Pesquisa da CNI apontou que houve um recuo na confiança no setor de indústrias de todos os portes, em março. A confederação notou que o valor mais expressivo foi nas pequenas empresas, nas quais o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) caiu 1,1 ponto, atingindo 48,5 pontos. Com a queda, o indicador se distanciou da linha dos 50 pontos, o que demonstra falta de crédito dos empresários.
De acordo com o levantamento, entre médias e grandes empresas, o Icei caiu 0,3 ponto. As grandes empresas expressam confiança, isso porque, o indicador marcou 51,7 pontos na confiança desse segmento.
Já para as médias empresas o índice está muito próximo a linha de 50 pontos, em 49,4 pontos.
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Na divisão por regiões do Brasil, a confiança do setor industrial caiu em quatro das cinco delas no período. No Sudeste, o Icei caiu 0,5 ponto, atingindo 49,8 pontos.
Ainda mais, o índice também recuou nas regiões Norte (-1,4 ponto), Nordeste (-1,2 ponto) e Centro-oeste (-1,1 ponto). No entanto, em todas essas regiões, o Icei se mantém acima da linha divisória de 50 pontos.
No Sul do País, o Ice teve alta de 0,9 ponto. O índice, no entanto, mesmo com o aumento, permanece no campo da falta de confiança, com 47,2 pontos.
A confiança por setor
Entre os setores que registraram confiança na economia, há quedas expressivas na passagem de fevereiro para março.
O ICEI dos Produtos farmoquímicos e farmacêuticos caiu de 60,4 pontos para 51,9 pontos e o índice de Sabões, detergentes, produtos de limpeza e cosméticos passou de 57,1 pontos para 54 pontos.
Sobretudo, o ICEI varia de 0 a 100, com uma linha de corte. Valores acima de 50 pontos indicam confiança e abaixo indicam confiança.
O maior aumento do índice ocorreu no setor de Bebidas, nesse caso, o ICEI passou de 51 pontos para 52,9 pontos.
Segundo o gerente de Análise Econômica, Marcelo Azevedo, a incerteza segue elevada, o que impede que o empresário se sinta seguro o suficiente para um aumento consistente da confiança. “Em um cenário assim, é natural que os empresários mostrem avaliações difusas sobre as condições atuais e suas expectativas, resultando nessa evolução da confiança diferenciada entre os setores”, avalia.
Além disso, ainda há quedas importantes em março, entre os setores que registraram falta de confiança em março.
Como, por exemplo, o ICEI de Biocombustíveis caiu de 49,5 pontos para 46,9 pontos. Já o de Móveis passou de 47 pontos para 43,7 pontos e o de Produtos de borracha caiu de 49,5 pontos para 42,1 pontos.
Ainda cabe destacar o setor de Alimentos, que fez a transição de confiança para a falta de confiança, ainda que pouco disseminada.
Isso porque, o índice caiu de 51,5 pontos para 49,6 pontos. O mesmo aconteceu com o setor Produtos de Metal, cujo ICEI caiu de 51,1 pontos para 49,5 pontos.
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Por Tarciano Oliveira, CEO da Água Santa Rita e Diretor do Prêmio Personalidade de Vendas da ADVB/SC
Na Exposição Internacional de Londres de 1862, quando o inglês Alexandre Parkes apresentou sua PARKESINA – um material que podia ser moldado a quente e mantinha sua forma quando esfriava –, não sabia o quanto este invento seria importante para a humanidade. Foi ele quem deu origem ao aperfeiçoamento até o desenvolvimento da resina, que é matéria-prima do plástico.
Verdade seja dita, hoje é impossível pensar na vida dos habitantes de nosso planeta sem o uso deste material, encontrado em praticamente tudo ao nosso redor.
Isto é, seja nos calçados, nas roupas, nos veículos, nas construções, nas mais diversas embalagens, nos equipamentos eletrônicos, na medicina e muito mais.
Definitivamente, não temos como pensar em retornar as seringas de vidros aos hospitais e laboratórios ou trabalhar com materiais utilizando-se de marfim de animais como antigamente.
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Tampouco caberia voltar às caixas de monitores e TVs em madeira, aos painéis de automóveis também feitos de madeira ou às lanternas de veículos feitas de vidro, quando temos o plástico.
