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A feira oferece um congresso, com temas voltados para a indústria de transformação de plásticos, com objetivo de mostrar as tendências do mercado 

Com organização da Messe Brasil, a Interplast 2022 (Feira e Congresso de Integração da Tecnologia do Plástico), que acontece em Joinville, SC, reúne um congresso que acontece no dia 07 de abril com grandes nomes.

Com realização do SENAI e Fiesc, o Congresso Plásticos irá apresentar temas que são relevantes para a indústria de transformação de plásticos. 

As inscrições são gratuitas para o congresso, ou seja, uma grande oportunidade para ficar por dentro do mercado. 

Portanto, os temas em evidência serão: 

Destaques e programação do evento

O congresso conta com abertura às 14h. E com o tema inicial "manufatura aditiva aplicada, realizado pelo professor Luiz Gonzaga Trabassos. Phd - ISI (Sistema de Manufatura e Processamento a Laser).

Então, a próxima rodada acontece das 14h10 às 14h40, com o tema "educação 4.0 - manufatura preditiva", que será abordado por Alex Kühnen, Senai SC.

Logo após, das 14h40 às 15h10, Israel Furtado da Krona, irá falar sobre a "indústria 4.0 aplicada a manutenção preditiva".

Em seguida, das 15h10 às 15h40, a próxima palestra será sobre "materiais poliméricos aplicados na área da saúde'', com Palova S. Balzer da UNIVILLE.

Portanto, o congresso ainda conta com um breve intervalo para que você acompanhe o restante da feira. 

Congresso Plásticos analisa tendências para 2023 

Retomando assim, às 16h00 com as novidades sobre "microfabricação de peças aplicado à bioengenharia", presidido por Águedo Aragones da NOWAD Biomateriais. 

Aragones destaca, por exemplo, que o setor industrial de fabricação de produtos implantáveis têm encontrado grandes desafios para o desenvolvimento de novas soluções em Medical Devices. 

E finaliza: "os desafios vão desde fornecedores de matérias-primas até o registro dos produtos na ANVISA. Nesse evento, a NOWAD Biomateriais apresentará sua experiência recente com alguns cases de projetos desenvolvidos em parceria com o ISI".

Ainda assim, das 16h30 às 17h o próximo tema abordado será "uso de recursos da biomassa na produção de materiais plásticos", com Vinicius Oliveira, ISI Polímeros. 

Bem como, Oliveira irá apresentar as principais tendências sobre a utilização de matérias-primas de fonte renovável/biomassa utilizadas na indústria de transformação de termoplásticos e a substituição de plásticos convencionais por polímeros biodegradáveis. 

Contudo, antes da finalização do congresso, a última palestra com Fabio Fazolim, da AVIENT, das 17h00 às 17h30, irá abordar as tendências de cores para 2023. 

ColorForward 2023 e as principais tendências de cores e efeitos especiais, além de benefício do uso de soluções de cores e aditivos líquidos para o seu processo produtivo. 

Serviço 

Data 07 de Abril 2022

Horário: Das 14h00 horas às 17h30 horas

Local: Auditório na Interplast 2022 -Sala Bromélia N.4 - Expoville – Joinville – SC

Realização: SENAI / IST

Até o fim de 2022 o programa RePET pretende inaugurar 30 máquinas de coleta de garrafas PET e tampinhas plásticas pelo estado do RJ

O programa RePET, realizado pelo Instituto Fecomércio de Sustentabilidade (IFeS), anuncia o lançamento de cinco novas máquinas de coleta de garrafas pet em cinco unidades do Sesc RJ. 

Contudo, a previsão é que as inaugurações aconteçam até o mês de abril. Então, nesta nova fase do programa, será possível contar, além do número de garrafas descartadas na máquina de coleta, o número de tampinhas descartadas – de forma totalmente automatizada. 

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A expectativa é que, até o fim de 2022, lancem mais 30 máquinas em todo o estado. Tanto nas unidades Sesc, Senac bem como em parceiros do Sistema Fecomércio RJ.

Programa RePET e as máquinas de reciclagem de garrafas pet 

Máquina do programa RePET

Em síntese, o equipamento, desenvolvido pelo Instituto Fecomércio de Sustentabilidade em parceria com o Grupo Seiva, empresa voltada para a logística reversa de resíduos sólidos, possui uma ferramenta de corte que fragmenta as garrafas de forma mais rápida e eficiente. 

