Feira está confirmada para o período de 2 a 4 de outubro em Caxias do Sul
Em tempos de concorrência acirrada em grande parte dos segmentos da economia, os empresários precisam se manter atentos a todas as ferramentas de relacionamento comercial e institucional. Feiras e eventos são ganchos importantes para criar um laço mais fortificado com o mercado e, participar deles é fundamental para o desenvolvimento do setor e das empresas em particular.
A Mercopar, Feira de Subcontratação e Inovação Industrial, que ocorre neste ano no mês de outubro, de 2 a 4, na cidade de Caxias do Sul (RS), é uma das opções e tem se constituído, ao longo de suas 26 edições, em um importante espaço para que as empresas de todos os portes, especialmente as micro, pequenas e médias, encontrem um ambiente propício para a realização e encaminhamento de negócios, troca de informações e palco apropriado para a apresentação de lançamentos e novidades em produtos e serviços.
Para incrementar ainda mais este cenário, a Mercopar 2018, promovida pelo Sebrae RS, está readequando sua ocupação junto ao Parque de Exposições Mário Bernardino Ramos, o Parque da Festa da Uva. A feira contará com a estrutura mais moderna do Centro de Eventos e ocorrerá durante os três dias com alterações no horário, que passa a ser das 13h às 20h, para atender todas as empresas que tem interesse em participar do evento.
Esse é o caso da Diferro Aços Especiais, um dos maiores centros de serviços em corte e distribuição de aços do Brasil, que esteve ausente da feira nos últimos anos. Jaqueline Santarem destaca: “estamos retornando principalmente para fortalecer a nossa marca no mercado, pela oportunidade de novos contatos, para estreitar nosso relacionamento com nossos clientes atuais, além de termos a possibilidade de aumentar nossa rede com clientes e possíveis fornecedores, sem falar que é um ambiente para apresentarmos novos produtos”.
Para mais informações sobre a participação de empresas na Mercopar, entre em contato com a Trade Fairs Feiras e Eventos através do e-mail – [email protected] ou pelo telefone (51) 3067-5750. O portal Plástico Virtual é mídia parceira da Mercopar, pois busca sempre incentivar novas possibilidades de gerar negócios para o mercado industrial.
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Saiba mais sobre o material plástico conhecido como isopor®
EPS é a sigla internacional para designar o Poliestireno Expandido, de acordo com a Norma DIN ISSO-1043/78. No Brasil este material é conhecido como Isopor®, que é uma marca registrada pela empresa Knauf Isopor Ltda., e faz referência comercial a todos os produtos de poliestireno expandido.
Descoberto em 1949 pelos químicos Fritz Satastny e Karl Buchholz enquanto trabalhavam nos laboratórios da Basf, na Alemanha, o EPS é um plástico celular rígido, resultado da polimerização do estireno em água, através do agente expansor pentano, um tipo de hidrocarbureto que se deteriora rapidamente através da reação fotoquímica que é gerada pelos raios solares, sem comprometer o meio ambiente.
Os químicos conseguiram produzir um novo tipo de material através de uma composição química que surgiu a partir de polímeros e monômeros de estireno, que é um tipo de hidrocarboneto líquido fabricado a partir do petróleo. Esse líquido foi misturado a gases que levaram à expansão e criação do material, dessa forma, foi dado formato ao poliestireno.
Antigamente os gases utilizados na produção do EPS eram os CFCs (clorofluorcarbonetos), que são totalmente nocivos para a camada de ozônio. Mas, atualmente eles foram substituídos pelo gás pentano, que não causa nenhum dano a natureza. Com o passar do tempo foi observado que o conjunto químico incha e fica extremamente leve, além de ter a capacidade de bloquear a umidade e manter a temperatura interna – é importante lembrar que, quando em temperatura ambiente, o poliestireno é encontrado apenas em estado sólido.
Devido essa descoberta, passou-se a utilizar o EPS na guarda costeira dos Estados Unidos, em seus barcos e também durante a Segunda Guerra Mundial. Popularizado, sua função foi ampliada e atualmente é comprado para auxiliar em diversos segmentos como caixas, construções civis, embalagens, serviços de inovação, automobilística, alimentos e bebidas, entre outros.
