Tradicional distribuidora de especialidades químicas, a brasileira Redelease firmou, este ano, uma joint venture com a inglesa Marbocote, referência global na fabricação de desmoldantes semipermanentes. O negócio deu origem à criação, em Barueri (SP), da Florence Chemical Industry (FCI), empresa que foi apresentada formalmente ao mercado durante a Feiplar Composites & Feipur 2018, que ocorreu entre os dias 6 e 8 de novembro deste ano, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP).
Ana Clara Cordeiro, diretora de vendas da Redelease-Marbocote, ressaltou, em entrevista para o Portal Plástico Virtual, a importância da parceria entre Redelease e Marbocote, que foi tão produtiva e interessante para ambas as partes, que surgiu a FCI. Segundo ela, “a Marbocote foi fundada nos anos 70, mas veio para o Brasil somente em 2017, quando começou a trabalhar com a Redelease, a partir da distribuição de produtos. A parceria foi tão boa que a Marbocote resolveu abrir uma fábrica no país, que iniciou a produção em abril, deste ano e, desde então, começamos a não importar os produtos, mas utilizar a mão de obra local”.
Ela também afirma que “a FCI nasce com uma capacidade instalada de 2 milhões de litros por ano de desmoldantes semipermanentes, e a estrutura que construímos permite que esse volume seja duplicado rapidamente”.
Parte da linha de desmoldantes semipermanentes à base d’água, da Marbocote já está em processo de produção pela FCI. “Além do mercado de compósitos, teremos condições de atender os segmentos de borracha, pneumáticos, poliuretano e fricção”, explica Ana Clara, e reforça que “todos os produtos não possuem silicone nem solvente, são sustentáveis e atendem as necessidades do mercado”.
De acordo com Rubens Cruz, sócio-diretor da Redelease, a fabricação local garantirá maior competitividade e rapidez ao negócio de desmoldantes da empresa. “Também teremos suporte de um laboratório local, o que permitirá o desenvolvimento de produtos sob medida para determinados clientes”, ressalta.
Sobre a feira e congresso, Ana Clara relatou que “é uma oportunidade de encontrar muitos clientes ao mesmo tempo, por ser bastante plural, ou seja, ter diversos segmentos em um só espaço, com variadas opções de soluções, produtos e serviços”.
Sílicas, adesivos e resinas
Em paralelo à divulgação dos desmoldantes semipermanentes, a Redelease mostrou na Feiplar outras especialidades que fornece para os transformadores de compósitos, a exemplo de sílicas pirogênicas da Evonik, adesivos estruturais da LORD e resinas éster-vinílicas da Ashland.
“Distribuímos mais de mil produtos para esse segmento, que é responsável hoje em dia por cerca de 70% do nosso faturamento”, calcula Cruz.
Sobre a Redelease
Fundada em 1990, a Redelease mantém unidades próprias em Barueri (matriz), São Paulo, Campinas, Sorocaba e São José do Rio Preto, além de seis unidades licenciadas (Redecenter). Seu portfólio é formado por mais de mil itens, entre eles, resinas poliéster e éster-vinílicas (Ashland); fibras de vidro (Owens Corning); adesivos estruturais (LORD), desmoldantes semipermanentes (Redelease-Marbocote e Ycon), resinas fenólicas e peróxidos orgânicos (AkzoNobel) e tintas de alta performance (Lechler). Para mais informações, acesse www.redelease.com.br.
Sobre a Marbocote
Situada na região de Manchester (Reino Unido), a Marbocote fabrica e distribui uma ampla gama de agentes desmoldantes semipermanentes de alta tecnologia. Seus principais consumidores são os segmentos de moldagem de compósitos e borracha. Para mais informações, acesse www.marbocote.co.uk.
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O desumidificador para plástico é uma inovação projetada especificamente para otimizar processos de injeção, extrusão, sopro e termoformagem. Seu uso é particularmente destacado no processamento de resina PET e termoplásticos de engenharia, sendo aplicado na produção de peças técnicas.
A versatilidade destes equipamentos se manifesta não apenas na sua aplicação diversificada, mas também na robustez, facilidade de manutenção preventiva e corretiva, bem como na simplicidade operacional. Disponíveis em versões elétricas ou com aquecimento a gás (GLP, Gás Natural e Óleo Diesel), os desumidificadores para plástico oferecem opções adaptáveis às necessidades específicas de cada processo.