Será possível, ainda, a leitura via código de barras no qual a máquina informará ao usuário se o material a ser reciclado se adequa. 

Portanto, a iniciativa tem como base a logística reversa pós-consumo. Este é um processo que consiste na coleta e encaminhamento à reciclagem de produtos e seus resíduos após o descarte do consumidor final.

Vinicius Crespo, diretor do IFeS explica "Após a instalação nas unidades Sesc RJ, todos os colaboradores do Sistema Comércio RJ poderão depositar as garrafas na máquina modelo e serão beneficiados diretamente com esse correto descarte. A população também poderá fazer o descarte no formato "Doador anônimo", assim qualquer pessoa vai poder fazer o depósito, entretanto, não terão benefícios diretos, mas indiretos. O projeto fundamenta-se em três pilares: Operação, Rastreabilidade & Comprovação Legal e Interação com o Consumidor".

Para Daniel Nascimento, CEO do Grupo Seiva, o programa RePET carrega a missão de estimular, de maneira prática, o conceito de ESG para a população. “Com este projeto de impacto socioambiental, que estamos realizando em parceria com o IFeS, vamos estimular as pessoas a praticarem a reciclagem dos resíduos sólidos, que é o maior benefício que podemos alcançar com essa ação”.

Arrecadação de garrafas e tampinhas plásticas

As garrafas terão como fim processos de reciclagem dos resíduos. Portanto, a doação desse material resultará em premiações para os colaboradores, que poderão ganhar benefícios do Sistema Comércio, como hospedagens nos hotéis Sesc RJ, descontos em cursos do Senac RJ, entre outros.

Além das garrafas plásticas, arrecadarão as suas tampinhas, que se destinarão aos Projetos "Rodando com Tampinhas" e "Pet Solidário". 

Assim como as tampinhas, das garrafas plásticas recebidas se encaminharão gratuitamente às cooperativas de catadores cadastradas no sistema. 

Como resultado, essa arrecadação de tampinhas tem o objetivo que sejam comercializadas com a indústria da reciclagem. Corroborando dessa forma, o compromisso social do Sistema Fecomércio RJ com os catadores.

Então, ao longo do processo serão gerados relatórios detalhando a performance do impacto gerado pelo projeto. 

O Sistema Fecomércio RJ terá também acesso a um dashboard de acompanhamento em tempo real, tanto dos volumes resgatados quanto dos indicadores de sustentabilidade atrelados à ação.

Sobre o IFeS

Um dos principais objetivos do IFeS é o de estabelecer uma alternativa segura na implantação de programas de desenvolvimento do empreendedorismo social e ambiental. 

Para, dessa forma, promover o crescimento humano, empresarial e das instituições. Otimizando, assim, as práticas sustentáveis presentes na relação entre empresários e consumidores do comércio de bens, serviços e turismo fluminense. 

A fundação do IFeS estabelece o entendimento de que a sustentabilidade caminha na mesma direção e em paralelo ao desenvolvimento econômico. Garantindo então, a manutenção do negócio alinhado às leis vigentes, e às expectativas do consumidor, cada vez mais exigente com os comportamentos éticos e ambientalmente sustentáveis das empresas.

Sobre o Grupo Seiva: 

Formados pela Seiva Coleta, Seiva Data, Seiva Mídia e Seiva Machine, o Grupo Seiva é uma empresa focada na logística reversa de resíduos sólidos, em especial o vidro e o PET.

Possui como propósito a propagação da educação ambiental na comunidade. Por meio de sua tecnologia inovadora, a empresa fornece ao mercado soluções em sustentabilidade com foco na transformação do setor.

Liderado por Daniel Nascimento, o Grupo Seiva está presente no mercado de sustentabilidade há mais 8 anos. Dessa forma, trazendo soluções inovadoras e disruptivas voltadas para a reciclagem de embalagens de vidro e pet.

Além do programa RePET, conheça também Programa para reciclagem de embalagens da PepsiCO.

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Instalação busca conscientizar as pessoas sobre a presença de plástico nos oceanos, que ameaçam a saúde de barreira de corais

Por meio do Australian Open, Adidas e Parley For The Oceans montaram uma gigantesca quadra de tênis sustentável em tamanho real no meio da grande barreira de corais da Austrália.

Aumentando a conscientização sobre a entrada de plástico nos oceanos, a quadra foi feita inteiramente de materiais plásticos reciclados. Além disso, flutua sobre a superfície de uma barcaça que viaja regularmente pelo recife completando projetos de construção marinha ambiental. 