O EPS tem inúmeras vantagens e utilizações. Quer saber mais? Acompanhe-nos e veja tudo sobre este material extremamente utilizado no nosso dia a dia.
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Evento contará com a presença de grandes empresas como Bauducco, Mondelez, LinkedIn, Deloitte e Heineken
Considerado uma das grandes novidades da edição de 2018 da Fispal Tecnologia, o Fórum de Marketing Digital é uma imersão nas principais novidades e tendências do mercado digital e chega para sanar algumas dúvidas sobre o uso do marketing digital pelas empresas. O encontro é voltado para diretores, gerentes e coordenadores de comunicação e marketing e já tem entre os palestrantes confirmados representantes da Bauducco, Mondelez, LinkedIn, Deloitte e Heineken. Os executivos irão abordar temas como a atuação estratégica nas redes sociais, gerenciamento de crise nas redes e métricas de retorno em canais online, entre outros assuntos.
Atualmente, a América Latina tem a maior taxa de uso de Facebook do mundo, com 52,2% da população acessando a rede social. Já no Brasil mais de 90% das empresas brasileiras marcam presença nas redes sociais, tendo um ou dois profissionais envolvidos com essa atividade.
Além de divulgar a marca, o marketing digital proporciona as empresas engajar sua audiência, ampliar as vendas e números de clientes, mensurar a aceitação do público, gerenciar crises mais rapidamente, entre muitas outras ações. A maioria das empresas já entendeu a funcionalidade e necessidade da utilização do marketing digital e começam a investir na ferramenta, que vai muito além de apenas ter uma página na rede social e é isso que as palestras do Fórum de Marketing Digital para Indústria de Alimentos e Bebidas pretendem mostrar.
“É preciso elaborar um guia de melhores práticas, além de estar preparada para o cenário negativo, analisando quais atitudes devem ser tomadas, pensar não apenas no lado positivo, mas também como agir diante de uma crise”, comenta Adriano Ueda, manager of digital marketing and communications da Delloite Auditoria e Consultoria empresarial. O profissional fará uma palestra sobre como mensurar e apresentar a geração de leads e criar experiencia para clientes.
O Fórum acontece no dia 26 de junho, paralelo a 34º edição da Fispal Tecnologia, Feira Internacional de Tecnologia para a Indústria de Alimentos e Bebidas, que é voltada para empresas e visitantes que atuam no início da cadeia da industrialização dos alimentos e bebidas, e envolve desde os ingredientes, passando pelos processos, embalagens e chegando até a logística. A Feira acontece entre os dias 26 e 29 de junho, no São Paulo Expo, em São Paulo e é uma realização da Informa Exhibitions.
Entre os palestrantes já confirmados estão Martim Ibrahim Bernardara, Diretor de Marketing e Trade - Grupo M Dias Branco; Roberto Satriani Pasqualoni, Gerente de Marketing - Bauducco; Ana Paula Sarrão, Gerente de Marketing- Mondelez; Patrícia Prado, Gerente de Marketing – Hersheys; Andrea Köhler, Gerente de Marketing - Fini Brasil; Eraldo Benazzi, Gerente de Vendas para Indústria - LinkedIn; Adriano Ueda, Manager of Digital Marketing and Communications – Deloitte; Renata de Carvalho Costa, Gerente de Marketing - Heineken, entre outros.
“A realização deste fórum se concretiza em um momento extremamente importante para o setor de Alimentos e Bebidas. As mudanças nesta área estão acontecendo de maneira avassaladora e requerem uma atualização dos gestores de marketing. Esse projeto reforça o compromisso da Fispal Tecnologia em ser ferramenta de conexão com a indústria para a qual trabalhamos.”, reforça Clélia Iwaki, diretora da Fispal Tecnologia.
O evento é gerenciado pela Celta Seminários, empresa especializada na área de Alimentos e Bebidas com foco em desenvolvimento da cadeia produtiva.
Clique aqui para conferir a programação completa e faça sua inscrição já!
