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Imerys apresenta novidades para Expobor 2024

Na Expobor 2024, a Imerys, líder mundial em soluções minerais, irá destacar sua vasta gama de minerais aditivos de alta performance. Incluindo carbonato de cálcio natural e ultra fino revestido, caulim, mica e wollastonita, todos com aplicabilidade na indústria de borracha na América Latina. 

Logo Imerys

Além disso, a empresa apresentará um estudo comparativo de desempenho entre quartzo e wollastonita em borracha de silicone, reforçando seu compromisso com a inovação e aprimoramento contínuo de seus produtos

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Para uma apresentação dedicada ao congresso ABTB, o departamento de S&T, apresentará o estudo intitulado "Performance application study comparing Quartz to Wollastonite in MVQ rubber". A princípio, um dos objetivos da apresentação está em demonstrar a indústria o aprimoramento a partir da utilização de minerais na indústria de borracha. Sobretudo comparando o desempenho do quartzo com a wollastonita em borracha de silicone (MVQ).

Nesse sentido, uma das principais inovações que a Imerys trará para a Expobor 2024 é a wollastonita, um mineral de morfologia acicular que oferece excelente resistência mecânica, estabilidade térmica e brilho. 

De acordo com o Gerente de Venda Marcius Vinicius Garcia da Silva, e o Gerente Técnico Rafael Ramalli da Silva hoje a wollastonita está emergindo como um dos principais substitutos do quartzo nas formulações. Isso acontece devido a sua característica morfológica e ausência da sílica em sua composição.

Assim, os gerentes explicam: “Como a Wollastonita, a Imerys tem apresentado diferentes grades de caulim, produto amplamente utilizado nas composições de borracha. Isso acontece não somente pela utilização como preenchimento, mas, também, por sua excelente resistência à intempéries, características dielétricas e barreira a vapores.”

Em relação a sustentabilidade, a Imerys comenta que os mercados vem constantemente evoluindo seus produtos para alinharam-se às demandas como a eficiẽncia energética e a diminuição da pegada de carbono. 

A Imerys, por sua vez, por se caracterizar como uma empresa alinhada a questões sustentáveis, tem trabalhado constantemente em projetos significativos relacionados a estes temas.  

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A Expobor, um evento de referência do setor na América Latina, é palco para as principais empresas do setor. Nesse sentido, a Retilox, líder em especialidades químicas base peróxidos orgânicos, lança a linha Retiflex®, uma inovação que atende demandas dos transformadores de borracha quanto à otimização de processos, redução de custos e reciclabilidade.

Linha Retiflex® lançada pela Retilox na Expobor

Com altas expectativas, a empresa destaca a exclusividade da linha no mercado, isso porque a Retiflex® entrega às indústrias transformadoras de borracha ganhos significativos em termos de produtividade.

Bem como otimiza processos de fabricação com redução de mão de obra, além de eliminar descartes de borracha no meio ambiente, já que permite o retorno ao processo produtivo de todos os resíduos de produção. 

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Sendo assim, o mercado tem a oportunidade de implementar uma solução totalmente alinhada às exigências globais atuais. Uma vez que possibilita aos clientes a reciclabilidade na íntegra dos resíduos. 

Além das contribuições em termos produtivos, a linha desenvolvida pela Retilox engloba mais de 20 produtos, ressaltando sua eficiência. Assim, agrega desde polímeros até másters com sistema de reticulação, de modo a atender diversos segmentos, como: calçados (microporosa, solas, palmilhas), correias transportadoras, mangueiras, perfis e peças técnicas em geral. 

A novidade que a feira traz ao mercado este ano, é o 1º Prêmio Expobor. E a Retilox, ganhadora de prêmios como TOPRUBBER, está concorrendo na categoria “Inovação em Processos de Produção”, devido a enorme evolução trazida pela linha Retiflex®. 

Há 31 anos, a Retilox vem trazendo ao mercado soluções que sanam as necessidades dos clientes, não diferente, na criação da linha Retiflex®, que foi desenvolvida por três anos para atender as demandas e urgências do setor.

Por isso, o destaque desta linha está, principalmente, em sua alta performance em produtividade e reciclabilidade. Atendendo de modo eficaz todo o mercado.

