O moinho para plástico é uma máquina muito utilizada no processo de reciclagem do plástico, em indústrias termoplásticas. Após o processo, o material pronto para ser trabalhado passa por meio de moldes e máquinas injetoras que darão novas formas ao material, podendo assim retornar ao mercado.
O moinho para plástico tritura o material, de forma que ele fique com um formato granulado, é a forma correta para realizar a reciclagem de maneira econômica. O moinho para plástico é capaz de triturar peças de diferentes dimensões e diferentes graus de rigidez, o que faz dele uma máquina muito versátil, utilizável em diversas situações.
Além disso o moinho para plástico geralmente não demanda muita energia durante o processo de trituração e tem um baixo índice de ruído. O moinho para plástico não é uma máquina de difícil manuseio, sendo muito fácil o treinamento de operadores para realizar trabalhos de maneira segura e eficiente.
O moinho para plástico pode ser encontrado em diversos modelos com tamanho e potências diferentes. A quantidade de plástico triturado também varia de modelo para modelo, por isso, no momento da compra de um moinho para plástico, é de grande importância a realização de um estudo que analise a necessidade de processamento de plásticos por hora e capacidade física do local de trabalho. O olhar de um especialista de uma empresa voltada para o assunto pode auxiliar muito no momento de escolher marca e modele de moinho para plástico.
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Everton Simões Van Dal fala das tendências da impressão 3D até para o setor de moldes e como os polímeros inteligentes vão da prateleira do supermercado para a geladeira do consumidor.
O engenheiro de inovação da Braskem, Everton Simões Van Dal, tratou na segunda-feira (26), às 20h, em uma Reunião-Jantar do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás) informações que fazem parte da palestra A Indústria de Plástico do Futuro. Os participantes convidados contribuíram com um quilo de alimento não-perecível ou R$ 10, que serão doados a uma instituição de caridade. A Reunião-Jantar do Simplás teve o patrocínio de Raidbr – Tecnologia da Informação.
Para quem atua na indústria de transformação, mais do que se preparar, o negócio é se acostumar, pois algumas das grandes mudanças do setor entrarão, não pelos portões das fábricas, mas pela porta de casa. Nos próximos cinco anos, o churrasco do fim de semana sairá de uma embalagem feita de polímero inteligente, que sinaliza a validade da carne, enquanto o mercado de impressão 3D vai quintuplicar, chegando a US$ 26 bilhões – e abrir possibilidades, acredite, até para o segmento de moldes.
“É muito fácil nos acostumarmos com as coisas quando elas são melhores, mas é muito difícil olharmos para trás e tentarmos prever o futuro. Às vezes não é intuitivo saber como a tecnologia vai estar daqui a 10 anos e entender como ela vai impactar seu negócio, pois a evolução acontece em ritmo exponencial. Por isso, na Braskem, trabalhamos com o modelo de inovação aberta, colaborativo. Tudo é construído a quatro ou seis mãos”, afirma Van Dal.
Na visão da maior petroquímica das Américas, a impressão 3D se consolida como tendência para prototipagem ou produção de peças específicas, em pequena escala. Praticamente individual. Porém, evolui como tecnologia exponencial. Multinacionais como Arburg, HP, Polaroid e Toshiba investem pesado no segmento. Ao oferecer no mercado impressoras melhores, mais baratas, mais capazes e de melhor qualidade, começam a entrar na demanda por fabricação de larga escala. O mercado de impressão 3D, que hoje é de US$ 5 bi, cresce 26% ao ano há 27 anos. Em cerca de cinco anos, deve atingir US$ 26 bilhões.
“A impressão 3D vai impactar mais em transformação e distribuição. Vai viabilizar a personalização em massa, sem moldes. Surge a possibilidade de manufatura descentralizada, permitindo a redução de estoques e de custos. Ainda não se sabe se chegará ao nível doméstico em tão pouco tempo. Mas poderá ser como os centros de cópias da Xerox, com pontos de venda espalhados pelo mundo”, pondera o engenheiro.
