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A ausência de esteiras transportadoras pode comprometer a produtividade na indústria 

Em 2024 a produtividade na indústria sofreu uma queda de 1,3% no primeiro trimestre, esse declínio mostra que, ainda hoje, o setor industrial sofre no que se refere ao rendimento diário. Entre os fatores que causam esse gargalo está a falta de equipamentos automatizados, como esteiras transportadoras, elevadores ou separadoras, que muitas vezes causa lentidão e ineficiência nas linhas de produção. 

A ausência de equipamentos automatizados pode comprometer a produção na indústria

Sem a integração entre máquinas e dispositivos que esses sistemas proporcionam, muitas indústrias enfrentam desafios que comprometem tanto a produtividade quanto a qualidade dos processos. 

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Nesse sentido, aplicada a indústria, a automação conecta máquinas, estações de trabalho, equipamentos de separação, esteiras e elevadores de transporte que otimizem o fluxo de materiais. Bem como busca reduzir erros e aumentar a segurança. 

O transporte mais lento de peças entre setores causa muita intervenção manual, retrabalho e exposição a riscos de trabalho. Por isso, conhecer e escolher esteiras que encaixam-se em sua indústria e produção, como as inclinadas, planas, etc, poupa tempo e preserva a qualidade das peças. 

As esteiras industriais para o setor plástico também atendem a diversos outros segmentos. Por exemplo, na indústria automotiva, elas transportam peças durante a montagem de veículos. Além disso, no setor de alimentação, movimentam ingredientes e produtos finais com eficiência. Na logística e distribuição, facilitam o funcionamento de armazéns e operações de e-commerce. 

Enquanto isso, na indústria farmacêutica, garantem o transporte rápido e seguro de medicamentos e embalagens. Da mesma forma, na indústria têxtil, conduzem tecidos e peças ao longo da produção. Também desempenham papel fundamental na reciclagem, movimentando materiais recicláveis para processamento. 

As indústrias adotam cada vez mais as esteiras transportadoras, e a tecnologia avançada das esteiras inteligentes porque melhoram constantemente a automação e o controle dos processos. No Brasil e globalmente, essas esteiras desempenham papel fundamental no avanço e modernização da produção industrial.

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Os principais desafios na escolha de moldes pré-formas PET

A produção de moldes pré-formas PET exige alta competência técnica, afinal o material aplica-se em indústrias que requerem padronização, segurança e resistência mecânica e térmica, como as indústrias de alimentos, bebidas, higiene pessoal e limpeza. 

Os principais desafios na escolha de pré-formas PET com moldes eficientes

No entanto, essas exigências são também alguns dos maiores desafios para a produção. Produtores relatam que para a produção de embalagens, por exemplo, sobretudo as mais leves, pedem maior pressão e velocidades. 

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Enquanto isso, indústrias que utilizam rPET (PET reciclado) enfrentam o desafio de produzir pré-formas a partir de um material que apresenta variações em viscosidade e estabilidade térmica. Este é mais um desafio porque as diferenças tendem a causar um fluxo de resina menos uniforme durante a injeção, resultando em pré-formas com espessuras e resistência inconsistentes. 

Sendo assim, os moldes ideias para adotar na indústria são aqueles projetados para lidar com a variação dos materiais. Dessa forma, o molde pré-forma consegue produzir peças que mantêm a qualidade, resistência e uniformidade necessárias para a fabricação. 

Por isso, o projeto inadequado do molde frequentemente gera problemas como rebarbas, bolhas, falhas de preenchimento e má distribuição de material. Isso acontece principalmente quando não se considera geometria, balanceamento de fluxo e controle térmico na escolha de moldes pré-formas. 

Além disso afetar o desempenho no processo de injeção, também geram perdas materiais, retrabalho e desperdício de energia.

Nesse sentido, produtores relatam o equilíbrio entre peso, espessura e resistência como outro desafio, pois o molde pré-forma precisa ajustar-se à resina PET sem comprometer a integridade da embalagem final. 

Uma pré-forma mal projetada resulta em materiais com baixa resistência à pressão ou deformações, especialmente em aplicações de produtos sujeitos a variações térmicas.

Portanto, o molde precisa ter compatível com a utilização de PET reciclado (rPET), cuja viscosidade e estabilidade térmica variam em relação ao PET virgem. Isso exige uma engenharia de moldes ainda mais refinada. 