A forte presença da Retilox na Expobor 

A empresa marca presença na Expobor desde a primeira edição em 1996, perante a parceria firme com a feira, Bruno Ziviani, Gerente de Marketing da Retilox, comenta: “Crescemos junto ao evento, que é sempre muito bem organizado, gerando ótimas oportunidades de relacionamento e negócios.” 

Por isso, além da participação assídua na feira, a Retilox enxerga nela o momento ideal para o lançamento da linha Retiflex®. Afinal, a Expobor se configura como uma das principais feiras do mundo do setor da borracha, e acontece no Brasil, o que contribui para apresentar a linha ao mercado. 

Desse modo, para trazer uma experiência completa aos clientes atuais e futuros, a Retilox vai dedicar um stand inteiro à linha Retiflex®. Para o ano de 2024, a empresa encontra-se na rua I-3 do evento. Ziviani pontua que as ações de Merchandising acontecerão durante todo o evento. 

Fora a divulgação da linha, a empresa também apresenta uma palestra, na quinta-feira, dia 27, às 14 horas, durante o 20º Congresso Brasileiro da Borracha. Ainda, os visitantes e clientes poderão conferir as demais linhas de produtos da Retilox. 

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Crescimento empresarial: estratégias de expansão no mercado de embalagens

Artigo por Kléber Ávila, CEO da Packseven

No cenário econômico atual, a expansão estratégica de empresas tornou-se um fator crítico de sucesso para o crescimento. Assim como, para o alcance de novos mercados e consolidação da presença de cada setor no Brasil.

Na imagem aparecem embalagens, representando o setor em expansão que o autor do artigo aborda

O mercado de embalagens está em constante crescimento, impulsionado pelo aumento do e-commerce e da demanda por produtos sustentáveis. Da mesma forma, pela crescente exigência dos consumidores por experiências de compra diferenciadas. 

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A inteligência artificial e o machine learning mostram-se como ferramentas muito úteis nessa jornada.

Explorando possibilidades no mercado de embalagens

Nesse sentido, a primeira etapa da estratégia envolve uma análise detalhada do mercado. Com ferramentas avançadas de inteligência de mercado, é possível identificar regiões com alto potencial de crescimento. Além de demanda por soluções de embalagens. 

Essa análise inclui fatores como crescimento populacional, desenvolvimento industrial, infraestrutura logística e tendências regionais de consumo.

A escolha das regiões para expansão, por sua vez, se apresenta como um processo com diversas camadas que consideram critérios distintos. Isso porque, locais com um rápido crescimento populacional e econômico oferecem mais oportunidades de mercado. 

E com o recurso da avaliação de índices para a previsão do potencial de demanda futura, como o PIB per capita e a taxa de penetração do e-commerce, por exemplo.

A eficiência logística também se revela crucial para essa operação. Estados e cidades com uma boa rede de transporte, proximidade a portos, aeroportos e rodovias principais são prioritárias, pois facilitam a distribuição e reduzem custos operacionais. 

Políticas públicas e incentivos fiscais também identificam regiões onde a implantação de novas unidades têm a capacidade de trazer vantagens financeiras. 

Já a presença de concorrentes e potenciais parceiros locais surge como outra questão de estudo. Em mercados saturados, a estratégia envolve diferenciação e inovação, enquanto naqueles com menor concorrência, a abordagem busca capturar rapidamente a participação de mercado.

Implementação de ações sustentáveis e capacitação

Em cada nova região torna-se necessário implementar práticas sustentáveis que minimizem o impacto ambiental e promovam o desenvolvimento local. Isso inclui a utilização de materiais recicláveis e a adoção de processos produtivos eco eficientes. 

Da mesma maneira implantação de tecnologias de ponta, pois ela contribui para a evolução da eficiência operacional. E, com isso, permite oferecer soluções mais inovadoras e personalizadas para cada cliente.

Embora ofereça inúmeras oportunidades, a expansão também apresenta desafios significativos. Afinal, deve-se levar em conta a adaptação às peculiaridades locais e a gestão de uma força de trabalho qualificada. Muito porque o objetivo está em oferecer produtos de alta qualidade, serviços personalizados e atendimento impecável.

Quando a empresa investe na capacitação de seus colaboradores e na implementação de processos eficientes, garante a satisfação dos clientes. 