Sobre a Fispal:
A marca Fispal, que começou como um encontro de engenheiros chamado Feira de Insumos para Alimentos, no Palácio de Convenções do Anhembi, hoje representa o maior encontro do setor na América Latina. Em 2001, com o objetivo de atender a indústria de alimentos e bebidas e o setor de alimentação fora do lar, a Fispal se segmentou em duas feiras: Fispal Tecnologia – Feira Internacional de Tecnologia para as indústrias de alimentos e Bebidas e a Fispal Food Service: Feira internacional de produtos e serviços para alimentação fora do lar. A marca ainda agregou a Fispal Sorvetes – Feira de Tecnologia para a Indústria de Sorveteria Profissional e a Fispal Café: Feira de negócios para o setor Cafeeiro.
As feiras, que hoje acompanham as mudanças e a evolução do mercado no Brasil e no mundo, são marcadas pelo lançamento de novas tecnologias, produtos, profissionalização de mão de obra e pela expansão para novos mercados. Atualmente, a marca Fispal é composta de feiras que atendem toda a cadeia de alimentos e bebidas, desde a matéria-prima, passando por máquinas, equipamentos e processos, chegando até o setor de alimentação fora do lar. Saiba mais em: www.fispal.com.br
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Como o ser humano se adapta às inovações
O ser humano passa por períodos de adaptação desde o seu nascimento, quando precisa aprender, principalmente, a se alimentar, caminhar e falar, até o seu amadurecimento, momento em que chega na fase adulta e é necessário estar preparado para entrar no mercado profissional. A evolução das coisas é inevitável com o passar do tempo, e o homem precisa se adaptar para crescer e viver no meio social, inclusive no mercado de trabalho.
Na indústria não seria diferente, pois a mudança é constante e diariamente a inovação se faz presente, palavra que faz pensar em progresso, modernidade, crescimento e tecnologia. Entretanto, o conceito de inovação se contrapõe de acordo com o contexto inserido, pois ela se baseia na consciência de que tudo está em contínua transformação e de que, todos os envolvidos nos processos precisam interagir com as novas exigências, entender e aceitar as mudanças, sem passividade, mas com condução coerente das novidades e utilização de novos conhecimentos, para aperfeiçoamento e evolução.
O indivíduo passa por gerações, e a primeira delas é a baby boomer, que surgiu logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, e tem como característica principal pessoas que preferem um emprego fixo e estável, na maioria das vezes, trabalham na mesma empresa durante a vida inteira. Seus valores são fortemente embasados no tempo de serviço, por isso, preferem ser reconhecidas pela experiência à capacidade de inovação.
Entretanto, essas indústrias, que em maioria tem seus diretores pertencentes à essa geração, precisam passar por adaptações, assim como os seus funcionários, pois a mudança é real nos dias atuais e para se manter no mercado competitivo, é fundamental aceitar, reconhecer e implantar mudanças, e isso vale tanto para os funcionários, que precisam acompanhar o desenvolvimento, para que não fiquem defasados ou sejam substituídos, assim como a empresa, para que continue atuando.
Apesar da rejeição inicial, boa parte dos colaboradores, para não perderem suas colocações profissionais, tem buscado ampliar seus conhecimentos de acordo com suas necessidades, através de cursos profissionalizantes, técnicos e até faculdades específicas. Dessa forma, além de se manterem em seus empregos, ganham mais qualidade para atuação, pois se especializam diariamente.
Caminho para chegar no mercado industrial atual
Para chegar a indústria 4.0, implantada já em alguns lugares do mundo, o setor industrial passou por diversas mudanças e precisou de um pontapé inicial, dado na Primeira Revolução Industrial ou Indústria 1.0, que surgiu no fim do século XVIII. Nela, o homem conseguiu implantar a produção mecanizada, junto com a energia à vapor e hidráulica.
No Brasil, uma referência de evolução industrial é Francesco Matarazzo, que foi considerado o homem mais rico do país, com as Indústrias Reunidas Fábricas Matarazzo (IRFM). Com sede na cidade de São Paulo e como o maior grupo empresarial da América Latina, a IRFM chegou a englobar em torno de 350 empresas de diversos ramos – têxtil, químico, comercial, bancário e alimentício, e ainda, empregou cerca de 6% da população da Grande São Paulo.
Os especialistas concordam que a Quarta Revolução Industrial logo se tornará realidade mundialmente, devido a interligação entre os mundos digital e analógico, que tem se tornado cada vez mais efetiva. A rede de dispositivos de acesso, pessoas e sistemas de informação está preparando a sociedade para a ‘internet das coisas’.
