O levantamento do PICPlast, iniciativa ligada a empresas da indústria química, apontou que cresceu em 42% o uso de plásticos reciclados em embalagens de alimentos e bebidas entre 2020 e 2021.
A princípio, esses dados mais atualizados indicam que, em 2021, se usou 151 mil toneladas do material ecologicamente correto na produção de recipientes para itens comestíveis, sendo 46 mil toneladas para estes e 105 mil para postáveis.
Já em 2020, a reciclagem de plástico envolveu 106,2 mil toneladas de recipientes do tipo, com 25,6 mil delas dedicadas à armazenagem das comidas e 80,5 mil para líquidos.
Para Solange Stumpf, sócia da MaxiQuim, esses dados de crescimento da produção de plástico reciclado pós-consumo mostram uma recuperação da indústria pós pandemia. “Além disso, também exibe uma maior utilização de PCR por parte das empresas. Acreditamos que esse percentual deve continuar a subir nos próximos anos, ajudando também no crescimento do índice de reciclagem”, declara.
Produção de plásticos reciclados pós-consumo
A produção de plásticos reciclados pós-consumo cresceu 14,3% no Brasil, em 2021. Nesse sentido, a pesquisa do PICPlast indicou que o índice de reciclagem mecânica segue estável.
Isso porque, em 2020 e 2021 a taxa de reciclagem por esse método se manteve na casa de 23%. Isto é, sendo 23,1% em 2020 e 23,4% em 2021.
O plástico que mais foi reciclado pela mecânica foi o PET, com 53,5% em 2020 e 54,4% em 2021. O segundo foi o EPS, com 34,5% no ano retrasado e 30,9% no ano anterior.
Entre os materiais reciclados estão itens descartados em domicílios e em locais como shoppings, estabelecimentos comerciais, escritórios e etc.
A coleta seletiva no Brasil
Segundo a última edição do Panorama dos Resíduos Sólidos, um quarto das cidades brasileiras não têm coleta seletiva. Esse levantamento foi publicado pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos).
Dessa forma, são cerca de 1400 municípios que ainda não possuem nenhuma política pública que promova e incentive a separação do lixo reciclável entre a população.
Ainda de acordo com o documento, aproximadamente 4.145 municípios apresentam alguma iniciativa de coleta seletiva, mas muitas vezes a prestação do serviço é limitada e insuficiente.
Outro dado importante de se destacar é que mais de 70% dos brasileiros não separam o lixo em comum e reciclável. Como revela uma pesquisa do Ibope, em parceria com a Abrelpe e o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
Conforme os dados do estudo, 77% dos brasileiros sabem que boa parte dos plásticos, por exemplo, é lixo reciclável, mas a grande maioria ainda insiste em descartar esses resíduos de forma inadequada.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:14
A transformação digital segue forte, principalmente, no pós-pandemia. Essa evolução é muito perceptível no setor industrial, já que nesse contexto de automação, investir em Indústria 4.0 é muito mais do que inserir robôs em linhas de produção.
A exemplo disso, uma tecnologia menos visível são as válvulas e sistemas de medição e controle, presentes em todos os setores e que fazem os sistemas fluírem, com alto nível de precisão e controle.
O gerente geral de vendas da GEMÜ do Brasil, Mateus Souza, explica que: “O principal hoje é oferecer soluções customizadas, de alta tecnologia, com equipamentos que possam ser integrados diretamente na linha de produção de plantas de todos os setores”.
Segundo ele, esse tipo de tecnologia inclui válvulas para todo tipo de fluido ou gás, que conversam com o restante da planta. “Elas estão presentes em sistemas de limpeza de água, produção de diversos tipos de produto industrial. Bem como, tintas, alimentação de sistemas de refrigeração e de lubrificação de máquinas, ou seja, em todo lugar”, pontua.
Leia mais:
Nesse sentido, entre os diferentes tipos de válvulas estão a borboleta, esfera, globo, diafragma, bloco multivias, entre outras, aptas a atender a diferentes setores.
O gerente ainda acrescenta: “Se utiliza os produtos da GEMÜ no setor mecânico de forma segura e há muitos anos no mundo todo”.
