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Evento pretende movimentar cerca de US$ 100 bilhões em compras e vendas

A NPE 2018 é a feira mais esperada de todos os tempos, pois ocorre a cada três anos e traz conhecimento, soluções e inovações da cadeia produtiva do plástico, além de discutir temas importantes, como o futuro da indústria nesta segmentação.

No evento, o público vai ter acesso a novas tecnologias, materiais e processos de produção, além de assuntos importantes como sustentabilidade, que abordará reciclagem e conteúdos renováveis, que oferecem melhorias e soluções para todas indústrias do setor.

A feira pretende reunir em um único ambiente cerca de 65 mil profissionais, especialistas e compradores de 128 países e 20 mil empresas compradoras de todos os portes, e estima uma movimentação financeira de US$ 100 bilhões em compras e vendas.

A NPE 2018 ainda conta com uma estrutura planejada com equipes multilíngue e tradutores para receber expositores de todos países, inclusive do Brasil.

Na programação está incluso vários workshops, seminários e conferências técnicas sobre o plástico, como workshop de impressão 3D; conferência sobre reciclagem de plásticos da agricultura; fórum técnico Bottle Zone; insight sobre a indústria dos plásticos; entre outros.

A NPE 2018 ocorre neste mês entre os dias 7 a 11, no Orange Country Convention Center em Orlando, Flórida. Para mais informações, acesse o site do evento: www.npe.org.

Companhia se destacou no CDP Supply Chain, referente às ações sustentáveis com fornecedores relacionados a água e o clima

 A Braskem – maior petroquímica das Américas, é destaque brasileiro no ranking CDP (Carbon Disclosure Projet) Supply Chain, que tem como objetivo apontar as empresas que engajam da melhor maneira suas cadeias de suprimentos na adoção de uma nova abordagem para as mudanças climáticas e a gestão da água. A instituição integra, pela primeira vez, a lista de Fornecedor “Water A” e, pela segunda vez, a lista de Fornecedor “Climate A”.

No ano passado, a empresa chegou a sua melhor marca da história de engajamento de fornecedores, e conseguiu envolver em seus processos 66% de parceiros em iniciativas de mudanças climáticas e 76% de toda a sua cadeia de suprimentos em todo o mundo, em programas de gestão de água.

Gustavo Prisco, diretor de suprimentos da Braskem comenta que “A liderança mostrada pela Lista A confirma que a participação da Braskem no CDP nos últimos anos vem engajando fornecedores com viés em sustentabilidade, o que contribui indiretamente para as empresas tomarem ações que busquem reduzir o impacto ambiental de suas atividades. A avaliação só reforça que temos a capacidade de reduzir não só as nossas próprias emissões, mas também influenciar ações nesta direção de outras companhias de diferentes setores”.

O trabalho da Braskem tem início com a sensibilização, capacitação e tomada de decisão a respeito do assunto. Entre as ações da companhia, está o treinamento da cadeira e suprimentos, no qual é possível identificar as oportunidades de diminuir as emissões e assim, melhorar a gestão da água.

Todos os anos, os fornecedores recebem um questionário sobre estratégia em relação a práticas ambientais. Além desse, o formulário também ajuda a identificar potenciais riscos das operações e a fazer a gestão dos mesmos.

 Lista A

 A Braskem, além de ter fornecedores engajados em seus projetos, conseguiu um feito inédito e positivo para a indústria brasileira ao lutar contra as mudanças climáticas, e integrar a “lista A” do CDP, que faz a seleção das melhores empresas de capital aberta do mundo em relação ao gerenciamento da emissão de gases de efeito estufa.

 Sobre o CDP

 CDP significa Carbon Disclosure Projet, opera o sistema de divulgação global e permite que empresas, cidades, estados e regiões meçam e gerenciem seus impactos ambientais. As mudanças climáticas, escassez de água e o desmatamento são desafios globais sem paralelo, que exigem uma mudança real e sistemática no comportamento do mercado e, por isso, surgiu o CDP.

