O que é PE?
O polietileno é um dos tipos de plásticos mais comuns, sendo o mais produzido e o mais vendido no mundo atualmente. Um fator fundamental para o seu elevado consumo é o seu preço bastante reduzido, que faz com que o polietileno seja considerado o plástico mais barato. Essas características devem-se principalmente à grande versatilidade desse material, que é facilmente processado e não-tóxico, podendo ser quase transparente ou translúcido, rígido ou flexível, natural ou pigmentado.
A forma com que o plástico irá se apresentar e, consequentemente, quais serão suas aplicações dependerão de fatores, tais como a pressão, a temperatura e o tipo de catalisador utilizado durante a reação de polimerização.
Existem duas possibilidades:
Polietileno de alta intensidade: é rígido e denso, porque as suas cadeias carbônicas são lineares, retas e se agrupam paralelamente, permitindo a ocorrência de interações intermoleculares. As principais aplicações são em garrafas plásticas, recipientes para detergentes, cabos de panelas, brinquedos e outros objetos. Depois de reciclado, esse polímero pode dar origem a cadeiras e latas de lixo.
Polietileno de baixa densidade: é macio e flexível, porque as suas cadeias carbônicas possuem ramificações e então, as interações intermoleculares são dificultadas. As principais aplicações são em embalagens de biscoitos e massas, sacos plásticos, revestimentos de fios, entre outros. Sua reciclagem produz saquinhos de supermercado.
Principais propriedades
Baixo custo, elevada resistência química, elevada resistência a solventes, baixo coeficiente de atrito, fácil processamento, excelentes propriedades isolante, baixa permeabilidade à água, macio e flexível, atóxico e inodoro.
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Nome foi anunciado em novembro e o cargo será assumido em abril de 2018
O Conselho de Supervisão da Covestro indicou o Dr. Thomas Toepfer, de 45 anos, como o novo Chief Financial Officer (CFO), no dia 17 de novembro. Ele assumirá o cargo de Patrick Thomas no dia 1º de abril de 2018, que desde junho deste ano acumulava a função junto com o cargo de CEO.
O Presidente do Conselho de Supervisão, Dr. Richard Pott, acredita que “com a indicação do Dr. Thomas Toepfer, nós garantimos para o Conselho de nossa empresa um executivo de altíssimo nível e especialista no campo das finanças com muitos anos de experiência e um histórico no mercado de capitais. Ele irá fortalecer o nosso time e, consequentemente, o futuro da Covestro”.
“Estou ansioso para fazer parte da história de sucesso da Covestro e dar continuidade a ela junto com todos os colaboradores e meus colegas no Conselho de Administração da Covestro” disse Toepfer.
O novo colaborador da Covestro nasceu em Hamburgo, na Alemanha, em 1972 e foi membro do Conselho Executivo (CFO e Diretor Trabalhista) do grupo KION AG desde 2012. Antes de fazer parte da empresa, foi membro do Conselho, CFO e Diretor trabalhista da STILL GmbH, em Hamburgo. Ele também foi CFO da Karstadt Warenhaus GmbH de 2008 a 2011.
Sobre a Covestro
As vendas da Covestro chegaram a 11,9 bilhões de euros em 2016, e a empresa está entre os maiores fabricantes mundiais de polímeros. As atividades de negócio têm foco na fabricação de polímeros de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos utilizados em diversas áreas da vida cotidiana, e tem o objetivo de atender satisfatoriamente e com total qualidade o mercado. A empresa atende diversos segmentos, onde os principais são o automotivo, eletroeletrônico, construção e também indústrias de esportes e lazer. A Covestro conta com 30 sites de produção em todo o mundo e, no final de 2016, empregava cerca de 15.600 pessoas.
Para mais informações sobre a Covestro, acesse www.covestro.com e acompanhe no Twitter www.twitter.com/CovestroGroup.
A empresa disponibiliza o telefone para contato através da colaboradora Thaís Sabino, no número (11) 2526-3164 e também o e-mail [email protected].