Para quem trabalha com larga escala, revela o palestrante da Reunião-Jantar do Simplás, a mudança aparecerá na impressão do próprio molde. De plástico ou metal.
“O molde não deixa de existir. Ele fica mais barato e com melhor performance. A complexidade do projeto não será problema. Pode ter ainda mais canais de resfriamento. Ciclo de injeção com tempo menor. O fabricante imprime o molde e aumenta a produtividade da cadeia toda. Você pode passar a oferecer 10 linhas de produtos com 100 mil unidades cada um. Pode mudar o molde mais frequentemente. A [multinacional alemã] Arburg já tem uma impressora 3D lançada comercialmente para personalizar peças injetadas. É uma proposta complementar ao modelo atual”, define Van Dal.
Aliás, para os transformadores plásticos, o que não falta no futuro – ou já no presente, em muitos casos – são novidades nos modelos de negócio, proporcionadas pela tecnologia. Neste particular, trata-se da chamada indústria 4.0, que vai tornar a cadeia do plástico mais produtiva e reduzir custos de processamento. A otimização em tempo real, por meio de sensores coletando dados, vai viabilizar novos modelos de negócio, baseados nestas informações.
“A Engel, fabricante tradicional de injetoras, trabalha com o conceito Smart Machine. Um software faz com que o volume de fundido injetado se mantenha constante, independentemente de flutuações na matéria-prima ou condições de ambiente. A injetora vai se otimizando em tempo real. O ganho de produtividade e a redução de perdas são substanciais. Também tem o Smart Service. Novos modelos de negócio, em que o fabricante vende, além da máquina, o serviço. Por exemplo, uma rosca de extrusão com sensores que permitem prever falhas e antecipar manutenção. O fabricante pode vender, também, um pacote de serviços de inteligência a partir de coleta de dados”, revela Everton Simões Van Dal.
Outra novidade próxima são os chamados polímeros inteligentes. Aqueles que serão transformados em embalagens com a capacidade de, por exemplo, avisar quando o leite está perdendo a validade. Atualmente na fase de protótipo, em cinco anos, acredita-se, já devem adquirir aplicações no mercado. Ou até mesmo antes disso, avalia o engenheiro de inovação da Braskem:
“É um produto que vai entrar em mercados específicos, em segmentos onde isso seja uma vantagem para o consumidor. Nos perecíveis [carne, peixe, leite, iogurte], por exemplo. A mudança vai começar em nichos, porque envolve vários elos na cadeia, desde o produtor do polímero, passando pelo transformador, até chegar ao consumidor final. Mudança na tecnologia envolve mudança de custo e mudança de modelo de negócio”.
Palestrante da Reunião-Jantar do Simplás, o engenheiro de inovação da Braskem, Everton Simões Van Dal também foi uma das atrações do 2º Congresso Brasileiro do Plástico, ano passado, em Porto Alegre. Na ocasião, apresentou ao público outras tecnologias que devem mudar substancialmente o panorama da indústria de transformação – e por consequência, da vida de boa parte da população – nos próximos anos.
Com o custo do sequenciamento genético despencando de US$ 100 milhões em 2001 para menos de US$ 1 mil nos dias atuais, a biologia sintética abre caminho para a produção de novos polímeros, com novas aplicações, hoje inexistentes. Tudo a partir de uma fonte renovável. E nacional.
“Temos a possibilidade de produzir novas matérias-primas com custo bastante inferior. Codificar uma levedura ou bactéria que processa açúcar e produz etanol para produzir um determinado tipo de isômero e ainda capturar e fixar gás carbônico da atmosfera na forma de plástico. Apesar da crise, temos uma indústria sucro-alcooleira extremamente desenvolvida, com preços muito competitivos de açúcar, etanol e biomassa. Um dos preços mais baratos do mundo. O ciclo de carbono na cana-de-açúcar é mais interessante que no açúcar oriundo do milho [produzido nos Estados Unidos] ou de beterraba [feito na Europa]. O Brasil é a Arábia Saudita da biomassa. Todas essas tecnologias devem aumentar a produtividade e a sustentabilidade da cadeia", arremata Van Dal.