Uma solução de conexão total
O progresso tecnológico no setor mecânico e na indústria de processamento segue em direção a produções e processos de transformação.
Atualmente, as necessidades de automação, documentação e digitalização da indústria 4.0 tornam-se cada vez mais fundamentais.
E uma solução é o Sistema CONEXO, com o qual é possível identificar e extrair dados dos mais diferentes componentes da fábrica, o que auxilia ainda na coleta de dados de campo e na otimização de processos e intervalos de manutenção.
Assim, alguns exemplos de processos com sistemas de válvulas, de medição e controle são a indústria de formação de espuma para isopor, distribuição de lubrificantes de refrigeração e fluidos de corte.
Bem como, processos de limpeza e de dosagem, controle e regulagem na circulação de sistemas de refrigeração e de aquecimento.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:7
Com a exclusão das resinas termoplásticas polietileno (PE), polipropileno (PP), PVC e PET da Letec (Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum do Mercosul), a indústria petroquímica e transformadores de plásticos brasileiros ficaram, mais uma vez, em polos opostos. Isso tudo, diante do cenário de retomada das alíquotas cheias de imposto de importação.
Enquanto os produtores de resinas, que apontavam risco de paralisação das operações em ao menos uma central petroquímica brasileira diante do forte aumento das importações, comemoraram a decisão da Camex (Câmara de Comércio Exterior).
Leia mais:
No entanto, o setor de plásticos, que transforma essa matéria-prima em embalagens a peças de aviões, criticou duramente a medida.
Além disso, o setor ainda aponta que vai na direção contrária do plano de ter uma indústria mais competitiva no país.
Sobretudo, essa decisão foi publicada no DOU (Diário Oficial da União), logo após, o imposto de importação voltaram a 11,2%.
Essas tarifas estavam desde meados do ano passado em 3,3% para os copolímeros de etileno, 4,4% para copolímeros de propileno, 4,4% para PVC obtido por processo de suspensão e 4,2%, para o PET. Inicialmente, a previsão era de recomposição somente após agosto.
O presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, destaca que: “É legítimo quem faz a matéria-prima tentar vender ao melhor preço. Assim como também é legítimo aquele que usa para comprar ao preço mais competitivo”.
E afirma que o norte da reindustrialização é agregar valor ao longo da cadeia, e não manter uma superproteção no início dela.
Preços baixos no mercado externo
Segundo o executivo, além de ser concentrada e contar com medidas de defesa comercial, a indústria de resinas no Brasil pratica preços mais baixos no mercado externo, que é mais competitivo, do que no mercado doméstico, ao incorporar os custos Brasil e de internação.
Dessa forma, com a elevação do imposto de importação, a transformação perde mais competitividade. “Não é dessa forma que haverá reindustrialização”, afirma Roriz.
A princípio, no ano passado, a produção da indústria plástica brasileira recuou mais de 6%.
O Gecex (Comitê Executivo de Gestão) da Camex se justifica, afirmando que a imposição de tarifas reduzidas trouxe dano à indústria química, “com o aumento das importações e queda de preço de venda das resinas nacionais”.
Segundo a nota do comitê, o segmento já havia registrado paralisação em, pelo menos, uma linha de produção de resina PET, em Pernambuco.
Conforme a ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química), que já tratava desse assunto com a equipe de transição do novo governo, a redução das alíquotas levou à entrada de volumes significativos de resina importada no país.
Nesse sentido, entre agosto de 2022 e janeiro de 2023, informou, as importações de PE subiram 86% na comparação com o mesmo período do ano anterior.
Isso enquanto as de PP sem carga avançaram mais de 44%, as de copolímero de propileno cresceram 66% e as de PVC, 115%.
De acordo com o presidente da entidade, André Passos Cordeiro, havia uma interpretação no governo de que, para tornar a indústria mais competitiva, era preciso abrir o mercado às importações. E, assim, forçar o processo de ganho de eficiência. “Isso é bonito na teoria econômica quando se trata de dois países equivalentes, e não é esse o caso”, defende.
Venda de resina mais barata
Segundo Laercio Gonçalves, presidente e fundador da Activas, uma das maiores distribuidoras de resinas termoplásticas do país, a redução das alíquotas levou à oferta adicional no mercado interno ao mesmo tempo em que os preços internacionais cederam abruptamente.
