Ofertas de empregos na área de plásticos são recorrentes
na internet, mas ainda há uma carência de profissionais habilitados para
atender adequadamente essa demanda.
O número de faculdades
de engenharia química, de materiais e de cursos técnicos em química ou
plásticos até pode atender o mercado, mas o ‘chão de fábrica’ ainda não conta
com trabalhadores qualificados em número suficiente para diversos segmentos e
principalmente ‘nichos de mercado’, ou seja, áreas novas ou inexploradas, que
estão à espera de serem examinadas para gerar mais dividendos aos
empreendedores.
Sabe-se que o
Brasil já é o quarto produtor de resíduos plásticos do mundo e recicla 1,2%
apenas do material produzido, segundo o Fundo Mundial para Natureza (WWF).
No País, passam
por reciclagem apenas 145 milhões de toneladas, portanto, há um enorme mercado
a ser explorado e que precisa mão-de-obra bem treinada e capacitada, para que
não ocorram mais perdas e o aproveitamento seja otimizado ao máximo, visando a
rentabilização do negócio.
Para se ter uma
ideia, cerca 2,4 milhões de toneladas de plástico são descartadas
inadequadamente por aqui. E isso, em muito se deve ao desconhecimento e
inabilidade de profissionais do setor, mas talvez aconteça também pela falta de
políticas públicas de reciclagem e ainda por decisão equivocada de alguns
empresários.
No último ano,
só nos aterros sanitários foram descartados mais de 2,4 milhões de toneladas de
plásticos, que em boa parte delas poderiam ser reprocessadas. Além disso, mais
de 1 milhão de toneladas nem sequer foi recolhida em nosso território nesse
último ano. Na realidade, o Brasil recicla muito pouco e neste quesito ficamos
entre os piores e bem abaixo dos 9%, que é a média do planeta. A contradição é
que estamos entre os que menos reciclam e um dos que mais produzem.
Hoje, há
diversas iniciativas socioambientais para redução do consumo de plásticos no
mundo, mas por outro lado há também infindáveis ações para sua reciclagem.
Portanto, essa mindset que pode influir na
produção tradicional no futuro poderá ter como opção o reprocessamento
industrial do plástico em maior escala, com investimento em tecnologia, insumos
e naturalmente mão-de-obra bem treinada ou qualificada. Inclusive é preciso
pensar também na própria qualificação profissional dos catadores ou coletores
de resíduos sólidos para que eles otimizem cada vez mais seu trabalho, e tenham
melhor segurança individual e ganhos.
O Brasil vem
sofrendo uma estagnação econômica há alguns anos. A última notícia que se tem
de aumento de contratações no setor de plásticos em São Paulo foi em 2013.
Aparentemente, o aumento dos trabalhadores com carteira assinada na indústria
de transformação do plástico se deu por causa da desoneração da folha de
pagamentos realizada pelo governo federal da época. Ou seja, ocorreu uma queda
e arrecadação tributária no segmento e dos 20% de contribuição previdenciária
sobre a folha de pagamentos, a alíquota passou a ser paga entre 1% e 2% sobre o
faturamento anual.
Mas por outro
lado, lideranças do setor reclamavam na época que o grande problema na produção
era que ficava caro transformar plástico no Brasil. Além disso, ouvia-se a
reclamação de que havia perdas com as importações de países da América do Sul e
asiáticos.
É nosso
pensamento que as instituições de treinamento e formação profissional podem
ajudar muito nas novas possibilidades industriais, inclusive tanto na parte
técnica, de produção, logística, como na esfera filosófica da operação. É
preciso, portanto, incutir entre empresários, funcionários e análogos uma
mentalidade mais afinada com as novas eras que devemos viver mais à frente,
buscando novas alternativas de ganhos com sustentabilidade no plástico.Alexandre Farhan é diretor da Escola LF de cursos profissionalizantes em plásticos. https://escolalf.com.br
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Em 35 anos de existência, o evento movimentou R$
3,5 bilhões em transações comerciais entre expositores e visitantes
Público tomador de
decisão chegou a 72% na edição de 2018 e deve aumentar para 75% neste ano, o
que contribuirá ainda mais para a conquista de novos contratos para expositores
A Fispal Tecnologia
chega a sua 35ª edição em 2019 como o principal encontro para as indústrias de
alimentos e bebidas da América Latina. A feira acontece entre os dias 25 e 28
de junho, no São Paulo Expo.
