Dando continuidade ao seu compromisso de oferecer soluções de economia circular, a Braskem apresenta duas novas soluções de PVC reciclado para a indústria. Os dois novos compostos integram o portfólio Wenew, ecossistema de circularidade da Braskem.
A princípio, um destes se faz com parte da própria embalagem big bag da Braskem utilizada para o transporte de resina PVC.
Esse material reciclado, se usa em plantas da Braskem na Bahia e Alagoas. Hoje, existem 11 mil unidades de capuzes prontos, já em utilização pelos clientes da Braskem, e a previsão é expandir ainda mais o volume de reciclagem com desenvolvimento de novos materiais de PVC reciclado.
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O composto flexível também está disponível para a utilização em outras aplicações como calçados, laminados, mangueiras, etc.
Já a outra solução é um composto de PVC reciclado a se utilizar na transformação de produtos rígidos. Nesse sentido, a expectativa é de até 100 toneladas de produção do composto por mês.
Assim, o produto pode ser aplicado no segmento de construção civil para a produção de itens como eletroduto liso, telhas, pisos LVT etc.
Almir Cotias Filho, diretor de Vinílicos da Braskem, destaca: “Ampliar o portfólio de produtos com matéria-prima reciclada é um dos compromissos da Braskem. A gente impulsiona a sustentabilidade em toda a cadeia produtiva, contribuindo para impulsionar o cumprimento dos desafios e das metas de circularidade”.
Um caminho para a sustentabilidade
Até 2025, a empresa planeja incluir 300 mil toneladas de produtos reciclados em seu portfólio e 1 milhão de toneladas de produtos reciclados até 2030.
Dessa forma, busca evitar que 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos se incinere ou descarte.
Sobretudo, as iniciativas da Braskem para oferta de soluções de PVC contendo em parte matéria-prima reciclada lançadas fazem parte de Wenew, ecossistema de economia circular da companhia.
Dessa forma, se engloba desde as soluções circulares (resinas termoplásticas e produtos químicos produzidos pela empresa que possuem conteúdo reciclado em sua composição) até as tecnologias e iniciativas de educação sobre consumo consciente e descarte adequado que apoiam a Braskem em sua jornada em prol da economia circular.
Essas iniciativas são representadas pela Wemove, termo variante que representa a noção de coletividade que pauta a forma de pensar e agir da Braskem para promover a economia circular.
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As empresas de plásticos estão constantemente procurando maneiras de reduzir custos, aumentar a lucratividade e melhorar a eficiência operacional. Nesse sentido, a manutenção preventiva é uma estratégia essencial para garantir a durabilidade e o desempenho ideal dos equipamentos, e é nesse contexto que a Super Finishing tem se destacado, por oferecer soluções inovadoras que despertam o interesse das empresas no setor.
Isso porque, a empresa tem se dedicado a aprimorar a manutenção preventiva na indústria do plástico, especialmente no combate à corrosão e à abrasão.
Já que esses problemas podem afetar gravemente a vida útil dos equipamentos, resultando em custos elevados de reparo e substituição.
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Com os tratamentos de superfície avançados da Super Finishing, as empresas do setor agora podem evitar esses desafios e aumentar sua eficiência e lucratividade.
A empresa oferece uma ampla gama de soluções personalizadas para a proteção contra corrosão, utilizando revestimentos anticorrosivos e isolantes de alta qualidade.
A princípio, esses revestimentos se aplicam de forma precisa e duradoura, formando uma barreira protetora que prolonga a vida útil dos equipamentos e reduz a necessidade de manutenção frequente.
Além disso, os tratamentos de superfície da Super Finishing também são projetados para minimizar o desgaste e a abrasão. Assim, garantindo a integridade e o bom funcionamento dos componentes plásticos.
Empresas aprovam os benefícios desses revestimentos
As empresas que adotaram a manutenção preventiva com o suporte da Super Finishing observaram uma melhoria significativa na eficiência de suas operações.
Um aumento significativo na rentabilidade foi alcançado por essas empresas como resultado da introdução deste equipamento.
Como afirma o diretor de operações de uma empresa líder em produtos plásticos: "Ao implementar as soluções da Super Finishing, observamos uma mudança completa em nossa linha de produção".
