e à economia com valores abaixo de 50 pontos.
Dessa forma, apesar da queda, o empresário segue confiante. Foram ouvidos 1.455 empresários, sendo 559 de empresas de pequeno porte, 545 de médio porte e 351 de grande porte, entre 1º e 7 de dezembro.
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Para Marcelo Azevedo, gerente de análise econômica da CNI, a queda de dezembro do ICEI foi mais branda do que a de meses anteriores.
No entanto, já são três quedas consecutivas da confiança do empresário, o que levou o índice a um patamar muito próximo da linha divisória de 50 pontos. “De uma forma geral, há ainda confiança do empresário, mas ela é restrita e pouco intensa”, explica o gerente.
Número abaixo da média histórica
A princípio, o dado de dezembro está abaixo da média histórica, de 54,3 pontos, o que é explicado pelos componentes do indicador.
Já que o Índice de Condições Atuais recuou de 53,2 pontos para 50,3 pontos, pois o empresário deixou de ver melhora nas condições atuais de uma forma geral na comparação com os seis meses anteriores.
Ainda de acordo com Azevedo, há uma inversão na percepção dos empresários sobre as condições atuais da economia.
Por isso, a avaliação é de piora das condições, enquanto em novembro, a percepção ainda era de melhora. No quesito economia brasileira, o indicador está em 48,4 pontos.
As expectativas para a indústria
Sobretudo, o Índice de Expectativas, que mede as perspectivas da indústria para os próximos seis meses, manteve-se estável em 51 pontos em dezembro.
Assim, segundo a CNI, o indicador mostra otimismo moderado. Os componentes do indicador mostram trajetórias divergentes.
Para a CNI, o empresário industrial avalia, de forma distinta, as expectativas para a sua empresa e para a economia como um todo.
O Índice de Expectativas para a própria empresa, que mede as percepções do empresário para o próprio negócio nos próximos seis meses, subiu de 53,6 para 54,1 pontos.
No entanto, o Índice de Expectativas para a Economia Brasileira caiu de 45,9 para 44,8 pontos. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Realizado em novembro, o II World Plastic Connection Summit, proporcionou uma das melhores experiências de inovação para a indústria do plástico. O evento, que aconteceu em São Paulo, reuniu empresas associadas do Think Plastic Brazil e gerou a elas saldo positivo no ganho de conhecimento.
Uma das empresas contempladas foi a Nova A3, que trabalha com luvas, bulas e embalagens flexíveis. Segundo Gladstone Santos Junior, Coordenador da empresa, o evento atingiu todas as expectativas.
O Coordenador destaca que “o evento atendeu completamente a expectativa, com palestras e apresentações super atuais com aplicação direta no dia a dia da indústria de transformação. Um momento especial para repensar e redirecionar as ações estratégicas.”
E ainda reafirma: “O evento foi um dos primeiros que participei com o retorno das atividades presenciais. Com um conteúdo surpreendente, atual e super envolvedor, fez com que o tempo passasse rápido”.
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Dessa forma, o coordenador acredita que o clima dos últimos anos levou à uma expectativa baixa para o evento. Contudo, a realização do evento e o resultado final superou muito as expectativas.
Para ele, a grande diferença que o seminário teve, foram palestras muito interessantes com destaque para "Inovações em Embalagens no Mercado Global" e o das "Organizações Infinitas".
Além disso, o intercâmbio com potenciais compradores, o lançamento do Color Trend (uma marca registrada da indústria de plástico no Brasil).
Bem como, a premiação do International Award, que reconheceu os esforços das empresas brasileiras no processo de internacionalização, também foram grandes destaques do evento.
A premiação para indústria do plástico
Prestigiada 4 vezes, a L&L Destak Embalagens, empresa de embalagens flexíveis, relata o significado que as premiações promovidas no II World Plastic Connection Summit tem para a indústria.
