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O portal Plástico Virtual surgiu em 13 de fevereiro de 2014, quando a agência de propaganda de Rodrigo Oliveira, diretor comercial do portal, atendia com especialidade o mercado industrial e identificou que as revistas estavam com dificuldade para renovar com os clientes, devido a baixa utilização do material impresso.

Com a internet em ascensão, Rodrigo pensou em desenvolver um portal que pudesse centralizar diversas empresas de um mesmo segmento, concentrando em um único lugar empresas de toda a cadeia e que pudesse criar possibilidades de novos negócios para os anunciantes.

O portal está dividido de acordo com as principais classificações do setor do plástico no mercado: plástico transformado, máquinas e equipamentos, ferramentaria, matéria-prima e serviços, além do grande número de sindicatos e associações.

Com o objetivo de concentrar empresas de toda a cadeia do plástico em um mesmo ponto digital de divulgação, o Plástico Virtual oferece visibilidade e diferenciais para o mercado, além de conteúdo relevante, dicas, fornecedores, mais possibilidades de negócios, o que o diferencia do conceito de um banner simples para apresentar para o público-consumidor.

O ano de 2018 foi de muitas conquistas, novidades e mudanças significativas para o maior portal do segmento do plástico da América Latina. Foram mudanças de layout, implementação de novas formas de divulgação, textos postados diariamente com conteúdo totalmente relevante e fundamental para o setor, newsletter disparada semanalmente, com agenda de eventos, produtos e notícias, além da conquista de clientes e parceiros que são imprescindíveis para o nosso crescimento e sucesso.

2019 trará novas chances de amadurecimento e mais oportunidades de crescer no setor e o portal Plástico Virtual, que completa 5 anos de existência no mercado competitivo, terá muitas outras novidades ao percorrer do ano.

Em sua segunda edição, a Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, que ocorre de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo, se consolidou como o maior evento do setor na América Latina. Aliada à realização de negócios e às inovações apresentadas por mais de 600 marcas expositoras nacionais e internacionais, a feira contribui para o desenvolvimento comercial, tecnológico e profissional da cadeia do plástico e da borracha por meio de uma programação técnica com mais de 80 horas.

São seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, ministrados por especialistas brasileiros e estrangeiros, autoridades, empresários e instituições de ensino. Confira as atrações confirmadas até o momento:

SMED (Single Minute Exchange of Die)

Diminuir o tempo de setup para melhorar a produtividade tem sido um dos grandes desafios da atividade industrial nas últimas décadas. Fiel à proposta de contribuir para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico dos transformadores e demais elos da cadeia do plástico e da borracha, a Plástico Brasil 2019, em parceria com as empresas Staubli e Romi, apresenta a nova versão do espaço “SMED – Single Minute Exchange of Die – Troca Rápida de Moldes”, presente desde a edição inaugural, em 2017.

No SMED (metodologia que tem como objetivo a redução do tempo de setup para menos de 10 minutos) demonstrado neste ano e inédito na América Latina, os visitantes poderão assistir ao vivo uma máquina realizando a troca de moldes de maneira totalmente automatizada, sem interação humana.

ABC 2019 – 1º ABINFER BUSINESS CENTER

Novidade desta edição, o espaço criado em parceria com a ABINFER (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais) é dedicado exclusivamente aos fabricantes de moldes. O ABC 2019 – 1º ABINFER BUSINESS CENTER oferece uma solução completa aos visitantes ao reunir produtos, apresentados por 12 empresas, e conhecimento, transmitido em palestras e workshops num auditório exclusivo ao longo de toda a feira. Dada a importância estratégica que os moldes, matrizes e ferramentas ocupam no processo industrial do plástico e da borracha, o ABINFER BUSINESS CENTER vai representar um ponto de encontro de realização de negócios, networking e inovação para todo o setor.