Dentre seus benefícios, é possível aproveitar a fácil modelagem, a resistência às variações de temperaturas. Além da transparência, leveza e resistência, que permitem a mais diversa criação de produtos, e, o principal, permite a reciclagem, por meio de uma logística reversa.
O plástico nas indústrias
Um exemplo onde há uma política forte de críticas ao uso do plástico para embalagens é na indústria de alimentos e bebidas.
Porém, em uma análise rápida podemos verificar alguns pontos não racionais nas sugestões da transferência da embalagem de plástico para o vidro, por exemplo.
Aqui utilizaremos como parâmetro a embalagem de 500ml de vidro em comparação com a embalagem de 500ml de plástico PET (Polietileno, Poliéster).
No Brasil temos algumas poucas indústrias de garrafas de vidro, as quais normalmente estão localizadas longe das empresas de envase.
E você deve estar se perguntando no que exatamente isso interfere neste contexto, correto? Pois bem, a produção de uma garrafa em vidro é, obviamente, concentrada na indústria do vidro. Assim, para ser enviada às indústrias de envase de bebidas, cosméticos, detergentes e outras, é transportada em caminhões.
A princípio, nas suas carretas geralmente cabem 65.268 garrafas acomodadas em 28 pallets, com em média 2.331 garrafas por pallet.
Nesta locomoção, o transporte de garrafas vazias queima combustível, pneus ocupam estradas e muitos quilos de CO2 são emitidos na atmosfera.
Já as garrafas PET podem ter a parte final da sua produção realizada pelas próprias empresas de envase, que realizam o processo de sopro a partir de preformas – material que dá origem a uma garrafa PET.
O processo de sopro de garrafa PET consiste em aquecer as preformas e soprá-las em máquinas, dando para as preformas o molde e formato final da garrafa.
Assim, para a produção de garrafas PET é necessário apenas o transporte das preformas, e a mesma carreta que transportava 65.268 garrafas de vidro, tem capacidade para carregar em média 952.000 preformas – 56 pallets com 17.000 preformas em cada –, ou seja, quase 15 viagens a menos.
Logística reversa e consumo consciente do plástico: responsabilidade compartilhada
Evidentemente, compartilhamos e temos consciência dos graves problemas sendo atribuídos ao consumo de plástico, especialmente no que diz respeito à poluição de rios e mares, decorrentes do relaxamento dos consumidores no descarte correto das embalagens.
É sério e alarmante os dados que se referem à quantidade de (micro) partículas encontradas nos oceanos, além de embalagens inteiras à deriva.
Nesse sentido, vale reforçar que é muito perceptível a falta de educação da população no que tange ao uso e descarte correto deste material. Visto que é 100% reciclável e apto a ser convertido em novos produtos, gerando empregos e renda.
Entretanto, é possível afirmar que estamos vivenciando um dos melhores momentos na relação de pós consumo de embalagens plásticas no Brasil.
Vemos cada vez mais a implantação da logística reversa em diversas empresas dos setores responsáveis.
Isto primeiramente provocado por obrigação legal e, atualmente, a partir da incorporação na cultura das empresas quanto ao trato deste material e na preocupação de sua destinação. Coletora de garrafas que premia a reciclagem com crédito ao usuário.
Sobretudo, ações como essas têm alcançado boa parte da população, que é peça fundamental nas metas de reciclagem.
Todos esses movimentos impulsionam a inovação e o desenvolvimento de tecnologias para atender a real e verdadeira preocupação com a sustentabilidade e impacto ambiental.
Isto é, visando o uso racional deste material, seu reaproveitamento e o aumento do ciclo de vida do PET.
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Loja de plástico
A loja Net Zero, aproveitou 3,3 toneladas de resíduos e ganhou um novo espaço todo feito com plástico reciclado, que caso necessário pode ser reutilizado em um ciclo praticamente infinito.
Isso porque, todas as paredes, prateleiras e vitrines são feitas de plástico 100% reciclado impressos em 3D para se parecer com uma geleira derretida.
Assim, trazendo a conscientização sobre os efeitos climáticos. Como referência utiliza a maneira como o vento e a neve corroem o gelo ao longo dos anos.
A instalação escultural de 90m² se utiliza para expor roupas, acessórios e calçados, também feitos de materiais reciclados e de baixo impacto.
No chão, os azulejos de pedra natural exibem veias que evocam a impressão de rachaduras no gelo, aumentando a sensação de caminhar em uma geleira.