Para Eliana Andrade de Souza, Diretora da empresa, as premiações incentivam as empresas de plástico a se especializar e buscar a excelência em seu negócio. “A L&L Destak se sente honrada e reconhecida na excelência do seu produto, de seus processos, de sua gestão e ações no mercado internacional e nacional”, destaca.
Eliana Andrade de Souza, Diretora da L&L Destak.
A princípio, a empresa ganhou o Certification Award, Commercial Promotion Award, Development Award e Business Case Award.
Andrade, contudo, acredita que o trabalho e a dedicação de todos os envolvidos na empresa para a confecção e entrega do produto de forma excelente são os diferenciais da L&L Destak como negócio. “Por isso, entendemos a vitória dos prêmios como consequência deste esforço coletivo”.
Além da L&L Destak Embalagens, a Nova A3 também foi premiada. A empresa ganhou em primeiro lugar no World Plastic Business Case Aware. Assim como a Termolar S.A., empresa referência em produção de garrafas térmicas.
A Termolar S.A. foi um dos destaques pela quantidade de prêmios que recebeu, sendo eles:
1º World Plastic Design Award;
1º World Plastic Development Award;
2º World Plastic Commercial Promotion Investments Award;
3º World Plastic Business Case Award;
Nesse sentido, Elias Kerpen, Gerente de Exportação da Termolar S.A, comenta: "É extremamente gratificante ver nossos clientes, de diferentes partes do mundo, enviando mensagens e ligações nos felicitando e reconhecendo os nossos esforços”.
Isso porque, para Kerpen, eles também têm participação nos prêmios que a empresa recebe. “Isso reflete a grandeza das ações que começam aqui em solo nacional e tem impacto altamente positivo para nossa empresa, para o programa tpb, apex e para o país”.
Elias Kerpen, Gerente de Exportação da Termolar S.A.
Expectativas para a próxima edição do evento
Ainda que, tenha uma certa distância para a próxima edição do World Plastic Connection Summit, as empresas participantes estão com altas expectativas para o evento em 2023.
A diretora da L&L Destak, ressalta: “estou com expectativas altas, principalmente para a concorrência dos prêmios que será aberta para outras empresas além dos sócios”.
Além disso, outras oportunidades para compradores convidados, palestras de temas relevantes, entre elas as tendências identificadas pela INPI fazem parte do que a diretora espera. Kerpen que é Gerente de Exportação da Termolar também partilha do mesmo nível de expectativa.
Para ele poder ver reunida toda nossa indústria exportadora de plásticos com muita prosperidade nos negócios e quem sabe, seguir ganhando mais prêmios como neste ano. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Com objetivo de promover a sustentabilidade, o Movimento Plástico Transforma irá recolher e reciclar os copos usados na hidratação dos corredores da Corrida Internacional de São Silvestre, a maior corrida de rua da América Latina, que acontece dia 31 de dezembro nas avenidas de São Paulo.
Essa iniciativa só é possível graças à parceria entre a proprietária da prova, Fundação Cásper Líbero, junto a Yescom, a organizadora, e o Movimento.
A princípio, o objetivo é transformar o plástico dos copos em novos produtos para benefício da sociedade.
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Para isso, a dinâmica será a mesma que a utilizada nas duas últimas edições, ou seja, os corredores consomem a água dos copos e descartam essas embalagens ao longo da Prova.
Sendo que, durante todo o percurso, os agentes do Movimento irão resgatar os copos, que serão levados para uma recicladora.
Com a matéria-prima reciclada, o transformador será responsável por produzir caixas organizadoras que serão doadas para entidades públicas.
Para o Movimento Plástico Transforma, participar de grandes eventos como esse pode ser uma ótima chance de materializar o conceito de Economia Circular.
E, assim, estimular a conscientização da sociedade sobre as vantagens de adotar atitudes sustentáveis e exercer seu protagonismo.