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Tendência que ganha espaço no segmento é fabricada a partir da cana-de-açúcar
O brasileiro nos dias atuais tem se preocupado mais com o futuro do planeta. Segundo pesquisas realizadas, 86% dos consumidores estão prestando maior atenção ao impacto no meio ambiente ou na área social dos produtos que compram e 80% estão dispostos a pagar um pouco mais para adquirir produtos ambiental ou socialmente responsáveis.
Uma forma sustentável de apresentar os produtos e seguir essa tendência, o plástico verde, vem ganhando cada vez mais espaço no mercado de embalagens. É feito de polietileno, produzido a partir do etanol da cana-de-açúcar, de origem renovável, 100% reciclável e não contribui para o aquecimento global. Por tudo isso, o plástico verde possui um apelo junto ao público, que busca cada vez mais opções sustentáveis de consumo.
A constituição do plástico verde é exatamente igual ao polietileno comum, com as mesmas propriedades, desempenho e versatilidade de aplicações. A única diferença é a matéria-prima utilizada na sua produção, que, em vez de ser o petróleo, é a cana-de-açúcar.
Para a indústria de bebidas – segmento que é abastecido por inovação anualmente na Fispal Tecnologia, o plástico verde se torna uma solução não apenas sustentável, mas também para redução de custos e aumento da produtividade.
Principais vantagens do plástico verde
O plástico verde apresenta mais que vantagens ambientais: para a indústria, a produtividade pode crescer, bem como haver a economia de investimento. Veja:
- O plástico verde é produzido a partir de uma fonte renovável, assim, a indústria terá sempre o insumo disponível;
- Não há necessidade de grandes mudanças e investimentos tecnológicos para processar o plástico verde, já que ele apresenta as mesmas propriedades técnicas e de processabilidade das resinas fósseis;
- O plástico verde pode ser utilizado em todos os segmentos em que o polietileno petroquímico é aplicado;
- Agrega valor e gera diferenciais para as empresas que o adotam;
- O plástico verde é um polímero que apresenta baixa densidade. Com isso, o peso final dos produtos poderá ser reduzido, favorecendo uma economia com o custo de transporte de suas mercadorias.
Exemplos de uso do plástico verde na indústria de alimentos e bebidas
Em todo o mundo, o setor de bebidas é um dos mais engajados na busca por soluções inovadoras que tornem seu negócio mais sustentável e, portanto, com menor impacto no meio ambiente. O segmento é, por exemplo, um dos que adota o plástico verde, produzido a partir de etanol de cana-de-açúcar – tecnologia exclusiva desenvolvida pela Braskem, que foi a primeira empresa a desenvolver a tecnologia de produção de plástico com matéria-prima renovável, batizado de I’m Green.
Com o plástico I’m Green são produzidas tampas, embalagens para alimentos e cosméticos, óleos lubrificantes, agroquímicos, produtos de higiene e limpeza, sacolas, brinquedos, utilidades domésticas, cabos e fios industriais, filme para empacotamento, entre outros produtos.
O polietileno de origem renovável também pode ser encontrado em rolhas de garrafas de vinho fabricadas pela Nomacorc. Denominadas Select Bio, as rolhas são 100% recicláveis e apresentam o mesmo desempenho em controle do oxigênio que a linha convencional, além de ajudarem a evitar a deterioração e o desperdício causados por processos como oxidação e redução.
Fonte: Fispal – Feira de Insumos para Alimentos
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Chamada Super-Lightweight, a garrafa reduz o consumo de matéria-prima em 110 toneladas por ano
A Plastipak é referência em qualidade e tendências no setor de embalagens e, ao identificar os novos hábitos de consumo da população, assim como o crescimento da preocupação com relação à preservação da natureza, em parceria com a Puríssima Água Mineral e Natural, desenvolveu uma embalagem ecologicamente correta.
