Buscando destaque em seu mercado para recuperar as propriedades físicas das resinas, a Retilox Química desenvolveu o RETIPLAST PE L, um aditivo em forma líquida, indicado para redução de fluidez do polietileno (PE) de sopro e de extrusão.
A Retilox é uma empresa líder na fabricação de especialidades químicas e aditivos exclusivos feitos para modificação dos mais diversos polímeros.
Dentro das aplicações, quando utilizada na reciclagem do PE, esse aditivo pode ser utilizado como excelente alternativa para melhorar propriedades físicas da resina. Ele pode ser aplicado entre 0,1% e 0,6% e com isso possibilita a redução de custos.
O índice de fluidez de um aditivo serve para o controle de qualidade e para qual processo o plástico será destinado, por exemplo os plásticos de baixa fluidez pode ser utilizados em processos de extrusão, enquanto os plásticos de alta fluidez pode ser utilizados em processos de moldagem por injeção.
Enquanto na extrusão de tubos, perfis e outros artefatos e materiais soprados, o aditivo RETIPLAST PE L adicionado ao PE oferece ganhos em abrasão, deformação e solda a frio.
Os benefícios desse aditivo para a indústria do plástico podem ser vistos dentro de suas diversas aplicações. O aditivo pode ser utilizado em materiais extrudados como tubos, perfis, XLPE e materiais soprados que requeiram ganhos em propriedades físicas.
Assim a utilização desse aditivo pode resolver por exemplo, o problema de empilhamento de bombonas, dando maior resistência e assim, melhorando a funcionalidade do seu produto. A importância de saber o índice de fluidez do PE, é antecipar e controlar o processamento do polímero.
O RETIPLAST PE L se apresenta como uma grande alternativa ao mercado para trabalhar com PE reciclado, trazendo a manutenção das propriedades físicas do PE virgem e redução de custos.
Além do RETIPLAST PE L, a Retilox também já mostrou os benefícios do aditivo para aumento de fluidez do PP, que é destinado para a alteração do polipropileno. Esse aditivo permite alterar com facilidade a fluidez do PP, trazendo um ótimo custo benefício.
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SAS Plastic dobra seu parque fabril e projeta crescimento de 35% para 2021
A SAS Plastic dobrou a área de seu parque fabril, de 2500 metros quadrados para 5500 graças a um crescimento de 15% dos negócios em 2020, mesmo durante a pandemia do novo coronavírus. Os bons resultados permitiram uma projeção de crescimento de 35% para este ano e de 100% para os próximos cinco. As metas foram estipuladas com base na expansão de seu parque fabril, nas perspectivas de novos mercados em desenvolvimento e em ações para melhoria de processos e resultados, como um planejamento estratégico envolvendo todos os setores fabris.
Além do setor moveleiro, para o qual são fornecidos produtos de zamak, de aço, de plástico e kits de ferragem, a SAS Plastic atua em outros segmentos, como o setor hospitalar, linha de utensílios domésticos, linha mecânica, automotiva e agrícola, com o desenvolvimento de soluções específicas para os clientes em diversas formas. Toda essa produção demanda cuidado com o meio-ambiente, o que tornou a empresa modelo. Todos os materiais oriundos de seu processo produtivo são reciclados.
Covestro colabora com indústria brasileira Beira Rio
Junto com a fabricante brasileira de calçados Beira Rio, a Covestro está desenvolvendo sapatos conceito que combinam design pioneiro com soluções de materiais inovadoras e mais sustentáveis. O resultado é uma solução geral mais sustentável com desempenho superior e muitas possibilidades de design.
Ambos os sapatos apresentam produtos Covestro derivados de matérias-primas alternativas, como CO2, biomassa e resíduos de plástico. Um recurso valioso, pois fornecem carbono que pode ser utilizado de forma benéfica em uma economia circular, em vez de serem lançados na atmosfera como gás residual. A companhia é pioneira no uso dessas matérias-primas para reduzir sua dependência de materiais fósseis e aumentar a sustentabilidade da cadeia de valor.
Evonik recebe prêmio de sustentabilidade
A agência de rating EcoVadis concedeu a classificação platina ao desempenho da Evonik do ponto de vista da sustentabilidade. Com essa nota, a Evonik se situa entre o grupo superior de 1% das empresas avaliadas pela agência, tanto no setor químico quanto em todas as demais indústrias. Além de focar sua própria produção e próprios processos de negócio, sua atenção também se volta para a cadeia de fornecimento e para os benefícios dos produtos e aplicações no lado dos clientes. Evonik acredita que o prêmio da EcoVadis confirmou o seu comprometimento.