Por isso, a ação busca também ensinar sobre o grande benefício da Economia Circular, onde há retorno dos produtos ao ciclo produtivo, evitando assim, a extração de novos recursos naturais.
Programação da Prova
Sobretudo, a largada da São Silvestre acontece na Avenida Paulista, próximo ao número 2084.
Já a chegada ocorre em frente ao prédio da Fundação Cásper Líbero, também na Avenida Paulista, no número 900.
Nesse sentido, a programação da Prova no dia 31 começará às 7h25min, com a largada da categoria Cadeirantes.
Em seguida, às 7h40min, será a vez da Elite feminina, ficando para as 8h05min o início da Elite masculina, Pelotão C, Cadeirantes com Guia e Pelotão Geral.
Os corredores percorrerão 15 quilômetros, com estimados mais de 40 minutos para conclusão do percurso. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Com o programa Mundo sem Resíduos, a Coca-Cola exibe o seu compromisso com a sustentabilidade e economia circular. Isso porque, nele a empresa faz acordo para até 2030, usar 50% de material reciclado nas suas embalagens.
Bem como, ter pelo menos 25% de suas bebidas vendidas em embalagens retornáveis e recolher e reciclar o equivalente a 100% das embalagens que coloca no mercado.
Partindo disso, cada unidade de negócios da companhia tem um planejamento para atingir essas metas dentro dos países em que atua, focadas em progresso efetivo e na prestação de contas.
Nesse sentido, para alcançar os objetivos no Brasil, a Coca-Cola tem buscado parcerias com a iniciativa privada, governo e sociedade civil.
Já que essas alianças incluem engarrafadoras do sistema, consumidores, recicladores comunitários, fornecedores, ONGs, governos locais e inclusive empresas concorrentes para criar soluções que repensem a gestão de resíduos.
Conheça alguma das ações para impulsionar a meta
A princípio, uma das mudanças significativas que a Coca-Cola implantou foi em sua linha de produção.
Isso porque, a empresa conseguiu impulsionar a comercialização das embalagens retornáveis, que já representam 34% do volume das vendas da companhia na América Latina.
O que garante a reutilização do material, já que essas embalagens podem ser usadas 15 até 35 vezes. Após todos esses ciclos, são destinados para a reciclagem.
Além disso, outra modificação foi na matéria-prima de algumas embalagens da companhia, como da Sprite.
Em agosto deste ano, a Coca-Cola apresentou a nova embalagem plástica da Sprite, que depois de 60 anos comercializada em garrafa verde, passou a ser transparente.
Isto é, embora também sejam 100% recicláveis, as garrafas coloridas têm maior complexidade no processo de recuperação e reciclagem, precisando ser separadas das demais.
Já as embalagens transparentes não necessitam de separação, o que otimiza a cadeia.
Ainda mais, o material sem pigmento produz plásticos reciclados de maior valor agregado para os catadores.
Outro marco desta jornada foi o lançamento da Crystal 100% reciclada, sendo a primeira garrafa de água mineral produzida apenas com material PET reciclado no Brasil.
Dessa forma, até 2025, evitará a confecção de 3,5 bilhões de embalagens com resina virgem.
Ou seja, o equivalente a quase 2 milhões de novas garrafas por dia ou 50 mil toneladas de plástico. Além disso, o modelo pode ser torcido facilmente, facilitando a coleta.
Coleta de PET pós-consumo
Em parceria com a engarrafadora Coca-Cola Femsa, a Coca-Cola Brasil mantém a SustentaPET, uma central de coleta de PET pós-consumo.
É a primeira vez no Brasil que uma indústria de larga escala passa a comprar diretamente PET pós-consumo de cooperativas e catadores.
Assim, redesenhando a cadeia de logística reversa. Atualmente, são três unidades em operação, sendo duas em São Paulo e uma no Rio Grande do Sul.