A princípio, a distribuição, que ainda contava com estoques da resina mais cara, teve de vender mais barato, acompanhando a queda de preços.
O empresário declarou: “Todos estão mais cautelosos e ainda não vimos melhora”.
Informalidade elevada e a nova temporada de roubo de cargas de PE no Brasil também aparecem entre os desafios da distribuição neste ano.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:8
Por Sergio H. Coelho do Jornal Cruzeiro do Sul
Nenhum outro setor da economia cria mais riquezas que a indústria. É dela que saem produtos diversos: veículos, máquinas, ferramentas, móveis, eletrodomésticos, roupas, alimentos processados e quase tudo o que é necessário em termos materiais para a vida do ser humano.
A princípio, a Revolução Industrial, na Inglaterra, transformou o mundo. Marcou a passagem de métodos de produção manual para máquinas, novos processos de fabricação, além do uso das energias a vapor e hidráulica.
Leia mais:
As mudanças tiveram efeito multiplicador em muitos países. Houve consequências negativas, como a exploração do trabalhador e a poluição ambiental.
As indústrias, porém, impulsionaram o desenvolvimento da ciência, de novas tecnologias e, nas sociedades mais organizadas, o bem-estar da população.
Esse processo no Brasil
O Brasil, cuja industrialização atrasada teve início timidamente ao final do século 19 e ganhou força a partir dos anos 1930, pode progredir vertiginosamente baseado nesse setor da economia.
A crise do café foi um fator importante para o investimento maciço na indústria e grandes grupos se consolidaram, diversificando sua atuação e contribuindo para suprir as necessidades dos brasileiros.
Sorocaba foi conhecida como a Manchester Paulista. Com Votorantim, que se emancipou em 1963, faz parte do pioneirismo industrial no Brasil, inicialmente com as tecelagens.
Dessa forma, as fábricas foram se adaptando às mudanças tecnológicas e vieram as multinacionais, com algumas ocupando galpões do tamanho de vários campos de futebol e cujos trabalhadores precisam tomar ônibus ou vans para ir ao refeitório.
Nas últimas décadas, por uma série de motivos, a indústria brasileira foi perdendo espaço.
Por exemplo, o avanço dos produtos chineses em todo o mundo, mais baratos, serviu para depenar velhas fábricas.
Chegou-se a um ponto em que produzir produtos eletrônicos, utilidades domésticas e brinquedos no Brasil, entre outros itens, não valia mais a pena. E houve demissões. Mas há os resistentes. Como os fabricantes brasileiros de calçados, que insistiram na qualidade e se mantiveram.
As solução para recuperação
Agora, o Brasil precisa recuperar seu lugar e o tempo perdido na indústria. A evolução é permanente, às vezes rápida demais, mas é preciso acompanhá-la.
Por isso, energias renováveis, Indústria 4.0 e sustentabilidade são alguns desafios atuais e das próximas décadas a serem colocados em foco.
Iniciativas das próprias indústrias, universidades e centros de pesquisa precisam de meios eficazes para poder fluir, sem a velha burocracia, carga tributária excessiva, dificuldade para crédito ou desdém de administradores públicos.
Há alguns passos sendo dados nesse sentido. O governo de São Paulo publicou na um decreto que cria o Conselho Estadual de Promoção da Nova Industrialização.
Isto é, se trata de uma medida para fomentar a retomada da atividade industrial no Estado. O governador Tarcísio de Freitas citou seis pilares de atuação desse conselho: energia, infraestrutura, crédito, tributação, capacitação profissional e digitalização.
O presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Josué Gomes, acredita que o conselho trará bons resultados. Assim, a entidade será uma das participantes.
Entre as atribuições do conselho está a de propor diretrizes para promover o desenvolvimento econômico e industrial competitivo, inclusivo, sustentável e inovador.
Bem como, estabelecer canal de diálogo permanente entre o poder público e o setor produtivo. Assim como, propor e estimular a produção de estudos, análises e indicadores de desenvolvimento industrial.