O aumento da interconectividade não afetará somente a vida pessoal de cada indivíduo, mas principalmente a indústria, com mudanças permanentes. Os primeiros sinais dessa mudança podem ser vistos através da crescente automatização dos processos de produção, que vem sendo implantados com mais frequência no mercado industrial.
Saiba mais sobre as revoluções industriais que antecederam a história do desenvolvimento da indústria. Acompanhe-nos e fique por dentro!
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Sustentabilidade e moda se uniram para a proteção do meio ambiente
O plástico é um material utilizado em todas as áreas atualmente, seja alimentícia, automobilística, agricultura, eletroeletrônica, construção civil, saúde, entre diversas outras, ele está presente, pois contribui para o desenvolvimento social, econômico e científico, além de ter excelente relação custo-benefício.
A sua utilização é fundamental nos dias atuais, pois desde que o plástico entrou para a vida humana, diversas coisas foram modificadas para melhor e ambientes mais seguros foram criados. Entretanto, o seu descarte não tem sido realizado de maneira correta e tem afetado de forma direta o meio ambiente, o que vem preocupando de maneira excessiva diversas organizações.
Organizações especializadas contabilizam que, cerca de oito milhões de toneladas de lixo plástico sejam descartadas de maneira incorreta no meio ambiente, e vão parar nos oceanos todos os anos. Governos, empresas, instituições, ONGS, entre outros especialistas e voluntários já trabalham para tentar limitar essa contaminação, seja através de proibições de sacolas plásticas ou incentivo à busca de embalagens com novos materiais.
Ao identificar a necessidade de retirar todo esse plástico e destiná-lo corretamente, a Adidas lançou em 2017, um modelo de tênis fabricado a partir dos plásticos que são retirados dos oceanos. O que era para ser apenas uma linha promocional, com o objetivo principal de conscientizar o mundo sobre o perigo do plástico nos mares, se tornou em um sucesso de vendas e ganhou atenção do público.
Em entrevista à CNBC, o CEO da Adidas, Kasper Rorsted, anunciou que a empresa chegou a marca de um milhão de pares vendidos do modelo, até o final de 2017. No total, a marca alemã realizou o lançamento de três versões de seu clássico sapato esportivo Ultraboost com plástico recolhido dos oceanos. O modelo sustentável foi realizado por meio de uma parceria com a ONG Parley for the Oceans e, inicialmente a produção era de somente sete mil pares.
A proporção que ganhou foi imensa, e contribui para a geração de rendas e lucro para a empresa, com o meio ambiente, pois são retiradas toneladas de material plástico dos mares que tem direcionamento e utilização mais assertiva. Cada par reutiliza material suficiente para 11 garrafas, de acordo com a CNBC.
O modelo, com design inspirado nas ondas do mar, é formado por 95% de plástico retirado dos oceanos, e 5% é de poliéster reciclado. O material é similar ao que é usado na confecção dos uniformes dos times Bayern de Munique e Real Madrid.
No Brasil, é possível encontrar um tênis feito a partir da mesma tecnologia, mas na linha fashion da marca. O modelo EQT Parley Adidas Originals foi lançado em outubro do ano passado, com um custo médio de R$ 700 e, atualmente, está sendo vendido por cerca de R$ 530.
Essa iniciativa da Adidas é uma forma sustentável, que contribui para a conservação e preservação do ecossistema, além de gerar lucros e girar o capital no mercado que tem visado a sustentabilidade.
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Evento mais esperado do segmento do plástico conta com presenças significativas do setor
O E-plast, realização do Portal Plástico Virtual, ocorre nesta sexta-feira (11/05), na cidade de Joinville (SC), no Hotel Bourbon, das 8h às 12h e conta com nomes importantes no mercado do plástico, com palestras e temas importantes para o segmento.
O evento tem como objetivo principal promover o networking entre os empresários do setor do plástico e prevê incentivo para novas relações comerciais, indicações e parcerias, para dividir e vivenciar novas experiências, além de criar possibilidades de expansão da rede de contatos de cada participante.
