ACovestro teve crescimento de 48,5% nas vendas totais e 54% de redução da emissão de gases do efeito estufa
A Covestro fechou o ano de 2021 com 15,9 bilhões de euros em vendas totais, alta de 10% em relação a 2020. A empresa planeja metas para desenvolvimento sustentável.
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Em virtude da alta demanda global, o grupo obteve lucros expressivos, principalmente devido a volumes adicionais da área de Resina & Materiais Funcionais, adquirida da DSM.
Assim sendo, Markus Steilemann, CEO da Covestro, analisa os resultados do ano fiscal. “Nossos ótimos resultados no ano fiscal de 2021 reforçam mais uma vez que estamos no caminho certo com a nossa configuração estratégica”.
Além disso, completa falando sobre os sucessivos procedimentos quanto à rentabilidade e ações climáticas. “Agora damos os próximos passos na nossa jornada para um futuro rentável e climaticamente neutro. Afinal, uma coisa é clara: sem nossos produtos, não será possível atingir a meta de 1,5 grau do Acordo de Paris.”
Segmentos e estratégias de desenvolvimento sustentável
A princípio, a Covestro se divide em dois segmentos reportados, Materiais de Performance e Soluções & Especialidades.
Além de, a integração de área de Resina & Materiais Funcionais.
Como também, está avançando no segmento de Soluções & Especialidades.
Assim, a empresa gerou efeito sinérgico de cerca de 26 milhões de euros, quase o dobro do previsto para 2021.
Com isso, a empresa espera gerar sinergias permanentes totalizando cerca de 120 milhões de euros por ano, até 2025.
Nesse meio tempo, em fevereiro de 2021, a empresa apresentou sua nova estratégia “Futuro Sustentável” integrante as politicas de desenvolvimento sustentável e teve feitos importantes em sua implantação ao longo do ano fiscal.
Desse modo, a estratégia é voltada ao crescimento e no foco ao cliente. Conforme a implantação da estratégia, em julho de 2021, o grupo reestruturou sua organização e reforçou o foco das suas áreas nos requisitos dos mercados atendidos e nas necessidades dos clientes.
Destemida, a Covestro definiu metas climáticas. A empresa que já tem planos de desenvolvimento sustentável, trabalha para atingir a neutralidade climática e a meta “net zero” até 2035.
Nesse sentido, em 2021, o grupo já reduziu 54% de suas emissões de gases do efeito estufa, por tonelada métrica de produto fabricado.
Atualmente, a Covestro planeja reduzir 60% das emissões de gases do efeito estufa das suas próprias operações e de fontes externas de energia, para 2,2 milhões de toneladas métricas até 2030.
Além disso, a longo prazo, a empresa pretende usar matérias-primas alternativas como a biomassa, resíduos, CO2 ou hidrogênio nos seus processos produtivos, além de usar somente energias renováveis, como energia solar e eólica.
Por fim, está prevista para ser alcançada em 2023 uma redução das emissões indiretas de gases do efeito estufa de processos upstream e downstream na cadeia de valor.
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Mercado publicitário se adequa as novidades que surgem e tornam a propaganda democrática, direta e especializada
A propaganda é algo que está na essência brasileira desde a antiguidade. Em 1800, quando ainda não existia a mídia televisiva, os mascates, ambulantes e tropeiros foram os pioneiros da propaganda no país, ao inovar nas formas de vendas, onde os consumidores não eram clientes, e sim, fregueses. Tiradentes, com seus panfletos, cartazes e santinhos foi o primeiro a dar início as campanhas políticas no país, e a primeira foi realizada na Independência do Brasil.
Os jornais, classificados e agências de propaganda entram em cena no país em 1891 a partir da criação da ‘empresa da Publicidade e Comércio’. Em seguida, o rádio trouxe os jingles, assim como o Rádio Nacional trouxe os programas de auditório.
No ano de 1949 surgiram os convênios entre as agências de propaganda junto à ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e o CNI (Conselho Nacional de Imprensa) e, tempos mais tarde, surgiu a Associação Brasileira de Agências de Propaganda, a ABAP.
