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A produtividade do trabalho na indústria de transformação caiu 2,8% em 2022, na comparação com 2021, é o que aponta a pesquisa da CNI.

Segundo a Produtividade do Trabalho na Indústria, essa foi a segunda maior queda anual da série histórica do indicador – iniciada em 2000 – e fez de 2022 o terceiro ano consecutivo de queda no dado, que retorna a um patamar próximo ao observado em 2014.

O levantamento sugere que esse resultado negativo se deve, em grande parte, às interrupções nas cadeias produtivas devido à pandemia de covid-19 e à guerra na Ucrânia.

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No ano passado, o indicador ficou 7,9% menor que o nível pré-pandemia. A produtividade do trabalho na indústria de transformação é a razão entre o volume produzido e as horas trabalhadas na produção.

A gerente de Política Industrial da CNI, Samantha Cunha, avalia que: “No período, as horas trabalhadas cresceram, enquanto a produção ficou praticamente estagnada, resultando na queda". 

Ela ressalta "A expectativa de recuperação da economia, apesar das dificuldades, faz com que as empresas decidam por não dispensar seus trabalhadores ou até mesmo contratar mais, mesmo que isso não resulte em aumento da produção no curto prazo”

Queda na produtividade da indústria brasileira

Produtividade do trabalho efetiva

A produtividade do Brasil caiu 9% entre 2019 e 2021. Isso porque, o indicador ainda compara a produtividade brasileira com a média dos seus dez principais parceiros comerciais – Reino Unido, Coreia do Sul, Argentina, Holanda, Estados Unidos, México, Itália, Alemanha, Japão e França.

O relatório reverteu a trajetória de crescimento observada entre 2011 e 2019, e desde então registra quedas.

O desempenho registrado pelo Brasil foi o mais fraco, praticamente empatado com a França, com perda de 5,2% de produtividade entre 2019 e 2021. 

Entre os 11 países analisados, só o Brasil, a França e o Japão ainda apresentam produtividade abaixo do nível pré-pandemia.

Desde o início da série (2000-2021), a produtividade efetiva acumula queda de 23%. No mesmo período, a produtividade da indústria de transformação brasileira cresceu 9,2%, à frente apenas do crescimento da indústria manufatureira japonesa (4,8%). 

Assim, todos os 11 países analisados registraram alta no mesmo período. Os maiores aumentos foram observados na Coreia do Sul e no Reino Unido. Os países conseguiram mais do que dobrar a produtividade de seus trabalhadores, com alta de 132,2% e 127%, respectivamente.

Segundo Cunha, esse indicador mostra que mesmo quando a produtividade do Brasil cresce, o país pode perder competitividade frente aos parceiros que apresentam um desempenho melhor que o dele. 

Para ela, em análise, a produtividade do Brasil caiu 23% desde 2000 em relação aos 10 concorrentes. “As dificuldades do contexto global afetaram todos os países, mas foram mais sentidas pelo Brasil, que teve o pior desempenho". 

Cunha ainda finaliza: "Superadas as dificuldades conjunturais, a recuperação da produtividade passa pela criação das condições para a retomada dos investimentos”.

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Madeira de PVC

Madeira de PVC, Loja de plástico e 50% de reciclados

Vários materiais que imitam a madeira e podem substituir seu uso dentro e fora de casa são de origem plástica. Assim, tornando possível evitar o corte de árvores, as empresas desse segmento buscam ser mais sustentáveis ​​implementando programas de logística reversa. Isto é, escolhendo as matérias-primas certas.

Um exemplo disso, desde 2018, a fabricante de pisos vinílicos Tarkett recebe de volta pedaços de pisos que sobraram das instalações e reinsere-os na sua cadeia produtiva, por meio do programa Restart. 

A princípio, até o ano passado, foram recolhidas 135 toneladas de sobras de pisos, que iriam para aterros sanitários, explica a gestora do programa, Vanessa Costa.

O material predominante nos pisos é o PVC. 

Costa afirma que: "das placas e réguas de piso vinílico, de uso residencial, compradas para uma aplicação, cerca de 3% vão sobrar". 