Com o investimento inicial de R$ 2,5 milhões, somente a unidade principal de São Paulo recebe todos os dias, em média, 700 mil garrafas PET.
Em três anos, a SustentaPET já reciclou mais de 1,5 bilhão de garrafas e 77 mil toneladas de PET.
Além disso, com a Solar, outra fabricante do sistema, a companhia administra o Recicla Solar.
Que é um projeto em parceria com centrais de coleta, organizações de catadores e agregadores de PET pós-consumo em Pernambuco, Ceará e Bahia.
Até 2023, a projeção é que o programa se expanda para outros estados do Norte e Nordeste. Já que de janeiro a outubro, mais de 5,5 mil toneladas de PET foram coletadas e destinadas para reciclagem, o equivalente a 110 milhões de garrafas. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Bactéria produz bioplástico
Nos EUA, uma nova técnica de reciclagem criada no Laboratório Nacional de Energia Renovável, utiliza o calor e bactérias para transformar restos de plástico em insumos de interesse industrial.
A combinação de processos químicos e biológicos é a aposta dos pesquisadores para ampliar a utilidade de resíduos e apoiar a economia circular.
Por isso, a técnica de reciclagem mantém materiais que poderiam ser destinados ao lixo em uso nas cadeias produtivas e de consumo.
A saída encontrada foi criar um sistema misto, químico e biológico.
Na primeira etapa da técnica de reciclagem, uma reação química foi usada para quebrar em partículas menores uma amostra com diferentes tipos de plástico.
A princípio, o processo deu origem a compostos mais simples, mas que ainda exigiriam técnicas avançadas se transformarem em matéria-prima pura, que pode ser usada pela indústria.
Uma bactéria geneticamente modificada (Pseudomonas putida) foi, então, testada para fazer a transformação desses resíduos.
A espécie escolhida se encontra na natureza e não provoca infecções frequentes em humanos.
Os micro-organismos se alimentam dos nutrientes gerados pela reciclagem química e produziram uma espécie de bioplástico.
A PepsiCo estipulou uma meta global que visa dobrar a porcentagem de embalagens reutilizáveis em seu portfólio de bebidas, passando de 10% para 20% até 2030.
Sobretudo, essa ambição faz parte de PepsiCo Positive (pep+), transformação estratégica de negócios de ponta a ponta da empresa, que coloca a sustentabilidade e as pessoas no centro de como criar crescimento e valor.
A reutilização do plástico é importante para atingir as metas da PepsiCo de reduzir o plástico virgem em 50% até 2030 e se tornar Net Zero até 2040.
Para isso, o progresso em direção a essas metas será impulsionado — em parceria com nossos engarrafadores — aumentando o conteúdo reciclado em nossas embalagens em todo o mundo.
Ricardo Maldonado, vice-presidente de Bebidas para o Brasil da PepsiCo, destaca: ”Queremos que os nossos consumidores e consumidoras possam desfrutar das nossas marcas. Isto é, sabendo de todo o esforço conjunto que temos por trás desses produtos, buscando reutilizar os plásticos e promover uma economia circular”.
Nobel da sustentabilidade
A startup brasileira Eco Panplas, que manteve 17 bilhões de litros de água potável limpos na coleta e reciclagem de embalagens de lubrificantes, venceu a categoria “Água” na 23ª edição do Energy Globe World Award.
A Eco Panplas conquistou o primeiro lugar no prêmio ambiental mais importante do mundo.
Este, por sua vez, reconhece empresas em cinco categorias: Terra, Fogo, Água, Ar e Juventude.
A princípio, foram inscritos mais de 30 mil projetos sustentáveis para problemas ambientais.
O projeto ganhou destaque porque apresenta um novo conceito para que reciclagem de embalagens plásticas de óleo lubrificante sejam descontaminadas sem a utilização de água.
Isto é, sem geração de resíduos e com rastreabilidade que apresenta resultados que chamam a atenção pelos benefícios socioambientais de impacto para toda a cadeia produtiva, sociedade e meio ambiente.