Os anos 50 foram marcados pela chegada da televisão, em pleno ‘Anos de Chumbo’ como ficaram conhecidos os anos que o país viveu na ditadura. As televisões mudaram novamente e, as cores foram colocadas nas imagens das TV’s, o que mudou, mais uma vez e de forma radical a propaganda. Para ilustrar os aparelhos a cores, o país recebe em 1950 a primeira emissora, a Rede Televisão Tupi de São Paulo.
A mídia impressa também foi modificada com o passar do tempo, principalmente com o surgimento do offset e rotogravura, que elevaram o padrão de qualidade da impressão na propaganda. Desse tempo até os dias atuais os meios de comunicação vêm se desenvolvendo e se adequando cada vez mais às necessidades da busca por maior proximidade com a representação do real na comunicação.
Com o surgimento de mídias digitais, as informações visuais continuam sofrendo alterações e evoluções contínuas, e a partir disso, se faz necessário uso de linguagem universal e democrática. Independente do meio de veiculação de informação, a propaganda se faz de forma simples a ponto de facilitar o entendimento de todos, e, desde a década de 50 as agências começaram a ditar regras e formaram a conhecida ‘Era de Ouro da Publicidade’, onde a comunicação com o público, principalmente por anúncios, começou a ser mais descontraída e criativa.
Depois de um salto no tempo, nos anos 90, a internet surgiu e mudou todo o contexto da propaganda – o meio impresso começou a ser reduzido enquanto no meio digital o crescimento é contínuo, e está facilitando o acesso as informações e variedade de conteúdos, que podem ser selecionados pelos leitores. Com essa evolução, ao trazer redes sociais, parcerias e novas tecnologias, a internet transformou o mundo, literalmente, e as agências de publicidade, propaganda e marketing se adaptam todos os dias a essas mudanças.
Atualmente, para chamar e ganhar a atenção dos consumidores, é necessário que as empresas prezem por trabalhar com a divulgação de conteúdos relevantes, levando em conta que é possível selecionar a leitura. São utilizadas diversas técnicas pelos comerciantes para atingir de forma direta e real o consumidor, seja através do famoso link patrocinado, e-mail marketing, entre outros.
O importante e indispensável no mercado publicitário competitivo é ter diferenciais que façam com que os consumidores escolham trabalhar junto a empresa divulgadora. Além das redes sociais, é fundamental ter uma técnica que atinja e atraia o público-alvo, e o Portal Plástico Virtual conta com esse diferencial, por isso, é a melhor escolha.
O Portal conta com uma equipe totalmente engajada, divulgação de banners, parcerias, e ainda, com uma tecnologia exclusiva e de alta performance chamada TPI – Tecnologia de Posicionamento Inteligente, que une a otimização de alta performance e a tecnologia de ponta em programação estratégica para trazer visibilidade efetiva para marcas e resultados no Google em até 60 dias após a contratação.
Não espere seu concorrente conhecer a TPI e estar posicionado na primeira página do Google. Faça como a propaganda: evolua, cresça e apareça. Entre em contato com a equipe do Portal Plástico Virtual e garanta a tecnologia que revoluciona o segmento de propaganda, publicidade e marketing no mercado do plástico.
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No mês de junho o ITAL – Instituto de Tecnologia de Alimentos – lançou a 2ª edição do livro “Embalagens plásticas flexíveis: principais polímeros e avaliação de propriedades”, o qual foi desenvolvido pela equipe técnica do CETEA – Centro de Tecnologia da Embalagem – contando com 19 autores e dois editores.
O livro foca na área de embalagens flexíveis e dentro dele é possível encontrar temas como materiais plásticos que podem ser usados, suas propriedades, aditivos que entram na formulação de uma embalagem, adesivos, propriedades importantes de embalagens para alimentos e bebidas, quantificação dessas propriedades por meio de ensaios de laboratório, sua importância para conservação e comercialização de alimentos e bebidas, impactos ambientais, questões regulatórias entre outros temas que ele aborda.
