Uma notícia recente da Agência Brasil estima que se as 10,5 milhões de toneladas de resíduos sólidos de plástico produzidas anualmente no país fossem recicladas, haveria um retorno de R$ 5,7 bilhões para a economia. Os dados são do Sindicato Nacional das Empresas de Limpeza Urbana - Selurb.
Em outras palavras, a reciclagem do plástico não só colabora com a preservação do meio ambiente, como também tem um potencial financeiro inestimável e que pode ser revertido em prol da própria sustentabilidade, como na criação e modernização de aterros sanitários, por exemplo.
As causas para o baixo índice de reciclagem são numerosas e complexas. A dificuldade já começa em decorrência de problemas estruturais, como o enorme montante da população que não dispõe nem de serviços básicos de coleta em suas residências, estimado em 17 milhões de pessoas.
Faltam programas de educação ambiental que ajudem a população a rever sua relação com o que consumir, como consumir e como descartar as sobras, em especial as embalagens plásticas. E, na medida que esta conscientização aumenta, se faz necessário o acesso aos coletores seletivos de modo que a destinação ambientalmente correta seja garantida de modo fácil.
Na outra ponta, a indústria da reciclagem só consegue se manter se houverem medidas que garantam sua viabilidade financeira. Os resíduos plásticos têm menor valor agregado na cadeia da reciclagem comparados a outros materiais (o alumínio, por exemplo) e o processo de descontaminação muitas vezes eleva o preço da matéria-prima reciclada ao mesmo patamar da virgem.
Estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) estima o valor inicial em R$ 366 mil, sendo 65% do total só com a instalação da área de produção: prensa enfardadeira, moinho, extrusora, triturador, aglutinador, centrífuga, batedor, balança industrial, estantes e caminhão para coleta.
Pelo menos no que se refere ao aspecto industrial, a oferta é grande e de fácil acesso. Um grande número de empresas que fornecem as máquinas e equipamentos necessários para montagem da linha de produção estará presente na Plástico Brasil 2019 (25 a 29 de março, no São Paulo Expo). Para os interessados em investir no negócio de reciclagem de plástico, é uma oportunidade ímpar de encontrar tantos fornecedores reunidos num único local.
Da parte da iniciativa privada, o ideal seria que as instituições financeiras oferecessem linhas de crédito específicas para máquinas e equipamentos voltados à reciclagem, com condições especiais e juros mais baixos. O poder público, por sua vez, poderia atuar tanto na criação de incentivos financeiros para reduzir a geração de resíduos quanto na desoneração da cadeia de reciclagem.
Num país com déficit primário estimado em R$ 148 bilhões e que luta para buscar o equilíbrio das contas públicas, parece inviável esperar subsídios para mais uma atividade econômica. No entanto, a pauta da reciclagem deve ser tratada como prioridade pelo governo.
Na reportagem citada na abertura, o Selurb estima que o aumento do poder de compra da população e os altos investimentos em novas tecnologias farão a produção do plástico crescer em torno de 30% em escala mundial, num período inferior a uma década. Não se trata, portanto, de uma questão apenas financeira ou fiscal, mas sobretudo da saúde do nosso planeta.
Por Liliane Bortoluci - Plástico Brasil
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A FEIPLAR COMPOSITES & FEIPUR ocorre entre os dias 6 e 8 de novembro de 2018, no Expo Center Norte - Pavilhão Verde, São Paulo (SP). O evento reunirá diversos profissionais com poder de decisão, como gerentes, diretores e executivos de empresas de todos os portes, do Brasil e de outros países.
A feira contará com eventos simultâneos, como congressos, painéis setoriais, sessões especiais, fórum, demonstração, treinamentos, palestras e homenagens a grandes profissionais e empresas do setor. Confira a seguir a programação dos eventos simultâneos:
06/11
Período da manhã:
- Painel de Isolamento;
- Congresso SAMPE Brasil;
- Painel Náutico;
- Painel Saneamento Básico.