Entre as mantas, de uso comercial, essa parcela pode bater 30%, a depender da paginação.

Sobretudo, o programa está em fase de aceleração e, segundo Costa, a dificuldade é conseguir a colaboração de revendedores e instaladores. 

Atualmente, 40 revendedores participam da iniciativa, em um universo de 1,3 mil. Temos muito espaço para crescer.

Loja de plástico

Duas lojas da rede da Localiza Seminovos foram construídas com o mesmo sistema tecnologia usada pela TETO para construir as moradias Semente Eco Sustentável. 

A princípio, desenvolvido pela empresa Fuplastic, o método de construção modular usa blocos de polipropileno reciclado. Os blocos se encaixam como peças de brinquedos de montar.

Nesse sentido, cada loja ajuda a dar um destino ambientalmente responsável a mais de 2 toneladas de resíduos plásticos. “Além de não gerar resíduo, o método ainda recicla um material que, segundo dados recentes do Pacto Global da ONU, poderia chegar aos oceanos. O estudo aponta que 1/3 do plástico produzido no Brasil corre o risco de ter os mares como destino”, afirma Daniel Linhares, diretor de Gente da Localiza&Co.

Sobretudo, os blocos são feitos a partir da reciclagem de embalagens, brinquedos, peças de automóveis e utensílios como copos e cadeiras, entre outros resíduos de polipropileno.

O tijolo dispensa o uso de tinta, gesso e cimento, reduz em 90% o consumo de aço e evita desperdícios.

Bem como, ainda diminui em 70% o tempo de implantação da loja por ser um método construtivo industrial, com módulos padronizados que são previamente planejados, fabricados e montados.

50% de reciclados

Em mais uma ação de destinação correta, a gigante de alimentos Nestlé anuncia que suas bebidas prontas em garrafinhas trarão nas embalagens 50% de plástico reciclado. 

A princípio, a meta é chegar a 100% de conteúdo reciclado nas garrafinhas dentro de dois anos.

Assim, com mais de mil toneladas de plásticos recuperados sendo transformados em novas embalagens, que trarão nos rótulos informações da inovação. 

A investida vai ao encontro do objetivo da Nestlé de reduzir 1/3 do plástico virgem das embalagens até 2025 e ter 100% das embalagens desenhadas para se reciclar e/ou reutilizadas.

Segundo Taissara Martins, head de ESG de Cafés e Bebidas da Nestlé Brasil, desde 2019, a empresa possui o Projeto RE, que tem como premissa reduzir, recriar e repensar aspectos-chave das operações. 

Ela destaca que: "A ideia é educar o público, além de apoiar o desenvolvimento da cadeia de reciclagem e a economia circular”.

Isso porque, atualmente, o percentual de embalagens desenhadas para a reciclagem e/ou reutilização é de 98%. “Esses produtos recebem a comunicação do RE, garantindo que a embalagem pode se descartar com outros materiais recicláveis ou reutilizados", completa.

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Segundo Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, o setor industrial está preocupado com a quantidade de isenções previstas no texto da reforma tributária, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e tramita agora no Senado.

Isso porque, segundo ele, quanto mais isenções o setor tiver, maior será a alíquota. “Saúde é preciso (isenção), educação é preciso, mas tem que ter limite”, durante o evento “Reflexões sobre a Reforma Tributária”, na sede da FGV no Rio de Janeiro.

Além disso, ele também lembrou que o sistema tributário atual penaliza mais o setor industrial do que outras atividades econômicas, prejudicando investimentos. “Nós pagamos (imposto) antes de começar a produzir”, afirma o presidente da CNI.

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Andrade aponta que a reforma pode não ser o sonho de cada um, dificilmente será, mas é necessária para que haja mais equilíbrio. “Nós precisamos fazer com que haja mais equilíbrio”, completa ele.

Reforma Tributária: A isenção de impostos preocupa a indústria?

Contribuição para o debate

Para o debate da reforma tributária no Senado Federal, Andrade ressalta que há três preocupações da CNI: direito de criação de alíquotas e taxas para cobrança de fiscalização pelos Estados, isenções e o imposto seletivo.