Outras ações
Uma ação do Ministério de Minas e Energia, é aumentar a competitividade do setor de gás natural no País. Desse modo, foi anunciado um programa chamado Gás para Empregar.
Cuja a proposta é fazer com que as petroleiras direcionem mais combustível obtido nas plataformas marítimas para uso na indústria e também na produção de fertilizantes.
Além disso, existe uma série de medidas ou decisões que precisam ser tomadas com agilidade, em termos de energia, transporte, desburocratização e eficiência.
A fim de dar respaldo a esse importante setor que fez o Brasil crescer no século 20 e que tem a força de contribuir para o crescimento, com emprego, renda e responsabilidades sociais.
Para isso acontecer, no entanto, é indispensável que os governantes -- em todos os níveis -- ouçam a sociedade e façam a sua parte no setor da economia.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:4
Com objetivo de dar uma nova vida a resíduos descartados incorretamente, a Resifluxo, empresa de transformação situada em Arnoso Santa Maria, no concelho de Vila Nova de Famalicão, tem feito floreiras, bancos de jardim, passadiços e outro mobiliário urbano com plástico 100% reciclado. Dessa forma, a empresa volta na promoção da economia circular e na redução da pegada ecológica.
O diretor da área de negócio da Resifluxo, Joaquim Carvalho, explica: “O lixo chega-nos em bruto, fazemos a triagem e transformação, selecionando o que será a nossa matéria-prima. O que resulta num perfil de plástico. Bem como, num princípio de economia circular que usa matérias que, de outra forma, ficariam no ambiente em aterros ou seriam incineradas”.
Leia mais:
A princípio, esta empresa — que começou a atividade na gestão global de resíduos em aterros de Fafe e de Lousada — transforma este “lixo” em matéria-prima.
Matéria-prima que é destinada para a produção de um novo produto ecológico e “com características que permite múltiplas aplicações”, na unidade industrial de Vila Nova Famalicão.
Comercialização e projetos da empresa
No ano passado, a Resifluxo teve um volume de negócios que rondou os quatro milhões de euros, prevendo crescer ainda mais este ano.
Isso porque, segundo Carvalho, com a introdução da marca WUUD no mercado, a esperança é crescer nesta área de negócio cerca de 60%. “Confiamos na qualidade, elevado grau de resistência e durabilidade deste produto”.
Ele ainda destaca que: “O desenvolvimento das características deste perfil de plástico, que permite estar no mercado com um produto de qualidade e com novas soluções e aplicações, certamente vão gerar um crescimento da marca nos próximos anos”.
Nesse sentido, durante uma visita à empresa, o autarca famalicense, Mário Passos, destacou a importância da aposta da Resifluxo no âmbito da inovação, investigação e desenvolvimento.
Além disso, ele ainda pontua que a empresa tem “uma elevada preocupação e responsabilidade ambiental”.
A empresa tem ainda em mãos o projeto D’ECO, de investigação e desenvolvimento de produtos inovadores para soluções de arquitetura e construção civil, numa parceria com a Universidade do Minho, envolvendo um investimento de quase 854 mil euros, com apoio de fundos comunitários na ordem dos 582,5 mil euros.
Trata-se da conceção e desenvolvimento de um compósito de plásticos mistos. Este incorpora areias de fundição a partir de resíduos resultantes do setor industrial, da construção e da indústria de fundição. “Esperamos a concretização de uma dezena de novos produtos e soluções a colocar no mercado”, frisou o responsável.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:11
Projeto sustentável
Alinhados com os princípios da economia circular como uma missão chave para reduzir os resíduos plásticos, Nestlé Purina, líder no mercado de alimentos para animais de estimação, a Dow, líder em ciência dos materiais e a Fundación Avina, organização da sociedade civil focada em enfrentar os desafios sociais na América Latina, lança o projeto Pegada Limpa.
Esse projeto reúne o esforço colaborativo e a perspectiva ampla de três grandes atores na região, alinhados com os princípios da economia circular como uma missão chave para reduzir os resíduos plásticos.
Dessa forma, por meio da parceria, as organizações vão viabilizar na prática o fechamento do ciclo da reciclagem.
O que dará uma segunda vida aos resíduos de embalagens de alimentos para animais de estimação no Brasil e na Argentina.