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A quadra de tênis com plástico reciclado também viu o lançamento de uma linha de vestuário de alto desempenho, feita em parte com plástico Parley Ocean.

A adidas afirmou que a linha de tênis 2022 apresenta cores inspiradas nas encontradas na grande barreira de corais. 

Portanto, após uma partida entre algumas das estrelas do esporte da Austrália, a quadra sustentável foi doada a uma escola local de townsville.

Leia também: Upcycling e compensação de resíduos plásticos.

As ações sustentáveis da Adidas e a quadra de tênis sustentável

Quadra de tênis com plástico reciclado

Shannon Morgan, diretor sênior da seção do Pacífico da marca Adidas, diz “Nós coletamos plástico de comunidades costeiras antes que ele acabe nos oceanos e o transformamos em fios têxteis. Você verá nossos atletas em campo no Australian Open com as roupas feitas com esse fio. Estamos usando um evento esportivo, o maior do nosso continente, para mostrar verdadeiramente a beleza do recife de coral”. 

Fundada há quase dez anos, a Parley é uma rede global onde criadores, pensadores e líderes das indústrias criativas, marcas, bem como grupos ambientais se reúnem para aumentar a conscientização sobre a beleza e a fragilidade dos oceanos. Além disso, colabora em projetos que podem acabar com sua destruição. 

Desde 2015, a Adidas colabora com a Parley. Dessa forma, cria roupas e calçados feitos de plástico reciclado que ajudam a mitigar a quantidade de plástico que acaba no oceano.

No entanto, a Adidas também declarou que está comprometida em ajudar a acabar com o desperdício de plástico e eliminar o poliéster virgem de seus produtos até 2025.

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Iniciativas incluem investimentos em plantas de Reciclagem Mecânica e Avançada em conjunto com a Valoren

Para reforçar seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, a Braskem, pioneira na produção de biopolímeros acaba de anunciar um aporte de R$ 130 milhões em três projetos voltados à economia circular, bem como:

Portanto, ainda no primeiro semestre deste ano, a Braskem prevê a abertura do Cazoolo - seu Centro de Desenvolvimento de Embalagens para Economia Circular. Que irá operar na zona Oeste da capital paulista, fruto de um investimento de R$ 20 milhões. 

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Em resumo, trata-se de hub de inovação. Por meio do qual a companhia estabelecerá parcerias com clientes, brand owners, designers, startups e universidades para desenvolvimento de embalagens mais sustentáveis. Tudo isso, por meio de melhorias no design e na jornada das embalagens, desde sua concepção até o pós-consumo, visando a circularidade. 

O projeto tem como base conceitos de Design for Environment (DfE) e Análise de Ciclo de Vida (ACV), para desenvolvimento de embalagens inovadoras e sustentáveis. 

Equipado com equipamentos de ponta para prototipagem rápida, o Cazoolo estará aberto a toda a cadeia de embalagens plásticas, e terá como objetivo acelerar o avanço da circularidade das embalagens na região.

Além do Centro, cerca de R$67 milhões foram investidos para a instalação de uma planta de reciclagem mecânica em Indaiatuba (SP). Esse projeto tem inauguração prevista para março. 

Braskem fecha o ciclo da economia circular com Parceria de Valoren 

Braskem ciclo de economia circular

O projeto é fruto da parceria com a Valoren, empresa desenvolvedora de tecnologia e gestora de resíduos para transformação em produtos reciclados.

A expectativa é que, anualmente, 250 milhões de embalagens pós-consumo feitas de polietileno e polipropileno sejam transformadas em 14 mil toneladas de resina com alta qualidade. Essas resinas passarão a ser reutilizadas como matéria-prima na indústria de transformação. 

A planta já está na fase de comissionamento e pré-operação assistida.

No entanto, uma inovadora frente da Braskem para o fechamento do ciclo da economia circular foi a assinatura de mais um projeto com a Valoren. Afinal, esse projeto foca na construção e instalação de uma unidade de Reciclagem Avançada, também em Indaiatuba. 

Em suma, ela transformará quimicamente, resíduos plásticos em matéria-prima circular certificada, que se utilizará para fabricação de resinas ou insumos químicos. 

Por isso, a nova unidade, que envolve um desembolso conjunto de R$ 44 milhões, deverá começar a operar no primeiro trimestre de 2023. Desse modo, ela terá capacidade de produzir seis mil toneladas de produtos circulares por ano.

