Estudo de Avaliação do Ciclo de Vida compara desempenho dos equipamentos em relação à segurança hospitalar e impacto ambiental
O PICPlast, Plano de Inventivo à Cadeia do Plástico, divulgou estudo sobre o desempenho dos kits cirúrgicos de não tecido, que são produzidos de polipropileno (PP), com relação aos kits de algodão. A ideia é atender um dos maiores desafios do ambiente hospitalar, que é manter o local, as equipes e os equipamentos utilizados seguros e estéreis, para não haver contaminação ou qualquer infecção.
De acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde, um milhão de pacientes, dentre os mais de 234 milhões operados por ano, acabam por falecer em decorrência de infecções hospitalares, e ainda, sete milhões apresentam complicações no pós-operatório. Segundo a análise, esses kits de não tecido (PP), que tem sido cada vez mais comuns nos hospitais, podem contribuir para minimizar essas contaminações, pois eles são descartáveis e, por consequência, mais seguros e eficazes na prevenção.
Apesar da proteção contra as contaminações, a descartabilidade gera preocupações sobre a intensa produção de resíduos e o meio ambiente. O estudo divulgado pelo PICPlast, também conhecido como Avaliação do Ciclo de Vida, fez análise dos aspectos ambientais e o resultado mostrou que, ao avaliar as categorias de impacto, o kit cirúrgico de não tecido possui melhor desempenho ambiental frente ao de algodão.
Essa é uma consideração muito importante, pois o número de reutilizações do kit cirúrgico de algodão tem recomendação de até seis reutilizações para que o algodão não perca propriedade de barreira, o que amplia os riscos de contaminação. A lavagem obrigatória desse material para higienização e o uso de produtos químicos para esterilização tem responsabilidade pelo impacto ambiental, uma vez que são utilizados para lavagem de mil kits cirúrgicos, cerca de 67 mil litros de água.
É importante lembrar também que a utilização dos kits cirúrgicos de não tecido não é a única medida para reforçar a segurança hospitalar. É possível evitar contaminações de pacientes e equipes médicas, a partir da assepsia das salas, campos cirúrgicos e dos profissionais paramentados de forma devida – são pontos indispensáveis e que devem ser controlados de forma rigorosa para que não existam contaminações.
Sobre o PICPlast
PICPlast – Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – é uma iniciativa criada em 2013 pela ABIPLAST, a Associação Brasileira da Indústria do Plástico e pela Braskem, a maior petroquímica das Américas, que prevê um desenvolvimento de programas estruturais que contribuam com a competitividade e crescimento da transformação plástica, para afetar a sociedade da maneira mais positiva possível. O PICPlast está dividido em três pilares de atuação que tem total importância na sociedade, onde cada um engloba programas específicos para o desenvolvimento da cadeia do plástico em diferentes frentes – a exportação de transformados oferece incentivo para as empresas brasileiras de transformação plástica atuarem no mercado internacional, a competitividade e inovação traz capacitação e palestras para que as empresas aprimorem seus produtos, processos e soluções e, a terceira frente está ligada as vantagens do plástico, que mostra ações que reforçam as vantagens do plástico como material sustentável e essencial no dia a dia das pessoas.
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No interior de São Paulo, a ONG Pró Azul visa sustentabilidade e preservação do meio ambiente
O plástico, uma das grandes invenções do ser humano, tem sido descartado de forma incorreta e gerado condições não favoráveis, principalmente no que se refere ao meio ambiente. A poluição a partir do material tem chegado aos oceanos com intensidade e atingido animais marinhos, que confundem com alimento, perdem a vida sufocados ou contaminados por ele.
Quando não é reciclado, o plástico vai parar em aterros sanitários, onde demora centenas de anos para se decompor, além de outros lugares como o mar e qualquer local no qual esteja disposto de maneira indevida.
O volume de embalagens plásticas descartadas em vários ambientes, principalmente em aterros e em rios surpreendeu o empresário Haroldo Cesar Fernandes, criador da ONG Pró Azul, que decidiu produzi tijolos ecológicos a partir deles.
Foram realizadas muitas pesquisas e testes para ser desenvolvida a matéria-prima para a fabricação do tijolo. Fernandes e os demais voluntários da ONG utilizam pó de plástico, feito com garrafas PET, resíduos de plástico industrial e até de para-choques de carros e depois é adicionado um pouco de cimento, água e um catalisador, também preparado pelo time da Pró Azul.