 Sobre a Braskem

A Braskem conta com oito mil integrantes e uma visão de futuro global, orientada para o ser humano, que juntos se empenham todos os dias para melhorar a vida das pessoas, principalmente com a criação de soluções sustentáveis da química e do plástico. É a maior produtora de resina das Américas, com uma produção anual de 20 milhões de toneladas, o que inclui produtos químicos e petroquímicos básicos, e teve um faturamento de R$ 55 bilhões em 2016. Exporta para clientes de, aproximadamente, 100 países e opera 42 unidades industriais localizadas no Brasil, EUA, Alemanha e México, onde a última tem parceria com a mexicana Idesa.

Conheça um pouco da história deste dia importante para o Brasil

 O dia 25 de maio é uma data extremamente importante, pois as homenagens são destinadas aos espaços de produção de maior representação para as economias nacionais: as indústrias. O setor secundário do país, como também é conhecido, podem abranger os mais variados tipos de mercado, que vão desde os produtos alimentícios até os de vestuário.

A industrialização brasileira começou a partir do governo do presidente Getúlio Vargas, mas apenas com Juscelino Kubitschek é que as indústrias estrangeiras começaram a se instalar no país, e fizeram com o que a economia do Brasil aumentasse de maneira considerável.

Nos dias atuais, este setor está instaurado em grande parte das sociedades, e é impossível imaginar como seria a vida sem este setor tão importante, entretanto, nem sempre foi assim.

 História dos vários setores da indústria no Brasil

 O Dia Nacional da Indústria foi escolhido no dia 25 de maio em homenagem ao patrono da indústria nacional, Roberto Simonsen, que faleceu nesta data, no ano de 1948. Simonsen foi engenheiro industrial, administrador, professor, historiador e político, além de membro da Academia Brasileira de Letras (ABL). Ainda, foi presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

A história das indústrias brasileiras é bem recente quando comparada com a de outros países, principalmente com os que vivem a Revolução Industrial do século XIX. A maior parte das realizações industriais do Brasil se referem a instalação, manutenção, consolidação e integração do parque indústria, e só na década de 90, que o Brasil, ao notar todo o ambiente industrial ao redor do mundo, decidiu adotar uma política de competitividade.

Nos anos 90, a indústria automotiva se modernizou e cresceu de maneira significativa, entre 1990 e 1997, o Brasil passou a ser o oitavo país na classificação mundial de produção de automóveis. No espaço a marca da indústria brasileira também está presente: a partir de uma parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB) e com o Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (INPE), foram desenvolvidos programas de construção de satélites, que também contaram com a colaboração da NASA.

A indústria de informática no Brasil, principalmente de hardware, não para de crescer e se desenvolver, e assim gera grandes receitas para o país e diminui a necessidade de importações e tem os estados de São Paulo e Amazonas como representantes principais.

Um exemplo de desenvolvimento da indústria no cenário brasileiro também foi a produção de petróleo, que triplicou em 1994, impulsionada pela crise de petróleo na década de 70, pois no início a economia vivia o período que foi batizado de “milagre econômico”, e com a ajuda de fortes investimentos do Estado na indústria base, o país atingiu altos índices de crescimento.

O setor petroquímico foi um dos mais beneficiados pelo cenário e seu desempenho proporcionou um importante impulso para a indústria do plástico, que teve contribuição com a nacionalização da produção de resinas. Apesar das crises enfrentadas, os transformadores foram beneficiados pelo fato de o plástico ganhar terreno em novas aplicações.

E, para comemorar o dia da indústria, o portal realizará uma ação especial com descontos e novidades incríveis. Ao longo do mês de maio, matérias diferenciadas serão postadas sobre a campanha. Acompanhe-nos e fique por dentro de tudo o que acontece no portal que gera negócios para o segmento do plástico!

O 11º Encontro Nacional de Ferramentarias - ENAFER 2018 vai proporcionar o relacionamento mútuo de aproximadamente 350 profissionais do setor industrial e de serviços, onde será debatido o contexto atual do mercado e a inovação em direção à Indústria 4.0.