Com um compromisso inabalável com a qualidade e a inovação, uma bem-sucedida trajetória de crescimento está formatada e consolida a liderança em qualquer segmento.

Ao analisar cuidadosamente o mercado, selecionar as regiões estratégicas, investir em tecnologia e sustentabilidade, o caminho para um futuro promissor é pavimentado.


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O impacto da indústria 4.0 no setor do plástico

Para manter-se no contexto cada vez mais competitivo, incluir a tecnologia nas produções industriais torna-se indispensável. Nesse sentido, a indústria 4.0 coopera com o setor plástico, principalmente para seguir como um segmento relevante e que está alinhado às expectativas do mercado.  

Imagem ilustrativa da indústria 4.0. Na imagem aparece um homem soldando algo

Visando melhorar cada vez mais o gerenciamento de insumos, o controle de refugos e a fabricação de produtos eficazes, beneficiar-se da tecnologia agrega valor à produção e às mercadorias. 

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Sendo assim, a indústria 4.0 no setor plástico, bem como em outras áreas, relaciona-se com a ideia de “fábricas inteligentes". Desse modo, a proposta está em incluir tecnologias de automação, análise de dados, IoT (Internet das Coisas, em português) e computação em nuvem, por exemplo. 

Quando um segmento insere estas ferramentas na atividade industrial há um maior controle de produção. 

Contribuições para a indústria do plástico

Desta forma, algumas práticas ganham relevância nesse contexto, sobretudo para aqueles que têm curiosidade ou desejam implementá-las em suas indústrias. Veja algumas das vantagens:

Gestão digital: A gestão digital engloba o uso de softwares, isto é, programas encarregados de fazer a comunicação entre o computador, que só entende linguagem de máquina, e o usuário. Assim, há um melhor controle de processos. 

Com esses sistemas, questões como a gestão de estoque, acompanhamento da execução do planejamento estratégico, regulação das manutenções (preventivas e corretivas), tornam-se possíveis. 

Automação com robôs: Para melhorar o processo de injeção na indústria do plástico, por exemplo, algumas empresas já usam robôs para automatização. Este investimento mostra-se útil porque aumenta o aproveitamento da matéria-prima. Assim como a diminuição de erros e um maior controle de qualidade. 

Além disso, práticas como esta, no setor plástico, também é um fator que impulsiona a competitividade, inclusive sob a ótica da sustentabilidade. Isso porque acontece um menor desperdício. 

Modernização de máquinas: Igualmente, modernizar máquinas ajuda na minimização de custos, afinal, torna os processos mais precisos. Desse modo, com a atualização nasce a possibilidade de integrar o conceito de Internet das Coisas, gerando relatórios úteis que cooperam com tomadas de decisão. 

Ainda, o maquinário novo reduz os custos com manutenção e permite uma linha de produção mais rápida, eficaz e autônoma. Sem contar que a mão de obra qualificada aumenta, e o produto ganha valor agregado, já que integra processos produtivos de modo eficaz. 

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Novo fungo decompõe plástico, Natura Kaiak já usou toneladas de plástico reciclado em produtos e sistema de irrigação com plástico

Fungo marinho decompõe plástico

Exemplo do fungo que decompõe o plástico.
03/06/2024 Una partícula de plástico (roja) está colonizada por el hongo marino Parengyodontium POLITICA INVESTIGACIÓN Y TECNOLOGÍA ANNIKA VAKSMAA/NIOZ

Recentemente cientistas do Instituto Real Holandês para a Investigação do Mar publicaram um estudo na revista científica Science of the Total Environment apontando que o fungo Parengyodontium album está se alimentando de plástico. 

A princípio, a pesquisa aponta que o fungo decompõe polietileno, um tipo de plástico presente em amplas aplicações. Embora, antes, algumas bactérias e enzimas tenham sido indicadas como “comedoras de plástico", esse é apenas o quarto fungo a fazer isso. 

Assim, o diferencial deste fungo está na possibilidade de quantificação da taxa de degradação do plástico. Outra curiosidade do fungo veio a partir de experimentos que indicam que o polietileno no mar, exposto à luz ultravioleta, estava sendo decomposto e usado como fonte de energia, com uma taxa de 0,44% ao dia. 