Em busca de alinhar a preservação ambiental com a sustentabilidade, a ONG criou um catalisador que permite fabricar artefatos de concreto de plástico triturado e, dessa forma, é eliminado o uso de areia e pedra. Segundo Fernandes, para cada tijolo são utilizados dois quilos de plástico.
Ainda de acordo com os desenvolvedores do tijolo plástico, ele tem a mesma resistência que os tijolos tradicionais encontrados no mercado, mas possui maior durabilidade e metade do peso, com um custo que chega a ser 60% menor que o convencional. A produção da organização gira em cerca de mil unidades por dia e, Fernandes afirma que já estão utilizando os tijolos e também lajotas, produzidas a partir do plástico triturado na pavimentação de praças e calçadas da cidade de Cândido Mota.
Além da produção de tijolos e lajotas com o plástico recolhido nas ruas e rios, a Pró Azul também transforma o óleo de cozinha usado em biocombustível. Além disso, a entidade acredita que a inovação pode ser uma solução para melhorar a gestão de resíduos sólidos e ainda, gerar renda para a comunidade envolvida na produção dos tijolos plásticos.
É indispensável que toda a população faça a sua parte com relação aos cuidados com a utilização do plástico – o uso no dia a dia é inevitável, porém o descarte desse material que é tão precioso precisa ser feito corretamente. “Tentamos reduzir ao máximo o acúmulo de resíduos em áreas de aterros e lixões, com a busca intensa da transformação, seja em forma de reciclagem, reutilização ou reuso”, cita Fernandes.
A possibilidade de criar um ambiente mais saudável é real nos dias atuais, principalmente a partir das formas de reutilização de materiais apresentados para a população, pois muitos itens descartados no meio ambiente podem ser convertidos de desperdício para potencial utilidade – seja a partir de práticas de reciclagem, entrega em pontos de coletas, coleta seletiva, entre outras.
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Com cerca de 600 toneladas distribuídas pelo Brasil e outros lugares do mundo, os produtores precisavam de mais segurança para o transporte do mamão
Fortalecer as vendas e aumentar a rentabilidade é necessário para o fruticultor brasileiro, e para que isso ocorra é necessário garantir a proteção e conversação de seus produtos até chegar aos consumidores. Sempre atenta as necessidades de demandas pelo setor de agronegócio brasileiro, a Braskem desenvolveu, em parceria com clientes, uma nova solução em plástico exclusiva para o mercado de mamão papaia.
Junto com a Union of Growers of Brazilian Papaya (UGBP), empresa de produtores de Linhares (ES) da região conhecida como capital nacional da exportação de mamão, a petroquímica desenvolveu uma embalagem mais segura e atrativa – o grande desafio foi encontrar um filme apropriado para não prejudicar a fruta.
“A gente queria oferecer um ganho de qualidade ao consumidor e fixar a nossa marca. Para isso, conseguimos desenvolver juntos uma embalagem que atendesse todos os requisitos”, afirma Rodrigo Martins, diretor da UGBP e, devido esse projeto, agora o mamão papaia segue para outros países envolvido em um filme de polietileno, que conta com qualidade, segurança e estética que era o desejo dos agricultores capixabas.
Segundo Martins, utilizar o plástico pode reduzir alguns dos prejuízos que são comuns no mercado de frutas, e após vários testes, ficou claro que a embalagem permite a maturação mais uniforme da fruta, garante proteção contra qualquer contaminação, além de aumentar o tempo de exposição nas bancas em até quatro dias.
Essa nova embalagem da Braskem e UGBP já está disponível nas versões individual e caixa no Brasil e Estados Unidos, que é um dos principais consumidores de mamão papaia do mundo. O responsável pela área de Desenvolvimento de Mercado na petroquímica, Albertoni Blosi, observa que “a parceria com os produtores da UGBP foi muito produtiva e bem-sucedida. Nosso maior desafio foi alinhar a tecnologia da nossa resina com as demandas dos agricultores, mas sempre visando os desejos do consumidor em mercados tão diferentes, no Brasil e no exterior. Foi mais um teste bem-sucedido para o portfólio da Braskem no setor de embalagens”.