A EcoVadis Sustainability Assessment avalia o desempenho das empresas do ponto de vista da sustentabilidade nas dimensões, meio ambiente, trabalho e direitos humanos, ética e compras sustentáveis. A avaliação também inclui informações de mais de 2.500 fontes disponíveis ao público. A recém-incluída classificação platina permite fazer uma diferenciação mais precisa entre o desempenho em sustentabilidade das empresas.
Indústria promove a reciclagem de mais de 3 mil toneladas de plástico
O grupo Raymundo da Fonte, dono das marcas Brilux, Minhoto, Even e Sonho, já financiou a reciclagem de 3,6 mil toneladas de plástico, equivalente a 22% das suas embalagens plásticas. A iniciativa acontece desde agosto de 2019 em parceria com o projeto socioambiental EuReciclo, que conecta a indústria às cooperativas de reciclagem, gerando renda e sustentabilidade através da coleta, triagem e destinação de embalagens descartadas.
Neste período, a empresa repassou R$319 mil para 17 cooperativas, em 12 estados brasileiros como Bahia, Pernambuco e Ceará. O grupo diz que através da parceria com a EuReciclo, estão conectados a uma cadeia produtiva de cooperativas e catadores, que vivem através dessa renda e ajudam a dar um destino sustentável às embalagens plásticas.
Nova data das feiras Expobor e Pneushow em 2022
A 14ª edição das feiras Expobor (Feira Internacional de Tecnologia, Máquinas e Artefatos de Borracha) e Pneushow (Feira Internacional da Indústria de Pneus) será realizada de 22 a 24 de junho de 2022,no Expo Center Norte, São Paulo.
Em 2022, a Expobor e a Pneushow representarão um marco estratégico para a retomada econômica dos setores da borracha e do pneu. As feiras se darão em um ambiente seguro, com protocolo sanitário elaborado pela Francal Feiras e atendendo às recomendações sanitárias que estiverem em vigor à época de sua realização.
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As soluções em EPS da Termotécnica garantem manutenção do resfriamento da fruta, frescor e qualidade nutricional
A produção de frutas para o mercado externo seguiu firme em 2020 e alcançou a marca de mais de 1 milhão de toneladas exportadas, crescimento de 6% em relação ao ano anterior. O setor faturou 875 milhões de dólares, 3% a mais que em 2019.
Com uma participação cada vez maior neste setor, a Termotécnica vem registrando aumento no fornecimento de conservadoras para exportações de frutas in natura como limão, uva, manga e, mais recentemente, no início de 2021, também para o figo. Cargas aéreas de figos frescos estão sendo despachadas para Europa e para o Canadá nas conservadoras em EPS DaColheita.
O diretor comercial da Adelpho Frutas, Luis Christofoli, aponta as vantagens das conservadoras em EPS DaColheita em relação a outros tipos de embalagens “O que percebemos logo de início com o uso das conservadoras em EPS para acondicionamento dos figos é a aparência. As frutas parecem mais limpas e higienizadas. Outra vantagem você sente na câmera fria. A fruta resfria muito mais rápido do que nas embalagens de papelão o que se traduz em maior durabilidade e qualidade durante todo o armazenamento e transporte. Além disso, as conservadoras em EPS são mais leves. E com a cotação do dólar e os fretes aéreos nas alturas, essa característica garante maior economia para o importador”.
Desenvolvendo soluções de conservadoras em EPS com a marca DaColheita, a Termotécnica tem trabalhado com produtores e traders parceiros para contribuir com a ampliação da participação das frutas brasileiras nos mercados externos. De acordo com o diretor superintendente da Termotécnica, Nivaldo de Oliveira, a solução de conservadoras em conjunto com os pallets, ambos de EPS, proporcionam uma redução de até 70% no peso total das cargas em relação a outros tipos de embalagens, além de uma significativa economia no frete aéreo.
Para atender mercados exigentes, os exportadores brasileiros estão priorizando a qualidade em relação à quantidade. Os produtores de frutas para exportação buscam cuidados com o pós-colheita além da excelência em todas as etapas de produção.
As frutas premium tipo exportação exigem cuidado, desde a seleção na hora da colheita até a sua exposição para o consumo. Nesse sentido a escolha da embalagem adequada é de extrema importância para manutenção térmica durante todo o processo e garantia de um produto de qualidade no PDV (ponto de venda).