Segundo ele, os equipamentos operam com eficiência máxima, sem preocupações com corrosão ou abrasão. “Os resultados foram evidentes em termos de aumento da produtividade e redução dos custos operacionais. A Super Finishing realmente nos ajudou a alcançar um novo patamar de rentabilidade", pontua.
Serviços além dos revestimentos
Além da excelência em tratamentos de superfície, a Super Finishing também é reconhecida pelo compromisso com a satisfação do cliente.
Isto é, sua equipe técnica altamente qualificada está pronta para fornecer soluções customizadas e ajudar as empresas do setor plástico a superar seus desafios específicos, fornecendo soluções customizadas.
A empresa investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento para aprimorar suas soluções e acompanhar as demandas em diária evolução do setor.
Assim, a Super Finishing está sempre em busca de novas tecnologias e materiais avançados para garantir a máxima eficiência e proteção aos equipamentos plásticos.
Com a manutenção preventiva da Super Finishing, as empresas podem obter uma série de benefícios, como redução de custos de manutenção, diminuição do tempo de inatividade, maior vida útil do equipamento, maior eficiência operacional e maior lucratividade.
Portanto, para as empresas da indústria do plástico que desejam impulsionar sua eficiência e rentabilidade, a parceria com a Super Finishing se mostra uma escolha estratégica.
Já que a empresa oferece soluções inovadoras de tratamentos de superfícies e compromisso com a satisfação do cliente. Bem como, está transformando a manutenção preventiva e impulsionando o sucesso das empresas do setor.
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As resinas PELBD, PP e PE, são alguns dos tipos de plásticos mais usados pela indústria no mundo e, principalmente, na América Latina. O mercado desses materiais vem há cerca de três anos, representando um baixo crescimento econômico. Esse ano, por exemplo, a estimativa é que o setor cresça apenas 1%, em comparação a 2022, segundo as projeções da consultoria global Icis.
A princípio, esses baixos resultados podem se atribuír a um cenário ainda pouco definido e sujeito a variações positivas ou negativas.
Isso porque, as políticas e medidas implementadas pelo novo governo, crescimento do PIB nacional e global, inflação e taxa de juros, entre outros fatores, geram incertezas ao mercado.
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Cristina Lucatelli, gerente de vendas da ENTEC, empresa de distribuição de polímeros, afirma que o Brasil é o mercado de polímeros mais importante da América Latina. Principalmente, por se impulsionar por uma economia em crescimento e alto consumo ao longo dos últimos anos.
Assim, ela acredita que o país é o maior produtor de polietileno e polipropileno da região e um importante player no mercado global.
E segundo Lucatelli, o mercado brasileiro deve continuar crescendo nos próximos anos, apesar da inflação e juros altos. “Esses dois fatores têm grande influência no poder aquisitivo, ocorrendo uma retração no consumo em 2023. Para o próximo ano voltando a níveis mais fortes, mas mesmo com o cenário de incertezas as previsões seguem positivas”.
As tendências de consumo no mercado de polímeros
Há muito tempo, o mercado de polímeros vem crescendo em todo o continente latino. No entanto, a produção local não é suficiente para atender a demanda regional, especificamente de PE e PP.
A especialista da ENTEC, destaca que: “Existe uma parcela bastante interessante para o produto importado e essa demanda vem sendo captada por muitos importadores de polímeros. Os fornecedores mais comuns de PE e PP para os mercados latino-americanos são Estados Unidos, China e Oriente Médio”.
Para ela, o quadro econômico no Brasil e no mundo é desafiador. “Nós estamos acompanhando essa situação macroeconômica para entender para onde as coisas vão caminhar, mas são muitas incertezas que nós não temos muito bem os caminhos pré-definidos. Assim, seguimos “uma trilha e não um trilho”, agora é hora de observar muito bem o mercado para tomarmos as melhores decisões e continuar defendendo nossa posição no setor”.
Produção de resinas na América Latina
No ano passado, houve uma insuficiência na oferta interna de polietileno e polipropileno na América Latina.
Isso porque, existiu uma instabilidade na disponibilidade de petróleo e gás natural, o que dificultou a expansão na capacidade dos dois termoplásticos, como aponta a Polyolefins Consulting.
Dessa forma, a capacidade instalada latino-americana de PEBD/EVA totalizou 1.707 milhão de t/a; 2.676 milhões de PEBDL/PEAD; 2.024 milhões de PEAD e 3.554 milhões de t/a de PP.