Com uma produção média de 600 toneladas de papaia mensal, a UGBP vende para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, e exporta para França, Alemanha, Itália, Holanda, Portugal, Polônia, Espanha, Inglaterra, Canadá e Estados Unidos.
Sobre a Braskem
A Braskem foi criada em agosto de 2002, pela integração de seis empresas da Organização Odebrecht e do Grupo Mariani. Está inserida no setor químico e petroquímico, tem participação relevante em inúmeras cadeias produtivas e é essencial para o desenvolvimento econômico. A química e o plástico, nesse contexto, contribuem na criação de soluções sustentáveis para a melhoria da vida das pessoas em setores como moradia, alimentação e mobilidade. Atualmente é a maior produtora de resinas termoplásticas nas Américas e maior produtora de polipropileno nos Estados Unidos. A produção é focada nas resinas de polietileno (PE), polipropileno (PP) e policloreto de vinila (PVC), além dos insumos químicos básicos que também são produzidos na empresa como eteno, propeno, butadieno, benzeno, tolueno, cloro, soda, solventes, entre outros, que compõem um dos portfólios mais completos do mercado, e isso inclui o polietileno verde, que é produzido a partir da cana-de-açúcar e que tem origem 100% renovável.
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Alunos da instituição saem preparados para o mercado de trabalho
A Escola LF (Laurentino de Freitas) está com matrículas abertas para os cursos de injeção de plástico, o início das aulas está previsto para o dia 20 de fevereiro.
Os cursos de injeção de plástico, são os mais procurados na Escola LF, e um dos mais conhecidos dentro do ambiente industrial. Com qualidade e conteúdo programático específico, que prepara os alunos para ocupar ótimas posições no mercado de trabalho.
Os alunos matriculados no curso de máquinas injetoras da Escola LF podem obter uma das três certificações disponíveis, de acordo com o desempenho durante as aulas práticas e teóricas. As certificações são: analista técnico do processo de injeção; preparador técnico em máquinas injetoras ou operador técnico em máquinas injetoras.
Com o curso da Escola LF os alunos conhecerão os materiais plásticos do mercado, suas características, propriedades e o comportamento nas injetoras, além de saber identificar cada tipo de material plástico.
O aluno também terá contato com as injetoras, aprendendo sobre o seu funcionamento e para que servem, inclusive as elétricas, sistemas de fechamentos, influência da taxa de compressão da rosca e relação L/D no processo, característica e recursos das injetoras, como força de fechamento e capacidade de injeção, recalque, contrapressão e descompressão.
No curso o aluno também conhece os principais modelos de moldes, câmara quente, extração, cuidados com os moldes, set-up, qualidade e análise dos principais problemas que ocorrem nas injetoras, como resolver os principais defeitos de peças injetadas, suas prováveis causas e soluções.
Na Escola LF você encontra aulas práticas de reguladores de máquinas e visitas técnicas em grandes empresas para apresentar as tecnologias que são ensinadas no curso, mas que a escola não possui, como máquinas elétricas, com fechamentos hidro-block.
A Escola LF atinge todo território nacional e internacional, com os cursos in company, esses treinamentos são realizados em qualquer empresa, segmento e região. Os treinamentos in company são pacotes fechados, ou seja, conteúdo programático e carga horária específica para atender as necessidades das empresas.
Para mais informações sobre os cursos ou inscrições entre em contato através do formulário disponível no site ou pelos telefones: (11) 3277-0553 / 3628-3905 / 41190047. A Escola LF está localizada na Rua Santo Henrique, 839, Vila Ré, São Paulo (SP).
Fonte: Escola LF
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Seguir o Código de Defesa do Consumidor é a base para atuar no mercado
O tempo inteiro os consumidores são bombardeados de informações e, por vezes, não as recebem de maneira totalmente compreensiva, seja em lojas, contratação de planos de TV, celular, farmácias e até restaurantes. Para se defender de diversas práticas abusivas, no Brasil existe o Código de Defesa do Consumidor, o CDC, que surgiu para consolidar os direitos dos clientes.
Existem vários direitos inclusos no Código, confira alguns que auxiliam na proteção e defesa com consumidor:
- Proteção da vida e da saúde
O CDC estabelece que, antes de adquirir um produto ou utilizar um serviço, é imprescindível que o consumidor seja avisado sobre possíveis riscos que podem ser oferecidos à saúde ou a segurança. O importante é questionar sempre.
