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O artigo de Gilberto Baksa Junior, fundador da Pensei Nisso, traz questões sobre rentabilidade e prejuízo sobre processos de injeção para a sua empresa.

Quando o assunto são custos de peças plásticas cada um tem uma fórmula de calcular seus valores, tanto para hora máquina, como para preço de venda de seus produtos, porém grande parte deste custo está relacionado com quanto seu cliente “DESEJA” pagar um suas peças plásticas, desta forma seguimos muitas vezes o desejo de nossos clientes e não enxergamos o grande buraco que nos metemos. Este artigo visa ajudar a se precaver de cair nestes “buracos” e/ou se você já está nele ajudar a pelo menos se guiar na direção de sair dele.

Talvez para muitos não seja tão importante ver onde os custos não estão ajustados, mas já é um caminho para traçar as compensações financeiras de processos produtivos que não são tão rentáveis assim.

Há muitas formas de avaliar pontos importantes do processo, eu particularmente gosto de analisar sempre dentro de uma perspectiva ampla do processo visando os 6M´s produtivos.

Você ainda não conhece os 6 M´s? então vamos esclarecer:

  1. Molde
  2. Máquina
  3. Matéria Prima
  4. Mão de Obra
  5. Meio ambiente Fabril
  6. Método

Estes 6 M´s abrangem o processo produtivo por completo, desta forma é possível elencar de forma completa todos os pontos a observar.

Neste artigo darei 3 dicas importantes para que você possa avaliar se seu processo produtivo é ou não viável e assim ter seu “Norte” para começar a mudar isso.

Vamos olhar em 2 pontos apenas do processo, pois no artigo anterior (se você não leu ainda, leia!) falei de alguns dos 3 primeiros M´s

Neste artigo vou passar alguns detalhamentos importantes sobre a visão do M, Meio Ambiente Fabril, Mão de Obra e Método.

A primeira questão para identificar um processo não rentável é avaliar as interferências da Mão de Obra no processo produtivo, seja ela em qualquer escala, se seu processo necessita da ajuda do seu operador, regulador, preparador ou técnico a todo momento, é preciso definitivamente começar a avaliar onde o processo possui deficiência e tentar corrigi-lo, por exemplo: Um operador para a máquina a todo momento para aplicar desmoldante pois a peça pode ficar presa no molde, dificultando a retirada e atrasando a retomada. Estas micro paradas podem não significar nada naquele momento, porem quando somadas ao longo do dia podem causar perdas catastróficas e eliminar todo o lucro de um processo produtivo. O que está errado então?

Cabe aqui uma análise completa dentro dos 6M´s para definir a causa raiz de prender a peça no molde, pois ela pode estar relacionada a mais de um dos M´s simultaneamente.

Outro exemplo: intervenções constantes de limpeza de molde, por entupimento de saídas de gases ou rebarbas excessivas, intervenções de correção de regulagem, paradas para almoço, intervalos de café ou ate mesmo falta de operador. Outro detalhe importante a observar as perdas iniciais de estabilização de processo, o tempo de retomada da máquina e molde e até mesmo o nível de refugo gerado no início da produção.

Estes são sinais claros de falta de rentabilidade nos processos produtivos.

Um segundo ponto a observar e aí já é preciso ter um pouco mais de conhecimento técnico sobre regulagem de máquina é o consumo de energia elétrica em relação a produção do item.

E não é necessário ter um aparelho para se mensurar isso, basta seguir algumas dicas básicas para saber se a máquina está consumindo mais ou menos energia do que deveria.

Uma dica que uso diariamente em minhas consultorias é avaliar o nível de pressão hidráulica (ou torque do motor em caso de máquinas elétricas) para controlar o consumo de energia. É isso mesmo, avaliar pela pressão usada na máquina, basta que a máquina tenha um manômetro ou um sensor de pressão e pronto, já temos uma forma de controlar o consumo.

Se as pressões atingirem níveis elevados ou próximos da máxima pressão permitida de programação, você já consegue definir se está gastando mais do que o necessário para produzir as peças.

E quais pressões eu posso avaliar? Você irá avaliar todas as pressões ligadas as fases produtivas de: fechamento (Pressão de travamento do molde), injeção, recalque, plastificação (não é a de contrapressão e sim a pressão do motor hidráulico para DOSAR o material)

O que você conseguir reduzir em pressões sem afetar as condições de qualidade e ciclo da peça estará DIRETAMENTE relacionado ao consumo de energia da máquina.

