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O programa traz como matéria-prima chapas de alta resistência e qualidade para o mercado

Criado pela NLMK, o programa "QUARD at Work" é uma certificação de uso e fabricação de peças de alta resistência ao desgaste e ao impacto, tendo como matéria prima as chapas de alta resistência QUARD e QUEND.

O certificado garante a qualidade, origem e rastreabilidade das chapas, concedida pela usina da NLMK Clabecq, na Bélgica. O aço de alta resistência e baixa liga (HSLA) exige um grau de capacitação técnica elevado, que pode ser garantido e certificado no Brasil graças ao programa “QUARD at Work".

Assim, com o objetivo de oferecer parceria as empresas que estão no mercado de processamento e beneficiamento de aços dessa qualidade e/ou querem se desenvolver nessa atividade, a NLMK passou a oferecer no Brasil esse programa. 

Uma parceria “ganha-ganha”, em que a multinacional oferece suporte técnico avançado, estoque e condições comerciais especiais para que as empresas parceiras possam atender o mercado de blanks, peças cortadas e fabricadas sob desenho, tendo como matéria prima os aços QUARD e QUEND.

Gerente Nacional de Vendas da NLMK, Redelvim Andrade informa que, atualmente, sete grandes empresas brasileiras já aderiram ao certificado. “Havendo interesse por parte de alguma empresa, a equipe da multinacional marca uma reunião para ouvir as demandas do cliente, conhecer sua estratégia comercial, os profissionais envolvidos, para em seguida avaliar se há um senso comum para formalização da parceria”, destaca.

Andrade conta que as vantagens são muitas para as empresas que desejarem aderir ao programa "QUARD at Work". “Suporte técnico de engenharia para o desenvolvimento de algum produto; indicação de qual tipo de aço é melhor em cada aplicação; treinamento sobre beneficiamento de aços de alta resistência (corte, solda, usinagem, dobra); estoque dedicado e condições comerciais especiais são algumas delas”.

O programa "QUARD at Work" pretende dar segurança extra os clientes finais de que as peças/blanks beneficiados/cortados que eles compram serão realmente fabricados em aços de altíssima qualidade como o QUARD e QUEND. “Temos condição de fazer toda a rastreabilidade das chapas que serão utilizadas para fabricação dos produtos que serão entregues no mercado. Por isso, as empresas parceiras do programa "QUARD at Work" recebem uma “certificação” da NLMK, que controla a matéria prima e entrega produtos de alta qualidade”, finaliza.

A Novolipestsk Steel, ou NLMK, possui um dos mais eficientes sistemas integrados de aço do mundo. Seus produtos de alta qualidade são utilizados em vários segmentos da indústria, de construção a engenharia de fabricação de equipamentos para geração de energia e turbinas eólicas. Com bases de produção localizadas na Rússia, Europa e Estados Unidos, a companhia é considerada uma das mais rentáveis do mundo.

Sua usina em Clabecq, na Bélgica, é uma das maiores produtoras de aço de alta resistência do planeta. Conhecidas como chapas QUARD e QUEND, elas são produzidas com minério de ferro puro, enquanto outras chapas concorrentes são produzidas com sucata reciclada. Isso torna as chapas da NLMK as mais puras e top da linha premium que estão disponíveis no mercado brasileiro. 

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O crescimento em veículos EV e híbridos ajudam a impulsar a demanda de polímeros

A pandemia não afetou o setor automotivo. A CHINAPLAS acontece entre 13 a 16 de abril de 2021 e traz novidades sobre o setor automotivo e tecnologias que estão ajudando a habilitar os novos veículos de amanhã.

Em um relatório recente, a empresa francesa de dados automotivos e pesquisa de mercado Inovev projetou que a produção mundial de automóveis cairia 17% durante todo o ano de 2020, representando uma perda de 15 milhões de veículos em comparação com 2019 e retornando o volume aos níveis de 2011.

A tendência crescente para veículos elétricos (EVs) e veículos autônomos estão criando oportunidades para novas e crescentes aplicações para uma variedade de plásticos avançados e materiais compostos. Nos EUA, Pete Buttigieg, nomeado do presidente eleito Joe Biden para secretário de transportes, declarou que deseja ajudar a colocar “milhões de carros elétricos” nas estradas dos EUA.

Esse crescimento ajudará a impulsionar ainda mais setores como o mercado de radar automotivo intensivo em polímeros, que deve chegar a US $ 12,2 bilhões até 2025, crescendo a uma taxa composta de crescimento anual de 20,8%, de acordo com Grand View Research Inc.

