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Em parceria com a empresa Yattó, que é responsável por estruturar cadeias de reciclagem de embalagens, a PepsiCo, promoveu a destinação correta de 50 toneladas de plástico flexível entre 2022 e 2023. Esse esforço faz parte das metas globais da companhia em relação ao plástico.

A meta é reduzir o uso de plástico virgem em 50% de seu portfólio global de alimentos e bebidas até 2030.

Assim, usando 50% de conteúdo reciclado em suas embalagens de plástico, pois busca agir para que esse material nunca se torne lixo.

Regina Teixeira, diretora de Assuntos Corporativos da PepsiCo Brasil, explica que: “A PepsiCo busca atuar em diferentes frentes para reduzir e reutilizar resíduos em toda a sua cadeia produtiva. Isso ao mesmo tempo em que apoia projetos que tenham impactos socioeconômicos”.

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Dessa forma, ela acredita que se beneficia os cooperados das cooperativas de resíduos, as recicladoras e os consumidores e consumidoras. 

A princípio, o plástico flexível BOPP de embalagens de snacks salgados pós-consumo ainda é um material que demanda alta tecnologia para reciclagem. Bem como, incentivos de toda a cadeia para sua logística reversa. 

Por isso, com a Yattó, a PepsiCo, não só garante a destinação correta desse material, como também beneficia as cooperativas que trabalham na triagem de resíduos.

A partir da parceria, o BOPP coletado foi reciclado e transformado em novos itens, como mesas, cadeiras, vasos e paletes, para serem comercializados no mercado. 

PepsiCo dá novo destino as embalagens flexíveis

Como é se faz a logística reversa do material?

Para estruturar soluções de logística reversa e economia circular do plástico flexível BOPP, a Yattó reúne as empresas e cooperativas que precisam se envolver. Enquanto a PepsiCo garante incentivos para a coleta desse tipo de plástico.

Por meio de sua plataforma de ESG, PepsiCo Positive (pep+), a companhia reúne diversas iniciativas para avançar rumo às suas metas em relação à redução, reciclagem e reuso do plástico.

Além do desenvolvimento de novos modelos de negócio, em busca de que o plástico nunca se torne lixo.

Recentemente a companhia anunciou uma ação com a eureciclo – outra empresa especialista do segmento de reciclagem e logística reversa. Nela, destinou corretamente mais de 8 mil toneladas de plástico flexível de embalagens de snacks (BOPP). Que se produz no país por meio de coprocessamento para uso como combustível e matéria-prima na indústria cimenteira em 2022. 

Nesse sentido, a PepsiCo seguirá com essa parceria em 2023 visando ampliar cada vez os resultados socioambientais da iniciativa, ao envolver cooperativas de reciclagem, para fomentar a geração de empregos e renda.

Junto às cooperativas de Reciclagem, a PepsiCo investiu na última década mais de R$ 10 milhões para a promoção de projetos de economia circular no país e apoio aos cooperados no Brasil, por meio do programa Reciclo PepsiCo.

Caminhão de reciclados

Uma carroceria de caminhão foi fabricada com embalagens recicladas de produtos PepsiCo na composição. 

O baú do caminhão é feito com plástico reciclado, mais especificamente de plástico flexível BOPP e garrafas PET pós-consumo.

A princípio, esse projeto inovador foi desenvolvido pelo time da PepsiCo Brasil, junto a parceiros. 

Atualmente, mais de 100 caminhões da frota secundária (caminhões médios) já rodam com essa carroceria. Assim, dando um novo destino para mais de 68 mil unidades de garrafas PET e mais de 138 mil embalagens de snacks de plástico BOPP. 

A partir de janeiro de 2023, todos os novos caminhões da frota secundária estão sendo implementados com o baú contendo embalagens recicladas na composição da fibra.

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A indústria de máquinas e equipamentos possui uma grande importância para o mercado do plástico. Isso porque, o maquinário é responsável pela produção, processamento e reciclagem do material. Esse setor está intimamente ligado ao crescimento e desenvolvimento da indústria de plásticos como um todo, por desempenhar um papel crucial em todas as etapas do ciclo de vida do plástico.

Na produção, as máquinas e equipamentos são utilizados na transformação de matérias-primas poliméricas em produtos acabados. 

Isto é, máquinas extrusoras, injetoras, sopradoras, moldes e diversos outros equipamentos especializados. 