A última dica deste artigo está relacionada ao método. Para reduzir os custos iniciais de produção, se você criar um método para INÍCIO, RETOMADA de produção ou PARADA de máquina pode reduzir significativamente o tempo de SETUP do processo e ganhar este tempo produzindo peças. Avaliar as etapas de início, parada e retomada e ORIENTAR a equipe quanto a um procedimento pode te ajudar a aumentar a rentabilidade do seu processo.

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Com a crise do novo coronavírus, as empresas e entidades, não só no Brasil como no mundo, tiveram que se reinventar de maneira rápida. Trabalho remoto, e-commerce, investimento em TI, passou a fazer parte obrigatória das empresas.

De acordo com um relatório global da agência de pesquisa de mercado IDC, companhias de vários países investiram mais de US$ 1 trilhão em transformação digital em 2019. Isso representa um crescimento de 17,9% em relação a 2018. Especialistas acreditam que esse número deve dobrar em 2020 devido à pandemia.  

Ricardo Mason, da Fortymil, por exemplo, conta que colocou todo o seu time, com exceção da logística, em home office ainda em março. "Nós fizemos toda adequação das equipes para que tivessem o devido conforto e condições de trabalho durante esse período. Foram feitos investimentos em links e equipamentos para que pudéssemos rodar todo o time a distância - do pessoal de vendas à contabilidade", conta o empresário. 

Mason ainda explica que apesar de todo o clima de incertezas e problemas gerados pela pandemia, as mudanças feitas na empresa foram encaradas por todos de maneira muito positiva. Para o futuro pós-pandemia, o empresário conta que não possui um modelo fechado de negócio, mas acredita que, pelo menos por lá, continuarão trabalhando em um sistema híbrido entre home office e escritório. 

Os padrões adotados na Fortymil corroboram com o estudo feito pela Cushman & Wakefield, que aponta que 40,2% de todas as empresas que não trabalhavam com home office antes da pandemia vão adotá-lo de maneira definitiva até esse período passar. Além disso, estudo feito por André Miceli, coordenador do MBA em Marketing e Inteligência de Negócios Digitais da Fundação Getúlio Vargas, prevê um crescimento de 30% para o trabalho remoto no Brasil após a pandemia. 

Já para Marcos Marcello, da Prolam, que implementou o home office desde abril deste ano, o resultado desse sistema é positivo. "Tivemos um nível de infecção na empresa muito baixo e este sempre foi a maior preocupação da diretoria. Dessa forma, sentindo-se seguros, os funcionários se dedicaram de maneira mais positiva e os resultados já voltaram a aparecer. O mundo e os hábitos não serão mais os mesmos. Portanto, todos mudamos e estamos abertos às novas configurações de trabalho", explica. 

No segmento de plástico de engenharia, Wagner Silva Coentro, da Polyfast, conta que o home office foi intensificado nos setores financeiro e de marketing, iniciativa que também deverá ser mantida de alguma maneira no futuro. "Devido ao nosso negócio ser de distribuição de plásticos de engenharia, é necessário que as visitas presenciais de caráter técnico/comercial continuem. Elas são essenciais no desenvolvimento de novas aplicações e de mercado", explica. 

Dentro da ADIRPLAST, a entidade encontrou novas formas de se fazer presente no mercado e na sociedade. "Este foi um dos grandes aprendizados desta pandemia. Nossa associação passou as reuniões e eventos presenciais para o ambiente virtual. Com isso, tivemos um excelente aproveitamento e recorde nos números de participação. Também percebemos que temos interagido cada vez mais através de ferramentas de interação digital, hábito que antes era menos corriqueiro", afirma Laercio Gonçalves, presidente da entidade. 

A mudança tem trazido tantos efeitos positivos que Gonçalves adianta que mesmo após a pandemia, os eventos deverão continuar virtuais. "Percebemos que essas ferramentas chegaram para auxiliar e otimizar nosso tempo. Já são realidade e vamos manter assim nos próximos anos". 

