Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Troféu de reciclado 

Troféu de reciclado, Madeira de plástico e Reciclagem do plástico

A FIVB (Federação Internacional de Vôlei) anunciou que o troféu do Finals será feito inteiramente de plástico reciclado. Segundo a entidade, todo material da premiação é das praias em que os melhores atletas do mundo já jogaram, ao redor do mundo.

A princípio, esse torneio decide as duplas campeãs do novo Circuito Mundial de Vôlei de Praia.

Por isso, o conceito do troféu é conscientizar a população sobre o reaproveitamento de resíduos. 

O troféu foi projetado pela agência de design holandesa The New Raw, especializada em transformar resíduos plásticos em produtos significativos que são 100% circulares. 

A FIVB explica que: "Representando a natureza dinâmica do vôlei, o troféu é esculpido com curvas fluidas e sensação de movimento. O esquema de cores representa os elementos naturais do esporte, a areia e o mar".

Nesse sentido, o troféu será levantado por uma das 20 melhores duplas de vôlei de praia do mundo. Quatro duplas representam o Brasil, neste torneio.

Madeira de plástico

A empresa Star Deck, tem se dedicado a dar novos destinos ao plástico descartado. Isso porque, ela produz produtos ecológicos, tendo como seu carro chefe a Madeira Plástica, WPC (Wood Polymer Composite) entre outros.

Segundo o diretor executivo da marca, Eduardo Aparecido, foram anos de experiência e testes, até se encontrar um produto que entregasse aos clientes o mais próximo da perfeição. 

Ele explica: "Foi então que conhecemos a tecnologia europeia de WPC e Madeira Plástica, produtos altamente resistentes e sustentáveis. Depois de inúmeros testes e certificações com a nova tecnologia, investimos em produção 100% nacional, gerando empregos e movimentando a economia local".

Sobretudo, para produzir a madeira plástica a fábrica precisa de plásticos de alta densidade (PEAD).

Isto é, material encontrado em frascos e embalagens que utilizamos em nosso dia a dia.  

Após este material ser triturado e transformado em grãos, o plástico já está pronto para entrar no processo produtivo das empresas fabricantes de madeiras plásticas.

A madeira plástica possui boa resistência ao sol e frio, não tem problema de mofos e fungos, insetos (como cupins) e outros animais como roedores e aves, não solta farpas e traz uma gama de cores e acabamentos diferenciados. 

Reciclagem garantida

Um sistema de triagem secundária na Suécia, conta com uma tecnologia pioneira para garantir que o plástico seja reciclado. Isso porque, a invenção separa o plástico do metal.

A princípio, o nome desta tecnologia é NIT (Infravermelho Próximo), técnica de aplicação mais utilizada na área médica e diagnóstica.

A instalação de triagem é a primeira desse tipo na Suécia. Está em operação desde 2021, ajudando a reduzir as emissões de CO2 da incineração de plástico e metal em 75%.

No total 11.000 toneladas de plástico e 2.500 toneladas de metal se separam todos os anos. 

Assim, isso significa que as diretivas da UE sobre reciclagem são atendidas, fornecendo à Suécia uma solução sustentável em termos de extensão do ciclo de vida dos materiais.

A tecnologia de classificação por infravermelho próximo significa que a máquina identifica diferentes tipos de plástico e classifica aqueles que podem ser reciclados. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Segundo levantamento da ADIRPLAST, 2022 foi um ótimo ano para comercialização dos produtos dos associados. Houve um crescimento de 5,5% nas vendas de produtos como filmes, plásticos de engenharia e resinas commodities, comparado às vendas de 2021.

Isso representa 247.008 toneladas de produtos comercializados pelos associados. Para Laércio Gonçalves, presidente da entidade, isso não reflete os mercados individualmente, mas aponta uma melhora do mercado.

A princípio, o segmento de BOPP+BOPET foi o que apresentou o maior crescimento, tendo alta de 13,3% em relação a 2021.

Leia mais:

Erasmo Fraccalvieri, da Tecnofilme, destaca que: “Apesar do desânimo de boa parte do mercado, este aumento reflete a forte queda do desemprego e o aumento do poder de compra real da população empregada durante o ano de 2022”.