Nivaldo de Oliveira reforça que a embalagem é um veículo importante de posicionamento, comunicação destes benefícios e agregação de valor. “Toda a tecnologia de conservação e o design das soluções da empresa em EPS DaColheita propiciam aos clientes comunicar ao mercado esses diferenciais de qualidade das frutas brasileiras tipo exportação”.
Com o aumento da preocupação com a segurança sanitária, os consumidores dos países mais desenvolvidos querem os produtos prontos para consumo, evitando ao máximo a manipulação. “As nossas conservadoras têm esse apelo de limpeza, leveza, praticidade e design para exposição das frutas no PDV ou para entrega por delivery via e-commerce. Ou seja, as nossas conservadoras DaColheita performam em toda a cadeia: do embalamento da fruta, à facilidade e custo/benefício logístico de transporte e armazenamento, até o varejo e, finalmente, até a mesa dos consumidores”, afirma o diretor.
A Termotécnica conquistou a premiação WorldStar, concedida pela WPO (World Packaging Organization), um dos mais importantes reconhecimentos do mercado de embalagens, nas categorias Food e Save Food. Com esse reconhecimento, a Termotécnica consolida-se como referência mundial em soluções pós-colheita contribuindo para que os chamados FFLVs (flores, frutas, legumes e verduras) brasileiros ganhem mais destaque nos mercados internacionais e combatendo o desperdício de alimentos.
No que se refere a manutenção do shelf-life (frescor, aspecto visual e qualidade nutricional), as frutas desidratam menos, chegam à temperatura desejada mais rápido e mantêm o frio por mais tempo. As soluções pós-colheita da Termotécnica ampliam em até 30% o shelf-life das frutas mantendo suas propriedades nutricionais por mais tempo. Testes de transporte e armazenamento de figos realizados com as conservadoras DaColheita concluíram que ela é a melhor opção no comparativo com caixas de papelão, conservando o frescor da fruta por muito mais tempo.
As conservadoras DaColheita reduzem a perda de vitaminas e da umidade das frutas, ampliando a sua resistência, além de não liberar resíduos e fungos nos alimentos. Sua estrutura diminui o risco de avarias durante a movimentação, absorvendo melhor os impactos e reduzindo a perda de carga por danos.
Certificados por testes em laboratórios europeus (AgroTropical e HDG), esses resultados conferem redução de perdas e desperdício de alimentos, o que torna a linha DaColheita sustentável e adequada para acondicionar as frutas da colheita até o consumidor, reduzir a absorção de impactos no transporte e melhorar a exposição no varejo.
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A Evonik foi uma das poucas empresas a oferecer uma perspectiva para o ano inteiro. Com EBITDA de 1,91 bilhão de euros e vendas de 12,2 bilhões de euros, a meta foi plenamente atingida.
O EBITDA ajustado recuou 11% na comparação com o ano anterior, enquanto as receitas das três divisões de crescimento Specialty Additives, Nutrition & Care e Smart Materials caíram somente 3%. Essas três divisões atualmente respondem por cerca de 95% das receitas das atividades operacionais. No ano anterior, a Evonik registrou um EBITDA ajustado de 2,15 bilhões de euros e vendas de 13,1 bilhões de euros.
A presidente da diretoria executiva da empresa, Christian Kullmann, acredita que passaram no teste de resistência da pandemia, superaram a crise com sucesso e cumpriram o que prometeram. “Estamos no meio desse processo de transformação, que continuaremos impulsionando e que vai gerar um novo crescimento em 2021 e além”.
Os projetos de crescimento incluem a ampliação da produção de lipídios especiais, que são essenciais para vacinas contra o novo coronavírus baseadas em mRNA.
Além da produção nos Estados Unidos e no Canadá, a Evonik também está ampliando as suas unidades produtivas nos parques químicos na Alemanha, que devem produzir lipídeos em quantidades comerciais já na segunda metade de 2021.
O novo complexo de produção da empresa para poliamida 12, usada em mercados de crescimento como a impressão 3D, também ficará pronto este ano. Cerca de 35% das vendas da Evonik são geradas atualmente em produtos que oferecem benefícios de sustentabilidade superiores aos clientes.
No campo das tecnologias futuras, as soluções de próxima geração são necessitadas com urgência. A Evonik continuará aumentando a proporção das vendas decorrente desses produtos nos próximos anos.