Destacam-se as vantagens proporcionadas por esses dispositivos, incluindo uma resistência elétrica de alta eficiência e um baixo consumo de energia. Essas características não apenas contribuem para a eficácia do processo produtivo, mas também refletem um compromisso com a sustentabilidade e eficiência energética, fatores cruciais no contexto atual da indústria. O desumidificador para plástico emerge como uma solução integral, unindo desempenho robusto, facilidade de operação e eficiência energética.
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Com o intuito de promover a competitividade e a produtividade na indústria de transformação de plástico, o Plano de Incentivo à Cadeia do Plástico – PICPlast – segue comemorando os resultados de suas propostas voltadas à inovação. Em cinco anos de atuação, o Plano investiu mais de R$ 17 milhões na realização de mais de 30 iniciativas. O PICPlast é uma proposta pioneira, fruto da parceria da Associação Brasileira da Indústria do Plástico (ABIPLAST) e da Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas.
Entre as ações que mais fazem sucesso estão os Programas de Inovação. Foi após participar de uma das turmas que o empresário, Leandro Cavallaro, da Styroplast, passou a diversificar sua oferta de produtos. “Participar do treinamento nos possibilitou acrescentar dois novos produtos ao nosso portfólio: a manta de subcobertura de telhado para o varejo e o filme stretch para paletização de cargas”, revela o administrador. “As pessoas pensam que inovar é apenas criar, quando, na verdade, inovar também pode ser introduzir produtos já existentes no mercado no seu leque de ofertas ou acrescentar processos novos na sua linha de produção.”
Segundo o empresário, o PICPlast foi fundamental para a capacitação e o desenvolvimento em áreas como pesquisa e análise de mercado, planejamento de negócios e gestão de pessoas. “Além disso, ganhamos em networking e em qualificação dos nossos profissionais. Com a participação nos treinamentos, nós, da indústria de transformação, só temos a ganhar”.
Outra beneficiada com o programa de inovação foi a Promaflex, empresa do segmento de filmes plásticos. Segundo Andrea Martins, que coordena o grupo interno de inovação da transformadora, após a participação no programa a Promaflex criou seu primeiro produto com foco no consumidor final: uma manta de proteção antimofo. Segundo Andrea, o treinamento ajudou a colocar no papel e organizar os pensamentos de forma mais prática. “Aprendemos a organizar a equipe formada por pessoas de todas as áreas da empresa, alinhando a estratégia e, principalmente, aprendemos a dar o peso certo para cada etapa. Com isso, em um ano saímos da ideia no papel para o lançamento do produto”.
Outro aprendizado que veio do curso, segundo a executiva, foi o de dar credibilidade para o lançamento. “Para estarmos referenciados, procuramos o biomédico Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria, para que ele analisasse o produto. Ele constatou que o uso da manta impossibilita o crescimento do mofo em 99,9% dos casos, o que nos deu bastante segurança para seguir em frente”, explica Andrea.
Para realizar os programas, o PICPlast faz parcerias com instituições renomadas, entre elas Fundação Dom Cabral, Sebrae e Avantec. Após realização de duas turmas em São Paulo, o PICPlast levou o Programa de Inovação para a região de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, envolvendo cerca de 60 profissionais da área de transformação.
Fonte: PICPlast
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Resinas sintéticas são polímeros que estão divididos em duas partes: resinas termofixas e resinas termoplásticas. A resina termoplástica é um polímero artificial que, a uma certa temperatura, apresenta alta viscosidade e proporciona a moldabilidade. Este tipo de resina apresenta variações como o PET, PEAD, PVC, PEBD, PP e PS, que serão detalhadas a seguir:
1 – PET
O polietileno tereftalato (PET) é classificado quimicamente como um polímero poliéster termoplástico e produzido industrialmente através da esterificação direta do ácido tereftálico purificado (PTA) com monoetileno glicol (MEG) – ou seja, esses dois elementos são misturados e formam uma pasta que, durante o processo de fabricação, reagirão entre si, passarão por cristalização e formarão o PET como é conhecido no mercado: grãos brancos e opacos.
A resina PET é um dos mais recentes materiais para embalagens e, embora seja largamente utilizada em todo mundo para este fim, é notável que garrafas para bebidas carbonatadas – refrigerante, águas com gás, cerveja e afins – tem diversas outras utilidades e é encontrada em diversos segmentos do mercado.