Assim, essas máquinas permitem que os fabricantes de plásticos produzam uma ampla variedade de produtos, desde embalagens até componentes automotivos e dispositivos médicos.

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A indústria de máquinas e equipamentos ainda segue em constante busca de inovações para melhorar a eficiência e a sustentabilidade da produção de plástico. 

Isso inclui o desenvolvimento de máquinas de alta velocidade e precisão, que reduzem o tempo de produção e minimizam o desperdício de matéria-prima. 

Além disso, também há um foco crescente em tecnologias de reciclagem de plásticos, com máquinas e equipamentos projetados para processar e transformar plásticos reciclados em novos produtos.

Essas inovações também incluem a incorporação de tecnologias que reduzem o consumo de energia, a emissão de poluentes e o uso de materiais reciclados em seus produtos.

Garantia de segurança para os plásticos

A indústria de máquinas e equipamentos é essencial na garantia da qualidade e segurança dos produtos plásticos. 

Os equipamentos de teste e inspeção, por exemplo, asseguram que os produtos atendam aos requisitos de qualidade e especificações técnicas. Isto antes de serem disponibilizados no mercado. 

Além disso, as máquinas de processamento de plásticos são projetadas para operar com alta precisão, garantindo a consistência e uniformidade dos produtos fabricados.

Dessa forma, a indústria de máquinas e equipamentos desempenha um papel fundamental no mercado do plástico, fornecendo as ferramentas necessárias para a produção, processamento e reciclagem do material. 

Tendo compromisso contínuo com a inovação e a sustentabilidade, essa indústria segue contribuindo para o crescimento e desenvolvimento sustentável do setor.

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A economia circular exerce forte influência na transformação da indústria do plástico. Com a crescente conscientização sobre os desafios ambientais, a necessidade de adotar práticas sustentáveis ​​e de reaproveitamento de resíduos. Nesse contexto, a economia circular oferece um modelo eficiente e inovador para lidar com essas questões, ao mesmo tempo em que impulsiona a eficiência e a competitividade da indústria do plástico.

A princípio, a economia circular se baseia em três princípios fundamentais: reduzir, reutilizar e reciclar. Esses princípios orientam a maneira como os materiais, incluindo plásticos, se produzem, utilizados e gerenciados em todo o seu ciclo de vida. 

Assim, a reutilização e a reciclagem são partes essenciais da economia circular. Ao adotar a reutilização, os fabricantes de plástico podem prolongar a vida útil dos produtos e embalagens, evitando assim a produção de mais plástico virgem. 

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Isso pode ser alcançado por meio do design de produtos duráveis, que são reparáveis ​​e podem ser reutilizados em vez de descartados após um único uso. 

Dessa forma, a reciclagem desempenha um papel crucial na economia circular, permitindo que o plástico seja transformado em novos materiais, reduzindo a necessidade de matérias-primas virgens e o impacto ambiental associado à sua produção.

Os benefícios de adotar a circularidade

A economia circular traz benefícios significativos para a indústria do plástico. Uma prova disso é que ao adotar práticas circulares, as empresas podem reduzir custos e desperdícios. 

Já que a reutilização de embalagens e produtos, por exemplo, pode gerar economia de recursos e evitar a necessidade de produzir novos itens. 

Além disso, a reciclagem de plásticos pode proporcionar uma nova fonte de matéria-prima para a indústria, reduzindo a dependência de recursos naturais limitados.

Ao reciclar o plástico e incorporá-lo em novos produtos, é possível reduzir significativamente as emissões de carbono associadas à produção de materiais virgens.

Sobretudo, para impulsionar a economia circular do plástico, é necessário um esforço conjunto entre governos, empresas, organizações não governamentais e consumidores. 

São necessárias políticas e regulamentações que incentivem a redução, e invista em reutilização de materiais já existentes.

Conheça uma empresa que aplica a economia circular em sua produção

A economia circular já foi adotada por diversas empresas ao redor do mundo. Uma delas é a Krisoll, empresa de distribuição e fabricação de resinas plásticas.

A empresa adaptou seus hábitos aos moldes dessa economia, para isso, faz desde a destinação correta de resíduos até a incorporação de produtos sustentáveis em seu portfólio.

Além de priorizar produtos que se produzam a partir de vegetais ou por meio de reciclagem química e mecânica.