Leia também O ESG e a liderança nas corporações.

As posições da parceria da Braskem no ciclo de economia circular

Heinz-Peter Elstrodt, sócio e presidente do Conselho da Valoren, afirma "Após 6 anos de pesquisas e desenvolvimento de tecnologias inovadoras de pirólise de plástico, ficamos muito satisfeitos com mais essa parceria com a Braskem. Afirmando o compromisso conjunto com a economia circular. Valoren e Braskem têm diversas sinergias em termos de sustentabilidade e inovação, e trabalhando em conjunto, em prol da reciclagem integrada (mecânica e avançada), seremos capazes de transformar a reciclagem de plásticos. Dessa forma, aumentando significantemente o índice de reciclagem no Brasil”.

Edison Terra, vice-presidente de Olefinas e Poliolefinas da Braskem na América do Sul, explica "Carregamos a sustentabilidade em nosso DNA e queremos ser protagonistas de iniciativas que agreguem valor na cadeia produtiva e que contribuam de forma efetiva e tangível para a construção de uma sociedade mais sustentável, visando garantir um futuro melhor para estas e as próximas gerações".

Terra ainda diz "Por meio dessas três frentes importantes, queremos fechar o ciclo da economia circular e melhorar os processos e caminhos ligados à reciclagem de resíduos plásticos no Brasil e no mundo".

Rumo às metas 

Portanto, essas iniciativas, que somam o aporte de mais de R$130 milhões, estão relacionadas com as metas que a Braskem assumiu para os próximos anos. 

No esforço pela eliminação de resíduos plásticos, a companhia vai ampliar seu portfólio de produtos, incluindo, até 2025, 300 mil toneladas de resinas termoplásticas e produtos químicos com conteúdo reciclado. Além disso, até 2030, 1 milhão de toneladas desses produtos. 

E então, ainda para 2030, trabalhará para eliminar a destinação de 1,5 milhão de toneladas de resíduos plásticos para incineração, aterros ou seu descarte no meio ambiente.  

Terra finaliza afirmando "Essas ações são uma forma de tangibilizar a atuação da Braskem em todo o ciclo da economia circular. Reforçando os compromissos da empresa com o desenvolvimento sustentável e incentivando outras pessoas e parceiros a também participarem de iniciativas que gerem menos impacto ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, atendam necessidades de mercados e consumidores".

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Plastiweber lança projeto para capacitação e treinamento de catadores e cooperativas de plástico, com o objetivo de fortalecer a cadeia de coleta de plástico pós-consumo

A Plastiweber, empresa de soluções sustentáveis em plástico, acaba de lançar o projeto Cooperativa Mais Circular, um projeto de capacitação de cooperativas de reciclagem, com o objetivo de fortalecer a cadeia de coleta de plástico pós-consumo. 

O programa já fechou parceria com cinco cooperativas de reciclagem no Rio Grande do Sul, para dessa forma, oferecer treinamentos e orientações aos funcionários destes centros. 

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Através da iniciativa, a empresa homologa as cooperativas como fornecedoras e compra o plástico pelo preço de mercado, ajudando-as a melhorar os resultados de venda.

A estrutura do projeto de capacitação de cooperativas de reciclagem de plástico  

Através da atual estrutura do Cooperativa Mais Circular, a Plastiweber já beneficia cerca de 200 trabalhadores de reciclagem. Também consegue coletar, junto às cooperativas, uma média de 270 toneladas de plástico ao ano. Esse número corresponde a 3% do total de material processado pela empresa hoje.  

A quase totalidade do volume restante é reciclado a partir de processos de logística reversa com outros parceiros.

Em suma, a meta da companhia para o próximo ano é expandir o programa. Com isso, ter parcerias com 25 cooperativas, envolver cerca de mil coletores no trabalho e bater a marca de três mil toneladas de plástico compradas por ano nestes pontos. 

A Cooperativa Mais Circular faz parte do projeto NatureCycle, que reforça o plástico como um ativo econômico, beneficia o meio ambiente, bem como gera impacto social positivo aos envolvidos com o trabalho. 

Além dos treinamentos e capacitações, a Plastiweber também conecta as cooperativas com compradores que pagam valores mais altos pelo resíduo. Além de apresentar os catadores a outros projetos e empresas que oferecem bonificações por volume de material entregue. Bem como orienta na busca por incentivos fiscais e cursos de capacitação.