Assim, o projeto para acelerar a circularidade, desenvolve e implementa soluções inovadoras, que atuam nos principais desafios de cada fase da cadeia.
Isto é, que inicia com a Nestlé Purina trabalhando no desenvolvimento de suas embalagens para que elas sejam 100% recicláveis e/ou reutilizáveis, passa pelo trabalho para conscientizar os consumidores sobre o descarte correto de embalagens e incentivar a coleta seletiva por meio de cooperativas de reciclagem.
E, finalmente, chega na fase de incorporar resinas PCR (plástico pós-consumo) a novos produtos.
A princípio, todo o trabalho do Pegada Limpa possibilitará a conversão de 300 toneladas de plástico circular em novas embalagens de alimentos para animais de estimação em 2023.
Além disso, o projeto colabora diretamente para o desenvolvimento de novas soluções e tecnologias ainda mais avançadas, acelerando as inovações sustentáveis.
Bem como, também permitirá aumentar a capacidade de produzir soluções circulares e de baixo teor de carbono e gerar novas oportunidades de renda para os recicladores.
Tanque de plástico
A Unipac, uma das indústrias de transformação de polímeros mais tecnificadas do Brasil, continua expandindo sua atuação em diversos países e conquistando novos clientes.
Isso porque, o contrato mais recente foi firmado por meio de uma trade parceira e prevê o fornecimento de um lote de tanques de combustível com capacidade de 210 litros para uma encarroçadora de ônibus com sede na Colômbia.
Assim, sendo a primeira venda realizada ao novo cliente, que utiliza chassis produzidos por uma das maiores montadoras de veículos pesados do mundo.
A Unipac desenvolveu e homologou tanques de combustível exclusivos para o modelo de ônibus montado pela empresa colombiana, seguindo as necessidades da encarroçadora e os requisitos normativos.
No Segmento Logística, destaque para as embalagens plásticas colapsáveis Caixa Móbil, que atendem o transporte de peças de montadoras de veículos pesados, especialmente na Argentina.
Nesse sentido, as caixas favorecem o modelo de economia circular e logística reversa, pois utilizam resina pós-consumo na sua composição.
Além disso, a Unipac oferece serviços de manutenção e faz o reparo das caixas danificadas, prolongando o tempo de uso das mesmas e evitando o descarte e custos desnecessários.
Moda com reciclado
Oriba, marca de moda jovem, moderna e sustentável, acaba de lançar a coleção rePET, com a composição feita de plásticos reciclados, desenvolvendo assim, um produto inovador e ecológico.
A princípio, a linha rePET é a primeira coleção da Oriba feita com plástico reciclado. A empresa transforma garrafas PET em tecido para produzir roupas modernas, tendo em vista a preservação do meio ambiente.
A coleção é, depois, transformada em peças de vestuário que seguem a tendência de moda por um preço acessível.
Como explica Rodrigo Ootani, sócio da marca: “As garrafas, vindas de centros de descarte pós-consumo, são fragmentadas em pequenos pedaços em processos mecânicos. Em seguida, se submetem a uma série de tratamentos para que esses pedaços se transformem em uma espécie de granulado de PET. A partir dessas pequenas partículas é feito o fio do tecido”.
Sobretudo, a Oriba usa uma tecnologia especial para transformar garrafas PET em tecido.
São coletadas garrafas PET usadas, que depois de processadas, são transformadas em fibras para tecidos e então usadas para criar peças de roupas modernas na linha rePET.
O processo de criação é eficiente e não gera desperdícios. Assim, a marca traz em seu DNA a responsabilidade social e ambiental, que está se tornando cada vez mais importante na indústria da moda.
Uma vez que, todo o processo de produção é extremamente impactante na preservação do meio ambiente. Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:10
O mês de fevereiro registrou a nona queda consecutiva no faturamento da indústria brasileira de máquinas e equipamentos, segundo dados divulgados pela ABIMAQ. Dessa forma, no primeiro bimestre do ano, o setor acumulou queda de 7,1%. Na comparação com o mês anterior, porém, houve alta de 7%.
Os números da associação, indicam uma queda de 7,8% na receita líquida de vendas em relação ao mesmo mês do ano passado, com R$ 21,76 bilhões de vendas.