No Brasil, a capacidade gerou em torno de 1.860 milhão de t/a de PP; 781.000 de PEBD/EVA; 1.611 de PEBDL/PEAD e 792.000 de PEBD.
Nesse contexto, a estimativa do relatório feito pela Mondor Intelligence, é que o mercado de filmes de polipropileno da América Latina atinja um CAGR de 7,5% entre 2023 a 2026.
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O crescente mercado automobilístico, é um dos setores que têm utilizado os plásticos de engenharia como substituição a outros materiais. Isso porque, essa resina possui propriedades excepcionais e melhor custo para produção. Além de gerar leveza a peça aplicada e alinhamento da indústria com a pauta ambiental.
Uma empresa líder na distribuição e fabricação desses materiais é a Krisoll, que tem voltado sua atuação a suprir as demandas do mercado por esses plásticos.
Gustavo Nascimento, CMO da empresa, salienta a diferença entre os plásticos de engenharia e os convencionais. Bem como, as propriedades que o têm tornado substituto de materiais como o metal. “São resinas com propriedades superiores às commodities, pois são materiais mais estáveis em aplicações que exigem maior resistência mecânica, térmica, à tração de ruptura, química e às intempéries”.
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Segundo ele, essa diferença surge, principalmente, em suas aplicações, pois as commodities não tem especificações técnicas que atendam determinados mercados. “Como, por exemplo, o automotivo, que exige peças que resistam a altas temperaturas, exposição ao clima e demandam alta resistência técnica”.
Linha de plásticos de engenharia da Krisoll
Nesse sentido, o CMO da Krisoll destaca que a linha de plásticos de engenharia da empresa conta com um laboratório e equipe de desenvolvimento, comprometidos a entregar o material de melhor qualidade. “Estamos abertos a desenvolver exatamente o que o cliente precisa, para assim, entregar a melhor matéria-prima ao mercado”.
A princípio, a empresa possui a linha SOLLAMID A, SOLLAMID B, e a KMID 300/330 (oriundo de material reciclado pós consumo e pós indústria), em seu catálogo.
Assim como, faz a distribuição da linha ULTRAMID B e C da BASF, poliamida para o mercado de embalagens flexíveis, TIE LAYER da LUSHAN e adesivo para co-extrusão de filmes multicamadas.
Sobre a linha de produção, Nascimento afirma: “Estamos aumentando a nossa capacidade produtiva para 18KTons ano com a chegada de nossa nova extrusora. O que também dá maior vazão para nossa produção de KMID (produto reciclado)”.
Com isso, a Krisoll espera avançar ainda mais no mercado e obter resultados significativos diante do cenário atual da economia. “Esperamos um reaquecimento, ainda que tímido, da nossa economia, estivemos em vários eventos este ano, do agro ao setor de máquinas e até mesmo ao setor hospitalar", aponta.
Para o CMO, "o Brasil sempre foi um mercado que soube se reinventar mesmo em momentos difíceis, olhando o mercado amplamente não podemos deixar de ser otimistas visto que sobrevivemos os últimos 3 anos a períodos muito instáveis e de incertezas, porém seguimos também muito cautelosos”.
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Na agricultura moderna, o plástico é usado não apenas para proteger os insumos durante o transporte e a venda, mas também durante a fase de crescimento dos alimentos. Isso porque, esse material garante o prolongamento da vida dos produtos em todas as fases de produção.
Um exemplo disso são as estufas tipo túnel, produzidas em plástico de etileno-acetato de vinila (EVA), que são capazes de prolongar a temporada de cultivo.
Isto é, protegendo as culturas agropecuárias do clima adverso e reduzindo a necessidade de água. Isso permite o cultivo de alimentos nutritivos a um baixo custo.
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Para Rica Mello, líder da Câmara de Descartáveis e fundador do projeto Plástico Amigo, as estufas confeccionadas em plástico podem ser mais resistentes e economicamente viáveis se comparadas aos materiais mais tradicionais, como vidro ou estruturas de metal.
Ele destaca ainda que: “O plástico utilizado na construção de estufas é geralmente leve, durável, resistente e pode se moldar em diferentes formas e tamanhos conforme as necessidades apresentadas.
Custos mais acessíveis
Além disso, as estufas de plástico tendem a ser mais acessíveis em termos de custo de construção e manutenção.
Segundo Mello, podem, também, proporcionar um melhor isolamento térmico, permitindo o controle mais preciso da temperatura e umidade interna.