Claire Sarantopoulos, editora do livro e pesquisadora científica do ITAL destaca que “a atuação do CETEA é um orgulho muito grande” e diz que, além de homenagear os 35 anos do Centro de Tecnologia de Embalagens da instituição, “essa obra também contextualiza duas gerações de pesquisadores do ITAL: a equipe da primeira edição do livro, em que muitos desses colaboradores ainda estão no instituto e agrega também a nova geração que foi, de certa forma, formada pela equipe anterior”. Junto a Claire, Fábio Teixeira, também pesquisador do ITAL completa que “é uma satisfação enorme poder colaborar com a atualização de uma publicação tão importante para o setor técnico-científico da área de embalagens, que teve envolvimento e dedicação de toda equipe”.
O lançamento do livro com certeza contribuirá com o desenvolvimento nesse setor. O secretário da Agricultura do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, frisa que “quando colaboramos com os profissionais do setor produtivo para aprimorar seus processos e produtos, estamos na verdade ajudando toda a sociedade, garantindo alimentos de qualidade e seguros, aumentando a competitividade das empresas e, sobretudo, minimizando os impactos ao meio ambiente”.
Claire ressalta que “é um livro base, para conferir e aumentar a competitividade técnica dos profissionais da área da embalagem”, que “tem importância fundamental nas questões de qualidade e segurança dos alimentos e proteção contra o meio externo associada à embalagem” e por fim, completa ao dizer que discutiram “aspectos ambientais e da legislação brasileira, Mercosul e internacional”. Além dessas utilidades, o livro pode ser usado em cursos, cursos técnicos e tecnológicos na área de plásticos, pelos fabricantes de embalagens flexíveis, pelas indústrias que fazem uso dessas embalagens.
A obra que tem o patrocínio da Bemis, Empax, Incoplast, Poli Instrumentos, Terphane e Vitopel, teve seu lançamento oficial realizado durante o curso de Embalagens Plásticas Flexíveis: Materiais & Propriedades, na sede do ITAL em Campinas/SP, entre os dias 20 e 22 de junho.
O Portal Plástico Virtual é parceiro do ITAL, para trazer conteúdos relevantes, mantém seus leitores sempre informados de todas as inovações que surgem no segmento do plástico, sendo o mais completo da América Latina. Acompanhem nossas notícias diárias e fique por dentro de tudo acontece.
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Bolhas e inclusões no plástico expõem falhas no controle industrial
A presença de bolhas e inclusões no material plástico é um desafio técnico recorrente na indústria de transformação. Apesar de comumente relacionado à qualidade do polímero, esses problemas apontam para outros gargalos na produção como: maquinário inadequado, falhas no controle ou molde irregular.
Identificar de onde surge este problema é um dos primeiros passos para definir o que precisa ser mudado na fabricação. A princípio, as bolhas e inclusões no plástico chamam atenção por serem visíveis em peças injetadas, não há solidez ou consistente, por isso as bolhas de ar aparecem.
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No entanto, as bolhas de ar têm diversas causas. Quando, por exemplo, o problema está na injetora, a peça passa por um resfriamento insuficiente, ou seja, passa por um ciclo curto, e resulta em uma peça sem solidez total, já que saiu antes do tempo.
Do mesmo modo, abrir a porta da injetora cedo demais pelo operador causa falhas, especialmente em indústrias que não adotam ciclos automáticos de injeção e padronização dos procedimentos.
Ainda, temperaturas do molde muito altas ou muito baixas geram bolhas nas peças. Entradas de material mal posicionadas e saídas de ar insuficientes também provocam bolhas de ar. Por isso, durante o desenvolvimento dos moldes, os projetistas devem garantir que as entradas de material e as saídas de ar estejam corretamente dimensionadas e testar o molde de forma adequada antes da produção.
Bolhas e inclusões no plástico afetam produtividade e reputação das empresas
Essa situação, geralmente, está ligada à tentativa de reduzir custos na produção. Mas no fim geram custos adicionais.
