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Brasileiros pretendem comprar mais em 2024, aponta pesquisa

Uma pesquisa inédita feita pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) em parceria com o IPRI (Instituto de Pesquisa em reputação e Imagem), nomeada Retratos da Sociedade Brasileira nº 60, demonstra que 41% dos brasileiros pretendem consumir mais produtos neste ano, em relação ao ano anterior. 

Enquanto isso, 41% afirmam manter o mesmo consumo do último ano, e somente 15% dos entrevistados visam comprar menos. 

Imagem de duas mãos brancas tocando roupas à venda, elas verificam os preços da roupa. Representando os brasileiros que sejam comprar mais em 2024, de acordo com pesquisa

Sendo assim, nos próximos 12 meses, os brasileiros mostram-se inclinados a aumentar seus gastos. Sobretudo com bens de maior valor agregado, como móveis e eletrodomésticos. 

Para a pesquisa foram ouvidas 2.012 pessoas, nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Assim, a margem de erro vai para 2 pontos percentuais, e tem um intervalo de confiança de 95%.

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Em relação à faixa etária, a expectativa com o aumento dos gastos de bens de maior valor, volta-se para os mais jovens. 

Isso porque, 45% dos entrevistados que possuem idades entre 16 e 40 anos, acreditam que irão gastar mais nos próximos 12 meses. No entanto, a perspectiva cai para 34% no grupo de 41 a 59 anos, e 36% para a população com mais de 60 anos. 

Diante disso, Rafael Lucchesi, o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, considera: “A percepção de melhora em termos de renda, situação financeira e expectativa de gastos tende a criar um cenário positivo na visão da população. Isso reforça o aumento do consumo nos próximos meses. Essa disposição é importante, pois a demanda interna insuficiente foi o segundo principal problema relatado pelos empresários no ano passado, atrás apenas da carga tributária”. 

Panorama de renda da população

De forma ampla, esses resultados apontam uma evolução positiva quanto a situação financeira e de renda do consumidor brasileiro. 

Para 38% dos entrevistados, a situação financeira atual mostra-se melhor do que a de 12 meses antes. Enquanto 39% dizem permanecer na mesma situação, 22% dos brasileiros afirmam estar em situação pior. 

Quanto a isso, a análise por grupo etário aponta que os mais jovens enxergam melhora nas contas pessoais, 48% dos entrevistados com idades entre 16 e 24 afirma encontra-se em uma situação melhor. Porém, à medida que as ideias crescem, o percentual diminui, concluindo em 29% entre as pessoas com 60 anos ou mais. 

Outra diferença acontece na percepção de acordo com as regiões do país. No Nordeste, 47% afirmam estar em uma situação melhor do que há 12 meses. 

Já no Norte e no Centro-Oeste o percentual vai para 38%. No Sudeste alcança 34% e no Sul vai para 33%.

No que se refere ao endividamento, de acordo com a pesquisa, do total de entrevistados 41% asseguram estar menos endividados, comparado há 12 meses. Já 29% deles seguem com o mesmo número de dívidas, e 26% afirmam ter aumentado a dívida. 

Sobre a percepção de endividamento, existe uma associação entre a percepção de queda no endividamento e a região dos entrevistados. 

Isso acontece devido a 47% dos que afirmam estar menos endividados representam o Nordeste. 

Entretanto, o percentual que cai para 41% entre os entrevistados da região Sudeste, 40% na região Norte/Centro-oeste e 35% entre os entrevistados da região Sul. 

Perspectiva futuras

No que diz respeito ao aumento de renda futuramente, 39% dos entrevistados afirmam que a renda vai aumentar nos próximos 12 meses. Já 43% acreditam que nada irá mudar, e 14% acreditam que haverá diminuição. 

Assim, a expectativa de aumento de renda está relacionada à faixa etária dos entrevistados, entre os que têm 16 e 24 anos, metade prevê um aumento. 

Da mesma forma, há uma associação entre a expectativa de aumento de renda e escolaridade, enquanto 28% daqueles sem instrução acreditam que sua renda vai aumentar nos próximos 12 meses. Mas esse percentual aumenta progressivamente com a escolaridade e alcança 42% entre os que têm ensino superior.

Já entre as regiões, no Sudeste e no Sul, 36% dos entrevistados acreditam que sua renda vai aumentar nos próximos 12 meses. Mas, nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste esse percentual alcança 42% ou mais. 
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A Natura inova lançando novas embalagens com até 50% de plástico reciclado retirado do litoral brasileiro.