Em um pouco mais de três
décadas de existência, o evento ajudou os expositores a movimentar algo em
torno de R$ 3,5 bilhões em negócios, o que corresponde a uma média de R$ 100
milhões por edição. “A tendência é que o volume seja cada vez maior
principalmente pela adesão, cada vez mais expressiva, de executivos com alto
poder de decisão para fechar negócios, o que acaba contribuindo para um
ambiente mais promissor”, comenta Clélia Iwaki, diretora da Feira.
A expectativa é que na edição
comemorativa de 35 anos, que ocorre entre, haja uma expansão de 50% no volume
de negócios que serão realizados no evento. O avanço está relacionado a
vinda de um número maior de compradores na Rodada de Negócios. Na edição de
2018 eram 20 e neste ano serão 35, sendo 20 nacionais. “Há também 15
compradores internacionais que contribuirão para expansão dos negócios”,
comenta Clélia.
Demanda da Indústria é otimista
O otimismo
da Fispal Tecnologia para esta edição também está relacionado às boas
perspectivas econômicas da indústria de alimentos e bebidas em 2019.
Segundo dados da ABIA, (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos), a
expectativa é que o volume de produção das indústrias de alimentos cresça de
2,5% a 3% em 2019 e o de vendas de 3% a 4%. “Já percebemos otimismo mais
acentuado entre os representantes da indústria, muito por conta do aumento do
índice de confiança que ocorre por causa da expectativa da retomada da
economia”, comenta Clélia Iwaki, diretora da feira.
As consequências
para este movimento de expansão já estão sendo sentidas
pela Fispal Tecnologia: até o momento houve aumento de 60% na procura
por espaços na comparação com o mesmo período do ano passado.
Outro motivo para
que haja mais interesse dos expositores é a busca constante em inovação para
atender aos anseios do mercado. Ainda de acordo com dados da ABIA, atualmente a
indústria destina 3% da receita anual em pesquisa e desenvolvimento.
“Vale destacar que
o interesse do consumidor por produtos saudáveis e nutritivos está criando
novos desafios para essa indústria, que deve estar em constante atualização.
Na Fispal Tecnologia, os profissionais do setor irão encontrar a
principal vitrine de soluções para a industrialização dos alimentos e bebidas,
além de outras experiências, como a Opção Vegana que ajuda no desenvolvimento
de produtos sem proteína animal”, explica Clélia Iwaki.
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Fispal 2019
Data e horário: 25 - 28 junho 2019 | 13h às 20h
Local: São Paulo Expo
Endereço: Rodovia dos Imigrantes km 1,5, São Paulo
Organização: Informa Exhibitions
Site: www.fispal.com.br
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Com
mais de 45 mil visitantes, feira atraiu 800 marcas brasileiras e de outros 13
países
Após cinco dias de evento, organizadores divulgam os números da Plástico Brasil em que o Portal participou como expositor. Uma iniciativa da ABIMAQ (Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos), ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química) e Informa Exhibitions, o evento teve a participação de mais de 800 marcas, cem a mais que a edição anterior.
Passaram pela feira durante os
cinco dias de evento cerca de 45 mil compradores e profissionais do setor. Além
das indústrias nacionais, a Plástico Brasil recebeu marcas de outros 13 países.