Leia também o investimento do fabricante de máquinas em 2022.

A importância de capacitar a cadeia de reciclagem

Capacitação de cooperativas de reciclagem de plástico

No entanto, para a gestora do projeto, Andréia Queiroz, alcançar escala no contexto da economia circular só é possível com a qualificação de todos os atores da cadeia. 

Queiroz explica que “Como empresa que trabalha com a reciclagem do plástico, nós precisamos de um volume cada vez maior de material para expandir nossas operações. Bem como chamar a atenção da indústria para o valor da resina reciclada e consolidar a lógica circular no sistema produtivo. Desse modo, não podemos ignorar que parte essencial do processo está nas cooperativas de reciclagem, com o trabalho dos profissionais que coletam e nos vendem o plástico.”

Por isso, a gestora diz que querem, por exemplo:

Afinal, tudo isso é uma forma de valorizar o setor e fortalecer os elos necessários à circularidade.

Portanto, para Tiago Pavelski, presidente da associação Belo Horizonte, a Plastiweber agrega valor para que possam realizar uma gestão de qualidade dos materiais. 

Pavelski diz “Os treinamentos e as orientações apresentadas pela empresa permitem que nossa atuação se amplie em escala, além disso, transforma nossa forma de agir e pensar acerca da reciclagem dos resíduos plásticos. O cooperativismo garantido pela Plastiweber proporciona o aumento do volume de coleta de plástico, mais empregos e a destinação correta desses materiais. Esta é a definição de preservação de uma possibilidade para um futuro que não cause ônus ao meio ambiente.”

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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias, dicas e curiosidades do mercado do plástico pelo mundo. Em suma, hoje você acompanha a CASACOR, que realiza doação de tampas plásticas à ONG Ecopatas; as máscaras descartáveis que são utilizadas na produção de jaquetas e a beleza sustentável com a Maybelline que planeja ter embalagens plásticas 100% recicláveis até 2030.

CASACOR faz doação de tampas plásticas para ONG Ecopatas

casacor

Um dos principais pilares da CASACOR é a sustentabilidade – e colocar isso em prática vai muito além dos projetos sustentáveis exibidos nas mostras. 

Um exemplo de ação sustentável é a arrecadação doação de tampas plásticas que aconteceu no encerramento da CASACOR São Paulo em 2021, com o objetivo de dar um novo destino ao lixo da mostra.

A iniciativa acontece desde a última mostra, em 2019, quando atingiu 40kg de tampinhas plásticas coletadas. Contudo, neste ano, conseguiu obter um aumento, com um total de 42kg de tampinhas coletadas.

Segundo a Analista de Sustentabilidade da CASACOR, as garrafas com tampas coletadas durante o período de obras e de evento da CASACOR 2021 direcionavam-se para a área de triagem de resíduos. Que era responsabilidade da empresa gerenciadora, a Ciclo.

Em suma, a Ciclo é responsável por fazer a separação da tampa, do rótulo e do corpo da garrafa. 

A beneficiada da ação foi a ONG Ecopatas. A organização, que arrecada tampas plásticas e lacres de alumínio, encaminha e vende os materiais para a reciclagem. Em seguida, reverte a verba adquirida em castração de animais abandonados e comunidades carentes. 

Por fim, sobre o negócio, a Analista de Sustentabilidade da CASACOR explicou que o plástico PP (Polipropileno) é um material muito nobre com alto índice de aproveitamento e de grande interesse para as indústrias de plástico. 

Como resultado, as tampinhas são vendidas para fabricantes de vassouras e de utensílios de casa como por exemplo:

Estudantes de design criam jaqueta feita a partir de máscaras descartáveis

máscaras descartáveis

A grande quantidade de máscaras descartáveis utilizadas atualmente para proteção contra o novo coronavírus certamente já chamou a atenção de muitos ambientalistas. 

Principalmente por frequentemente se encontrarem nas ruas de grandes cidades e até nos oceanos. Sua complexa composição, com diversos materiais, torna sua reciclagem ainda mais difícil.

Por isso, alguns cientistas já anunciaram o desenvolvimento de tecnologia para transformá-las em asfalto. Além disso, uma rede de supermercado na França criou 10 pontos de coleta para sua reciclagem. 

Então, para aproveitar o material que seria descartado, dois estudantes de design da Islândia criaram uma jaqueta feita a partir de máscaras descartáveis. O material foi coletado nas ruas de Reykjavík, capital e maior cidade do país.