Algumas características fazem do PET o termoplástico preferido de muitos setores, como o alto desempenho em resistência mecânica, brilho e transparência e a leveza, que permite produzir garrafas e frascos de alta capacidade volumétrica.
2 – PEAD
O Polietileno de Alta Densidade (PEAD) é o mais importante entre as variações de polietilenos (PE), devido as suas características intrínsecas e, ao enorme volume consumido em nível global. A estrutura linear composta por apenas ramos laterais, que conduzem mais densidade e estrutura mais cristalina.
O polietileno é o polímero com a estrutura química mais simples, pois é obtido através da polimerização do eteno e, por isso, também pode ser conhecido como polieteno. Por ser constituído apenas de hidrogênio e carbono, o produto é atóxico e possui grande resistência química.
Devido seu peso molecular elevado, é indicado especialmente para fabricação de tubos – com excelentes propriedades mecânicas, físicas, químicas e hidráulicas, eles apresentam uma ótima resistência ao tensofissuramento e às deformações, o que garante durabilidade superior a 50 anos, além de possuir resistência a fotodegradação, por ser aditivado com o pigmento negro de fumo.
3 – PVC
O Policloreto de Vinila (PVC) é o segundo termoplástico mais consumido no mundo, atrás somente do polietileno. Este material é obtido a partir de 57% de insumos provenientes do sal marinho ou da terra, e 43% é proveniente de fontes não renováveis, como o petróleo e gás natural.
O PVC tem a versatilidade como grande diferencial, pois pode ser aplicado em tubos, forros, capas para celular, luvas, janelas, botas, calçados, roupas, cartões, entre outros.
Este material tem características importantes como a disponibilidade em ampla gama de propriedades, do PVC rígido ao flexível, alta resistência química, atóxico e inerte, resistente à ação de fungos, bactérias, insetos e roedores, é bom isolante térmico, elétrico e acústico, impermeável a gases e líquidos, não propaga chamas e tem longa vida útil.
4 – PEBD
O Polietileno de Baixa Densidade (PEBD) é uma resina plástica com baixa condutividade elétrica e térmica, muito utilizada em embalagens assépticas cartonadas. Por ser atóxico, flexível, leve, transparente, inerte, impermeável e de baixo custo, é indicado para peças que precisam ser mais em conta.
O PEBD pode ser aplicado em sacolas de todos os tipos (supermercados, boutiques, panificação, congelados, industriais e outros.), em embalagens automáticas de alimentos e produtos industriais como leite e água, stretch film, garrafas térmicas e outros produtos térmicos, frascos de cosméticos, medicamentos, alimentos e mangueiras para água.
5 – PP
O polipropileno ou polipropeno (PP), como também é conhecido, é um termoplástico derivado do propeno reciclável. Pode ser identificado em materiais através do símbolo triangular de reciclagem, com um número ‘5’ e as letras ‘PP’ por baixo.
Este termoplástico é um ‘polietileno melhorado’, pois as aplicações são realizadas onde há excelente resistência química do polietileno não é requisitada ou prioridade, sendo necessária maior resistência mecânica do produto final. O polipropileno é uma resina de baixa densidade que oferece um bom equilíbrio de propriedades térmicas, químicas e elétricas, acompanhadas de resistência moderada.
As características do polipropileno apresentam baixo custo, elevada resistência química, fácil moldagem e coloração, atóxico, alta resistência à fratura por flexão, boa resistência ao impacto acima de 15ºC, baixa absorção de umidade e sensível aos raios UV e agentes oxidantes.
As aplicações do PP podem ser realizadas em tanques, tubulações para produtos químicos, brinquedos, caixas para bebidas, filmes, embalagens para alimentos e cosméticos, tampas flip top, entre outras.
6 – PS
O poliestireno (PS) é um termoplástico duro, amorfo e transparente, polimerizado a partir do monômero de estireno e possui arranjo isotático (iPS), sindiotático (sPS) ou atático. Por ser um material barato e frágil, é muito empregado na fabricação de produtos descartáveis ou que necessitem de alta transparência. O poliestireno convencional é popularmente conhecido como PS cristal.