Informações, consulta de vagas e inscrições para o encontro na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC) de Caxias do Sul (RS), podem ser obtidas pelo telefone (54) 3013.8484 ou e-mail [email protected].
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Uma empresa brasileira produziu uma mão mecânica utilizando polímero feito a partir do amido de milho e beterraba. O projeto ganhou destaque pelo preço acessível e pela personalização. A mão foi destinada a Fábio Bilarva, 29, que trabalha como escrevente no Tribunal de Justiça de São Paulo. Fábio perdeu os dedos amputados quando tinha apenas três anos, após um acidente na padaria de seu pai.
Há dois anos, ele buscava equipamentos e encontrou na internet um projeto de uma mão mecânica desenvolvida por uma ONG dos Estados Unidos. Fábio decidiu ir atrás de uma empresa para criar a peça no Brasil, mas o orçamento das peças era alto.
Até que Fábio procurou a empresa WishBox Technologies, companhia criada por Tiago e Rodrigo Marin, que tem sede em Balneário Camboriú (SC), e vende impressoras 3D importadas. E a partir disso, com um orçamento apresentado que ficou em torno de R$ 800 para a impressão, a mão mecânica foi produzida.
“Nosso foco é vender as impressoras e, por isso, imprimimos de tudo para comprovar a funcionalidade e a eficácia dos nossos produtos. O projeto apresentado pelo Fábio foi o primeiro do tipo que recebemos. Então, decidimos não cobrar nada dele e produzir a prótese”, conta Tiago Marin.
A matéria-prima utilizada foi o PLA, constituído por moléculas de ácido láctico retirado do amido do milho e da beterraba. É um tipo de plástico que não tem petróleo na composição, sendo um material totalmente ecológico e renovável.
“A impressão 3D de próteses para pessoas com deficiência é um potencial desse tipo de tecnologia. Estamos descobrindo a possibilidade que pode se tornar um negócio. Essas impressões podem ser usadas diretamente pela pessoa e também podem servir de modelos para a produção de equipamentos em materiais mais resistentes, como alumínio e outros metais”, relata Tiago Marin.
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A extrusora é um equipamento empregado na indústria do plástico na fabricação de produtos contínuos como filmes, perfis, tubos, monofilamentos, entre outros. Além da produção de material granulado novo ou reciclado.
O processo de extrusão de plástico começa com os materiais que são chamados de resinas termoplásticas, um tipo de plástico que pode ser derretido, processado e, em seguida, ser derretido novamente para ser usado outra vez. Essas resinas são geralmente entregues em forma de pelotas ou grânulos para serem utilizadas nas máquinas de extrusão de plástico.
A segunda etapa do processo consiste em alimentar o funil da extrusora com o material granulado ou moído, o qual através da gravidade cairá sobre uma rosca que o transportará dentro de um cilindro aquecido por resistências elétricas, parte desse calor é provido pelo atrito do próprio material com as paredes do cilindro. Nessa fase, o material passa por três zonas: alimentação, compressão e dosagem.
Na Zona de Alimentação a rosca tem sulcos profundos, pois a intenção é apenas aquecer o material próximo a seu ponto de fusão e transportá-lo a próxima zona. Na Zona de Compreensão existe uma diminuição progressiva dos sulcos de rosca, comprimindo o material contra parede do cilindro promovendo sua plastificação. Na Zona de dosagem, os sulcos da rosca são continuamente rasos, fazendo com que exista uma mistura eficiente do material e a manutenção da vazão através da pressão gerada.
Ao final do cilindro o material é forçado contra telas de aço que seguram as impurezas como metal e borracha, passando então a matriz onde tomará a forma de produto final. A partir desse ponto o processo segue um rumo diferente de acordo com o produto a ser fabricado, podendo ser a produção de filmes, frascos soprados, perfis, tarugos, revestimento de fios elétricos etc.