Batizada de COAT-19, a peça utilizou cerca de 1.500 máscaras descartáveis. Além das máscaras, os responsáveis pela criação, também utilizaram algodão orgânico e uma lâmina impermeável transparente, feita a partir de materiais recicláveis, para o acabamento. 

A grande sacada é que tanto as máscaras quanto as jaquetas geralmente são produzidas a partir do mesmo material: o polipropileno.

Para não correr o risco de infecção de COVID-19 ou outras possíveis doenças, todas as máscaras foram desinfetadas com ozônio após a coleta. Segundo os responsáveis, a COVID-19 é responsável por gerar 7,2 toneladas de resíduos todos os dias – incluindo as máscaras descartáveis.

Leia também Sustentabilidade no serviço de bordo.

Beleza sustentável: Maybelline quer ter embalagens plásticas 100% recicladas até 2030

beleza sustentavel

A maca do grupo L’Oréal estabeleceu metas de longo prazo para 2030 para reduzir seu impacto sobre o planeta e se comprometeu a apoiar o desenvolvimento de tecnologias de reciclagem de maquiagem.

Intitulado Conscious Together, o programa de sustentabilidade da marca visa criar um modelo de negócios mais responsável para a marca por meio da transformação de seus processos, inovações e mentalidade para reduzir seu impacto sobre o planeta.

Ele consiste em um conjunto ambicioso de metas que a Maybelline pretende atingir até 2030.

Em relação às embalagens, a Maybelline quer que elas sejam feitas de plástico 100% reciclado até 2030. Além disso, a Maybelline investirá para ajudar a desenvolver tecnologias de reciclagem de maquiagem, em parceria com a empresa de consultoria em sustentabilidade global South Pole.

Maybelline também quer alcançar a neutralidade de carbono em todas essas unidades por meio da melhoria da eficiência energética e da utilização de 100% de energia renovável.

Finalmente, 95% dos ingredientes das fórmulas serão de base natural, derivados de minerais abundantes ou processos circulares.

No entanto, no quesito embalagens, a Maybelline substituiu 600 toneladas de plástico virgem por plástico reciclado desde 2018. 

Com relação ao descarte, a marca introduziu programas de recebimento de maquiagem dentro das lojas em vários países, a fim de ajudar a evitar que a maquiagem acabe em aterros sanitários. 

Por meio desses programas, os consumidores podem trazer de volta qualquer produto de qualquer marca para ser reciclado, permitindo que as embalagens encontrem um novo destino após seu primeiro uso.

As principais tendências de Diversidade e Inclusão que devem estar na mira das organizações para o desenvolvimento do mercado nos próximos meses

Muito se falou sobre diversidade e inclusão na indústria nos últimos meses, e a necessidade de iniciativas voltadas a esse tema para a prosperidade das organizações. 

São assuntos que várias vezes começam na mesa de um(a) CEO, que busca proporcionar um ambiente criativo e inovador de trabalho, ao mesmo tempo em que procura estabelecer uma vantagem competitiva da sua empresa frente à concorrência. 

Portanto, para os próximos meses, os tópicos que se destacam são boas práticas ESG, acessibilidade digital, e saúde mental. Esses são alguns dos pilares dentro da diversidade e inclusão que não podem ser deixados de lado pelas organizações.

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O ESG ligado à Diversidade e Inclusão na indústria 

As diretrizes ESG estão mudando o cenário do mercado global, o que reflete no ecossistema corporativo brasileiro de maneira expressiva. 

No entanto, muitas empresas nacionais ainda não sabem como dar os primeiros passos em direção a essas boas práticas. 

Thalita Gelenske, CEO e fundadora da BlendEdu, startup educacional que visa promover a diversidade e inclusão nas empresas, dá algumas dicas de como começar a se adaptar perante a esse cenário.

A CEO explica que práticas de ESG e de diversidade vão muito além de planilhas, indicadores e matriz de materialidade. Elas pressupõem humanizar processos e construir culturas organizacionais melhores. “Para isso, precisamos empoderar pessoas e comunidades (diversas, é claro). Portanto, uma grande tendência para os próximos anos é o fortalecimento de comunidades internas dentro das organizações, formadas por pessoas plurais, em um ambiente onde a aprendizagem está no centro e a tecnologia é uma alavanca para potencializar impacto. Ou seja, o futuro das organizações passa por gestão da diversidade, criação de comunidades, transparência, aprendizagem contínua e tecnologia social e digital”.