Como identificar o fornecedor ideal de moldes para pré-formas

Então, escolher um bom fornecedor é investir na superação de desafios técnicos na produção e na melhoria de fabricação dos materiais. É preciso contar com uma empresa que possua entendimento de mercado e engenharia de moldes pré-formas, para que sua empresa não sofra com falta de domínio sobre controle térmico, balanceamento de canais de fluxo e compatibilidade com resinas. 

Contar com empresas que oferecem moldes de alta durabilidade, com design otimizado para eficiência e qualidade na injeção de pré-formas. Fornecedores com experiência comprovada nesse segmento também garantem suporte técnico, maior vida útil dos componentes plásticos e desempenho estável. 

Esses fatores são decisivos para reduzir perdas, evitar paradas de produção e assegurar a qualidade final da embalagem.

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Laboratório impulsiona reciclagem de plástico, Associação reciclou mais de 200 mil garrafas de plástico e feira do livro em Lisboa incentiva conhecimento ambiental

Grupo Sabin impulsiona economia circular e reduz carbono com reciclagem

Grupo Sabin impulsiona economia circular e reduz carbono com reciclagem

Apenas em 2024, os laboratórios do Grupo Sabin enviaram mais de 5,3 mil toneladas de papel, papelão e plástico para reciclagem. A Cooperativa Bariri, parceira do grupo, executou a triagem e a reciclagem dos resíduos.

Ao invés de ser descartado como lixo, o material fortalece a economia circular, gera renda para os trabalhadores da reciclagem e ajuda a reduzir o impacto ambiental dos resíduos sólidos.

Além desta ação, a rede de laboratórios também utiliza energia solar. Atualmente, 70% das unidades em Salvador são abastecidas com energia solar por meio de contrato de geração distribuída. 

Consequentemente, isso proporciona uma redução de cerca de 20% no valor total de cada conta de energia elétrica. Ao mesmo tempo em que contribui para a redução das emissões de carbono associadas ao consumo energético.

Associações de Curitiba incentivam reciclagem de garrafas PET

Associações de Curitiba incentivam reciclagem de garrafas PET

Em Curitiba as associações de reciclagem estão empenhadas em separar o lixo reciclável coletado na cidade. Entre elas, a Associação Terra Santa, localizada no Tatuquara, que tem 27 associados. Até o momento, os trabalhadores já reciclaram 200 mil garrafas PET por mês, ou 80 toneladas, considerando todos os outros materiais.

Assim, cada material se torna renda para os associados. Em uma parceria feita em dezembro de 2024 com a fintech canadense, Plastic Bank, incentiva a reciclagem como ferramenta de combate à pobreza. 

Portanto, paga uma bonificação para cada kg de garrafa PET destinada à reciclagem. Dessa forma, os associados recebem um bônus extra, além de seus pagamentos mensais.

A Plastic Bank reciclou mais de 7 milhões de quilos de plástico no Brasil, equivalente a 374 milhões de garrafas. A empresa pagou mais de R$ 2,5 milhões em bônus a coletores brasileiros, com pontos de coleta no Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo.

Dados do Departamento de Limpeza Pública da Secretaria Municipal do Meio Ambiente mostram que, em 2024, Curitiba gerou uma média de 40 mil toneladas de lixo comum por mês. Com isso, totalizando cerca de 487 mil toneladas no ano. Em contraste, a coleta de lixo reciclável atingiu uma média mensal de 2,5 mil toneladas, somando 29 mil toneladas no ano.

Feira do Livro de Lisboa recebe Academia Ponto Verde para ensinar reciclagem às crianças

Em Portugal, a SPV (Sociedade Ponto Verde) marca presença na Feira do Livro de Lisboa, que começou dia 4 e vai até 22 de junho, no Parque Eduardo VII. O objetivo é reforçar a importância da reciclagem de embalagens na construção de um futuro mais sustentável. 

Para 2025, a SPV propõe às famílias e crianças a participarem em várias atividades que juntam educação ambiental e diversão. Assim, incentivando todos a reciclar mais e melhor as suas embalagens, em qualquer momento e em qualquer lugar.

Durante os sábados, domingos e feriados, SPV realiza workshops da Academia Ponto Verde, um projeto para a comunidade escolar para ensinar, de forma prática e interativa, a separar corretamente os resíduos de embalagens. Bem como as sessões de leitura “Hora do Conto” para os mais pequenos, com divertidas histórias sobre o mesmo tema. 

Além disso, o jogo de tabuleiro gigante Recicla Mania, que sempre atrai muitos participantes, retorna à Feira do Livro e convida todos a testarem seus conhecimentos sobre reciclagem de embalagens.