Segundo ele, mesmo com os altos níveis de endividamento, a população optou por reduzir o consumo de bens duráveis em favorecimento dos bens não-duráveis, com ênfase em alimentos.

Ainda conforme o executivo, é possível notar na PMC (Pesquisa Mensal do Comércio) do IBGE a recuperação do setor de hipermercados e supermercados desde abril do ano passado, mesmo tendo o varejo ficado "de lado".

Nesse sentido, para Fraccalvieri a expectativa para o primeiro semestre de 2023 é otimista. “Dados antecedentes mostram ainda uma economia resiliente apesar dos governos. O setor de serviços mostra um certo cansaço na forte recuperação, porém ainda em expansão”.

Ele acredita ainda, que a renda média deve subir substancialmente com a correção do salário-mínimo. “Isto traz ainda mais demanda no mercado interno. Demanda não deve ser o problema no primeiro semestre”, afirma.

Outros saldos positivos em vendas

Os commodities foi o segundo segmento que mais cresceu entre os representados pela entidade. Isso porque, o aumento apresentado no último ano em relação a 2021 foi de 4,7%. 

Ricardo Mason, da Fortymil, explica que o crescimento se deu na venda de PS, que subiu cerca de 16% em relação a 2021: “Nas poliolefinas, os volumes se mantiveram praticamente estáveis, o que é bastante coerente com o que estamos vendo no mercado”, conta.

Porém, Mason diz que as expectativas para este primeiro semestre são contidas: “Acredito em um consumo morno devido a grande incerteza no mercado”. 

Além disso, ele também alerta: “Devemos nos atentar a possíveis alterações nas alíquotas de importação, alteração da carga tributária em geral e em especial com as operações pouco transparentes de Manaus que vem crescendo exponencialmente”.

Já o plástico de engenharia, teve as vendas quase empatadas com às de 2021, com crescimento discreto de 0,6%. 

Sinalizações importantes para 2023

Para Fraccalvieri há dois fatores de preocupação em 2023. O primeiro deles é o que se refere ao excesso de oferta: “Sabidamente, um ambiente super ofertado oferece reduções de preços e consequentemente, redução de margens para a geração de caixa”. 

Já o segundo problema, é o crédito: “Empresas alavancadas estão sofrendo com a taxa de juros elevada”.

Isso porque, segundo o Banco Central, a taxa deve permanecer alta por muito tempo, então o risco de solvência começa a apitar com mais intensidade. “Sendo assim, os dois problemas formam uma combinação perigosa, baixas margens com insolvência”, sinaliza.

O presidente da ADIRPLAST, explica que é preciso ponderação neste ano: “Muitos especialistas afirmam que 2023 não será um ano fácil - com inflação ainda alta pelo mundo, uma nova variante do Covid-19 em circulação na China, guerra na Ucrânia, aumento de preços do petróleo e crise energética”.

Mas ainda assim, ele acredita que precisa seguir trabalhando e fazendo o melhor. Se manter informado e se preparar para enfrentar os problemas são tarefas importantes para qualquer empresário.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

O plástico PET tem ampliado participação na produção de embalagens à medida que conquista novas aplicações. Esse tipo de polímero tem maior índice de reciclagem. 

Diante dessa tendência e do desenvolvimento acelerado de novas tecnologias, a ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET) estima crescimento da ordem de 4% para o setor em 2023.

Assim, tendo ritmo superior aos 3,3% de expansão registrados no ano passado. Em 2022, a produção da resina virgem no Brasil chegou a 692 mil toneladas, que se somam a um importante volume de resina reciclada.

Por isso, líderes absolutos nos segmentos de óleo comestível, água mineral e refrigerantes tem investido no uso desse material.

Leia mais:

Segundo Auri Marçon, presidente-executivo da ABIPET, o PET é um dos polímeros mais novos e está ganhando mercado sobre outros materiais.

Nesse sentido, ao mesmo tempo, vem mantendo a hegemonia nos primeiros mercados explorados pela indústria no Brasil. 

Em óleo comestível, a participação das garrafas PET chega a 97%. A fatia é expressiva em água mineral, com 94%. Em refrigerantes, a participação é estimada em ao menos 72%.