Sobretudo, a impressão 3D revolucionou a indústria, oferecendo aos designers um novo e emocionante conjunto de ferramentas que lhes permitem otimizar o processo de design, protótipo de maneira rápida e eficiente.
Bem como, criar peças personalizadas com geometrias cada vez mais complexas e promover a sustentabilidade através do uso de materiais reciclados.
Tampinha da inclusão
O Tampinha da Inclusão reforçou seu compromisso em promover a inclusão social e a sustentabilidade. Isso porque, o projeto promoveu uma ação que entregou 13 cadeiras de rodas para pessoas cadastradas e aptas ao recebimento, o que representou um momento especial de conquista de mais autonomia e independência em suas vidas.
A princípio, foram encaminhadas para reciclagem cerca de 2 toneladas e meia de tampinhas plásticas coletadas pelo projeto.
Desse modo, essa iniciativa tem como objetivo também evitar o descarte indiscriminado de plástico, promovendo a proteção ao meio ambiente e a adoção de práticas sustentáveis.
O Tampinha da Inclusão é um projeto social, desenvolvido pelo vereador Tércio Tinôco, que permanente coleta tampinhas plásticas para se tornar plástico reciclado e trocadas por cadeiras de rodas (passeio ou banho).
Cada cadeira de rodas ou de banho, equivale a cerca de 200kg de tampinhas coletadas.
Assim, as cadeiras são adquiridas e destinadas aos beneficiários cadastrados e aptos ao recebimento.
Para Tinôco, cada tampinha pode fazer a diferença e ajudar alguém a ter uma vida melhor. “O projeto Tampinha da Inclusão segue firme em sua missão de promover a inclusão social e a sustentabilidade, transformando vidas e inspirando outras iniciativas”.
Plástico que vira combustível
Uma nova tecnologia em desenvolvimento pela Universidade de Cambridge, no Reino Unido, pode transformar os resíduos plásticos em fontes de energia.
A princípio, o objetivo dos cientistas é reaproveitar o material para a fabricação de gás de síntese.
Para isso, o processo desenvolvido não utiliza somente resíduos plásticos, mas também o gás carbônico, principal vilão do aquecimento global, atacando dois problemas ambientais atuais de uma única vez.
Embora já existam processos que utilizam plástico e gás carbônico na síntese de um novo produto, é a primeira vez que uma ideia une os dois.
O processo desenvolvido pelos britânicos, por outro lado, ocorre pela simples exposição das substâncias à luz solar.
O syngas pode ser utilizado diretamente e também como um intermediário para a síntese de outros combustíveis renováveis.
Atualmente, toda a produção de syngas é feita através de combustíveis fósseis.
No momento, a equipe busca melhorar o desempenho de sua tecnologia a fim de torná-la comercializável. Os cientistas esperam que isso aconteça dentro dos próximos cinco anos.
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A start-up egípcia, TileGreen Khaled Raafat à Reuters, quer transformar mais de 5 mil milhões de sacos de plástico em tijoleira para pavimento. Segundo a empresa, os tijolos com esse material são mais resistentes do que com cimento. Com isso, também se enfrenta o descarte incorreto de resíduos, dando outro destino e utilidade a eles.
Segundo o co-fundador da TileGreen Khaled Raafat à Reuters, o objetivo é que até 2025, se tenha reciclado mais de 5 mil milhões de sacos de plástico.
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A princípio, na fábrica da empresa, localizada nos arredores do Cairo, os trabalhadores transportam grandes barris carregados com resíduos de plástico misturados para serem derretidos e comprimidos.
Assim, a tijoleira que é feita ali são depois vendidos a empreiteiros e empresas de construção para utilização em pavimentação exterior.
Descarte incorreto no mediterrânio
Sobretudo, o Egipto é um dos maiores responsáveis pelo descarte incorreto na região mediterrânica.
Isto é, são cerca de 74.000 toneladas de resíduos plásticos vagando de forma desnecessária na região. De acordo com um relatório de 2020 da União Internacional para a Conservação da Natureza, uma organização sem fins lucrativos.
Isso porque, os resíduos plásticos são frequentemente descartados na rua, despejados em lixeiras ou queimados.
O país do Norte de África, que acolheu a cimeira climática COP27 das Nações Unidas em Novembro último, tem incentivado nos últimos anos a utilização de plásticos que possibilitem a sua reutilização, em várias províncias.