No entanto, de acordo com a ABIMAQ, após cair 2%, em janeiro, no mês seguinte, o setor teve recuperação de 2,7% na ocupação da capacidade instalada, atingindo 77,6% de seu nível.
Leia mais:
Apesar da recuperação, a capacidade do setor ficou 2% abaixo do nível de 2022 (79,2%).
Para o restante do ano, a expectativa é de relativa melhora nas vendas de máquinas para setores menos dependentes de crédito, como é o caso dos setores produtores de bens de consumo não duráveis, mas também dos relacionados a obras de infraestrutura.
Aumento das exportações
Conforme os números, o ano de 2023 começou com aumento das exportações de quase todos os tipos de máquinas.
Isto é, no comparativo interanual, com exceção de máquinas para bens de consumo, cujas vendas externas caíram 0,9%.
Sobretudo, o destaque foi o setor de máquinas para logística e construção civil que cresceu 39,2% no período. Já que este setor participa com 30% no total das exportações de máquinas no período.
O setor exportador de componentes para a indústria de bens de capital também se destacou, respondendo por 24,2% do total e registrando crescimento de 33,5%.
Geração de emprego no setor
Os dados da ABIMAQ ainda informaram que, mesmo com a queda no faturamento no primeiro bimestre, o setor aumentou o número de pessoas contratadas para pouco mais de 4 mil.
Com isso, o quadro de pessoal cresceu 0,5%, quando comparado ao número de trabalhadores de janeiro, assim, chegando a um total de 394 mil pessoas empregadas na indústria de máquinas e equipamentos.
Segundo a associação, foi o segundo mês de recuperação das contratações, após queda no último trimestre do ano passado.
Contribuíram para o aumento das contratações as indústrias de máquinas fornecedoras ao setor de bens de consumo duráveis e semiduráveis, construção civil e infraestrutura, destacou a associação.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:6
Acionamentos em máquinas da cadeia produtiva de plásticos são itens fundamentais para a excelente qualidade e funcionamento do maquinário. No entanto, para que estes itens exerçam seu papel com maestria, é preciso receber a manutenção preditiva de forma constante e monitorada.
A princípio, a SEW-EURODRIVE BRASIL introduziu no mercado seus redutores industriais e acionamentos para extrusoras. O que permite que a cadeia produtiva de plásticos e derivados brasileira desfrute desta tranquilidade.
Como resultado da liderança mundial em acionamentos industriais, a SEW-EURODRIVE rapidamente conquistou a confiança dos principais players do mercado de máquinas para fabricação de plásticos em filme e placa.
Leia mais:
Nesse sentido, a SEW-EURODRIVE BRASIL desenvolveu um projeto especial para este mercado que, segundo Celso Fonseca, gerente de vendas da filial de São Paulo (SP), o principal diferencial é o atendimento ao cliente através da SEW SERVICE.
Ele destaca: “Nossa missão é estar próximo ao cliente para dar a segurança de que sua máquina funcionará sempre”.
Para Fonseca, assim como outros segmentos, a indústria de plásticos e derivados percebeu que os serviços oferecidos através da SEW SERVICE se posicionam em um patamar superior de confiabilidade e economia.
Ele ainda acrescenta que o tipo de atendimento é o que o cliente deseja. Ele confia inteiramente na SEW-EURODRIVE tanto pelo produto em si como em função do nosso serviço de pós-venda.
Principal produto da empresa
O principal produto da SEW-EURODRIVE BRASIL para este mercado são os redutores para extrusoras, da Série X e da Série FAZ. Sendo componentes essenciais das extrusoras de plástico e derivados.
Isso porque, sua função é acionar de forma controlada os movimentos necessários para a máquina realizar a extrusão do plástico, com qualidade total e alta produtividade.
Nesse sentido, os motoredutores e motores elétricos da SEW-EURODRIVE estão presentes também nos roletes, esteiras, tanques de agitação e em outras aplicações da Indústria de Plástico.
Todas essas funcionalidades de produtos foram apresentadas pela SEW-EURODRIVE BRASIL na feira Plásticos Brasil 2023.