Apesar da exposição à luz ultravioleta ter acontecido de forma artificial no laboratório, no mar, o fungo se alimenta de plástico que já esteve na superfície. 

Desse modo, conforme explica Annika Vaksmaa, principal autora do estudo, já se sabia que a luz solar decompõe o plástico lentamente. Mas, a nova descoberta mostra que a exposição também facilita a decomposição do plástico por outros meios, como o fungo.

Natura alcança a marca de 185 toneladas de embalagens recicladas em sua produção

Embalagem da Natura Kaik que usa plástico reciclado em sua fabricação.

A Natura Kaiak, uma das marcas mais usadas pelos brasileiros, celebrou a conquista de 185 toneladas de plástico reciclado em suas embalagens. Este número equivale ao peso de 94 milhões de tampinhas plásticas. 

Esta ação, além de cooperar com a economia circular, demonstra o compromisso da empresa em evitar a destinação incorreta de materiais. 

Diante disso, Denise Coutinho, diretora de Marketing e Comunicação Brasil da Natura, comenta: “Os dados reforçam a importância de iniciativas como a da Natura, que, por meio de Kaiak, já evitou a emissão de 302 toneladas de CO2 desde o relançamento da marca em 2022”. 

Portanto, neste movimento de compromisso com a sustentabilidade, a Natura Kaiak anuncia a renovação de seu patrocínio com a WSL (World Surf League). Essa parceria se mantém, porque além de apoiar os atletas, também atua por meio da conscientização sobre questões ambientais. 

Sistema de irrigação com plástico

SIstema de irrigação feita com plástico.

Diante do potencial de irrigação do mercado brasileiro e a ampla capacidade de instalação do plástico, o Grupo Krona, de Joinville, por meio da empresa Viqua anuncia uma linha inovadora de tubos para sistemas de irrigação. 

Assim, o lançamento acontece na 29ª edição do Hortitec – Exposição Técnica de Horticultura, Cultivo Protegido e Culturas Intensivas. Através de uma apresentação entre os dias 19 a 21 de junho no Pavilhão de Exposições da Expoflora, em Holambra, São Paulo.

Em 2023 o Grupo Krona adquiriu a Viqua, que tem uma presença de destaque no segmento de irrigação com conexões em PVC. No entanto, agora os com tubos o portfólio se amplia. 

Segundo o gerente de Irrigação da Viqua, Pablo Moreno, este lançamento agrega uma ampla gama de demandas, isso porque os tubos de plástico contém diâmetros de 20 mm a 100 mm. Ainda, diante da necessidade do seu potencial irrigável para agricultura e pastagem, esta abordagem mostra-se promissora. 

Além disso, diante das demandas sobre questões climáticas, este sistema propõe uma cooperação para estes setores. Isso porque eles também necessitam alinhar-se às propostas climáticas.

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Startup emprega plástico na captação de água

Com as mudanças climáticas tornando-se cada vez mais evidentes, a gestão eficiente dos recursos hídricos se tornou uma prioridade global. Diante desse cenário, a startup francesa Cactile, viu na união do plástico com a sustentabilidade uma forma de cooperar com isso. Então, nasceu o sistema de captação de chuva ligado aos telhados das edificações. 

Imagem mostra telhado com sistema de plástico para captação da água da chuva

Esta inovação já tem apoio do Governo com subsídios, de modo a incorporar diversos materiais eficazes para a construção do sistema. A princípio, a camada primária do sistema conta com cobertura de PP reciclado, a escolha deste material vem de sua capacidade de produção contra intempéries. 

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Na sequência, a segunda camada é feita de plástico PE reciclado, nesta etapa existe um reservatório que consegue armazenar até 40 litros de água por metro quadrado. Assim, esta estrutura fica encoberta por uma tampa metálica em formato de telha. Com isso, a estrutura une-se, de forma discreta, ao ambiente. 

Além de sua estrutura robusta e eficaz, o diferencial do sistema está na sustentabilidade. Isso porque a Cactile implementou um tanque de água controlável, conectado a uma caixa inteligente, que permite a administração eficiente do recurso. 