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Chegaram os baldes e vassouras feitos de plástico marítimo reciclado

A empresa portuguesa, Gapil, lançou a gama Ocean, que apresenta utensílios de limpeza em que 20% da composição é de material reciclado.

São 35 produtos pensados para a limpeza e organização da casa, desde escovas, vassouras, sacos para lixo, baldes, caixas para arrumação, entre outros.

Empresa transforma plástico em asfalto 3x mais resistente

A empresa escocesa MacRebur, desenvolveu uma tecnologia que transforma lixos plásticos em um material capaz de substituir componentes básicos da construção de asfaltos.

O CEO da empresa e idealizador do projeto, Toby McCartney, afirma que o composto é 60% mais forte do que o betume, substância tradicionalmente utilizada para este fim. Além de transformar a presença deste material no meio ambiente, este projeto ainda colabora para a redução da quantidade de poluentes do petróleo no asfalto.

A ideia de transformar lixo em asfalto surgiu quando McCarteney, em uma viagem à Índia, observou que alguns cidadãos tapavam buracos misturando diesel com o lixo plástico. Depois de algumas horas, os resíduos derretiam e formavam um enchimento duro. 

Projeto de produção microbiológica produz plástico biodegradável

Transformar microrganismos encontrados em substratos de carbono em plástico PHB (Polihidroxibutirato) é o objetivo do projeto ‘Produção Microbiológica de Plástico Biodegradável’, como forma de diminuir os impactos no meio ambiente, utilizando tecnologia e inovação.

O plástico produzido a partir do PHB se transforma em produtos que se assemelham aos que são fabricados em plásticos de origem petroquímica, podendo ser utilizado para realização de vários produtos, entre eles, embalagens de comida, de produtos estéticos e outros materiais.

Os pesquisadores pensam em um dia vender a tecnologia para grandes empresas que já produzem o PHB, porém com um custo-benefício melhor, visto que a produção, atualmente, é realizada por meio da cana-de-açúcar e do milho. Um dos benefícios apontados pelos pesquisadores é a biodegradabilidade em poucos dias. Com isso, as empresas terão maior economia.

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O granulado de polipropileno (PP) é um termoplástico que apresenta ampla varidade de aplicação devido a sua boa resistência química, apresenta fácil moldagem, é atóxico, possui baixa absorção de umidade e boa resistência ao impacto. Esse polímero pode ser moldado atraves de aquecimento, e por isso é considerado um termoplástico.

O termoplástico é um material que possui forma endurecida e quando submetido a certa temperatura, toma forma líquida. Os termoplásticos podem ser submetidos ao processo de aquecimento e fusão diversas vezes, tendo como vantagem a possibilidade de serem remoldados e reciclados com muita facilidade.

O polipropileno é composto por meio da polimerização do gás propeno ou propileno, que em conjunto ao polietileno, representa um dos materiais mais utilizados na indústria, e pode ser considerado como um “polietileno melhorado”, devido a suas caractrísticas, sua fácil moldagem e o seu custo baixo para o mercado.

O granulado de poliprolieno faz parte da categorias de poliolefinas, que são polímeros que possuem como monómero uma olefina simples em sua cadeia e por isso, também pode ser identificado como copolímero ou homopolímero. O primeiro é fléxivel, já o segundo é extremamente rígido. Ou seja, os plásticos também são combinados para formação de blendas e ainda podem ser reforçados com diversos tipos de fibras e outras cargas minerais, melhorando suas propriedades mecânicas.

O granulado de polipropileno é uma resina utilizada em toda parte do cotidiano das pessoas. Entre as suas principais aplicações, é possível encontra o polipropileno em tubulações para produtos químicos, tanques, utensílios domésticos, peças de máquina de lavar, brinquedos, embalagens para alimentos, cosméticos, tampas em geral, e até peças de carro e material hospitalar, como as seringas de injeção.

O polipropileno possui equilíbrio de propriedades térmicas, elétricas e químicas, fazendo dele um material muito versátil, permitindo com que ele faça dobras no próprio material. O polipropileno pode ser reciclado com facilidade e traz redução de custos para a matéria-prima.

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A BASF lançou uma nova plataforma de conteúdos para o mercado de Aditivos para Plásticos. O evento de lançamento foi um webinar que abordou as novas oportunidades de negócios, perspectivas e principais desafios do mercado.