Quem esteve responsável por essa exibição ao público foi o Diretor Geral da empresa para o Brasil e América Latina, Alexandre dos Reis, além de outros representantes.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:8
Na terceira edição da Plástico Brasil, Feira Internacional do Plástico, uma das pautas em destaque foi a necessidade de reindustrialização do país. Isso porque, o setor aposta nesse momento de reflexão sobre o reposicionamento mundial da indústria, como uma oportunidade gigantesca para o Brasil.
Para Aline Cardoso, secretária municipal de desenvolvimento e trabalho de São Paulo, o Brasil tem que aproveitar o momento positivo e, por meio do apoio e fomento do BNDES, ampliar os seus investimentos e percentuais dedicados à indústria e ao plástico.
Assim, ela acredita que o BNDES precisa ter mais dinheiro, melhorar, desburocratizar e facilitar o acesso aos seus recursos. “Já que sem a inovação e a competitividade na indústria, não apenas o setor, mas o Brasil como um todo perde, inclusive com a falta de geração de empregos, que é algo tão importante para todos nós. É fortalecendo a indústria e a inovação que criaremos uma base sólida do nosso país, com mais justiça social”.
Leia mais:
Nesse sentido, Flávio Morais da Motta, que é chefe do departamento de indústrias de base extrativa do BNDES, reforçou o compromisso do BNDES com a reindustrialização brasileira.
E, para isso, destacou a necessidade de voltar a atuar de forma mais ativa no setor, mobilizando seus diferentes instrumentos para atingir esse objetivo.
Motta destaca: “Nossa intenção é retomar o apoio à indústria brasileira em todos os seus elos, desde a geração de energia renovável, passando pela indústria de transformação e chegando às micro, pequenas e médias empresas, tão importante base do desenvolvimento do crescimento e progresso da economia”.
Apoio a cadeia produtiva
Atualmente, o BNDES possui uma ampla gama de produtos para apoio à toda a cadeia produtiva do plástico, da indústria da borracha, e dos fabricantes de máquinas e equipamentos.
Motta ainda completou: “Além do atual portfólio de produtos e a expectativa de desenvolvimento de novas soluções financeiras, estamos prontos para apoiar projetos de inovação. Bem como, os planos de ampliação e modernização das plantas industriais, com financiamento de longo prazo adequado ao perfil do investimento industrial, estes podendo chegar até o prazo total de 20 anos”.
Dessa forma, as palavras do chefe de indústrias de base extrativa do BNDES, reforça a pressa do banco na reindustrialização do país. Bem como, as grandes oportunidades de revitalizar a economia brasileira sob novas bases.
Isto é, de forma a torná-la mais verde, digital e inclusiva, contribuindo para enfrentar os desafios da sociedade brasileira.
Avaliações sobre a indústria e o setor do plástico
Gino Paulucci Júnior, presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, entidade realizadora da feira, abordou a necessidade de eliminação de entraves que contribuem para a redução dos investimentos e da insegurança jurídica.
Assim, o presidente reforçou a atuação da ABIMAQ em prol da redução do Custo Brasil e o apoio às reformas, como a tributária e a administrativa,
Para ele, as aprovações das reformas contribuirão para a melhoria da competitividade, crescimento e desenvolvimento da economia e avanço da reindustrialização.
Na sequência, o presidente da CSMAIP (Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ), Amilton Mainard, pontuou as importantes inovações e as tecnologias 4.0 apresentadas durante a feira.
Nicholas Owen, CEO da Informa Markets, reforçou o destaque do setor como fonte geradora de empregos. Assim como, as novas tecnologias e soluções para transformação do plástico, setor de inúmeros processos produtivos que tem como foco o aumento de sua eficácia.
Já o presidente da ABIPLAST, José Ricardo Roriz Coelho, pontuou como fundamental o setor do plástico, que agrega valor na economia. Embalando produtos da cesta básica em aplicações médicas, construção, automóveis, alimentos, agricultura em tubos de saneamento, drone e até em aeronaves. Assim, o plástico tem uma relação de 95% do PIB brasileiro.