Dessa forma, a ministra do Ambiente, Yasmine Fouad, disse à Reuters na COP27 que o governo está trabalhando com os supermercados para proibir os plásticos de utilização única até meados de 2023 e pretende proibi-los a nível nacional até 2024.
Assim, ela acredita impulsionar o uso de plásticos reciclados e recicláveis. A fim de promover a conscientização da população nessa região.
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A BSA Indústria, cria soluções exclusivas de acordo com a necessidade do cliente. Isso porque, a empresa opera se baseando na individualização do consumidor, assim, produzindo produtos focados em atender as peculiaridades demandadas.
Atuando na transformação de fórmulas exclusivas em matérias-primas para o setor de injeção, extrusão de embalagens, de descartáveis e ráfia.
Como explica Hellen Savi, diretora da empresa: “a BSA tem a disponibilidade de criar soluções exclusivas para atender a demanda de cada cliente de forma totalmente diferenciada”.
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Dessa forma, ela ainda afirma que os trabalhos são “voltados para individualizar cada vez mais os processos produtivos de maneira a fornecer fórmulas que além de gerar vantagem competitiva ao cliente, possibilita a maximização dos lucros”.
2023 e as perspectivas de crescimento
Segundo a diretora, o ano de 2023 está sendo de muitas novidades para os clientes da empresa, e consequentemente sendo um ano de forte crescimento para a BSA.
Savi ainda destaca que entre as novidades de 2023, a diversificação e individualização de produtos que atendam às peculiaridades de cada cliente, são os destaques para o desenvolvimento e inovação de produtos.
Ela declara: “A inovação faz parte do DNA da BSA, possuímos uma política muito clara com um desenvolvimento estratégico de inovação constante. Como, por exemplo, os investimentos em novas fórmulas para ampliação de soluções para nossos clientes. Isto é, incluindo as recentes aquisições de novos equipamentos europeus visando o aprimoramento da qualidade já consagrada no mercado”.
Sobretudo, Savi acrescenta que: “A BSA hoje tem como valor consolidar as parcerias com clientes, tanto na forma de atendimento diferenciado para cada cliente, quanto na parte de desenvolvimento específico para cada parceiro”.
Isso porque, de acordo com ela, a empresa entende que cada parceiro tem sua necessidade e por isso desenvolvem os trabalhos em cima disso. “Trabalhamos em conjunto com nossos clientes para cada vez mais potencializar seus resultados.
Afinal uma união consolidada entre cliente e fornecedor se faz de dois elos fortes: qualidade e confiança”, finaliza.
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Pautada na sustentabilidade, a Krisoll, empresa de distribuição e produção de resinas plásticas, será uma das empresas responsáveis por exibir inovações sustentáveis na feira Plástico Brasil, que acontece entre os dias 27 a 31 de março, na São Paulo Expo.
Para o evento, a empresa reúne os materiais de alta performance, eficiência e sustentabilidade que existem em seu catálogo.
Como, por exemplo, os produtos de fabricação própria, o Solamid A, Solamid B e Sollaform. Na sustentabilidade, a Krisoll exibe os materiais da linha KMID e na distribuição apresenta as poliamidas de extrusão, Ultramid B e Ultramid C da BASF.
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Além disso, a empresa ainda leva os adesivos de coextrusão da Lushan e as poliamidas amorfas 6.10 da Guangying. Bem como, o PLA da Futerro.
Assim, sendo materiais especiais, podendo ser total ou parcialmente de origem vegetal.
Para Gustavo Nascimento, CMO da Krisoll, a presença de clientes na feira será massiva e por isso estão animados com a participação. "A Krisoll fez um grande investimento para estar presente e a expectativa está bem alta".
Ele acrescenta dizendo que: "Depois de alguns anos sem um grande evento do setor em São Paulo, agora é a hora do mercado rever e reencontrar o caminho dos negócios".
A atuação da empresa no mercado
A Krisoll é revendedora de linhas de produtos para extrusão e embalagens flexíveis. Dessa forma, a empresa atua no mercado de modo a fornecer os melhores produtos para esses mercados.
Mas também possui linha própria de produtos voltada para economia circular, que são os KMID 300 e 330.
Segundo o CMO da empresa, a Krisoll busca, através de sua rede global de contato e especialistas, se atentar ao que é tendência no mercado. "Buscamos o que mais se destaca nos diversos segmentos comerciais, para assim, aplicar na constante evolução do mercado brasileiro.