Portanto, uma vez cheio, o tanque se esvazia automaticamente por meio da caixa conectada e um serviço digital associado. Desse modo, a água captada passa a abastecer banheiros, regar jardins ou hortas, contribuindo assim para a conservação dos recursos hídricos e reduzindo a dependência de fontes convencionais

Sistema traz resoluções sustentáveis

Nesse sentido, a startup assegura que o peso do sistema não ultrapassa o de uma cobertura tradicional, tornando-o adequado para telhados inclinados e compatível com a instalação de painéis fotovoltaicos. 

Ainda, a partir deste ano, o produto feito com plástico sai dos testes de laboratório e entra no mercado francês através de iniciativas de demonstração. Dessa maneira, marcando o início de uma nova era na gestão sustentável da água.

Com essa inovação, o plástico não apenas se destaca como um material versátil, mas também assume um papel fundamental na busca por soluções sustentáveis para os desafios ambientais enfrentados pela sociedade moderna. 

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CNI aponta cenário positivo da indústria de transformação

Durante o mês de abril a indústria de transformação demonstrou um cenário positivo, conforme aponta a CNI (Confederação Nacional da Indústria). Assim, os indicadores Industriais apresentaram uma alta nos índices de faturamento real, de números de horas trabalhadas na produção e de nível de utilização da capacidade instalada. 

Na imagem aparecem pessoas trabalhando na indústria.

Diante disso, a economista da CNI, Larissa Nocko explica que o mercado de trabalho aquecido, o avanço do rendimento, a melhora do ambiente de crédito e a inflação moderada favorecem o poder de compra da população. Da mesma forma, o consumo de bens industriais. 

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Ainda, ela comenta: “Mesmo os indicadores que recuaram no mês apresentam aumento quando comparados com o ano passado, mostrando que a situação da Indústria de transformação é mais favorável em relação a 2023”. 

A CNI ressalta que esta edição dos indicadores industriais não reflete o impacto causado pelas enchentes do Rio Grande do Sul. No entanto, este impacto deve aparecer mais forte no próximo levantamento, que será referente a maio. 

Faturamento e horas trabalhadas em alta em abril

O faturamento real da indústria de transformação, por sua vez, cresceu 1,5% na passagem de março para abril de 2024. Quando comparado com abril de 2023 a alta chega a 12,2%. 

Enquanto isso, o número de horas trabalhadas na indústria de transformação avançou 2,4% de março para abril de 2024, na série livre de efeitos sazonais. Quando se compara com abril de 2023, a alta chega a 8,2%.

Já o indicador de emprego apresentou uma pequena variação de 0,3%, representando estabilidade em abril. Mas, comparado a abril do ano anterior, o índice cresceu 1,4%. 

Massa salarial recua e UCI avança

Por conta do fechamento de uma fábrica em São Paulo, os indicadores da massa salarial e rendimento médio da indústria de transformação registraram um aumento significativo em março. Sendo assim, já era previsto um recuo considerável para abril. 

A massa salarial caiu 2,8% e o rendimento médio dos trabalhadores caiu 2,5% na transição do mês, na série sem os efeitos sazonais. Embora isso tenha acontecido, os dois permanecem em alta quando comparados com 2023. 

Assim, a UCI (Utilização da Capacidade Instalada), ficou em 79,2% em abril de 2024, isto é, um aumento de 0,5 ponto percentual na comparação com março, também na série dessazonalizada. Já comparado a abril de 2023 registrou uma alta de 1,3 ponto percentual. 

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Fiergs afirma que 47 mil indústrias do Rio Grande do Sul estão em municípios atingidos pelas enchentes

A FIERGS (Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul) realizou um estudo sobre o impacto da tragédia climática na indústria gaúcha. De acordo com a Federação, 47 mil indústrias, do total de 51 mil presentes no RS, localizam-se nos municípios afetados. O número registra tanto os locais em estado de calamidade, quanto em situação de emergência. 

Diante disso, o presidente da FIERGS, Gilberto Porcello Petry, comenta que as inundações no estado mostram um impacto econômico significativo e abrangente. Assim, ele pontua como os dados ajudam a direcionar recursos de forma eficaz para as áreas mais necessitadas. Mas relembra que os efeitos desse desastre ainda estão acontecendo. 

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Petry ressalta: “Só com a continuidade das avaliações e a divulgação de novos dados será possível obter uma compreensão mais completa dos impactos e planejar estratégias de recuperação mais eficazes. Assegurando que os esforços de reconstrução atendam às necessidades reais das comunidades atingidas”. 