Outros tipos de extrusora:
A extrusora dupla-rosca é útil no processamento de materiais mais sensíveis como o PVC, na produção de masterbatch, blendas e compostos, já que sua capacidade de mistura e bombeamento do fundido é bem melhor que a de uma monorosca. Suas roscas podem ser co-rotantes (giram no mesmo sentido) ou não, o que pode fazer diferença dependendo do que se está processando.
Já a miniextrusora é um equipamento que tem por finalidade produção em baixa escala, com o objetivo de desenvolver novos produtos, com o mínimo de matéria prima possível, para que se consiga a melhor forma de se produzir um material plástico com características específicas. Saiba mais clicando aqui.
E o portal Plástico Virtual, melhor site de plásticos e outros segmentos do Brasil, oferece para você, informações, notícias e fornecedores sobre extrusoras de plástico e muito mais. Conheça!
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A miniextrusora conta com modelos PEAD, PP e PVDF que acompanham bicos de PTFE permutáveis que permitem a customização se necessário. Graças a sua versatilidade ela é capaz de soldar diferentes tipos de formações: tanques, torres de tratamento, lavadores, exaustores químicos, união de forros, sistemas de aspiração e geo-membranas.
A miniextrusora é um equipamento de fácil manuseio, operações simples e de controle preciso. Também utilizada como uma extrusora auxiliar com a finalidade de se colar uma película sobre a base principal do tubo, mangueira ou perfil, ou ainda com o objetivo de inserir nesses materiais faixas, tiras de diferenciação, normalmente se utilizando de cores diferentes da cor do produto principal. Nesse caso são identificadas como coextrusoras.
Geralmente montada em gabinete que irá acondicionar a máquina principal, e também o complemento da linha.
Ela também pode ser apresentada na forma de tripé, com o objetivo de facilitar sua instalação e manuseio durante o processo de extrusão com uma ou mais camadas de coeextrusão.
E na AX Plásticos, pioneira nacional no desenvolvimento de equipamentos para transformação de polímeros em escala laboratorial e fabricante de extrusoras e linhas completas de extrusão, você encontra a melhor linha de equipamentos para laboratórios de desenvolvimento e pesquisas.
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No dia 29 de junho, das 08h às 13h, no Tryp São Paulo Iguatemi Hotel – Itaim Bibi, em São Paulo, acontecerá a 80 Flex – Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis. A ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis) em parceria com a Boomera, empresa especializada em engenharia circular que transforma resíduo em matéria-prima para produtos, realizaram coleta e reciclagem de materiais plásticos.
“No dia, teremos coletores espalhados pelo local do evento, nos quais os participantes poderão depositar crachás e copos. A ideia não é apenas falar sobre Engenharia Circular, mas praticar o conceito”, explica Herman Moura, empresário e Presidente da ABIEF.
Sob o tema central “Repensando estratégias: o comportamento das embalagens na nova economia”, o Fórum da ABIEF contará com uma palestra específica sobre Engenharia Circular, que será dada por Guilherme Brammer, fundador da Boomera. Na palestra, Brammer mostrará como soluções em engenharia circular pode ajudar a criar novos modelos de negócio para o setor de plásticos em geral e de embalagens flexíveis em específico.
A 8a edição do Fórum Latino-Americano de Embalagens Plásticas Flexíveis da ABIEF pretende repetir o sucesso das edições anteriores e reunir 200 profissionais entre transformadores, brand owners, fornecedores de matérias-primas, insumos e equipamentos, institutos de pesquisa e agências de criação de embalagens. O evento acontecerá na mesma semana da Fispal Tecnologia.
“O Fórum está alinhado a uma estratégia maior da ABIEF de oferecer conteúdo relevante para o setor, promovendo oportunidades de negócios a partir da apresentação de tendências em produtos, e novos modelos de negócio e de posicionamento empresarial. Também é uma oportunidade única para refletir sobre as mudanças no Brasil e no mundo e repensar estratégias e ações”, analisa Herman. E completa: “A abertura do evento pelo mestre em economia e economista do Itaú, Fernando Gonçalves, reflete a importância de entendermos o momento econômico atual e tentarmos, de alguma forma, reunir subsídios para criar estratégias empresariais alinhadas à nova realidade econômica e social e ao novo ambiente de negócios”.