Para 2021, a empresa estima que o EBITDA ajustado suba para 2,0-2,3 bilhões de euros. A expectativa em relação às vendas se situa entre 12-14 bilhões de euros e a taxa de conversão de caixa em torno de 40%. No primeiro trimestre deste ano, a empresa espera um EBITDA ajustado de, no mínimo, 550 milhões de euros.
No ano passado, a companhia aumentou o seu fluxo de caixa livre para 780 milhões de euros e a taxa de conversão de caixa para mais de 40%. Ute Wolf, CFO da Evonik diz que a empresa aumentou a previsão de fluxo da caixa livre duas vezes durante o ano e acabaram até mesmo excedendo a última previsão. “Nossa perspectiva aponta para uma direção clara: esperamos um crescimento nas receitas, uma taxa de conversão de caixa persistentemente alta e, em razão disso, um aumento no fluxo de caixa livre em 2021”.
A receita líquida do ano de 2020 recuou para 465 milhões de euros. Em 2019, o valor era de 2,1 bilhões de euros, número que incluía os recursos da venda do negócio de metacrilatos.
A companhia acredita em continuidade no que tange aos dividendos. Nos negócios com superabsorventes, a utilização da capacidade em elevação, mas ainda abaixo da média, na indústria exerceu impacto negativo. O EBITDA ajustado recuou 65% para 88 milhões de euros.
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A divisão química da Milliken & Company se juntou à Organização Global para PHA (GO! PHA) com o intuito de ajudar nos desafios de desenvolvimento técnico e de mercado relacionados aos biopolímeros biodegradáveis de polihidroxialcanoato (PHA).
O material é uma espécie de plástico biodegradável, com propriedades para reduzir os impactos no meio ambiente. Com a decisão, a Milliken passa a contribuir com sua experiência para melhorar processamento, desempenho, estética e outros atributos importantes do PHA.
O objetivo é expandir a gama de aplicação desta família de materiais para outros tipos de embalagens. A participação acontece em uma plataforma colaborativa.
Allen Jacoby, vice-presidente sênior de aditivos para plásticos da divisão química da Milliken afirma que esse é o modelo ideal para enfrentar os desafios dos plásticos no oceano, e da conservação dos recursos naturais. “Substituir materiais tradicionais por polímeros PHA biodegradáveis de base biológica pode fornecer opções de menor impacto para serviços de alimentação e embalagens flexíveis. Estamos ansiosos para trabalhar com outros membros do GO! PHAs. Os polímeros PHA podem se tornar mais atraentes para designers de produtos, conversores e consumidores”.
A GO! PHA é uma coalizão entre indústrias e academia, dedicada ao desenvolvimento, comercialização e adoção de polímeros PHA por meio da defesa e compartilhamento de conhecimento. Com sua adesão, a Milliken passa a trabalhar priorizando problemas técnicos e maneiras de resolvê-los, adaptando aditivos Milliken de alto desempenho existentes ou desenvolvendo novas tecnologias.
Rick Passenier, membro do conselho executivo da entidade destaca que está muito satisfeito em receber a Milliken no GO! PHA. “A experiência em aditivos de polímero da empresa, e as extensas capacidades de desenvolvimento agregam um valor enorme na otimização das propriedades e processabilidade do PHA, além de contribuir na expansão do uso do material em aplicações de embalagens de uso único”.
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Ciser lança parafusos Plast Ultra para fixação em plásticos
A Ciser, maior fabricante de fixadores da América Latina, lança no mercado os parafusos Plast Ultra, ideais para fixação em substratos plásticos submetidos a vibrações. Os parafusos Plast Ciser Ultra são indicados para aplicações em máquinas de lavar, centrífugas, serras elétricas, lavadoras a jato, cortadores de grama, entre vários outros produtos.
O parafuso possui uma geometria de rosca desenvolvida para aumentar a área de contato com o substrato, garantindo pelo menos 20% de aumento do torque necessário para a remoção.
Com três acabamentos disponíveis (zincado branco, zincado preto e Nanotec), o novo fixador tem alta resistência ao afrouxamento vibracional, elimina a necessidade de dispositivos de travamento suplementares e permite a reinserção do parafuso após sua remoção, se necessário.
Com 61 anos de história, a companhia investe fortemente em inovação tecnológica e conduz ações de responsabilidade socioambiental e se tornou uma das maiores empresas de Santa Catarina.