Período da tarde:
- Prêmio Excelência e Hall da Fama;
- Fórum de Equipamentos e Processos em Composites + Demonstrações Técnicas;
- Congresso de Poliuretano;
- Treinamentos e Ensaios.
07/11
Período da manhã:
- Painel Mineração;
- Painel Construção Civil;
- Painel Automotivo.
Período da tarde:
- Congresso Composites;
- Treinamentos e Ensaios;
- Desafio Acadêmico;
- Fórum de Equipamentos e Processos em Poliuretano + Demonstrações Técnicas.
08/11
Período da manhã:
- Painel Aeroespacial;
- Painel Espumas Flexíveis;
- Painel Energia Eólica.
Período da tarde:
- Congresso Plásticos de Engenharias e Compostos Termoplásticos;
- Demonstração Técnica;
- Fórum de Equipamentos e Processos.
O credenciamento é gratuito, não perca mais tempo e inscreva-se!
O Expor Center Norte está localizado na Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo (SP), Brasil. Para mais informações, encaminhe um e-mail para: [email protected] ou ligue para: +55 (11) 2899-6363 – ramal 104.
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A 3ª edição do Congresso Brasileiro do Plástico (CBP) ocorre no dia 16 de outubro, no Centro de Eventos da PUCRS, em Porto Alegre (RS). O evento tem como objetivo debater a importância do plástico para o desenvolvimento, além de potencializar o posicionamento estratégico e iniciativas. A abertura será realizada pelo presidente do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Vale dos Vinhedos - SIMPLAVI, Ivanio Angelo Arioli, às 8h30.
Programação e palestrantes:
A primeira palestra será sobre as verdadeiras soluções para o plástico, com o diretor da empresa Plásticos Itália Ltda. e presidente do Simplás, Jaime Lorandi.
A diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle, Fabiana Quiroga Garbin, ministrará o painel que explica o ciclo consciente do plástico reciclável, a partir das 9h20. O projeto visa fortalecer o posicionamento estratégico e alavancar o fomento de iniciativas, negócios e soluções sustentáveis relacionadas à economia circular do plástico, em especial à reciclagem.
A preocupação atual dos plásticos nos mares também será tema pautado no evento, com a explanação de Alexander Turra. O palestrante possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Campinas, com mestrado e doutorado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. Atualmente, trabalha como professor titular do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (IOUSP), atuando com manejos integrados e conservação marinha, impacto ambiental marinho, mudanças climáticas, lixo nos mares e ecologia de populações e comunidades marinhas.
O case de sucesso do projeto Tampinha Legal será compartilhado pelo presidente do Instituto Sustenplást, Alfredo Schmitt. O painel inicia às 11h. Em seguida, será realizada a mesa redonda com os quatro palestrantes da manhã.
O presidente da ABIPLAST – Associação Brasileira da Indústria do Plástico - e do SINDIPLAST - Sindicato da Indústria de Material Plástico - José Ricardo Roriz Coelho, falará sobre as exportações do plástico brasileiro, na volta do intervalo de almoço, às 13h50. O painel também será comandado pelo diretor da Videplast, Domenico Macchia. O executivo trabalha desde 2008 na empresa, coordenando projetos de inovação, aquisições de novos equipamentos e tecnologias, visando alavancar as exportações do grupo.
As megatendências de embalagens plásticas, com foco em ambientes, alimentos e acessos, serão discutidas pelo norte-americano Ronald D. Sasine, graduado na Escola de Estudos Internacionais Avançados, da Universidade de John Hopkins e graduado na Universidade Brigham Young. Ele trabalhou como professor adjunto na Faculdade de Administração de Empresas Sam M. Walton, na Universidade do Arkansas. Sasine é um frequente comentarista da indústria de embalagens, publicado e citado nos jornais The New York Times, CNBC, Forbes.com e USA Today. Em 2017, a sua pesquisa sobre o ramo de embalagens o levou para falar em fabricantes, centros de distribuição e varejistas do México, Brasil, Equador, Inglaterra, Alemanha, Islândia, Escócia, Suíça, Tanzânia e Turquia, bem como em locais por todos os Estados Unidos.