Herman destaca ainda a importância de conhecer tendências e tecnologias que agreguem valor ao negócio de embalagem flexível, como as que serão apresentadas pela Esko, e entender as necessidades do varejo que, a cada dia, tem um papel relevante no desenvolvimento de embalagens que atendam às necessidades da cadeia de suprimento e do consumidor final.
Um dos cases que ilustrará bem esta preocupação em entender – e atender - os anseios do consumidor, é o do Danoninho para levar em embalagem SUP (stand-up pouch). A palestra será dada por Karina Cerdeira, da Danone Nutricia Research, que abordará os paradigmas que a Danone teve que enfrentar para colocar um produto tão inovador no mercado.
Sobre tendências e anseios do varejo, o especialista internacional, Ronald Sasine, da consultoria norte-americana Hudson Windsor, LLC – Retail Packaging Strategy & Execution, apresentará a palestra “As mudanças no varejo e seu impacto nas embalagens”. Ainda na abertura do evento, Otávio Carvalho, da Maxiquim, apresentará os resultados do mais recente estudo de mercado, feito com exclusividade para a ABIEF, e que radiografa as indústrias petroquímica e de flexíveis no Brasil.
O especialista em desenvolvimento de embalagens e branding, Manoel Müller, da Müller Camacho, será o moderador. O Fórum Flex 2017 conta com o patrocínio da Braskem e Feiplastic/Reed Exhibitions.
Informações e inscrições acesse www.abief.org.br.
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Entre os dias 07 a 09 de junho, no São Paulo Expo, estande nº 422 - rua D, aconteceu a Semana das Tecnologias Integradas para Construção, Equipamentos e Meio Ambiente. Estudo de Ecoeficiência, realizado pela fundação Espaço ECO, para o Instituto Brasileiro do PVC. Criado para reunir e promover conhecimento técnico-científico, com o propósito de divulgar a correta percepção da sustentabilidade do PVC na sociedade, um material cheio de atributos, que através da versatilidade pode oferecer soluções sustentáveis para a saúde, habitação e bem-estar. A feira reuniu também a Construction Expo 2017 – Feira Internacional de Edificações e Obras de Infraestrutura, BW Expo 2017 – Feira de Serviços e Tecnologias para Gestão Sustentável de Água, Resíduos, Ar e Energia, M&T Peças e Serviços 2017 – Feira e Congresso de Tecnologia e Gestão de Equipamentos para Construção e Mineração e o Summit 2017.
O estudo contempla produção, montagem, instalação, o uso, a manutenção e a destinação final de janelas brancas de PVC e alumínio, considerando variações térmicas diferentes, em cidades como São Paulo (SP), Curitiba (PR) e Natal (RN).
Na vertente ambiental, a janela de PVC teve melhor desempenho na categoria Consumo de Energia (31%), quesito que tem a maior relevância no estudo. Dentre os pontos que contribuíram para esse resultado está o desempenho positivo (eficiência energética) para o conforto térmico, quase duas vezes superior ao da janela de alumínio. No processo de produção, a janela de PVC apresenta consumo de energia 2,3 vezes menor em relação à produção da janela de alumínio. Na categoria Consumo de Recursos, que tem 22% de relevância no estudo, o PVC também teve o melhor desempenho, principalmente na fase de produção das esquadrias, na qual o consumo de recursos da opção em alumínio é 4,9 vezes maior em relação ao PVC.
Potencial de Toxicidade é a terceira categoria com maior relevância (18%) e mais uma na qual a janela de PVC se sobressai, apresentando duas vezes menos pontos de toxicidade que a janela de alumínio. Já no quesito Potencial de Risco que tem 14% de relevância para o estudo, o PVC também se saiu melhor, principalmente nas fases de produção, montagem e manutenção.