O novo modelo de embalagem Kaiak, possui um novo sistema de tampa, mais intuitivo, que facilita a abertura moderna e resistente.

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A princípio, esse lançamento seguirá durante todo o ano, incluindo mais novidades sustentáveis.

Dessa forma, essa iniciativa contribui para o propósito sustentável da Natura, já que promove o reaproveitamento do plástico de suas embalagens.

Nesse sentido, esse lançamento demandou o reaproveitamento de 102 toneladas de plástico em um ano.

Assim, fermentando nas regiões litorâneas da cadeia de reciclagem do plástico, Kaiak valoriza esse material e, por consequência, evita o descarte incorreto dele.

Resultados dessa ação

Empresa Natura mostra sua nova embalagem de KAIAK de plástico reciclado

Até o momento, esse processo de circularidade de Kaiak resultou em mais de 23 toneladas de plástico reciclado.

Isto é, o equivalente a 11,6 milhões de tampinhas de garrafa PET. Além disso, foi evitada a emissão de 39,5 toneladas de C0² na atmosfera.

Segundo a marca, essas ações fazem parte da alma da Natura e a conexão com os oceanos fazem parte da história de Kaik.

Sobretudo, essa iniciativa de circularidade integra uma das causas da Natura, que é a busca por desenvolvimento de alternativas de menor impacto ambiental.

Claudia Pinheiro, diretora de perfumaria da Natura, comenta: "Conectamos estratégias de produtos à logística reversa. Focados na melhor performance para a redução de resíduos no meio ambiente".

Natura e as práticas ESG

A Natura é uma das empresas mais responsáveis em ESG do Brasil. A marca se manteve na primeira colocação pelo oitavo ano consecutivo.

Nesse sentido, Agenor Leão, vice-presidente de Negócios da Natura Brasil, afirma: "Esse reconhecimento é uma honra e uma alegria para nós".

Segundo ele, a Natura tem uma trajetória de pioneirismo na implantação de um modelo de negócios que transcende a geração de lucro.

Assim como, busca promover maior valor compartilhado para todos os atores envolvidos em sua cadeia de valor.

Por exemplo, na Amazônia, a Natura desenvolveu um modelo de negócios inovador, onde busca a valorização econômica da floresta em pé.

Desde 2011, com esse modelo, a marca já movimentou R$ 2,55 bilhões de reais em volume de negócios na região. 

Atualmente, mantém relacionamento com 85 cadeias da sociobiodiversidade e desenvolveu 41 bioingredientes, gerando renda para mais de 8 mil famílias.

Para o vice-presidente, as empresas podem e devem ser agentes de transformação social.

Dessa forma, ele finaliza dizendo: "Por meio de nossas práticas, seguiremos engajando a sociedade e o mercado para um mundo sustentável e próspero para todos".

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Quando há reparos preventivos o risco de ter máquinas e aparelhos desgastados antes do tempo se reduz

Quando o assunto é energia elétrica, a manutenção nas instalações elétricas, preventiva e periódica é tema de fundamental importância para detectar problemas com antecedência. Dessa forma, evitando mau funcionamento, gasto excessivo de energia, acidentes e até mesmo explosões ou incêndios.

Contudo, muitas pessoas pensam que a manutenção deve ser feita apenas se alguma alteração for detectada ou se houver receio sobre o correto funcionamento de uma ou mais partes do sistema elétrico. 

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A importância da manutenção nas instalações elétricas

Fábio Amaral, engenheiro eletricista e CEO da Engerey, empresa especializada na montagem de painéis elétricos certificados explica “Ocorre que, tanto nas residências quanto nas empresas e indústrias, com o passar do tempo, se instalam novos equipamentos, mais modernos e que requerem cargas de energia cada vez maiores. Caso a rede não seja adequada, ela pode sofrer sobrecarga, vindo a superaquecer e até mesmo ocasionar curtos-circuitos, sendo estes focos de incêndios”.

Porém, segundo Amaral, só de observar quadros, disjuntores, interruptores, lâmpadas, fiações e outros componentes importantes já é possível prever grandes danos às instalações. “É preciso readequar constantemente a instalação para os equipamentos que ela recebe”.