Nesse sentido, a Krisoll desenvolveu a linha KMID a partir de resíduos reciclados pós-consumo. A linha se trata de poliamidas, a 6 e a 66, fabricadas com reciclados. 

De acordo com o CMO da Krisoll, Gustavo Nascimento, dessa forma a empresa vem crescendo ano a ano. “Garantimos segurança, confiabilidade, sustentabilidade e flexibilidade no fornecimento. Com matérias de procedência comprovada”.

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Com 7% de crescimento na receita líquida em fevereiro, em comparação a janeiro, a indústria de máquinas e equipamentos do Brasil registrou um começo de ano positivo na receita. O relatório da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq),  aponta que o levantamento totalizou R$ 21,766 bilhões com esse crescimento.

No entanto, no mês do crescimento, ocorreu uma nova queda de 7,8% em comparação com o mesmo mês em 2022. Assim, marcando a nona queda consecutiva nesse tipo de análise. 

No primeiro bimestre do ano, o setor registrou um recuo de 7,1%. Em comparação com 2010 a 2013, o ano de 2023 começa com uma queda de 30,9% no volume de vendas.

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Ainda conforme relatório, no primeiro bimestre, as exportações mostram que mais uma vez o setor superou o valor de US$ 1 bilhão. 

Por outro lado, o levantamento mostrou que as importações de máquinas e equipamentos começaram o ano em queda em relação ao mês anterior, após um aumento expressivo, principalmente no final de 2022. 

Já os dados de desempenho, comparado a janeiro de 2023, mostram que houve uma queda de 11,9%. 

Assim, as importações de máquinas e equipamentos para o Brasil totalizaram US$ 1,8 bilhão, um valor 4,2% menor em relação ao mesmo mês de 2022. 

Mesmo com essa queda pontual, houve um aumento de 5,3% em relação ao mesmo período do ano anterior. 

De forma geral, também é possível observar, pelo lado das importações, uma desaceleração nos investimentos em máquinas e equipamentos neste início de ano.

Crescimento da Indústria de máquinas e equipamentos em fevereiro

Saldo positivo na construção civil

Na construção civil, setor diretamente ligado ao de máquinas e equipamentos, a avaliação para 2023 é positiva. 

Isso porque, de acordo com o informativo da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), o setor da indústria da construção prevê um crescimento de 2,5% em 2023. 

O informativo analisa tanto o atual ciclo de negócios do mercado imobiliário, que indica forte demanda por moradias, quanto o crescimento consistente do mercado nos últimos dois anos.

O relatório também destaca que nos últimos dois últimos anos, o setor da construção civil teve um avanço de 17,7%, em comparação com os 8,2% de crescimento da economia nacional. 

Somente nos 12 meses encerrados em setembro de 2022, a construção registrou um crescimento de 8,8%.

José Antônio Valente, diretor da empresa de locação de equipamentos Trans Obra, afirma que a indústria brasileira de máquinas e equipamentos pode suprir a demanda por esses recursos especificamente na modalidade de locação de equipamentos.

Bem como, ajudar o mercado a cobrir qualquer falta de peças e estruturas menores, no caso do aluguel de andaimes e pequenas máquinas para construção civil, diante da retomada do setor após o período da pandemia. 

Valente destaca que: "Todo setor de locação de máquinas e equipamentos espera por um crescimento para aumentar os resultados no negócio, diante dos dados e estudos que acompanhamos desde as previsões do ano anterior". 

O diretor ainda afirma que o momento é de estar preparado. Já que a construção civil e a indústria de máquinas e equipamentos poderão ser impulsionadores de receita e resultados positivos para diversas empresas no Brasil.

Setor de aluguel e venda de máquinas

A princípio, o setor de aluguel e venda de máquinas e equipamentos para construção civil também está otimista para 2023. 

Como prova, o estudo realizado pela Sobratema (Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração) revelou que o setor de aluguel e venda de equipamentos para construção civil está passando por um momento de retomada e crescimento, com perspectivas de aumento nas vendas em 2023. 

O 17º Estudo Sobratema do Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção estima que as vendas no próximo ano terão um incremento de aproximadamente 4%.

Isto é, tanto para o segmento de máquinas da linha amarela quanto para o setor como um todo.

Além disso, o estudo destaca que a capacidade de faturamento desse segmento é estimada em cerca de R$ 21 bilhões por ano. O que representa 0,26% do PIB.