O E-plast tem como patrocinadores o Grupo Bühler, referência em tecnologias nas áreas de engenharia de processo térmico e mecânico; a Blob Web, especializada em TPI (Tecnologia de Posicionamento Inteligente), que garante resultados na primeira página do Google e outros buscadores, em até 60 dias no contrato; a Super Finishing Brasil, especializada em soluções para tratamento de superfícies, para diversas aplicações e setores da indústria; e o Simpesc - Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina.
Além disso, o E-plast conta com o apoio de grandes instituições do setor do plástico, como a ABIPLAST - Associação Brasileira da Indústria do Plástico e a Interplast – Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico.
As palestras do E-plast trarão pautas fundamentais e enriquecedoras, principalmente para o cenário atual da indústria, com nomes importantes do segmento do plástico, como ‘Expectativas de Mercado para 2018’ com Albano Schmidt, ‘Indústria 4.0’ com Paulo Roberto dos Santos e ‘Criatividade na Gestão para Indústria’, com Eduardo Amati.
Confira a programação do E-plast:
- 7h30 - Welcome coffee e credenciamento;
- 8h - Abertura e palestra do Albano Schmidt – Expectativas de Mercado para 2018;
- 8h45 - Palestra do Paulo Roberto dos Santos – Indústria 4.0;
- 9h45 - Coffee break;
- 10h - Palestra do Eduardo Amati – Criatividade na Gestão para Indústria;
- 11h - Momento networking;
- 12h - Encerramento.
Não fique de fora do E-plast, um evento imperdível que elevará o seu conhecimento e oportunidade única para gerar negócios no mercado do plástico.
Sobre o Plástico Virtual
Plástico Virtual é um portal exclusivo, totalmente dedicado para o segmento do plástico, que foi criado para atender o mercado industrial no desenvolvimento de estratégias de marketing, propaganda e design. A era digital veio para ficar e, com ela, a força da divulgação de empresas. Por isso, o portal cria uma relação especial entre ‘atendente e atendido’, que ganha forças para evoluir na forma de divulgar, informar, comprar e vender no mercado do plástico.
O portal oferece fontes de informação – aqui você fica por dentro de tudo o que acontece no mercado do plástico, através de notícias elaboradas pela equipe, com transparência, comprometimento e seriedade; empresas para compras – oferece um leque de organizações para cotações; anúncios pagos – no nosso portal é possível se destacar frente a seus concorrentes no mercado, e por isso, oferece páginas específicas para sua área de atuação dentro do segmento do plástico; banners – divididos em diamante, ouro, prata e bronze, determinados por tamanhos e locais de fixação no nosso portal, todos randômicos.
Plástico Virtual é referência neste segmento no Brasil e na América do Sul e, por isso, oferece todos os serviços para o mercado com total qualidade e aparato necessário, além de proporcionar possibilidades e resultados 24 horas por dia, como portal que gera negócios no mercado do plástico.
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Desde o surgimento dos polímeros até a instalação das indústrias de plástico no Brasil
A indústria surgiu por volta de 1860, quando o inglês Alexandre Pakers iniciou seus estudos com o nitrato de celulosa, que é um tipo de resina que recebeu o nome de ‘Parkesina’. Esse material era sólido e tinha como características principais a flexibilidade, resistência à água, cor opaca e facilidade para pintura. Em 1890 o tipógrafo americano John Wesle Hyatt, que já havia pesquisado e estudado sobre tal material, o aperfeiçoou e o chamou de celuloide – uma versão comercial do nitrato de celulosa com adição de piroxilina, cânfora, álcool, polca de papel e serragem e, então surgiu a primeira matéria plástica artificial.
No mesmo ano foi inaugurada a primeira fábrica da nova matéria-prima, a qual foi chamada de Albany Dental Plate Company, nome que é resultado da celuloide ter sido utilizada, em primeira mão, por dentistas. Três anos mais tarde o nome ‘celuloide’ foi registrado e, por sua facilidade de trabalho, foi um sucesso.
Já em 1920, Hermann Staudinger iniciou seus estudos teóricos sobre estrutura e propriedades dos polímeros naturais – celulosa e isoprene – e sintéticos. Ele mostrou que, os polímeros são constituídos de moléculas em forma de longas cadeias formadas a partir de moléculas menores, por meio de polimerização – antigamente se acreditava que os plásticos eram compostos de anéis de moléculas interligados.