Pilz do Brasil oferece chaves magnéticas de alta robustez para aplicações em condições extremas
Marca de referência em segurança de máquinas e automação industrial, a multinacional alemã, Pilz do Brasil, oferece ao mercado as chaves magnéticas e sem contato PSENmag, de alta segurança e robustez, para aplicações em condições extremas. A empresa conta que as variantes com carcaça em aço inoxidável, podem ser usadas em segmentos com alto teor de sujeira, porém com exigência máxima de higiene e limpeza, a exemplo dos parques industriais dos setores farmacêutico, alimentício e de embalagem.
Também são adequadas para fixação em área com alto potencial explosivoDe design compacto, as chaves magnéticas e sem contato economizam espaço na instalação. As chaves magnéticas e sem contato diferenciam-se por suportar temperaturas extremas e resistir a vibrações e impactos. Os contatos de aviso adicionais e os LEDs integrados concedem diagnóstico amigável ao usuário.
JBS cria piso ecológico a partir de plástico reciclado
A JBS ambiental desenvolveu um processo que permite reciclar as aparas de embalagens multicamadas (PVDC) presentes es suas operações, que são de difícil reciclagem e agora são usadas para fabricação de pisos intertravados, próprios para aplicação em ambientes externos, como pavimentação de pátios. Depois de dois anos de estudos pela equipe de pesquisa da JBS, chegou-se a um produto que oferece a mesma resistência que um material feito 100% de concreto. Inicialmente a empresa passa a transformar cerca de 50 toneladas de aparas plásticas por mês.
Com selo “JBS Circular”, o piso verde será usado na pavimentação de obras da própria JBS em todo país. O primeiro lote já está sendo aplicado em Lins, na unidade matriz da JBS, em área que correspondem a mais de cinco toneladas de aparas plásticas que deixaram de ser destinadas a aterros.
Dow doa cestas básicas para 1800 famílias em situação de vulnerabilidade
A Dow doará cestas básicas para auxiliar 1.800 famílias das comunidades do entorno de suas fábricas. A companhia redirecionou parte de seu orçamento da área de responsabilidade social corporativa no Brasil para atender a uma necessidade urgente da população. O objetivo da iniciativa é minimizar os impactos da pandemia nas famílias de baixa renda.
A doação será viabilizada por meio da United Way, instituição parceira da Dow, e em colaboração com Organizações Não Governamentais (ONGs) locais indicadas pelos próprios funcionários. Além disso, os funcionários também estão sendo convidados a realizar suas doações individuais, para que tenham a oportunidade de se mobilizar junto à Dow, ampliando o impacto positivo na vida das famílias vulneráveis e o espírito de colaboração para fazer a diferença.
Desde março do ano passado, a Dow promoveu iniciativas sociais como a adequação da fábrica de Hortolândia - SP para a produção de álcool em gel, doação de colchões para hospitais de campanha, fundos emergenciais para apoio às comunidades do entorno de suas operações, bem como a compra de vales-alimentação para catadores de cooperativas de reciclagem.
Simco promove lives e cursos online gratuitos sobre injeção plástica e usinagem
Nos meses de março e abril, a Simco realiza quatro eventos online nos segmentos de injeção plástica e de usinagem, totalmente gratuitos e com certificação para os participantes. As vagas são limitadas. Nos eventos online serão abordados os modelos mais adequados de injetoras para cada segmento industrial e quais tipos de periféricos melhor se enquadram em determinada aplicação. Especialistas da empresa ainda vão falar sobre programação de injetora para cálculo e volume de injeção, tempo de acionamento e os possíveis ciclos de injeção nas injetoras LOG.
Programação de eventos online Simco: Injeção Plástica
19/03 – Live “Demonstração das Injetoras LOG e periféricos”
Horário: 10h
Inscrições: http://bit.ly/live19-03
26/03 – Live “Otimização de Usinagem: redução do custo peça”
Horário: 9h30
Inscrições: http://bit.ly/livesimco26-03
01/04 – Curso online “Euron SM600:iImpacto produtivo com investimento reduzido”
Horário: 9h30
Inscrições: http://bit.ly/curso01-04
09/04 – Curso online “Confecção e dimensionamento de injetoras”
Horário: 9h
Inscrições: http://bit.ly/curso09-04
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Em seis meses, a Plastivida já certificou 22 empresas e uma delas já recebeu a primeira certificação OCS Blue da América do Sul
Em 2020, o Brasil ganhou destaque positivo no que se refere à responsabilidade socioambiental da indústria no tema dos resíduos nos mares. O país é protagonista na implementação do Programa Pellet Zero - OCS na América do Sul.