Segundo a Unidade de Estudos Econômicos da FIERGS, o Decreto Estadual 57.626 de 21 de maio aponta que 78 municípios encontram-se em estado de calamidade. Enquanto isso, 340 estão em situação de emergência. Assim, nestes 418 municípios, ficam 47 mil indústrias gaúchas, que empregam 813 mil pessoas. 

O estudo aponta que as regiões com o maior número de municípios em estado de calamidade foram Vale do Taquari com 23, Central 20, Vale dos Sinos com 11 e Metropolitana com 7. 

O impacto nos indicadores econômicos 

Além disso, o estudo da FIERGS também engloba os principais indicadores econômicos como: atividade, quantidade de estabelecimentos industriais, arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) e exportações. 

Essas variações se mostram como as principais informações relevantes para a indústria disponíveis que contemplam os municípios afetados pelas chuvas intensas. O estudo também divide o Rio Grande do Sul em dez regiões econômicas, sendo elas: Metropolitana, Vale dos Sinos, Serra, Serra Centro, Vale do Taquari, Central, Planalto, Missões, Campanha e Sul.

Quanto à atividade econômica, as regiões com municípios em estado de calamidade pública com maior VAB (Valor Adicionado Bruto), ou seja, o valor que cada setor da economia acresce ao valor final de tudo que foi produzido na região. Desse modo, potencialmente afetado eram:

Já no que se refere ao VAB da Indústria, as regiões com maior atividade industrial potencialmente afetada eram: Vale dos Sinos (R$ 19 bilhões), Vale do Taquari (R$ 14,6 bilhões), Metropolitana (R$ 11,4 bilhões) e Serra (R$ 9,9 bilhões).

Embora representem somente 15,7% dos municípios do Rio Grande do Sul, as cidades em estado de calamidade tem uma alta representatividade econômica no estado. 

Sobretudo no setor industrial: 50,7% do VAB do RS, 57,1% do VAB industrial, 48,1% dos estabelecimentos industriais. Já 52,7% dos empregos industriais, 65,6% das exportações da indústria e 56,3% da arrecadação de ICMS com atividades industriais.

Perspectivas sobre a indústria transformação no Rio Grande do Sul

A indústria de transformação, por sua vez, indica que mais de 50% da massa salarial dos segmentos do Rio Grande do Sul estão em municípios em estado de calamidade. Assim, os ramos com grande representatividade na massa de salários gaúchos se encontram nessas regiões: alimentos (R$ 190 milhões nos locais em calamidade), máquinas e equipamentos (R$ 162 milhões) e produtos de metal (R$ 128 milhões). 

Essas cidades concentram quase a totalidade da produção de tabaco (99,8%) e de farmoquímicos e farmacêuticos (93,1%) do Rio Grande do Sul.

Ainda em relação às expectativas da indústria de transformação em cidade potencialmente afetadas, aparecem as regiões: Sul (US$ 3,7 bilhões), Central (US$ 3,1 bilhões) e Metropolitana (US$ 2,6 bilhões) se destacam.

Por fim, o impacto potencial sobre a arrecadação de ICMS em estabelecimentos industriais foi maior nas regiões do Vale dos Sinos (R$ 4,7 bilhões), Metropolitana (R$ 2,1 bilhões) e Serra (R$ 2 bilhões).

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Como a Interplast impulsiona a competitividade e networking na indústria

A indústria de plásticos está em constante evolução, enfrentando desafios significativos e explorando novas oportunidades para se adaptar a um mercado dinâmico e competitivo. A Interplast 2024, marcada para agosto, acontece em Joinville, e se destaca por discutir questões relacionadas à inovação, tecnologia e networking. 

Na imagem aparecem representantes da indústria na feira Interplast

Diante do grande sucesso da edição de 2022, que superou as expectativas, as expectativas para a feira deste ano mostram-se ainda mais promissoras, tanto para os visitantes, quanto para os expositores.

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Isso acontece porque a feira oferece uma oportunidade única para conhecer de perto as tecnologias que estão revolucionando a indústria, desde novas máquinas e equipamentos até avanços em automação e inteligência artificial.