A realização do evento tem como objetivo fomentar a discussão, entre os empresários e órgãos governamentais, sobre temas comuns ao setor ferramenteiro nacional. O encontro abordará as ações para a sustentabilidade do setor ferramenteiro nacional e mundial, validadas nos encontros anteriores.
Desta feita serão discutidos temas como:
• Problemas/entraves para a evolução tecnológica e gerencial do setor e implicações diretas no desenvolvimento da cadeia produtiva;
• Formatos de capacitação técnica e administrativa; situação atual do programa ROTA 2030;
• Adoção do conceito Indústria 4.0 nas ferramentarias.

Inscrições : https://www.sympla.com.br/enafer-2018---encontro-nacional-de-ferramentarias__269043
Site: http://www.enafer.com.br/

Auditório da Universidade de Caxias do Sul – Teatro UCS – Bloco M
Rua Francisco Getúlio Vargas, 1130
Caxias do Sul – RS

Grandes nomes do setor do plástico compartilharão conhecimento no evento mais esperado do mercado

O Portal Plástico Virtual, promove este ano, o E-plast, evento que tem como objetivo trazer mais conhecimento sobre assuntos fundamentais e atuais para o mercado do plástico e contará com grandes nomes do segmento, que darão palestras e compartilharão seus conhecimentos com os participantes do evento.

 A primeira palestra será do presidente do SIMPESC, Albano Schmidt, que tem formação em metalurgia e engenharia de produção, além de MBA (Mestre em Administração de Negócios) em empreendedorismo pela Babson College, e falará sobre as ‘Expectativas de mercado para 2018’.

O segundo palestrante será o sócio-diretor da Zorfatec, empresa especializada em Inovação Tecnológica. Paulo Roberto dos Santos tem formação de Engenheiro Industrial Mecânico, MBA em Gestão e Engenharia do Produto pela Escola Politécnica da USP e é especialista em Indústria 4.0, Gestão da Inovação e tem mais de 25 anos de experiência em Gestão de Projetos de Inovação e Engenharia e Automação. Paulo é mentor dos principais projetos de demonstradores da Indústria 4.0, assunto no qual é especialista e pioneiro no Brasil, e que abordará no evento.

E, para a terceira palestra do E-plast, o portal conta com Eduardo Amati, profissional graduado em Engenharia Elétrica, pós-graduado em Administração de Empresas e Mentor Acelera Startup FIESP/ CIESP, além de inúmeras formações e atuações no mercado, Amati também é instrutor de treinamentos e especialista em palestras, e abordará o tema ‘Criatividade na Gestão para Indústria’.

O E-plast, com suas palestras e momentos de troca de conhecimento, tem o propósito central de promover networking entre empresários do segmento do plástico, e reunirá diversos profissionais, especialistas, gestores, empresas e associações importantes para o segmento, em um único ambiente.

O evento tem como patrocinadora a empresa Bühler, que tem as principais tecnologias nas áreas de engenharia de processo térmico e mecânico, e está presente no Brasil desde 1953 e tem a base principal do Grupo Bühler na América do Sul. No ano de 2006, a empresa transferiu sua operação de São Paulo para a cidade de Joinville (SC).

Além disso, conta com apoio de grandes instituições no segmento do plástico, como a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), que representa 12.359 empresas e emprega cerca de 322.700 funcionários nos setores de transformação e reciclagem de materiais plásticos em todo o território nacional, o SIMPESC (Sindicato da Indústria do Material Plástico no Estado de Santa Catarina), responsável por promover o desenvolvimento das empresas associadas através de representação e defesa de seus interesses e a Interplast (Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico), uma das maiores feiras do setor, que traz lançamentos exclusivos em suas edições, além de oferecer congresso técnico, rodada de negócios e a feira EuroMold para a América Latina.

O E-plast ocorrerá no dia 11 de maio, das 8h às 12h, no Hotel Bourbon – Sala Palmeira 01, localizado na Rua Visconde de Taunai, 275, Joinville (SC). O E-plast prevê o incentivo de novas relações comerciais, indicações e parcerias, para dividir vivências e novas experiências do setor, além de expandir a rede de contatos de cada pessoa que estiver presente.

Garanta já sua vaga no evento mais esperado do segmento do plástico, adquira seu ingresso, venha participar do E-plast e eleve o seu conhecimento. São as últimas vagas disponíveis, aproveite!