Criado para auxiliar indústrias do setor plástico na eliminação de perdas de pellets plásticos para o ambiente, por meio de educação ambiental, o Programa Pellet Zero recebe um modelo inovador de implementação para o Brasil.
O formato foi desenvolvido de acordo com a realidade brasileira e sob os parâmetros estabelecidos no “Fórum Setorial dos Plásticos - Por Um Mar Limpo”, com base no Manual original do programa criado nos Estados Unidos pela ACC (American Chemistry Council) e PIA (Plastics Industry Association).
A parceria com a Abiquim (Associação Brasileira da Indústria Química), que incluiu o Pellet Zero – OCS como um de seus pilares, tem sido de grande importância para que seus signatários, parceiros logísticos e transportadores se envolvam na causa de preservação dos oceanos
A Dow em recente parceria com a Plastivida, divulgou o OCS entre seus prestadores de serviços e operadores logísticos, criando um foco do programa. Hoje, estas empresas têm sinalizado a obrigatoriedade da certificação OCS como condição da prestação de serviços, estimulando ainda mais o programa.
Em apenas 6 meses de atuação, 22 empresas foram orientadas pela Plastivida (Instituto Socioambiental dos Plásticos), licenciadora do OCS (Programa Internacional Operation Clean Sweep) e pelo IOUSP (Instituto Oceanográfico da USP) e já foram certificadas, abrindo portas para clientes e parceiros do setor.
Em dezembro de 2020, a Plastivida emitiu o primeiro certificado OCS Blue da América do Sul, a categoria mais alta dentro do programa, concedida à Braskem, uma das signatárias do “Compromisso Voluntário da Indústria com a Economia Circular”.
Além dela, Dow, Innova e Unigel, todas signatárias, também já são certificadas OCS, demonstrando o compromisso da petroquímica brasileira na preservação ambiental.
Edison Terra, coordenador da comissão setorial de resinas termoplásticas, Coplast, da Abiquim, afirma “as metas do compromisso voluntário são ambiciosas, mas possíveis, e o resultado já vem sendo percebido com a implementação do programa, realizado no nosso setor pela parceria da Plastivida com o Instituto Oceanográfico da USP. Nós queremos dialogar com todos os setores sobre este tema. Se, de um lado, os benefícios do plástico para a humanidade são insubstituíveis, por outro, a gestão de resíduos sólidos é uma questão complexa, mas que temos condições de tratar se juntarmos as forças da cadeia do plástico, dos governos e da sociedade em geral”.
Para Miguel Bahiense, presidente da Plastivida, a meta de zerar a presença de pellets em mares e oceanos faz parte da governança das empresas e indústrias. O executivo afirma “a união das entidades representativas do setor é de grande influência no estímulo da participação da cadeia produtiva no programa, a liderança e influência da petroquímica neste quesito é de extrema importância”.
As empresas que assinam o Termo de Compromisso com o Pellet Zero - OCS recebem a certificação com uma estrela e, com o processo de implementação do programa, realizado em fases, as graduações (estrelas) são acrescentadas a seu certificado, até a pontuação máxima de 4 estrelas.
Neste momento, a empresa pode optar por seguir os parâmetros do OCS Blue, quando se submete a um processo de auditoria e assim obtém a quinta e última estrela em sua certificação.
Cada estrela é obtida a partir das entregas dos requisitos necessários para a certificação à licenciadora dentro de prazos definidos: adesão ao programa, diagnóstico, elaboração do plano de trabalho, implementação do plano. Todo este processo, para a indústria, tem prazo máximo de dois anos para ser concluído.
O modelo de implantação desenvolvido no Brasil é inovador e foi aprovado pelo Operation Clean Sweep - OCS. Sua elaboração se baseia no manual do programa Pellets Zero - OCS, que atende às metas previstas pelo objetivo do desenvolvimento sustentável, de conservação e uso sustentável dos oceanos, e às assumidas pelos governos de diversos países e por organizações intencionais da sociedade civil, durante a Conferência das Nações Unidas parar os Oceanos, em 2017.
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O estudo realizado pela Maxiquim para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), mostra que a produção atingiu 2,088 milhões de toneladas.
O faturamento mostrou um desempenho ainda mais positivo, com alta de 30%, chegando a R$ 27,7 bilhões. Também foram registradas altas no consumo aparente 7,2% e no consumo per capita 6,3% de embalagens plásticas flexíveis. O consumo aparente saltou de 1,910 milhão de toneladas, em 2019, para 2,046 milhões de toneladas em 2020. Já o consumo per capita em 2020 chegou a 9,7 Kg/habitante contra 9,1 Kg/habitante em 2019.