Isso porque, a formação de bolhas e inclusões gera rejeitos elevados, desperdiça matéria-prima e aumenta o tempo de produção. Além disso, a fabricação consome recursos adicionais e atrasa a entrega dos produtos ao realizar retrabalho para corrigir essas falhas. Esses fatores reduzem a eficiência operacional e elevam os custos de produção.
Consequentemente, o uso de uma injetora inadequada aumenta o risco de bolhas e inclusões, gerando retrabalho constante e desperdício de material. Ainda, equipamentos mal dimensionados ou com tecnologia precária exigem manutenções urgentes e mais frequentes, elevando os gastos operacionais e impactando a produtividade da linha de produção.
Além disso, em termos de mercado, empresas que atrasam ou não entregam os produtos sofrem danos à reputação no mercado. Clientes insatisfeitos procuram fornecedores alternativos, comprometendo a confiança na marca. Manter padrões de qualidade é essencial para fidelizar clientes e preservar a imagem da empresa no setor.
Identificar e corrigir bolhas e inclusões no plástico garante a qualidade do produto, a eficiência da produção e a saúde financeira da empresa. Investir em tecnologias de monitoramento, controle de processos e treinamento contínuo da equipe é essencial para mitigar esses defeitos e manter a competitividade no mercado.
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Warping: quando o plástico decide mudar de forma
O Warping, mais do que um termo amplamente utilizado na indústria do plástico, revela, em uma palavra, um desafio constante na fabricação de peças plásticas. Conhecido também como deformação de peças injetadas, irregularidade dimensional ou empenamento, ocorre principalmente devido a tensões internas geradas durante o resfriamento desigual do material no molde.
Máquina de moldagem de plástico
Esse fenômeno tende a comprometer a qualidade, a funcionalidade e o encaixe das peças plásticas. Isso porque durante o resfriamento, os termoplásticos como o PBT sofrerem contrações desiguais, que fazem as peças se curvarem, torcerem ou perderem a forma projetada.
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Além de acarretar problemas que impactam a funcionalidade das peças, também gera retrabalho e aumenta os custos de produção. No entanto, outros fatores podem gerar o Warping, como:
Tensão residual gerada durante a moldagem provoca deformação;
Desmoldagem incorreta
Resfriamento inadequado (fator mais comum)
Resinas plásticas apresentam diferentes comportamentos em relação ao warping ou deformação dimensional. Resinas cristalinas gerais, como polioximetileno (POM), nylon (PA), polipropileno (PP), polietileno (PE) e polietileno tereftalato (PET), bem como resinas amorfas como PVC, poliestireno (PS), ABS e AS, tendem a sofrer deformações significativas durante o resfriamento e a moldagem.
Entretanto, para minimizar o problema, a indústria recorre a soluções como o uso de reforços estruturais, balanceamento da espessura, otimização dos parâmetros de moldagem. Até simulações avançadas que antecipam possíveis deformações antes da produção em larga escala. Essas estratégias permitem reduzir desperdícios, melhorar a qualidade final e garantir maior confiabilidade das peças injetadas.
Além disso, resinas reforçadas com fibra de vidro apresentam grandes deformações devido à orientação das fibras durante o processo de injeção, que cria tensões internas e contrações desiguais.
Esses fatores tornam essencial o controle de parâmetros de processamento e o projeto cuidadoso do molde para minimizar o warping e garantir a precisão dimensional das peças.
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Plástico Virtual é parceira de mídia oficial e expositora da Plastfair 2025
A Plástico Virtual participa da Plastfair 2025 como parceira de mídia oficial e expositora, reforçando seu compromisso com a indústria do plástico e com a geração de conexões estratégicas no setor.
A feira, que começou hoje, dia 5, e vai até 8 de agosto no Expotrade Pinhais, no Paraná, se consolidou como um dos principais eventos do setor no Brasil. Isso porque reúne profissionais de diferentes áreas e mais de 150 expositores.
Quer saber mais sobre a parceria? Fique comigo até o final e leia com atenção.