Obtido a partir da cana-de-açúcar, polietileno substitui derivado do petróleo

Lego é uma das marcas de brinquedos mais populares em todo o mundo, porém, as peças de montar consomem inúmeras toneladas de plástico todos os anos, que são obtidos a partir do petróleo. Ao pensar em um futuro mais sustentável, sem deixar a produção de lado, a empresa, que tem sede em Billund, na Dinamarca, anunciou que neste ano, os elementos botânicos, como folhas, arbustos e árvores serão produzidos a partir do polietileno que é obtido na cana-de-açúcar, conhecido popularmente como “plástico verde”, que é produzido pela maior petroquímica das Américas, a empresa brasileira Braskem.

A companhia estabeleceu há três anos, um plano para tornar todos os produtos da marca sustentáveis, com a visão de contribuir de forma positiva com o meio ambiente. Nessa ocasião, anunciaram a criação de um grupo com 100 funcionários e investimentos altíssimos de aproximadamente R$ 500 milhões para pesquisa e implementação de materiais alternativos.

As peças de Lego são produzidas desde 1963 a partir do acrilonitrila butadieno estireno, que é conhecido pela sigla ABS, e se trata de um material termoplástico que é adquirido a partir do petróleo rígido e leve, de uso comum na fabricação de produtos que podem ser moldados.

O polietileno é um plástico flexível e durável, que apesar de ser obtido a partir da cana-de-açúcar, substituirá, por enquanto, as novas peças de elementos botânicos sendo tecnicamente idêntico aos produzidos com plástico convencional. De acordo com a companhia, as peças foram testadas inúmeras vezes para que o novo plástico seja garantido e atenda aos padrões de qualidade e segurança que a marca carrega.

“Os produtos Lego sempre ofereceram experiências de alta qualidade, dando a cada criança a chance de moldar seu próprio mundo por meio de brincadeiras inventivas”, de acordo com Tim Brooks, vice-presidente da Lego. A empresa também firmou parceria com a ONG WWF (World Wildlife Fund) para reduzir as emissões de CO2 na fabricação dos produtos, assim como na cadeia produtiva para ajudar a conter as mudanças climáticas.

O ‘plástico verde’ não deixará com que as crianças e os pais notem qualquer diferença na qualidade ou na aparência dos novos elementos, porque o polietileno obtido de plantas tem as mesmas propriedades que o polietileno convencional, apesar da medida ainda ser tímida, pequena, já mostra um avanço para se expandir.

O polietileno verde representará no início apenas entre 1% e 2% do total de plástico que é utilizado pela empresa, mas a expectativa é que o uso de materiais sustentáveis avance nos próximos anos. Como cita Jorge Soto, diretor de Desenvolvimento Sustentável da Braskem, utilizar o polietileno verde produzido pela empresa brasileira na linha do Grupo Lego vai contribuir, como um grande passo, com o objetivo de reduzir a emissão de dejetos que causem danos ao meio ambiente, cerca de cada tonelada do produto responde pela captura de mais três toneladas de CO2 atmosférico.

A Lego é reconhecida internacionalmente por sua preocupação com a sustentabilidade não somente da fabricação de seus produtos, mas com relação à cadeia como um todo e se orgulha por participar deste movimento.

Redução de peso e menor gasto de energia são algumas mudanças perceptíveis

A inovação dos polímeros de alto desempenho, ou seja, que possuem resistência mecânica, térmica e química, solucionou diversas necessidades e atualmente o plástico é parte essencial dos automóveis. Era imprescindível que os carros consumissem menores quantidades de combustível e se tornassem mais eficientes, pois diminuiriam os gastos assim como a poluição do meio ambiente. A partir dessas inovações foi possível substituir materiais tradicionais por materiais plásticos na indústria automobilística.

É perceptível que carros mais leves oferecem menos impacto ao meio ambiente, e por isso, além da redução de peso a partir do plástico nos automóveis, eles demandam menos energia para produção, e isso contribui para a redução da emissão de gases e resíduos. Outro ponto importante para o meio ambiente é que os materiais são mais duráveis, e consequentemente, a demanda de peças de reposição é reduzida.