O PVC se apresenta mais ecoeficiente devido a sua baixa Geração de Resíduos Sólidos e Efluentes Líquidos, menor Potencial de Efeito Estufa e Chuva Ácida, baixo Uso da Terra e Potencial de Formação Fotoquímica de Ozônio. Dentre as categorias ambientais o alumínio só se sobressai em Potencial de Deformação da Camada de Ozônio, categoria que tem a menor relevância do estudo, 0,3%.
Na avaliação do impacto econômico, observou-se o preço de mercado mais elevado das janelas de PVC (em média R$ 407 mais cara que a janela de alumínio). Entretanto, essa variação inicial se dilui durante o tempo de uso do produto, devido à melhor eficiência da janela de PVC em relação ao isolamento térmico, ou seja, o PVC faz com que a troca de calor entre ambientes interno e externo de uma edificação seja menor. Com isso, o consumo energético seja para refrigerar ou aquecer um ambiente, é reduzido, ao longo do tempo, com o uso de janelas de PVC. Na simulação de 40 anos do estudo, a diferença inicial de preço de mercado diminui para R$ 142,13.
Segundo Miguel Bahiense, presidente do Instituto Brasileiro do PVC, “a partir de informações técnicas e científicas, a população tem mais condições para tomar a melhor decisão sobre produtos utilizados no dia a dia e obter o melhor benefício”. Ele explica que o PVC é um plástico de grande importância na construção civil por suas características como versatilidade, resistência, durabilidade, além do excelente custo-benefício. “Nossa participação em eventos deste segmento é de extrema importância para disseminar a diversidade de soluções produzidas em PVC existentes no mercado”, diz o executivo. E completa: “A cadeia produtiva do PVC está sempre em busca de novas tecnologias para tornar o produto sempre mais atrativo e sustentável, além de competitivo”.
E agora, o Instituto Brasileiro do PVC é o mais novo parceiro do portal Plástico Virtual, o mais completo segmento do plástico da América Latina, especializado em oferecer novidades a seus leitores toda semana, com informações, novidades, notícias e matérias exclusivas para assinantes, mostrando também tudo o que o mercado tem de inovação e muito mais.
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Associados à ADIRPLAST detêm 44% do mercado de varejo e mantém estabilidade em um cenário muito competitivo, que se deve as melhores práticas de gestão e benefícios oferecidos pelas empresas associadas a seus clientes
O ano de 2017 traz melhores ventos e perspectivas de futuro mais promissor para a indústria de transformação do plástico. Pelo menos é o que aponta projeção da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (Abiplast), que indica aumento de 2,15% na produção física em relação a 2016. Com isso, espera-se que faturamento do setor cresça 1,9%, chegando a R$ 56,3 bilhões. E a ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins), atualmente responsável por 44% do total do mercado nacional de varejo de resinas plásticas de polietilenos e polipropilenos, está trabalhando incansavelmente para oferecer produtos de melhor qualidade e agilidade de entrega para os transformadores.
Para Daniela Guerine, da Mais Polímeros e diretora da ADIRPLAST, a grande competição no mercado do varejo de resinas é marcada pela qualidade do produto e serviço. “Os distribuidores oficiais ajudam os transformadores em várias questões, como a manutenção de baixos estoques, visando colaborar no fluxo de caixa, com consequente aumento da liquidez”, explicou ela.
Os benefícios oferecidos pelas afiliadas à ADIRPLAST aos clientes, como qualidade e procedência dos produtos, além de uma grande gama de resinas ofertadas, com mais de 2.500 grades, assistência técnica, financiamento e pronta-entrega são os grandes “trunfos” para uma maior competitividade, especificou Laercio Gonçalves, diretor da Activas e presidente da entidade:
“Nosso foco é o cliente. É nele que pensamos quando oferecemos serviços que as revendas que atuam no setor não conseguem”. Ainda segundo Laercio, é necessário ressaltar que os Distribuidores “financiam” o crescimento dos clientes. “Os números comprovam isso. No ano passado, nós, da ADIRPLAST, emitimos mensalmente mais de 28.000 NFs e 70.000 duplicatas, revelando a complexidade dos serviços financeiros e de logística que praticamos.