Para José Velloso,
presidente-executivo da ABIMAQ, a situação econômica dos últimos anos represou
os investimentos; no cenário atual, a retomada da confiança seguida pela
retomada do crescimento econômico fez com que os transformadores viessem à
feira prontos para fazer negócio. “A Plástico Brasil apresentou o que há de
mais moderno em tecnologia para máquinas para a indústria do plástico. O
visitante pôde entrar em contato com essa tecnologia, se atualizar e aprender
como melhorar seus índices de produtividade”.
Presidente da ABIQUIM,
Fernando Figueiredo reforça que a feira acontece num momento de otimismo e
confiança na retomada do crescimento econômico, quando os empresários estão
projetando seus investimentos futuros. “Quando as fábricas se modernizam com
máquinas de última geração e ganham produtividade, a indústria de resinas
termoplásticas se beneficia pelo aumento da demanda por matéria-prima.
Para Figueiredo, a participação da entidade como correalizadora da Plástico Brasil vai ao encontro da tendência mundial pela busca de soluções colaborativas e promove a integração de toda a cadeia do plástico, da qual a indústria de resinas termoplásticas é parte fundamental.
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Empresa traz três soluções em desenvolvimento comercial, humano e técnico para setor de transformadores plásticos
Presente no estande da
Synchroplast, a Pensei Nisso Ltda, empresa de consultoria empresarial,
treinamento e representação comercial, traz suas soluções para empresários e
visitantes da Plástico Brasil.
Segundo Gilberto Baska, o foco
da participação no evento é apresentar novidades para as áreas de
desenvolvimento humano e técnico da área de transformação para diferentes tipos
de processos plásticos.
A Pensei Nisso Ltda é um
projeto idealizado e fundado por Gilberto Baska, Especialista em Processos de
Transformação de Plásticos, Gestor de Marketing e Especialista de Engenharia de
Aplicação para Pré e Pós-Venda, Palestrante, Instrutor e Consultor Especialista
em Processos de Injeção de Termo Plásticos.
Sua sócia Kelma Ramos possui
quinze anos de experiencia desenvolvendo Gestores, Líderes e também
Coordenadores de Projetos Educacionais, Sociais e Empresariais.
A Pensei Isso Ltda está localizada na Plástico Brasil, no Stand da Synchroplast, na Rua E 157.
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Assunto em alta no mercado é abordado em ação durante a Expo São Paulo.
A mais de cinquenta anos o plástico vem sendo utilizado como uma das principais bases para desenvolvimento de produtos e prestações de serviços, e com isso surge a necessidade de introduzir conceitos e também tecnologias 4.0 no mercado.
A indústria 4.0 é um conceito nascido na Alemanha, como uma nova proposta de gestão e operação da produção, transmitindo o conhecimento destas tecnologias, pesquisas e estudos, para tomadores de decisões de empresas visionarias do mundo todo.
É com esta visão que aPlástico Brasil 2019 – Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 25 a 29 de fevereiro, no São Paulo Expo, recebe o Roadshow VDI: Boas práticas alemãs para a Indústria 4.0 hoje, das 13h às 19h, organizado pela VDI Brasil (Associação de Engenheiros Brasil – Alemanha), em parceria com a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais)
.
O objetivo deste encontro é demostrar a partir de palestras, quais são os benefícios da aplicação de novas e boas-praticas alemãs.
O Roadshow VDI é direcionado para tomadores de decisões com a autonomia de implementação de projetos, visando a Indústria 4.0, este formato não se limita à apenas uma atividade, possuindo diferentes etapas por meio de um cronograma.
O Portal Plástico Virtual trouxe uma série de reportagens sobre o assunto e sua importância dentro do mercado de transformadores plásticos. Confira em:
O que é a Indústria 4.0?
O que são as tecnologias habilitadoras para a Indústria 4.0?
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Por meio
de parcerias com fabricantes de equipamentos, soluções da companhia estarão
rodando em mais de 20 estandes durante o evento
Maior produtora de resinas
termoplásticas das Américas e líder mundial na produção de biopolímeros, a
Braskem estará presente na Plástico Brasil 2019 – Feira Internacional do
Plástico e da Borracha. Realizada de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo Exhibition
& Convention Center, este é um dos principais eventos do setor.