Com 9,7 gramas, a Garrafa Super-Lightweight tem redução de 35% de plástico quando comparada com o recipiente anterior da empresa, que tem 14,8 gramas. Além disso, a tampa da nova garrafa pesa apenas um grama e aponta uma diminuição de 56% com relação à antiga. Essas mudanças foram feitas na garrafa de 497 ml sem gás da empresa mato-grossense e são totalmente significativas, pois impedem o descarte de mais de 110 toneladas de matéria-prima por ano.
A sustentabilidade está presente em todo o processo da embalagem pois, ao reduzir o uso da matéria-prima, o custo para o transporte, assim como o armazenamento da Super-Lightweight diminuem. Essa solução foi pensada com o objetivo de desenvolver uma embalagem mais leve e que contribuísse com o meio ambiente, principalmente nos dias atuais, em que inúmeras ações são feitas voltadas ao desenvolvimento do setor do plástico, pensando na conservação da natureza.
É importante citar que, apesar de ter diminuído a quantidade de plástico presente na embalagem, a resistência da mesma não foi afetada. A área de desenvolvimento e técnica da Plastipak criou um novo design que manteve a boa estrutura e conservou o mesmo volume da garrafa anterior. Para que isso ocorresse, a empresa desenvolveu um formato inovador e que gera maior destaque nos pontos de venda e que, por consequência, contribuirá para o aumento das vendas do produto.
Evandro Pereira, diretor geral da empresa no Brasil, afirma que “A Plastipak, por ter uma fábrica de água no grupo, tem muita experiência com esse tipo de embalagem ultraleve e trouxe todo esse know-how para o mercado Brasileiro”, e que “Em relação a Puríssima, foi possível alinhar todos esses pontos com a estratégia da marca (ECO) e nosso cliente foi o pioneiro a utilizar essa solução na região Centro-Oeste”.
O gerente comercial e sócio da Puríssima Água Mineral e Natural, Filipe Franzner, afirma que a preocupação com o meio ambiente não vai se resumir apenas a garrafa de 497 ml, e que o objetivo da parceria é implantar essa nova tecnologia em todas as embalagens possíveis. Ele explica que a empresa tem um projeto de recolher as embalagens pets descartadas junto com a população, que será lançado em breve. “Com esse projeto vamos reduzir ainda mais a quantidade de PET descartada no meio ambiente”, afirma.
O mercado brasileiro de embalagens movimentou um montante considerável em 2016, cerca de R$ 60,6 bilhões sendo que, 40% são oriundos de embalagens plásticas e, esse valor representa, aproximadamente, 1% do PIB nacional, de acordo a FGV/ABRE. Além disso, o segmento gera 216 mil postos de trabalho e, segundo POPAI Brasil, pelo menos 80% dos produtos expostos nos pontos de venda utilizam exclusivamente a embalagem como forma de divulgação.
A Plastipak contribui imensamente para o mercado do plástico ao produzir mais de 40 bilhões de embalagens por ano, deter de mais de 1000 patentes ao redor mundo, ao atender 137 indústrias e 225 marcas no Brasil. A empresa tem soluções em diversas categorias como alimentos, bebidas, produtos de limpeza e cuidados pessoais, além de oferecer diversas gramaturas de preformas para atender embalagens que vão desde 50 ml até 20 litros.
A empresa ganhou prêmios importantes para o segmento, como o Prêmio ABRE 2016, devido ao desenvolvimento de garrafa de lácteos para Jussara Jump e pelo desenvolvimento do Pote de Maionese Heinz, que foi vencedor do Prêmio WPO de embalagem.
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Apesar das dificuldades SIMPESC manteve associados e apresentou medidas para a retomada do desempenho
Em 2017, o SIMPESC (Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina) enfrentou alguns desafios, como a crise econômica e política que o país encara desde 2014, situação mais difícil manter os associados, que em período de crise, enxergam a redução de custo como a melhor opção para a empresa.
Mas por outro lado, foi um período de possibilidades, que apresentou uma melhora significativa no mercado, que promove uma aproximação maior com novos parceiros que estavam dispostos a assumir os desafios e dificuldades que o setor enfrentava.