Outra atração internacional do evento será o português Ricardo Andrade. Ele é licenciado em Engenharia de Polímeros na Universidade do Minho, mestre em Formulação e Tecnologia de Produto na Universidade de Huelva, e doutor em Case Western Reservem University, no Departamento de Ciência e Engenharia de Macromoléculas em Cleveland. Sua pesquisa abrange a compreensão da complexa relação entre a história termomecânica e a estrutura/morfologia de nano compósitos poliméricos com base em materiais 2D (grafeno, MoS2, hBN, fosforeno e outros). O último painel reúne os debatedores da tarde para uma mesa redonda.
Serviço
3° Congresso Brasileiro do Plástico
Data: 16 de outubro (terça-feira)
Horário: das 8h30 às 18h
Local: Centro de Eventos da PUCRS - Avenida Ipiranga, 6681. Porto Alegre (RS)
Site: congressodoplastico.com.br
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Há meses o mercado de plásticos no país vive sob especulações da oferta de compra da participação da controladora Odebrecht na Braskem, empresa química e petroquímica brasileira, pela multinacional holandesa, LyondellBasell. O possível fechamento do negócio entre as empresas está previsto para os próximos meses. Apesar disso, a ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) acredita que a concretização dessa venda trará benefícios para o segmento. “Isso deve tornar nosso mercado mais globalizado”, disse Laercio Gonçalves, diretor e presidente da entidade.
Para Gonçalves, os benefícios promovidos pelas tecnologias já usadas pela LyondellBasell e as plantas modernizadas serão grandes destaques dessa possível mudança. “A multinacional holandesa tem operações em mais de 17 países e uma experiência global que agregará muito ao mercado brasileiro, que se tornará mais competitivo”, explica.
O vice-presidente da ADIRPLAST, Osvaldo Cruz, concorda e acrescenta: “Essa transição é algo natural no mundo dos negócios. A LyondellBassell é uma empresa grande e que precisava de uma maior representação na América do Sul. A possível compra do controle da Braskem dará novas perspectivas para o mercado e dinâmicas comerciais que aportem conhecimento, além de tecnologias de produtos e aplicações.
Cruz também afirma que a mudança de controle poderá trazer outro grande benefício ao mercado: voltaremos a discutir a alíquota de importação de 14%. “O debate sobre o motivo da atual alíquota de importação ser tão alta será agenda para todo o setor, podendo ocasionar alterações importantes e positivas para o mercado”, complementa.
Gonçalves acredita ainda que a união promoverá o surgimento de uma empresa mais globalizada: “Isso evitará o dumping (palavra utilizada no Comércio Internacional para designar a prática de aumentar as quotas de mercado), já que a empresa poderá movimentar seus produtos de diversas plantas para o Brasil, assim como levá-los para fora, criando um mercado livre e mais competitivo”.
Petrobras também discute venda de suas ações
A Petrobras também está negociando a venda de sua participação na Braskem para a LyondellBasell. De acordo com o jornal Valor Econômico, em uma reportagem de 14 de agosto, a marca holandesa tenta comprar a Braskem em um processo de negociação exclusivo entre as partes. A operação pode ultrapassar os R$ 50 bilhões.
O presidente da Petrobras, Ivan Monteiro, reiterou o plano de venda de ativos da estatal - cuja meta é de US$ 21 bilhões em 2018 - e a melhoria das métricas financeiras da companhia, com foco nos negócios do pré-sal. Da mesma forma, segundo fontes de mercado, a percepção na Odebrecht e na Lyondell é de que, apesar do debate, a venda da participação da Odebrecht deve ser consolidada.
Sobre LyondellBasell
No Brasil, a LyondellBasell possui apenas uma fábrica de compostos plásticos, em Pindamonhangaba (SP). A empresa opera em 17 países e possui 55 instalações produtivas. Em fevereiro deste ano, a companhia holandesa adquiriu a empresa norte-americana Schulman por 2,25 bilhões de dólares, dobrando o tamanho de seus negócios de plástico para embalagens, produtos eletrônicos e construção. Com a aquisição do controle da Braskem, a LyondellBasell será a maior produtora de polietileno e polipropileno do mundo.