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A Plástico Virtual se posiciona como um dos principais canais de conteúdo, visibilidade e marketing industrial do país. Desse modo, a participação na Plastfair reforça também o papel estratégico da Plástico Virtual na geração de conteúdo qualificado e direcionado, com foco em inovação, sustentabilidade e competitividade.
Sendo assim, os visitantes da Plastfair nos encontram logo na entrada da feira, no estande Q16. Logo, com fácil acesso ao nosso espaço os visitantes poderão contar com uma equipe todos os dias do evento.
Além disso, a equipe estará disponível para apresentar todas as soluções em marketing industrial, demonstrar como potencializar a visibilidade de marcas do setor plástico por meio de mídia segmentada. Ainda, para esclarecer dúvidas sobre estratégias digitais, parcerias comerciais e oportunidades de divulgação na Plástico Virtual.
Afinal, mais do que informar, somos uma mídia e agência que trabalha para aproximar soluções e negócios. Desse modo, contribuindo com o fortalecimento da cadeia do plástico em todo o país.
Tendo em vista que a Plastfair vai muito além da exposição de produtos. Durante os quatro dias de evento, o público poderá acompanhar talks, painéis, demonstrações tecnológicas. Bem como no stand da Plástico Virtual terão oportunidades de networking que favorecem decisões de compra e parcerias de negócio.
Portanto, a feira segue até sexta-feira, dia 8, e o convite está feito: visite o estande da Plástico Virtual e descubra como transformar oportunidades em negócios.
Rodovia Deputado João Leopoldo Jacomel, 10.454, Vila Amélia, Pinhais – Paraná
Vale lembrar que por se tratar de um evento técnico, a entrada é restrita a maiores de 16 anos. Menores não serão autorizados, mesmo se estiverem acompanhados por responsáveis.
Desse modo, para acompanhar a feira e todas as novidades em tempo real, siga @plasticovirtual e a @plastfair nas redes sociais para ficar por dentro de tudo o que vai acontecer.
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Clientes da Plástico Virtual se destacam na Plástico Brasil 2025
A Plástico Brasil 2025 encerrou mais uma edição de sucesso, reunindo mais de mil marcas e consolidando-se como um dos eventos mais importantes para a indústria do plástico.
Assim, ao longo de cinco dias de networking, vendas e aprendizado, diversos expositores alcançaram sucesso. Os clientes da Plástico Virtual, em particular, brilharam com suas soluções inovadoras, sustentáveis e eficientes.
A Arburg destacou-se ao conquistar o selo ouro do Better Stands, com um estande reutilizável projetado na Alemanha, refletindo seu compromisso com a sustentabilidade. Como líder global em máquinas injetoras e soluções para impressão 3D, a empresa reafirmou sua posição inovadora na indústria.
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Enquanto isso, a Crizaf demonstrou sua expertise em esteiras transportadoras e equipamentos periféricos, oferecendo soluções que otimizam a automação e a eficiência produtiva. A Imerys, por sua vez, líder na extração e processamento de minerais industriais, apresentou inovações no uso de carbonato de cálcio e perlita, ampliando sua presença no setor de plásticos.
Além disso, a Mainard reforçou sua posição como principal fabricante brasileira de instrumentos de medição, com soluções de alta precisão para controle de espessura, gramatura e dureza. Enquanto, a Retilox apresentou um portfólio robusto de aditivos que aprimoram a qualidade dos materiais plásticos, reduzindo custos e aumentando a eficiência dos processos.
No setor de reciclagem, a Seibt se destacou ao apresentar máquinas que aumentam a produtividade e tornam a resina reciclada mais competitiva em relação à virgem. Nesse sentido, a TRIA também brilhou com seus moinhos granuladores de alta performance, pois suas soluções promovem maior eficiência no reaproveitamento de resíduos plásticos.
A Super Finishing trouxe para a feira tecnologias avançadas em tratamentos de superfície, como o Níquel Duro Químico e o Níquel-Lub, que garantem maior resistência e durabilidade aos produtos industriais. Por fim, a Tsong Cherng surpreendeu os visitantes com um piso ecológico inovador, desenvolvido a partir de resíduos têxadtis e biopolímeros sustentáveis.