Ele afirma que: “Nós temos preocupação com três pontos: o direito dos governos estaduais de criar alíquotas e taxas para cobrança de fiscalização, sem definir o máximo, um teto. Outra preocupação é com as isenções. Pode ter algumas como saúde, educação, mas temos que ter um limite. E também o imposto seletivo”.

Em sua apresentação no evento, reforçou críticas à complexidade da tributação brasileira – pois “não se pode explicar para estrangeiros”.

Bem como, a concentração da tributação sobre a indústria, que representa 23% do Produto Interno Bruto (PIB), mas responde por 34% da arrecadação dos impostos federais. 

Nesse sentido, ao comentar a carga tributária média do setor de serviços, entre 18% e 19%, ele citou que muitos são consumidos pela camada mais rica da população.

Assim, “precisamos que haja mais equilíbrio. É claro que saúde, educação, transporte público não podem pagar mais. Mas quem consome mais serviços é a parte mais rica da população”, conclui.

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Em colaboração com seus clientes e parceiros, a multinacional suíça Buhler, se comprometeu a ter soluções prontas para multiplicar até 2025. O objetivo é reduzir, em 50%, a energia e os resíduos em todos os setores e em escala global. 

A princípio, a companhia também desenvolveu um caminho para alcançar uma redução de 60% das emissões de gases com efeito de estufa nas suas operações até 2030. Ou seja, atendendo os âmbitos 1 e 2 do Protocolo de Gases de Efeito Estufa, em relação a uma linha de base de 2019.

Segundo Thomas Bischof, Head Global de Desenvolvimento de Negócios Alimentos de consumo no Grupo Buhler, a empresa apoia seus clientes em todas as etapas de sua jornada. “Desde a ideia de projeto, concepção, até o desenvolvimento do produto, desenvolvimento e entregamos as soluções, seguimos juntos com os serviços e manutenção das linhas”.

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Ele afirma que: “Não apenas propomos soluções que abordam questões-chave de sustentabilidade, segurança alimentar e tendências de consumo, mas também inspiramos nossos clientes a inovar”. 

Como a Buhler pretende impulsionar um futuro inovador e sustentável?

Serviços que impulsionam a eficiência energética e de recursos

Aumentar a capacidade, reduzir custos e melhorar a segurança dos alimentos para consumo humano e animal são funções essenciais dos serviços. É o caso das soluções PastaPro, serviço de processo digital da Bühler que regula a água na produção de massa. 

Sobretudo, ele aborda as flutuações de umidade nas matérias-primas e garante uma qualidade consistente do produto que entra no processo de secagem em tempo real. 

Além disso, o DryingPro Moisture Control é outro exemplo de serviços digitais que tem um impacto positivo.

Isso porque, o serviço melhora a eficiência energética ao fazer ajustes corretos no controle do secador de forma rápida e confiável.

Liderando o caminho em alternativas à base de plantas

As proteínas vegetais têm sido parte da solução quando o tema é alimentar de forma sustentável uma população global que deverá atingir os 10 mil milhões até 2050. 

Christoph Vogel, Chefe da Unidade de Negócios de Nutrição Humana do Grupo Buhler, destaca que: “Há muito tempo que atuamos no campo das alternativas à base de plantas, antes de o mercado experimentar o boom. Trazemos esse conhecimento e tecnologia de ponta para atender às necessidades dos clientes”.

Assim, a Buhler oferece uma gama completa de soluções para a cadeia de valor da proteína, do feijão ao hambúrguer. 

Contudo, o cliente também pode testar novos produtos, formatos, receitas, texturas, sabores, tecnologias e otimizar o processo de produção em um dos centros de aplicação da Bühler em todo o mundo.
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Na edição do World Plastic Connection Summit, que aconteceu em Barueri, São Paulo, players do setor plástico conheceram as novidades do setor e as nuances do mercado árabe na região.

A princípio, esse é considerado o principal evento brasileiro do setor de plásticos com foco internacional. Ele é realizado pelo programa Think Plastic Brazil, levado adiante pelo INP (Instituto Nacional do Plástico) e a Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) para internacionalizar o segmento.