VDI ROADSHOW

Com o tema VDI Roadshow: Hot to apply german guidelines and standards successfully in Brazil (“Como aplicar as diretrizes e padrões alemães com sucesso no Brasil”), o evento é organizado pela VDI Brasil (Associação de Engenheiros Brasil – Alemanha), em parceria com a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais).

A participação se dá mediante pagamento e as inscrições estarão disponíveis em breve no endereço: http://www.vdibrasil.com/eventos/roadshow-vdina-plastico-brasil/

PETtalk 2019

Realizado pela ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET), é o maior encontro do ano para o setor de embalagens PET. Durante dois dias, serão apresentadas e debatidas as novas tecnologias, cenários e temas atuais desta indústria.

PARQUE DE IDEIAS

O projeto promove a aproximação entre universidades e o setor produtivo, fator preponderante para o desenvolvimento tecnológico – e, por extensão, econômico e social – dos países industrializados. Neste espaço, onde o conhecimento é o maior objetivo, algumas das maiores instituições de ensino do Brasil apresentam seus projetos de inovação e ministram palestras sobre temas relevantes e estratégicos para a indústria do plástico e da borracha.

Escolas técnicas e empresas expositoras que desenvolvem e utilizam soluções inovadoras para a indústria também têm presença garantida na grade de palestras. Neste ano, dois temas receberão atenção especial: Design de Embalagens e Reciclagem & Sustentabilidade.

Serviço

PLÁSTICO BRASIL - Feira Internacional do Plástico e da Borracha

Data: 25 a 29 de março de 2019

Horário: Das 10h às 19h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo – SP)

Iniciativa: ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos e ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química.

Promoção e organização: Informa Exhibitions

Expositores: mais de 600 marcas nacionais e internacionais

Setores: máquinas; equipamentos e acessórios; matérias-primas e resinas; moldes e porta moldes; automação industrial e robótica; periféricos; entre outros produtos, serviços e soluções.

Público: em torno de 45 mil visitantes/compradores

Entrada: Gratuita para profissionais do setor, com credenciamento online (www.plasticobrasil.com.br) ou no local.

Mídias Sociais: facebook.com/plasticobr

Fonte: Plástico Brasil

Como faz com que um problema ajude a solucionar outro? É justamente isso que acontece em Abidjan, a maior cidade da Costa do Marfim. De um lado, são 288 toneladas de lixo plástico produzidas diariamente em sua área metropolitana. De outro, um grande número de crianças sem ter onde estudar. Ao unir uma coisa à outra, surgiu a ideia de construir salas de aula com tijolos de plástico reciclado.

A iniciativa se deu através de uma parceria entre o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) e a empresa social colombiana Conceptos Plásticos, especializada em transformar resíduos plásticos em materiais de construção. Dessa forma, foi construída uma sala de aula modelo, feita de tijolos de plástico reciclado em uma escola de Gonzagueville, nas cercanias de Abidjan.

O objetivo da parceria é construir mais de 30 dessas salas na Costa do Marfim em 2019, afinal, um dos grandes desafios do país é diminuir o número de crianças fora do sistema escolar. A escolaridade lá é obrigatória para quem tem entre 6 e 16 anos. Em contraste, mais de 2 milhões de crianças não estudam simplesmente por faltarem salas de aula. Além disso, as que existem geralmente estão superlotadas, com mais de 100 alunos por classe.

Fonte: Catraca Livre

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Em novembro de 2018, a indústria de transformados plásticos registrou recuo de (-1,8%) em relação ao mês imediatamente anterior, com ajuste sazonal. O segmento de acessórios para construção civil apresentou o pior resultado dentre os segmentos plásticos pesquisados com retração de (-3%) no mês.

Em relação aos principais mercados consumidores da indústria do plástico, houve uma mistura de comportamentos no mês. As indústrias de alimentos e artigos de higiene pessoal e limpeza registraram crescimento, respectivamente de 5,9% e 2,8%. Por outro lado, as máquinas e equipamentos, bebidas, eletrônicos, automotivo e papel celulose registraram, respectivamente: -3,2%, -0,9%, -1,9%, -4,2% e -1,1%. Para efeito de comparação, a indústria de transformação registrou estabilidade em novembro com relação a outubro.