Amaral dá um exemplo corriqueiro do dia a dia de grande parte da população, mas que ilustra bem o perigo do descaso e da falta de informação, “Muitas pessoas trocam as tomadas 10 Amperes pelas de 20 quando compram equipamentos que pedem esta amperagem. Mas não se dão conta de que a fiação também necessita deste cuidado. É preciso analisar se a bitola do cabo aguenta a carga que está recebendo, e caso não, é necessária a substituição na fiação”.

A NR-10 e a manutenção nas instalações elétricas

De acordo com a Norma Brasileira número 10 (NR-10), que estabelece as condições mínimas de medidas de controle e sistemas preventivos, a periodicidade da manutenção nas instalações elétricas deve estar sempre em consonância com as características de cada local. 

Portanto, são dois seus objetivos: precaução, de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores que, direta ou indiretamente, interajam em instalações elétricas; bem como o correto funcionamento dos equipamentos eletrônicos instalados, evitando que máquinas e aparelhos sejam desgastados antes do tempo. 

Amaral alerta “Nas indústrias, por exemplo, como o desempenho apropriado do maquinário é determinante para a produção, os serviços preventivos nos painéis elétricos devem ser uma prática constante. Do contrário, falhas elétricas podem causar prejuízos de grande ordem financeira”.

Correção x Prevenção

Em síntese, há dois tipos predominantes de manutenção nas instalações elétricas, são eles: corretivo e preventivo. 

No primeiro caso (corretivo), a assistência se dá quando existe risco para a segurança dos usuários ou possibilidade de perdas materiais. 

Geralmente, ocorre quando um ou mais componentes do sistema elétrico estão com problemas e precisam de consertos urgentes.

Então, na manutenção preventiva – a mais adequada – não há nenhum contratempo propriamente dito e a pessoa, empresa, condomínio ou indústria chama um técnico, regularmente, para fazer uma inspeção minuciosa. 

O objetivo é que tudo permaneça na mais perfeita ordem. Quando qualquer defeito for encontrado, o reparo deve ser feito imediatamente, zerando riscos para o usuário e equipamentos eletrônicos. 

O CEO da Engerey finaliza “Neste caso, os gastos com a manutenção preventiva são bem inferiores, quando comparados à corretiva, por tratar-se de um mecanismo que impede que ocorram panes ou perdas. Como diz o ditado: é melhor prevenir do que remediar a situação quando já não há outra solução”.

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Leia também Conquista ambiental: coleta de 2 bilhões de garrafas plásticas.

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A divisão química da Milliken & Company se juntou à Organização Global para PHA (GO! PHA) com o intuito de ajudar nos desafios de desenvolvimento técnico e de mercado relacionados aos biopolímeros biodegradáveis de polihidroxialcanoato (PHA).

O material é uma espécie de plástico biodegradável, com propriedades para reduzir os impactos no meio ambiente. Com a decisão, a Milliken passa a contribuir com sua experiência para melhorar processamento, desempenho, estética e outros atributos importantes do PHA.

O objetivo é expandir a gama de aplicação desta família de materiais para outros tipos de embalagens.  A participação acontece em uma plataforma colaborativa.

Allen Jacoby, vice-presidente sênior de aditivos para plásticos da divisão química da Milliken afirma que esse é o modelo ideal para enfrentar os desafios dos plásticos no oceano, e da conservação dos recursos naturais. “Substituir materiais tradicionais por polímeros PHA biodegradáveis de base biológica pode fornecer opções de menor impacto para serviços de alimentação e embalagens flexíveis. Estamos ansiosos para trabalhar com outros membros do GO! PHAs. Os polímeros PHA podem se tornar mais atraentes para designers de produtos, conversores e consumidores”.

A GO! PHA é uma coalizão entre indústrias e academia, dedicada ao desenvolvimento, comercialização e adoção de polímeros PHA por meio da defesa e compartilhamento de conhecimento. Com sua adesão, a Milliken passa a trabalhar priorizando problemas técnicos e maneiras de resolvê-los, adaptando aditivos Milliken de alto desempenho existentes ou desenvolvendo novas tecnologias. 

Rick Passenier, membro do conselho executivo da entidade destaca que está muito satisfeito em receber a Milliken no GO! PHA. “A experiência em aditivos de polímero da empresa, e as extensas capacidades de desenvolvimento agregam um valor enorme na otimização das propriedades e processabilidade do PHA, além de contribuir na expansão do uso do material em aplicações de embalagens de uso único”.