O papel da acessibilidade no meio digital 

diversidade e inclusão na industria

Ao ter em mente a vontade de incluir pessoas nos mais diversos meios, não se pode deixar de pensar em acessibilidade. Por meio de inovações tecnológicas que então se torna possível promover acessibilidade também no espaço digital. 

Assim surgem as tecnologias assistivas, recursos e serviços criados para facilitar a vida de pessoas com deficiência. A nível global, esse mercado deve crescer cerca de 7% ao ano, algo que as empresas não devem ignorar.

Ronaldo Tenório, CEO e co-fundador da Hand Talk, startup que quer quebrar as barreiras de comunicação entre pessoas surdas e ouvintes por meio da tecnologia, comenta “Costumo dizer que investir em acessibilidade digital não é filantropia, mas uma grande oportunidade de negócio. Esse é o grande desafio desse mercado, que até recentemente tinha enorme dificuldade em se provar como um investimento inteligente.”

Tenório também explica que hoje já é diferente. “As empresas estão percebendo a importância da acessibilidade, e vêem que se não começarem a tomar atitudes relevantes de inclusão e acessibilidade, seja no meio físico ou digital, elas vão ficar para trás. Ser acessível te permite se comunicar com um público em potencial gigantesco, que normalmente é deixado de lado”.

Veja também Plástico: um importante e indispensável jogador no campo do ESG.

A questão de saúde mental e segurança psicológica

No entanto, abraçar a diversidade e inclusão na indústria ainda conta com a valorização da saúde mental das pessoas que se relacionam com a sua empresa. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o Brasil é o país mais ansioso do mundo. 

Contudo, a pandemia da COVID-19 trouxe à tona mais discussões sobre o tema, junto de uma piora nos quadros de saúde mental da população. Inclusive, a partir deste ano a Síndrome de Burnout se torna oficialmente uma doença do trabalho. Dessa forma, classifica-se como um estresse crônico de trabalho.

Ines Hungerbühler, Chefe do Departamento de Psicologia da Vitalk, um benefício de saúde mental para as empresas, ressalta a importância de criar mecanismos de prevenção e também de promoção de segurança psicológica nas organizações. 

Hungerbühler diz que “É de uma importância que as lideranças e o RH desenvolvam um ambiente psicologicamente seguro. Apenas estando imerso em um ambiente de acolhimento e respeito pelo colaborador, as vulnerabilidades poderão ser realmente compartilhadas e apoiadas da forma correta. Esse ambiente é criado tanto por meio de comunicações internas, quanto com treinamentos para as lideranças e rodas de conversa entre os colaboradores e psicólogas”.

Por isso, estar de olho nessas tendências de diversidade e inclusão é uma boa estratégia para as empresas que buscam se destacar no mercado, tanto perante a seus clientes, quanto aos seus colaboradores.

O momento é ideal para começar a planejar mudanças na cultura da organização que engloba iniciativas desse tipo, contribuindo para um mundo mais justo e inclusivo para todos, além de se tornar uma vantagem competitiva de peso.

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Com foco na sustentabilidade, LATAM inicia no Brasil dois projetos que têm objetivo de eliminar plásticos de uso único e ser uma companhia zero resíduos até 2027

A LATAM acaba de dar início no Brasil a dois projetos dentro da sua agenda de sustentabilidade. O primeiro projeto é o upcycling e compensação de resíduos plásticos. 

Em suma, o upcycling de uniformes usados transformará de forma inteligente 10 toneladas de uniformes em peças novas para promover uma economia circular virtuosa. 

Leia também:

E então, o segundo projeto é a compensação de 92 toneladas de resíduos gerados em voos para 12 aeroportos brasileiros sem serviço de coleta seletiva. 

O projeto de transformação inteligente dos uniformes usados da LATAM Brasil acontecerá como resultado da parceria com a Revoada.

A Revoada é uma consultoria sediada em Porto Alegre (RS), especializada em reutilização criativa (upcycling) para reduzir o uso de recursos por meio da moda sustentável. 

No entanto, já o projeto de compensação de resíduos será viabilizado pela parceria com a eureciclo. Por sua vez, é uma empresa que oferece soluções para a logística reversa de embalagens em todo o Brasil. 

Como resultado, ao todo, o volume processado nos dois projetos seria capaz de encher completamente duas aeronaves cargueiras do modelo Boeing 767.