Resultados desta edição e data para a próxima feira Plástico Brasil
Sendo assim, com esses resultados expressivos, os clientes da Plástico Virtual reafirmaram seu protagonismo na indústria, destacando-se pela inovação, eficiência e compromisso com a sustentabilidade.
Desse modo, a Plástico Brasil 2025 consolidou-se como um evento essencial para quem busca crescimento e transformação no mercado de plásticos.
A próxima edição da feira já tem data: 15 a 19 de março de 2027. Mantenha-se atualizado sobre todas as novidades seguindo nossas redes sociais e acessando o site oficial.
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Afinal, o que é o plástico biodegradável?
Compostos por matérias-primas renováveis ou polímeros sintéticos modificados, os plásticos biodegradáveis foram desenvolvidos para facilitar sua decomposição no meio ambiente. Assim, suas produções vem de matérias-primas renováveis, como amido de milho, cana-de-açúcar e óleos vegetais, ou de polímeros sintéticos modificados.
O plástico biodegradável se decompõe em substâncias naturais, como água, CO₂ e biomassa, quando exposto a condições adequadas. Isso acontece graças à ação de microrganismos como bactérias e fungos, sem gerar resíduos tóxicos. Ainda assim, é fundamental destiná-lo corretamente.
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Um polímero precisa se decompor por ação de microrganismos em condições naturais ou controladas para receber a classificação de biodegradável. Desse modo, resultando em substâncias seguras e livres de toxicidade.
Os principais bioplásticos
O PLA, obtido de fontes renováveis como amido de milho e cana-de-açúcar, é ideal para embalagens e descartáveis. Enquanto o PHA, sintetizado por bactérias a partir de óleos ou açúcares, tem aplicações médicas e em embalagens.
Derivado da fermentação de biomassa, o PSB aplica-se em filmes e sacolas. Enquanto isso, o PBAT, um polímero sintético biodegradável e flexível, emprega-se em sacolas compostáveis.
Como funciona a biodegradação desse material?
O processo de biodegradação inicia-se quando os microrganismos atacam as cadeias menores dos polímeros, desde que o ambiente ofereça as condições necessárias.
Sendo assim, fatores como temperatura adequada (cerca de 37°C ou 55°C na compostagem), umidade, tipo de solo, pH e a presença ou ausência de oxigênio determinam se a biodegradação será aeróbia ou anaeróbia.
As etapas da biodegradação
Fragmentação: O plástico se divide em pedaços menores devido à ação de fatores ambientais como luz UV, calor, umidade, oxigênio e enzimas microbianas;
Bioestabilização: Os microrganismos utilizam enzimas específicas para quebrar as ligações químicas dos polímeros fragmentados;
Assimilação: As células microbianas absorvem os compostos resultantes da degradação;
Mineralização: Os materiais degradados são transformados em substâncias básicas, como CO₂, água, sais minerais e amônia.
Vale lembrar que sem o descarte correto e em condições inadequadas, plásticos biodegradáveis jogados na rua ou na natureza tendem a persistir por anos. Com isso, resultando em impactos negativos.
Os impactos do bioplástico
A principal vantagem dos plásticos biodegradáveis é a redução do tempo necessário para sua decomposição. Tendo em vista a diminuição do acúmulo de resíduos plásticos em aterros e ecossistemas.
Eles também ajudam a diminuir o uso do petróleo como matéria-prima. Uma vez que são produzidos a partir de recursos renováveis, oferecendo uma alternativa mais ecológica para a indústria do plástico.
Porém, quando descartados de forma errada, os plásticos biodegradáveis não se degradam como esperado, o que acaba gerando impactos ambientais. Além disso, sua produção, ao utilizar matérias-primas agrícolas, pode competir com o cultivo de alimentos.
Outro desafio é o alto consumo de energia e água necessário para fabricar esses plásticos, o que pode prejudicar a sustentabilidade do processo.