Reciclagem do PET no Brasil

A princípio, a ABIPET estima em 56,4% o índice de reciclagem do PET no país, com capacidade instalada entre os recicladores da ordem de 480 mil toneladas, em todo grau alimento.

Sobretudo, os dados foram levantados pelo 12º Censo da Reciclagem do PET no Brasil, da entidade.  Conforme o levantamento, em 2021, 359 mil toneladas de embalagens PET pós-consumo foram recicladas, alta de 15,4% sobre o apurado no censo anterior, de 2019.

Hoje o PET corresponde a apenas 8% de todos os tipos de plástico usados para embalagem no país. 

Como acontece no mundo, a produção da resina virgem está concentrada em poucos fornecedores. Por aqui, são dois grandes produtores, Indorama e Alpek, com capacidade instalada de 1 milhão de toneladas ao ano - para um consumo local de 692 mil toneladas.

Ou seja, sobra capacidade instalada para atender ao crescimento projetado e a novas demandas, a exemplo do que se viu no auge da pandemia de COVID-19 com a forte expansão do delivery.

plástico pet

Uso certificado pela Anvisa

Único plástico habilitado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso em embalagens de alimentos também na forma reciclada.

Isso porque, o PET se aplica ainda nas indústrias têxtil, que representa cerca de 24% do consumo da resina reciclada, e automotiva. 

Segundo a Abipet, 100% das montadoras instaladas no país usam PET reciclado na forma de carpetes e forrações de veículos.

Apenas 4% do que chega para reciclagem corresponde a coleta seletiva das Prefeituras. “Isso mostra que grande parte das cidades está enterrando um material que pode virar renda, quando falta garrafa para alimentar as linhas de recicladoras”, observa Marçon.

Nesse sentido, o mercado de PET virgem é avaliado em R $11,6 bilhões no Brasil, o de reciclado vale R $5,8 bilhões. 

Com a crescente atenção das grandes empresas de bens de consumo à sustentabilidade, o uso de RPET no país subiu 15,4% nos dois últimos anos, enquanto o material virgem avançou 12,4%.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Fabricante de cores para indústria plástica, a Kolor Flakes está ampliando sua linha de produção dos aditivos masterbatches. Isso porque, a empresa incrementou a fabricação de masterbatch preto e branco em sua fábrica no Paraguai.

Segundo Fábio Avelar, gerente comercial da Kolor Flakes, a fábrica possui um maquinário todo atualizado e equipamentos de última geração.

Ele destaca: “Com essa ampliação do nosso portfólio de cores, nos tornamos ainda mais competitivos no mercado. Somos capazes de atender clientes que exigem alta concentração e desempenho, bem como, proporcionar reduções de preços aos nossos clientes”.

Leia mais:

Nesse sentido, o gerente comercial da empresa ainda afirma que o masterbatch branco e o preto são as cores mais usadas no mercado, e por isso, a Kolor Flakes tem investido no aumento de produção.

De acordo com ele, o branco e o preto possuem larga utilização no segmento automotivo, eletrodomésticos, sacolas, embalagens, construção civil, agrícola, entre outros.

Linhas de masterbatches ganham destaque em 2023

Aditivos e concentrados para o setor plástico

Além dos masterbatches, a Kolor Flakes fabrica dessecantes e outros tipos de pigmentos para os termoplásticos.

O dessecante da Kolor Flakes é um produto de alta demanda da empresa, sendo produzido em média 2.400 toneladas por ano.

Avelar cita as vantagens deste produto. “Diminui as perdas de processo através da geração de aparas, assim como melhora o aspecto visual da peça”, ressalta.

Isso porque, segundo ele, muitas vezes peças com umidade ficam com bolhas, deformadas e com superfície áspera. Além disso, polímeros com umidade algumas vezes não conseguem nem serem processados sem o uso de dessecante.

Com isso, ao promover a retirada da umidade do processo, o dessecante da Kolor Flakes garante aumento na produtividade.

Uma vez que, o produto final transformado fica livre de imperfeições deixadas pela marca da umidade no reciclado.