Nesse sentido, o líder acredita que o plástico pode se utilizar para os mais diversos fins na agricultura. “Além de ser frequentemente usado em estufas para criar um ambiente controlado para o cultivo de plantas. O material pode ser utilizado como cobertura para proteger os alimentos de elementos externos, como vento, chuva e insetos”.
Bem como, pode ser adotado na fabricação de filmes agrícolas para ajudar a reter a umidade e regular a temperatura do solo, além de controlar o crescimento de ervas daninhas. Essas soluções tornam o plástico fundamental para aumentar a produtividade, economizar água e controlar pragas e doenças, detalha.
Sustentabilidade de resíduos
O especialista ainda aponta que os sacos utilizados para o armazenamento de grãos podem se reciclar e transformados em novos produtos. “A reciclagem do plástico agrícola é essencial para garantir a sustentabilidade dessa indústria”.
Segundo ele, programas com essa finalidade estão surgindo para transformar resíduos em produtos reutilizáveis, como tubos de irrigação, bandejas de mudas, sacos de cultivo e até mesmo estruturas de estufas.
Esses programas visam criar uma economia circular, garantindo o destino adequado para o plástico utilizado na agricultura. "Assim, a coleta e a reciclagem de sacos de grãos, inclusive, estão sendo incentivadas para reduzir o desperdício e promover práticas sustentáveis no setor”, pontua.
Nesse sentido, Mello finaliza destacando o papel importante que o plástico desempenha na agricultura. “Com a gestão adequada dos resíduos e a implementação de programas de reciclagem, a indústria agrícola pode desfrutar dos benefícios desse material enquanto mantém altos padrões de sustentabilidade”.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, estiveram em Brasília para projetar o futuro industrial das regiões. As indústrias dos dois lados pedem esforços dos governos para a conclusão do acordo entre a União Europeia e o Mercosul.
Nesse sentido, a CNI e a BusinessEurope (Confederação das Empresas Europeias) apontam o acordo como crucial para alavancar a relação bilateral a um novo patamar. E acreditam ser importante também para enfrentar um concorrente que não mencionam: a China.
A princípio, o comércio bilateral Brasil-UE, alcançou um valor recorde de quase 90 bilhões de euros em 2022.
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Os investimentos são fortes, com a UE com volume de mais de 277 bilhões no Brasil. Por sua vez, o Brasil tem investimentos diretos de 132 bilhões de euros na UE, sendo o maior investidor latino-americano no bloco comunitário.
Apesar disso, a constatação é de que 'essas relações estão muito abaixo do seu potencial’, dizem a CNI e a BusinessEurope.
As representações do setor industrial dizem estar preocupadas que “essas circunstâncias tenham exacerbado o lamentável declínio da relevância da relação comercial UE-Brasil em favor de outros grandes concorrentes".
Queda no ranking de exportações
Sobretudo, a União Europeia já foi o principal parceiro comercial do Brasil, agora responde por apenas 16% das importações globais do país. Assim, ocupando somente a terceira posição como principal fornecedor do Brasil.
Desse total, as exportações de máquinas e equipamentos da UE representaram 21% de todas as vendas do bloco ao Brasil, em 2003, mas caíram para menos de 16%, 20 anos depois.
Por sua vez, o Brasil foi superado por países como Índia e Coreia do Sul no ranking dos principais parceiros comerciais extrabloco da UE.
Além disso, entre 2003 e 2022, o papel da indústria manufatureira nas exportações brasileiras para a UE caiu de 68% para quase 49% de todo o valor vendido para os 27 países membros do bloco comunitário.
Diante dessas ‘preocupantes tendências’, o Acordo de Associação Mercosul-União Europeia torna-se mais importante do que nunca como uma resposta estratégica, abrangente e sustentada, acrescentam as duas confederações.
Áreas de livre comércio
O acordo Mercosul-UE será uma das maiores áreas de livre comércio do mundo. Cobrindo quase um quarto da economia global e 31% das exportações mundiais de bens.
Isso porque, o acordo fortalecerá ainda mais os laços entre dois dos maiores blocos democráticos do mundo.
Nesse contexto, com relação a discussões atuais sobre um instrumento adicional ao acordo, CNI e BusinessEurope encorajam os negociadores a viabilizarem 'a flexibilidade apropriada a fim de chegarem a um acordo equilibrado e tempestivo’.