Variação acumulada do ano

De janeiro a novembro de 2018, o setor de transformados plásticos registrou crescimento de 1,8% com relação ao mesmo período do ano anterior. O segmento de embalagens plásticas apresentou o melhor resultado dentre os segmentos plásticos pesquisados com aumento de 2,9% no período.

Nessa base comparativa nas principais indústrias que consomem produtos plásticos, somente alimentos apresentou queda de -4,7% no período, enquanto outros setores cresceram, como o setor automotivo (14,5%), papel e celulose (5,8%), máquinas e equipamentos (4,3%), eletrônicos (4,3%), artigos de higiene pessoal e limpeza (1,6%) e bebidas (0,3%).

Confira o gráfico 1 com os dados disponibilizados pela Abiplast – Associação Brasileira da Indústria do Plástico – referente à variação de porcentagem entre os transformados.

Informativo Abiplast

Produção Física de Transformados Plásticos – novembro/2018

Variação da produção física (%)

Mês de referência: novembro/2018

O gráfico 2 apresenta a porcentagem de comparação entre a indústria geral e a indústria de transformadores do plástico.

Fonte: Abiplast

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A Revolução Industrial foi um período da história marcado pelo processo de transição dos meios produtivos que, até o momento, eram artesanais, para a fabricação de produtos com o emprego de máquinas, dando início ao processo industrial.

Figura 1 - Fonte: InfoEscola

Esta revolução tomou força no período de 1760 a 1820, quando o domínio de técnicas manuais para o manuseio do metal, da tecelagem e da madeira começou a migrar para a produção seriada, por meio das primeiras máquinas específicas. O início da revolução se deu na Inglaterra, mas em poucas décadas se espalhou por toda a Europa e os Estados Unidos. A Inglaterra também teve seu impulso favorecido pelas reservas de minério de ferro e carvão mineral que possuía, já que essas matérias-primas representavam a fonte mais importante para a construção e o movimento das primeiras máquinas.

Apesar do avanço tecnológico para a época, o esforço e a velocidade aplicados para ampliar as instalações das fábricas, as condições e o ambiente de trabalho ainda eram precários para os operários, já que os direitos trabalhistas e as leis dedicadas à preservação da saúde e contra acidentes começaram a ser estabelecidas posteriormente, como mostramos aqui. Diante disso, o trabalho infantil, a jornada de trabalho extensiva e as condições dos ambientes não eram considerados irregulares, e as famílias acabavam não tendo alternativa a não ser introduzir as crianças e mulheres nas fábricas.

Figura 2 - Fonte: Google

Com o objetivo de melhorar as condições trabalhistas, os trabalhadores promoveram movimentos como o ludismo, ocorrido em 1811. Este movimento defendia melhores condições de trabalho e era contra o avanço no desenvolvimento das máquinas, que substituíam gradativamente a mão de obra operária. Isso gerou conflitos violentos contra os patrões, e as inovações, quebra de máquinas e protestos eram as ferramentas de reinvindicações. O Cartismo foi mais brando, utilizando as relações políticas como meio de negociação. Dessa forma, conquistou alguns direitos para os trabalhadores.

Neste contexto, o aprimoramento tecnológico se desenvolvia, com forte destaque para as máquinas movidas a vapor. A indústria ferroviária crescia e favorecia o transporte de mercadorias e pessoas; a indústria têxtil, com os grandes teares, ampliava significativamente sua oferta. Este impulso seria o grande alicerce para o desenvolvimento de mais máquinas direcionadas a diferentes segmentos e com outras fontes de energia.

Figura 3 - Fonte: Google

Fonte: Processos de moldagem por sopro – Conceitos, Técnicas e Aplicações em Peças Plásticas.