Dessa forma, a Kolor Flakes tem se tornado uma empresa líder em fabricação de soluções para processos envolvendo polímeros. Seja eles por injeção, extrusão ou sopro.

A expectativa da empresa é de ampliar ainda mais sua linha de produção e seu número de clientes, para isso se trabalha na extensão de sua logística de fabricação.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Contribuindo para um futuro sustentável, a empresa Likso, de Porto Alegre, tem se dedicado à educação ambiental e reciclagem de materiais plásticos. Por isso, a empresa integra a comunidade do projeto revolucionário que ensina a fazer máquinas para reciclar plásticos em casa.

Isto é possível graças ao engenheiro e designer holandês, Dave Hakkens, que desenvolveu máquinas para que qualquer pessoa possa reciclar plásticos em casa. Será possível começar um negócio de reciclagem fabricando por conta própria objetos feitos de materiais plásticos descartados.

A princípio, as máquinas, batizadas de “Precious Plastic” (plástico precioso), se baseiam em máquinas industriais, mas modificadas para serem menos complexas e mais flexíveis. 

Leia mais:

Uma delas tritura o plástico em pequenos grânulos, há também uma extrusora, uma moldadora de plástico por injeção e uma moldadora de plástico por rotação.

A ideia da Likso é descentralizar a reciclagem no país, ensinando pessoas a reciclar plástico em qualquer lugar e tendo vários pequenos microempreendedores recicladores.

Centro de reciclagem com tecnologia sustentável

Tecnologia facilitada e eficiente

Devido a escala ser pequena, é possível separar plástico por plástico e isso faz com que tenha-se um produto de melhor qualidade. 

Outro ponto em destaque é a questão do consumo de carbono porque não se realiza o transporte do plástico para uma separadora e toda cadeia de reciclagem tradicional. 

Isso porque, a Likso recebe o plástico, faz a triagem e transforma em produto. Assim, todo o processo se realiza no mesmo local de forma imediata.

Sobretudo, toda a tecnologia do projeto Precious plastic se comporta numa plataforma para se utilizar por toda a comunidade do mundo, além de troca de conhecimento de novos materiais, etc.

Leonardo Bertacco, diretor da Likso, explica: “Como somos uma empresa menor, com uma escala pequena, podemos fazer produtos com tiragem de 100 chaveiros, por exemplo, para pequenos empresários”.

Parceria com empresa gaúcha

A parceria com a Solar Power Brasil, empresa com mais de 15 anos de experiência no mercado de energias renováveis, é o de formular um módulo de energia solar para que essas máquinas de reciclagem funcionem sem utilizar a energia tradicional. 

Ou seja, o produto se fabrica de forma 100% sustentável. “Esperamos com essa parceria, levar a sustentabilidade. Como por exemplo, numa praia onde serão coletados os plásticos e realizada a reciclagem e a fabricação de novas peças de forma imediata, no mesmo local e com isso, mais pessoas irão se engajar no projeto”, ressalta Mario Morocini de Azambuja Jr, diretor de Novos Negócios da Solar Power Brasil (SBPR).

Segundo ele, um dos principais projetos na parceria entre a Likso e a SPBR é o de equipar os contêineres dos centros de reciclagem com energia solar.

Assim, as máquinas modulares se tornarão autônomas e 100% sustentáveis, utilizando em toda a cadeia produtiva energia renovável, sem depender de energia poluente e com ganhos econômicos substanciais.

Sobretudo, o objetivo final de todo o projeto é o de gerar renda para as comunidades através da reciclagem dos plásticos em pequena escala.

Bem como, em centros recicladores com baixíssimo custo de investimento e manutenção para que as pessoas se insiram no processo. E, assim, terem um ganho não só sustentável ecologicamente mas também economicamente.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Concreto de plástico

Concreto de plástico, Combustível sustentável e Reciclagem biológica

Com sacolas plásticas, recipientes de iogurte e garrafas de água, com embalagens coloridas, plásticos de eletroeletrônicos e espuma EVA, a ByFusion Global criou um novo tipo de bloco de concreto feito inteiramente de plásticos difíceis de reciclar e recicláveis. 

A princípio, os ByBlocks podem ser usados ​​exatamente da mesma maneira que os blocos de concreto padrão na construção. 

