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Prestes a acontecer um dos principais eventos para o mundo do plástico, Carlos Moreira, Diretor do Think Plastic Brazil, contou para o portal Plástico Virtual sobre a importância do World Plastic Connection Summit para a indústria. 

O evento, que é realizado pelo programa em que Moreira integra a diretoria, acontece entre os dias 21 a 24 de agosto, em São Paulo.

Premiando cases de sucesso do Think Plastic Brazil e trazendo panorama sobre o mercado do plástico nacional e internacional. 

Bem como, pautas sobre sustentabilidade e gestão estratégica, a terceira edição do World Plastic Connection Summit, promete ser um grande evento em celebração e reconhecimento para a indústria do plástico. 

Veja em detalhes a entrevista com Carlos Moreira a seguir:

Diretor do Think Plastic Brazil enfatiza a importância de evento internacional para exportação da indústria

PV: Qual o foco desta nova edição do World Plastic Connection Summit com os cases de sucesso e as premiações?

CM: A edição do Think Plastic Brazil deste ano enfoca os cases de sucesso e premiações com o intuito de impulsionar a indústria a investir em diversos aspectos.

Sendo os principais a inovação, design, sustentabilidade e novos modelos de negócios. 

Assim, esses investimentos são essenciais para que as empresas possam competir em igualdade de condições com seus concorrentes internacionais, mesmo diante dos desafios do custo país.

É fundamental concentrar-se nas soluções em vez dos problemas, visando o fortalecimento e o crescimento do setor.

Uma das principais metas dessas premiações é demonstrar ao mundo que o Brasil é um formador de tendências e está comprometido com a inovação, o design e a sustentabilidade. 

Além disso, evidencia-se a capacidade do país em entregar produtos de qualidade e sua relevância como um importante player global. 

Nesse sentido, os vencedores tem divulgação internacionalmente por meio de feiras, missões e prospecções. Além de serem destacados na página do Think Plastic Brazil e no YearBook.

Por fim, os cases de sucesso têm diversas finalidades, como ajudar as empresas a destacarem seus pontos fortes, diferenciarem-se de seus concorrentes, atrair a atenção de novos importadores e superarem os cases do ano anterior. 

Além disso, esses cases estimulam investimentos mais estratégicos, fortalecem a imagem das empresas e promovem o crescimento do setor como um todo.

Gosto sempre de reforçar que este prêmio é 100% auditado por uma empresa de auditoria registrada na CVM.

PV: Qual a expectativa do Think Plastic Brazil com o evento deste ano?

CM: Por sermos orientados a entregar resultados, prefiro evitar a palavra "expectativa" para os projetos que já dominamos! Prefiro utilizar a palavra "meta"! 

Quando se têm objetivos estratégicos bem definidos, é imprescindível ter indicadores que mensurem e avaliem se estamos no caminho certo. 

A princípio, são esses resultados, comparados com as metas estabelecidas, que nos ajudarão a corrigir nossas futuras rotas dentro de nossa trilha estratégica ou roadmap.

As metas para o Summit deste ano são as seguintes:

O principal objetivo da Think Plastic Brazil é estabelecer o World Plastic Connection Summit como uma das principais plataformas do mundo para impulsionar tendências, sustentabilidade, networking e negócios no setor do plástico. Embora haja muitos desafios pela frente, a equipe está confiante de que alcançarão as metas.

PV: Como a indústria tem reagido com a volta do evento presencial?

CM: Após a pandemia, a indústria do setor plástico tem mostrado uma notável resiliência. 

Isto é, tanto as empresas brasileiras quanto as estrangeiras têm reagido de forma positiva e reconhecido a importância do networking presencial. 

Compreendem que o contato direto proporcionado pelos eventos presenciais é fundamental para estabelecer parcerias, fortalecer relacionamentos comerciais e impulsionar o crescimento do setor. 

Essa resposta positiva demonstra a capacidade adaptativa e a determinação da indústria em superar os desafios impostos pela pandemia e continuar avançando.

PV: Quais as vantagens que o evento traz tanto para a indústria do plástico quanto para o Think Plastic Brazil?

CM: Sobretudo, o evento traz diversas vantagens tanto para a indústria do plástico quanto para o Think Plastic Brazil. 

Para as empresas do setor, as vantagens incluem networking, capacitação, oportunidades de negócios, destaque da marca a nível global, fortalecimento da marca Brasil, atração de investimentos e estímulo ao investimento em inovação, design e sustentabilidade. 

Já para o Think Plastic Brazil, as vantagens são arregimentar mais empresas para o programa, impulsionar as exportações, fortalecer a marca Brasil nos mercados-alvo, estabelecer alianças estratégicas, aproximar a cadeia do plástico e elevar o Brasil ao status de um dos principais exportadores de produtos plásticos, pois atualmente ocupa a posição de 34º exportador e busca subir essa posição para estar pelo menos entre os 20 primeiros.

Em resumo, o evento oferece oportunidades de negócios, visibilidade da marca e desenvolvimento da indústria. Bem como, fortalecimento da posição do Brasil no mercado global de plásticos. 

PV: Como têm sido os esforços para tornar o Brasil protagonista na definição das tendências de cores? Como nesta nova edição do Summit vocês pretendem avançar nesse processo?

CM: Há um esforço significativo para tornar o Brasil um protagonista na definição das tendências de cores e design de produtos. 

Esse objetivo, portanto, envolve diversas frentes de trabalho, todas interligadas para alcançar esse protagonismo desejado. 

Já estamos causando impacto em empresas que historicamente ditam tendências em cores, o que indica que estamos no caminho certo. 

É um projeto de longo prazo, com uma estimativa de 5 a 8 anos, mas, se coordenarmos as ações corretamente, poderemos alcançar nosso objetivo.

Para avançar nesse processo nesta nova edição do Summit, temos algumas estratégias em mente. Primeiramente, é essencial contar com o apoio da indústria brasileira e do setor privado, que precisam abraçar essa causa. 

Nesse sentido, a ApexBrasil tem sido uma importante aliada nesse processo, somando esforços conosco. Além disso, temos obtido sucesso em parcerias com órgãos do governo, e a colaboração das universidades também é fundamental.

A cada ano, observamos avanços significativos nessa jornada. E nesta edição do evento, temos uma parceria especial com o renomado designer Jum Nakao, que trará sua expertise para iluminar, por meio das cores, os produtos de plástico. 

Seu trabalho não apenas será incrível, mas também conseguirá despertar a criatividade da indústria brasileira e global. Sobretudo, essa colaboração com Jum Nakao trará um aspecto diferenciado e potencializará nosso objetivo de destacar o Brasil como um formador de tendências em cores e design de produtos.

Nosso objetivo é que, com o contínuo envolvimento da indústria, do setor privado, da ApexBrasil, das parcerias governamentais e das universidades, possamos avançar de maneira significativa nessa jornada e alcançar a posição de protagonismo almejada.