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Ganhar a confiança dos consumidores não é tarefa simples, principalmente em um mercado crescente, no qual existe um amplo e diverso leque de empresas, fábricas, produtos e serviços. Para conquistar o cliente e sair à frente da concorrência é fundamental apresentar diferenciais, que vão desde conhecer o cliente, ir onde ele está, até lembrar-se dele, mesmo após a compra.

Destaque-se e seja escolhido pelo consumidor em potencial. Confira 5 dicas de como conquistar sua confiança:

1 – Conheça o cliente

É imprescindível conhecer para quem se quer vender. Você precisa saber quem é o seu cliente, onde e como ela atua, quais as suas necessidades e desejos dentro do mercado competitivo, entender porque ele precisa do seu produto/serviço e mostrar isso a ele.

2 – Atendimento diferenciado

Você gosta de ser bem atendido quando vai a um lugar ou compra algum produto e adquire algum serviço, certo? Com o outro consumidor a situação é idêntica. Prestar atendimento especial, ouvir atentamente e investir em atendimento especial é um ponto crucial para conquistar um cliente.

3 – Suporte

Oferecer suporte em determinados momentos faz com que o consumidor se sinta amparado. Responder as dúvidas, ensinar, de forma mais didática, a utilizar determinado produto, auxiliar em trocas, entre outras ações deste tipo contribuem com a fidelização do consumidor.

4 – Estratégias exclusivas

Cada consumidor é único e merece estratégias exclusivas. Por este motivo, portais oferecem uma variedade de serviços como banners em newsletter, conteúdo segmentado e de qualidade, anúncios diferenciados, entre outros serviços e/ou produtos que atendem as necessidades do cliente em potencial.

5 – Pós-venda

Após a venda, é fundamental acompanhar o cliente, saber como está a utilização do serviço oferecido ou do produto comercializado. Além disso, lembrar-se dele em datas especiais é um diferencial – aniversário, datas comemorativas, final de ano, entre outras.

Vender o seu produto ou serviço para um consumidor tem suas facilidades, entretanto, para manter sua imagem positiva, fidelizar e conquistar o cliente é necessário se dedicar, entender e oferecer as soluções ideais para o mercado comprador. Acompanhe o nosso portal e confira, ao longo deste mês, matérias especiais.

Durante o período da Revolução Industrial, que se iniciou em 1760, a partir do surgimento das primeiras máquinas a vapor para tecelagem, os artesãos e suas famílias começaram a migrar para as fábricas e atuarem na indústria. A partir de 1830, as máquinas a vapor que foram criadas na Inglaterra difundiram-se pela Europa e, por isso, outras fontes de energia começaram a ser testadas na construção de outras máquinas.

É certo que toda operação com máquinas envolve certo risco de acidentes de trabalho – as máquinas sopradoras também apresentam este risco, principalmente porque possuem elementos e dispositivos que requerem atenção, capacitação e adequação para manuseio.

Entre os anos de 1844 e 1848, a Inglaterra aprovou as primeiras leis dedicadas à segurança e saúde no trabalho. Após a fundação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 1919, surgiram os desdobramentos e a criação de comitês de segurança nos demais continentes, acompanhando a evolução.

Início da segurança na indústria brasileira

Até o início da industrialização no Brasil, o trabalho agrícola e pecuário era a única forma de subsistência. A transição do modo artesanal da fabricação de produtos para a produção industrial foi lenta e difícil, sendo que somente no final do século 19 os proprietários e grandes produtores agrícolas começaram a investir parte de seus lucros em máquinas, promovendo a fabricação dos primeiros produtos em escala industrial nas áreas de calçados, tecelagem e outros de manufatura mais simples.

No ano de 1891, a preocupação prevencionista teve início com a criação de uma lei que tratava da proteção ao trabalho de menores, estabelecida em 23 de janeiro do mesmo ano. Já em 1919, instaurou-se a primeira lei relacionada a acidentes de trabalho – lei nº 3.724, de 15 de janeiro.