Segundo Carlos Moreira, gerente de projetos do Think Plastic Brazil, o objetivo principal do evento é destacar o Brasil como um dos principais players globais do processo de internacionalização da indústria dos plásticos.

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Isto é, “através das palestras vamos mostrar que o setor do plástico está preocupado em ser sustentável e que investe pesado na parte social”, disse Moreira.

Sobretudo, a terceira edição do World Plastic Connection Summit abordou as demandas de sustentabilidade na área. Bem como, os cases que são sucesso no setor, a economia circular em uso, a competitividade, os desafios do setor e o design dos produtos.

O que rolou no World Plastic Connection Summit?

Comércio Árabe-brasileiro no evento

De acordo com Moreira, o mercado árabe é bastante receptivo ao plástico brasileiro e ainda há espaço para muitos negócios serem feitos. “Em novembro de 2018 fiz a primeira missão no mercado árabe em prol do plástico. Começamos pelo Catar e tivemos algumas agendas, e depois estendemos para os Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã”.

Ele ainda conta que na época eram duas as empresas que exportavam para o Oriente Médio e que entre os produtos vendidos estavam reservatórios de água. 

No entanto, com a chegada da pandemia, os compradores árabes, que importam plástico principalmente da China e da Europa, se adaptaram e passaram a fazer negócios de forma online também com os brasileiros. 

As negociações aumentaram entre os dois mercados e atualmente existem 22 empresas do Brasil exportando para países árabes como Arábia Saudita, Egito e Iêmen.

Sobre esse tópico, o World Plastic Connection Summit recebeu Silvana Gomes, diretora de Marketing e Conteúdo da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, que palestrou sobre essa perspectiva.

Na ocasião, Gomes mostrou que para agradar esse mercado o setor do plástico brasileiro precisa fazer produtos sofisticados e minimalistas. 

Além disso, a diretora contou que os compradores árabes, formados em sua maioria por jovens, se conectam mais do que os brasileiros. Bem como, são cultos, falam inglês muito bem e a região passa por processo de automatização intensa. 

Ela também disse que esse público quer ser globalizado e apresenta diferentes tipos de poder de compra.

Gomes destaca ainda que as empresas brasileiras também precisam ter atenção para atender os estrangeiros que vivem nos países árabes, como Catar e Emirados Árabes Unidos. “Mais de 70% das populações das duas nações é formada por estrangeiros. Por conta disso, se a marca esperar que só vai vender para os locais, não terá sucesso”, completa Silvana.

Demais atrações do evento

Nos primeiros dias do World Plastic Connection Summit aconteceram os lançamentos do International Color Trend 2024. O Color Trend traz as tendências de cores do mercado plástico.

Além disso, teve também o Yearbook 2023, que apresenta informações das 190 empresas brasileiras associadas ao Think Plastic Brazil. “Com a apresentação do International Color Trend 2024 queremos mostrar que estamos preparados para oferecer nosso material para o mundo”, disse Moreira.

Nos dias seguintes aconteceu o projeto comprador com mesa de negociação e ampla área de networking. 

Bem como, teve visitas técnicas às plantas de empresas associadas ao programa Think Plastic Brazil. 

De acordo com Moreira, as próximas edições do World Plastic Connection Summit devem ser ainda maiores. “O principal objetivo é colocar o summit no calendário dos principais players do mercado. Queremos capacitar as empresas e mudar o mindset (mentalidade) delas”, completa Moreira.

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Entre os dias 21 e 22 de setembro, a Academia da Alta Performance, realizará a “Imersão Liderança Transformadora”, um evento focado em treinar líderes e aspirantes a líderes de qualquer nível, que acontecerá no Sumaré Park Hotel, em Sumaré, São Paulo.

A princípio, a imersão proporcionará conhecimento dos principais pilares da liderança para engajar e inspirar equipes de forma objetiva e prática. E será guiado pelos treinadores Vanessa Domingues, Karina Almeida e Alex Rosseti.