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Sindicato identifica oportunidades de negócio para o setor em visita a centros de pesquisa e desenvolvimento em São Paulo

A reciclagem dos pacotes de salgadinho consumidos por milhões de pessoas todos os dias, ao redor do mundo, pode dar origem a uma matéria-prima revolucionária para impressão 3D. O segredo consiste em aditivar o polipropileno biorientado (BOPP) das embalagens descartadas de batatas fritas, nachos e outras guloseimas com partículas de grafeno. Essa é uma novidade excelente, que representa uma das oportunidades identificadas para o mercado do plástico durante visita a centros de excelência tecnológica, em São Paulo, pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás).

Já é a segunda vez, em menos de seis meses, que o sindicato passa pelo Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologias da Universidade Presbiteriana Mackenzie - o MackGraphe, onde a novidade foi apresentada no mês passado. Assim como na ocasião anterior, no mês de novembro de 2017, o objetivo é detectar e compreender os possíveis impactos que o grafeno pode proporcionar para a indústria do plástico.

As possibilidades de aplicações do material só crescem no setor. Existe a perspectiva de que, em breve, toda a carroceria de um automóvel, que nos dias atuais é fabricada em aço, possa ter estrutura de plástico aditivado com grafeno. A substância é mais de 200 vezes mais resistente do que o aço, porém conta com um atributo a mais: a flexibilidade.

"É uma inovação que contempla três conceitos fundamentais para o futuro de qualquer negócio: sustentabilidade, tecnologia de ponta e altíssimo valor agregado. Percebemos que as pesquisas na Mackenzie estão bastante avançadas. O passo seguinte é dar viabilidade industrial e comercial para que estes novos materiais sejam naturalmente absorvidos pelo mercado”, constata o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.

O grafeno possui condutividade térmica mais de 10 vezes superior à do cobre, e é o melhor condutor elétrico conhecido pela ciência. O material absorve apenas 2% da luz, portanto, é quase invisível a olho nu, e em um metro quadrado, concentra massa de apenas 0,77 miligramas.

A missão organizada pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs) e pela Uniftec, estiveram presentes no Instituo Mauá, no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e o Centro Tecnológico de São José dos Campos, todos em território paulista. As organizações são referência nacional em pesquisa e desenvolvimento para a indústria 4.0.

"O Simplás está sempre em busca de novas oportunidades de negócios e conhecimento para seus representados. Muitas delas já são realidade e estão disponíveis hoje. O que procuramos é identificar e acessar estas aberturas, a fim de trazer maiores condições de competitividade às empresas do setor", conclui Lorandi.

Para mais informações, acesse: www.simplas.com.br.

Na cidade de Billund, Dinamarca, tem o bloco do Lego. O prédio está repleto de criações complexas, desde uma árvore de 15 metros de altura até uma coleção de dinossauros multicoloridos, todos são feitos de Legos que quase não foram modificados em mais de 50 anos.

Atualmente, o laboratório de pesquisa da marca busca remodelar a peça que trouxe a sua fama. Em 2030 a empresa pretende eliminar sua dependência de plástico, que por sua vez tem como base o petróleo, e criar seus brinquedos com materiais recicláveis à base de fibra vegetal. Além de usar embalagens da mesma origem das matérias-primas do brinquedo, como fibras vegetais ou garrafas recicladas e outras que sejam sustentáveis.

A empresa pretende desenvolver blocos que se juntam, mas se separem facilmente, com cores vivas e resistentes em possíveis quedas. Com isso, a companhia vai mudar as substâncias, mas manterá o mesmo produto.

Sobre Lego

Lego é uma contração de duas palavras dinamarquesas que significam ‘brinque-bem’ e tudo começou em 1930, quando um carpinteiro, chamado Ole Kirk Kristiansen, começou a fabricar e vender carrinhos de bombeiros e outros brinquedos de madeira.

Mas, foi na década de 50 que Ole começou a fazer experiências com blocos de plástico. Seu filho, Godfred, passou a comercializar os pequenos blocos não somente como brinquedos, mas como um sistema de construção que podia ser desenvolvido e passado para futuras gerações.

Hoje, a marca vende seus produtos no mundo inteiro e possui parcerias com franquias de filmes, como: Batman, Star Wars e outros, que comercializam kits de tijolinhos, filmes e videogames com o boneco Lego. Com isso, a empresa chegou a lucrar cerca de US$ 1,2 bilhão em 2017.