Para Marco Antonio Cortz, da Papion Filmes e conselheiro da ADIRPLAST, o relacionamento mantido com o cliente é o maior argumento de vendas dos associados da entidade.
“No mercado de distribuição de Filmes BOPP, estamos focados em manter contato direto, com atendimento personalizado para cada cliente, a fim de atender as necessidades específicas de cada um”, finalizou
Em 19 de maio, a entidade promoveu, em São Paulo, o encontro que reuniu distribuidores e fornecedores para debater a perspectiva econômica do país. Por lá, o economista responsável pela área de Sell Side, do Banco Itaú, Fernando M. Gonçalves, falou sobre o futuro econômico brasileiro em meio à recente denúncia de corrupção do Governo Michel Temer.
“Foi uma oportunidade única de debatermos sobre nossos negócios nesta perspectiva e perceber que a união neste momento é essencial”, ressaltou Osvaldo Cruz, diretor da ENTEC e vice-presidente da ADIRPLAST.
Para maiores informações, acesse www.adirplast.org.br. Cadastre seu e-mail e receba informações sobre distribuição de resinas plásticas e filmes BOPP-PET.
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Nos dias 27 a 30 de junho, das 13h às 20h, no São Paulo Expo, Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5, capital paulista, acontecerá uma ação entre a Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Alimentos e bebidas e o Instituto Mauá de Tecnologia, que juntos oferecerão serviço de consultoria gratuito para micro, pequenas e médias empresas, que tiverem interesse em aproveitar esse benefício por seis meses. Organização Informa Exhibitions.
Um espaço de 300 m2 será reservado para o primeiro demonstrador da Indústria 4.0 para o setor de A&B, com uma linha de produção real já alinhada aos ambientes da Indústria. No espaço do demonstrador, os visitantes interessados no programa terão a oportunidade de efetuar suas inscrições para participar do processo seletivo, que será realizado por especialistas do Instituto Mauá de Tecnologia e promoverá uma inédita experiência de acompanhar uma futurística linha de produção, que entregará um produto customizado.
Com essa ação, a Fispal Tecnologia e o Instituto Mauá, visam fomentar o setor, proporcionando as pequenas e médias indústrias, a oportunidade de receber uma consultoria sem custos, além de mostrar a importância de estruturar o negócio para o crescimento da lucratividade e melhoria no processo produtivo. As indústrias selecionadas terão acesso a um plano de melhorias que visam promover o aumento de produtividade e competitividade.
O programa será dividido em duas fases: a primeira ocorrerá durante os três dias de feira, nos pontos de atendimento do Instituto Mauá de Tecnologia, e os representantes das empresas interessadas poderão preencher um questionário que será submetido à avaliação técnica pelos profissionais da Mauá.
A segunda fase terá início após o evento, no Instituto Mauá, campus São Caetano do Sul. As três primeiras empresas selecionadas participarão de um workshop para desenvolver atividades práticas com propostas de cronograma de implementação dos projetos de melhorias das plantas. Nos seis meses seguintes, receberão visitas mensais de professores da Mauá, que acompanharão de perto o desenvolvimento dos projetos e possíveis ajustes. No final do período, um relatório conclusivo será encaminhado à Informa Exhibitions.
Além dessa oportunidade, as indústrias também poderão interagir com sistemas para identificar os estágios que faltam para chegar à indústria 4.0. “Os visitantes da Fispal terão a oportunidade de acompanhar de perto uma fábrica totalmente automatizada, que entregará um produto exclusivo, conforme as preferências do consumidor. É uma antecipação do futuro da indústria mundial, cada vez mais atenta às necessidades de seus clientes”, explica Clélia Iwaki, diretora da Fispal Tecnologia.
O Coordenador do curso de Engenharia de Produção do Instituto Mauá de Tecnologia, prof. Antônio Cabral, reforça a importância de mostrar cada vez mais o que é a Indústria 4.0. “A Manufatura Avançada, também conhecida por indústria 4.0, está atualmente no centro de debate mundial sobre produtividade e inovação dos meios de produção”.