Ele destaca que embora o mercado, nesse início de ano, tenha sido muito instável, em termos de demanda, a empresa se mantém focada na colaboração para o avanço de mercado e cria expectativas para o próximo semestre.
Nascimento declara: "A Krisoll espera um segundo semestre com o mercado demandando mais materiais, puxado pelo aumento de consumo".
Nesse sentido, de acordo com ele, a empresa seguirá crescendo em especialidades para o setor de filmes plásticos. "Tanto em nosso portfólio, quanto em novos clientes. Assim, tendo cada vez mais visão abrangente e profunda sobre o mercado de extrusão e ingressando em embalagens rígidas", destacou.
Uma empresa com DNA sustentável
Para Nascimento, não se pode desvincular da inovação e do futuro, as pautas sobre sustentabilidade.
Por isso, a Krisoll tem o seu DNA moldado na economia circular e iniciativas sustentáveis. Os esforços da empresa vão desde a destinação correta de resíduos até a incorporação de produtos sustentáveis em nosso portfólio.
Para isso, a empresa prioriza produtos que sejam produzidos a partir de vegetais ou por meio de reciclagem química e mecânica.
Segundo o CMO, é assim que a empresa vem crescendo ano a ano. "Garantimos segurança, confiabilidade, sustentabilidade e flexibilidade no fornecimento. Com matérias de procedência comprovada".
Ao longo dos 20 anos de atuação, a Krisoll cresce pela confiança que os clientes possuem em seu trabalho.
Bem como, no nosso time, que está pronto para atender as demandas mais exigentes do mercado, finaliza Nascimento. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
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Durante a feira Plástico Brasil 2023, que acontece entre os dias 27 a 31 de março, na São Paulo Expo. A ENTEC, empresa distribuidora de plásticos e resinas, apresenta uma alternativa para tornar os plásticos mais compatíveis com os processos de biodegradação.
Se trata do biopolímero iQ (NuPlastiQ), produzido pela BiologiQ e distribuído pela empresa. A princípio, essa tecnologia iQ não interfere na resistência, durabilidade, aparência e reciclabilidade do plástico.
Segundo Antonio Alexandre Bescorovaine, coordenador de Polímeros Sustentáveis da ENTEC Brasil, esta nova tecnologia deixa o plástico menos persistente, mas sem alterar a sua funcionalidade.
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Para ele, a Plástico Brasil 2023 será uma excelente oportunidade para apresentar a tecnologia ao público geral e repassar o compromisso da empresa com a sustentabilidade. “Sabemos que nossa missão como profissionais da área e, principalmente, como cidadãos, é deixar um legado positivo para o meio ambiente”.
Produto para facilitar a biodegradação
Melhorando a biodegradabilidade de plásticos “normais” - como PE, PP e PS. O NuPlastiQ, funciona por um mecanismo natural que não é a fragmentação.
Isso porque, esse produto é feito de plantas e demonstrou não afetar a vida útil do produto ou embalagem. Assim como, também não afeta a reciclabilidade mecânica quando utilizado de acordo com as recomendações do fabricante.
Comercializado desde 2017, NuPlastiQ é uma importante inovação que preserva tudo o que apreciamos nos plásticos (inclusive baixo custo, durabilidade e reciclabilidade).
Assim, o NuPlastiQ é um “upgrade” aos plásticos tradicionais, almejando um perfil de biodegradação similar ao da madeira. Isto é, durável durante o uso e mais rapidamente biodegradável nos infelizes casos nos quais atinge o meio ambiente.
Sobretudo, o NuPlastiQ fornece menos poluição, mais plantas. Disponível em blendas prontas para extrusão com PE, PP e PS.
3ª Plástico Brasil - Feira Internacional do Plástico
Data: de 27 a 31 de março de 2023 - Horário: das 10 às 19 horas.
Local: São Paulo Expo - Exhibition & Convention Center, São Paulo/SP
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A feira Plástico Brasil receberá, pela primeira vez, oito dos principais fabricantes italianos de máquinas e tecnologias para a indústria do plástico. A ITA (Italian Trade Agency) participa do evento entre os dias 27 a 31 de março, na São Paulo Expo.
A princípio, esses representantes fabricam máquinas e tecnologias para extrusão, composição de polímeros, sopro, produção e embalagem de tubos e vassouras, entre outros.