O empresário Rogério Mani, presidente da ABIEF afirma que sem dúvida a indústria teve um desempenho acima da média de outros setores produtivos. “Isto só aconteceu porque desde o início da pandemia, as empresas do setor agiram rápido e se adequaram ao novo cenário para evitar que setores estratégicos como alimentos, medicamentos e bebidas, não ficassem desabastecidos de embalagens e que o consumidor final não sofresse com a falta de produtos”.
Rogério lembra que a evolução da produção de embalagens flexíveis foi sentida em praticamente todos os trimestres de 2020, exceto nos últimos três meses do ano. Já o consumo aparente oscilou, mas manteve-se em alta em todos os trimestres. E tanto a produção como o consumo se comportaram melhor no segundo semestre de 2020.
O estudo mostra que o principal mercado para as embalagens plásticas flexíveis em 2020 continuou sendo a indústria de alimentos que consumiu 826 mil ton das 2,088 milhões de ton de embalagens flexíveis produzidas.
As resinas PEBD (polietileno de baixa densidade) e PEBDL (polietileno linear de baixa densidade) foram as mais usadas em 2020 pela indústria de flexíveis, totalizando 1,535 mil ton. O PP (polipropileno) aparece em segundo lugar com 324 mil ton e o PEAD (polietileno de alta densidade) na sequência com 229 mil ton.
Rogério avalia uma certa ‘dança’ dos números, principalmente pela falta e pelo aumento do preço da matéria-prima especialmente a partir do segundo semestre de 2020. Diferentemente do que vinha acontecendo em outros anos, em 2020 a balança comercial do setor não foi positiva: -42%. Isto porque as importações, em toneladas, cresceram 8% e as exportações caíram 18%; em faturamento as importações caíram 3% e as exportações caíram 5%, registrando, respectivamente, receitas de US $ 217 milhões e de US$ 226 milhões.
O ano de 2020 também foi marcado como o ano em que as embalagens flexíveis aumentaram sua participação no universo dos transformados plásticos, passando de 28% (2019) para 31% num volume total transformado de 6,781 milhões de toneladas. Das 572 mil ton de produtos plásticos transformados importados no ano passado, embalagens flexíveis respondeu por 65 mil ton.
O empresário finaliza que estes números revelam que a indústria de embalagens plásticas flexíveis consegue um bom desempenho inclusive em momento críticos, como foi 2020. Mas há sérias preocupações em relação a 2021. “O setor teme não conseguir driblar uma possível falta de matéria-prima e, principalmente, nossa indústria não tem mais como absorver aumentos no preço das resinas termoplásticas”.
O principal conselho dos associados da ABIEF é ter cautela. Avaliar cuidadosamente o cenário, quase que diariamente e, mais do que nunca, pensar como uma cadeia, onde a ação de um dos elos poderá ter uma influência significativa no desempenho dos demais. “Precisamos agir juntos e encontrar soluções para mantermos nossa indústria ativa e atendendo às demandas da sociedade e dos vários mercados”, ressalta o presidente.
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A ADIRPLAST (Associação Brasileira dos Distribuidores de Resinas Plásticas e Afins) acredita que o cenário de desabastecimento, ou seja, a escassez de insumos plásticos, que se tornou realidade para muitas empresas transformadoras no Brasil, não é passageiro.
Segundo o presidente da entidade, Laercio Gonçalves, essa é uma crise que começou a ser desenhada no início da pandemia, com as dificuldades de produção e a insegurança de como manter trabalhadores em operação.
“Se de um lado o coronavírus parou o mundo e a produção de insumos, do outro fez aumentar a demanda de produtos das áreas de saúde e higiene.
Nunca tivemos tantos acontecimentos que impactaram a produção e o consumo ocorrendo ao mesmo tempo e em um curto período”, explica.
O presidente destaca que além disso, o setor de embalagens, que retomou rapidamente seus pedidos, fez com que o desequilíbrio entre oferta e demanda ficasse ainda mais latente, aumentando a escassez de insumos plásticos.
“O país importa historicamente 30% do consumo aparente de resinas termoplásticas.
A demora na chegada desses produtos por aqui afeta o mercado nacional, mesmo que haja notados esforços de produção local”.
Osvaldo Cruz, diretor da Entec Ravago, uma distribuidora internacional de resinas, explica que as questões climáticas também vêm atrapalhando a indústria.