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A pesquisa Investimentos na Indústria da CNI constatou que apenas 68% das indústrias com 200 ou mais funcionários planejam investir em 2023. Esse número é bem inferior aos 75% que planejaram investimentos no início de 2022 e aos 82% em 2021. 

Conforme explica Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, 77% das empresas que pretendem investir este ano buscam adquirir novas máquinas ou equipamentos.

Enquanto 67% das empresas de transformação, extrativa e construção planejam fazer manutenção, atualização de máquinas ou equipamentos, e 65% devem fazer manutenção, modernização ou aquisição de equipamentos.

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Ele detalha que: “A maior parte dos investimentos deste ano deve ser para a melhoria do processo produtivo, seguido da manutenção da capacidade produtiva e uma menor parcela afirma querer aumentar a capacidade da linha atual. As respostas mostram uma disposição do empresariado em se concentrar mais em melhorar a produtividade atual do que em expandir a sua capacidade de produção”.

Apesar da previsão, é possível que o cenário mude ao longo do ano, como ocorreu em 2022. 

Isso porque, no início do ano passado, 75% das grandes indústrias afirmaram ter planos de investir. 

Já a pesquisa atual revela que o percentual de empresas que efetivamente investiu em 2022 foi até maior (85%), mas metade delas não realizou seus planos de investimento como planejado.

Para o economista, fica claro que os empresários estavam com intenção de investir, mas as incertezas e, principalmente, a forte alta dos custos, forçaram as empresas a rever seus planos.

Azevedo destaca ainda que o alto custo do crédito, a redução da demanda das empresas e das famílias e a demora na aprovação da reforma tributária são obstáculos para investir em 2023.

Grandes indústrias brasileiras pretendem investir em 2023

Nada de financiamentos para investir

Em 2022, 71% dos investimentos foram financiados com recursos do caixa da empresa; esta estatística é semelhante a desse ano. Já que 69% das empresas afirmam que seus investimentos devem ser financiados por capital próprio.

Além disso, foi notado nesta edição, que a empresa pretende buscar fontes estrangeiras ao investimento planejado. 14% das empresas pretendem buscar fontes de financiamento externas além das opções nacionais.

Planejamentos integrados exclusivamente no Brasil

Em 2023, 91% das empresas que vão investir, os investimentos planejados são integralmente dentro do Brasil. Os outros 9% têm investimentos planejados no Brasil e no exterior. 

A princípio, nenhum responsável informou que os investimentos planejados ocorrerão somente no exterior.

Nesse sentido, para as grandes indústrias nacionais, o mercado interno continua sendo o principal alvo dos investimentos. 

Uma vez que, para 27% os investimentos planejados para 2023 se voltam, exclusivamente, para o mercado doméstico, enquanto para 41%, os investimentos são focados principalmente para o mercado doméstico.

Alto custo do insumo embargo em 2022

O maior obstáculo ao investimento, apontado pelas empresas, foram as incertezas do contexto da economia brasileira. 

Essa opção é assinalada por 85% das empresas cujos planos de investimento foram realizados total ou parcialmente em 2022. 

Para 43% das empresas, as incertezas da economia brasileira foram um grande obstáculo, enquanto para 42% das empresas foi um pequeno obstáculo.

Ainda mais, o aumento dos custos dos insumos também foi uma barreira importante, que atingiu 83% dos respondentes. 

Para 49% dos respondentes, o aumento dos custos dos insumos, comprimindo recursos disponíveis para investir, representou um grande obstáculo ao investimento. Já para 34% dos empresários essa questão foi um pequeno obstáculo.

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A recicladora indiana Eco Green Recycling, teve uma ideia inovadora para reaproveitamento de plásticos difíceis de serem reciclados, como LLDPE e HIPS. A empresa está utilizando o material para produzir biocombustível a partir do processo de pirólise.

Esse processo é responsável por quebrar moléculas usando degradação térmica na ausência de oxigênio para produzir óleo líquido.

Apoorv Chaturvedi, fundador da recicladora, afirma que: “Plásticos como LLDPE e HIPS se misturam com alguns produtos químicos para que eles reajam aos gases para esse processo. Este se queima a uma alta temperatura, e a emissão do processo na forma de vapor se condensa para formar biocombustíveis. O gás metano, que também é um subproduto disso, é usado ainda mais no processo de queima em nossa fábrica”.