Neste segmento, a indústria italiana fechou com faturamento anual por volta dos 4,5 bilhões de euros, dos quais mais de 70% das operações estão fora das fronteiras do país.
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Os primeiros números referentes ao comércio internacional do segmento, de fato, apontam para exportações superiores a 3,1 bilhões de euros. Nesse sentido, o Brasil figura entre os 20 maiores mercados internacionais da Itália.
Aleḿ disso, se posiciona entre os principais destinos das exportações italianas de máquinas e moldes para o processamento de plástico e borracha na América Latina.
No ano passado, os brasileiros adquiriram mais de 53 milhões de euros em tecnologia italiana para o setor, entre as quais ganham destaque máquinas extrusoras e moldes, que representam quase um terço do valor total adquirido no país europeu.
O propósito da participação na feira
A participação italiana na Plástico Brasil 2023 mira um importante mercado e em forte expansão. Isso porque, o Brasil importou em 2022 mais de 581 milhões de euros em máquinas e equipamentos para o processamento de plástico e borracha.
Isto é, um valor superior em 6,4% em relação ao verificado no ano anterior, sendo a Itália o 3° principal fornecedor.
No caso das máquinas para embalagem, o valor total importado pelo Brasil em 2022 ficou na casa dos 384 milhões de euros (+6% em relação a 2021), sendo a Itália o principal fornecedor, com uma quota de 23%.
Para Ferdinando Fiore, diretor-geral para o Brasil da ITA, a participação na Feira será uma oportunidade para mostrar o que a Itália tem de melhor e complementar para o mercado brasileiro.
Ele afirma que: “Os brasileiros e italianos são antigos parceiros. Acreditamos nesta potência e com relacionamento ampliaremos o mercado para ambos países. Quanto mais oportunidades, melhor para o desenvolvimento sustentável de nossas ações. Essa aliança é apenas o início”.
Espaço ITA na Feira Plástico Brasil
Compõem o stand Italiano as empresas: Borghi SpA, fabricante de máquinas para a indústria de vassouras e escovas, com mais de 70 anos de experiência, Helios Italquartz, um dos principais atores no mercado mundial de lâmpadas infravermelho e ultravioleta com aplicação industrial.
Bem como, ICMA San Giorgio spa, um dos pioneiros e entre os principais fabricantes mundiais de extrusoras de dupla rosca co-rotacional; IPM, protagonista na produção de máquinas para extrusão e embalagem de tubos e perfis.
Macchi SpA, uma das primeiras empresas no mundo a especializar-se na fabricação de equipamentos para a extrusão de plástico bolha. Magic MP, fabricante de máquinas para extrusão e sopro de materiais plásticos com aplicação em vários segmentos industriais.
Além de Maris F.lli, empresa líder na composição de polímeros e na fabricação de extrusoras de dupla rosca co-rotacional e Plastiblow, reconhecida mundialmente como uma das melhores fabricantes de máquinas de extrusão por sopro.
O Pavilhão Italiano na Plástico Brasil também conta com a presença da AMAPLAST, a Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas e Moldes para o Processamento de Plástico e Borracha.
Essa entidade reúne aproximadamente 165 fabricantes italianos, promovendo a alta tecnologia Made in Italy em todo mundo e da revista MACPLAS.
Revista que tem publicação física e digital com mais de 7 mil assinantes na Itália e outros 30 mil internacionais. Estes, dessa forma, recebem mensalmente uma newsletter em inglês com as principais novidades do setor.
Também representada no Pavilhão Italiano a UCIMA, associação irmã da AMAPLAST e que representa os fabricantes italianos de máquinas para embalagem.
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Por Fabio Bergamin
O plástico está em toda parte. Nossa sociedade não pode prescindir dele: os plásticos têm inúmeras vantagens, são extremamente versáteis e também econômicos.
Hoje, os plásticos são produzidos principalmente a partir do petróleo bruto. Quando os produtos chegam ao fim de sua vida útil, muitas vezes acabam em uma usina de incineração de resíduos.
Mas é possível ajustar a economia do plástico para a sustentabilidade absoluta? Sim, é o que mostra um novo estudo liderado por André Bardow, professor de Engenharia de Sistemas de Processos e Energia da ETH Zurich. Gonzalo Guillén Gosálbez, professor de Engenharia de Sistemas Químicos da ETH Zurich, e pesquisadores da RWTH Aachen University e da University of California, Santa Barbara colaboraram no estudo.