De acordo com os resultados divulgados de janeiro a setembro de 2017, este ano foi o marco para a retomada de desempenho do setor brasileiro do plástico, que apresenta progresso de 0,9% na produção física. Apesar dos resultados mensais oscilarem entre positivo e negativo, o segmento mostrou um forte potencial, estacionando a queda que o setor vivenciou na crise.
A indústria de transformação de material plástico registrou em sua performance números que são reflexos da crise econômica brasileira dos anos anteriores, acarretando cerca de 20% de retração da produção física e redução de 50 mil empregos entre 2015 e 2016. Vários setores da cadeia produtiva do plástico, como construção civil (-24%) e o automotivo (-40%), apresentaram recuos simbólicos no período, colaborando para a desaceleração industrial.
Segundo a CNI (Confederação Nacional da Indústria), entre janeiro e setembro de 2017 os principais consumidores foram recuperados, números positivos foram registrados, como máquinas e equipamentos, que apresentaram avanços de 2,8%; eletrônicos de 20,3%; automotivo com 14,8%, ambos depois da queda de quase 50%, nos anos anteriores. Já o setor alimentício apresentou 0,1%, artigos de higiene pessoal e limpeza 1,7%, todos com expansão no mesmo período acumulado do ano.
Com este progresso, cerca de 5,9 mil vagas surgiram, resultado oposto do ano anterior. Esta evolução refletiu também na balança comercial do setor, com um aumento de 3,5% das exportações e 17,5% das importações no mesmo período, indicando um aquecimento do mercado.
Sobre a demanda por produtos plásticos o aumento foi de 2,3% no período acumulado do ano, resultado da produtividade e importação, verificados no mesmo período de 2017. “Esperamos que este momento de inflexão se consolide em crescimento e que o setor tenha um resultado positivo, cerca de 3% no próximo ano” declara Albano Schimdt, diretor do SIMPESC.
Com o SIMPESC e o desenvolvimento de seus projetos com planejamento estratégico, foram totalmente cumpridos, como as reuniões de Grupos de Profissionais e Técnicos das diversas áreas das empresas, o Programa de Encadeamento Produtivo – IEL/SC, o Processo de Negociação das Convenções Coletivas de Trabalho 2017/2018, Pesquisa Salarial e os diversos treinamentos e capacitações propostas para o período, que contribuem para o crescimento positivo do mercado produtivo do plástico.
Novas demandas contribuíram no resultado positivo de 2017
O mercado sempre passa por transições de novas demandas e consumo, por isso é sempre bom analisar os riscos e oportunidades para o plástico, material conhecido por ser protagonista de novos conceitos.
Em 2017 todas vertentes apostaram em novas tecnologias e aplicações do material plástico. No cotidiano é possível notar tendências também em relação a produtos, serviços e consumo, que estão fluindo de forma rápida, mostrando novas ideias em sua aplicabilidade.
O consumo responsável, mobilidade e manufatura individualizada foram alguns assuntos pautados no mercado industrial, exercendo funções fundamentais através da reciclagem, criando novos produtos, como por exemplo, peças mais leves para os veículos e impressões 3D.
O setor de inovações é o que mais cresce, sendo tema abordado no Seminário Competitividade 2017, podendo ser verificado também na FEIPLASTIC, que apresentou o monitoramento e tecnologia de outras áreas, além de máquinas e equipamentos.
2018 será um ano de sucesso para o setor plástico no Brasil
Com este cenário promissor e levando em conta o fechamento de 2017 e as projeções para 2018, através da Sondagem Industrial realizada com todos associados, mostra que as perspectivas estão melhores no setor, propondo um acréscimo em vendas, produção e empregos.
Prevendo um aumento de 2,1% na produção física do setor em 2017, 0,3% nos empregos, 23% no déficit da balança comercial e 3,2% no consumo aparente.