- Educação para o consumo
O consumidor tem o direito de ser orientado quanto ao uso adequado dos produtos e serviços oferecidos. Quando surgirem dúvidas que não foram sanadas quando conversados com o vendedor ou ao ler o manual de instruções, é fundamental entrar em contato com o fornecedor do produto ou serviço e solicitar as orientações.
- Liberdade de escolha
Todo o direito de escolher livremente o produto ou serviço é destinado ao consumidor, sem qualquer interferência. É de suma importância pensar, analisar e refletir antes de efetivar realmente uma compra – é interessante analisar as necessidades e desejos pessoais.
- Informação
Para que o consumidor inicie o processo de tomada de decisão, é indispensável que tenha todas as informações precisas do que está adquirindo. Os dados da aquisição ou contrato de serviço devem estar dispostos de maneira clara e precisa. É primordial questionar e tirar todas as dúvidas sempre com o vendedor.
- Proteção contra publicidade enganosa ou abusiva
O consumidor precisa estar atento ao que é ofertado em propaganda e o que vem após a compra. O produto tem que corresponder com o prometido em anúncio. Quando o produto ou serviço não corresponder ao que foi comprado, o direito de cancelar a compra ou contrato, e ser ressarcido é garantido por lei. A publicidade enganosa e abusiva é expressamente proibida.
- Proteção contratual
Ao comprar um produto ou contratar um serviço, o consumidor assina um contrato de adesão – um acordo com cláusulas pré-redigidas pelo vendedor ou fornecedor, o que confere em obrigações assumidas. O CDC protege o consumidor quando as cláusulas presentes no documento não forem cumpridas ou forem abusivas.
- Indenização
É importante que o consumidor saiba que tem o direito de ser indenizado, caso tenha sido prejudicado por quem vendeu o produto ou prestou o serviço – alguns casos acarretam a ganha de ação por danos morais. Para isso, é necessário que o consumidor procure órgãos de proteção, como Procon ou juizados especiais.
- Acesso à justiça
Ao ter seus direitos violados, o consumidor pode recorrer à justiça e pedir ao juiz que determine que eles sejam respeitados pelo fornecedor – é crucial que ele tenha seus direitos respeitados.
- Facilitação da defesa dos seus direitos
Para facilitar e sempre defender de forma fiel o consumidor, o CDC permite que, em certos casos, seja invertido o ônus de provar os fatos – ele precisa alegar o problema que teve sem ter necessariamente que apresentar provas, e deixar para que o fornecedor comprove que o problema não ocorreu.
- Qualidade dos serviços públicos
Órgãos públicos e empresas concessionárias de serviços públicos tem a obrigação de prestar serviços de qualidade e, dessa forma, garantir o bom atendimento ao consumidor.
Crescer no mercado é necessário, principalmente em tempos de instabilidade financeira. É indispensável agradar ao consumidor, que é quem gera lucros e rentabilidade para o negócio – ter como base o Código de Defesa do Consumidor é fundamental. Além disso, é necessário que os consumidores conheçam o estabelecimento, produto e/ou serviço, ou seja, ter visibilidade no mercado. A TPI – Tecnologia de Posicionamento Inteligente, é um conjunto de estratégias de alta performance que indexa o site na maior vitrine virtual do mundo: o Google, além de aparecer em outros buscadores. Com essa tecnologia exclusiva do portal, o seu negócio terá destaque no mercado competitivo e alcançará, em buscas orgânicas, a credibilidade para os compradores com total confiança.
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Data: 14 a 17 de Agosto - Das 14h às 21h
Endereço: R. XV de Novembro, 4315 - Glória, Joinville - SC, 89216-201 - Centro de Convenções e Exposições Expoville
Website: http://www.interplast.com.br/
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A única maneira de crescer de forma sustentável é através da inovação contínua.
Inovar é fazer diferente, melhorar processos, ter um olhar mais amplo nas possibilidades. Este é o papel da Interplast. Colocar num só lugar clientes, consumidores, produtores, fornecedores e todo o trade da indústria do plástico num grande evento de inovação.
Junto à feira temos também um Congresso Técnico, uma Rodada de Negócios, e a feira EuroMold para a América Latina. A Interplast apresenta os melhores resultados do setor em termos de negócios. É uma referência de tecnologia, com diversos lançamentos exclusivos na feira.