Segundo Vanessa Domingues, fundadora da Academia da Alta Performance e treinadora comportamental, esse treinamento surge a partir do cenário de mudança que a liderança vem passando. “A liderança enfrenta muitas mudanças, e principalmente depois da pandemia surgiram novos conceitos de liderança, o objetivo é apresentar esses novos conceitos para os líderes que buscam a alta performance”, explica.

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Nesse sentido, o evento se destina para públicos que são colaboradores (líderes) das indústrias plásticas ou usuários. Isto é, sejam diretores, gerentes, coordenadores, entre outros, “desde que sejam cargos de liderança ou que almejam ter esse cargo”.

Estou bastante curiosa para ver qual será o resultado dessa imersão, já que será um treinamento de alto impacto, afirma a treinadora.

Academia da Alta Performance promove treinamento para liderança transformadora

Tópicos abordados durante o evento 

De acordo com Domingues, durante os dois dias de evento será trabalhado tópicos como a Jornada do Herói; o Novo Conceito de Liderança; De Onde Vem Sua Liderança; Quebra de Crenças Limitantes, que te impede de avançar e gerar resultados; alinhamento de níveis neurológicos, entre outros.

Para ela, o essa imersão da Academia da Alta Performance de fato revolucionaria a visão e atuação de líderes nas indústrias. “Nós usamos a metodologia vivencial de aprendizagem, que faz uma conexão muito grande com o público. Assim, os participantes sairão preparados para aplicar e exercer uma liderança transformadora”.

A cerca de 20 anos, Vanessa Domingues trabalha com embalagens plásticas flexíveis e é especialista em processos de produção, estruturas monocamadas, coextrusadas e laminadas.

Desde então, ela desenvolve e treina pessoas que buscam mais conhecimentos neste segmento e também buscam uma nova carreira.

Assim, coordena palestras durante o evento. Além dela, Karina Almeida e Alex Rosseti entram como palestrantes.

Karina Almeida é formada em relações internacionais e tem pós-graduação em gestão comercial. Bem como, tem estudos voltados para neurociências e terapia de reintegração Implícita, cérebro e alta performance.

Dessa forma, sua participação irá trazer um impacto transformador na mentalidade e forma como é enxergado resultados.

Já Alex Rosseti é CEO do grupo Rosseti Educacional e apaixonado pelo comportamento humano e desenvolvimento de alta performance. 

Assim, participa de forma a apresentar técnicas comportamentais, auxiliar pessoas que não tem muito conhecimento de suas manias, comportamentos e crenças limitantes que de fato impedem a conquista de uma colocação no mercado de trabalho.

Está no DNA da Academia

Domingues pontua que toda essa colaboração para o progresso industrial é do DNA da Academia da Alta Performance.

Isso porque, segundo ela, a Academia não é apenas uma plataforma de aprendizado; “é um trampolim para o crescimento do seu negócio”. 

Para ela, ao investir no desenvolvimento de líderes, a indústria não apenas constrói competências, mas também desbloqueia oportunidades que impulsionam a inovação, liderança e retenção de talentos. “Não perca a chance de fortalecer seu negócio e suas equipes com o poder da Academia. Junte-se a nós nessa jornada de crescimento e sucesso”.

Imersão Liderança Transformadora

Data: 21 e 22 de setembro.

Local: Av. Vereador Antônio Pereira de Camargo Neto, 303 - Jardim Dall'Orto - Sumaré - SP.

Realização: Academia da Alta Performance

Inscrições para participar clicando aqui.

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Fornecendo polímeros para diversos setores industriais, como construção civil e moveleiro, a Mil Plásticos produz 150 toneladas de grânulos plásticos por mês. Na sede da empresa. Damiano Neto, ministro do Desenvolvimento Econômico e Turismo, e o vereador Gérson da Farmácia (MDB), foram ver de perto o crescimento exponencial da companhia.

Durante o encontro, o casal Fabiana Cabrera Alves e Manoel Traballi, proprietários da empresa de reciclagem e transformação, mostraram os serviços de separação de materiais nas esteiras, lavagem, moagem e extrusão.