Em 2018 são esperados resultados mais concretos que evidenciem o crescimento da economia industrial, estimando um acréscimo de 2,9% na produção física, 0,6% nos empregos, 24% no déficit da balança comercial e 4,3% no consumo aparente. Apesar do ótimo desempenho, estima-se que o consumo do setor retornará aos níveis de 2014, somente em 2024, em vista da forte crise enfrentada.
Sobre o SIMPESC
O SIMPESC representa as empresas do setor plástico situadas na região norte e nordeste de Santa Catarina, com a missão de promover desenvolvimento das associadas por meio desta representatividade, defendendo seus interesses, promovendo melhorias constantes nas condições socioeconômicas.
O SIMPESC é considerado pela FIESC como um dos sindicatos empresariais que mais entrega projetos para as associadas, aplicando 100% dos valores arrecadados com a contribuição sindical compulsória.
Todas empresas associadas ao SIMPESC são representadas pelas ações coletivas impetradas pela FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) e pela CNI. Para mais informações, acesse: http://www.simpesc.org.br/.
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São proporcionadas exposições, workshops, palestras e hackathons gratuitos ao público
O Natal se aproxima e a avenida Paulista, que é conhecida como o coração de São Paulo, ganha mais visibilidade com as decorações que são típicas desta época. Mas, neste ano, quem está roubando a cena é um cubo mágico, icônico brinquedo dos anos 80, com nove metros de altura. Nele está em funcionamento o PlastCoLab, um marketspace pop up de três andares, que foi construído para oferecer gratuitamente diversas experiências ligadas à inovação, criatividade e conhecimento, todas associadas à versatilidade do plástico e todo o potencial de transformação que o circunda.
O mote principal da iniciativa é o movimento maker, uma extensão da cultura do ‘faça você mesmo’, tem base na ideia de que as pessoas comuns podem sim construir, consertar, modificar e fabricar os mais variados tipos de objetos e projetos com suas próprias mãos. A filosofia está presente em todo o PlastCoLab e traduz em formatos de exposições, workshops, palestras e hackathons.
O espaço é inovador e conta com experiências incríveis como hóquei de robôs, drones, impressoras 3D, oficinas diversas, onde vai ser possível vivenciar, na prática, todas as possibilidades que o plástico proporciona para a sociedade. A empresa acredita que o PlastCoLab é para todos e por esse motivo criou uma programação exclusiva, que conta com atividades para diversas faixas etárias.
Para o presidente da ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, José Ricardo Roriz Coelho, “O PlastCoLab trará ao público de um jeito interativo e moderno a alta tecnologia e a contemporaneidade dos produtos que utilizam o plástico como matéria-prima. Acreditamos que é importante aproximar a sociedade deste produto, dando a todos a possibilidade de participar de oficinas colaborativas, criando seus próprios projetos”.
Os três andares do PlastCoLab estão repletos de ações – no primeiro andar ocorre uma série de exposições interativas, nela também é possível manipular objetos produzidos em uma impressora 3D. No segundo andar ocorrem diversas oficinas, como impressão 3D na Prática e Robótica para Crianças. O terceiro andar continua cheio de interatividade e troca de conhecimento, nele ocorrem as palestras com especialistas ligados ao movimento maker, assim como a realização de hackathons (maratonas de programação, em português) em grupos de até 30 pessoas, que são divididos em times de quatro ou cinco que farão protótipos de acessórios em plástico e kits associados ao pensamento maker.
No período noturno do evento, o público pode participar de uma obra de arte e tecnologia interativa em escala urbana, ‘O Mestre Mandou’, de Lina Lopes. A fachada do PlastCoLab apresentará uma sequência de luzes e cores onde o participante reproduzirá com passos em um tablado, que tem botões nas cores correspondentes. À medida que acertar, o nível de dificuldade aumenta. Para interação com a obra, basta postar uma foto com a hashtag #plasticotransforma. Essa atividade está disponível de terça a domingo na área externa do ambiente, das 18h às 22h.