Jeff Stout da Yanfeng Automotive Interior Systems Co. Ltd. destaca “algum tempo, em um futuro não muito distante, o interior irá parecer completamente diferente e o caso de uso será completamente diferente, mas ainda será tudo de plástico.”

EVs e veículos híbridos exigem plásticos leves, duráveis ​​e resistentes a altas temperaturas, bem como tecnologia para moldar componentes eletrônicos integrados ao crescente número de telas sensíveis ao toque e opções de iluminação embutidas que estão encontrando uso em cabines internas.

A Covestro AG, sediada na Alemanha, adotou uma estratégia de mono-material, combinada com moldagem multi-shot e montagem in-mold, para desenvolver um farol multifuncional para veículos com vários benefícios. Esse novo conceito de design reduz o número de componentes de mais de 50 para cinco, é significativamente menos caro para fabricar, pesa menos e é mais sustentável do que os modelos atuais.

Envolve o uso extensivo de policarbonato (PC), incluindo o Makrolon TC 8030 da empresa, um PC termicamente condutor de última geração. A empresa ressalta que desenvolveu este novo conceito de design inicialmente com os veículos elétricos em mente, porque o policarbonato pode ser suscetível a vários produtos químicos e óleos que existem nos motores a gás de combustão interna (IC). A empresa continua a trabalhar em maneiras de proteger a parte traseira do módulo da exposição química, o que permitiria que o novo design do farol funcionasse igualmente bem com os motores IC.

Já o laboratório de polímeros da Volkswagen na América, está trabalhando para criar soluções inovadoras para ajudar a tornar os carros mais leves e mais econômicos. “Temos que incorporar peças mais leves para ajudar a compensar o peso das pesadas baterias do carro”, afirma a especialista em avaliação laboratorial da VW, Ellen Collins.

Collins destaca ainda que acredita que os polímeros são o futuro. “Esperamos que todas as montadoras estejam adotando a mesma abordagem, porque quanto mais cedo eles reduzirem o peso de seus veículos, mais rápido poderemos trabalhar para reduzir nossa pegada de carbono.”

A Continental Structural Plastics Inc. (CSP), junto com a Teijin Ltd., revelou recentemente um invólucro de bateria EV multimaterial avançado que pode ser moldado em qualquer número de formulações compostas proprietárias do CSP. O invólucro da bateria do veículo elétrico de vários materiais do CSP é 15% mais leve do que uma caixa de bateria de aço. Embora tenha peso igual a uma caixa de alumínio, CSP diz que essa caixa oferece melhor resistência à temperatura do que o alumínio, especialmente quando usada com seu próprio sistema de resina fenólica patenteado.

A Sabic revelou dois novos compostos LNP STAT-KON de absorção de radar para sensores de radar automotivos, expandindo significativamente seu portfólio desses materiais especiais. Os novos graus, que são baseados em resina de polibutileno tereftalato (PBT) podem ser usados ​​para integração com radomes fabricados com material PBT, que pode fornecer resistência superior a produtos químicos automotivos.

E a BASF da Alemanha, por sua vez, também está se esforçando para aplicar seus materiais em soluções criativas relacionadas aos setores de EV. A empresa afirma que fez parceria com duas empresas japonesas para criar um carregador sem fio autônomo conceitual que visa atender à crescente demanda por soluções de infraestrutura de carregamento.

A BASF afirma que seu tereftalato de polibutileno Ultradur (PBT) e poliamida Ultramid (PA) são usados ​​na caixa do radar do carregador móvel, sensores lidar, películas protetoras e outros componentes e dispositivos elétricos. Dr. Hisashi Taniguchi, fundador e CEO da ZMP Inc., salienta que o MobiPower permite atender a uma grande demanda de mercado. “Com uma solução de recarga conveniente que é robusta o suficiente para abrigar componentes sofisticados e sensores combinando 5G, e recursos de IA, além de ser durável o suficiente para ambientes externos. A BASF expandiu minha criatividade e a possibilidade de nossos robôs.”

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O equipamento é capaz de selecionar impurezas melhorando o fluxo de produção dos produtos

As selecionadoras ópticas são máquinas que determinam a pureza do produto de entrada com precisão. A selecionadora óptica pode ser desenvolvida para aplicações de seleção de cores mais complexas, com sistema que envolve vários comprimentos de ondas.