Os automóveis, quanto mais leves, mais eficientes energicamente são, por esse motivo, o consumo de combustível é reduzido o que também, por consequência, gera menor quantidade de resíduos e emissões para o meio ambiente. De acordo estudos do American Chemistry Council (ACC, 2011), 4,7 toneladas de dióxido de carbono (CO²) deixam de ser emitidos por um carro ao longo de sua vida útil, tudo em função do uso do plástico em sua composição.

A cada 100 kg de peças plásticas utilizadas em veículos, 200 a 300 kg de outros materiais deixam de ser consumidos, ou seja, um carro que possui vida útil de 150 mil km tem a possibilidade de economizar 750 litros de combustível para cada 100 kg de peças plásticas que são utilizadas no veículo. E mais, cálculos sugerem que a redução anual do consumo total de combustível é equivalente a 12 milhões de toneladas de petróleo, o que representa redução de 30 milhões de toneladas de CO2 emitidos, o que resulta em redução de poluentes no ar.

Quais as utilizações das resinas plásticas nos carros?

São diversas as utilizações dos inúmeros polímeros empregados na fabricação de peças para a indústria automobilística.

O polietileno de alta densidade (PEAD) tem boa resistência ao calor e a solventes, conta com baixa permeabilidade, tem boa processabilidade e baixo custo e pode ser aplicado em algumas peças como a caixa de triângulo de emergência, reservatório de água do para-brisa e tanque de combustível.

O policarbonato (PC) dispõe de excelente transparência, alta resistência a impactos, boa estabilidade e propriedades elétricas, resistência às intempéries, chamas e é capaz de refletir a luz e estabilizar as radiações ultravioletas, por isso, pode ser aplicado em faróis, lanternas e painel de instrumentos.

A poliamida (PA) conta com boa resistência à tração, as altas temperaturas e tem excelente estabilidade dimensional. Sua aplicação pode ser feita em dutos de captação de ar, engrenagens, conectores do sistema de injeção e sistema de freio de estacionamento.

O poli (metacrilato de metila) (PMMA) tem boa transparência e resistência a impactos e às intempéries, dessa forma, pode ser aplicada em fibra ótica e lanternas. Outro tipo de poli é o tereftalato de etileno, mais conhecido como PET, e tem alta resistência mecânica, térmica e química, ótima transparência, assim como impermeabilidade – pode ser aplicada em carcaça de bombas, limpador de para-brisas e componentes elétricos.

O polipropileno (PP) também dispõe de alta resistência mecânica e química, assim como aos solventes e intempéries, flexibilidade e durabilidade, baixo custo. O PP pode ser aplicado em cobertura de volantes e amortecedores, painel de portas e de instrumentos, para-choques, porta-luvas, revestimento de bancos, porta-malas e tetos.

Com tantos atributos na indústria automobilística, o material plástico mostra quantas vantagens oferece ao segmento a partir de sua versatilidade, tanto para design das peças quanto para a absorção de energia, além de contribuir com a segurança dos passageiros em diversos atributos como absorção de impacto no para-choques, cinto de segurança, air-bag, entre outros equipamentos e acessórios que transformam o plástico em um material essencial para o desenvolvimento de veículos cada vez mais seguros.

Gerir um empreendimento precisa de inovação para criar possibilidades de excelentes resultados, mesmo em meio as crises econômicas

Para manter-se frente aos concorrentes e ter credibilidade no mercado é fundamental que o gestor de uma empresa tenha criatividade e busque sempre inovar em sua gestão. Não se trata apenas de inovação científica ou criação de demandas novas para o mercado, com foco total nos clientes e consumidores potenciais, mas sim em todos os requisitos, desde o menor até o mais exorbitante, como por exemplo, desde a execução do serviço, como é realizada a venda, como está o posicionamento da marca, produto, serviço ou empresa no mercado, entre outros quesitos.