Bem como, pedem para os governos aproveitarem a 'janela de oportunidade' aberta ao longo de 2023. “Para progredirem significativamente em direção à ratificação do Acordo durante a Presidência do Conselho Europeu pela Suécia e Espanha, e a Presidência Pro Tempore do Brasil no Mercosul”, finalizam.
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Eletrodomésticos com reciclado
Reduzindo a pegada de carbono em 50% e aumentando a eficiência do material, a fabricante de eletrodomésticos, Electrolux, vem reforçando suas ações de sustentabilidade.
Isso porque, no ano passado, a Electrolux colocou diversos produtos com o selo A+++ de eficiência energética ou hídrica no mercado. O que representa quase 70% do lucro líquido da companhia no Brasil veio desse grupo de produtos.
Além disso, a companhia deu continuidade ao serviço de coleta e descarte consciente. Iniciado em 2021, com a substituição de 500 toneladas de plástico virgem por plástico reciclado.
O programa, que permite ao consumidor descartar corretamente os eletrodomésticos antigos que se substuirão por produtos Electrolux, atende 85% das cidades brasileiras e contou com 50 toneladas de produtos reciclados.
João Zeni, diretor de sustentabilidade da Electrolux, afirma que: “Acho que muitas pessoas ainda têm a visão de que produtos eletrodomésticos consomem energia, mas eles podem ter um impacto positivo e ambiental gigantesco”.
E finaliza dizendo: “Fazemos parte do cotidiano de milhões de pessoas e é por isso que buscamos engajar as pessoas por meio da comunicação oferecendo produtos mais inovadores e mais eficientes”.
Embalagem sustentável para e-commerce
As embalagens de EPS da Termotécnica oferecem inúmeras vantagens logísticas em toda a cadeia de abastecimento. Principalmente, devido ao seu menor peso e facilidade de manuseio no armazenamento e transporte.
Na questão do custo logístico, por exemplo, as embalagens em conjunto com os pallets produzidos pela Termotécnica, ambos de EPS, podem proporcionar uma redução de até 70% no peso total das cargas em relação a outros tipos de embalagens.
A princípio, a redução do peso das cargas no transporte também gera reflexos ambientais significativos.
Nesse sentido, a Termotécnica encomendou um estudo realizado pela consultoria ambiental Green Domus. Nele, foram comparadas as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa) para transporte de cargas de uvas.
Nesse estudo foi simulado um cenário em conservadoras e paletes de EPS e em caixas de papelão com paletes de madeira. Como resultado, as emissões presentes no transporte terrestre de uva em embalagens e paletes de EPS foram 9,52% menores do que em embalagens de caixas de papelão e paletes de madeira.
O que representa uma diferença de 89,13 toneladas, uma redução de CO2 equivalente às atividades diárias de 3.155 pessoas.
Sobre o pós-uso das embalagens, a empresa dispõe o Programa Reciclar EPS, criado há 15 anos de forma voluntária.
Desde 2007, a Termotécnica já reciclou aproximadamente 48 milhões de quilos de EPS de embalagens pós-consumo.
O que equivale a uma área de mais de 10 estádios do Maracanã – que foram transformadas em nova matéria-prima comercializada no mercado com a marca REPOR.
Tecnologia para bioreciclagem PET
A Carbios, uma empresa pioneira no desenvolvimento e industrialização de tecnologias biológicas para reinventar o ciclo de vida de plásticos e têxteis, anunciou sua ambição de ser protagonista no mercado internacional de r-PET, capturando entre 4% e 8% de participação de mercado até 2030 e entre 8% e 12% até 2035.
A princípio, o modelo de negócios da Carbios, se baseia no licenciamento de sua tecnologia exclusiva de bioreciclagem de plásticos PET2.
Para isso, conta com uma abordagem enxuta de investimento de capital e três fontes de receita.
Sobretudo, o r-PET pode representar 50% do mercado total de plásticos PET em 2050 (de acordo com as estimativas da Carbios, levando em consideração a melhoria da coleta e classificação de têxteis, o uso de matéria-prima têxtil e o aumento da escala de reciclagem avançada).
Por isso, a Carbios prevê que o crescimento do r-PET mecânico será limitado pela disponibilidade limitada de matéria-prima capaz de ser processada por esta tecnologia.