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Economia circular pode gerar 7 milhões de empregos

A economia circular, além das contribuições ambientais, pode promover cerca de 7 milhões de empregos, de acordo com o relatório da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e parceiros, apresentado no WCEF 2024. 

Economia circular pode gerar 7 milhões de empregos

Diante disso, aponta-se que apenas na América Latina e no Caribe, a economia circular tem potencial para chegar a 4,8 milhões de empregos. Quando se fala do impacto das atividades ambientais, a gestão de resíduos pós-consumo se destaca, isso porque com o tratamento correto de resíduos plásticos, os índices gerais de reaproveitamento tendem a aumentar no país.

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Ações como estas criam um caminho viável para mais soluções contínuas sem alterações ou reduções de custo de produção. Ainda segundo a WWF, o uso de reciclados reduz significativamente a pegada de carbono, em alguns casos chegando até a 80% menos emissões. 

Nesse sentido, as indústrias têm adotado sistemas ou centros de distribuição tanto para receber materiais pós-consumo quanto para embalagens secundárias, evitando descarte desnecessário.

Para Tânia Sassioto, diretora de inovação da Eureciclo, o trabalho conjunto e colaborativo demonstra como o trabalho cooperativo em prol da economia circular, impulsiona a recuperação de embalagens de menor valor para os coletores. 

Letramento ambiental pode impulsionar a economia circular

Assim, Sassioto, comenta: “Em nosso trabalho na construção de cadeias estruturantes, buscamos e conectamos marcas engajadas em encontrar soluções escaláveis e parceiros como organizações de catadores, gestores de resíduos, fabricantes e recicladores.”

A diretora também exemplifica que em casos de reciclagem de materiais plásticos a partir da resina PCR, têm capacidade de oferecer soluções adequadas para cada tipo de material. Entre os exemplos, o plástico filme e os PETs têm uma taxa de reciclagem de 47%. 

Relatórios da Ellen MacArthur Foundation destacam que incorporar materiais reciclados fortalece a base necessária para atingir, até 2030, as metas de circularidade. Por consequência, essa estratégia se alinha diretamente aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (Organização das Nações Unidas).

Porém, para atingir tais metas pontua-se o letramento ambiental. Desse modo, ao difundir informações de forma acessível, torna-se possível promover o tratamento correto dos resíduos. No Brasil, entretanto, a produção de plástico reciclado (PCR) ainda representa apenas 11,7% do consumo total, concentrando-se principalmente no Sudeste.

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Como a indústria do plástico está integrando práticas sustentáveis e circulares

A reciclagem do plástico não se resume apenas ao controle de resíduos: ela desempenha um papel crucial na sustentabilidade ambiental e na conservação dos recursos naturais. Diante das milhares de toneladas descartadas anualmente, o plástico se destaca como um dos materiais mais utilizados. Ao mesmo tempo, é um dos que mais são descartados de forma incorreta.

Sendo assim, as empresas e cooperativas promovem a reciclagem do plástico ao reaproveitar o material já utilizado, buscando diminuir o volume de resíduos e reincorporá-lo ao processo produtivo. Para isso, utilizam três abordagens principais: a mecânica, a química e a energética. E elas se diferenciam tanto pelas etapas envolvidas quanto pelo impacto ambiental que geram.

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Nesse sentido, reciclar o plástico permite que indústrias combinem progresso econômico com responsabilidade ambiental. Com isso, ao converter resíduos em insumos produtivos, elas evitam o descarte inadequado, minimizam perdas e fortalecem práticas sustentáveis.

Quando se fala dos benefícios da reciclagem, em termos econômicos e ambientais, aparecem: 

Movimentações em um setor produtivo em expansão, a reciclagem cria empregos diretos e indiretos em cooperativas, indústrias e logística. Além disso, ela possibilita ganhos sustentáveis ao cortar despesas com matéria-prima e incentivar a inovação em processos circulares.

Já do ponto de vista econômico, ao diminuir os resíduos, em aterros por exemplo, aceleram a decomposição dos plásticos, a reciclagem contribui para a preservação da vida na Terra. Da mesma forma, ela promove a educação ambiental, estimulando o consumo consciente e a proteção dos recursos naturais.