No entanto, ao contrário do concreto comum, o ByBlocks não quebra, desmorona ou racha.

Segundo a empresa, o ByBlock é o primeiro material de construção feito inteiramente de resíduos plásticos reciclados (e muitas vezes não recicláveis).

A ByFusion usa um processo baseado em vapor para criar blocos que não requerem produtos químicos, aditivos ou enchimentos. 

O maquinário de fabricação do bloco de concreto está agora disponível para empresas de gerenciamento de resíduos. Bem como, governos e corporações instalarem para começar a criar materiais de construção mais sustentáveis.

Nesse sentido, o ByBlock pode ser trocado por muros de contenção, fundações, paredes internas, terraços e qualquer outro projeto onde um bloco de concreto possa ser encontrado. 

Dessa forma, a ByFusion pretende fazer parceria com mais governos e corporações para tornar o produto global.

Combustível sustentável

Os pesquisadores da Universidade de Cambridge desenvolveram um novo sistema de energia solar para converter gases com efeito de estufa e resíduos plásticos em combustíveis sustentáveis. 

Com isso, o novo reator movido a energia solar poderá ter aplicações em muitas indústrias.

Segundo o professor do departamento de Química da instituição, Erwin Reisner, a conversão de resíduos em algo útil utilizando energia solar é um objetivo importante da pesquisa.

A princípio, esse novo reator é especialmente significativo porque é o primeiro a converter simultaneamente dois fluxos de resíduos diferentes. 

Isto é, o plástico e o CO2, em dois produtos químicos separados. O segredo é um material milagroso chamado Perovskita, que algumas pessoas prevêem que revolucionará a indústria solar.

Os cientistas de materiais estão entusiasmados com a utilização da Perovskita porque é tão abundante na natureza.

Antes dos pesquisadores da Universidade de Cambridge terem desenvolvido este novo sistema, não havia qualquer forma de converter seletiva e eficientemente o CO2 em produtos de alto valor.

Subhajit Bhattacharjee da Universidade de Cambridge, conclui: “Uma tecnologia movida a energia solar que pudesse ajudar a combater os gases do efeito estufa ao mesmo tempo poderia ser uma mudança de jogo no desenvolvimento de uma economia circular”.

Reciclagem biológica

Carbios, empresa de desenvolvimento e industrialização de tecnologias biológicas, e a Novozymes, líder mundial em soluções biológicas, firmaram acordo que garante a produção a longo prazo e o fornecimento de enzimas de degradação de plástico PET com início de produção previsto para 2025, em Longlaville (França).

A parceria estratégica apoia a implementação industrial em larga escala da tecnologia patenteada de reciclagem de PET da Carbios.

Isto é, começando com a futura unidade de referência industrial da empresa na França, que será a primeira planta de reciclagem biológica de PET do mundo. 

A princípio, a construção vai começar ainda este ano e ambas as licenças de construção e operação já foram apresentadas às autoridades locais. 

A produção da fábrica está prevista para começar em 2025 e a capacidade de processamento será de 50 mil toneladas de resíduos por ano.

Para Emmanuel Ladent, CEO da Carbios, “é uma grande satisfação expandir nossa parceria com a Novozymes, e aproveitar nosso forte relacionamento atual para fornecer uma solução de abastecimento sustentável para nossos futuros clientes”.

Ao fornecer soluções biológicas em larga escala, a Novozymes tem o prazer de contribuir para trazer a biorreciclagem de plásticos PET. Assim como, fibras da Carbios para o mercado, finaliza Hans Ole Klingenberg, vice-presidente de Comercialização de Biossoluções Agrícolas e Industriais da Novozymes.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Já estabelecida no mercado de FFLVs (Flores, Frutas, Legumes e Verduras) pela qualidade em preservação de produtos, a marca de conservadoras DaColheita, está ampliando cada vez mais sua atuação em novas variedades. As caixas da marca são feitas em plástico EPS, que além de preservar, fornece leveza no transporte dos produtos.

Um exemplo disso, a Termotécnica vem testando as caixas DaColheita para o maracujá, que nos últimos cinco anos sua produção vem batendo recordes sucessivos.