Nesse sentido, o PET virgem também se limita devido à menor demanda por materiais derivados do petróleo. Ocasionada pelas ambições de sustentabilidade das marcas e regulamentações governamentais no mundo inteiro.
Com isso, o foco da empresa para os próximos anos é a expansão da bioreciclagem, com o intuito de suprir essa necessidade do mercado.
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A Indústria 4.0 está transformando fábricas convencionais em inteligentes e, assim, criando e estabelecendo novas unidades. Tudo isso, graças às diversas tecnologias desta quarta evolução, como a Robótica, Inteligência Artificial, Big Data, nuvem e monitoramento remoto.
Com a aderência desse novo modelo de operação, há redução de emissões de CO₂ e da produção de resíduos. Por isso, quando as empresas passam a integrar a indústria 4.0, é necessário que utilizem as matérias-primas de forma mais racional, gerem menor quantidade de resíduos e implementem medidas de reuso e reciclagem.
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Ou seja, para uma indústria ou fábrica se tornar 4.0, ela deve ter consigo tecnologia e inteligência.
Adotando os princípios de sustentabilidade, buscando o lucro e crescimento sem deixar de prezar pela conservação do meio ambiente e da sociedade.
Soluções para problemas da indústria convencional
Atualmente, muitos problemas das indústrias convencionais se solucionam com a implantação dos métodos da indústria 4.0.
Isso porque, alguns dos benefícios para as operações de uma empresa são: Diagnóstico em tempo real, economia de matéria-prima, economia de energia, reaproveitamento de resíduos e redução de custos.
No diagnóstico, é usado o sistema de monitoramento eletrônico, que possibilita identificar quando há algum problema. Uma vez que, os sensores conseguem detectar as possíveis falhas.
Na indústria 4.0, alguns sistemas permitem a programação de produção e a análise precisa de material necessário para fabricar o produto.
Dessa forma, a quantidade de matéria-prima estocada é reduzida e são realizados novos pedidos apenas quando necessário. O resultado é a minimização do desperdício e também da necessidade de transporte, beneficiando o meio ambiente.
Maior economia de energia
A princípio, a economia de energia se faz de diversas formas na indústria 4.0. Isto é, mesmo que haja uma automação dos processos por meio de robôs que utilizam energia elétrica, eles consomem energia apenas quando precisam operar.
Nas fábricas inteligentes, as luzes são complementadas com iluminação natural, além de serem ligadas e desligadas automaticamente.
Para isso, os sistemas de iluminação identificam quando é necessário complementar a luz solar dos ambientes com a luz artificial.
Bem como, verificam em que intensidade essa luz deve estar, uma vez que, em dias nublados e durante a noite são necessárias luzes mais intensas e em maior quantidade.
Reaproveitamento de resíduos e redução de custos
Na indústria 4.0, o máximo possível é se fabricar com material biodegradável e o que não é orgânico, como equipamentos eletrônicos, por exemplo, é planejado de modo que suas peças possam retornar às fábricas para se transformar em matérias-primas para novos produtos.
Além disso, o modelo reduz a emissão de poluentes tóxicos na atmosfera, tais ações ainda conseguem reduzir a quantidade de lixo gerada, criando um processo produtivo verdadeiramente sustentável.
Esses benefícios possuem como consequência, além da sustentabilidade, uma clara redução de custos.
Um exemplo disso se apresentou no levantamento feito pela McKinsey em 2015, que indica que haverá uma redução nos custos com manutenção entre 10% a 40%; no consumo de energia a margem é de 10% a 20%; enquanto a produtividade do trabalho aumentará em 10% a 25%.
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Em 1995, a cada hora trabalhada no Brasil, se gerava R$ 45,50 em produto, de lá para cá, a produtividade da indústria de transformação brasileira caiu, em média, quase 1% ao ano.
Por essa medida, no final do ano passado eram apenas R$ 36,50 por hora trabalhada. Segundo especialistas, não há, à vista, nenhuma medida em discussão para mudar esse quadro.
Durante esse percurso, em 11 anos ocorreram melhoras em relação ao ano anterior, mas a média durante essas quase três décadas é negativa em 0,9%.
O economista Fernando Veloso, coordenador do Observatório da Produtividade Regis Bonelli, do FGV Ibre, explica: "Para um país se tornar competitivo, ganhar mercado interno e exportar, tem de melhorar sua produtividade".