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Segundo Damiano Neto, a organização da empresa e a colaboração dos empresários têm ajudado a preservar o meio ambiente, gerar empregos e fortalecer a economia. “Com muita alegria estamos acompanhando, ao lado do vereador Gerson, o crescimento da empresa Mil Plásticos em área institucional. Assim como, o uso da tecnologia para a transformação do material a ser reutilizado pelas indústrias, e principalmente por empregarem mais de 30 funcionários”, ressalta.

Empresa de plástico se destaca por crescimento de produção

Atuação da empresa no mercado de plásticos

Manoel Taballi relatou a trajetória profissional, desde os 14 anos atuando no ramo plástico.

Bem como, a evolução da empresa, atualmente com duas unidades, e uma planta fabril de 6 mil metros quadrados, além de falar dos planos de expansão.

Nesse sentido, Traballi afirma que a produção mensal da Mil Plásticos é de 150 toneladas de plásticos granulados “para atender nossos clientes dos setores industriais de calçados”.

Assim como, os de brinquedos, acessórios, decorativos, construção civil, peças de motocicletas e móveis. “Agora, nosso plano de expansão é agregar a transformação de bags e sacarias”, projeta Traballi.

Sobretudo, a empresa utiliza transporte próprio para entregas do material nos estados de São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Minas Gerais e fretado para outros estados.

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Plástico de abacaxi

Plástico de abacaxi, Inseto e Coleta para reciclagem

Pesquisadores da Tailândia e da Malásia desenvolveram uma maneira de produzir filmes plásticos a partir do amido do caule do abacaxi.

Essa iniciativa, além de barata, é sustentável. Os cientistas desenvolveram um plástico que pode servir em embalagens de alimentos, como frutas e vegetais.

A princípio, a pesquisa foi liderada pelo professor Taweechai Amornsakchai, da Universidade Mahidol. O estudo, publicado na Membranes, explica que o principal ingrediente utilizado é o amido com alto teor de amilose extraído dos caules do abacaxi.

Sobretudo, o amido desempenha o papel de matriz para o material, sendo enriquecido com aditivos como glicerol e ácido cítrico, que aprimoram sua flexibilidade.

Com um teor constante de glicerol de 25%, os pesquisadores realizaram experimentos variando os níveis de ácido cítrico de 0% a 15% em relação ao peso do amido.

Adicionalmente, os filmes plásticos apresentaram propriedades notáveis de resistência à água e a capacidade de se selarem por calor, à semelhança dos filmes plásticos convencionais.

Para evidenciar a viabilidade do filme para aplicações de uso único, uma embalagem exemplar de único uso foi com sucesso demonstrada, enfatizando sua praticidade e versatilidade.

Plástico feito com resto de inseto

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Pesquisadores da Universidade do Texas estão apostando no uso de insetos (mais especificamente, moscas-soldado) como fonte de substâncias químicas para produzir plásticos biodegradáveis.

Isso porque, os cientistas observaram que as carcaças de moscas-soldado contêm quitina, um polímero que oferece variadas aplicações.

Assim, o polímero é biodegradável e não tóxico, fortalecendo o exoesqueleto de insetos e crustáceos. A pesquisa purifica a quitina extraída das carcaças dos insetos para então usar na fabricação de plástico.

Sobretudo, o pó de quitina proveniente das moscas-soldado-negras se destaca notavelmente por sua pureza. Além disso, ele não tem a coloração amarelada e a textura características dos produtos tradicionais.

Após a extração, a quitina é submetida a um processo de purificação criterioso. Em seguida, converte-se a em quitosana. Surge, assim, a base fundamental para a produção de bioplásticos altamente funcionais.

Isso inclui, por exemplo, hidrogéis super absorventes, projetados para absorver água de maneira eficiente. 

Nesse sentido, a biodegradabilidade do hidrogel possibilita a liberação gradual de seus componentes moleculares, enriquecendo o solo como nutrientes para as plantações.

Coleta para reciclagem

A Sprite tem desenvolvido um projeto que já coletou mais de 5 toneladas de resíduos em praias, rios e lagoas pelo Brasil.

A iniciativa, que teve início em novembro de 2022, recolhe resíduos em grandes mutirões de limpeza – com milhares de voluntários envolvidos – em seis cidades brasileiras: Rio de Janeiro (RJ), Manaus (AM), Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA) e Santos (SP).