Com base na cor, na forma ou nas suas características ópticas, os elementos indesejáveis são reconhecidos e expulsos do fluxo de produção, podendo ainda oferecer soluções eficazes na área de produto às empresas de processamento. O equipamento é capaz de verificar produto branqueado, não branqueado e também congelado.

As selecionadoras ópticas são utilizadas pelas empresas de processamento que podem instalar o classificador em qualquer ponto da linha. As principais áreas de aplicação são para empresas da área alimentícia, para legumes frescos e congelados, frutas e outros.

Existem selecionadoras ópticas diferentes, e cada uma com a sua função, sendo a selecionadora óptica mini, uma pequena máquina selecionadora de grãos com um só canal, e ela é capaz de remover as impurezas e dar assistência rápida na seleção de colheitas em pequenas fábricas.

A selecionadora óptica de múltiplos canais é uma máquina econômica, feita para colheitas ou pequenas partículas, com diversas unidades selecionadoras verticais. Está máquina pode ser usada para separa arroz, feijão, sementes, plásticos e pequenos minerais.

Já a selecionadora óptica multifásica vertical é desenvolvido para selecionar vários tipos de produtos em folhas. São utilizadas para melhorar a qualidade do produto.

A selecionadora óptica horizontal possui além da seleção vertical, a capacidade de separar materiais leves ou frágeis. Essa máquina também consegue customizar selecionadoras por cores, proporcionando capacidades ainda maiores de seleção.

E a selecionadora óptica horizontal raio-X, é uma máquina que utiliza filme de raio-X para analisar e rejeitar materiais defeituosos e impurezas. Essa máquina é adequada para detecção e rastreio de materiais densos, como plástico rígido. No momento a selecionadora óptica raio-X é muito utilizada no processo de purificação de carvão e seleção de materiais de embalagem.

Pesquisa da CNI discute como o processo pode aumentar a produtividade e o crescimento econômico diante a crise do novo coronavírus

Após o mundo entrar em crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, a indústria brasileira vem traçando estratégias de recuperação e aposta em reforçar a internacionalização das empresas. Essa saída é importante no contexto de reestruturação das cadeias de suprimentos internacionais e exige que as empresas brasileiras estejam posicionadas para atender a demanda.

O reforço e o investimento no comércio exterior expandem a demanda pelo produto nacional e instigam a competitividade interna e externa da indústria. Esse é um processo fundamental para aumentar a produtividade e acelerar o crescimento econômico.

Entre as propostas elaboradas pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) para a retomada da economia, está a necessidade de modernizar o financiamento público para as exportações e reduzir a burocracia e os custos do comercio exterior. "Nas duas últimas crises econômicas (2008/2009 e 2014/2016), a exportação teve papel fundamental como alavanca para a retomada do crescimento. Na crise de 2020 não é diferente. Por essa razão, precisamos utilizar ao máximo o potencial da demanda externa para auxiliar a retomada da economia brasileira", destaca o diretor de desenvolvimento industrial da CNI, Carlos Abijaodi.

A CNI também elaborou a Agenda Internacional da Indústria, produzidos a partir de ampla consulta ao setor privado brasileiro nos últimos meses de 2019, quando a crise da Argentina e a desaceleração do crescimento da China já impunham desafios ao comércio exterior brasileiro.

A publicação reúne 109 ações, distribuídas em 4 eixos; política comercial, serviços de apoio à internacionalização, ações em mercados estratégicos e cooperação internacional.

Abijaodi afirma que ainda falta uma estratégia nacional de comércio exterior com metas e prazos bem definidos, considerando que as exportações serão um dos poucos motores de retomada do crescimento após o fim da pandemia.

Os danos causados pela pandemia ainda impõem alguns obstáculos para o desenvolvimento do comércio exterior. "Com a pandemia, os desafios para se posicionar no exterior são ainda maiores porque é uma crise global. Na prática, todos os mercados estão retraídos e o desafio de vender é maior. As dificuldades de começar agora são maiores que no passado", explica o presidente do fórum das empresas transnacionais da CNI e CEO da empresa Stefanini, Marco Stefanini.

Um dos desafios do país é eliminar o resíduo tributário na exportação e assegurar a manutenção e pleno funcionamento dos instrumentos de financiamento e garantias. No médio prazo, é importante que o Brasil continue avançando nas agendas de facilitação de comércio, com a modernização da aduana, e de acordos comerciais, com a abertura de novos mercados.