“No quarto trimestre de 2020, os EUA e o Golfo do México foram impactados por tempestades e furacões que contribuíram para retardar ainda mais o início das operações das plantas petroquímicas da região. As companhias da região têm apresentado sucessivos problemas técnicos.”
Estimativa de cenário para o próximo ano
Gonçalves e Cruz acreditam que a crise do desabastecimento deve perdurar por todo o ano, chegando ao primeiro trimestre de 2022. Com ela, deve seguir também a alta de preços, por conta desta escassez de insumos plásticos.
Leia também sobre a dificuldade na compra de insumos
Embora o cenário não pareça favorável, Erasmo Fraccalvieri, diretor da Tecnofilmes, distribuidora de filmes bio-orientados, não acredita que ele deva perdurar por tanto tempo.
Segundo o executivo, “as dinâmicas de oferta e de demanda das resinas plásticas nas Américas precisam ser analisadas com cuidado. O Texas responde por menos de 5% da produção mundial de petróleo. E, mesmo o congelamento de parte da sua produção, não afetou as dinâmicas dos contratos futuros. Podemos sim ter um desconforto, mas momentâneo e localizado”.
Para Fraccalvieri, “o cenário feito em dezembro de 2020 ainda vale, pressão de alta no primeiro trimestre e queda forte em abril. Isso porque, se o impacto não for relevante a níveis mundiais, pouco muda a dinâmica global desenhada”.
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A ABB em parceria com a Planar Motors Inc. fazparte do novo marco da tecnologia de produção da PMI na manufatura adaptativa
A ABB em parceria realizada com a PMI do Canadá busca expandir seu portfólio de automação de máquina, que consiste na integração da tecnologia por levitação magnética da PMI no portfólio da B&R(Divisão de Machine Automation).
A tecnologia irá acelerar a transição da indústria a partir de uma produção completamente linear para um espaço de manufatura adaptável e aberta. Eauxiliará os clientes da B&R na transição para uma manufatura altamente flexível e precisa em resposta à mudança no tamanho do lote de uma produção e menores ciclos de vida do produto.
A PMI projeta e produzi sistemas de robôs transportadores inteligentes. Sua tecnologia de transporte inteligente foi integrada ao portfólio da B&R e lançada com o nome ACOPOS 6D. Ela oferecerá aos clientes da B&R a maior flexibilidade em manufatura, montagem e embalagem.
O ACOPOS 6D é um sistema de transporte de produtos sem trilhos, com transporte inteligente que se move de forma independente entre estações, sem ser vinculado a um fluxo de produção sequencial e restrito. Os transportadores do ACOPOS 6D não precisam de contato, não possuem ruído e são precisos, e deslizam livremente por uma superfície, acelerando e manobrando em cada direção com seis graus de liberdade - eles podem ainda se mover verticalmente em paredes.
Sem fricção mecânica ou contaminação, a tecnologia é bem conveniente, dada às mudanças rápidas na acelerada manufatura pela pandemia atual e a necessidade por ambientes esterilizados nas indústrias que estão acelerando a automação, incluindo alimentos e bebidas, saúde e farmacêutica.
Os clientes se beneficiam da liberdade de movimento de objetos carregados dentro ou entre diversas máquinas. Com o ACOPOS 6D, máquinas podem fabricar simultaneamente diferentes variantes ou, ainda, produtos completamente diferentes, com cada transportador realizando seu próprio caminho por meio do processo de produção, levando seus produtos individuais por um único caminho às estações necessárias para produção customizada.
Sami Atiya, presidente da ABB robótica & discreteautomation explica “Com o ACOPOS 6D nós estamos mais uma vez ultrapassando barreiras da tecnologia ao investir em nossa rede forte de parceiros. A capacidade do ACOPOS 6D de entregar flexibilidade nunca vista para uma ampla variedade de indústrias, permitindo com que setores tais como saúde se beneficiem de nossas soluções de manufatura flexível”.
Xiaodong Lu, presidente eco-fundador da PMI, complementa que fazer parceria com a ABB irá garantir que nós possamos desenvolver ainda mais nossa tecnologia e revolucionar a manufatura industrial. “Nossa tecnologia industrial irá trabalhar de maneira ininterrupta com as soluções de automação de máquina da ABB, permitindo que os clientes se beneficiem da flexibilidade, precisão e inteligência incomparáveis. Estamos empolgados em juntos, continuar a história de sucesso de nossa tecnologia junto com a presença e expertise técnica da ABB”.
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