A princípio, os visitantes e aqueles que desejam trocar contatos na feira, a proximidade entre expositores concorrentes no espaço da feira permite que os visitantes comparem ofertas e recursos. Assim, avaliar os fornecedores a poucos metros de distância facilita encontrar o melhor negócio para necessidades específicas. 

Além disso, ver máquinas e equipamentos com as mais altas tecnologias em funcionamento na feira proporciona uma compreensão clara de suas características e capacidades. Uma vez que essa abordagem prática garante que os visitantes possam tomar decisões informadas sobre quais tecnologias incorporar em suas operações.

Desse modo, a Interplast 2024 oferece a oportunidade de negociar pessoalmente com tomadores de decisão, facilitando a obtenção de acordos vantajosos. Ainda, o contato direto resulta em parcerias estratégicas e contratos que atendem perfeitamente às necessidades das empresas.

Nesse sentido, o evento contará com uma série de eventos paralelos que enriquecerão a visita dos participantes. Rodadas de Negócios, fóruns de economia circular, workshops de qualidade e instrumentação, congressos técnicos e espaços dedicados à reciclagem de plástico estão entre as atividades planejadas.

Informações sobre a feira

Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico

Data: 13 a 16 de agosto de 2024

Horário: 13h às 20h

Local: Centro de Convenções e Exposições EXPOVILLE – R. XV de Novembro, 4315 – Glória, Joinville – SC

Credenciamento Interplast: Para os visitantes a inscrição acontece de forma gratuita. Basta acessar o site e escolher os ícones de acordo com o perfil. Não haverá credenciamento no evento, portanto, o credenciamento deve ser feito antecipadamente. 

Realização: Simpesc (Sindicato da Indústria do Material Plástico de SC)

Organização: Messe Brasil

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Projeto transforma plástico hospitalar esterilizado

Em Lisboa, quatro hospitais coletaram toneladas de plástico esterilizado, usado em embrulho das caixas cirúrgicas nos blocos operatórios, para transformar em nossos materiais. Com esta ação torna-se possível criar, entre outras coisas, mais de 1.000 toalhas para as mesas da comunhão da Jornada Mundial da Juventude em Lisboa. 

Projeto transforma plástico hospitalar esterilizado. Na imagem aparece uma mão com luvas médicas segurando um material com plástico hospitalar.

A ideia surgiu com João Queiroz e Melo, um cirurgião cardíaco e vice-presidente do CPSA (Conselho Português para a Saúde e Ambiente). O médico pontuou: “um enormíssimo pormenor o que se passa dentro dos hospitais e dentro dos blocos operatórios”, de acordo com ele, nos Estados Unidos, onde se formou, acontece o reuso destes plásticos, já que estão esterilizados.

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Embora exista uma lei no país que afirma que tudo o que sai do bloco cirúrgico está contaminado, Queiroz e Melo reflete: “A lei portuguesa diz que tudo o que sai de um bloco operatório está contaminado, o que é mentira. Portanto, comecei a fazer com a Entrajuda, que é um banco de bens doados”. 

Chamado de “Second chance” (Segunda chance, traduzido para o português), enquadra-se no conceito de Economia Circular, que conta atualmente com o apoio de quatro hospitais públicos e privados da cidade de Lisboa.

Até então, este material recuperado serviu como base para fabricação de pastas de reuniões científicas, fitas identificadoras para congressos, um protótipo de anorak para viajantes. Ainda, durante a JMJ (Jornada Mundial da Juventude) 2023, em Lisboa, também cooperou para produção de mais de 1000 toalhas que cobriram as mesas do encontro. 

Confecção e aplicação dos materiais de plástico esterilizado

Nesse sentido, a confecção das toalhas e dos panos aconteceu por voluntários em colaboração com instituições sociais parceiras da associação Entrajuda. Outras formas de reutilizar esse material incluem a produção de mantas, resguardos, sacos, camisolas, almofadas, ponchos e outros objetos.

Assim, Queiroz e Melo ressalta: “A entusiástica colaboração destes hospitais permitiu que o projeto Second Chance recolhesse duas toneladas deste plástico ao longo dos primeiros seis meses, que está a ser transformado em pellets (bolinhas de plástico de menos de 5 mm de diâmetro usadas na produção de produtos de plástico) para fazer copos, arrastadeiras, material que pode ser devolvido aos hospitais”. 

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