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Ele ressalta que uma maior produtividade eleva a competitividade da empresa, os trabalhadores produzem mais, os preços dos produtos caem seguindo a redução dos custos, e as vendas e as exportações aumentam.
Exigências por uma política para produtividade industrial
Sobretudo, a indústria de transformação é responsável pela produção de roupas, alimentos, eletroeletrônicos, metais, aviões, veículos e máquinas industriais, entre vários outros bens de consumo.
Nesse setor, apesar do alento em verem que o novo governo demonstra preocupação com o segmento, empresários e analistas dizem que é urgente a criação de uma política voltada à produtividade industrial para brecar a "desidratação do setor".
O presidente executivo da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química), André Passos Cordeiro, destaca: "Já perdemos muitos setores importantes por falta de atenção à indústria como bloco, e é importante o sinal do novo governo de que se importa com isso, mas é preciso ir além".
O setor agro é um exemplo
Em 1995, a produtividade por hora trabalhada na agropecuária era de R$ 5,90, valor que foi a R$ 25,50 no encerramento do ano passado.
Assim, no decorrer desses anos, em apenas três deles a variação registrou queda, sempre recuperada no período seguinte. Em média, o setor da agropecuária cresceu 5,5% anualmente.
Segundo Veloso, a agropecuária continua subindo muito, e a indústria está caindo! Isso porque, para ele, a agropecuária brasileira é competitiva, tem muita inovação, exporta e importa bastante.
Ou seja, é um setor conectado com a economia global. "Seria muito importante para a indústria seguir os caminhos que a agropecuária vem seguindo há algumas décadas; é o que os países chamados de tigres asiáticos fazem."
Ele ressalta ainda que a reforma tributária deve contribuir para a melhora da competitividade da indústria local, mas outras políticas específicas são necessárias. Também é preciso investir no capital humano.
Veloso finaliza afirmando: "Principalmente com o avanço da Inteligência Artificial (IA) e o uso mais intensivo de robôs na indústria, os trabalhadores precisam ter mais escolaridade, mais treinamento do que tinham no passado, porque a indústria está usando essas ferramentas tecnológicas com muita intensidade, e a necessidade de qualificação está aumentando".
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Com objetivo de acelerar a reciclagem no Brasil, a Circulate Capital, que promove investimentos na economia circular, com o apoio de gigantes da indústria petroquímica e de bens de consumo, vai destinar US$ 65 milhões para promover a circularidade do plástico na ALC (América Latina e Caribe).
Os investimentos vão se concentrar no Brasil, no Chile, na Colômbia e no México, avançando para outros países da região na sequência. A previsão é que ainda neste semestre a iniciativa chegue ao Brasil.
O CEO e fundador da Circulate Capital, Rob Kaplan, explica: “Identificamos oportunidades muito promissoras na América Latina. Se ampliadas, elas poderão mudar o rumo da crise dos resíduos plásticos na região”.
Promoção do avanço na economia circular
A princípio, a iniciativa tem o objetivo de escalar o uso de soluções sistêmicas nas empresas.
Assim, aprimorando as cadeias de suprimentos de reciclagem, da coleta até o processo fabril; medidas para gerar mais sustentabilidade para o meio ambiente.
Bem como, avançar na economia circular do plástico; e beneficiar as comunidades locais e a criação de empregos.
Nesse sentido, estão por trás da empresa fundada em 2018 o BID Lab, laboratório de inovação do Grupo do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), Chevron, Danone, Dow, Mondelez e Unilever.
Além disso, a Circulate Capital oferece consultoria e suporte técnico às empresas de reciclagem para atingir padrões globais de qualidade.
Sobretudo, esta iniciativa é o resultado de mais de dois anos de pesquisas realizadas pela equipe e parceiros da Circulate Capital para entender os problemas e possíveis soluções na região.
A empresa publicou as conclusões desta investigação em seu relatório “Redução da contaminação plástica na América Latina: um manual para a ação”, que revelou que a LAC está preparada para que as empresas e o setor privado transformem a cadeia de valor dos resíduos plásticos.
Ernesto Hanhausen, parceiro da Circulate Capital para a América Latina e Caribe, concluiu dizendo que: “Ampliar a cadeia de fornecimento de reciclagem em toda a região da ALC será uma forma importante de contribuir para a criação de empregos seguros e dignos na cadeia de valor de resíduos plásticos”.
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