Se você quer ver inovação, a Interplast é um evento obrigatório na sua agenda.
O estado de Santa Catarina tem cerca de mil indústrias detransformação de plástico, somando mais de 32 mil empregados diretos nas fábricas. Profissionais que se destacam no cenário nacional pela mão de obra muito qualificada e constante aprimoramento; participando ativamente de eventos.
Aproximadamente um milhão de toneladas de plástico são processados em Santa Catarina anualmente, com grandes empresas em diversas sub-regiões: com destaque para os descartáveis no sul do estado, embalagens no oeste, e peças técnicas no norte. Empresas estas de atuação nacional e algumas internacionais.
Relacionamento, conhecimento, experimentação, proximidade e negócios. Que outro investimento deixa você face a face com seu cliente?
Reserve já o seu espaço, pois muitos expositores já renovaram durante a edição passada, e restam poucas unidades.Este é o melhor momento para você ocupar novos espaços no mercado. A hora de crescer é agora.
Na Interplast e EuroMold se encontram as maiores e mais importantes empresas do setor e o mais alto escalão de executivos. Considero essa feira a mais importante do setor na América Latina, principalmente por estar sediada no maior centro de difusão de tecnologias do plástico do Brasil. Por isso, ela atrai profissionais de todo o Brasil e do mundo. Com certeza, o empresário que busca o melhor para o seu negócio está presente nesse evento.
Gino Paulucci Junior, vice-presidente da ABIMAQ e presidente da CSMAIP
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iGloss é o clearcoat, um tipo de revestimento diferenciado para tinta automotiva
São várias as paixões nacionais no Brasil e, entre elas, estão os carros. Diversos fatores podem prejudicar a boa aparência deles. Um dos itens que contribuem para a valorização do automóvel é a pintura, que normalmente é um ponto decisivo para uma venda no mercado de usados, ou até mesmo para ampliar a valorização no momento de avaliação de um carro seminovo.
A pintura de um carro pode ser danificada de várias formas: em batidas, com fezes de pássaros, por resinas de árvores e até mesmo ovos de libélula podem contribuir para danificar a pintura e, as vezes podem causar manchas e danos irreversíveis. Ao entender a necessidade do mercado em relação a proteção dos automóveis, a BASF, líder em inovação na indústria química, realiza de forma constante testes de situações que podem comprometer a pintura, com o objetivo de amenizar os problemas.
Ao pensar nisso, a BASF desenvolveu recentemente o iGloss - um clearcoat, que é uma espécie de revestimento próprio para tinta automotiva, que garante proteção extra à pintura dos veículos – ele amplia a resistência a arranhões, evita manchas e também, desbotamentos, e, por consequência, preserva a pintura do carro por mais tempo. “As propriedades químicas exclusivas do iGloss permitem uma alta retenção de brilho no veículo, mesmo após exposição extrema a arranhões, além de evitar problemas na pintura causados pela acidez de ovos de libélula, resina de árvores e fezes de pássaros”, explica Fabio Shimozato, gerente de Laboratório de desenvolvimento de resinas e ecoat da BASF.
Essa tecnologia desenvolvida pela empresa permite que o iGloss faça reparos em arranhões menores por meio da ‘refusão instantânea’, ou seja, o clearcoat recupera rapidamente as pressões externas, como as causadas pelas cerdas da escova ao lavar o carro – o clearcoat da BASF recupera 90% da deformação que a escavação causa, enquanto os convencionais só recuperam cerca de 70%.
A BASF afirma que, apesar da composição única do iGloss, é possível aplicá-lo com as linhas de pintura de produção de automóveis existentes, sem necessidade de grandes mudanças. O clearcoat da empresa vem sendo implantando aos poucos e, no Brasil, alguns modelos de luxo da Mercedes já contam com o produto para proteção da pintura do carro.