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Isso porque, os cientistas analisaram as cadeias de valor completas dos 14 tipos mais comuns de plásticos, incluindo polietileno, polipropileno e cloreto de polivinila.
A princípio, esses 14 plásticos a granel representam 90% dos produtos plásticos fabricados em todo o mundo. Em seu estudo, os pesquisadores investigaram pela primeira vez se é possível para a indústria de plásticos respeitar os limites planetários. Estas são medidas de sustentabilidade abrangentes.
Eles vão além das questões de energia e clima para incluir, por exemplo, impactos sobre a terra e recursos hídricos, ecossistemas e biodiversidade.
Resumindo: os processos que aderem aos limites planetários podem ser sustentados a longo prazo sem esgotar os recursos da Terra.
Conclusões
O estudo conclui que os plásticos circulares são viáveis dentro dos limites planetários. Isso exigiria que pelo menos 74% do plástico fosse reciclado.
A título de comparação, apenas cerca de 15 por cento é reciclado na Europa hoje, e a taxa provavelmente será muito menor em outras regiões do mundo.
Além disso, o estudo constata que os processos de reciclagem teriam que se melhorar. Especificamente, a reciclagem de plásticos teria que se tornar tão eficiente quanto outros processos químicos já são hoje.
No estado atual das coisas, nem todos os plásticos podem ser reciclados. No caso de poliuretanos usados como espumas, por exemplo, a reciclagem ainda não foi estabelecida – uma questão que o professor Bardow também está abordando.
Para os restantes 26 por cento de plásticos, o carbono necessário para a produção poderia ser obtido usando duas outras tecnologias, de acordo com o estudo.
Isto é, por CO2 capturado de processos de combustão ou da atmosfera (conhecido como captura e utilização de carbono ou CCU) e, por meio da biomassa.
Bardow afirma: “A reciclagem sozinha não resolve; precisamos de todos os três pilares. Aumentar a taxa de reciclagem para 74% em todo o mundo é uma meta muito ambiciosa”.
Como tal, é improvável que seja alcançado até 2030, mas 2050 é mais realista.
Dessa forma, se a tendência atual continuar até 2050, não bastará simplesmente melhorar os processos de reciclagem, pois os limites planetários ainda seriam ultrapassados em 2050.
É por isso que os autores do estudo sugerem também abordar a demanda, bem como, atribuir um valor diferente ao plástico. “Dadas suas excelentes propriedades, devemos ver o plástico como o material de alta qualidade que ele realmente é. Dessa forma, tudo bem custar um pouco mais caro e a reciclagem também.”
Uma compreensão mais completa da administração de produtos
No estudo, os cientistas apontam que os produtos de plástico devem estar mais alinhados com a economia circular no futuro. Para isso, os fabricantes devem trabalhar mais de perto com os recicladores.
De acordo com os autores do estudo, seria desejável que os fabricantes de plásticos tivessem uma compreensão mais ampla da responsabilidade que possuem: hoje, a responsabilidade muitas vezes termina onde o produto sai dos portões da fábrica.
Os cientistas, portanto, pedem que a administração do produto abranja todo o ciclo de vida – incluindo descarte e reciclagem – como base para otimizar o design de processos sustentáveis.
De qualquer forma, impulsionar a reciclagem é o caminho certo: por não apresentar grandes desvantagens, deve se tratar como um caso especial na transformação da economia em direção à sustentabilidade. Em muitas outras áreas, surgem objetivos conflitantes.
Tomemos, por exemplo, a produção de combustíveis sintéticos, extremamente intensivos em energia, ou o uso de biomassa, que compete com a produção de alimentos.
A reciclagem de plástico, por outro lado, não leva a esse conflito de objetivos. “Os esforços de reciclagem devem ser intensificados sempre que possível”, diz Bardow.
Como regra geral: mais reciclagem de plástico sempre leva a mais sustentabilidade, finaliza.
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Navio da reciclagem
A bordo do “Plastic Odyssey” (“odisséia de plástico”), Baptiste Lomenech mostra a jovens empreendedores senegaleses como funciona um dos sistemas de reciclagem do navio que cruza os mares do mundo estimulando pessoas ao uso correto do plástico.
No porto de Dacar, a tripulação de cerca de 20 pessoas recebe autoridades locais e mostra as técnicas de reciclagem com o maquinário disponível na embarcação.