A ação ocorre até o dia 17 de dezembro, e é uma realização do Movimento Plástico Transforma, uma iniciativa do PICPlast. O espaço fica aberto de terça-feira a sexta, das 11h às 19h, e aos sábados e domingos, das 10h às 18h, na calçada do Shopping Cidade São Paulo, Avenida Paulista, 1230, São Paulo (SP).
A programação completa dos eventos que ocorrem no espaço PlastCoLab, assim como outras informações estão disponíveis no site: www.plasticotransforma.com.br/plastcolab
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Além disso, homenageou nomes importantes para o segmento do plástico
O 34º Encontro Nacional do Plástico ocorreu na última sexta-feira (01/12), e foi um sucesso. A ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico, completou 50 anos de atuação no segmento com total dedicação e proporcionou, junto a seus associados, uma comemoração especial de aniversário, que além de tratar a importância da sustentabilidade no setor do plástico, homenageou diversos nomes importantes para o segmento e apresentou um teaser do PlastCoLab.
O Portal Plástico Virtual esteve presente e foi patrocinador Cristal do evento, além de ser um parceiro da ABIPLAST. Nomes importantes para o segmento do plástico foram homenageados no evento – o Sr. Toshio Nagabayashi, é natural do Japão, graduado em Administração de Empresas pela EAESP/FGV, em 1979. Atualmente participa do Conselho Deliberativo da ABRAPLA – Associação Brasileira da Indústria de Laminados Plásticos e atua como conselheiro e diretor Tesoureiro do Conselho do SINDIPLAST – Sindicato da Indústria de Material Plástico.
O Sr. Hagop Guerekmezian iniciou sua carreira em 1964. Em 1979 fundou a empresa KARINA Plásticos, com a finalidade exclusiva de fabricação de compostos de PVC e concentrados de cores, que conta hoje com 1100 funcionários. Hoje em dia também participa do Conselho da ABIPLAST, do Conselho do SINDIPLAST, e do Conselho de representante da FIESP.
O Sr. Aurélio de Paula, aos 22 anos fundou com um sócio, a Indústria e Comércio de Plásticos MAJESTIC Ltda., mas vendeu sua participação neste ano, a fim de partir para um novo ciclo. Nos dias atuais participa de várias entidades setoriais, como conselheiro e diretor da ABIPLAST, conselheiro e vice-presidente do SINDIPLAST, diretor do Instituto de PVC, além de ser membro do conselho industrial da FIESP e do CIESP. É conselheiro vitalício do Corinthians há 39 anos, onde também já foi vice-presidente, diretor administrativo e diretor adjunto do Conselho.
E, por fim, o Sr. Luciano Nitrini Guidolin, engenheiro de produção, formado na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e diploma de MBA pela Havard Business School, nos Estados Unidos. Já atuou nas áreas de planejamento, exportação, comercial e tecnologia & inovação, além de já ter ocupado o cargo de vice-presidente da Braskem, responsável pelas áreas de Poliolefinas, Renováveis, Vinílicos, Europa e Tecnologia. Desde maio de 2017 atua como Diretor Presidente na Odebrecht Agroindustrial e na Odebrecht S/A.
Durante o encontro, a entidade também lançou o livro de 50 anos da ABIPLAST. A publicação histórica faz uma retrospectiva de marcos políticos e econômicos do país e os reflexos em nosso setor e resgata a história da entidade e da indústria do plástico.
Ainda no evento foi lançado um teaser sobre o PlastCoLab, um makerspace pop up de três andares que oferecerá gratuitamente experiências ligadas à inovação, criatividade, conhecimento, associadas à versatilidade do plástico e seu potencial de transformação. A ação, que ocorre entre 3 e 17 de dezembro, é realizada pelo Movimento Plástico Transforma, pertencente ao Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico (PICPlast), uma iniciativa setorial, e funcionará de terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h na avenida Paulista, em frente ao shopping Cidade São Paulo.
Para o diretor comercial do Portal Plástico Virtual, Rodrigo Oliveira, “a participação do Portal no evento foi fundamental, e a parceria entre o Plástico Virtual e a ABIPLAST é essencial para o desenvolvimento, crescimento e visibilidade no mercado. Além disso, o jantar proporcionou excelentes oportunidades de encontrar amigos e realizar networking”.