Por sua abrangência tecnológica, a
Plástico Brasil reúne importantes elos da cadeia produtiva do plástico, em
especial de maquinário. Por isso, a Braskem estabeleceu parcerias que irão viabilizar
a demonstração de diversas soluções da companhia em máquinas que fabricarão
produtos plásticos durante o evento.
Edison Terra, vice-presidente da
Unidade de Poliolefinas da América do Sul e Europa da Braskem, explica que o
formato da feira facilita a exibição da alta performance das resinas da
companhia. “A demonstração prática das nossas soluções é um canal privilegiado
para que o público veja o desempenho dos nossos produtos e suas diferentes
possibilidades”, explica.
Para reforçar essa inovação, a
Braskem oferecerá um tour guiado por engenheiros da companhia
para os visitantes do evento. Em duas edições diárias, ao longo dos cinco dias
da feira, organizados em grupos de até 20 pessoas, a Braskem conduzirá os
participantes por estandes estratégicos, fornecendo informações técnicas sobres
processos e esclarecendo dúvidas sobre as aplicações expostas. Os interessados
poderão se inscrever no balcão identificado da ação a partir do 1º dia da
Plástico Brasil.
Em linha com o compromisso assumido
pela companhia, em novembro do ano passado, Fabiana Quiroga, diretora de
Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem, palestrará no dia 27, às 13h, sobre
Economia Circular, abordando a importância do estímulo ao mercado de resinas
recicladas e da destinação correta do resíduo plástico.
“O uso do plástico trouxe
importantes avanços para a sociedade. Mas, quando olhamos para a cadeia, é
importante nos preocuparmos desde a produção, utilizando menos recursos
naturais, até o descarte”, explica Fabiana.
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Na edição deste ano, a e 2019, a FEIPLASTIC
(Feira Internacional do Plástico), o Inova Plastic, trata-se de uma ação
direcionada especialmente para discussões sobre as inovações e o uso do
plástico em diferentes tipos de aplicações voltadas as novas necessidades da
sociedade, do mercado, e principalmente os impactos causados na natureza.
As inovações propostas são responsáveis para
orientação e desenvolvimento de toda a gama produtiva do plástico, visando
tornar-se a principal matéria-prima para suprir o atual mercado de tecnologia,
preenchido por consumidores com um nível de exigência elevado e que estão a
procura por modelos de negócios consideravelmente mais sustentáveis.
O Portal Plástico Virtual estará presente na
FEIPLASTIC com um estande pensado em atender expositores e visitante. Esperamos
sua visita.
O Projeto é inédito na feira e conta com a
colaboração direta dos expositores da FEIPLASTIC 2019, empresas e marcas foram
convidadas a inscreverem projetos relacionados as áreas de atuação e que
resultam para o mercado em inovações, as quais podem ser dividas em categorias
como; Novas Aplicações e Produtos, Processos de Inovação, Novas Tecnologias, Novos
Modelos de Negócio e Sustentabilidade.
Os
cases estão sendo avaliados por um comitê composto de profissionais com
múltiplas experiências em diferentes pontos de inovação. Os Projetos com destaque
nos cases terão uma participação diferenciada na Inova Plastic, além disso este
segmento possui um destaque especial, com comunicação multiplataforma, o que
inclui mídias sociais, sites, canal exclusivo de divulgação de entrevistas
realizadas durante a feira e também um aplicativo.
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O Isopor® é uma marca registrada que virou substantivo comum e passou a ser utilizada para designar o EPS – poliestireno expandido. O EPS é muito conhecido pela sua utilização em caixas térmicas, no entanto, é de grande versatilidade e pode ser aplicado nos mais diversos segmentos.