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Segundo o fundador da recicladora, plásticos como PET e PVC podem se reciclar em coisas como fibra. Portanto, sua composição química os torna impróprios para o propósito de biocombustível.

A princípio, o biocombustível gerado por meio da pirólise pode substituir o querosene e o diesel. Assim, no âmbito industrial, esse biocombustível geralmente se aplica em incineradores.

Contudo, ele também pode se aplicar em veículos. Sobretudo, o que inviabiliza a utilização desse combustível é o preço, que pode chegar até R$ 50 o litro.

Os plásticos HIPS e LLDPE

Muito utilizado para fabricação de eletroeletrônicos, esses polímeros acabam sendo difíceis de serem reciclados.

Assim, geralmente o descarte desses materiais não ocorre de forma correta. Em sua maioria, vão parar em aterros.

A busca da indústria de reciclagem é justamente para mudar essa realidade e fornecer um reaproveitamento desses materiais.

Atualmente, o método de reciclagem mais utilizado para estes materiais é o mecânico, mas muitos fatores implicam na execução dele.

Isso porque, no geral, a reciclagem de plásticos é um desafio em muitos aspectos, pois a contaminação dos plásticos com outros materiais, como alimentos ou resíduos químicos, pode dificultar ou até inviabilizar o processo de reciclagem. 

Essa é uma das maiores queixas da indústria de reciclagem para o reaproveitamento dos plásticos HIPS e LLDPE.

Portanto, é importante que se separe adequadamente os resíduos plásticos. Marcas precisam incentivar os consumidores a utilizar os sistemas de coleta seletiva disponíveis em suas localidades.

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Bioplástico de planta

Bioplástico de planta, Metas de reciclagem e Economia circular

As alunas Marina Moura e Amanda Pereira do Centro Estadual de Educação Profissional Gestão e Tecnologia da Informação Álvaro Melo Vieira, em Ilhéus, na Bahia, desenvolveram um bioplástico à base de taboa, uma planta aquática.

A Thypha domingensis, conhecida popularmente como taboa, é uma planta aquática que pode se encontrar em rios, manguezais e brejos. 

Orientadas pela professora Margarete Correia, a dupla explica que o processo de fabricação do bioplástico se dividi em etapas. 

Segundo elas, o primeiro é realizada a extração do amido da planta, que é colhida, lavada, cortada e triturada no liquidificador com água. 

Após isso, se filtra o líquido e passa por decantação. Na sequência, se produz o plástico biodegradável com o amido e, por fim, se realiza o teste de espessura.

Marina conta: “Descobrimos como alternativa aos plásticos convencionais, o bioplástico, que é oriundo de fontes renováveis como celulose ou amido. Essa informação despertou o nosso interesse e realizamos pesquisas sobre plantas, até que encontramos a taboa”.

Para Amanda, o produto apresenta um grande diferencial. Principalmente, em relação a outros existentes no mercado, pois elas utilizam como material principal um cultivo que é considerado uma praga. 

Ela explica: “Usamos uma matéria-prima nunca utilizada para essa finalidade, já que muitas pessoas a consideram apenas como uma praga presente nos rios, brejos e manguezais. Com o nosso produto, damos uma nova utilidade e agregamos valor à planta”.

Metas de reciclagem

Em seu portfólio brasileiro, a Unilever anunciou que, até o final de 2022, se fabricou 27% das embalagens com plástico reciclado pós-consumo. Com o compromisso de atribuir valor ao plástico usado, a companhia subiu 6 pontos percentuais no índice de reciclabilidade, em comparação com 2021, quando obteve 21%.

Nesse sentido, no fechamento de 2022, a companhia conseguiu a antecipação de três anos da meta global. 

Isso porque, em 2020, a Unilever assumiu o compromisso mundial de diminuir em 50% o uso de plástico virgem e utilizar 25% de plástico reciclado nas embalagens até 2025.

Segundo a Head de reputação e assuntos corporativos da Unilever, a companhia está comprometida em inovar para reduzir, reutilizar e reciclar. “As nossas metas e ações contemplam embalagens plásticas, resíduos de alimentos e resíduos de fábricas e operações”.

Conforme ela,  no Brasil, o avanço é notório e conta com o envolvimento de todas as marcas da companhia. “Estamos no caminho certo, com todos os nossos grupos de negócios e marcas unidos pelo mesmo objetivo”.