A inovação é o diferencial para sobreviver no mercado, principalmente em meio a crise financeira. Ao aderir uma consciência inovadora para gerir uma empresa é imprescindível se redescobrir e se reinventar continuamente, principalmente em termos de produtos e serviços novos para o mercado, para que o crescimento e desenvolvimento ocorra.

As organizações, atualmente, têm o desafio de enfrentar um dos ambientes mais hostis e totalmente competitivos que há tempos não foi visto. Por isso, é imprescindível que elas se renovem e se adaptem ao novo mercado e ordem econômica mundial. Essas mudanças devem ocorrer dentro de um clima organizacional que seja favorável ao aprendizado contínuo de todos os envolvidos, contatos amigáveis, descontraídos, para que assim, as informações circulem sem restrições e as ideias sejam ouvidas, entendidas e reunidas para melhorias.

Na Era da Informação, a que é vivida atualmente, a criatividade e inovação são elementos básicos de cultura organizacional, que permitem às empresas e países uma nova dimensão de desempenho e para entender o presente sem deixar de pensar no futuro.

Uma empresa precisa ter força cultural e clareza em seus objetivos, para que, junto aos colaboradores, as ideias se convertam em ações poderosas de renovação em todos os níveis, para que assim, a possibilidade de maximizar lucros e ampliar a produtividade seja criada.

Assegurar a sustentabilidade, competitividade e satisfação de todos que integram a organização também faz parte da criatividade na gestão, pois a partir disso, os colaboradores atuam com mais desempenho, união e satisfação, e assim, a empresa consegue atender o nicho de mercado com precisão e soluções inteligentes.

Gestão com criatividade na indústria será tema de palestra no E-PLAST – Elevando o conhecimento

Em maio, o Portal Plástico Virtual realizará um evento voltado para networking entre empresários de diversos segmentos do mercado do plástico, para que sejam realizadas relações comerciais, indicações e parcerias, com o intuito de compartilhar experiências, dicas e orientações práticas, além de desenvolver e promover negócios nas redes de contatos dos participantes.

Entre os temas que serão tratados, Gestão com Criatividade na Indústria estará presente com Eduardo Amati, diretor de relacionamento da empresa DNA Corporate e especialista em gestão de qualidade, que palestrará no evento do Portal Plástico Virtual, o E-PLAST.

O evento do melhor portal da América Latina ocorrerá na cidade de Joinville (SC), no Hotel Bourbon, dia 11 de maio deste ano, das 8h às 12h e contará com outros nomes importantes para o mercado do plástico, como Albano Schmidt, presidente do SIMPESC e Paulo Roberto dos Santos, sócio diretor da Zorfatec.

Em breve, mais informações sobre o E-PLAST, evento do portal que gera negócios para o mercado do plástico!

Cargo assumido foi de diretor de Marketing de Poliuretanos

No mês de março, Edilson Machado assumiu a diretoria de Marketing do negócio de Poliuretanos da Dow na América Latina. O executivo tem a responsabilidade de desenvolver estratégias integradas para os segmentos de InsulationScience, área que disponibiliza soluções para garantir maior eficiência energética a diversas indústrias; ComfortScience, divisão com inovações para a criação e desenvolvimento de produtos mais confortáveis ao consumidor final; DurableScience, que possui tecnologias para materiais mais resistentes e produtivos para os mais variados mercados e o Automotive, uma unidade com soluções para melhorar a performance, comodidade e segurança em veículos.

Machado percorreu um caminho longo antes de chegar ao cargo de diretor, ingressou na Dow em 2006 como estagiário, na fábrica de Jacareí (SP) e, desde então, atuou em diferentes funções, como a de engenheiro de Melhoria e de Operações para os negócios de Tintas e Controle Microbiano, especialista técnico para Aditivos de Performance e também como Gerente de Vendas dos segmentos de Mineração e Tratamento de Água para diferentes mercados.

Antes de assumir essa posição, o executivo ocupava o cargo de Gerente de Marketing e Produto para os negócios de Petróleo & Gás e Controle Microbiano. Machado é formado em Engenharia Química pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), com MBA Executivo pela Universidade de Pittsburgh, Pensilvânia, EUA.