LATAM e o processo de upcycling e compensação de resíduos plásticos

Upcycling e compensação de resíduos plásticos

Gislaine Rossetti, diretora de Relações Institucionais e Regulatório da LATAM Brasil, afirma “Estamos no início de nossa jornada com o desafio de sermos uma empresa cada vez mais sustentável, um compromisso que assumimos em maio de 2021. Desenvolver projetos e construir parcerias como a que estamos inaugurando agora, com a Revoada e a eureciclo, são exemplos de ações que nos ajudarão neste grande desafio”.

Contudo, o trabalho da LATAM em parceria com a Revoada foi iniciado em janeiro de 2022.

O processo com os uniformes usados consiste em quatro etapas: 

Adriana Tubino, sócia-fundadora da Revoada comenta “Estamos muito contentes com esta parceria da Revoada com a LATAM para a destinação inteligente dos seus uniformes antigos. Acreditamos que as soluções para muitos dos problemas complexos que temos hoje no mundo, como a geração de resíduos, serão soluções colaborativas entre diferentes empresas e organizações. Juntos podemos gerar mais impacto positivo”.

LATAM e a compensação de resíduos plásticos

No entanto, já a parceria com a eureciclo conectará a LATAM às cooperativas estaduais dos 12 aeroportos selecionados para o reprocessamento de 92 toneladas de plástico, papel e alumínio. O volume equivale a todos os resíduos que a LATAM gerou em 2019 a bordo dos seus voos com origem e/ou destino nessas localidades. 


Thiago Carvalho Pinto, CEO da eureciclo, conta que é um orgulho fazer parte de iniciativas como essas. “Sabemos que o caminho da sustentabilidade não deve ser trilhado sozinho. Por meio de parcerias, podemos ampliar os resultados e dar escalabilidade às ações, assim como nesta ação conjunta com a LATAM, que vai evitar que quase 100 toneladas de material cheguem incorretamente à natureza”.

O compromisso de longo prazo do grupo LATAM com a sustentabilidade

A princípio, em conjunto, as parcerias lançadas no Brasil ajudarão o Grupo LATAM na sua agenda de compromissos com a sustentabilidade. 

Conforme anunciado em 2021, a companhia busca eliminar plásticos de uso único até 2023 e ser uma companhia zero resíduo para aterro até 2027. Além disso, possui outras metas globais focadas em quatro pilares: 

Atualmente, a destinação inteligente de uniformes usados do Grupo LATAM já acontece em suas afiliadas no Peru, bem como Colômbia e Equador. Bem como, também deve ser iniciada em breve no Chile. 

Além disso, a compensação dos resíduos gerados a bordo dos voos da empresa faz parte do seu programa batizado de “Recicla tua Viagem”, e que já foi lançado nas suas afiliadas no Chile e no Equador. 

Fique por dentro de todas as notícias e atualizações do setor através do portal Plástico Virtual, a maior e mais completa plataforma de divulgação digital para a indústria do plástico.

Além de acompanhar a LATAM, que inicia upcycling compensação de resíduos plásticos, leia também: sustentabilidade no serviço de bordo.

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Conheça a ferramenta derivada do método japonês. O 5s que possibilita uma maior produtividade da indústria do plástico

Housekeeping é uma ferramenta que as empresas utilizam para garantir um ambiente mais agradável para seus funcionários.  Aprenda o que é Housekeeping e como isso pode ajudar sua indústria.

A ferramenta se baseia em pontos como, maior produtividade para a empresa. E afinal, como a própria tradução diz, manter a casa limpa. 

Incluindo a eliminação de desperdícios, limpeza e organização dos ambientes de trabalho. 

Entre os pilares fundamentais do programa, vale destacar, por exemplo:

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A nova linha Galaxy utilizará redes de pesca descartadas no oceano como parte do plástico da própria carcaça dos novos celulares da Samsung

Em uma decisão que combina sustentabilidade e inovação, a Samsung desenvolveu um novo material que devolve a vida aos plásticos ligados ao oceano à medida que eles são incorporados a vários dispositivos Galaxy S22, que utilizará plástico em sua composição.

Feito de redes de pesca descartadas no oceano e reutilizadas, este material de ponta representa uma conquista na jornada Galaxy for the Planet. A jornada que visa minimizar a pegada ambiental enquanto ajuda a promover estilos de vida mais sustentáveis ​​para a comunidade Galaxy.

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