Sobre a BASF
A BASF (BadischeAnilin & Sodafabrik) é uma empresa de origem alemã que transforma a química para um futuro sustentável. A empresa combina o sucesso econômico com a proteção ambiental e responsabilidade social. O Grupo BASF conta com aproximadamente 112 mil colaboradores que trabalham com o objetivo de contribuir para o sucesso dos clientes em quase todos os setores e países do mundo. O portfólio da empresa é organizado em cinco segmentos: químicos, produtos de performance, materiais e soluções funcionais, soluções para agricultura e petróleo e gás. As ações da BASF são comercializadas no mercado de ações de Frankfurt (BAS), Londres (BFA) e Zurich (AN). Para mais informações sobre a BASF, acesse www.basf.com.br
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Plástico resistente tem função de evitar contaminação no transporte de produtos alimentícios
Segurança alimentar é um dos pilares fundamentais para a indústria A&B. Entre os itens que garantem o tempo de vida dos produtos na prateleira, a bombona é fundamental. Segundo as informações do Conselho Científico Agro Sustentável, o Brasil transporta 65% de sua safra pelo modal rodoviário, sendo as bombonas a forma mais segura para o transporte.
Produzida com um tipo de plástico resistente e rígido, a bombona tem como função proteger e conservar os produtos, resguardando contra possíveis contaminações por micro-organismos, como insetos, animais e metais.
Existem diversos tipos de bombonas para facilitar o transporte de cada tipo de alimento, o mesmo acontece com o volume que são capazes de armazenar – variando de 2 a 100 litros.
Com a evolução do mercado, o design permitiu que as bombonas fossem criadas com formatos que se adaptam às necessidades da indústria de alimentos e bebidas. Os modelos empilháveis fazem com que o espaço necessário para o seu armazenamento seja consideravelmente menor.
Dependendo do peso e da densidade dos produtos envasados, as bombonas modernas dispensam a utilização de outros materiais amplamente utilizados, como as caixas de papelão, por exemplo.
São diversas vantagens que as bombonas oferecem para a indústria de alimentos e bebidas, como mostra o infográfico produzido pela Fispal Tecnologia. Entre os principais estão a segurança alimentar e a colaboração com as empresas para o transporte de produtos alimentícios dentro das normas da FSSC 22000 (Food Safety System Certification), um esquema robusto para a gestão de riscos, focado na segurança dos alimentos em toda a cadeia de fornecimento.
Essa importante certificação é baseada nas normas ISO e possui aceitação internacional para auditoria – uma característica relevante para quem deseja exportar sua mercadoria. No Brasil, já são mais de 250 estabelecimentos certificados pela Norma FSSC 22000.
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Diretor comercial do portal foi convidado para participar do júri da premiação
A Revista Embanews é o veículo líder no setor de embalagens, onde atua há 28 anos no Brasil, com tiragem de 10.300 exemplares mensais, que corresponde a maior distribuição de veículo impresso voltado ao mercado de embalagens. A Embanews é líder absoluta em todas as regiões do país, e seu crescimento é contínuo devido o desenvolvimento diário do setor – atualmente, a revista é a única mídia do setor auditada pelo IVC (Instituto Verificador de Comunicação).
Todos os anos a Embanews promove um concurso com o objetivo de incentivar e difundir experiências de empresas, instituições de ensino, associações e profissionais empenhados em desenvolver o setor e ressaltar a importância da embalagem para a sociedade.
O prêmio do concurso é o ‘Troféu Roberto Hiraishi’ e o júri para escolha dos trabalhos premiados ocorreu nos dias 23 e 24 de janeiro. O diretor comercial do Portal Plástico Virtual, Rodrigo Oliveira, foi convidado para compor o júri da 27ª edição do concurso, e disse que se sentiu imensamente honrado por participar de um concurso tão importante para a categoria de embalagens e o mercado em geral. A data, local e cronograma da cerimônia de entrega da premiação serão divulgados em breve, e estão previstos para ocorrem em abril ou maio.
No concurso são diversas categorias concorrentes: design, marketing, tecnologia & qualidade, máquinas, equipamentos & sistemas, luxo, premium, matérias-primas ou insumos para embalagem, sustentabilidade, pesquisa, inovação e logística.
O julgamento é realizado em três etapas – na primeira, a equipe organizadora examina os trabalhos e atende ao regulamento geral; na segunda, a comissão julgadora indicada pelas entidades apoiadoras do evento e pela comissão organizadora do Prêmio Embanews classifica os trabalhos que irão para a terceira fase, a de avaliação final. Nesta última, a comissão julgadora fará nova votação com o objetivo de definir os vencedores. Nas segunda e terceira etapas os jurados atribuem notas de 1 a 5 para cada subitem julgado.