Incentivo a economia circular

O Movimento Plástico Transforma, iniciativa criada pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), inaugurou recentemente no Museu Catavento, em São Paulo, o espaço Economia Circular do Plástico.

Situado no segundo andar do Museu, essa atividade reúne desde informações sobre a criação dos plásticos, seus diversos tipos, como eles se aplicam no dia a dia da sociedade, além de jogos e projeções sobre consumo e descarte consciente.

Bem como, a reciclagem e a importância da gestão correta dos resíduos para a evolução da economia circular.

Além disso, o Movimento em parceria com a Fundação Cásper Líbero e a Yescom, também realizou nos últimos três anos a coleta dos copos plásticos utilizados pelos corredores da Corrida Internacional de São Silvestre. 

Apenas em 2022, se recolheu cerca de 1.500 kg de copos plásticos que se destinaram até uma gestora de resíduos para triagem.

Em sequência, se recicla para que se transformem em novos produtos. Isto é, os copos plásticos utilizados para hidratar os atletas se tornarão mesas e cadeiras infantis que serão doadas para escolas.

Simone Carvalho, do comitê técnico do Movimento Plástico Transforma, explica que as duas ações têm como objetivo demonstrar para a sociedade os benefícios que podem se obter com a reciclagem e a destinação correta de resíduos. 

Ela finaliza dizendo: “Queremos reforçar a importância da economia circular, em que um mesmo produto pode se usar de diversas formas, se transformado em outros materiais, ao invés de descartado em um lixão, por exemplo”.

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O mercado global de embalagens plásticas deve atingir US$ 264 bilhões até 2030, crescendo a uma taxa composta anual de 4,8% de 2022 a 2030. É o que aponta o estudo "Global Plastic Packaging Market" realizado pela MarketsandMarkets em 2022. 

Esse crescimento significativo é impulsionado pela versatilidade, leveza e resistência do plástico, que encontra aplicações em diversos setores da economia, como agronegócio, automobilístico, eletroeletrônicos e embalagens.

Segundo estudo da ABRE (Associação Brasileira de Embalagens), a indústria plástica tem adotado práticas sustentáveis em sua produção, alinhando-se às crescentes preocupações ambientais.

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Sobretudo, em 2022, o setor de embalagens plásticas se destacou no mercado com 132.456 empregos formais, representando 54,1% do total de postos de trabalho na indústria.

Mercado de embalagens plásticas deve ter crescimento significativo até 2030

Uma alternativa sustentável

A princípio, o plástico corrugado pode ser adotado como uma alternativa sustentável a outros materiais de embalagem, como papelão e madeira. 

Isso porque, este material é passível de reutilização e reciclagem, mesmo oferecendo durabilidade e resistência, o que pode contribuir para a redução do uso de recursos naturais e do desperdício de materiais.

Ao mesmo tempo em que busca garantir a proteção e o transporte adequado dos produtos.

Elias Assum Sabbag Junior, executivo da Cartonale, destacou a importância do plástico corrugado na busca por soluções mais sustentáveis.

Segundo ele, o plástico corrugado permite a criação de embalagens e produtos que atendam às necessidades do mercado. “Isto é, ao mesmo tempo em que minimizem os impactos ambientais, sendo uma alternativa mais sustentável em comparação a outros materiais".

Assim, o caminho para um futuro mais sustentável no mercado de plástico corrugado requer investimentos em novas tecnologias e processos que possam reduzir ainda mais os impactos ambientais.

Como finaliza Sabbag: “É fundamental que as empresas continuem aprimorando seus sistemas de gestão integrados. Assim, promovendo a colaboração entre os diversos setores e envolvendo os stakeholders na busca por soluções inovadoras e sustentáveis".

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De março a abril deste ano, a produção industrial brasileira caiu com o índice de evolução da produção situando-se em 42,6 pontos, assim, ficando abaixo da linha de corte de 50 pontos. O índice é 2,2 pontos abaixo da média para meses de abril, segundo a pesquisa Sondagem Industrial, da CNI.

O emprego industrial também registrou queda no mês passado. Isso porque, em relação a março, o índice de evolução do número de empregados ficou a 1,5 pontos inferior, com um total de 48 pontos.