A princípio, as soluções pós-colheita da Termotécnica podem ampliar em até 30% o shelf-life das frutas mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. 

Leia mais:

Por isso, a companhia recebeu certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e Frutify) em diversas culturas. 

Sendo resultados que conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha DaColheita sustentável.

Bem como, adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.

Embalagens em EPS reduz perdas no transporte de frutas

Benefício em custo logístico

Quanto aos custos logísticos, os benefícios da conservadora em EPS DaColheita em relação a outros materiais são comprovados. 

Em comparação com as embalagens em papelão, por exemplo, as conservadoras em EPS são até 60% mais leves, reduzindo o peso em cerca de 30%, o que representa também economia no frete.

O valor agregado com o uso das soluções DaColheita se estende para todos os envolvidos na cadeia de distribuição. 

Ou seja, para os produtores proporcionam menor índice de devolução dos lotes de frutas fora do padrão de qualidade exigido pelos clientes e permite a abertura de novos mercados mais distantes. 

Já para os distribuidores e varejistas, propicia maior giro no PDV, têm sua marca associada a frutas de qualidade, com a manutenção do preço.

Assim, desde a colheita até chegar à mesa do consumidor final, a fruta permanece mais fresca, nutritiva e saborosa. 

As soluções das embalagens em EPS

Toda a tecnologia de conservação e o design das soluções em EPS DaColheita propiciam aos clientes comunicar os diferenciais de qualidade das frutas tanto para o mercado interno quanto para exportação. 

Nesse sentido, Nivaldo Fernandes de Oliveira, Diretor Superintendente da Termotécnica, destaca que: “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce”.

Sobretudo, as soluções de embalagens em EPS DaColheita proporcionam ganhos efetivos e aumento da competitividade para os negócios de exportação.

Isso porque, a embalagem reduz significativamente as perdas nos embarques de longa distância.

Fornece conservação da temperatura, sem quebra de frio na cadeia, e menor desidratação da fruta.

A conservadora em EPS é 60% mais leve que a de papelão, o que representa menor custo no frete aéreo, com quilos a menos por pallet, gerando economia no custo total do frete. 

Por fim, gera valorização da fruta no ponto de venda, com ganho de market share.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

O plástico biodegradável tem se tornado um grande aliado da sustentabilidade, uma prova disso, é por estar presente em diversas metas de empresas na busca pelo alinhamento ESG. O Material tem sido utilizado em diferentes segmentos da indústria, como alternativa ao plástico convencional.

De modo geral, ele é produzido com fontes renováveis que podem ter origem natural, como milho, mandioca ou sintética.

Além disso, o plástico biodegradável possui um tempo menor de biodegradação, o que impacta diretamente na qualidade do meio ambiente. 

Dessa forma, já que fica menos tempo exposto à degradação natural e podendo ser biodegradado por bactérias, algas e fungos, esse tipo de produto se transforma em biomassa, dióxido de carbono e água que não acarreta microplásticos.

Leia mais:

No entanto, para que ele passe pelo processo correto de biodegradação é essencial que ele seja coletado de maneira correta e levado a um local específico para exercer esse trabalho. 

Plástico biodegradável: uma vantagem comercial

Produção de plástico biodegradável

A princípio, o plástico biodegradável sintético se produz a partir de polimerização clássica.

Um exemplo disso, é o plástico PLA, que é feito biotecnologicamente através da fermentação de carboidratos.

Já um outro método de fazer, é o que acontece com o plástico PHB, que transforma a sacarose da cana-de-açúcar em poliéster. Isso acontece a partir da conversão de bactérias do gênero Alcaligenes.

Além dessas maneiras de se produzir o plástico biodegradável, também pode se utilizar o método de casting que consiste na desidratação de soluções de um biofilme, como o amido. 

As vantagens comerciais desse material

O uso de plástico biodegradável pode trazer bastante rentabilidade em vendas, assim como para a solidificação da imagem e reputação da marca.

Marcas que desempenham políticas sustentáveis de maneira efetiva costumam ter mais contatos com possíveis investidores nesse segmento, já que cada vez mais o mercado exige ações responsáveis de empresas e fabricantes.