Os métodos de processamento mais comuns do PS são injeção, extrusão e termoformagem e tem características como baixo custo, fácil processamento e coloração, elevada transparência, baixa resistência ao impacto, baixa resistências às intempéries e propenso a problemas relacionadas a migração de plastificantes.
O PS pode ser aplicado a utensílios domésticos rígidos, transparentes ou não de uso generalizado, brinquedos, escovas, embalagens rígidas para cosméticos, embalagem rígida de disco compacto, corpo de canetas esferográficas, réguas, entre outros.
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O SIMPESC (Sindicato da Indústria de Material Plástico no Estado de Santa Catarina) está sediado no município de Joinville, litoral norte catarinense, estrategicamente situado em um dos maiores polos do segmento plástico, com infraestrutura física completa, que une a categoria e possibilita as empresas associadas a utilização do espaço para encontros e reuniões.
O sindicato tem a missão de promover o desenvolvimento das empresas associadas, através da representação e defesa de seus interesses, ao contribuir para a melhoria constante de suas condições socioeconômicas.
A visão do sindicato é ser referência estadual de excelência na representação e no desenvolvimento das indústrias do setor plástico do estado de Santa Catarina. Como política de qualidade, o SIMPESC visa desenvolver e consolidar uma cultura voltada para os resultados da entidade, buscando a melhoria contínua e satisfação das empresas do segmento.
Seja um associado SIMPESC!
Ao associar-se ao SIMPESC, você dispõe de consultores especializados, que fornecerão apoio em diversos assuntos, além de obter acesso a documentos específicos e seções online com conteúdos exclusivos na área restrita para associados.
Para se associar é simples: clique aqui, preencha a ficha de filiação com seus dados e uma breve descrição das atividades de sua indústria. Um dos consultores entrará em contato para finalizar o cadastro e associar sua indústria ao SIMPESC.
Para outras informações, acesse: http://www.simpesc.org.br/.
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O Waste Expo Brasil, importante evento comercial sobre Gestão de Resíduos Sólidos no Brasil e, em sua mais recente edição, realizada em novembro de 2017, foi consagrada como o mais importante evento comercial de resíduos sólidos no país, exclusivamente dedicado a gestão de RSU (Resíduos Sólidos Urbanos), reciclagem, tratamento de sucatas e a geração de energia através de resíduos.
A próxima edição ocorre entre os dias 21 e 23 de novembro de 2018, no Centro de Eventos Pro Magno, em São Paulo. Com a promessa de ser ainda melhor e mais completo, o evento trará um extenso conteúdo técnico, totalmente relevante para o mercado, que será apresentado através do Fórum Internacional Waste Expo Brasil 2018.
A Bühler é presença garantida no evento e colocará em exposição, com destaque, a selecionadora óptica SANMAK L4, para a seleção de PET, além da divulgação de outros equipamentos para seleção de plástico, como a SANMAK B MultiVision e SORTEX E PolyVision. A localização da empresa no evento é o Estande A06.
Jean Carlo Tomelin Gonçalves, responsável pelo marketing da Bühler Sanmak, declara “a Waste Expo Brasil é o evento mais importante que temos sobre a manipulação e destinação correta do que é lixo e do que é material reciclado. Quando falamos em sustentabilidade, temos que criar alternativas para que os resíduos como plásticos, minerais e vidros retornem para a cadeia produtiva para serem reciclados, evitando assim o desperdício dos recursos naturais, bem como a energia utilizada na sua produção. E é isto que a Bühler oferece aos seus clientes, disponibilizando soluções para a classificação dos materiais, permitindo a sua reutilização e/ou reciclagem.”
Sobre a Bühler
Todos os dias bilhões de pessoas entram em contato com as tecnologias Bühler em face de suas necessidades básicas de alimentação e mobilidade. A empresa busca inovar para um mundo melhor, com foco especial em soluções saudáveis, seguras e sustentáveis. Todas as ações contribuem significativamente para alimentar a população mundial, ao mesmo tempo em que concentra o foco na proteção e segurança alimentar. As soluções e tecnologias permitem uma mobilidade eficiente e limpa.
A Bühler é líder no processamento de grãos, arroz, cacau, café e outras matérias-primas. Além disso, somos um dos principais fornecedores de soluções de fundição e revestimento de superfícies em áreas de aplicação de alto volume, como a automotiva, ótica e de tintas.