A equipe Portal Plástico Virtual agradece a oportunidade de participação neste evento, assim como se sente lisonjeada em ter sido patrocinadora. Para 2018, o Portal espera fortalecer a parceria com a ABIPLAST, assim como alcançar novos parceiros e desenvolver projetos que atendam o setor com mais amplitude e assertividade.
O portal de negócios que gera negócios para o mercado do plástico, a partir de suas experiências com seus diversos parceiros em eventos, feiras e variadas situações, busca consolidar-se ainda mais no mercado e oferecer sempre os melhores conteúdos para o setor do plástico.
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As nanofibras são compostas de polímeros e utilizadas no processo de nanotecnologia (controle e entendimento da matéria em escala molecular, que atua no desenvolvimento de materiais e componentes para diversas áreas de pesquisa como medicina, eletrônica, ciências, engenharia dos materiais e ciência da computação). As nanofibras permitem gerar superfícies de porosidade fina que conseguem reter maior quantidade de impurezas, aumentando também a vida útil dos elementos filtrantes, com diminuição de diferencial de pressão e aumento da eficiência.
Considerando a escala nanométrica em que as fibras são concebidas, as nanofibras apresentam propriedades especiais que as tornam muito atraentes para numerosas aplicações, tais como: elevada área superficial específica, alta relação de aspeto e potencial biomimético.
Os polímeros base utilizados para a formação de nanofibras são: polietileno (PE), polipropileno (PP), poliamida (PA), polibenzimidazole (PBI), poliacrilonitrilo (PAN), polietilenotereftalato (PET), poliéster (PS), entre outros.
Como as nanofibras são produzidas?
Para produzir fibras tão pequenas, a técnica mais convencional é a deposição eletrostática. Nela, o polímero, em estado líquido, é emitido na forma de um jato e submetido a um campo elétrico.
Os jatos que originam as nanofibras são obtidos por meio de bocais, para que a produtividade tenha um nível aceitável, ou sem bocais, técnica mais recente e adequada a uma produção em massa. Há também uma limitação na quantidade máxima de bocais por unidade de área no processo, devido ao sistema hidráulico da bomba, o que pode restringir a produtividade. Além disso, quanto maior o número desses elementos mecânicos, maior os problemas relacionados à manutenção da máquina, principalmente no que diz respeito à limpeza.
Atualmente a nanofibra é um dos principais focos de atividades de desenvolvimento, inovação e investigação, onde os investimentos têm sido significativos.
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Resistências personalizadas atendem especificações especiais para sua empresa
As máquinas extrusoras têm a principal função de realizar a conformação do plástico em formatos definidos pela matriz aplicada. Para que esta conformação ocorra, é necessário aquecer o polímero a altas temperaturas geradas pelo uso da resistência para extrusora.
Este acessório pode apresentar vários formatos, como circular, plano ou bastão. Para saber qual o formato de resistência para a sua extrusora, é necessário analisar o local ou o componente onde será aplicada. As resistências para extrusoras são produzidas para os segmentos de embalagens, polímeros e borrachas.
Nas máquinas extrusoras de plástico e alumínio, o cilindro, também conhecido como canhão é uma das unidades que tem o seu funcionamento ligado a resistência para extrusora. Para o canhão, os modelos adequados são coleiras em cerâmica ou em alumínio fundido. A mesma resistência conta com presilhas para fixação junto ao cilindro para garantir a uniformidade do aquecimento.
As resistências podem apresentar variação tanto no formato quanto no material utilizado na condução do calor, como resistência bico blindado em latão, bico simples, cartucho alta carga, cartucho baixa carga, coleira cerâmica, coleira cerâmica com capa térmica, mica, microtubular blindada, plana de cerâmica, plana fundida e plana mica.