Apesar de, na época, não terem sido bem aceitas as teorias do estudioso, por volta dos anos 30 nasceu o poliestireno, que tem como material-base eteno e benzeno. Entretanto, a produção comercial deste material só iniciou na Alemanha, em 1936.
Início da produção de material plástico no Brasil
Em 1949 foi inaugurada a primeira fábrica de poliestireno, a Bakon S.A, em São Paulo. A comercialização de poliestireno foi de alto impacto e, no início dos anos 60, Lambert desenvolveu o processo para moldagem de poliestireno expandido. E então iniciou a indústria de plástico no Brasil, material que substitui matérias-primas utilizadas pela sociedade há milhares de anos, como vidro, madeira, algodão, celulose e metais.
A partir de 1945, as matérias-primas plásticas adentraram a casa das pessoas, independentemente de sua condição social. A substituição progressiva dos materiais tradicionais mudou o conceito de forma, ergonomia e utilidade dos objetivos que o homem estava acostumado a manusear no dia a dia.
Com a introdução do plástico no mercado de forma mundial, novas demandas surgiram com o tempo, como produtos descartáveis, artigos para lazer, eletroeletrônicos, potes, entre outros. No setor de eletrodomésticos, por exemplo, o plástico está em constante crescimento e evolução até os dias atuais, onde é considerado essencial para o progresso da humanidade. O aperfeiçoamento das tecnologias de transformação desta matéria tão importante caminha na mesma intensidade da história dos polímeros.
Com a quantidade de plástico utilizada em diversos setores atualmente, como construção civil, aviação, automobilístico, eletrônico, informática, saúde, embalagens, alimentação, entre outros, é impossível imaginar a vida sem esse material que é tão fundamental.
Ação especial para a Semana da Indústria Plástico Virtual
O dia da indústria está próximo, e para comemorar em grande estilo, o Plástico Virtual tem uma ação especial exclusiva para você. Destaque sua empresa no melhor portal que gera negócios para o mercado do plástico com descontos e novidades incríveis na Semana da Indústria Plástico Virtual. Acompanhe-nos para saber mais!
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Everson Bassinello, chefe do departamento de compliance da Braskem, fala sobre a importância de investir em boas práticas de mercado
A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) lançou no começo de março em todo o país a campanha PRO- distribuição, que clama por mais ética no setor de distribuição de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET. Para reforçar a mensagem, a entidade promoveu, no mês passado, um encontro com Everson Bassinello, chefe do departamento de Compliance na Braskem.
“Nos âmbitos institucional e corporativo, compliance é o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, bem como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que pode ocorrer”, explicou Bassinello.
De acordo com Bassinello, a Braskem tem se adequado a padrões nacionais e internacionais voltados ao combate de suborno e corrupção, coibindo, além disso, práticas de concorrência desleal e conflitos de interesse, entre outros aspectos. “Esse é um caminho sem volta, que será acompanhado pela sociedade e pelos mercados, cada vez mais ávidos por transparência nas empresas”.
O executivo explicou no evento sobre os desafios que surgem para as empresas que querem criar esse departamento. “Muitas vezes é preciso superar resistências internas, principalmente em empresas que não tem o costume de trabalhar com processos e controles bem estabelecidos”.
No entanto, vencida a resistência, os resultados são muito positivos, garante ele: “O desafio para quem trabalha com conformidade é demonstrar que, uma vez, implantando os processos e mecanismos de controles necessários, a dedicação e os recursos investidos mais que se pagam pela redução de riscos e até de custos, inclusive por desvios evitados, sem falar no auxílio à correta tomada de decisão e na melhoria de condições de acesso ao mercado financeiro”.
Para quem entende que esse caminho é um dos fatores de competividade, e aplica o programa de forma pró ativa e preventiva, a boa notícia é de que o investimento é menor e os resultados mais rápidos, garante o especialista.
Laercio Gonçalves, presidente da ADIRPLAST reforça a postura da entidade em favor das boas práticas do mercado e da importância de que seus associados e empresas atendidas por eles estejam atentos às novas normas comerciais. “Trabalhar na conformidade não só traz benefícios para a própria empresa como para o país como um todo”, explica.