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A necessidade de maior produção de alimentos na agropecuária, devido a demanda crescente com menos espaços e tempos disponíveis, levou a busca por meios que proporcionassem maior rendimento na área, assim, o uso de defensivos agrícolas cresceu.
Além de ser uma atitude correta com o meio ambiente, descartar defensivos agrícolas é previsto na Lei 9.974/2000 e Decreto 4.074/2002, que afirma que as embalagens de agroquímicos, após a utilização dos produtos, devem ser descartadas no prazo de um ano a partir da data da compra. Caso o agricultor ou administrador não realize o descarte dentro do prazo determinado ou de maneira incorreta, pode acarretar em multa.
Um fator positivo é que o Brasil, segundo o IBGE, é líder mundial na destinação ambientalmente adequada de embalagens de defensivos agrícolas utilizadas em 76 milhões de hectares de terras cultivadas. Neste ano, o Mato Grosso foi o estado que encaminhou corretamente a maior quantidade de embalagens, com 5.529 toneladas. Porém, ainda assim, é importante ressaltar que descartas as embalagens requer cuidados e tem maneiras e locais certos de se fazer. O ideal é seguir todos os passos:
1 – Lavagem: Primeiramente, é necessário esvaziar completamente as embalagens no tanque do pulverizador. Após esse passo, é importante adicionar água limpa, que deve ser jogada no tanque do pulverizador. Faça três vezes essa operação, conhecida como tríplice lavagem.
2 – Com as embalagens higienizadas, elas devem ser danificadas para que não voltem a ser utilizadas e levadas até um local adequado, como na loja ou mesmo em um posto de recebimento, indicado na nota fiscal.
3 – Quando os recipientes são devolvidos, os funcionários das unidades de recebimento as preparam para seguirem ao destino final.
4 – Até o destino final, o transporte dessas embalagens vazias é de responsabilidade dos fabricantes de defensivos agrícolas. Aquelas que não foram lavadas corretamente e as não laváveis seguem para a incineração. Já as outras são recicladas por parceiros do sistema.
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Ter acesso a conteúdo segmentado, repleto de qualidade e relevância é fundamental para se manter informado de tudo que acontece em determinados setores. Com o mercado do plástico não seria diferente e, por isso, existe o Portal Plástico Virtual.
É fundamental receber informações e novidades sobre o que acontece no setor, como eventos e feiras importantes, as mudanças na economia, os lançamentos, empresas, produtos, entre muitas outras pautas imprescindíveis para quem está no segmento e precisa se atualizar, e o portal oferece isso.
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De acordo com o relatório do BCG (Boston Consulting Group), são nove as principais tecnologias da Indústria 4.0, determinantes para a produtividade e crescimento das indústrias. Conforme apresentamos no texto anterior, quatro delas, sendo robôs autônomos, manufatura aditiva, simulação digital, integração horizontal e vertical de sistemas. Neste, abordaremos mais cinco:
- Internet das Coisas Industrial
- Big Data e Analytics
- Computação na Nuvem
- Segurança cibernética
- Realidade aumentada (“Augmented Reality”)
Agora, para melhor compreensão do que são e representam essas tecnologias, veja algumas definições apresentadas a seguir:
- Internet das Coisas Industrial
A internet possibilitou que as tecnologias de comunicação máquina a máquina (M2M) atingissem um novo patamar, um novo nível de comunicação avançada, englobando serviços, pessoas, máquinas ou qualquer objeto físico com sistemas embutidos (Comunicação CPqD, 2015). Essa rede de objetos físicos, sistemas, plataformas e aplicativos com tecnologia embarcada para comunicar, sentir ou interagir com ambientes internos e externos é o que chamamos de Internet das Coisas. Isso implica uma infraestrutura de rede que interliga objetos físicos e virtuais gerando um grande volume e processamento de dados que desencadeiam ações de comando e controle das coisas.
Considerada como uma das tecnologias onde haverá maior impacto e oportunidades de inovação, já podemos encontrar um número cada vez maior de dispositivos conectados que ajudam a produção.