Nesse sentido, uma população mais consciente, a utilização do plástico biodegradável pode oferecer para todo o planeta uma melhora na qualidade de vida. 

Uma vez que, proporciona uma decomposição mais rápida e oferece a possibilidade de gerar menos lixo. 

Assim, melhorando não só o meio ambiente como os bueiros e organização das ruas, diminuindo os riscos de enchentes por conta de chuvas fortes e contaminação.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Com 69% das indústrias utilizando pelo menos uma tecnologia digital, apontado pela CNI. A transformação que a indústria 4.0 têm gerado no método como as empresas atuam, é comprovada. Isso porque, a nova gama de combinações de inovações e tecnologias digitais gera um aumento na competitividade da manufatura. 

Uma vez que, a tecnologia pode impactar na competitividade da fábrica com novos modelos de negócios. Assim como na produção inteligente, mão de obra capacitada, indústria sustentável customizável. 

Leia mais:

Segundo o diretor de tecnologia da Veloxi S/A, Heron Berton, a manufatura, desde o século XVIII, passou por três grandes ondas de transformação. “Hoje o país passa pela quarta onda de mudanças, denominada de indústria 4.0, onde o IoT (Internet das coisas) é o protagonista e responsável por esta transformação”.

Ele ainda acrescenta que: "Para que as fábricas se tornem inteligentes, é preciso conectar e compartilhar informações de máquinas, processos, pessoas e sistemas em tempo real”. 

Assim, essa transformação vem revolucionando a forma como as empresas fabricam, aprimoram e distribuem os seus produtos, em um mundo globalizado e competitivo, destacou Berton.

Heron Berton acredita que as empresas que não conseguirem acompanhar esta onda perderão rapidamente sua competitividade e serão extintas em um futuro próximo. 

Para o especialista, apesar do alto nível de adoção de pelo menos uma tecnologia digital, a maioria das empresas utilizam uma baixa quantidade de tecnologias digitais.

O que indica que se encontram em uma fase inicial do processo de digitalização. "As principais barreiras à adoção de novas tecnologias consideradas pelas empresas são a falta de colaboradores qualificados e o alto custo de implantação", salienta.

Indústria 4.0 x modus operandi de fábricas

Falta de capacitação para implementação do avanço

Berton ainda ressalta que um dos fatores críticos para o avanço da implementação de tecnologias digitais na indústria é a falta de colaboradores capacitados.

Já que as indústrias normalmente contratam operadores não qualificados ou incapacitados para manipular tecnologias. 

Ele aponta que: “A falta de trabalhadores habilitados deve se agravar à medida que aumenta o ritmo de expansão da economia com tecnologia e isso se tornará um dos principais obstáculos no crescimento da produtividade e da competitividade do Brasil”.

Para ele, existe uma preocupação que o trabalho humano seja substituído por máquinas. "Acreditamos que isso está longe de acontecer, pois especialistas dizem que uma automação completa da fábrica, de máquinas substituindo toda a força de trabalho, não é real para um futuro próximo", diz. "Mas para que os empregos sejam mantidos, será fundamental que os gestores continuem focando na capacitação", conclui.

Programa para investir e incentivar a digitalização

Recentemente, o SENAI está promovendo a segunda chamada do programa Brasil Mais, que distribuirá R$ 7 milhões a iniciativas de digitalização e conectividade. 

Essa chama é dedicada a projetos de desenvolvimento da indústria 4.0 - de acordo com o SENAI, o aporte é parte da Plataforma de Inovação para a Indústria em segunda chamada na categoria Smart Factory.

Desse modo, empresas dos mais diversos portes poderão pleitear investimentos para projetos de digitalização e conectividade que envolvam tecnologias de manufatura aditiva.

Isto é, impressão 3D, blockchain, IoT, banda larga móvel, computação em nuvem, automação e robótica.

Bem como, realidade virtual, inteligência artificial, plataformas de hardware e novos materiais. Cada proposta poderá receber até R$ 800 mil e terá um ano de implantação. 

Contudo, a segunda de quatro chamadas do Smart Factory, investirá, no total, R$ 28 milhões em parceria com o BNDES, ABDI e Ministério da Economia. 