A princípio, o navio com sistema de reciclagem saiu da França para dar uma volta ao mundo com duração de três anos.
Em 2023, o Plastic Odyssey viajará até Fortaleza e Belém, Georgetown, na Guiana e outras capitais e cidades na América Latina como Porto Príncipe, Puerto Limón, Guayaquil, Lima e a ilha de Martinica.
Em 2024, a ideia é navegar em direção à Ásia, fazendo escala em Hanga Roa, principal cidade da Ilha de Páscoa, no Chile.
Sobretudo, o navio oferece um ciclo de reciclagem completo: um triturador para que os resíduos se reduzam a pequenos pedaços, um tanque de lavagem, uma centrífuga para secá-los e uma extrusora para transformá-los.
A ideia é ensinar como funciona uma tecnologia simples de usar, sem patentes e facilmente acessível.
Durante a demonstração, os visitantes fazem inúmeras perguntas sobre o processo. O objetivo é absorver o conhecimento da técnica para se aplicar em projetos relacionados ao plástico.
Como descreve Boubacar Diakhité, da empresa Défaratt, com sede em Gandiol: “Estar aqui amplia o meu campo de ação e pensamento. Vi que era viável instalar máquinas de reciclagem de baixo custo. Sabíamos que tínhamos capacidade para isso, mas não sabíamos como”.
Estímulo à economia
Graças ao incentivo dado aos catadores para a reciclagem do plástico e à ação “Plástico é Vida, Reciclando na Avenida”, realizada pela Empresa de Limpeza Urbana de Salvador (Limpurb), centrais de reciclagem instaladas pela Prefeitura de Salvador coletaram cerca de 94 toneladas de resíduos recicláveis durante o carnaval.
A princípio, foram 54.756 toneladas de alumínio e 39.086 toneladas de plástico. O alumínio costuma ser o mais coletado, devido ao alto valor agregado.
Isso porque, atualmente, o quilo do material custa R$5 nas cooperativas, enquanto o do plástico custa R$1.
No entanto, o incentivo dado aos catadores consistiu em uma bonificação de R$100 a cada 30 quilos de plástico vendidos, além do próprio valor pago pelo plástico coletado.
Para Genivaldo Ribeiro, diretor administrativo da Cooperguary, de Periperi, uma das cooperativas que atuaram no Carnaval. “Esse incentivo impulsionou a coleta de plástico no Carnaval. Com isso, ganharam as cooperativas, ganhou o público e também o meio ambiente”.
Segundo ele, o material coletado pela Cooperguary passou pela triagem, foi separado e armazenado nas “big bags” – a maioria já foi comercializada e transportada.
Ele estima o prazo de um mês para que o material seja reaproveitado pelas indústrias.
Embalagem com plástico pós consumo
A GTEX, em parceria com a fabricante de embalagens flexíveis Finepack e a Dow, lança novas embalagens do lava-roupas em pó Urca produzidas com resinas recicladas pós-consumo (PCR).
Essa inovação permitiu que 30% do plástico virgem utilizado nas embalagens do produto fossem substituídos por plástico reciclado de alta qualidade. Acelerando, assim, o uso de soluções sustentáveis nas embalagens flexíveis.
Dessa forma, o plástico pós consumo passa a ser um recurso valioso que é recuperado e aproveitado para um novo produto – eliminando desperdícios e reforçando o compromisso da GTEX em reduzir o impacto ambiental e atendendo às demandas dos consumidores, cada vez mais atentos às ações das empresas em relação à sustentabilidade.
Isso porque, a resina de polietileno PCR Revoloop, da Dow, é produzida pela reciclagem mecânica, permitindo que materiais reciclados de alta qualidade sejam incorporados em novas embalagens.
Se recolhe o plástico pós-consumo por cooperativas e, então, utilizado na fabricação da resina Revoloop.
A Finepack, então, incorpora a matéria-prima na produção de novas embalagens plásticas do lava roupas em pó Urca.
Talita Santos, CEO da GTEX, conclui dizendo: “O processo de reciclagem é importante porque vai além do material em si: além de aumentar os índices de reciclagem e reduzir o desperdício, promovendo a economia circular, se produz a resina através de parcerias com personagens locais na coleta e gestão de resíduos, ajudando a fechar o ciclo do plástico, promovendo a reciclagem inclusiva e levando ao consumidor uma opção de escolha mais sustentável”.
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