De acordo com dados do estudo desempenho da indústria no mundo, feito pela CNI, a indústria brasileira é a 16ª em participação na produção mundial do setor. Até 2014, o Brasil estava entre os 10 maiores produtores no ranking mundial. Em trajetória de queda desde 2009, a participação do Brasil na produção industrial mundial caiu de 1,24%, em 2018, para 1,19%, em 2019.

A participação nacional nas exportações, que já havia recuado de 0,91% para 0,88%, de 2017 para 2018, manteve o viés negativo e ficou em 0,82%, em 2019, igualando o menor patamar da série histórica, registrado em 1999.

O estudo aponta que, com a nova retração em 2019, a indústria nacional passa a ocupar a 16ª posição global. O desempenho das exportações da indústria de transformação brasileira retrata a perda de competitividade. "O cenário torna ainda mais urgente a aprovação de reformas e legislações que destravem a economia brasileira e aumentem a competitividade da indústria nacional. Essas são iniciativas essenciais para restabelecer condições para a indústria brasileira voltar a competir internacionalmente", comenta o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

No atual cenário, a definição de políticas públicas de financiamento e garantias de crédito às exportações se torna ainda mais importante para a indústria. Para que as empresas brasileiras possam competir em condições de igualdade com seus concorrentes no comércio internacional, elas precisam de um sistema público de financiamento e garantias às exportações que proporcione segurança para a realização dos investimentos.

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Polímeros artificiais podem ser moldados na cor desejada pelo cliente

As resinas são polímeros artificiais que a certas temperaturas apresenta alta viscosidade e proporciona que ela seja moldada facilmente e podem ser dividas entre resinas termofixas e resinas termoplásticas.

As resinas termofixas são aquelas que endurecem quando tem contato com calor, e o filme final e insolúvel. Já as resinas termoplásticas, podem ser remoldadas quando aquecidas.

As resinas tingidas são aqueles produtos que conferem propriedades específicas aos termoplásticos, e podem ser incorporados aos masterbatches e compostos. No tingimento de resinas, elas podem ser tingidas na cor e na quantidade desejada do cliente, podendo ser aditivada ou não, dependendo do produto final. A aplicação das resinas tingidas serve para aquelas empresas que preferem resinas já pigmentadas na cor do produto que possui dificuldade de obter uma boa homogeneização em seu processo, como o ABS ou PSAI.

Em demandas onde a utilização dos masterbatches ou compostos podem ser limitados, por algum fator, é possível utilizar a resina tingida, e pode também aditivar de acordo com as especificidades dos clientes. A resina tingida pode ser elaborada sob medida para cada aplicação, sempre seguindo os mesmos critérios de cor e propriedades de performance, e não é necessário misturar ou homogeneizar a resina com mais nenhum produto.

As resinas tingidas necessitam de um estoque mínimo de cada composto colorido, e por ser um concentrado de pigmento, oferece mais ganhos na limpeza da produção.

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O tratamento de superfícies é realizado com o intuito de impedir que os materiais tenham corrosão, oxidação, para assim oferecer mais resistência e durabilidade às suas peças. O processo é realizado em peças de aço, alumínio, cobre e bronze. O tratamento de superfície consiste em um processo de revestimento, aplicado em determinada peça, dando uma camada protetiva.

Dentre os meios de tratamento de superfícies, são realizados os eletrolíticos e os autocalíticos. O tratamento é realizado com os seguintes materiais, o níquel químico, níquel duro e o cromo duro.

Aplicações

O tratamento de superfícies é aplicado em diversos tipos de materiais, que são produzidos em aço, cobre, alumínio e/ou qualquer outro tipo de metal. Entre os equipamentos, encontram-se máquinas e ferramentas de corte, molas e engrenagens.

Componentes

A realização do tratamento de superfícies é feita com um “banho” no material, fazendo assim o revestimento da peça metálica e aumentando a proteção e durabilidade. O tratamento eletrolítico é realizado através do uso de corrente elétrica, já o autocalítico não utiliza a corrente elétrica. O tratamento de superfície pode ser realizado com diferentes materiais, sendo os mais utilizados, o níquel químico, o níquel duro, o níquel com interdifusão e o cromo duro.

Filme plástico pode ser reciclado e transformado em produtos

O material plástico desenvolvido, vem sendo muito utilizado para proteção contra o novo coronavírus, embalando objetos diversos. O que muitos não sabem é que esse produto pode ser totalmente reciclado após o uso e transformado em outros itens, como solas de sapatos, tapetes, pisos e mangueiras.