PV: Falando em sustentabilidade e estratégias de governança, como o evento 2023 deve contribuir para essas pautas?

CM: O evento de 2023 terá um papel fundamental ao abordar essas questões. O Think Plastic Brazil está totalmente comprometido com a agenda ESG e irá destacar a importância dessas pautas, incluindo a dimensão social.

Sobretudo, a sustentabilidade é essencial no contexto da indústria do plástico. Embora o plástico seja uma solução para muitos problemas, ainda enfrenta desafios que precisam ser superados. 

Nesse sentido, alguns palestrantes do evento irão abordar o tema, mostrando como a indústria está em constante transformação e cada vez mais próxima de uma economia circular e neutra em carbono.

Quanto à governança, o setor do plástico já está alinhado com uma forte governança, em que os principais atores da cadeia trabalham em sinergia para atender às demandas de um mundo em constante evolução. 

Essa governança sólida é essencial para abordar e enfrentar os desafios sociais e ambientais.

No que diz respeito à dimensão social, o Summit irá lançar luz sobre a participação das mulheres líderes do setor no processo de internacionalização. 

Isso fortalece, incentiva e prepara mais mulheres para desempenharem um papel importante no esforço de tornar o Brasil um protagonista global no setor do plástico.

Contudo, o evento de 2023 do Think Plastic Brazil contribuirá significativamente para as pautas de sustentabilidade, governança e responsabilidade social. 

Bem como, abordará os desafios e avanços do setor em relação à sustentabilidade, destacará a importância de uma governança sólida e promoverá a participação e liderança das mulheres na internacionalização da indústria do plástico. 

PV: Como Diretor de Projetos da Think Plastic Brazil, como você vê a importância de um planejamento estratégico na gestão das empresas do setor plástico? E quais dicas daria para as empresas que estão começando?

CM: Como Diretor de Projetos do Think Plastic Brazil, reconheço a importância de um planejamento estratégico tanto na gestão geral das empresas do setor plástico quanto no processo de internacionalização. 

Isso porque, um planejamento estratégico adequado fornece uma base sólida para as empresas identificarem oportunidades de expansão global.

Assim, proporcionando estabelecerem metas realistas e definirem as estratégias necessárias para alcançar o sucesso nos mercados internacionais.

Agora, O evento do Think Plastic Brazil, como o Summit, desempenha um papel crucial ao auxiliar as empresas do setor plástico em sua etapa de planejamento estratégico para a internacionalização. 

O Summit oferece um ambiente propício para o compartilhamento de conhecimentos e experiências. Bem como o acesso a especialistas e profissionais renomados no campo da internacionalização.

Durante o evento, as empresas têm a oportunidade de participar de palestras, workshops e sessões interativas focadas em estratégias de internacionalização. 

Essas sessões fornecem insights valiosos sobre os desafios, as melhores práticas e as tendências emergentes no cenário global de negócios do setor plástico. 

Os participantes podem aprender com especialistas que possuem experiência no processo de internacionalização e obter informações práticas sobre como desenvolver um planejamento estratégico eficaz.

PV: Falando em mercado, como avalia o cenário atual do comércio de plásticos no brasil? E quanto ao comércio de plásticos no exterior?

CM: O setor vem passando por momentos turbulentos e de desaquecimento tanto a nível nacional quanto internacional (exportações). Porém, por ser muito resiliente, logo volta aos trilhos. 

PV: Como teve início o projeto comprador e qual sua importância para a conexão da indústria nacional e internacional no setor?

CM: Estamos na 61ª edição do Projeto Comprador e o mesmo teve seu início no Summit no formato presencial no ano de 2022, o mesmo tem como iniciativa estratégica promover a conexão entre a indústria apoiadas pelo Think Plastic Brazil e potenciais importadores. 

Nesse sentido, a ideia por trás desse projeto é facilitar encontros e reuniões de negócios entre empresas brasileiras e potenciais compradores internacionais.

A importância desse projeto para a indústria é significativa. Primeiramente, ele oferece uma oportunidade única para as empresas nacionais se encontrarem diretamente com compradores internacionais interessados em seus produtos. 

Isso facilita a abertura de novos mercados, o aumento das exportações e a expansão dos negócios além das fronteiras do Brasil.

Além disso, o Projeto Comprador proporciona um ambiente propício para a troca de informações, experiências e conhecimentos entre os participantes. 

Os compradores internacionais têm a oportunidade de conhecer a qualidade, a diversidade e a inovação dos produtos oferecidos pela indústria brasileira do plástico. 

Ao mesmo tempo, as empresas nacionais têm a chance de entender as necessidades e demandas específicas dos compradores internacionais, adaptando seus produtos e estratégias de negócios de acordo.

Portanto, o Projeto Comprador do Summit tem um papel fundamental na conexão da indústria nacional e internacional no setor do plástico. Ele impulsiona as exportações, amplia o alcance das empresas brasileiras, fomenta parcerias estratégicas e fortalece a imagem do Brasil como um importante player global.

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Um emaranhado de siglas: Confins, IPI, ICMS, todas representam os impostos cobrados sobre todos os produtos e serviços que, nem todos percebem, mas que dói no bolso de todos os brasileiros. O Congresso aprovou a Reforma Tributária, que visa desburocratizar e ajustar esse sistema de arrecadação de tributos federais e estaduais nos limites da lei.

Entre os principais aspectos da reforma, estão a união de 5 impostos em um sistema dividido entre União, estados e municípios.

Bem como, contribuição sobre (CBS) Bens e Serviços une os impostos IPI (Federal), PIS (Federal) e Cofins (Federal).

Leia mais:

O Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) substitui ICMS (estados) e ISS (municípios).

Sobretudo, o que se espera é que o imposto em geral seja de 27% sobre o valor final do produto. 

O que muda com a aprovação da reforma tributária?

Com isso impacta na vida social

Para as empresas, a mudança pode aumentar a geração de empregos e diminuir preços de produtos mais consumidos, como os alimentos. 

A princípio, a ideia é que os mais pobres sejam os maiores beneficiados. Em alguns casos eles poderão contar com uma espécie de cashback. 

Isto é, o imposto pago pode se converter para o cidadão fazer outras operações financeiras.

Além disso, o novo texto reduz a zero a tarifa que será aplicada aos itens essenciais listados da Cesta Básica Nacional. 

O impacto da reforma nestes produtos era um dos principais motivos de embate político. 

Isso vai ajustar distorções que ocorrem hoje na tentativa de empresas “driblarem” a cobrança. Sorvetes que são classificados como “bebida láctea” para ter menos impostos, ou bombons que são vendidos como “wafer”, por exemplo. 

Nos medicamentos, a grande parte não devem ter mudanças no preço com a reforma tributária. Isso significa que os preços dos remédios devem permanecer os mesmos. A depender do caso do cidadão, a Farmácia Popular pode oferecer os remédios.