- Big Data e Analytics
Na indústria conectada do ambiente Indústria 4.0, os equipamentos, máquinas e processos estão continuamente gerando dados, que trafegam até os sistemas de gestão, e consequentemente, criam um enorme volume de informação. Em tecnologia da informação, esse grande volume dados é chamado Big Data. Diz-se que o Big Data se baseia em 5 V's: Velocidade, Volume, Variedade, Veracidade e Valor.
Big Data é um termo amplamente utilizado para nomear conjuntos de dados muito grandes ou complexos, que os aplicativos de processamento de dados tradicionais ainda não conseguem lidar. Os desafios desta área incluem: análise, captura, curadoria de dados, pesquisa, compartilhamento, armazenamento, transferência, visualização e informações sobre privacidade dos dados. Este termo muitas vezes se refere ao uso de análise preditiva e de alguns outros métodos avançados para extrair valor de dados e, raramente, a um determinado tamanho do conjunto de dados.
- Computação na Nuvem
O conceito de computação em nuvem (em inglês, cloud computing) refere-se à utilização da memória e da capacidade de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet, seguindo o princípio da computação em grade.
O armazenamento de dados é feito em serviços que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas ou de armazenar dados. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da Internet - daí a alusão à nuvem. O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas.
Muitas aplicações e sistemas com sofisticados algoritmos para otimização de processos passam a ser viáveis com a utilização do processamento na nuvem, minimizando a necessidade de investimento em sofisticados e caros computadores, bem como grandes sistemas de armazenamento de dados.
- Segurança cibernética
O alto nível de conectividade que a Indústria 4.0 exige levou à introdução de sistemas mais abertos e de propósito geral, como aqueles que foram usados em TI há anos. Atualmente, sistemas de controle industrial que se conectam permanentemente via TCP/IP e Ethernet são uma visão comum, assim como o uso de sistemas sem fio padronizados. Todos esses protocolos foram desenvolvidos e analisados detalhadamente, e eles oferecem a maturidade e a confiabilidade que a Indústria 4.0 exige.
A introdução de facilidades de comunicação bem conhecidas em sistemas de controle traz uma série de benefícios, mas isso também torna esses sistemas mais visíveis e os torna vulneráveis a certos riscos e, consequentemente, eles precisam ser gerenciados corretamente. Por este motivo, a Indústria 4.0 abre uma ampla gama de possibilidades, mas também coloca os sistemas em uma posição com um número consideravelmente maior de ameaças.
Melhor conectividade, mais instalações, porém, um risco maior.
Os dados publicados nos últimos anos em ataques a sistemas industriais indicam que a situação está piorando, com mais ataques dirigidos a sistemas de controle. A Symantec ilustra isso no Relatório de Ameaça de Segurança na Internet, dedicando uma seção inteira exclusivamente à segurança cibernética industrial. Em 2012, a McAfee confirmou que "os atacantes geralmente escolhem sistemas que podem ser facilmente comprometidos, e as evidências sugerem que a SCI é particularmente vulnerável" em seus relatórios sobre Predições de Ameaças, que é emitido anualmente e descreve ameaças industriais. Da mesma forma, a Verizon também publica uma série de relatórios a cada ano sobre esse tema.
- Realidade Aumentada (“Augmented Reality”)
A Realidade Aumentada (AR) é uma visão direta ou indireta direta de um ambiente físico, do mundo real, cujos elementos são "aumentados" por entrada sensorial gerada por computador, como som, vídeo, gráficos ou dados GPS. Está relacionado a um conceito mais geral, chamado de realidade mediada por computador, em que uma visão da realidade é modificada (possivelmente até diminuída em vez de aumentada) por um computador. A Realidade Aumentada amplia a percepção atual da realidade, enquanto, em contraste, faz a substituição do mundo real por uma simulada.
As aplicações da Realidade Aumentada na indústria podem ir desde uma aplicação como suporte aos processos de montagem nas linhas de produção, como ferramenta auxiliar para manutenção remota, até a aplicação em treinamentos de técnicos em novos equipamentos e processos.