O webinar “Oportunidades e Perspectivas para a Cadeia do Plástico” da BASF contou com a presença de Ciro Marino, presidente-executivo da ABIQUIM (Associação Brasileira da Indústria Química), o presidente da ABIPLAST (Associação Brasileira da Indústria do Plástico), José Ricardo Roriz Coelho e o vice-presidente sênior da BASF na América do Sul, Antonio Lacerda.

Quase todos os segmentos da economia utilizam aplicações produzidas pela cadeia do plástico e o setor vem recebendo mais demandas da sociedade e diversas regulamentações. O encontro, mediado por Tatiana Kalman, vice-presidente de Químicos de Performance para as Américas, trouxe informações sobre as novas oportunidades de negócios, perspectivas e principais desafios do setor.

O lançamento da plataforma de conteúdos para o mercado de Aditivos para Plásticos, traz um novo espaço para contribuir com informações e conhecimento para a cadeia do plástico sobre temas como sustentabilidade, tecnologias, inovações e possibilidades de aplicação nas indústrias de agricultura, automotiva, construção, eletroeletrônicos, embalagens e têxteis.

Durante o bate-papo, Marino apresentou um cenário para o ano, que foi impactado pela pandemia. Segundo o presidente, a indústria química, que produz insumos básicos para os fabricantes de plásticos também foi surpreendida pela pandemia. “Alguns segmentos de plásticos foram muito bem, como polímeros relacionados ao controle da pandemia, como polipropileno, para fabricação de máscaras e aventais, assim como peças, componentes para ventiladores, uma série de produtos que em função da pandemia conseguiram manter a produção e até com certo crescimento em relação ao ano passado”.

Já Roriz resgatou o cenário de chegada da pandemia em que foi preciso implantar os protocolos de segurança para garantir a saúde de 380 mil funcionários que trabalham em 12.500 indústrias do plástico espalhadas pelo Brasil. “Também tivemos que entender como fazer para conseguir atender aqueles mercados que tinham uma necessidade enorme no primeiro momento, principalmente de produtos que não eram fabricados no Brasil”, comentou o presidente.

Houve crescimento dos produtos de uso único, que se mostraram extremamente necessários como apoio aos profissionais de saúde e também para fornecer ao delivery dos restaurantes que tiveram que interromper o atendimento público.

Lacerda apresentou alguns exemplos de economia circular, como o da produção de resina alguídica de garrafas PET para utilização na indústria de tintas. “Na BASF já retiramos mais de 800 milhões de garrafas PET do meio ambiente para produção de resina alquídica que vai na produção de vernizes e esmaltes”, explica. O executivo da BASF também reforçou a importância de informar aos consumidores as diferenças entre plásticos recicláveis, biodegradáveis e compostáveis, além de educar sobre o descarte correto de resíduos.

A importância do consumo consciente, com uso mínimo, além da utilização responsável, com retorno do plástico para os meios produtivos ou reaproveitamento do material também foi reforçada por Roriz. Para Marino, é importante mostrar aos consumidores que o plástico, que teoricamente é descartável, também tem valor.

Os porta-vozes ainda reforçaram a necessidade de uma série de reformas a serem implementadas para que o setor tenha um cenário melhor e reforçaram a importância das questões regulatórias da área de produtos químicos. As diversas possibilidades de uso e as novas tecnologias de uso do plástico também fizeram parte do bate-papo.

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Equipamento fundamental para a indústria plástica, a injetora de plástico produz peças plásticas através de injeção de polímeros (plásticos) a altas temperaturas em moldes pré-fabricados. A injetora de plástico é o meio que detém a força para estimular os mecanismos do molde, fazendo com que a matéria-prima fique do formato e tamanho esperado. No site Plástico Virtual você encontra todo o tipo de injetoras e outros equipamentos.

Além de fazer o molde trabalhar, a injetora de plástico também ativa os componentes elétricos, hidráulicos e pneumáticos do molde, além de converter o polímero de um estado sólido para um ponto específico (por meio da fusão). A máquina ainda controla a temperatura do molde e injeta o plástico para obter o produto final.