São várias premiações no evento, as quais serão publicadas em uma edição exclusiva e especial da revista Embanews, distribuída no dia da cerimônia. Para os trabalhos que passarem para a terceira etapa do julgamento serão concedidos certificados e o ‘Troféu Roberto Hiraishi’. As peças com média acima de quatro serão distinguidas na categoria destaque, e a melhor embalagem do ano será escolhida através da média da maior nota, obtida por todos os membros da comissão julgadora.
A revista Embanews e a Newgen Comunicação promovem o concurso, que é organizado pelo IBEM – Instituto Brasileiro de Embalagem, com a finalidade de destacar os melhores trabalhos na área de embalagem, promover a interação entre os profissionais de desenvolvimento do setor, a cadeia produtiva e a indústria usuária.
O prêmio Embanews tem a chancela da WPO (World Packaging Organisation), que oferece a oportunidade aos vencedores do prêmio de se inscreverem no WorldStar Packaging Awars, premiação mundial do setor de embalagens. Para mais informações sobre a WPO acesse o site http://www.worldpackaging.org.
Acompanhe o portal e saiba mais sobre o evento, informações e novidades sobre o setor. O Plástico Virtual gera negócios para o mercado do plástico!
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Cientistas utilizam nanotecnologia junto a resíduos da indústria alimentícia
A nanotecnologia é uma realidade atualmente e pode ser aplicada no desenvolvimento de biomateriais de alto valor agregado à utilização de resíduos industriais com baixo valor comercial. Uma equipe de cerca de 30 pesquisadores de quatro instituições de pesquisa assumiu esse desafio sob a coordenação da Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ).
Após quase três anos de trabalho, surgiram os primeiros resultados, que mostram um tipo de plástico biodegradável feito da amêndoa do coração de manga misturado ao biopolímero natural, o PHBV, que pode ser aplicado à indústria alimentícia, na composição de embalagens e até no setor médico para composição de matrizes ósseas.
Segundo a Embrapa, o primeiro passo para o desenvolvimento de um plástico biodegradável comercial que utiliza como matéria-prima resíduos da indústria alimentícia foi dado através dessa pesquisa. O trabalho realizado a partir do caroço da manga recebeu homenagem na 5ª Conferência Internacional sobre Polímeros Naturais, biopolímeros e biomateriais (ICNP 2017 Rio). O prêmio foi destinado à pesquisa de Paulo Henrique Cardoso, doutorando em engenharia de materiais do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe/UFRJ).
Produção Brasileira de Manga
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, (IBGE 2013), o Brasil é um dos maiores produtores de manga do mundo e conta com uma produção de mais de um milhão de toneladas por ano. A produção industrial de polpas de manga e sucos resulta em um descarte imenso dos caroços, e isso corresponde a valores entre 40% e 60% do seu volume.
Para mudar esse cenário, a equipe Embrapa Agroindústria de Alimentos (RJ) em parceria com a Embrapa Instrumentação (SP), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ) e Centro de Tecnologia Mineral (Cetem) buscam alternativas para reutilizá-los, afim de gerar tecnologia que pode ser aplicada à indústria.
Projeto de plásticos a partir da casca e caroço de manga
O objetivo do projeto é dar uso e agregar valor a um resíduo que é descartado em grande volume e tem alto impacto ambiental. Segundo a pesquisadora da Embrapa, Edla Lima, “o desenvolvimento de novos biocompósitos pode ser um caminho viável para o aproveitamento de coprodutos industriais na fabricação de itens inovadores e sustentáveis”.
Dividido em várias frentes, o projeto visa a utilização da casca e da amêndoa do caroço de manga e argilominarais junto a uma matriz de polímeros orgânicos: o PHBV (biopolímero natural produzido por bactérias), e o PLA (biopolímero natural obtido a partir de moléculas de ácido lático). O setor enfrenta desafios, pois o material não tem uniformidade e a composição é variada – tudo depende da espécie vegetal, da época e do local de origem da manga.
O desafio é driblar essa dificuldade e garantir a reprodutibilidade da composição e, para isso, já foram realizados mais de uma centena de testes, com a utilização de técnicas de casting, extrusão, injeção e moldagem por compressão. Apesar da dificuldade, a equipe que atua no projeto já conta com bons resultados e promete ser uma revolução na fabricação de plásticos biodegradáveis, tanto para a sociedade quanto para o meio ambiente.
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