Quanto à educação, haverá cobrança de valor equivalente à metade da alíquota única (50%). 

Porém, ainda é necessário aguardar a definição do valor da alíquota cheia. No caso da educação, escolas privadas devem ser impactadas pelo aumento de tributos, o que pode resultar em mudanças no preço ao consumidor final, ou seja, a mensalidade dos seus filhos pode aumentar. 

No online, a reforma elevaria imposto incidente sobre o streaming. A expectativa do Ministério da Fazenda é que as mudanças aconteçam gradualmente. As big techs também podem viver aumento de tributação, caso haja aprovação. 

Qual o propósito dessas mudanças?

Sobretudo, a ideia da reforma é facilitar a vida de todos, indo do produtor ao comprador final. 

Cinco impostos devem ser extintos: IPI (Federal), PIS (Federal), Cofins (Federal), ICMS (estadual) e ISS (municipal).

Para isso, a proposta prevê a criação de dois impostos sobre o valor agregado. Um deles é o IBS – sobre bens e serviços – para estados e municípios. 

O outro é a CBS – contribuição também sobre bens e serviços – que fica com o governo federal. Os tributos serão cobrados no local de consumo, e não mais na origem. 

Além disso, o texto da reforma tributária propõe a criação de uma cesta básica nacional. 

Os produtos que estiverem dentro desse grupo terão alíquota (que é o percentual fixo utilizado para calcular qual o valor devido ao pagar um imposto) zero.

Assim, gerando mais benefícios para pessoas de baixa renda, que necessitam dessa isenção nos tributos.

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Por Ronaldo Luis Gonçalves, Engenheiro de Software atuante do mercado de marketing digital

Muitos brasileiros já se esqueceram de como o comércio de bens e serviços operavam antes da pandemia, oficialmente declarada mundialmente em março de 2020, ajudo um pouco relembrando fatos do comércio, antes desta época. Boa parte dos varejistas tipicamente de “rua”, embalavam encomendas de clientes com sacolinhas plásticas.

Sacola na mão de cliente, era um sinal de vendas em alta, comum observar a cobertura jornalística se referenciar sobre o volume de vendas associando a imagem das pessoas carregando sacolas pelas ruas de comércio e em shoppings.

Leia mais:

Hoje esta tradicional referência fotográfica não faz mais sentido, isso porque, o número de pessoas que estão recebendo seus itens discretamente em casa ou no escritório em eficientes e recicláveis embalagens, cresce a passos largos. 

Em sua maioria, as embalagens utilizadas pelas transportadoras nacionais são produzidas com papelão ondulado. 

Procura e oferta do setor de embalagens

E para escrever melhor essa redação, eu acabei pesquisando sobre o mercado de embalagens recicláveis. Nesse sentido, meu foco se voltou para as utilizadas pelas transportadoras e como este setor impacta a economia e a sustentabilidade.

Minha pesquisa sobre embalagens recicláveis feitas de papelão e utilizadas pelas transportadoras de veículos me direcionou para o Empapel, sindicato nacional dos produtores.

E logo na primeira página do site desta organização setorial, existe um bom texto sobre o que significa este setor, e não encontrei palavras melhores para descrevê-lo, então segue o texto que encontrei lá, na íntegra: “O papel faz parte da vida. Ele está nos aspectos mais singulares que envolvem o cotidiano e embala tudo o que é importante, com carinho e respeito pelo planeta. O papel é a alternativa sustentável para embalar qualquer coisa. Ele é reciclável e faz parte do meio ambiente. Saí da natureza e voltei para ela."

Além disso, acabei me deparando também, durante a minha pesquisa de conteúdo, com notícias e informações corporativas. 

Nelas, são abordados temas sobre o aquecimento do mercado no setor de produção de papéis para o biênio 2020/2021, que indicam em sua maioria que o setor passa por uma expansão de procura e de oferta. 

Mesmo não sendo nenhum especialista no assunto, acabei achando possível associar o incremento de demanda do comércio eletrônico com a demanda de embalagens.

O setor de embalagens, bem como, o de logística andam bem aquecidos e com tendência de alta.

O que me chamou mais a atenção são as mudanças em Brasília no tipo da embalagem utilizada no comércio. Isto é, se antes no varejo tradicional a maior parte das embalagens oferecidas era de plástico, agora dividem espaço com as de papelão.

Aumento de eficiência na produção de embalagens

A princípio, a indústria do papelão ondulado também desenvolve máquinas e equipamentos capazes de aumentar a eficiência de sua produção sempre de olho no interesse do cliente final. 

Assim, algumas embalagens são produzidas para serem reaproveitadas como brinquedos do tipo recorta e cola, ou como armazenagem permanente na casa das pessoas. 

Apesar de sua característica reciclável, uma caixa de papelão pode durar muito, se mantida permanentemente seca e arejada.

Dessa forma, este material, o papelão ondulado, possui esta característica de ser justamente, ondulado. 

Onde as camadas de papel formam uma coluna de ar interno, que torna a embalagem muito resistente à pressão. 

Isto é, seja por manipulação ou armazenagem, protegendo de forma eficiente os itens dentro das caixas.

As embalagens e seus diferentes tipos estão muito integradas com o sistema de logística nacional e internacional com as características operacionais das transportadoras de todo o mundo.

Assim, o papelão ondulado não é apenas relevante no comércio brasileiro é um item de uso intenso pelo mundo.

Transporte das caixas de papelão

Sobretudo, muitos fabricantes de caixas de papelão projetam seus produtos nas exatas necessidades e proporções das diferentes transportadoras.

Isso porque, cada tipo de caminhão carrega um tipo específico de embalagem, e caminhões melhor ocupados, acabam sendo mais eficientes no prazo de entrega e nos custos.

Até no ramo das empresas de móveis planejados as embalagens de papelão são muito utilizadas, no caso de quem transporta carros, a caixa de papelão é utilizada para armazenar itens pessoais. Ou seja, o volume de “cacarecos” que existe no interior do veículo das pessoas é impressionante, revela uma fonte que opera no setor.

Quando se transporta motos, também se utiliza das embalagens de papelão para proteger este tipo de veículo.

Principalmente, no caso das motos novas, que são embaladas na fábrica com uma estrutura que envolve o uso de madeira reciclável com placas de papelão. 

Na concessionária de motos, estes veículos são desembalados para montagem final, e toda a estrutura da embalagem retorna para a fábrica.

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Copos retornáveis

Copos retornáveis, Garrafas 100% recicláveis e Companhia de reciclagem plástica

Trazendo inovação em relação à circularidade de materiais, a segunda edição do MITA Festival, que aconteceu no Rio de Janeiro e em São Paulo, serviu chope Heineken, marca patrocinadora do evento, em copos retornáveis e reutilizáveis. O Meu Copo Eco Heineken substituiu os copos descartáveis de plástico.