Para Wilson Cataldi, diretor da entidade e da Piramidal, o conhecimento é aliado insubstituível nessa causa: “É preciso conhecer as ações que estão sendo desenvolvidas para combater práticas ilegais fora e dentro de nossas empresas”. Cecília Vero, diretora executiva da TIV Plásticos, concorda e diz que palestra foi muito produtiva. “Esse é um importante tema, que vem de acordo com a moral e os valores da distribuição autorizada”, completou.
A diretora da Mais Polímeros, Daniela Guerine, destacou também a importância de que as pessoas trabalhem a ética desde sua casa, não apenas no trabalho, e da necessidade de os líderes portarem-se como exemplos: “Eu não aplico propriamente o Compliance na Mais Polímeros, mas já pratico vários pontos abordados, tanto na empresa como na vida pessoal. Logo após a palestra, até conversei com a minha equipe, vamos colocar algumas ações em prática”.
Sobre a ADIRPLAST
A ADIRPLAST tem como diretrizes o fortalecimento da distribuição; apoio aos associados; integração do setor de varejo de resinas plásticas, filmes de BOPP-PET e Plásticos de Engenharia. A entidade tem como objetivo demonstrar a importância que os distribuidores têm para o setor e para o desenvolvimento do mercado brasileiro de plásticos. A instituição trabalha ainda para promover a imagem sustentável do plástico, melhorar a gestão financeira dos transformadores e ajustar o desordenamento tributário sobre a indústria.
Atualmente, a entidade agrega empresas distribuidoras de resinas plásticas, plásticos de engenharia e filmes BOPP-PET, que juntas tiveram um faturamento bruto de cerca de R$ 4 bilhões em 2016. Elas responderam por cerca de 10% de todo o volume de polímeros e filmes BOPP-PET comercializados no país.
Credenciadas pelos fabricantes, essas empresas garantem ao cliente final a qualidade do produto e dos serviços de logística e financeiro. Além disso, contam com uma carteira de 7.000 clientes, em um universo de 11.500 transformadores de plásticos no Brasil. Para atendê-los, a entidade emprega 200 representantes externos e mantém 150 postos de atendimento, além de equipes de assistência técnica e de pós-venda.
Empresas essenciais ao setor de plástico brasileiro, os distribuidores associados à ADIRPLAST são responsáveis pela emissão mensal de aproximadamente 25.000 notas fiscais e 80.000 duplicatas.
Para mais informações, acesse: www.adirplast.org.br.
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Sindicato identifica oportunidades de negócio para o setor em visita a centros de pesquisa e desenvolvimento em São Paulo
A reciclagem dos pacotes de salgadinho consumidos por milhões de pessoas todos os dias, ao redor do mundo, pode dar origem a uma matéria-prima revolucionária para impressão 3D. O segredo consiste em aditivar o polipropileno biorientado (BOPP) das embalagens descartadas de batatas fritas, nachos e outras guloseimas com partículas de grafeno. Essa é uma novidade excelente, que representa uma das oportunidades identificadas para o mercado do plástico durante visita a centros de excelência tecnológica, em São Paulo, pelo Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás).
Já é a segunda vez, em menos de seis meses, que o sindicato passa pelo Centro de Pesquisas Avançadas em Grafeno, Nanomateriais e Nanotecnologias da Universidade Presbiteriana Mackenzie - o MackGraphe, onde a novidade foi apresentada no mês passado. Assim como na ocasião anterior, no mês de novembro de 2017, o objetivo é detectar e compreender os possíveis impactos que o grafeno pode proporcionar para a indústria do plástico.
As possibilidades de aplicações do material só crescem no setor. Existe a perspectiva de que, em breve, toda a carroceria de um automóvel, que nos dias atuais é fabricada em aço, possa ter estrutura de plástico aditivado com grafeno. A substância é mais de 200 vezes mais resistente do que o aço, porém conta com um atributo a mais: a flexibilidade.
"É uma inovação que contempla três conceitos fundamentais para o futuro de qualquer negócio: sustentabilidade, tecnologia de ponta e altíssimo valor agregado. Percebemos que as pesquisas na Mackenzie estão bastante avançadas. O passo seguinte é dar viabilidade industrial e comercial para que estes novos materiais sejam naturalmente absorvidos pelo mercado”, constata o presidente do Simplás, Jaime Lorandi.