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Com objetivo de expandir a biotecnologia e economia circular no Brasil, a empresa chilena de bioplásticos BioElements, recebeu um aporte de US$ 30 milhões do Fundo de Investimentos de Impacto do BTG Pactual para avanço comercial no país. 

A princípio, a companhia começou a operar no país em 2022 e já possui clientes importantes como Privalia e Cornershop.

Assim como no México, que é o seu principal mercado de atuação e está com mais de 50% da receita.  E na América Latina, a BioElements prevê crescimento de 83% neste ano.

Leia mais:

Isso porque, segundo a empresa, materiais de plástico convencional precisam de, aproximadamente, 400 anos para se degradar na natureza. Já as soluções da BioElements se decompõem em um período de 6 a 20 meses.

Isso é possível graças à tecnologia proprietária desenvolvida pela companhia, a qual é baseada em um biopolímero que funciona como fonte de energia para fungos, bactérias e microrganismos.

Assim, sendo capaz de se integrar na economia circular por meio da reciclagem orgânica, ambiental e mecânica.

Os produtos são certificados e estudados por instituições de ensino dos países em que a BioElements atua, como a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), no Brasil. 

Investimento na biotecnologia brasileira

Redução de gases e impactos ambientais

Além da redução na geração de resíduos sólidos, a matéria-prima da BioElements reduz as emissões de gás carbônico em 60% quando comparada a plásticos baseados em combustíveis fósseis.

Desse modo, a empresa também olha para o impacto social do biopolímero. O produto oferecido pela BioElements possibilita que a nova matéria-prima seja incorporada às operações existentes da empresa, sem a necessidade da aquisição de novo maquinário. 

Como afirma Ignacio Parada, CEO e cofundador da Bioelements: “Conseguimos preservar a infraestrutura já existente nas fábricas e nos postos de trabalho, uma vez que o maquinário não precisa ser substituído”.

Segundo ele, hoje, 70% das vendas da empresa são soluções para o varejo e 27%, soluções industriais.

Para Parada, “essas serão as chaves para atingir nossa meta ambiciosa de expansão de 83% dos negócios até 2023 na América Latina. O investimento nos possibilitará focar no crescimento das operações no Brasil e no México, podendo até expandir para os Estados Unidos nos próximos anos”.

Além disso, o executivo pontua que o aporte também impulsiona a área de Pesquisa e Desenvolvimento.

Fundo de investimentos da BTG Pactual

Sobretudo, este é o terceiro investimento do Fundo de Investimentos de Impacto gerido pelo BTG Pactual.

Esse fundo tem como objetivo investir em empresas que buscam maximizar a geração de impacto socioambiental positivo, intencional e mensurável.

Bem como, de gerar resultados financeiros robustos, bom desempenho empresarial e integração Ambiental, Social e de Governança (ESG) apropriada.

Por isso, nos últimos 5 anos, o BTG distribuiu mais de US$7 bilhões em dívidas verdes, sociais, sustentáveis e de transição no mercado local e internacional.

Assim, cooperando para o avanço das práticas sustentáveis e de boa governança pelo Brasil e no mundo.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

Plástico Virtual
Sobre o que você quer falar?
📢 Quero anunciar na Plástico Virtual Divulgue sua empresa para o setor plástico 🎯 Quero saber sobre prospecção Geração de leads e novos clientes 📈 Aumentar minhas vendas Divulgação especializada para indústrias do plástico
🛈 Procurando um produto do portal? O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →

Quer ficar por dentro da indústria do plástico?

Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.

© 2026 Plástico Virtual — Todos os direitos reservados.

Plástico Virtual
Sobre o que você quer falar?
📢 Quero anunciar na Plástico Virtual Divulgue sua empresa para o setor plástico 🎯 Quero saber sobre prospecção Geração de leads e novos clientes 📈 Aumentar minhas vendas Divulgação especializada para indústrias do plástico
🛈 Procurando um produto do portal? O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →

Quer ficar por dentro da indústria do plástico?

Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.

© 2026 Plástico Virtual — Todos os direitos reservados.

crossmenu linkedin facebook pinterest youtube rss twitter instagram facebook-blank rss-blank linkedin-blank pinterest youtube twitter instagram