E ainda finaliza explicando que é um setor muito versátil, que fornece soluções para toda a sociedade brasileira. "A questão ambiental e a imagem do plástico são desafios que nossa indústria precisa encarar, trazendo à mesa soluções propositivas. Isto é, representando oportunidades que podem se converter em vantagens competitivas importantes para as empresas nesse processo de industrialização verde”.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
Post Views:5
Com uma pegada mais sustentável, o stand da ENTEC na Plástico Brasil, se voltou para apresentar soluções que promovem a reciclagem de plásticos não recicláveis. Isso porque, a empresa distribuidora de plásticos e resinas, exibiu o NuPlastiq, material capaz de tornar a degradação de polímeros como a de papel.
Segundo Antonio Alexandre Bescorovaine, coordenador de polímeros sustentáveis da ENTEC, o principal objetivo do NuPlastiq é tornar a indústria mais sustentável, com foco na preservação do meio ambiente.
Nesse sentido, ele afirma que o próximo passo é introduzir esse material na fabricação brasileira. “A nossa expectativa é produzir o NuPlastiq no Brasil. Precisamos de matéria-prima sustentável, por isso investimos muito em novas tecnologias”.
Leia mais:
Assim, para Bescorovaine, essas medidas da empresa surgem para complementar a reciclagem. “De acordo com os últimos números da reciclagem, no Brasil apenas 11% do volume de plástico gerado no país foi reciclado. Por isso, a gente trabalha para complementar isso, pensamos nos materiais que acabam não indo para a reciclagem, com intuito que seja degradado mais rapidamente na nuteraza”.
Conforme o coordenador, não existia um material no mercado, comprovadamente com uma biodegradação acelerada no ambiente marinho, e o NuPlastiq tem essa capacidade.
O palco ideal para falar sobre sustentabilidade
A Plástico Brasil 2023 se mostrou ser um dos melhores espaços para dialogar sobre reciclagem e sustentabilidade do plástico. Uma vez que reuniu os principais representantes da indústria do plástico e as melhores soluções do mercado.
Dessa forma, segundo Jose Boaventura, Diretor de negócios da ENTEC, a ideia é que o NuPlastiq seja bem divulgado, e a Plástico Brasil foi essencial para isso. “Estava todo mundo muito empolgado para participar da feira, foi a primeira presencial depois da pandemia, então essa foi uma oportunidade única, principalmente, pelo tamanho da feira e a importância dela na indústria do plástico”.
Com isso, ele espera um pós-feira muito produtivo, onde as pessoas busquem conhecer ainda mais sobre o produto. “Daremos um suporte técnico, justamente para explicar mais sobre o produto. A ideia é que assuntos como a sustentabilidade se tornem cada vez mais presentes na linha de produção do país”.
Além disso, a ENTEC segue na divulgação do material, a empresa apresentará o NuPlastiq no norte do país e para estados empolgados com a iniciativa do produto. “Nosso intuito também, é conscientizar ainda mais essas regiões, apresentando as diferenças dos plásticos, como entre os plásticos comuns, os biodegradáveis, ou oxibiodegradáveis e, claro, a funcionalidade do nosso material”.
O plástico tem condições de continuar sendo útil e o que precisa mudar é a maneira como consome e produz ele, investindo em soluções como esta, de aceleração da biodegradação, deixando que a natureza mesmo se encarrega de acabar com seu ciclo de vida, concluiu Bescorovaine.
Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.
🛈 Procurando um produto do portal?
O Plástico Virtual é um portal de divulgação: nós não vendemos os produtos anunciados aqui. Para comprar ou tirar dúvidas sobre um produto específico, entre em contato direto com a empresa anunciante na página dele.
Mesmo assim, falar com a equipe do portal →
Quer ficar por dentro da indústria do plástico?
Assine a nossa newsletter e receba semanalmente atualizações de fornecedores, matérias especiais, novidades do setor e tendências do mercado.
Sua assinatura não pôde ser salva. Tente novamente.
Sua inscrição foi realizada com sucesso.
Conectamos compradores e fornecedores! Líder em divulgação digital para a indústria do plástico, somos a maior e mais completa plataforma da América Latina. Com mais de 10 anos de experiência, já ajudamos centenas de empresas do setor a expandir sua presença no mercado, gerar novos negócios e chegar até quem realmente decide a compra.