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Saco plástico no retrovisor protege carros, descubra a versatilidade do material

Motoristas adotam o uso de sacos plásticos nos espelhos laterais para proteger os veículos de forma simples e eficaz. Embora possa causar estranhamento à primeira vista, essa prática tem se popularizado, principalmente em regiões com muita vegetação e em certas épocas do ano.

Saco plástico no retrovisor protege carros, descubra a versatilidade do material

Na fase de acasalamento, as aves ficam mais territoriais e defensivas. Assim, ao verem seu reflexo nos espelhos dos carros, elas o confundem com um concorrente e reagem com ataques intensos, que acabam arranhando a pintura e quebrando os retrovisores.

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Além dos ataques ao espelho, os dejetos das aves também ameaçam a integridade do carro. Isso porque, ainda que pareçam inofensivos, eles contêm substâncias ácidas que danificam o verniz com o tempo. Se o acúmulo for intenso, as manchas se tornam permanentes, exigindo intervenção profissional ou uma nova pintura.

Então, para evitar prejuízos como estes, os motoristas passaram a usar sacos plásticos para cobrir os espelhos laterais logo depois de estacionar. Sem reflexo as aves identificam uma suposta ameaça e assim perdem o interesse. 

Para aplicar a técnica basta prender o saco com um nó, uma fita ou uma mola que o prenda no lugar. Mesmo que pareça uma “gambiarra”, o método tem se revelado eficiente, sobretudo em regiões rurais, parques e com áreas arborizadas. Em fóruns de automobilistas e redes sociais já é possível encontrar relatos positivos sobre o uso dessa técnica. 

O plástico tem uma grande versatilidade, pois adapta-se às diversas necessidade e aplicações, sejam associadas ao uso mais básico ou a aplicações industriais. Justamente por essa ampla aplicabilidade é um material que está em praticamente todos os setores. 

Neste caso, dos motoristas, o uso de um saco plástico demonstra como materiais comuns oferecem soluções criativas, funcionais e eficazes para problemas cotidianos.

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Emprego na indústria recua após 18 meses de estabilidade

Depois de 18 meses o emprego industrial caiu, conforme apontam os Indicadores Industriais da CNI (Confederação Nacional da Indústria), na última sexta-feira, dia 6. O número de postos de trabalho caiu 0,4% entre março e abril, a última queda foi em setembro de 2023.

Emprego na indústria recua após 18 meses de estabilidade

Embora o resultado seja negativo, a indústria registra uma alta de 0,7% entre janeiro e abril em comparação aos últimos quatro meses de 2024. Sendo assim, diante da mesma época em 2024, aumentou 2,6%. 

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De acordo com Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, o mercado de trabalho industrial costuma reagir de maneira gradual à economia. Por isso que a redução de 0,4% em um único mês sinaliza uma desaceleração relevante no setor. 

Assim, ele avalia: “Por causa do aumento da demanda por bens industriais, a produção cresceu e, com isso, o emprego aumentou durante um longo período. Cresceu por 17 meses, parou de crescer em março e caiu em abril. Isso se deve à queda da demanda e da atividade industrial nos últimos meses.”

Enquanto isso, outros indicadores ligados ao mercado de trabalho industrial cresceram em abril. A massa salarial real subiu 4,4%, um resultado que reverte as quedas entre fevereiro e março, que foram de 0,3% e 2,5%.

Apesar disso, a massa salarial acumula uma queda de 1,3% no primeiro quadrimestre de 2025, em relação ao último quadrimestre de 2024. 

Já o rendimento médio dos trabalhadores, que engloba salário, participação nos lucros e indenizações, aumentou 5% na passagem de março para abril. Assim, o resultado reverte boa parte da queda do indicador nos primeiros meses do ano. Porém, o rendimento médio permanece 2,5% abaixo do patamar do fim do ano passado. 

Indicadores industriais de abril apontam perda de ritmo no setor

Com queda de 0,6 ponto percentual, a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) da indústria atingiu 77,9% após quatro meses de estabilidade. No acumulado de janeiro a abril, a média também recuou, ficando 0,6 ponto abaixo da dos quatro meses anteriores.

Nesse sentido, Azevedo explica: “A queda da UCI foi significativa e é mais um fator que indica a desaceleração da indústria, que já conseguíamos ver no faturamento e nas horas trabalhadas na produção.”