A injeção do plástico de plástico precisa ser rápida, para evitar resfriamentos inadequados do bico de injeção. Cada ciclo demanda o fechamento do molde, injeção, recalque, resfriamento da peça já pronta, abertura e extração num intervalo de mais ou menos 20 segundos. A injeção de cada peça varia entre 3 ou 5 milésimos de segundo, considerado a operação mais curta dentro do ciclo de injeção.

Aplicação da injetora

Quando um molde é projetado, é necessário avaliar as dimensões (largura, comprimento, espessura) que o produto final terá e adequá-las à máquina que a empresa detém. Essas dimensões precisam estar de acordo com as dimensões da injetora de plástico, para que seja possível a produção.

Um dos mercados mais abrangentes do País, a indústria plástica demanda uma infinidade de moldes e produtos finais. Há, também, portanto, vários modelos de injetora de plástico. Antes de adquirir uma dessas máquinas, a empresa precisa avaliar o tipo de produto que será injetado, peso e outros detalhes importantes.

Curiosidades

A maioria das opções de injetora de plástico injeta apenas um tipo e uma cor de polímero por vez. Produtos que demandem diversas cores devem ser fabricados com máquinas mais sofisticadas, a “bicolor” (que injeta duas cores por vez) ou a “multicolor” (que injeta duas ou mais cores ao mesmo tempo).

Dicas para eficiência energética

Quase todos os movimentos de uma injetora de plástico convencional são realizados por meio de válvulas de vazão e pressão e componentes hidráulicas (tais como pistões, êmbolos e outros) acionados também por bombas hidráulicas.

Essas bombas hidráulicas são responsáveis pela circulação de óleo no circuito. Esse circuito, por sua vez, é acionado por motores elétricos, que respondem por aproximadamente 80% do consumo de energia da máquina.

Um motor eficiente unido a um inversor de frequência pode, segundo estudos, melhorar o rendimento global e tornar o equipamento mais “inteligente”, para que ele consuma energia de acordo com a necessidade e não a mesma quantidade independente do quanto vem sendo usada.

Essa solução não demanda modificações mecânicas ou alterações no controle de máquinas da injetora de plástico e podem gerar um consumo de energia de até 50%.

Tudo sobre plástico

Acompanhe as notícias do Plástico Virtual para saber mais sobre injetora de plástico e outros produtos. Semanalmente são divulgadas curiosidades sobre o segmento! Assine também a newsletter gratuitamente.

Buscando dar mais visibilidade para as mulheres, chegamos com mais uma história do projeto Mulheres do Plástico e dessa vez temos a história de Simone Carvalho, assessora técnica da ABIPLAST.

Carvalho se formou em 1986 no SENAI no curso de Técnico em Plásticos, e foi trabalhar na Rhodia Química, depois passou duas empresas fornecedoras de autopeças, e também deu aula no curso em que se formou. 

Carvalho hoje é mãe de dois filhos, Giovani de 21 anos e Glória de 14 anos, porém quando engravidou do primeiro filho saiu do SENAI para a maternidade. “Fiquei alguns anos em casa, sem trabalhar na área, voltei depois para auxiliar um colega no desenvolvimento de um curso sobre materiais plástico, onde permaneci por 5 anos. Meu marido sempre viajou a trabalho, então tive que cuidar dos meus filhos praticamente sozinha, mas não me arrependo de nada”, relembra.

Em 2008, Carvalho retornou ao SENAI e conheceu uma pessoa da ABIPLAST, onde atua como assessora técnica desde 2012. “Somos em poucas pessoas trabalhando dentro da associação e a maioria é de mulheres, mas quando olho para o universo do plástico, a maioria é de homens, com certeza”, destaca.

Para ela, trabalhar na ABIPLAST não é um desafio, muito menos por ser mulher, mas quando era trabalhadora da indústria do plástico, sentiu desafios devido a isso, pois a mulher pode passar a imagem de fragilidade, e às vezes, pode não ser indicada para certas funções. “Na escola éramos em apenas 8 mulheres, em uma classe de 36 pessoas, e enfrentamos alguns desafios com os homens”, conta.

Mulheres como chefes podem ser bem-sucedidas tanto quanto homens

Carvalho discute que a área de plástico traz poucas líderes de produção, em contrapartida, o controle de qualidade, e a área de laboratório traz mais a presença de mulheres. “Na área do plástico, eu não creio que haverá igualdade de gêneros, acho muito difícil”.