A separação do óleo do plástico ocorre 100%, uma vez que a Eco Panplas produz a resina reciclada para confecção de uma nova embalagem.
Além disso, o óleo, no processo, também é reaproveitado, vendido para empresas recicladoras.
Felipe Cardoso, CEO da startup, finaliza dizendo: “Estamos apresentando ao mundo um novo conceito de reciclagem aliada a uma tecnologia e processo inovador que desenvolvemos, composto por equipamentos e processos patenteados”.
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No ano passado, a produção de plástico reciclado pós-consumo teve um crescimento de 14,7%, totalizando 1 milhão de toneladas. Além disso, a reciclagem destes resíduos plásticos pós-consumo ficou em torno de 23,4%, como aponta pesquisa sobre reciclagem mecânica feita pelo PICPlast.
Essa pesquisa além de ser encomendada pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, contou com a parceria entre a ABIPLAST, representante do setor plástico e a petroquímica Braskem.
De acordo com o estudo, foram consumidas 1,5 milhão de toneladas de resíduo plástico na reciclagem em 2021, um crescimento de 13,2% em relação a 2020.
Desse total, pouco mais de 1,1 milhão de toneladas são de plástico pós-consumo.
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Outras 405 mil toneladas de plástico originam-se de resíduos pós-industriais, como sobras dos processos da indústria petroquímica, de transformação de plásticos e da própria reciclagem.
Dessa forma, do total de resíduos consumidos na reciclagem, 1.070 mil toneladas referem-se aos utensílios de uso único.
Ou seja, a categoria que representa as embalagens rígidas e flexíveis, além de outros tipos de descartáveis, representando 67,4% do montante reciclado em 2021.
Segundo Solange Stumpf, sócia da Maxiquim, os resíduos consumidos provenientes de artigos de uso único perderam proporcionalmente participação no total consumido em relação a 2020.
Por isso, Stumpf destaca que: “Uma das hipóteses para isso é uma diminuição na utilização dos utensílios plásticos mais presentes durante a pandemia como, por exemplo, copos, talheres, recipientes para alimentação”.
Processamento e perda dos resíduos
A princípio, as 1,5 milhão de toneladas de resíduo plástico consumidas chegaram às recicladoras por meio dos sucateiros (27%), beneficiadores (21%).
Bem como, empresas de gestão de resíduos (11%) e cooperativas (10%), entre outros.
Com isso, o principal motivo de perdas no processamento ainda é a contaminação da sucata plástica com materiais indesejados, que ocorre pela dificuldade na etapa de triagem.
Além disso, materiais como adesivos, sujeira orgânica e, dependendo do material, cores indesejadas, contribuem para o descarte da sucata adquirida.
No total, foram 188 mil toneladas de material perdido durante os processos de reciclagem, um aumento de 11,4% em comparação a 2020.
Tendo o PET como o material que mais sofreu perdas, devido também ao seu volume de consumo.
Um setor em recuperação
2021 foi um período de transição para a indústria de reciclagem brasileira. Foi possível observar uma recuperação da indústria, frente à desaceleração causada pela pandemia de Covid-19.
Assim, simultaneamente, pelo início de um movimento de consolidação no mercado, com a formação de empresas de grande porte.
Portanto, em termos de faturamento bruto, houve um crescimento de 64,9% nos últimos três anos.
O número de empresas do setor, contudo, diminuiu 5,4% comparado ao primeiro ano de estudo, em 2018.
E quando comparado com 2020, o índice de plásticos pós-consumo reciclados registrou leve aumento percentual, que foi de 23,1% para 23,4%.
Com isso, a sócia maxiquim, finaliza dizendo que: “Acreditamos que a produção de plástico pós-consumo deve continuar a subir nos próximos anos, ajudando também no crescimento do índice de reciclagem”.
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