Segundo a pesquisa, em abril, a indústria reduziu seu faturamento real em 0,8%. O setor já havia registrado retração de 2,1% em março. Ainda assim, no acumulado de janeiro a abril, a indústria fechou com crescimento de 2,4% em relação ao quadrimestre anterior.

As horas trabalhadas na produção caíram 0,3% em abril, mantendo-se próximas ao patamar de março. No entanto, de janeiro a abril, a indústria conseguiu elevar o indicador em 0,9% em relação aos quatro meses finais de 2024.

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Novo decreto quer tornar obrigatório o uso de PCR na produção de plásticos

O Governo Federal está desenvolvendo um novo decreto que visa estabelecer a obrigatoriedade do uso de materiais reciclados na fabricação de plásticos. A proposta resulta de uma ação coordenada entre os ministérios do MMA (Meio Ambiente e Mudança do Clima) e do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços). 

Novo decreto quer tornar obrigatório o uso de PRC na produção de plásticos

Sendo assim, a proposta visa criar metas mínimas para uso do PCR (plástico reciclado pós-consumo) na indústria. Bem como estimular a logística reserva, fortalecimento da cadeia de reciclagem e valorização do trabalho de catadores e cooperativas.

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De acordo com dados da Abrema (Associação Brasileira de Resíduos e Meio Ambiente) de 2023, somente 8% dos resíduos sólidos passam por reciclagem no país. Contudo, as projeções indicam que se 10% do mercado incluir o PCR na produção, mais de 100 mil toneladas de resíduos. Assim como, reduziria a emissão de quase 150 mil toneladas de CO₂ por ano. 

Para promover práticas mais efetivas, o novo decreto deve aprimorar a triagem dos plásticos. Isso porque cada tipo de material é identificado por um código numérico, de 1 a 7, dentro do símbolo de reciclagem, o chamado triângulo Möbius. 

Tendo em vista as características de cada material, as cadeias de reciclagem devem conter estruturas que favoreçam a separação e tratamento conforme o plástico exige. 

O novo marco regulatório deve impulsionar o mercado interno, segundo estimativas. a valorização das embalagens sustentáveis já é perceptível, com destaque para o polietileno reciclado, que responde por até 35% das embalagens comercializadas no varejo, conforme dados da ABRE (Associação Brasileira de Embalagens). 

Além disso, especialistas afirmam que os avanços regulatórios e estruturais precisam andar em conjunto com as ações de conscientização da população. 

Em uma pesquisa recente do SSI (Sustainability Sector Index), da Kantar, 87% dos brasileiros querem adotar práticas sustentáveis. Porém, somente 35% mudam seus hábitos. 

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Estudo aponta sustentabilidade como melhor estratégia para economia

O estudo Technology Fore, da NTT DATA, analisa cinco tendências tecnológicas, entre os pilares destaca-se, principalmente, a conexão entre tecnologia e sustentabilidade. A pesquisa indica que esta ligação avança tanto para equilíbrio ecológico quanto para traçar uma lógica estratégica que assegure a resiliência dos negócios frente às novas demandas dos consumidores e regulamentações do mercado.

Sendo uma pesquisa global, ela analisou os impactos das transformações tecnológicas em diversas áreas de negócios. E assim, revela a sustentabilidade como uma força econômica para os principais diferenciais em termos competitivos nos próximos anos. 

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O relatório explica que a sustentabilidade digital trata da integração da gestão ambiental ao crescimento econômico. Desse modo, promovendo cadeias de valor baseadas em produtividade e circularidade. 

Nesse sentido, os dados indicam que as empresas com este tipo de trabalho notam um aumento de até 20% na eficiência. Bem como uma redução significativa dos custos operacionais.

Estudo aponta as tecnologias mais promissoras e aplicação sustentável na prática

Quanto ao crescimento, o estudo aponta que o mercado de software de gestão de energia, por exemplo, poderá ver um crescimento de US$ 48,68 bilhões em 2024 para US$ 241,56 bilhões até 2037. 

Assim, as tecnologias mais promissoras são:

A pesquisa também destaca os gêmeos digitais, isto é, simuladores de processos e estruturas físicas que otimizam o uso de recursos. 

Para testar a execução deste projeto, a NTT DATA colocou em prática uma solução tecnológica em Las Vegas, cidade conhecida pelo turismo e rápido crescimento. A iniciativa surgiu para responder a desafios como o aumento do consumo de energia e os congestionamentos. 

Assim, promovendo sustentabilidade por meio de uma infraestrutura inteligente com IoT, edge computing e inteligência artificial.

