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[COVID-19]: Indústrias se organizam para continuar com o trabalho

O COVID-19 mudou a operação das indústrias, que se mostra adepta a novas medidas para o trabalho

Devido ao cenário atual, e muito discutido nos últimos dias, o coronavírus tem causado impactos no mercado e na indústria como um todo. O Bovespa subiu 0,46% estando com 73.766 pontos. A moeda norte-americana teve um aumento de 2,10%, sendo vendida a R$5,15.

Para o diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), Christopher Mendes, a alta do dólar afeta a economia como um todo, e a indústria do plástico não fica imune. “Na importação o efeito é maior e mais perceptível, pois, o câmbio mais alto encarece o valor de máquinas, equipamentos, peças de reposição, componentes e matéria prima”, destaca.

Mendes diz que quanto à exportação, é um grande engano pensar que o valor do dólar em alta, fera mais reais ao exportador, pois nenhuma máquina brasileira é composta 100% de itens nacionais. “Mesmo a máquina sendo nacional, ela é composta por componentes elétricos, eletrônicos, hidráulicos e pneumáticos importados que chegam ao país com frete pago em dólar. Em relação ao transformador de plástico, a questão não se refere apenas aos insumos importados, mas também aos insumos nacionais”, explica.

Para ajudar no combate ao COVID-19 diversos setores da indústria buscam formas de ajudar, priorizando a fabricação de álcool em gel, ou doações em dinheiro ao SUS.

Até o momento do fechamento da reportagem, as secretarias estudais de saúde contabilizam 4.360 infectados em todos os estados. A Argentina em foco de combater a disseminação, prorrogou a quarentena obrigatória até 12 de abril. A China conseguiu desacelerar o avanço da pandemia em seu território.

Consequências no mercado industrial

Para a gerente nacional de vendas, da Pro-Color Elisangela Melo, o COVID-19 trouxe impactos como clientes com paradas de fábrica, solicitação de prorrogação de títulos, que impacta no fluxo do caixa, e cancelamento de pedidos justamente pelas paradas. “Desde o início do agravamento da pandemia, estamos buscando equilibrar as ações visando proteger nossos colaboradores e atender os nossos clientes da melhor forma possível”.

Elisangela ainda destaca “estamos cautelosos e preocupados com o cenário econômico e pressão de preços com o aumento de custos. Há falta de matérias-primas e muitas dúvidas. Nossa previsão é que em abril a situação se agrave, e maio não conseguimos prever. Também temos a preocupação com o crédito com o possível agravamento da situação financeira. As vendas devem ficar comprometidas e o impacto no planejamento do primeiro semestre será em ordem não prevista”, finaliza.

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