Trata-se de um termoplástico obtido a partir de uma reação química, a polimerização, na qual as moléculas são agrupadas em cadeias, formando um polímero, que é fornecido na forma de pequenas esferas que contém em seu interior um agente de expansão, especificamente um hidrocarboneto chamado pentano. A expansão é obtida através da aplicação de calor, normalmente na forma de vapor de água. Após a expansão, o material transforma-se em espuma rígida no formato da peça final.
Reciclagem
É fundamental ressaltar que o EPS é um plástico 100% reciclável, que tem em sua composição 98% de ar e muita tecnologia. Em 2007, a Termotécnica iniciou o Programa Reciclar EPS, que já permitiu a destinação adequada de mais de 40 mil toneladas de EPS. O número equivale a 1/3 de todo o EPS reciclado no Brasil neste período.
O programa gera cerca de 100 empregos diretos, conta com mais de 1.200 pontos de coleta e 300 cooperativas de reciclagem parcerias, o que impacta diretamente mais de cinco mil famílias. Após reciclado, o EPS volta para o mercado e é utilizado para a fabricação de itens como régua escolar, solas de sapatos, rodapés, molduras, entre outros.
Fonte: Plástico Transforma
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Previsões
para 2019 influenciadas por maior crescimento dos volumes e margens menores
A Covestro obteve
fortes resultados em 2018, mesmo com desafios crescentes ao longo do ano. Os
volumes principais subiram 1,6% e as vendas totais cresceram 3,4% para
14,6 bilhões de euros. Após um quarto trimestre mais fraco, a Covestro não
atingiu o patamar de lucro do ano anterior, marcado por um ambiente comercial
excepcionalmente positivo. Apesar da baixa dos preços de venda, aliada a
margens em declínio no segundo semestre, a Covestro gerou um EBITDA de
3,2 bilhões de euros, 6,8% abaixo do ano recorde de 2017. A receita
líquida atingiu 1,8 bilhão de euros (-9,3%). Com base nesse desempenho, a
Covestro planeja elevar os dividendos em cerca de 9% para 2,40 euro por
ação (ano anterior: 2,20 euro). “A demanda por nossos materiais de alta
tecnologia se mantém intacta. Esse é um forte alicerce para o nosso crescimento
rentável no longo prazo, especialmente em um ambiente de mercado cada vez mais
desafiador”, explica o CEO Dr. Markus Steilemann.
Maior
demanda e margens menores, ao mesmo tempo
Em um ano
instável, a Covestro atingiu resultados sólidos também em números importantes
em 2018. O fluxo de caixa operacional livre (FCO) caiu para 1,7 bilhão de
euros devido a investimentos em alta. Com 29,5%, o retorno sobre o capital
empregado (ROCE) ficou bem acima da média plurianual.
A dívida
financeira líquida manteve o nível baixo de 348 milhões de euros no final
do ano fiscal de 2018. “2018 foi um ano de sucesso para a Covestro, mesmo que,
após um início forte, não tenhamos chegado perto do nosso ano recorde de 2017
no geral”, afirma o Dr. Thomas Toepfer, CFO da Covestro.
Previsões
influenciadas pelo cenário competitivo
A Covestro
antecipa um crescimento de meio dígito único no volume principal para 2019 como
um todo. A expectativa é que o FCO fique entre 300 e 700 milhões de euros,
enquanto a projeção para o ROCE é de 8% a 13%. Devido à elevada pressão
competitiva, a Covestro espera registrar entre 1,5 e 2,0 bilhões de euros
de EBITDA. No primeiro trimestre de 2019, antecipa-se cerca de 440 milhões
de EBITDA.
Investimentos
garantem crescimento no longo prazo
Em 2018, a
Covestro deu passos estratégicos importantes para reforçar ainda mais a posição
do Grupo perante a concorrência. Um elemento-chave são os investimentos a serem
feitos em segmentos de crescimento rentável.
O Grupo pretende construir uma
nova planta de escala mundial para produzir o precursor de espuma rígida MDI em
Baytown, Texas (EUA). Outro exemplo é a expansão das atividades produtivas da
área de filmes especializados, que oferece altas margens, em quatro unidades no
mundo.