Cada município recebe pelo menos quatro ativações de mobilização, conscientização e coleta de lixo ao longo de um ano, em parceria com a Coca-Cola Brasil e a Blue Keepers, ambas vinculadas à plataforma de ação Pacto Global pela água e oceanos (Nações Unidas).

A princípio, os mutirões ainda têm ajuda de ONGs que desenvolvem localmente um trabalho de reciclagem e/ou limpeza das águas para destinar os resíduos coletados. 

São elas: Instituto Fundo Limpo (Salvador), Nossa Iracema (Fortaleza), Instituto Eco Faxina (Santos), Remada Ambiental (Manaus) e SOS Lagos (Rio de Janeiro).

Assim, o projeto contribui para uma meta da Coca-Cola de reduzir significativamente seu impacto na natureza. 

Já que a companhia quer reciclar o equivalente a cada lata e garrafa vendida em todo o mundo até 2030, além de incorporar 50% desse material reciclado nas novas embalagens PET até 2025.

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Por Carlos Rodolfo Schneider, empresário

O Brasil é um país que tem crescido pouco e de forma errática. A evolução da renda per capita deixa isso claro. Segundo dados do Banco Mundial, de 1980 a 2019, o crescimento acumulado da renda per capita na América Latina foi de 74%, nos EUA, de 95%, nos países do Sudeste Asiático, de 342%, e no Brasil de apenas 34%. Realmente não temos o que comemorar nesse cenário.

De outro lado, observamos aqui o mais intenso processo de desindustrialização do planeta. De acordo com o Banco Mundial, a participação da indústria de transformação no PIB caiu de 21,83% para 10,33% no Brasil, no período de 1991 a 2019. 

Na Europa o recuo foi de 18,91% para 15,33%. No Leste da Ásia, de 24,32% para 22,64%. Sobretudo, sabemos que os países que passam de um estágio de renda média para um de renda alta enfrentam um processo natural de redução da participação da indústria na economia em função da alteração do perfil do consumo da população, que passa a demandar mais serviços. 

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Isso porque, se trata de um processo gradativo e suave como o da Itália que caiu de 19,09% para 14,88% no período.

Bem como, da Suíça, que foi de 19,74% para 17,92%, do Japão, de 23,46% para 20,05%, e da Alemanha, de 24,84%para 19,55%. 

Na América do Sul, e mais acentuadamente no Brasil, tivemos um processo muito mais forte e prematuro. Uma vez que, a indústria saiu de cena antes de o país alcançar o nível de renda alta. 

Isto é, significa que não é a mudança do perfil da demanda que está fazendo recuar a indústria e sim a competitividade da economia, que diminui a capacidade da nossa manufatura de disputar mercados. 

Como a indústria colabora para o crescimento da economia brasileira?

Brasil vive baixa competitividade em posição desconfortável

Apesar de uma pequena melhora recente, os rankings de competitividade internacional têm classificado o nosso país numa posição nada confortável. 

A CNI, por exemplo, faz um levantamento do nosso potencial competitivo comparado ao de 17 países, cuja indústria compete mais diretamente com a nossa. 

No levantamento de dezembro de 2022 ganhamos uma posição, passando do penúltimo para o antepenúltimo lugar. 

A princípio, o nosso pior desempenho está nos quesitos financiamento, tributação, ambiente macroeconômico, ambiente de negócios, infraestrutura e logística e mão de obra. É o conhecido Custo Brasil, uma bola de chumbo amarrada nos pés da indústria. 

A carga tributária mais elevada entre os países em desenvolvimento (32,5% do PIB contra média de 24,1% nos demais países do ranking), sistema de impostos caótico, insegurança jurídica, excesso de burocracia, infraestrutura altamente deficiente, baixa qualidade da educação (não por falta de investimento, mas por alocações inadequadas), comprometem a nossa produtividade e capacidade de inovação.

Medida para reajustar a órbita econômica

A Reforma Tributária que tramita no Congresso Nacional busca resolver ou amenizar o nosso manicômio tributário, o mais complexo, confuso e ineficiente regramento de impostos que existe. 