Nesse sentido, o público com mais de 18 anos recebia, logo na entrada, uma pulseira +18 para que pudessem retirar o Meu Copo Eco Heineken direto no bar.

O uso poderia ser no formato de refil ou com troca por outro copo higienizado, mediante a entrega de um sujo para incentivar o uso de apenas um copo por pessoa. 

Sobretudo, o objetivo era fortalecer a mecânica da reutilização, reduzindo a geração de resíduos para cumprir a circularidade.

Em todas as saídas do evento, houveram locais para as pessoas entregarem os copos usados, o que garantiu o retorno. 

Os itens recolhidos foram direcionados para hubs de higienização, cumprindo seu ciclo de reutilização com o retorno do material para as próximas ativações da marca.

Ao todo, 64.450 copos foram utilizados, e, deles, 35.465 foram devolvidos no final dos quatro dias de evento. 

No Rio de Janeiro, 85% do público utilizou o Meu Copo Eco Heineken, sendo 15.302 destinados à reutilização. 

Já em São Paulo, 73% usaram o item e 20.163 os devolveram no final. Os copos que não foram devolvidos podem ser usados como um copo normal na rotina das pessoas e são uma lembrança do festival para quem optou por levar o item para a casa.

Garrafas 100% recicláveis

Com novas garrafas 100% recicláveis e com plástico reciclado, a nova fórmula exclusiva de Persil Limpeza Ativa não só remove profundamente as manchas e os odores nas fibras, como também deixa a máquina da roupa higienicamente fresca.

Para Rita Ventura, Brand Manager de Persil, o Novo Persil Limpeza Ativa: “Essa inovação combina um produto diferenciador do mercado que conta com garrafas 100% recicláveis. Mas também, com plástico reciclado incorporado, o que permite que o consumidor possa fazer as suas escolhas mais conscientes“.

A princípio, a nova combinação entre princípios ativos e enzimas traduz-se num melhor desempenho do produto. Bem como, num aumento da eficácia da fórmula, levando a uma redução de dosagem necessária.

Segundo a marca, essa invenção se idealiza para uma limpeza imbatível e para resolver a necessidade dos consumidores. “A nova fórmula é cinco vezes mais eficaz na remoção do mau odor das máquinas de lavar enquanto promove uma frescura duradoura da roupa“.

Companhia de reciclagem plástica

Depois de investir R$12 milhões, a expectativa de faturamento da JVMC Participações com a criação de uma companhia para reciclagem é de R$350 milhões no primeiro ano. A BLZera busca promover e contribuir com a cadeia de reciclagem de plástico na América Latina. 

Assim, a companhia, do empresário Rodrigo Clemente – mais uma vez pioneiro em desenvolver iniciativas sustentáveis nessa escala, visa fornecer matéria-prima sustentável para a indústria de alimentos e bebidas.

Além disso, tem como proposta coletar e separar todos os tipos de plásticos, descontaminar e transformá-los em insumos que se disponibilizarão novamente para o setor produtivo.

A princípio, a empresa conta com uma estrutura de mais de 20 aterros distribuídos no estado de São Paulo e no Nordeste, onde coletam cerca de 400 toneladas de plástico por dia. 

Dessa forma, após o recolhimento, se realiza a separação e descontaminação do material, que posteriormente se transforma em matéria-prima para a indústria. 

Sobretudo, desde o início de suas operações, a BLZera já reciclou mais de 40 mil toneladas de plástico. 

O plano é ainda aproveitar o plástico que não tem mais condições de se reciclar para virar combustível de caldeira das indústrias. 

Clemente afirma que “com a BLZera, temos o propósito claro de contribuir para um mundo melhor e mais eficiente. Assim, entregando matéria-prima sustentável para a indústria de alimentos e bebidas”.

Dessa forma, “conscientizando cada vez mais o mercado para a importância do reúso. Fomentando a sustentabilidade e gerando oportunidade de renda e inclusão social a públicos diversos, como catadores e pessoas que vivem nas ruas”.

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Sendo um dos materiais mais utilizados no dia-a-dia da sociedade moderna, separamos um conteúdo para falar o que é plástico, de onde ele vem e sua importância. O plástico está presente na maioria dos produtos consumidos diariamente, seja em embalagens alimentícias ou até mesmo meios de transporte, como carros e motos. 

Essa matéria-prima é imprescindível para muitos setores industriais, por causa do seu ótimo custo, eficiência e qualidade. Assim como, pela capacidade de se moldar e modelar em diferentes formas.

Portanto, uma das principais características do plástico é a sua maleabilidade, permitindo que ele se molde e adaptado para diferentes formas e tamanhos. 

Isso o torna extremamente versátil e adequado para uma ampla gama de aplicações.

Leia mais:

No mercado, existem diversos tipos de plásticos, cada um com suas próprias especificações e propriedades. Pensando nisso, reunimos as principais informações sobre o plástico, seus tipos e aplicações no mercado, para que fique ciente sobre a importância desse material para indústria como um todo.

Plástico: o que é e como é feito?

O que é plástico?

O plástico é um material sintético amplamente utilizado pela indústria devido às suas propriedades versáteis e de baixo custo. 

Ele desempenha um papel crucial em diversos setores, como embalagens, eletrônicos, indústria automobilística, construção civil, medicina e muitos outros.

A princípio, seu surgimento teve origem no início do século XX, com o desenvolvimento de materiais como a baquelite e o celulóide. Porém, foi somente após a Segunda Guerra Mundial que a produção em larga escala de plásticos se tornou possível. 

Isso porque, foi nesse período que houve avanços tecnológicos significativos. Bem como, à descoberta de novos polímeros.

Desde então, a indústria do plástico tem experimentado um crescimento exponencial. 

Novos tipos de plásticos foram desenvolvidos para atender a demandas específicas, como resistência a altas temperaturas, flexibilidade, durabilidade e transparência. 

Atualmente, podemos encontrar uma ampla variedade de plásticos em nosso cotidiano, desde embalagens de alimentos até peças automotivas e eletrônicos.

De quê o plástico é feito?

Sobretudo, o plástico é um material polimérico, ou seja, se compõe por longas cadeias de moléculas chamadas monômeros, que se ligam através de reações químicas para formar uma estrutura macromolecular. 

Assim, o processo de fabricação do plástico envolve várias etapas, desde a obtenção de insumos até a produção do material final. 

Embora os detalhes exatos possam variar dependendo do tipo de plástico e do método de produção utilizado, aqui está uma visão geral do processo geral:

Obtenção de insumos: 

A maioria dos plásticos se deriva de compostos químicos chamados monômeros, que são extraídos de fontes de carbono, como petróleo, gás natural ou carvão. 

A princípio, esses insumos se refinam e processados para obter os monômeros específicos necessários para o tipo de plástico desejado.

Nesta etapa, os monômeros se submetem a reações químicas conhecidas como polimerização. 

Isso envolve a combinação dos monômeros em cadeias longas, assim, formando polímeros. 