Como grupo de tecnologia de ponta, a Bühler investe todos os anos até 5% de seu volume de negócios em Pesquisa e Desenvolvimento. Em 2016, cerca de 10.500 funcionários em mais de 140 países geraram um volume de negócios de 2,45 bilhões de francos suíços. Empresa familiar suíça globalmente ativa, a Bühler está particularmente comprometida com a sustentabilidade.
O desejo da empresa é que seus clientes tenham sucesso, que todo ser humano tenha acesso a alimentos saudáveis, além de proteger o clima com carros, edifícios e máquinas eficientes em termos energéticos.
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As resinas fenólicas são polímeros termorrígidos, produzidos através de reações químicas de condensação entre um fenol (álcool aromático derivado do benzeno) ou um derivado do fenol, e um aldeído, em especial o formaldeído (gás reativo derivado do metanol). Essas funções orgânicas englobam uma grande quantidade de compostos químicos diferentes e, por isso, torna possível a existência de uma extensa variedade de resinas fenólicas disponíveis no mercado.
As resinas fenólicas podem ser divididas em suas grandes classes principais – resinas resole e novolac.
1 – Resinas resole
Esse tipo de resina fenólico é obtido através do uso de altas temperaturas, com o auxílio de catalisadores alcalinos e contam com maior proporção de formaldeído do que fenol na mistura. Além disso, normalmente a resina resole se apresenta em estado líquido.
2 – Resinas novolac
Já este tipo de resina é sintetizado em meios ácidos e com o formaldeído em menor proporção do que o fenol em sua composição. Normalmente se apresenta em estado sólido, que é obtido sob efeito de temperatura e pressão, moldadas e que endurecem quanto esfriam, o que possibilita grande utilidade e aplicação das resinas fenólicas em diversos setores.
As resinas fenólicas são utilizadas para diversas finalidades e em variados setores e segmentos. Podem se apresentar em forma líquida ou sólida, com diferentes utilidades, de acordo com seu estado, parâmetros e materiais adotados durante sua confecção.
Ao longo da aplicação durante a história, este tipo de resina foi amplamente utilizado para fabricação de produtos moldados (como bolas de sinuca e bancadas de laboratório); como revestimento e adesivos em madeira compensada; em painéis de madeira aglomerados, como aglutinantes para fibra de vidro, lã mineral e outros produtos isolantes; em espumas de carbono, como compostos de moldagem; resinas de fundição, em revestimentos resistentes a calor e ácidos; além de ser utilizado em tintas e vernizes.
Apesar da redução de aplicação das resinas fenólicas, elas continuam sendo polímeros industriais muito importantes e tem sido utilizadas mais comumente em adesivos para ligação de madeira compensada e outros produtos de madeira estrutural.
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A Covestro acelera suas atividades de investimento para capitalizar o forte crescimento do mercado de MDI – difenilmetano diisocianato. O Conselho de Supervisão da empresa aprovou um investimento de cerca de 1,5 bilhão de euros para construir uma nova fábrica de MDI de escala mundial em Baytown, EUA. Esse investimento na fábrica já existente é o maior investimento único da história da empresa.
A capacidade total do novo sistema será de 500 quilotoneladas de MDI por ano, e a produção está prevista para começar em 2024. Paralelamente, uma unidade de MDI mais antiga e menos eficiente, com capacidade de produção de 90 quilotoneladas, será fechada. Dessa forma, a capacidade total de MDI da Covestro na região do NAFTA atingirá cerca de 740 quilotoneladas por ano, o que tornará a empresa líder em capacidade da indústria na região até 2024. Assim, a Covestro também enfatizará firmemente sua posição global de liderança em capacidade da indústria.
“A demanda por materiais inovadores de MDI continuará crescendo no futuro previsível e, da mesma forma, promete taxas atrativas de utilização de capacidade. Já anunciamos um aumento significativo nos gastos de capital, agora é hora de colocá-lo em ação”, disse o CEO Dr. Markus Steilemann. “Com o novo sistema de MDI em Baytown, fortaleceremos ainda mais nossa posição de liderança global em Poliuretanos, atenderemos ainda melhor nossos clientes e criaremos valor em longo prazo para os acionistas”.