Se conseguirmos, será um grande avanço. Porém, não esqueçamos que para encaminhar a principal preocupação dos empresários, e certamente também da sociedade, que é a redução da carga tributária, temos que fazer a Reforma Administrativa e perseguir a eficiência da administração pública. 

No momento em que se discutem no país novas regras para buscar o equilíbrio das contas públicas, condição para que a economia possa voltar a crescer de forma mais consistente. Bem como, para que se aumente o PIB potencial, devemos olhar as boas experiências de outros países. 

E elas não deixam dúvidas de que aqueles que buscaram o equilíbrio fiscal e a retomada do crescimento pela redução e pelo aumento da eficiência do gasto público foram muito mais bem-sucedidos.

Isto é, quando comparado com os que tentaram o caminho mais fácil do aumento dos dispêndios e da arrecadação. 

Os primeiros tiveram trajetórias mais modestas no início, mas consistentes e aceleradas depois. Os segundos têm escrito histórias de voos de galinha.

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Uma nova moeda digital brasileira foi oficialmente anunciada pelo Banco Central, a Drex. Anteriormente conhecida como real digital, a moeda possui o objetivo de fomentar a criação de negócios inovadores e proporcionar à indústria e ao mercado um acesso mais equitativo às vantagens da economia digital.

A princípio, a sua implementação está em etapa de experimentação desde março, com simulações programadas para setembro deste ano. 

Nesse sentido, o lançamento oficial da moeda digital deve ocorrer no fim de 2024 ou no início de 2025.

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Bancos centrais de nações como China, Suécia e Estados Unidos já se usufruem dessa evolução. O objetivo é reformular o método pelo qual o Brasil produz cédulas, considerando que o modelo atual, centrado na impressão, apresenta custos significativos. 

Drex: o novo real digital pode impactar a indústria?

O que é Drex?

O Drex é, sobretudo, uma representação digital do real físico, com operação e supervisão sob a chancela do Banco Central e a segurança do blockchain. 

Nesse sentido, a moeda digital mantém paridade com o real, adotando a relação de 1 para 1 (R$1 = RD$1). Assim, distinguindo-se das criptomoedas tradicionais pela natureza centralizada e mais transparente.

Assim como o PIX, o Drex segue a tendência global de digitalização financeira para melhorar a eficiência e a continuidade das transações. 

No entanto, embora represente uma evolução digital do real, é vital reconhecer que o Drex não sinaliza o fim iminente das moedas físicas tradicionais. 

Os objetivos são minimizar os custos de transação, potencializar a eficiência de pagamentos e catalisar inovações financeiras. 

Além disso, o Drex contribuirá para uma rastreabilidade maior nas transações, ajudando na mitigação de atividades ilícitas.

Um destaque importante entre o Drex e o real tradicional é a entidade garantidora. 

Enquanto depósitos convencionais são assegurados por bancos individuais, o Drex é diretamente garantido pelo Banco Central. Isso proporciona aos usuários uma conexão mais direta e confiável.

Diferença entre Drex e o PIX

Drex e PIX têm propósitos distintos. Isso porque, o PIX serve como uma plataforma para pagamentos instantâneos, priorizando a velocidade na transferência de fundos entre contas. 

Já o Drex é a versão digital do real brasileiro, funcionando como uma moeda digital. Assim, enquanto o PIX é uma ferramenta para movimentar dinheiro, o Drex é o próprio dinheiro em formato digital.

Com o Drex, comerciantes, empreendedores e a indústria no geral terão inúmeras oportunidades com sua introdução, dada a agilidade e eficácia das transações. 

Além de automatizar e agilizar processos, os contratos digitais (smart contracts) vão agilizar as negociações e reduzir a necessidade de intermediários, tornando-os atrativos para as empresas.

Contudo, os negócios não deverão precisar de grandes mudanças tecnológicas para o uso diário do Drex. 

Apenas os bancos, que deverão se conectar ao sistema de blockchain do BC e traduzi-las para o consumidor final. 

No entanto, apenas com o uso prático da ferramenta, serão avaliadas de fato as dificuldades dos empreendedores com a tecnologia.

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