Essas reações podem ocorrer através de processos como polimerização em massa, polimerização em suspensão, polimerização em emulsão ou polimerização em solução, dependendo do tipo de plástico a ser produzido.

Além disso, durante a polimerização ou em etapas subsequentes, podem ser adicionados aditivos e modificadores para conferir características específicas ao plástico. 

Isso porque, esses aditivos podem incluir estabilizadores de calor, antioxidantes, corantes, lubrificantes, retardadores de chama e muito mais. 

Esses componentes ajudam a melhorar as propriedades físicas e químicas do plástico.

Após a obtenção do polímero, o plástico se molda e processado em sua forma final. 

Existem diferentes métodos de processamento, como moldagem por injeção, moldagem por sopro, extrusão, termoformação, entre outros. 

Cada método se adapta para diferentes tipos de produtos e requer equipamentos especializados.

Depois da moldagem, o material é resfriado para solidificar e manter sua forma.

Em sequência, o produto final passa por etapas de acabamento, como corte, remoção de rebarbas, polimento ou pintura.

Antes de chegar ao mercado, os produtos de plástico passam por testes de qualidade para garantir que atendam aos padrões e especificações exigidos.

Isto é, passando por testes de resistência, durabilidade, toxicidade, entre outros.

Dessa forma, após a aprovação, os produtos se embalam e preparados para distribuição e uso.

Quais são os principais tipos desse material?

Alguns dos polímeros mais comuns no mercado e no dia-a-dia humano, são:

Esse é um polímero leve e flexível, resistente à umidade e a muitos produtos químicos. 

Sendo amplamente utilizado em embalagens flexíveis, sacolas, filmes, garrafas de produtos de limpeza e brinquedos.

Plástico resistente ao calor e ao impacto, com propriedades de barreira contra a umidade. 

Assim, sendo usado em embalagens de alimentos, utensílios descartáveis, peças automotivas, móveis e fibras têxteis.

Esse é um pouco mais rígido, porém, leve e transparente, com boa resistência elétrica e térmica. 

É utilizado em copos descartáveis, bandejas, embalagens de alimentos, isolamento térmico e produtos eletrônicos.

O PVC é um plástico resistente, durável e de baixo custo. É comumente aplicado em tubulações, fios e cabos elétricos, janelas, revestimentos e brinquedos.

Igualmente, o PET também é resistente, transparente e leve, bem como, amplamente utilizado em garrafas de refrigerantes, recipientes de alimentos, fibras têxteis e embalagens de produtos.

Suas principais aplicações:

No que diz respeito às aplicações do plástico, elas são amplas e diversas. Uma vez que, se usa o material em embalagens para proteger e preservar alimentos e produtos. Bem como, em peças automotivas para reduzir o peso dos veículos e melhorar a eficiência de combustível.

Além de produtos médicos para garantir a segurança e a esterilidade. Na indústria da construção civil para isolamento térmico e acústico, e até mesmo em dispositivos eletrônicos, brinquedos e roupas.

Nesse sentido, também existem aplicações para a fabricação de objetos como vasos, toalhas, bijuterias, carrocerias e roupas.

O plástico é utilizado largamente por uma infinidade de setores industriais, os principais exemplos são:

Carro, caminhão, capacete, assentos, cintos de segurança painel, airbag e muito mais;

Telefones, celulares, televisões, liquidificador, máquina de lavar, aspirador de pó, computadores, equipamentos eletrônicos, cabos, entre outros;

Seringas, tubos de plástico, bolsas plásticas de sangue, válvulas cardíacas de plástico, próteses plásticas, cateteres, balões de plástico e mais;

Tubos, conexões, esquadrias, tijolos plásticos, entre outros;

Móveis produzidos com ABS ou polipropileno;

Fibras plásticas (couro sintético), calçados, jaquetas, contos, bolsas. Nylon também se aplica largamente pela indústria têxtil;

O plástico tem importância significativa para a vida diária

Contudo, é possível afirmar que o plástico desempenha um papel fundamental na sociedade moderna e é um material essencial em inúmeras áreas da vida diária. 

Sua importância pode se atribuir a uma série de razões, destacando-se a sua versatilidade, durabilidade, baixo custo e capacidade de preservar a qualidade e segurança de produtos. 

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Se destacando pelo projeto de expansão de vendas nos EUA, a C-Pack, empresa brasileira de bisnagas plásticas, é uma das concorrentes do Business Case Award 2023 do Think Plastic Brazil. A premiação, que visa reconhecer empresas de papel importante para o mercado, acontecerá na terceira edição do World Plastic Connection Summit, entre os dias 21 à 24 de agosto, no Blue Tree Premium Alphaville, em São Paulo.

Sobretudo, a C-Pack iniciou um projeto de expansão de vendas para o mercado norte americano, visando majoritariamente, os Estados Unidos da América.

A empresa considerou o potencial consumidor que este mercado representa na categoria de bisnagas plásticas utilizadas no segmento de cosméticos.

Leia mais:

E, nesse sentido, contratou uma empresa com expertise em nacionalizar empresas brasileiras nos EUA. A princípio, o projeto encontra-se em fase inicial, com forte investimento em Promoção Comercial e de Imagem. 

Com isso, a empresa é um dos destaques concorrentes do Business Case Award 2023, já que a C-Pack tem desempenhado papel importante para a exportação de produtos plásticos fabricados no Brasil.

Empresas destaques na exportação de produtos plásticos concorrem a prêmio internacional

Mais contribuição para exportação de produtos brasileiros

Além da C-Pack, outra empresa concorrente do Business Case Award 2023 e que configura importância parecida na distribuição de conteúdo plástico para o mercado de fora, é a Dello.

A empresa de pastas e caixas organizadoras feitas de plástico, adaptou medidas para atender os mercados da América Central e EUA. Isso porque, se empenhou em ações que contou com o desenvolvimento de produtos, “facas”, desenhos e maquinário para adequação de peças e desenvolvimento especial de dois produtos para clientes da Nicarágua e dos EUA.

Dessa forma, os investimentos abriram oportunidades para venda não apenas nos países citados, mas também em nações vizinhas. 

As modificações passaram também pelas cores, com a busca da tonalidade ideal informada pelo cliente, um diferencial importante que torna a marca ainda mais competitiva nesse mercado.

Indo nesse mesmo caminho, a empresa de embalagens Embaquim, também tem contribuído para o avanço nos índices de exportação na indústria do plástico brasileira. 

Dessa vez, a distribuição é destinada ao mercado russo, com embalagens para fertilizantes. Assim, fazendo com que a empresa seja mais um destaque concorrente ao Business Case Award 2023 do Think Plastic Brazil.

Mesmo com a guerra da região contra a Ucrânia, a Embaquim, permaneceu no fornecimento do bag in box para um cliente russo. 