Ao conectar sistemas urbanos, como o de tráfego, iluminação pública e vagas de estacionamento, a uma rede inteligente, a plataforma permite o controle em tempo real dos recursos da cidade. A iniciativa gerou ganhos expressivos em eficiência energética, corte de gastos e bem-estar, projetando Las Vegas como modelo global de cidade sustentável.

Mesmo com os avanços recentes, a sustentabilidade digital ainda encontra entraves significativos. Os principais desafios incluem o custo elevado para implementar as soluções, a falta de preparo tecnológico nas organizações e as restrições impostas por normas regulatórias.

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Como a indústria do plástico está integrando práticas sustentáveis e circulares

A reciclagem do plástico não se resume apenas ao controle de resíduos: ela desempenha um papel crucial na sustentabilidade ambiental e na conservação dos recursos naturais. Diante das milhares de toneladas descartadas anualmente, o plástico se destaca como um dos materiais mais utilizados. Ao mesmo tempo, é um dos que mais são descartados de forma incorreta.

Sendo assim, as empresas e cooperativas promovem a reciclagem do plástico ao reaproveitar o material já utilizado, buscando diminuir o volume de resíduos e reincorporá-lo ao processo produtivo. Para isso, utilizam três abordagens principais: a mecânica, a química e a energética. E elas se diferenciam tanto pelas etapas envolvidas quanto pelo impacto ambiental que geram.

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Nesse sentido, reciclar o plástico permite que indústrias combinem progresso econômico com responsabilidade ambiental. Com isso, ao converter resíduos em insumos produtivos, elas evitam o descarte inadequado, minimizam perdas e fortalecem práticas sustentáveis.

Quando se fala dos benefícios da reciclagem, em termos econômicos e ambientais, aparecem: 

Movimentações em um setor produtivo em expansão, a reciclagem cria empregos diretos e indiretos em cooperativas, indústrias e logística. Além disso, ela possibilita ganhos sustentáveis ao cortar despesas com matéria-prima e incentivar a inovação em processos circulares.

Já do ponto de vista econômico, ao diminuir os resíduos, em aterros por exemplo, aceleram a decomposição dos plásticos, a reciclagem contribui para a preservação da vida na Terra. Da mesma forma, ela promove a educação ambiental, estimulando o consumo consciente e a proteção dos recursos naturais.

Na indústria, reciclar plástico é essencial para impulsionar a inovação sustentável e fortalecer a competitividade.

Empresas que incorporam o reaproveitamento de resíduos em seus processos produtivos aumentam a eficiência, cortam custos e se adaptam às novas demandas do mercado e às normas ambientais.

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Empresas brasileiras avançam na economia circular mesmo sem incentivos externos

Pesquisadores da Unimar Business School, da Universidade de São Paulo e da EM Normandie investigaram de que forma as competências internas das empresas favorecem a implementação da economia circular e como isso se reflete na performance e na resiliência organizacional.

Economia circular

O estudo publicado no Journal of Environmental Management mostra que empresas brasileiras têm adotado práticas de Economia Circular. Apesar dos desafios regulatórios e institucionais.

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Primeiramente, os pesquisadores aplicaram uma survey com 111 empresas brasileiras que já adotam pelo menos uma prática de Economia Circular. Em seguida, investigaram como as capacidades organizacionais internas influenciam tanto o desempenho empresarial quanto os níveis de circularidade. 

Além disso, conduziram entrevistas com gestores de setores estratégicos, como reciclagem e remanufatura, que dependem diretamente dessas práticas.

No que se refere aos apontamentos da pesquisa, concluiu-se que ao priorizar a inovação, a gestão estratégica e o trabalho colaborativo, as empresas fortalecem suas capacidades internas. Com isso, superam a falta de estímulos externos e conduzem com eficiência a adoção de práticas circulares.

A pesquisa também aponta que o estudo revela um ponto surpreendente: a Economia Circular avança mesmo sem o apoio governamental. Desse modo, as empresas continuam adotando práticas circulares como estratégia de competitividade e diferenciação no mercado.

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Tampas plásticas, asfalto de plástico e Semana do Meio Ambiente

Rio de Janeiro substitui tampas de bueiro metálicas por tampas de plástico

Tampas de bueiro de plástico no RJ

Para enfrentar os recorrentes furtos de grelhas de ferro, que registraram mais de 5 mil apenas no último ano, a Prefeitura do Rio de Janeiro está testando um novo modelo de tampa de bueiro: feito de plástico durável e sem valor comercial. 