Ainda para ela é um absurdo falar que mulheres não desenvolvem seus papeis tão bem quanto homens apenas por serem mães, mas ainda é uma frase dita. “Há muito preconceito por parte das empresas quanto a mães que trabalham, entendo que já existem várias empresas que pensam diferente, mas ainda há muito o que fazer”, salienta.

O que falta hoje para as empresas é dar a oportunidade para as mulheres que possuem os requisitos para a função de chefia, e então, perceber que as mulheres podem atuar como chefes, e serem bem-sucedidas. “Desde quando estudei no SENAI, sempre estive em ambientes majoritariamente masculinos, mas isso nunca foi um problema. Quando alguém falava algo desrespeitoso, eu já deixava claro o meu posicionamento e o meu lugar. Hoje essa questão de assedio é muito mais comentada do que há 30 anos atrás”, finaliza.

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O polímero termoplástico PP ou polipropileno, derivado do propeno ou propileno, que é um plástico reciclável. O polipropileno é produzido a partir de uma reação de adição do gás propileno ou propeno.

Ele é um tipo de plástico que pode ser moldado facilmente quando for submetido a temperaturas elevadas, e por isso é chamado de termoplástico, e por essa característica ele pode ser usado em diversas aplicações e utilidades.

O PP é uma resina de baixa densidade, com um baixo custo de produção e de venda, possuindo boa resistência química, ele é de fácil moldagem, e possui boa estabilidade térmica. Além de ser atóxico e ser resistente a flexão. 

O PP ainda possui um equilíbrio de propriedades térmicas, químicas e elétricas, o que torna ele um material muito versátil e muito comercializado. É um termoplástico que possui peso especifico, ponto de fusão, rigidez dielétrica e resistência superficial. Ainda o PP possui resistência a raio solares, alguns ácidos, e algumas bases. A resistência dele é diretamente ligada a tempo, temperatura, e concentração dos produtos químicos que estão em contato com o termoplástico.

O polipropileno PP possui uma grande importância na fabricação de injeção de moldagem de materiais plásticos, onde o material é injetado em um molde.

Aplicações

O PP por ser muito versátil é utilizado nas indústrias e nos mais diversos segmentos, principalmente em embalagens flexíveis, sacos para grãos e fertilizantes.

Outros produtos que se encontra o PP, são cadeiras plásticas, brinquedos, copos plásticos, tampas de refrigerantes, seringas de injeção, tupperware, alguns eletrodomésticos, e autopeças.

Componentes

Os componentes do PP podem ser resinas, aditivos, cargas minerais e elastômeros, que serão utilizados pelos transformadores de peças.

Os tipos de PP variam de acordo com os aditivos, pigmentações, de acordo com a necessidade das aplicações.

Startup britânica cria máscara feita de garrafas plásticas recicladas

A startup britânica de tecnologia wearable ("vestível") Petit Pli criou uma máscara facial reutilizável e feita de plástico. Fabricada com tecido feito de garrafas plásticas recicladas, a MSK é presa ao redor do pescoço e inclui pregas geométricas que podem ser puxadas para cobrir o queixo e o nariz. Ela contém uma abertura interna entre o rosto e o pescoço onde pode ser inserido um filtro descartável que oferece proteção extra.

Segundo a startup, as máscaras geram a menor quantidade possível de resíduos, já que seu tecido é confeccionado com poliéster 100% reciclado proveniente de garrafas plásticas, além de ser resistente e poder ser lavada na máquina.

Evonik adquire a Porocel e acelera o crescimento do negócio de catalisadores

A Evonik adquire o grupo Porocel por US$ 210 milhões e acelera o crescimento do negócio de catalisadores. Baseada em Houston, Texas (EUA), a Porocel dispõe de uma tecnologia para a regeneração altamente eficiente de catalisadores de dessulfurização, produto em crescente demanda na produção de combustíveis com baixo teor de enxofre. A regeneração reduz as emissões de dióxido de carbono em mais de 50% na comparação com a produção de novos catalisadores para dessulfurização. Além disso, a Porocel dispõe de capacidade de produção disponível, permitindo que a Evonik agilize a expansão de seu negócio existente de catalisadores de leito fixo.

