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Indústria com benefícios fiscais, Bioplástico de rápida degradação e Peças com plástico dos oceanos

Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. A Alerj aprovou quatro leis para benefício tributário. A resina é feita à base de vegetal, sendo amplamente usada em embalagens. A Kia pretende aumentar o uso de plástico reciclado em peças para seus produtos.

No Rio de Janeiro é aprovado benefícios fiscais para indústria do plástico

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Até 2032, a indústria do plástico do Estado do Rio poderá ter um regime tributário com imposto ICMS (Circulação de Mercadorias e Serviços) diferenciado.

Além disso, outros segmentos também terão benefícios tributários, como as indústrias químicas, do setor de embalagens de papel ou papelão, e de produtos de vidro.

A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio) aprovou em discussão única, quatro projetos de lei sobre o tema.

Com isso, os benefícios fiscais para as indústrias é o diferimento de ICMS.

Isto é, a postergação de recolhimento do imposto para tributação no destino em que forem exploradas as atividades econômicas.

Logo, as mudanças ocorrem nos casos de importação de máquinas, equipamentos, peças, partes e acessórios destinados ao seu ativo imobilizado, importação de matéria-prima e outros.

Sobretudo, a proposta também garante preferência às indústrias que se instalarem nos municípios cortados pelo Arco Metropolitana – Rodovia BR-493.

Sendo eles, Itaboraí, Guapimirim, Magé, Duque de Caxias, Nova Iguaçu, Queimados, Japeri, Seropédica e Itaguaí.

André Ceciliano, presidente da Alerj, destaca que atualmente o momento da economia fluminense é extremamente favorável ao desenvolvimento da área Arco Metropolitano.

O presidente explica que com o início da operação do Polo Gaslub, no município de Itaboraí, haverá uma abundante oferta de gás natural. “Sendo o gás um importante insumo utilizado pelos setores abrangidos pelo projeto”, concluiu.

Startup usa bioplástico que se degrada em 20 meses

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A startup chilena, BioElements, desenvolveu a fórmula de bioplástico batizada de BioE-8, uma resina com capacidade de degradação em período de seis a 20 meses.

De início, a resina é feita a base de vegetal, sendo usada em produtos como sacolas e embalagens.

Desse modo, essa pode se tornar uma alternativa sustentável e é nisso que a empresa vem investindo.

Por isso, a startup atua em oito mercados, nos Estados Unidos, no México, Colômbia, Peru, Chile, no Paraguai, em El Salvador e agora no Brasil.

Para 2022, a expectativa é de US$ 40 milhões em faturamento, um crescimento de 54% em relação a 2021, que teve US$ 26 milhões faturados.

Para Ignacio Parada, CEO da BioElements, a ideia surgiu quando o Chile decidiu proibir o uso de sacolas plásticas.

Além disso, a startup busca formar parcerias com universidades e instituições de pesquisa.

Nesse sentido, a primeira foi a Universidade do Chile, no Brasil, a BioElements conta com a (UFRJ) Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A empresa veio para o Brasil pela posição geográfica e pelo potencial de mercado, como destaca o CEO da empresa.

Parada diz: “A ideia é que o Brasil se torne o país mais importante para a BioElements, considerando o interesse que existe pela empresa”.

Por fim, conclui destacando: “Queremos nos tornar um parceiro para a indústria, para o e-commerce e o varejo. Acreditamos que será uma aliança muito boa”.

Plástico dos oceanos vira peças automotivas 

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A Kia firma parceria com a The Ocean Cleanup, que recolhe plástico dos oceanos. Os resíduos fornecidos pela organização, serão utilizados no processo de fabricação dos modelos da Kia.

A organização desenvolve e promove tecnologias que visam recolher o plástico dos oceanos.

Assim, a fabricante sul-coreana, com essa parceria, espera contribuir para um futuro mais sustentável.

De início, a empresa irá ceder quatro veículos elétricos – um EV6 e três Niro EV – à organização.

Para a Kia, a parceria é de enorme importância, já que a marca planeja aumentar sua porcentagem de reutilização de plástico para 20% até 2030.

Para a organizar, a empresa irá prestar apoio financeiro às operações de remoção de plástico dos oceanos e a construção de vários dispositivos interceptor.

Por exemplo, filtros criados pela organização que capturam e extraem objetos de plástico das águas fluviais, evitando que cheguem aos oceanos.

Por fim, pretende criar um sistema de circulação de recursos, que evite que o plástico recolhido acabe novamente no mesmo lugar.

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