Mercado de MDI com perspectivas atraentes
É estimado que o mercado global de MDI cresça cerca de 5% ao ano em longo prazo, superando o PIB (Produto Interno Bruto) mundial em cerca de 2 pontos percentuais. Os principais fatores determinantes do mercado de MDI incluem a substituição de materiais de menor desempenho e menos sustentáveis, bem como megatendências globais, como a crescente demanda por soluções de isolamento com eficiência energética. O MDI é um precursor da espuma rígida, que é um excelente material de isolamento e é usado, por exemplo, em edifícios e refrigeradores. O crescimento esperado da demanda global por MDI se traduz na necessidade de aproximadamente uma fábrica adicional de escala mundial por ano.
Embora a Covestro já esteja dobrando sua capacidade de produção de MDI em Brunsbuettel (Alemanha) de 200 para 400 quilotoneladas por ano no segundo semestre de 2019, o forte crescimento da demanda cria novas oportunidades de mercado significativas. Portanto, os investimentos, que fazem parte do investimento já anunciado de até 1,2 bilhão de euros por ano nos próximos três anos, ajudarão a Covestro a manter e fortalecer sua posição de liderança e apoiar um crescimento mais lucrativo. Além disso, a empresa visa capitalizar ainda mais suas capacidades técnicas e de inovação, bem como sua posição de liderança de custo.
Complementando o anúncio divulgado pela Covestro globalmente, Fernando d’Andrea, Head para Negócios de Poliuretanos para a América Latina e CEO da Covestro Polímeros, confirma que os investimentos têm impacto bastante positivo na região, que se beneficiará desta nova capacidade instalada, e permitirão que a empresa ainda forneça quantidades adicionais para clientes globais e regionais que utilizam esta matéria-prima. “O mercado de MDI tem demanda crescente, algo que também ocorre em nossa região”, conclui o executivo.
Abordagem de CAPEX (investimentos de capital) com boa relação custo-benefício com retorno superior sobre o investimento
O CFO, Dr. Thomas Toepfer, explicou: “Mesmo com todos os anúncios de aumento de capacidade considerados, a oferta projetada do setor não é suficiente para equilibrar totalmente o crescimento esperado da demanda. Estamos, portanto, confiantes de que alcançaremos altas taxas de utilização de nossas novas capacidades logo após a implementação, tornando o investimento altamente eficiente. Com base na infraestrutura e nos processos existentes, será um excelente exemplo de nossa abordagem de criação de valor.”
Com seu programa global de investimentos em MDI, a Covestro segue uma abordagem de CAPEX com boa relação custo-benefício, alavancando a infraestrutura existente e as redes de fornecimento para alcançar investimentos específicos mais baixos e ROCE (Retorno sobre o Capital Investido) mais alto. O programa também inclui a continuação e a expansão das unidades de Tarragona (Espanha) e Caojing (China) da Covestro, bem como investimentos na unidade de produção da empresa em Antuérpia (Bélgica).
Baytown com condições ideais
A decisão de construir a nova fábrica de escala mundial em Baytown foi tomada após uma análise minuciosa das diferentes opções. Além da atratividade do mercado interno, as principais vantagens de Baytown são os principais custos em dinheiro e, ainda apresenta benefícios significativos em termos de infraestrutura e logística disponíveis. A posição de custo superior é impulsionada principalmente por economias de escala e um alto grau de integração vertical. Além disso, os baixos custos de energia e transporte devido à alta demanda interna na América do Norte se somam ao caso de Baytown. Com a nova fábrica, as futuras capacidades de MDI da Covestro na América do Norte de 740 quilotoneladas por ano até 2024 também alcançarão as futuras capacidades da empresa na Europa, Oriente Médio e África (820 quilotoneladas por ano até 2022) e na Ásia-Pacífico (670 quilotoneladas por ano até 2021).
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Faltam apenas dois dias para a Black Week do portal Plástico Virtual acabar e ainda dá tempo de garantir sua presença e visibilidade no maior portal do plástico da América Latina. Aproveite os benefícios exclusivos da Black Week e destaque-se no mercado!
Até amanhã (09/11) o portal Plástico Virtual oferece soluções especiais que promovem as oportunidades de negócios da sua empresa através de serviços diferenciados, como banners divididos em categorias, newsletter disparada semanalmente e conteúdo de qualidade e a TPI (Tecnologia de Posicionamento Inteligente).
Gere novos negócios no mercado do plástico com condições exclusivas: conquiste pontos e tenha mais flexibilidade para definir suas estratégias de divulgação.
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