Essa oportunidade de expansão do mercado foi concomitante com as ofertas inovadoras da empresa, que superou a falta de experiência com o mercado local com pesquisa e trabalho minucioso da equipe internacional. 

Assim, resultando no apoio encontrado nas Câmaras de Comércio, órgãos especializados nas relações entre Brasil e Rússia, instituições financeiras, companhias logísticas, etc., que permitiu a conquista do mercado no último ano.  

Tendência de cores para o mercado de plástico

Além do Business Case Award, a terceira edição do World Plastic Connection Summit apresentará as tendências de cores, o International Color Trend 2024.

Essa programação se trata de um estudo profundo global das tendências de cores do mercado do plástico transformado, que reflete a cultura brasileira. 

Bem como, apresenta novas possibilidades em produção e desenvolvimento de produtos às empresas nacionais. 

Sobretudo, a pesquisa de cores foi coordenada pelo reconhecido artista, diretor criativo e designer de produtos, Jum Nakao.

Serviço:

Data: 21 a 24 de agosto

Local: Hotel Blue Tree Premium Alphaville

Endereço: Alameda Madeira, 398 – Alphaville, Barueri-SP

As inscrições para participar da terceira edição do World Plastic Connection Summit segue aberta, clique aqui e se inscreva.

Quer estar sempre informado sobre a indústria do plástico? Preencha o nosso formulário para receber novidades e conteúdo de qualidade do mercado plástico.

A nova edição do World Plastic Connection Summit promete ser um grande evento em celebração aos feitos no mercado do plástico. Isso porque, a feira realizada pelo Think Plastic Brazil, do dia 21 a 24 de agosto, em São Paulo, terá a eleição dos melhores cases internacionais desse setor. 

O Business Case Award, visa avaliar a atuação de empresas do plástico no mercado. Isto é, considerando desde a confecção a entrega de produtos.

Uma das empresas concorrentes é a Bral-Max, que atua no mercado de frascos plásticos há mais de 27 anos. 

Leia mais:

A princípio, a empresa ganhou destaque ao apresentar ao mercado uma embalagem rígida, completa. Com todo o conjunto resolvido através do processo de injeção. 

As principais características deste produto o tornam um conjunto inovador e sustentável, já que se trata de um pote e uma tampa monomaterial, 100% em PP, podendo ser tratado ou separado para reciclagem de maneira fácil, rápida e eficiente. 

Na produção desse material, a princípio, os moldes de injeção trabalham ambos com o processo de câmara-quente.

Assim, eliminando galhos e reduz em cerca de 30% a perda de Matéria-Prima (PP), o que impacta diretamente no fator sustentabilidade e custo.

Nesse sentido, o conjunto de pote e tampa da Bral-Max pode ser fabricado 100% em resina PCR, o que reduz ainda mais os impactos ambientais.

Outras empresas destaques nessa premiação

Empresas do setor de embalagens concorrem a prêmio internacional do plástico

A Canguru Embalagens é outra empresa concorrente do Business Case Award 2023 do World Plastic Connection Summit. Depois de um período afastado do mercado internacional devido à reestruturação interna, a Canguru Embalagens voltou a investir em comércio internacional. 

Assim, a empresa que em 2016 possuía alto volume de exportações e atuação em diversos mercados da América do Sul e Central decidiu retomar os contatos em 2020. Dessa forma, iniciando com dois clientes e com previsão de doze clientes internacionais até o final de 2023. 

Além dessas, a Copobras também concorre a alguma colocação do prêmio. A empresa que tem mais de 50 anos de mercado, já é vencedora de quatro prẽmios da edição passado do Summit.

Atualmente, a empresa anunciou o relançamento do Nomade com sistema abre/fecha em 360º, um projeto que buscou inovar e padronizar a linha. 

A princípio, esse sistema abre/fecha em sacarias de 7 a 25kg no modelo quatro soldas/fundo quadrado, manteve o padrão dos formatos de até 3kg que já contavam com este sistema de fechamento. 

Com isso, toda a linha do cliente passou a seguir o mesmo padrão. Assim, mantendo as características dos alimentos por maior tempo para satisfação do usuário da embalagem e do seu pet. 

Desta maneira, a Copobras conseguiu maior destaque em gôndola, podendo transmitir a inovação na arte das embalagens. 

O objetivo central do projeto foi oferecer facilidade ao consumidor final, proteção e frescor do alimento após início do consumo, bem como, a praticidade da utilização do acessório através do sistema abre/fecha.

Além da premiação, o evento apresenta um seminário técnico internacional

O Hybrid International Seminar, é um seminário técnico internacional em formato híbrido (palestras e acesso presencial e online), presente nesta terceira edição do World Plastic Connection Summit.

A princípio, esse seminário contará com uma seleção exclusiva dos mais importantes profissionais globais para atender às demandas de informação de toda a cadeia de plásticos transformados. 

Acontecendo entre os dois primeiros dias do evento (21/08 - 22/08), reunirá o renomado designer internacional Karim Rashid que fará uma palestra sobre design e inovação.

Bem como, a jornalista finlandesa, especialista em tendências, Susanna Björklund que falará sobre tendências em design sustentável.

Além do especialista e professor alemão Sascha Peters, que apresentará novos materiais para a sustentabilidade do plástico.

O pesquisador brasileiro Giácomo Parolin, que exibirá o papel do plástico na economia circular

O designer de embalagens e especialista em governança criativa de negócios, Lincoln Seragini, que irá expor cases de sucesso em embalagens no Brasil e entre outros.


Nesse sentido, a programação do Seminário também inclui a realização de painéis sobre liderança corporativa e design, além dos lançamentos do Guia Internacional de Tendências de Cores (Color Trend 2024) e do Anuário Internacional (Yearbook 2023), com dados setoriais internacionais e informações das empresas associadas ao Programa.

Serviço:

Data: 21 a 24 de agosto

Local: Hotel Blue Tree Premium Alphaville

Endereço: Alameda Madeira, 398 – Alphaville, Barueri-SP

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Artigo por Fabrício Soto e Alejandro Bossio da Basf da América do Sul

Reciclagem mecânica, química, balanço de massa, logística reversa, circularidade. Estes conceitos têm como objetivo comum a busca por caminhos para tornar o plástico mais sustentável, contribuindo para o seu uso mais eficiente e a efetiva inserção do material na economia circular. 

Assim, ele não será descartado a cada uso, encerrando uma única jornada nos aterros ou no meio ambiente, e poderá retornar diversas vezes para a economia.

Sabemos que os plásticos têm papel essencial para embalagens, seja na preservação dos alimentos, nas aplicações médicas e farmacêuticas, na armazenagem e transporte seguros de produtos diversos.

Atualmente, mais de 33% das embalagens são de plástico, segundo estudo da ABRE (Associação Brasileira de Embalagem). 