Simultaneamente, o objetivo é
diversificar o portfólio do Grupo para garantir independência ainda maior de
flutuações cíclicas. Hoje, a Covestro gera mais de 50% das vendas do Grupo com negócios
resilientes.
Foco
reforçado em eficiência e eficácia
Por meio de um
programa lançado em 2018, a Covestro aumentará seu foco na eficácia e na
eficiência no futuro. Até no máximo 2021, estima-se que a economia de custos
será da ordem de 350 milhões de euros por ano, com a meta de limitar o
aumento dos custos operacionais.
Esse objetivo será atingido
principalmente com a intensificação de parcerias entre divisões e do uso de
soluções digitais. Medidas iniciais serão implementadas nos próximos meses:
será montado um departamento centralizado de marketing para consolidar as
funções globais de marketing e comunicação dos segmentos.
Transformação
digital ganha forma
Desde 2017, a
empresa vem consolidando todas as atividades digitais no programa estratégico
Digital@Covestro, com o objetivo de avançar na transformação digital do Grupo.
Sucessos iniciais já se evidenciaram nos últimos meses, como a expansão de
canais de vendas e marketing e o desenvolvimento de novas plataformas online de
vendas.
Desde 2018, uma equipe global
de pesquisa e desenvolvimento está trabalhando para o desenvolvimento mais
rápido e eficiente de aplicações, com o auxílio de sistemas informatizados de
alto desempenho. Novas soluções de software para manutenção e reparo de
equipamentos foram desenvolvidas na produção.
Recompra de
ações concluída
Em 2018, a
Covestro deu continuidade ao programa de recompra de ações iniciado no ano
anterior. A companhia adquiriu ações em três etapas, totalizando mais de 9,8%
do capital social e quase 1,5 bilhão de euros.
Assim,
considerando também os dividendos pagos, a Covestro ofereceu aos acionistas um
retorno total de cerca de 1,7 bilhão de euros no último ano fiscal. Para a
próxima Reunião Geral Anual, a diretoria planeja propor uma nova autorização
para adquirir ações em tesouraria no montante de até 10% do capital social.
Crescimento
de volume em todos os segmentos
O segmento de
poliuretanos registrou desempenho estável nos volumes principais vendidos em
2018 com modesto crescimento de 0,8%. Em comparação com 2017, o EBITDA caiu
19,1% para 1.763 milhões de euros.
Apesar da alta nos volumes totais e nos preços
médios de venda que elevou os lucros no ano completo, essas elevações não foram
capazes de compensar os efeitos negativos da concorrência cada vez mais
intensa, especialmente no quarto trimestre de 2018. Além disso, houve efeitos
positivos não recorrentes no ano fiscal de 2017, razão pela qual havia
expectativa de queda do EBITDA em 2018.
Os volumes
principais em policarbonatos subiram 3,0%. O EBITDA cresceu 21,5% para
1.036 milhões de euros. Uma tendência geral de margens positivas e aumento
dos volumes totais elevou os lucros, assim como os recursos provenientes da
venda do setor de chapas nos EUA. Ao longo do quarto trimestre de 2018, os
lucros sofreram o impacto de um ambiente competitivo cada vez mais desafiador.
Os volumes
principais no segmento Revestimentos, Adesivos e Especialidades subiram 2,5%. A
alta nos preços de matérias-primas e os efeitos negativos do câmbio exerceram
pressão sobre o EBITDA, que caiu 4,5% para 464 milhões de euros.