Assim, o indicador se mantém abaixo da linha de corte desde outubro de 2022, o que mostra que há seis meses o emprego não cresce de forma disseminada na indústria

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O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, diz que a Sondagem Industrial de abril mostra o desaquecimento da indústria. “Os estoques aumentaram pelo terceiro mês consecutivo e a utilização da capacidade instalada recuou. Temos queda nos dados de emprego e produção, que indicam um movimento preocupante da indústria, que tem perdido o ânimo, principalmente pelas dificuldades impostas pelos altos juros”.

Indústria traz dados em queda de emprego e produção

Queda na intenção de investimento

Alcançando 52,9 pontos, a intenção de investimento apresentou queda de 0,7 ponto. Neste ano, o índice mostra registros alternados de alta e baixa moderados.

Porém, a queda de maio, de 0,7 ponto, foi um pouco mais intensa, e coloca o indicador no menor patamar desde agosto de 2020. 

Conforme o economista da CNI, essa dinâmica sugere relativa estabilidade na intenção de investir e suspensão das decisões de investimento por parte dos empresários da indústria.

Sobretudo, todos os índices de expectativas recuaram em maio de 2023. O índice de expectativa de número de empregados recuou 0,6 ponto comparado a abril, registrando 49,9 pontos. 

O que sinaliza para os próximos meses, a estabilidade do número de contratações. 

Já o índice de expectativa de quantidade exportada apresentou a maior queda mensal, registrando um recuo de 2,2 pontos. Com a queda, foi para 50,2 pontos, praticamente sobre a linha divisória.

O índice de expectativa de demanda registrou 53,6 pontos, indicando uma queda de 1,5 ponto frente ao mês anterior. 

Além disso, o índice de expectativa de compras de matérias-primas foi 51,7 pontos, resultado 1,4 ponto menor do que em abril.

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Retilox apresenta novas soluções para indústria do plástico

Com objetivo de possibilitar a maior utilização de plásticos reciclados em toda a indústria transformadora, assim, colaborando para a otimização de uma economia circular, a Retilox traz novidades para transformadores de PE, PP e PVC, que serão lançadas no próximo semestre.

Oferecendo soluções químicas para indústria do plástico há mais de 30 anos, a  princípio, os lançamentos serão de aditivos voltados a melhorar a qualidade e propriedades de polímeros que passaram por processo de reciclagem.

Sendo os seguintes aditivos:

Leia mais:

Sobretudo, a Retilox é referência nacional em especialidades químicas para modificação de poliolefinas. 

Bem como, fornece seus produtos para toda América Latina e recentemente iniciou suas operações em mercados Europeus como Espanha e Portugal. Tudo isso, na esperança de atender as demandas de sustentabilidade buscadas pela indústria.

Aditivo para reciclados: tecnologia que impulsiona a sustentabilidade

Com o crescente foco na sustentabilidade e na redução do impacto ambiental, a indústria de plásticos tem buscado soluções inovadoras para promover a reciclagem e o reaproveitamento de materiais. 

Por isso, os aditivos para plástico reciclado têm se tornado peças fundamentais para impulsionar a sustentabilidade na indústria.

Uma vez que, vem permitindo que se recicle os materiais plásticos de maneira mais eficiente e com maior qualidade.

Os aditivos para plástico reciclado são substâncias adicionadas durante o processo de reciclagem para melhorar as propriedades e o desempenho do plástico reciclado. 

Nesse contexto, as inovações que a Retilox prepara para o segundo semestre de 2023, estão pautadas nesses objetivos e são desenvolvidas com tecnologias avançadas. Tendo como foco resolver desafios específicos enfrentados durante a reciclagem, como a degradação do material e a perda de propriedades físicas.

Nesse sentido, um dos principais benefícios dos aditivos para plástico reciclado da Retilox é a capacidade de restaurar ou melhorar as características do material original. 

Assim, permitindo que se utilize o plástico reciclado em uma ampla gama de aplicações, incluindo embalagens, utensílios domésticos, componentes automotivos e muito mais. 

Além disso, esses aditivos podem melhorar a resistência ao impacto, a estabilidade térmica, a resistência ao envelhecimento e a aparência visual do plástico reciclado, tornando-o uma opção mais atrativa para os fabricantes.

Contudo, clique aqui e consulte o catálogo de produtos ofertados pela Retilox no Brasil e em toda a América Latina.

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