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Além disso, mais 33% do consumo total dos plásticos é voltado para embalagens, conforme dados do IBGE, grande parte para único uso, ou de vida curta em aplicações para as indústrias de alimentos, bebidas, perfumaria, higiene, limpeza, farmacêuticos e descartáveis.

A boa notícia é que a jornada do material na economia circular está se tornando cada vez mais robusta e fortalecida. 

Esse foi, inclusive, o tema central durante a K Fair de 2022, a principal feira voltada ao universo dos plásticos que é realizada anualmente na Alemanha. 

No final do mês de março resolvemos resgatar as principais tendências e novos caminhos apontados na feira com o Recap KFair, realizando três dias de conversas no onono envolvendo diversos elos da cadeia: fornecedores, clientes, brand owners, cooperativas, startups, enfim, players importantes nessa jornada. 

Nosso grande aprendizado é saber que não vamos avançar ou conseguir fazer acontecer sem a união, o trabalho colaborativo de todos esses elos da cadeia de valor. Essa sinergia é essencial.

Economia circular do plástico se torna tendência com reciclagem avançada

Incremento de 14,3% na produção de plástico reciclado pós-consumo

Dados de 2021 apontam que 23% dos resíduos plásticos pós-consumo foram reciclados no país. O mesmo estudo, encomendado pelo Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico, indica que houve ainda um incremento de 14,3% na produção de plástico reciclado pós-consumo, chegando a mais de 1 milhão de toneladas. 

E cada 1 tonelada de material reciclado produzido reduz a média de 1,1 tonelada de resíduo plástico disposto em aterro.

Isto é, com o ganho adicional de gerar trabalho para 3,16 catadores que recolhem esse volume de material no mês, de acordo com levantamento da Associação Brasileira da Indústria do Plástico, ABIPLAST.

Sobretudo, sabemos que a reciclagem é uma das soluções mais importantes para enfrentar os desafios do resíduo plástico. 

Melhorar a qualidade do reciclado, com a separação adequada dos tipos de polímeros, a limpeza que realmente retire todos os resíduos e contaminantes, e finalmente usar tecnologias que agreguem na qualidade do plástico.

Como, por exemplo, a coloração adequada e preservação de suas propriedades mecânicas, tornando o reciclado apto a novas aplicações, são passos fundamentais da reciclagem mecânica. 

Outra tendência importante é o desenvolvimento de materiais reciclados que tenham reciclabilidade no futuro.

Ou seja, precisamos pensar na reciclagem desde a concepção de uma embalagem, para que ela realmente se integre numa economia circular com várias vidas úteis.

Os avanços da reciclagem avançada

A princípio, a reciclagem avançada, conhecida como reciclagem química, também é foco de pesquisa de muitas empresas e deve evoluir muito no médio prazo. 

Um dos desafios é garantir que o resultado do processo seja sempre igual, siga um padrão. 

Por isso, nossa companhia tem conseguido avanços importantes e já disponibiliza uma série de produtos com o selo Ccycled. Assim, usando o equilíbrio de massa para a fabricação de novos materiais, como a poliamida flexível, voltada para embalagem de alimentos. 

A reciclagem química utiliza resíduos plásticos de reciclagem desafiadora, como pneus em fim de vida ou embalagens domésticas mistas.

Assim, retorna a matéria-prima reciclada para alimentar o início da produção, fazendo a substituição parcial ou total de insumos de origem fóssil. 

Esses resultados são muito promissores e contribuem ainda para a redução da pegada de carbono dos produtos.

A reciclagem avançada vai substituir a mecânica? 

Acreditamos que não é que elas devem coexistir no futuro, pois são soluções complementares. 

Apesar da evolução que certamente virá para a reciclagem química, a mecânica vai continuar ocupando um lugar muito importante para avançarmos na direção da reciclabilidade e economia circular do material plástico. 

Sobretudo, ela também vence alguns obstáculos importantes, como a questão logística, que tem grande impacto num país de dimensões continentais como o nosso.

Contudo, acreditamos que tenhamos na América do Sul diferenciais competitivos muito interessantes em relação à economia circular das embalagens.

Isso porque, nossa matriz energética é majoritariamente de fonte renovável e pela possibilidade de fazer com que a reciclagem avance muito rápido. 

Isto é, tanto pela amplitude das oportunidades de negócios como pelo engajamento de cada elo da cadeia. 

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Artigo por Luis Adolfo Beckstein, mestre em economia e consultor de investimentos estrangeiros

A bioeconomia circular compõe os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e está no centro das estratégias para o alcance de uma matriz energética mais verde. Não obstante, cabe destacar que bioeconomia e economia circular não são a mesma coisa. 

De acordo com a Comissão Europeia, a bioeconomia abrange a produção de recursos biológicos renováveis. Bem como, a conversão de recursos e de resíduos em produtos de valor agregado de base biológica e bioenergética. 

O mesmo órgão define, nesse sentido, a economia circular como o espaço econômico onde o valor dos produtos, materiais e recursos é mantido na economia pelo maior tempo possível e a geração de resíduos é minimizada. Assim, a bioeconomia circular é a área de interseção entre esses dois campos.

Leia mais:

Cabe destacar que a bioeconomia circular só irá alcançar todo o seu potencial com políticas adequadas a fim de superar os gargalos decorrentes de seu estado inicial de desenvolvimento.

Mais de 50 nações, como União Europeia, Estados Unidos, China, Índia e África do Sul, chegaram a um consenso para lançar estratégias sustentáveis.

As estratégias se baseiam na bioeconomia, impulsionada por pesquisas inovadoras em ciências da vida e biotecnologia. 

Dessa forma, de acordo com estimativas atuais, serão necessários até US$ 2 trilhões de investimentos globais anuais nas próximas três décadas para agricultura, produtos químicos verdes, biocombustíveis, bioenergia e serviços biotecnológicos.

Bioeconomia nas indústrias do petróleo e química

No Brasil, a indústria de petróleo responde por cerca de 10% do PIB e a química por cerca de 3%, segundo o Ipea e Abiquim, respectivamente. 

Já a ABBI (Associação Brasileira de Bioinovação), em recente estudo, concluiu que a total implementação da bioeconomia no país pode atingir um faturamento adicional de até US$ 284 bilhões por ano. 

Nesse sentido, o Brasil tem espaço para construir políticas de transição para a indústria química com foco na bioeconomia circular. 

Assim, é mister racionalizar e canalizar os recursos do petróleo para catalisar as chamadas vantagens comparativas dinâmicas. Isto é, de forma a permitir que a indústria nacional tenha condições de competir e transpor as barreiras ‘green tradables’ de países desenvolvidos no futuro.

De acordo com a AIE (Agência Internacional de Energia), a indústria química foi o único setor em que o uso de petróleo aumentou em 2020, e agora representa cerca de 15% da demanda global por petróleo. 

Plástico traz mais eficiência para setor automotivo

A AIE destaca que o uso de materiais leves como o plástico é um caminho importante para a melhoria significativa na eficiência energética de veículos, edifícios e construções. 