O pioneiro demonstrador da Indústria 4.0 para o setor de Alimentos e Bebidas tem como patrocinadores na categoria Diamante as empresas ABB, OMRON Perfor e Schneider Eletric; na categoria Ouro Alphaquip, Furnax, Phoenix Contact, Rockwell Automotive, Siemens, Thermo Fisher e TOTVS; na categoria Prata a empresa Multivac e, na categoria Bronze, Beckhoff, Bonfiglioli, Burkert, Cobra Correntes, Dohler, Magnoflux, Sick, Cargomax na Categoria Bronze, Comprint e São Rafael.
Mais informações em www.fispaltecnologia.com.br. O credenciamento para os visitantes já está disponível, por meio de cadastro no site da feira.
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Cada dia mais o plástico tem se tonado presente na maioria dos aspectos das construções civis: telhas, janelas, pisos, revestimentos, sistemas de hidráulica, ventilação e caixa d’água, além da parte estrutural e maior contribuição para o design. Não é à toa que o material conquistou esse setor da indústria, com propriedades tão vantajosas para cada tipo de utilização, como: anti-corrosão, isolamento térmico e acústico, impermeabilidade, flexibilidade, durabilidade, resistência, sustentabilidade e inovação, transporte e higiene.
Segundo a empresa portuguesa Ambiente, especializada em reciclagem, as participações dos materiais plásticos representam 10% de uma casa média. Outro dado europeu indica que 17% do total da produção da indústria de plásticos são consumidos pela construção civil. No Brasil, não há muitos dados, mas a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) estima em seu relatório mais recente, que 14,6% dos plásticos transformados sejam absorvidos em canteiros de obras.
Com o crescimento estimado em 5,2% pelo SindusCon-SP (Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo), o setor vem investindo em produtos com novas composições para garantir um desenvolvimento mais sustentável, atendendo uma demanda crescente de produtos com diferenciais ambientais.
A tecnologia tem sido uma forte aliada no lançamento de produtos que buscam preservar os recursos naturais e ao mesmo tempo trazer mais agilidade e qualidade para as construções. Neste cenário, o plástico se apresenta como uma fonte de soluções para o setor, como os plásticos de engenharia, que são muito utilizados na área de acabamento das obras em componentes internos de metais, acessórios para banheiro e cozinha, elétrica (interruptores e disjuntores) e na infraestrutura de construção (formas).
Outro fator que se destaca neste sistema é a rapidez na construção, sendo possível erguer uma casa com acabamento completo em até uma semana (pelo método tradicional é necessário um período de 90 dias), facilidade de limpeza, conservação e baixa manutenção.
As telhas também podem ser produzidas com PVC (policloreto de vinil) e além dos diferenciais técnicos, inerentes à resina, como resistência a agentes químicos e leveza, as telhas de PVC se mantêm estáveis às tempestades, granizos e outras intempéries. Frente às variações de temperatura, sua estabilidade estrutural e de cor são superiores às telhas convencionais, sendo um produto ambientalmente correto, já que o PVC é totalmente reciclável e pode ser uma alternativa mais ecoeficiente em relação a outros materiais.
O plástico também está sendo usado para conferir mais agilidade e qualidade em obras de saneamento pelo Brasil. Os poços de visita, conhecidos tradicionalmente como bueiros, feitos de polietileno, estão sendo produzidos com tecnologia moderna, tornando as tarefas de instalação e manutenção mais simples, econômicas e ecologicamente corretas. Uma das características dos poços de visita de polietileno linear é a durabilidade, já que possuem excelente resistência a quebra sobre pressão e resistência de impacto. Com isso, estão menos sujeitos a fissuras e orifícios que levam ao vazamento, evitando contaminações do solo.
Uma variedade de características presentes que possibilitam uma gama de aplicações, tornando o plástico assim um elemento extremamente versátil, por isso é crucial conhecer a especificidade dos elementos para a aplicação correta, garantindo então a qualidade da obra.
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