Na indústria, reciclar plástico é essencial para impulsionar a inovação sustentável e fortalecer a competitividade.

Empresas que incorporam o reaproveitamento de resíduos em seus processos produtivos aumentam a eficiência, cortam custos e se adaptam às novas demandas do mercado e às normas ambientais.

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Color Trend 2026 será lançado no  IV World Plastic Connection Summit

O IV World Plastic Connection Summit, marcado para 8 a 10 de abril de 2025 no Novotel Center Norte, São Paulo, já está com inscrições abertas. No evento, o Think Plastic Brazil lançará o guia Color Trend 2026, com curadoria de Marcelo Rosenbaum, destacando tendências para o setor de plásticos.

Color Trend 2026 será lançado no  IV World Plastic Connection Summit

Sendo assim, a próxima edição tem como foco inovação e criatividade. Para isso, a edição do guia apresentará insights estratégicos para o setor plástico. Dessa forma, destacando storytellings e cores que impulsionam a competitividade das empresas brasileiras no mercado internacional.

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Nesse sentido, Carlos Moreira, diretor-executivo do INP e de projetos do Think Plastic Brazil, explica: “Cores despertam emoções e criam identidade. A escolha de Rosenbaum combina narrativas culturais e sustentabilidade.”

Portanto, sobre ao Color Trend 2026 e parceria com Rosenbaum, Moreira pontua: “Temos no Color Trend 2026 a fusão da expertise dele com a visão do Think Plastic Brazil. Assim, ele explora paletas que refletem tendências globais e incorpora elementos da identidade brasileira para influenciar decisões empresariais e comportamentos de consumo. Seu conhecimento em design e sua compreensão das conexões culturais tornam essa parceria um marco importante para o nosso setor, para reforçar a atuação do Brasil como um player internacionalmente inovador”

Além disso, o projeto traz como destaque o método See Color, idealizado pela pesquisadora Sandra Regina Marchi (UFPR). Este método promove a inclusão de pessoas com deficiência visual e daltonismo por meio de uma linguagem tátil inovadora.

Nesse sentido, de acordo com o portfólio, Rosenbaum imprime ao Color Trend 2026 uma visão de intencionalidade e propósito. Com isso, posicionando a indústria brasileira de plásticos transformados como líder global. 

O lançamento ocorrerá de 8 a 10 de abril de 2025, no IV World Plastic Connection Summit, em São Paulo, com transmissão em inglês, português e espanhol. Inscrições disponíveis no site da WPCS.

Serviço

IV World Plastic Connection Summit

Summit 25 - World Plastic Connection Summit 

Local: Novotel Center Norte | São Paulo-SP

Data: 8 a 10 de abril de 2025

Híbrido e gratuito

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Forrester revela tendências de sustentabilidade para 2025

Anualmente, a Forrester apresenta previsões sobre acontecimentos específicos que se encontram na convergência de diversas tendências que influenciam a indústria. Sendo assim, para 2025 as projeções de sustentabilidade ambiental englobam aspectos como economia circular e demandas sindicais por condições seguras para os trabalhadores. 

Bem como, otimizações operacionais, normas sobre uso sustentável da água e certificados de energia renovável. Nesse sentido, Abhijit Sunil, analista sênior da Forrester, apresenta três das principais previsões de sustentabilidade ambiental para 2025.

Leia mais:

A primeira previsão aponta que benefícios financeiros e eficiências operacionais devem ultrapassar as regulamentações como os principais impulsionadores. Atualmente, 47% dos líderes em sustentabilidade ambiental indicam a conformidade regulatória como o principal motivo para relatar métricas, segundo a Pesquisa de TI e Sustentabilidade da Forrester do segundo trimestre de 2024.

De acordo com a Forrester, mais de um terço das empresas listadas na Fortune 100 Global assumiu compromissos com metas voltadas à economia circular. 

Diante desse cenário, eles apontam que organizações que ultrapassam os requisitos básicos de conformidade e exploram as oportunidades de reduzir, reutilizar, reparar, reformar e reciclar se destacarão.

Ainda, a projeção analisa que as empresas devem analisar o impacto combinado do risco climático na experiência dos funcionários e na resiliência operacional. 

De acordo com a Forrester, a intensificação das mudanças climáticas e a ausência de ações corporativas levarão os sindicatos industriais a lutar pela adaptação climática para seus trabalhadores.

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