Para descartar o filme plástico corretamente e permitir seu reaproveitamento é preciso encontrar o ponto de coleta mais próximo e através do site é possível encontrar o local mais próximo.

Indústria de plástico comemora redução de imposto para importar PVC

A Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) celebrou a resolução da Câmara de Comércio Exterior, a Camex, de redução da alíquota de importação do PVC, de 14% para 4%. Para a entidade que representa o setor de transformação do plástico, a decisão contribui para a correção do problema estrutural do monopólio com mercado fechado, estabelecido há cerca de 15 anos.

A redução tarifária do PVC – utilizado para equipamentos médico-hospitalares e medicamentos, produtos fundamentais no enfrentamento da pandemia vale pelo período de 3 meses, prorrogáveis por igual período, caso o Ministério da Economia entenda que seja necessário.

Casa foi construída com 18 toneladas de plástico reciclado

Uma empresa da Grã-Bretanha construiu uma casa com 18 toneladas de plástico reciclado. A companhia Affresol desenvolveu uma tecnologia que transforma plástico e minerais num material batizado de Thermo Poly Rock, que poderia revolucionar a indústria de construção, informa a BBC.

O projeto, apoiado pelo governo e por organizações ambientais, já lançou uma linha de casas verdes e construções modulares portáteis de quatro toneladas. A Affresol afirma que o processo tem baixo consumo de energia e transforma plástico num material durável e resistente. As placas de Thermo Poly Rock formam as paredes de sustentação da casa, que pode ser coberta externamente com tijolos ou pedra, enquanto o interior pode ganhar uma camada de isolamento térmico e ficar com a mesma aparência de uma casa tradicional. As telhas também são feitas de material reciclado.

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A singularidade do ano de 2020, devido à pandemia do coronavírus, exigiu adaptação, flexibilidade e agilidade dos setores econômicos e de toda a sociedade. Ao fazer o balanço do ano, o Sindiplast-ES (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Espírito Santo) destaca que, apesar dos diferentes desafios enfrentados pelos empresários do setor, o ano trouxe novos olhares e potencial de resolutividade diante do cenário adverso provocado pela pandemia.

Enfrentados os obstáculos e com as empresas mais adequadas às novas rotinas vindas com a pandemia, os empresários do setor de Plásticos se mostram otimistas quanto ao ano de 2021. O diretor da Plastin, Neviton Gasparini, acredita que as demandas até então retraídas irão refletir no crescimento da economia.

O diretor destaca que Dois mil e vinte foi um bom ano. “Conseguimos investir em melhorias na fábrica, com a compra de novos moldes e equipamentos periféricos. Espero que 2021 seja o ano da virada e que a economia volte a crescer. Estamos otimistas, trabalhando com uma perspectiva de crescimento em torno de 20 a 30%”, afirma.

O diretor da Fibrasa e vice-presidente do Sindiplast-ES, Giuliano de Castro, também destaca que o ano foi de demandas acima da expectativa para a empresa que, além de atuar na produção de embalagens de alimentos, também fornece baldes industriais para tintas e produtos químicos.

Castro conta que “estamos em um mercado em que a demanda é contínua, por isso, nossa expectativa de crescimento é de 20 a 30% em nossas plantas do Espírito Santo e do Nordeste. Em 2020, o plástico saiu de uma posição de vilão para solução no combate à pandemia, devido a sua proteção e assepsia. O setor, de uma maneira geral, teve um ano positivo. Nosso maior impacto foi a falta de insumos para atender às demandas”.

Como representante do setor de transformados plásticos do Espírito Santo, o Sindiplast-ES também precisou se adequar às necessidades dos associados. O presidente da entidade, Jackley Maifredo, destaca que o ano foi proveitoso, com a conquista de três novos associados, a redução de 57% nos gastos da entidade, a promoção de qualificações para os associados, a representação do setor em rodadas de negócios, a integração com outros sindicatos, a defesa da economia circular perante a sociedade, empresariado e poder público, entre outras ações.

O presidente saliente que “mantiveram a defesa de interesse do setor junto ao Governo do Estado, municípios e a Assembleia Legislativa do Espírito Santo (ALES); iniciamos uma Pesquisa de Remuneração e Benefícios nas empresas do setor; promovemos o estímulo à inovação, por meio do Prêmio InovaPlast e da divulgação e incentivo à participação dos associados em editais de inovação; e lançamos um novo modelo de programa de conscientização ambiental para recolhimento de tampinhas plásticas, o Programa Tampinha do Bem”.