A indústria brasileira teve grande movimento e impulso durante o governo Getúlio Vargas (1930 – 1945). O principal objetivo deste governo foi alavancar a industrialização do país e, por isso, incentivou as indústrias nacionais para evitar a dependência externa. Com leis voltadas para a regulamentação do mercado de trabalho, medidas protecionistas e investimento em infraestrutura, a indústria nacional cresceu de forma significativa nas décadas de 30 e 40.

Com a Segunda Guerra Mundial, os países europeus tiveram dificuldade para restabelecer suas indústrias, já que muitas foram arrasadas e se tornaram inoperantes. Esta situação criou a necessidade de importar produtos, o que favoreceu a indústria emergente no Brasil, tornando possível a negociação de maiores volumes de exportação.

No fim dos anos 1950, já no governo de Juscelino Kubitschek, foi promovida a abertura da economia para o capital internacional, o que motivou e atraiu as indústrias multinacionais. Neste cenário, o decreto nº 5.452, de 1º de maio de 1943, era aprovada a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que se transformou no instrumento jurídico e seria a prática efetiva da prevenção de acidentes e condições no trabalho.

Já em 1978, a portaria nº 3.124 aprovou a implementação das normas regulamentadoras. Essas normas são obrigatórias para empresas privadas, públicas e poderes Legislativo e Judiciário que possuam empregados regidos pela CLT.

Fonte: Processos de moldagem por sopro – Conceitos, Técnicas e Aplicações em Peças Plásticas.

Com 30 anos de história, a Feiplastic iniciou suas atividades como Brasilplast, nome que ganhou peso e credibilidade com os tomadores de decisão. A cada edição, o evento ficou ainda mais completo, indo além das novidades brasileiras ao apresentar tendências mundiais, tornando-se a Feira Internacional do Plástico.

Para participar da feira, você já pode realizar o seu credenciamento. Veja, abaixo, as regras gerais:

1 – Idade mínima de 14 anos para entrada;

2 – Obrigatória a apresentação de documento com foto para entrar no evento;

3 – Acesso gratuito para profissionais do setor;

4 – Para profissionais do setor que não tenham feito credenciamento online ou que não tenham convite impresso da feira, será cobrada a entrada no valor de R$ 55,00 no balcão de atendimento, com as seguintes formas de pagamento: cartão de crédito, débito e dinheiro;

5 – A organizadora do evento tem direitos exclusivos de uso de imagem (fotografias e filmagens) de pessoas, estandes e produtos, para divulgação do setor e do evento, em qualquer momento. Fotos e/ou filmagens de estandes e/ou produtos só podem ser feitas com expressa autorização do expositor.

Caso tenha problemas no processo de credenciamento online, entre em contato através da Central de Atendimento ao Credenciamento pelo telefone (11) 3060-4717, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 17h, ou pelo e-mail: [email protected].

Clique aqui e realize seu credenciamento online!

Na cidade de Billund, Dinamarca, tem o bloco do Lego. O prédio está repleto de criações complexas, desde uma árvore de 15 metros de altura até uma coleção de dinossauros multicoloridos, todos são feitos de Legos que quase não foram modificados em mais de 50 anos.

Atualmente, o laboratório de pesquisa da marca busca remodelar a peça que trouxe a sua fama. Em 2030 a empresa pretende eliminar sua dependência de plástico, que por sua vez tem como base o petróleo, e criar seus brinquedos com materiais recicláveis à base de fibra vegetal. Além de usar embalagens da mesma origem das matérias-primas do brinquedo, como fibras vegetais ou garrafas recicladas e outras que sejam sustentáveis.

A empresa pretende desenvolver blocos que se juntam, mas se separem facilmente, com cores vivas e resistentes em possíveis quedas. Com isso, a companhia vai mudar as substâncias, mas manterá o mesmo produto.