A iniciativa já chegou a 11 pontos estratégicos da cidade, incluindo o Centro, Botafogo e, mais recentemente, a Avenida Edgard Romero, em Madureira.

Em relação a durabilidade das novas tampas de plástico, o secretário municipal de Conservação, Diego Vaz, explica: “As novas grelhas são feitas de polietileno de alta resistência, um derivado do plástico, que suporta até 25 toneladas, mesmo sendo muito leve.”

Cidades como São Paulo e Recife já adotam a substituição de tampas metálicas por versões plásticas. Sendo assim, no Rio de Janeiro, a prefeitura planeja ampliar o uso do novo modelo para bairros da Zona Oeste, Zona Norte, Centro, Tijuca e Ilha do Governador.

Nesse sentido, Vaz ressalta: “Já estamos preparando a licitação para que a gente possa fazer um processo maior, mais amplo, e realmente avançar com esse material na cidade do Rio e que a gente pare de repor esse material”, afirmou Diego Vaz.

Além de contribuir para a diminuição dos furtos de tampas metálicas, a iniciativa também busca ampliar a sustentabilidade urbana. Ao adotar materiais plásticos resistentes e recicláveis, a reduz-se o uso de metais, incentiva a economia circular e promove soluções mais seguras e duráveis para a infraestrutura da cidade.

Tecnologia sustentável transforma rodovias com plástico e asfalto reaproveitado

Asfalto de plástico reciclado

Os técnicos da concessionária de rodovias Eixo-SP estão utilizando plásticos reciclados e asfalto reaproveitado na pavimentação. Assim, transformando resíduos em uma solução inovadora e ambientalmente responsável. A equipe já implementou a tecnologia pela primeira vez na América Latina em um trecho de 1,2 km da SP-294, entre os km 563 e 561, no município de Parapuã (SP).

Para esta inovação, os técnicos combinam resíduos plásticos e asfalto reciclado para melhorar o desempenho mecânico do pavimento. Consequentemente, se reduz o impacto ambiental da infraestrutura viária.

Quanto às vantagens deste tipo de pavimento, ou seja, PCR e RAP estão: sustentabilidade, uma vez que reduz a extração de novos agregados e reutiliza resíduos plásticos que poluem o ambiente e o asfalto velho. 

Assim como traz uma maior durabilidade, isso porque o plástico melhora a resistência à fadiga, trincas e deformações. Nota-se também uma redução de custos, pois há menos necessidade de materiais virgens e menor consumo de betume asfáltico. 

Sem contar a diminuição do impacto ambiental, já diminui o descarte de plásticos em aterros e a emissão de CO2 na produção.

Sendo assim, as equipes de pavimentação reaproveitam o material fresado, obtido da remoção do asfalto antigo, desde que o processem corretamente, ajustem sua granulometria e apliquem agentes rejuvenescedores quando necessário. 

Nesse sentido, os pesquisadores da Eixo-SP destacam que, durante a produção na usina, o controle de temperatura é essencial. Afinal, ele preserva a qualidade do ligante asfáltico ainda presente no RAP.

Semana do Meio Ambiente 2025 destaca soluções para o descarte de plásticos

Semana do Meio Ambiente debate sobre o plástico

Durante a Semana do Meio Ambiente, celebrada de 1º a 5 de junho, o debate global destacou o plástico, e o descarte inadequado do material. A cada ano, a data inspira ações concretas em defesa da sustentabilidade. Em 2025, o foco esteve em discutir e incentivar soluções eficazes para o fim da linha dos resíduos plásticos.

Mais do que um material presente no dia a dia, o plástico tem se mostrado um aliado estratégico na preservação ambiental. Quando usado de forma inteligente e descartado corretamente, ele contribui para a conservação da água, proteção do solo, redução do consumo de energia e eficiência no saneamento básico.

Sendo assim, com práticas adequadas de reciclagem, reaproveitamento e economia circular. Assim tornando possível reduzir os impactos ambientais e ampliar os benefícios desse material tão versátil.

Além disso, soluções inovadoras como o uso de filmes plásticos na agricultura, tubulações em regiões remotas e materiais de isolamento térmico mostram o uso do plástico como uma parte essencial de uma infraestrutura mais sustentável.

O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, surgiu em 1972 durante a Conferência de Estocolmo. Desde então, a data se tornou um marco global na luta por um futuro mais verde. 

No Brasil, a criação da Semana do Meio Ambiente em 1981 ampliou esse movimento, incentivando a participação ativa da população na proteção dos recursos naturais.

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