A Itaquá confecciona resistências personalizadas, atendendo as dimensões e especificações de cada máquina da sua empresa. A qualidade da fabricação da resistência para extrusora conta muito e por isso a Itaquá oferece as melhores resistências do mercado, com material de alta performance e tecnologia avançada, mantendo a transferência de calor e performance da operação equilibrada. “Somos referência no mercado, graças a durabilidade, qualidade e ao nosso vasto catálogo de resistências” afirma Clécio Araújo do departamento técnico.
Com as resistências extrusoras da Itaquá, suas máquinas têm economia e padronização, rapidez e agilidade na produção da sua empresa.
A Itaquá tem sede na Avenida Cardeal, 351, Parque São Pedro (Industrial), Itaquaquecetuba (SP). Para mais informações, acesse e preencha o formulário ou entre em contato através do telefone: (11) 4755-1022.
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Após reciclado, plástico é transformado em bancos na Holanda
A conscientização das pessoas com relação ao estilo de vida descartável em grandes cidades tem sido um dos objetivos de algumas correntes do design mundial, que tem usado e abusado da reciclagem e da sustentabilidade nesses projetos. A sustentabilidade na modernidade é mais que uma tendência no mercado, mas uma necessidade com tanta produção de resíduos. Com base em Roterdã na Holanda, o estúdio The New Raw desenvolveu um projeto diferente para transformar o lixo plástico recolhido na cidade em móveis para espaços públicos com a ajuda de uma impressora 3D, o ‘Print Your City’, que em português significa ‘Imprima a Sua Cidade’.
Esse projeto já deu o primeiro resultado satisfatório, através da confecção de um banco que acomoda até quatro pessoas e pode ser utilizado também como cadeira de balanço, onde os usuários precisam encontrar o equilíbrio em conjunto, ou utilizar sua energia para balançar. A produção do móvel utiliza pallets de plástico reciclado e a peça final, depois de impressa em 3D pesa 50 quilos, mede 150cm de comprimento por 80cm de largura, e tem a opção de ser personalizada facilmente, tanto em termos de formas quanto função.
De acordo com os desenvolvedores, somente em Amsterdã, capital da Holanda, são gerados anualmente 23 quilos de resíduos plásticos por pessoa, e esse volume seria suficiente para imprimir um banco para cada dois habitantes, o que significa uma grande quantidade de lixo que está sendo desperdiçado e descartado de forma incorreta, enquanto poderia ser reutilizado para criações interessantes, curiosas e inovadoras como essa.
Um pouco da história do plástico
A palavra ‘plástico’ tem origem grega e significa ‘aquele que pode ser moldado’. O primeiro plástico sintético foi criado no início do século 20 e desenvolvido aceleradamente a partir de 1920. O material tem pouca idade quando comparado a outros como o vidro e o papel, mas passou a estar presente em grande parte dos utensílios e objetivos utilizados. Inicialmente foi fabricado a partir de variadas resinas que são derivadas do petróleo e pertence ao grupo dos polímeros, mas atualmente com a sustentabilidade e busca por desenvolvimento de produtos a partir de fontes renováveis, como a cana-de-açúcar, por exemplo.
São diversos os tipos de plásticos que vão desde os mais rígidos aos mais maleáveis. Dividem-se em dois grupos: termoplásticos e termorrígidos. O primeiro grupo inclui os plásticos que amolecem ao serem aquecidos e podem ser moldados, e quando resfriados, ficam sólidos e ganham nova forma. O processo pode ser repetido por diversas vezes e esse grupo corresponde a 80% dos plásticos consumidos, e tem como exemplo o polietileno. O segundo grupo conta com os plásticos que não derretem quando aquecidos, o que impossibilita a reutilização através dos processos convencionais de reciclagem, como o poliuretano rígido. O plástico, de modo geral, pode ser encontrado em diversos lugares no dia a dia e faz parte da revolução do mundo moderno, principalmente quando reciclado – setores como aviação, automobilístico, eletrônico, entre outros, utilizam esse recurso para melhorar seu desenvolvimento.
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