A princípio, hoje cerca de 15% do peso de um automóvel é composto por plásticos, mas em menos de 10 anos esse percentual poderá chegar a 40%.

Os plásticos têm papel fundamental na eficiência energética, e com as políticas adequadas, podem dar importante contribuição para uma economia mais verde, desde que se consiga lidar com o seu descarte inadequado. 

Com isso, o novo estudo da OCDE, “Perspectivas Globais sobre Plásticos: Cenários de Política até 2060”, fornece possíveis soluções para os chamados plásticos de uso único.

Aqui se insere a importância da circularidade na bioeconomia. Isso porque, ela é o meio efetivo para solucionar os problemas de descarte incorreto de resíduos no mundo, tanto fósseis quanto os chamados ‘biobased plastics’. 

As alternativas de matéria-prima sustentável

Assim, é importante pontuar a existência de dois tipos de bioplásticos: os drop-in e os biodegradáveis

Os bioplásticos drop-in são materiais não biodegradáveis, idênticos aos seus homólogos fósseis, embora obtidos a partir de matérias-primas renováveis. 

Já os plásticos biodegradáveis são produtos em que o processo de degradação depende de condições ambientais específicas.

A Fundação Ellen MacArthur, para definir economia circular, utiliza o conceito o conceito de “4R”: redução, reuso, reciclagem e recuperação. 

Enquanto os dois primeiros estão mais relacionados à mudança de hábitos de consumo, os dois seguintes têm grande ligação com a reciclagem e a degradação sustentável. 

Importante destacar que enquanto alguns autores consideram a reciclagem dos plásticos drop-in e a decomposição dos plásticos biodegradáveis como soluções concorrentes, cada vez mais elas têm se mostrado como complementares.

Quando se fala de plásticos, temos desafios muito diferentes, desde, por exemplo, os painéis de carros, que serão utilizados por longos anos, até os plásticos de uso único. 

A solução do primeiro caso é muito mais simples. Isso porque, mesmo o plástico fóssil tendo requisitos desejáveis como o aprisionamento de carbono e o uso por um longo período. 

Já o segundo caso é muito mais complexo. A reciclagem, por vezes, tem logística cara e processo energético dispendioso, enquanto a biodegradabilidade depende de condições extremamente específicas.

Os requisitos da bioeconomia sustentável

O Brasil conta com décadas de experiência em bioeconomia, desde o advento do Proálcool nos anos 1970. 

Importante destacar que uma bioeconomia sustentável vai além de simplesmente trocar recursos fósseis por recursos biológicos. Requer insumos de baixo carbono, cadeias de suprimentos sustentáveis e tecnologias de conversão disruptivas. 

Tudo isso requer fontes de financiamento, e longos anos de pesquisa e desenvolvimento. 

Portanto, parece claro que, para se estabelecer uma “economia” baseada em recursos renováveis, é necessário que os modelos de negócios criados possam fornecer produtos com escala e custos competitivos (frente aos de fonte não biológica). 

Caso contrário, não se estabelecerá uma “economia”, mas sim nichos de mercado. Isto é, onde demandantes de alta renda estão dispostos a pagar prêmios por produtos diferenciados.

Pelo lado dos países em desenvolvimento, recentemente, o governo chinês anunciou o 14º Plano Quinquenal para o Desenvolvimento da Bioeconomia (2021-2025). Estipulando metas e ações para o desenvolvimento da bioeconomia aplicada a setores como: energia, química, agricultura e medicina. 

Nesse sentido, os países europeus têm sido rápidos em promover legislações que promovam suas indústrias, ao mesmo tempo em que diminuem os graus de liberdade das indústrias de países em desenvolvimento.

O Brasil dispõe de uma dotação de recursos que nenhum outro país tem. Mas para atingir esse potencial, é preciso um plano que coordene esforços de agentes públicos e privados. De modo a, disponibilizar inversões no montante requerido para o desafio proposto. 

Só assim será possível se criar essa “admirável nova economia” que integre a indústria química, a bioeconomia e a circularidade.

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Tampinha do Bem evita emissão de gases do efeito estufa

Vários municípios já receberam as ações da Tampinha do Bem, campanha de reciclagem de tampas plásticas de embalagens. Graças a iniciativa, em Atibaia e Campo Limpo Paulista, no interior de São Paulo, volumes acumulados de 27 toneladas de gás carbônico tiveram emissão impedida entre 2022 e abril de 2023. 

A princípio, o material recolhido passa por um processo de transformação do resíduo, realizado pela plataforma de economia circular, da Lar Plásticos. Assim, podendo ser reaproveitado, resultando na diminuição de CO2 na atmosfera.

Entre janeiro de 2022 e abril de 2022, foram coletados cerca de 10.859 kg de tampinhas de garrafa em pontos de coleta da cidade de Atibaia e cerca de 2.660 kg no município de Campo Limpo Paulista, segundo dados do setor de matéria-prima da Lar Plásticos.

Leia mais:

Nesse sentido, com o volume arrecadado, a transformação do resíduo sólido em insumo para a produção de novos artigos permitiu a não emissão de aproximadamente 0,6kg de CO2. Isto é, a cada quilo do material reciclado. 

Sobretudo, a conversão tem como base o estudo realizado pelo Centro de Tecnologia de Embalagens (CETEA) em parceria com o Compromisso Empresarial para Reciclagem (CEMPRE). 

Assim, além da destinação correta e reutilização do plástico pós-consumo, a iniciativa se apresenta como excelente alternativa para lidar com a questão do aquecimento global.

Preocupação com altas emissões de dióxido de carbono

Existe uma presença natural de dióxido de carbono em nosso planeta, essencial para a respiração de plantas e árvores. Mas, sobretudo, a verdadeira preocupação são os altos níveis de emissões produzidos pela queima de combustíveis fósseis em indústrias e automóveis.

Leonardo Marino, diretor industrial da Lar Plásticos, explica que: “Além da poluição do ar, a alta concentração de CO2 provoca a degradação ambiental. Bem como, mudanças climáticas ao longo dos anos. Por isso, a diminuição do gás por atividades humanas é uma meta global e deve ser um compromisso das indústrias”. 

Conforme o gestor, essa parceria com as prefeituras de Atibaia e Campo Limpo Paulista por meio do projeto Tampinha do Bem permite o envolvimento da população na causa ambiental. Assim, unindo a temática da reciclagem ao movimento contra o aumento do aquecimento global.

Com sucesso na campanha beneficente de inverno da Tampinha do Bem, o Fundo Social de Solidariedade (FSS) de Atibaia leva essa iniciativa como uma ação permanente desde 2021 em prol da população mais vulnerável ​​da cidade.

Marino finaliza dizendo: “Iniciativas como essa fazem parte da pauta ESG, que movimenta a sociedade e as empresas para um olhar que gera soluções para as demandas sociais, econômicas e ambientais”.

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