Sobre Lego

Lego é uma contração de duas palavras dinamarquesas que significam ‘brinque-bem’ e tudo começou em 1930, quando um carpinteiro, chamado Ole Kirk Kristiansen, começou a fabricar e vender carrinhos de bombeiros e outros brinquedos de madeira.

Mas, foi na década de 50 que Ole começou a fazer experiências com blocos de plástico. Seu filho, Godfred, passou a comercializar os pequenos blocos não somente como brinquedos, mas como um sistema de construção que podia ser desenvolvido e passado para futuras gerações.

Hoje, a marca vende seus produtos no mundo inteiro e possui parcerias com franquias de filmes, como: Batman, Star Wars e outros, que comercializam kits de tijolinhos, filmes e videogames com o boneco Lego. Com isso, a empresa chegou a lucrar cerca de US$ 1,2 bilhão em 2017.

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Dona das marcas Amanco, Plastubos e Bidim, a Mexichem Brasil projeta elevar seu faturamento em, pelo menos, 15% neste ano, superando, no mínimo, em cinco vezes o crescimento do setor de materiais de construção. Os números de 2018 ainda não estão fechados, mas o diretor geral da Mexichem no Brasil, Henio De Nicola, estima que a empresa tenha apresentado expansão de 8% a 12% ante o faturamento de R$ 1,35 bilhão obtido em 2017.

No ano passado, a reabertura da unidade da Amanco em Joinville (SC) que estava fechada desde 2017 e de um centro de destruição no Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco, que não operava desde agosto de 2015, contribuíram para a melhora do desempenho. Dependendo das condições de mercado, as atividades da unidade de Uberaba, no Triângulo Mineiro, também, poderão ser retomadas. A Mexichem tem seis fábricas de produtos com as marcas Amanco e Plastubos e uma com a marca Bidim.

Nicola conta que a Mexichem apostou também no reforço da equipe comercial para melhorar o atendimento ao atacado e ao varejo. Em 2019, uma das estratégias de crescimento da empresa são parcerias de exclusividade no varejo que estão em fase de fechamento. De acordo com o executivo, a participação de mercado da Amanco – sua principal marca – em tubos e conexões fica em torno de 36% a 38% enquanto a Tigre, líder do segmento, responde entre 39% a 41%.

No ano passado, a Mexichem inaugurou o centro de inovação em Sumaré (SP) para atender ao aumento do nível de exigência dos consumidores em relação aos produtos. “Temos de facilitar a vida dos clientes”, afirma o principal executivo da empresa no país. A Mexichem tem investido em produtos que oferecem mais conforto e facilidade de instalação, segundo Nicola.

Para 2019, estão previstos investimentos de US$ 8 bilhões em uma extrudora para tubo de infraestrutura na unidade de Sumaré e US$ 20 milhões na melhoria de desempenho e automação de equipamentos nas demais unidades.

O mercado de edificações residenciais é o principal para a Mexichem no Brasil, mas a empresa abastece também obras de edifícios comerciais e de galpões industriais e logísticos, além de infraestrutura e o setor de agricultura (este com equipamentos de irrigação). Nicola ressalta o potencial de demanda para tubos e conexões resultante do déficit habitacional de 7,7 milhões de moradias e a expectativa de melhora do segmento de infraestrutura. O executivo espera também continuidade do crescimento da procura de materiais de construção para reformas.

A Mexichem trabalha com a perspectiva de que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá, pelo menos, 3% em 2019. “Acredito que a melhora significativa de cenário ocorrerá no ano que vem”, diz Nicola. O executivo espera crescimento acelerado em 2020 se as reformas forem aprovadas.

Nicola assumiu o comando da Mexichem no país em abril do ano passado. ‘Sou um aprendiz aqui. Vim do setor metal-mecânico. Trabalhei na indústria plástica há algum tempo”, afirma o executivo. O Brasil responde por 40% do faturamento do grupo na América Latina. No país, a Mexichem tem cerca de 2 mil funcionários.

Fonte: Chiara Quintão | De São Paulo

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