Por Paulo Roberto dos Santos – Diretor da Zorfatec
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Programa beneficia professores e alunos da rede municipal de ensino de Farroupilha (RS)
Farroupilha, cidade do Rio Grande do Sul, deu início a ação pioneira de educação ambiental para mais de 500 professores da rede municipal de ensino, além de mais de 6 mil alunos, que passaram por um processo de capacitação sobre as boas práticas de uso, coleta seletiva e reciclagem de plásticos. A equipe de educação ambiental da Plastivida, Instituto Socioambiental dos Plásticos e do Instituto Brasileiro do PVC, está presente em mais de 20 escolas inscritas, no primeiro semestre deste ano.
O Projeto Plástico do Bem é iniciativa do Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás), que conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Farroupilha, através das secretarias municipais de Educação e de Meio Ambiente.
Segundo Jaime Lorandi, presidente do Simplás, o objetivo é promover o conhecimento sobre os benefícios dos plásticos para as pessoas, assim como fomentar, por meio da informação científica e de ações práticas, a coleta seletiva e o encaminhamento dos materiais pós-consumo para a reciclagem. “A ideia de reaproveitamento e geração de renda do Projeto Plástico do Bem chegará aos estudantes que se tornarão multiplicadores dessas práticas”, explica Lorandi.
A capacitação dos professores, orientadores, diretores e integrantes dos Círculos de Pais e Mestres (CPMs) das escolas participantes, em Farroupilha foi no inicio do ano. Já a capacitação dos alunos foi realizada em duas etapas no inicio no mesmo período também.
Nesta mesma ação, a Plastivida distribui 3 mil exemplares do livro ‘Nós e o Plástico’, que mostra a presença do plástico no cotidiano das pessoas, como a praticidade, higiene, durabilidade, leveza, segurança e bem-estar, além de apresentar formas de reutilização e a importância da coleta seletiva e da reciclagem.
Sobre a Plastivida
A Plastivida é o Instituto Socioambiental dos Plásticos e atua de maneira colaborativa, por meio da educação ambiental, para disseminar informações precisas e científicas sobre os plásticos - suas propriedades, aplicações, reciclabilidade, além do uso responsável e descarte adequado - a fim de contribuir com o desenvolvimento social e ambiental. Para mais informações, acesse plastivida.org.br.
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Traremos outras mudanças ao longo do mês
O Portal Plástico Virtual busca sempre se atualizar e melhorar continuamente, para apresentar conteúdo de qualidade, ambiente organizado e agradável, público segmentado e assertividade em nossas ações.
Por isso, na segunda-feira (01/10), o portal estará de cara nova! Um novo layout que proporcionará mais desenvoltura enquanto você navega pelo nosso site. Além disso, na quarta-feira (03/10), a nossa newsletter aparecerá com visual mais moderno e diferenciado, com novidades, informações e produtos do mercado do plástico.
No decorrer do mês de outubro, traremos mais novidades. Acompanhe-nos e fique por dentro de tudo que acontece no segmento, com o maior e mais completo portal da América Latina!
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Material foi retirado dos oceanos, uma ação em prol ao meio ambiente
O time de futebol Bayern de Munique usará terceiro uniforme produzido a partir do plástico retirado dos oceanos. O modelo é na cor azul e tem patrocínio da Adidas. A novidade do uniforme é que ele é inteiramente feito com plástico retirado de águas oceânicas.
A parceria entre Adidas e Parley for the Oceans, uma organização que trabalha pela proteção dos corais marinhos, segue o estilo das camisas do Manchester United e do Real Madrid, que já fizeram campanhas parecidas – o uniforme é produzido para proporcionar conforto aos atletas e servir como alerta a sociedade sobre o descarte incorreto dos plásticos.
No começo do mês de agosto, os jogadores do Manchester United apresentaram seus novos uniformes, muito parecidos com o do Bayern. No Brasil, essa parceria chegou através de um tênis inédito, no qual sustentabilidade e moda se uniram para a proteção do meio ambiente.
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