Concorrência
intensificada e despesas excepcionais no quarto trimestre
No quarto
trimestre de 2018, a Covestro atingiu um crescimento de volume de 1,7%. Ao
mesmo tempo, o ambiente de mercado tornou-se significativamente mais
desafiador. As vendas totais cederam 7,1%. Além da competição intensificada,
efeitos não recorrentes como a alta dos custos de logística causadas pela baixa
no nível do rio Reno e despesas relacionadas ao programa de eficiência em curso
geraram impacto negativo. Como resultado, o EBITDA caiu 66,7% para
293 milhões de euros. A receita líquida caiu 86,0% para 79 milhões de
euros (4º tri de 2017: 566 milhões de euros). Com 363 milhões de
euros, o FCO ficou 44,6% abaixo do número do trimestre do ano anterior
(655 milhões de euros).
Fonte: Covestro
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Evento chega a sua 35ª edição como a principal referência em mostra de tecnologia e conteúdo de relevância
O maior
encontro para as indústrias de alimentos e bebidas da América Latina já está
com o credenciamento aberto. A Fispal Tecnologia 2019, que ocorre entre os dias
25 e 28 de junho, no São Paulo Expo, apresentará as principais tendências,
lançamentos e tecnologias em embalagens, máquinas para embalagens, marcação e
codificação, processos, equipamentos, acessórios, logística e automação do
setor.
Para
realizar a inscrição, que é exclusiva para profissionais da indústria de
alimentos e bebidas, basta clicar na aba ‘Inscreva-se’ no site oficial. A plataforma é simples,
intuitiva e oferece a opção de cadastro via login pelo Facebook e LinkedIn.
Para retirar a credencial, o participante deverá informar o número do CPF nos
totens de autoatendimento na entrada do pavilhão.
Além de
ser uma importante vitrine de novidades, o evento – que é realizado pela
Informa Exhibitions, unidade de negócios do Grupo Informa, traz uma série de
atrações com conteúdo relevante para a indústria de alimentos e bebidas. A
principal novidade da edição comemorativa de 35 anos do evento é a Arena FispalTec, novo espaço 360° para
600 participantes com painéis, palestras e debates que é considerado a maior
plataforma de conteúdo para a indústria de alimentos e bebidas. Na
programação estarão: o Fórum
Fispal Tecnologia, voltado para a gestão industrial que conta com a
presença de representantes de grandes indústrias do País; o TecnoDrink, que propõe soluções para o
crescimento e desenvolvimento do setor de bebidas; o Fórum de Embalagens e o Fórum de Marketing Digital, além de
conteúdos apresentados por entidades e associações parceiras.
O
Instituto de Tecnologia SENAI novamente estrará à frente do Lab de Soluções - Lounge da Inovaçãoe
será responsável pela estreia da ‘Escola
Móvel Indústria 4.0 – A Evolução da Automação’, um demonstrador de uma
linha de produção de bebidas que tem o objetivo de capacitar novos
profissionais e contribuir para a atualização do parque industrial brasileiro.
A Arena da Cerveja Artesanal, realizada
em parceria com o Instituto da Cerveja Brasil, retorna ainda mais completa com
degustação de cervejas, oferecendo uma melhor experiência para o visitante e
consultoria gratuita de 15 minutos. Outra atração confirmada é o Lounge ABRE de Embalagens, realizado
em conjunto com a Associação Brasileira da Embalagem (ABRE).
Uma das
novidades deste ano é a Opção Vegana, trata-se de uma consultoria gratuita para
as indústrias de alimentos e bebidas que se interessam em produzir produtos com
estas características. Quem passar por lá terá informações sobre formulações de
novos produtos e adaptações de ingredientes veganos em produtos já existentes.
Vale, também, destacar as visitas técnicas que serão realizadas durante a feira
para as fábricas da ICB (Cervejaria Escola), Wessel e para o Grupo Petrópolis.
“Trabalhamos para oferecer a nossos
participantes e expositores um evento ainda mais completo, com muito conteúdo
para atualização profissional. Não é sempre que uma marca completa 35 anos como
líder de um mercado tão importante como o de feiras de negócios”, comenta
Clélia Iwaki, diretora das feiras Fispal Tecnologia e Fispal Food Service.
Fonte: Fispal
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