Sobre a Dow Brasil

A Dow está presente no Brasil desde 1956 e emprega cerca de 2.800 pessoas em oito unidades fabris, três centros de pesquisa e dois escritórios, entre eles a Diamond Tower, que é a sede da Companhia na América Latina e está localizada na cidade de São Paulo (SP).

As unidades de pesquisa e produção da Dow no Brasil estão localizadas por vários locais no país – na Bahia, em Aratu, São Paulo, no Guarujá, Hortolândia, Jacareí, Jundiaí e São Paulo, em Minas Gerais nas cidades de Santos Dumont e Santa Vitória e no Pará, na cidade de Breu Branco.

Ao mesmo tempo em que está comprometida com a solução de problemas globais, a Dow Brasil desenvolve ações totalmente focadas nas necessidades regionais e locais. A empresa mantém diversos programas de impacto social em benefício das comunidades onde está inserida, e investiu US$ 3,7 milhões nos últimos cinco anos, que impactou aproximadamente um milhão de pessoas.

Caixas organizadoras de plástico reciclado são lançadas em parceria

A maior petroquímica das Américas, Braskem, se une às empresas Martiplast, que atua no segmento de utilidades domésticas, e a Leroy Merlin, que é uma das maiores redes de lojas para o mercado de material de construção, e juntas oferecem para os consumidores caixas organizadoras, fabricadas de plástico 100% reciclado.

Essa parceria é mais uma iniciativa no âmbito da plataforma Wecycle, desenvolvida pela Braskem no ano de 2015, que tem o objetivo de fomentar negócios que valorizem resíduos plásticos ao longo de toda a cadeia produtiva, para contribuir com ações a favor da reciclagem, do pós-consumo e do meio ambiente.

Ao reunir as pontas do setor, a Braskem fará o fornecimento de polipropileno reciclado à marca da Martiplast que, ao aliar design e versatilidade, produzirá linha exclusiva de caixas organizadoras para comercialização nas 41 lojas e no e-commerce da Leroy Merlin no país.

A Braskem fornece PP reciclado que tem origem nos big bags e anteriormente eram utilizados pela companhia para transporte e movimentação das resinas. A empresa estima que inicialmente, utilizará cerca de 60 toneladas de PP reciclado por ano para produzir as caixas organizadoras, que terão três opções de tamanho.

Nas lojas, o produto terá uma identificação diferenciada – será utilizado um selo da plataforma Wecycle e da Martiplast, com informação da origem a partir do plástico reciclado. Além das caixas, existe a possibilidade de ampliação da parceria entre as marcas para a criação de outros produtos que ajudem na organização e decoração da casa.

Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem & Plataforma Wecycle da Braskem afirma: “acreditamos que o crescimento da reciclagem contribuirá ainda mais para o desenvolvimento e crescimento da indústria do plástico. A parceria entre Braskem, Martiplast e Leroy Merlin é mais uma ação importante, capaz de impactar outros players do mercado e conscientizar os consumidores”.

O Grupo Martiplast, através da marca, sempre teve o propósito de levar inovação e praticidade para as pessoas por meio de seus produtos. Por esse motivo, pensar no bem-estar das mesmas e, consequentemente, ajudar a construir um mundo melhor para todos junto com o projeto da Braskem, a Plataforma Wecycle, tem tamanha importância para a empresa.

“Nosso Grupo tem consciência que, por meio dessa parceria podemos sim, contribuir para um futuro ainda melhor, despertando a conscientização ambiental de quem compra, preservando a natureza, ajudando cooperativas de reciclagem e fazendo da inovação a ponte para um mundo mais desenvolvido e sustentável”, comenta o diretor do Grupo Martiplast, Juarez Martini.

O diretor da Central de Compras da Leroy Merlin Brasil também se manifestou e comentou a respeito dessa parceria. “A Leroy Merlin é uma empresa que tem em seu DNA a sustentabilidade e acredita nas ações que favorecem esta prática. Com isto, fazer uma parceria em que materiais reciclados se tornam peças úteis para o dia a dia do cliente acaba se encaixando na filosofia que difundimos internamente. A Leroy Merlin incentiva e apoia iniciativas como esta, partindo da indústria”.

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