O posicionamento global da Porocel reforçará a presença mundial das atividades com catalisadores da Evonik. A boa complementaridade do portfólio de produtos e especialmente o aproveitamento das capacidades produtivas disponíveis da Porocel oferecem um potencial de crescimento considerável à Evonik. A empresa espera aumentar as vendas do negócio combinado de catalisadores para bem mais que 500 milhões de euros até o final de 2025, sem a necessidade de investir em novas capacidades. Os catalisadores são essenciais para a produção de uma variedade de produtos químicos e de combustíveis limpos. O mercado se caracteriza por um amplo leque de aplicações e crescimento robusto de cerca de 4% com baixa ciclicidade. 

Com iPack, Termotécnica oferece competitividade e flexibilidade para vendas no e-commerce

Pensado de forma a unificar plataformas de produtos e simplificar processos de embalamento, o iPack permite a distribuição de produtos pelos mais diversos modais de transporte, sendo em cargas fechadas ou fracionadas. A partir de um trabalho de engenharia customizada junto aos fabricantes, há a possibilidade de embalar vários produtos e modelos com otimização de moldes. Isso acontece porque as embalagens inteligentes iPack são projetadas para serem flexíveis, adaptando-se a vários itens de uma mesma linha. Além de reduzir a absorção de impactos no transporte, manter e melhorar a exposição no varejo reduzindo o contato humano com os produtos em toda a cadeia.

O iPack reúne conceitos de ecodesign, rastreabilidade, ecoeficiência e otimização de materiais aplicados a soluções de embalagens. As equipes técnicas da Termotécnica têm trabalhado em diversas frentes voltadas ao rompimento de barreiras logísticas no fornecimento de embalagens de EPS. A universalização da embalagem para diferentes modelos de produto de um mesmo fabricante, não apenas facilita o embalamento e otimiza materiais e processos, como aumenta a competitividade no frete.

Matias Campodonico assume Diretoria de Sustentabilidade para a América Latina da Dow

A Dow acaba de anunciar que Matias Campodonico, Diretor de Relações Públicas e Assuntos Governamentais para a América Latina, assumirá novas responsabilidades na companhia como Diretor de Sustentabilidade para a região. A atuação de Campodonico terá ligação estratégica com os objetivos da companhia, que recentemente anunciou suas novas metas de sustentabilidade, que visam a proteção do clima, a eliminação de resíduos e o fechamento de ciclo.

Matias Campodonico ingressou na Dow em 2011, em Buenos Aires, como Gerente de Assuntos Governamentais para a Região Sul, onde foi responsável pela coordenação das políticas públicas e estratégia de assuntos governamentais da Dow. Antes de retornar à América Latina em 2017, o Diretor passou quase quatro anos na sede da Dow em Midland, nos EUA, como Diretor do Escritório do CEO.

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A empresa encontrou alternativas para enfrentar o momento atual, desenvolvendo novas soluções para o mercado

O plástico é um produto que está no cotidiano das pessoas em quase tudo que é possível se observar. Materiais como seringas, máscaras, brinquedos, próteses, garrafas, embalagens, decorações e diversos outros produtos que nos ajudam. A Retilox é uma indústria química, especialista na fabricação de aditivos especiais, oferecendo ao mercado plástico soluções de excelente custo-benefício.

Bruno Ziviani, gerente da Retilox comenta que como os transformadores de plásticos estão sofrendo com a falta de matéria-prima e alguns mercados terem sido muito prejudicados, como é o caso de quem está na cadeia da indústria automobilística, a Retilox acabou encontrando nichos através do uso de seus aditivos, auxiliando aos transformadores a reduzir o uso de resina, por exemplo.

Ziviani destaca “Temos ótimas expectativas para 2021, neste momento estamos desenvolvendo muitos mercados promissores no segmento plástico e da borracha, aproveitando o momento. Não deixamos a queda do mercado nos abalar. A empresa possui expectativas de aumento de faturamento em mais de 100% e ainda estuda para 2021 efetivar a sua internacionalização”.

Ziviani finaliza que a Retilox atua com tecnologia e sempre com o objetivo de buscar novas soluções aos seus clientes, oferecendo a oportunidade de ganhos globais. “Buscamos ajudar o mercado e criamos soluções para nichos, se o cliente tem potencial e possui um problema, nós ajudamos a resolvê-lo.”

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