O gestor ainda destaca como realizações a Semana do Plástico 2020 em modo semipresencial; a integração de consultores voluntários para atuarem como mentores de diversas áreas no sindicato; o resgate do Grupo de Boas Práticas de RH do Sindiplast-ES; a integração e otimização da comunicação do sindicato e a retomada das visitas às indústrias do setor, com a produção de entrevistas que foram disponibilizadas no site do Sindiplast-ES.

Maifredo finaliza “tivemos o desafio de estimular os associados a se reinventarem diante da pandemia e lidamos com a escassez e aumentos desproporcionais de matéria-prima, mas o setor, de maneira geral, reagiu positivamente ao cenário provocado pela pandemia. Agora, nossa expectativa é que, com o início da vacinação, ocorra a retomada do desenvolvimento da economia e que o Sindiplast-ES continue apresentando o valor do setor e a importância da representatividade para seus associados e a sociedade”.

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O tratamento de níquel químico garante resultados positivos para a sua peça, em relação a propiciar uma camada protetora contra corrosão, resistente à abrasão e com plena aderência às peças metálicas. Com isso, é possível obter maior durabilidade e qualidade.

Os níqueis químicos possuem diferentes tipos, com alto teor de fósforo e com baixo teor, onde cada um oferece resistências diferentes para as peças.  No tratamento de superfícies níquel químico, as peças metálicas são imersas em uma solução aquosa, estando presente a reação autocatalítica dos sais de níquel com um hipofosfito de sódio, que é um redutor. Assim, o processo de tratamento superficial níquel químico dispensa a necessidade de corrente elétrica.

Aplicações

O tratamento de superfícies a base de níquel químico é realizado em diversos tipos de peças metálicas, como aços, bronze, latão, alumínio e outros. Com o tratamento, a durabilidade e resistência do material será elevada, evitando oxidação, corrosão e outros problemas que podem surgir e danificar suas peças.

Ainda com o tratamento superficial níquel químico, é possível obter um acabamento estético com proteção por isolamento devido ao fato de que as camadas níquel-fósforo possuem estrutura densa e amorfa, excluindo qualquer chance de porosidade.

Componentes

No tratamento de superfícies com níquel químico é realizado um “banho” na peça metálica, aumentando assim a sua durabilidade. Com esse tratamento, não a necessidade de corrente elétrica e as suas peças serão indicadas para ambientes mais adversos, como indústrias petrolíferas.

As máquinas termoformadoras são equipamentos que usam um processo térmico para produzir as peças, e de acordo com as suas aplicações, normalmente geram produtos finais diretamente utilizáveis, ou seja, não necessita de mais etapas de processamento.

O processo de termoformação consiste em alimentar um produto semiacabado na máquina para assim moldá-lo novamente com energia térmica, e na maioria dos casos, o produto semiacabado é um filme plástico.

As termoformadoras são métodos de transformação de polímeros por meio do aquecimento de chapas termoplásticas, com posterior moldagem por pressão positiva ou negativa. Nas modalidades, a termoformagem pode ser definida por posicionamento da chapa termoplástico na estrutura de moldagem; aquecimento da chapa termoplástica; conformação do material por pressão positiva ou negativa; resfriamento; e extração do produto.

A diferença entre os processos está na fase de comformação, que pode ser efetuada por movimentação mecânica positiva ou negativa em relação ao molde, sucção a vácua que é a pressão negativa, a compressão que é a pressão positiva ou atividade combinada com mais de uma ação.

Uma série de produtos pode passar pelo processo de termoformação, como a aplicação de filme plástico, copos plásticos, itens para embalar brinquedos e itens para embalar alimentos. O processo traz vantagens de menor custo de equipamento, possibilidade de menores espessuras, capacidade de moldar peças de grandes superfícies, e reduz o tempo de desenvolvimento de um produto.

As máquinas termoformadoras foram desenvolvidas para trabalhar com alta produtividade, fazendo as mais diversas formas e tamanhos para embalar e com a mesma máquina pode-se fazer vários modelos diferentes.

As termoformadoras podem ser feitas com alguns equipamentos opcionais como sistema de insuflação de ar, selagem com vácuo, sistema de encaixotamento integrado na esteira de saída.

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