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Indústria do plástico atinge faturamento de R$ 123 bilhões
A Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) divulgou o anuário Perfil das Indústrias de Transformação e Reciclagem de Plástico no Brasil, que nesta edição apresenta os resultados em 2023. Assim, no documento, encontra-se a análise completa do balanço da indústria e do crescimento do setor.
Além disso, o anuário também conta com informações sobre estrutura e desempenho da produção, demanda, reciclagem mecânica pós-consumo e faturamento.
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Conforme o Perfil, a indústria de produtos transformados em plástico gerou 363,4 mil empregos em 12,4 mil empresas. Em contrapartida, a indústria de reciclagem registrou 15,4 mil contratações em 1,6 mil empresas, mantendo-se como o quarto maior polo industrial do Brasil. Adicionalmente, para cada tonelada de plástico reciclado, são criados empregos para 3,16 mil catadores.
O faturamento do setor de transformação do plástico, por sua vez, foi de R$ 123 bilhões. Dessa forma, do total, as micro e pequenas empresas têm uma participação de 7,7%, as médias empresas correspondem a 25,1% e as grandes companhias representam 67,2%.
A pesquisa mostra que as importações movimentaram aproximadamente US$ 3,7 bilhões no setor de produtos plásticos. Já as exportações desse mesmo setor alcançaram a marca de US$ 1,39 bilhão.
Diante disso, José Ricardo Roriz Coelho, presidente do Conselho da Abiplast, afirma: “A publicação do Perfil 2023 é essencial para o setor, pois oferece uma visão clara dos desafios e oportunidades que enfrentamos. O documento apresenta dados sobre a produção, consumo e reciclagem de plásticos no país, além de destacar a importância do plástico em áreas essenciais da economia, como construção civil, alimentos e automotivo”.
Além disso, o relatório aponta que, no ano anterior, o Brasil produziu 7,04 milhões de toneladas de produtos plásticos no Brasil. Enquanto o consumo chegou a 7,49 milhões de toneladas, gerando um faturamento estimado em R$ 123,36 bilhões.
Panorama dos setores que movimentam o mercado plástico
Sendo assim, destacam-se os principais setores que se destacam nas vendas do setor plástico:
Construção civil: 28,32%;
Indústria alimentícia: 18,98%;
Comércio e varejo: 7,90%;
Automóveis e autopeças: 7,25%;
Produtos de metal: 5,81%;
Máquinas e equipamentos: 5,28%;
Bebidas: 5,10%;
Móveis: 4,21%;
Entre outros.
A indústria brasileira, em geral, utiliza produtos plásticos como insumos, embalagens ou soluções que aumentam o valor agregado. Vale destacar que 45,5% dos plásticos consumidos têm ciclo de vida longo, ou seja, permanecerão em uso na indústria por bastante tempo antes de serem descartados ou reciclados.
Além disso, o estudo identifica as principais resinas utilizadas, com o polipropileno (PP) representando 19,7%. Seguido pelo polietileno de baixa densidade linear (PEBDL) com 15,3%, polietileno de alta densidade (PEAD) com 13,9%, policloreto de vinila (PVC) com 13,8%, polietileno de baixa densidade (PEBD) com 7,6%, politereftalato de etileno (PET) com 6,9%, poliestireno (PS) com 6,4% e poliestireno expandido (EPS) com 3,3%.
Quanto à reciclagem mecânica pós-consumo, a pesquisa indica que 1,1 milhão de toneladas foram recicladas, correspondendo a 25,6% do total de material destinado a essa prática.
O índice de reciclagem por tipo de material ressalta o reaproveitamento de produtos significativos, como o PET (53,6%) e o EPS (33,8%), seguidos pelo PEAD (31,2%), PP (23,8%) e PVC (16,8%).
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Proposta sobre economia circular no Brasil voltam a discussão
Este ano, por meio do Conselho de Sustentabilidade, ação promovida pela FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) há 15 anos. Uma frente voltada para economia circular. Diante Projetos de Lei que tramitam em esfera federal, a reunião de abril do conselho focou em analisar os projetos.