O grafeno possui condutividade térmica mais de 10 vezes superior à do cobre, e é o melhor condutor elétrico conhecido pela ciência. O material absorve apenas 2% da luz, portanto, é quase invisível a olho nu, e em um metro quadrado, concentra massa de apenas 0,77 miligramas.
A missão organizada pelo Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico de Caxias do Sul (Simecs) e pela Uniftec, estiveram presentes no Instituo Mauá, no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA) e o Centro Tecnológico de São José dos Campos, todos em território paulista. As organizações são referência nacional em pesquisa e desenvolvimento para a indústria 4.0.
"O Simplás está sempre em busca de novas oportunidades de negócios e conhecimento para seus representados. Muitas delas já são realidade e estão disponíveis hoje. O que procuramos é identificar e acessar estas aberturas, a fim de trazer maiores condições de competitividade às empresas do setor", conclui Lorandi.
Para mais informações, acesse: www.simplas.com.br.
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E-plast trará temas importantes para o segmento, abordados por profissionais renomados no mercado
O E-plast é o evento mais esperado no mercado do plástico, e reunirá gestores, especialistas, empresas e associações, tudo em um único ambiente, com o intuito de proporcionar possibilidade dos participantes ampliarem sua rede de contatos. O evento ocorrerá no dia 11 de maio, das 8h às 12h, no Hotel Bourbon, em Joinville (SC), e tem como objetivo principal promover networking entre os presentes para o segmento do plástico, além de prever novos incentivos para relações comerciais, indicações e parcerias.
Para enriquecer ainda mais o conhecimento de todos os envolvidos, o E-plast contará com a presença de profissionais renomados, que atuam neste mercado e que apresentarão temas de extrema importância na atualidade para o setor, como ‘Indústria 4.0’, que será tema abordado pelo sócio diretor da Zorfatec, Paulo Roberto dos Santos, ‘Expectativas de Mercado para 2018’, com o presidente do SIMPESC (Sindicato da Indústria de Material Plástico de Santa Catarina), Albano Schmidt e ainda, a palestra de Eduardo Amati, diretor de relacionamento e mentor da Acelera Startup FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) e CIESP (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), que trará como tema a ‘Criatividade na Gestão para indústria’.
Além disso, o evento oferecerá no momento do credenciamento, o ‘Welcome Coffe’, e após as primeiras palestras, o ‘Coffe break’. Por último, o momento networking, que é um dos momentos fundamentais do evento, pois nele os participantes terão a possibilidade de expandir seus negócios em contato direto com grandes fornecedores, compradores e profissionais tomadores de decisão do segmento.
Além disso, o momento networking é ideal para ampliar a rede de relacionamentos interpessoais e empresariais, além de apresentar novas sugestões, orientações e soluções práticas, para que aprimorem ainda mais a sua carreira.
O evento conta com o apoio de grandes instituições do segmento do plástico, como a Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e a Interplast (Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico.
Além disso, o E-plast tem como patrocinadores o Simpesc (Sindicato da Indústria de material Plástico de Santa Catarina), a empresa Bühler, grupo que é referência em tecnologias nas áreas de engenharia de processo térmico e mecânico, presente no Brasil desde 1953, a Blob Web, especializada em TPI – Tecnologia de Posicionamento Inteligente – que garante resultados em contrato em 60 dias na primeira página do Google e outros buscadores, através da busca orgânica e a Super Finishing do Brasil, que é especializada em soluções em tratamento de superfícies, para diversas aplicações e setores da indústria.
Conheça a programação do E-plast a seguir:
- 7h30 – Welcome Coffe e credenciamento
- 8h – Abertura do E-plast e palestra de Albano Schimdt, ‘Expectativas de mercado para 2018’
- 8h45 – Palestra de Paulo Roberto dos Santos, ‘Indústria 4.0’
- 9h45 – Coffe break
- 10h – Palestra de Eduardo Amati, ‘Criatividade na Gestão para Indústria’
- 11h – Momento networking
- 12h – Encerramento
Clique aqui e garanta já sua vaga no E-plast, pois elas são limitadas. Não fique de fora do evento que gera negócios para o mercado do plástico e que eleva o seu conhecimento!
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