Assim como desenvolver contribuições aos Projetos de Leis sobre transição para uma economia circular.
Com esta ação a FecomercioSP visa solidificar as relações de confiança, atuando sempre de modo orientativo nas defesas do livre-comércio, do respeito à diversidade, da transparência, da sustentabilidade e da inovação.
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Da mesma forma que, de acordo com a federação, estimula a atuação empresarial, incentivando o equilíbrio dos pilares social, econômico e ambiental.
De uma economia linear para a economia circular
A economia linear, baseada no sistema de extrair, transformar e descartar, para transição da economia circular precisa voltar-se a um sistema sustentável que foque em modernizar os modelos de negócios.
Para isso, deve-se insistir práticas como novos design de produtos, redução, reutilização e reintrodução dos materiais na cadeia produtiva. Isso acontece na forma de insumos, para diminuição de recursos naturais e das emissões de GEE (Gases de Efeito Estufa). Assim como, a redução do desperdício, e o descarte correto de resíduos.
A economia circular, relacionada ao retorno de produtos e embalagens em sua fase pós-consumo ao ciclo produtivo, acontece também por meio do descarte adequado em SLRs (Sistemas de Logística Reversa).
Essas ações também precisam ser implementadas pela iniciativa privada, como, importadores, fabricantes, comerciantes e distribuidores.
Economia circular de plásticos
Dentro deste contexto, o PL 2.524/2022 que trata sobre a circularidade de plástico tem como objetivo principal incluir as cooperativas de catadores no Programa Federal de Pagamento por Serviços Ambientais.
Os demais objetivos do PL buscam cessar os produtos com plásticos de uso único, incentivar a inovação de materiais e modelos de negócio.
Assim como, pretende acabar com descarte inadequado de resíduos, estimular a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico direcionados à substituição de embalagens por alternativas compostáveis e de baixa emissão de GEE.
O PL conta com um cronograma para cada item, mas, a princípio, define que a partir do dia 31 de dezembro de 2029, todas as embalagens plásticas em circulação no mercado precisam ser retornáveis. Além disso, devem conter comprovações de reciclabilidade ou confecção por materiais compostáveis.
Análise da FecomercioSP sobre as propostas do PL de plásticos
No debate que reuniu integrantes da FecomercioSP, convidados e empresas participantes do Conselho de Sustentabilidade, essas questões ganharam espaço para discussão. Os especialistas mostraram-se favoráveis ao PL.
No entanto, destacaram a importância de ajustes em alguns temas com sugestões relevantes para adaptação das propostas.
Quanto à eliminação do plástico de uso único por outros materiais, a proposta não se mostra adequada. Tendo em vista que ela estimula a compostagem, mas não há um sistema ativo que atenda as demandas de resíduos descartados pela sociedade.
E, ainda, estabelece metas comuns aos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes sobre o cumprimento das regras previstas pela norma, destoando da PNRS, que atribui responsabilidades distintas a esses setores.
Além disso, o projeto determina uma data específica com prazo final para substituições de embalagens, que diferentemente dos prazos dos prazos para a proibição dos produtos plásticos de uso único, prevê procedimentos impraticáveis.
Entre eles aparecem: a compra de embalagens usadas por fabricantes e importadores dos comerciantes que as comprarem. E da permissão para exportação de produtos plásticos de uso único, indo de encontro à tendência global e às políticas internacionais de proibição.
O que visa o PL 1.874 para instauração de uma economia circular?
Nesse sentido, a FecomercioSP divulga o entendimento e posição da equipe sobre o PL 1.874, mostrando-se favoráveis a ele. Tendo em vista que ele cria um Fórum Nacional de Economia Circular, no qual pretendem criar planos de ações e de engajamento da sociedade.
Além disso, ele traz instrumentos para uma transição justa, englobando desde apoio financeiro às regiões mais afetadas, até os grandes emissores de GEE.
Incluindo ajuda para uma transição para a economia de baixo custo de carbono e a criação de startups. Bem como investe em pesquisas e inovações, além de gerar empregos.
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