A IBT Indústria de moldes investe na projeção de análise reológica que impacta no desempenho do produto final
Com objetivo de minimizar falhas no projeto do molde de injeção, a empresa IBT Indústria de moldes, faz análise reológica no processo de injeção.
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Primeiramente, a análise reológica utiliza técnica de elementos determinados para simular o comportamento da injeção e preenchimento do produto no molde.
Por isso, buscar tomar decisões que muitas vezes impactam no desempenho e comportamento dos moldes.
Nesse sentido, o profissional responsável por esta análise é o projetista, e ainda que seja o mais experiente possível, é normal que dúvidas apareçam sobre o comportamento da injeção e desempenho do molde.
Ainda mais, o profissional é responsável pelo dimensionamento e seleção de materiais além da definição dos mecanismos de funcionamento da ferramenta.
Ou seja, o projetista deve detalhar completamente o projeto, executando todos os cálculos e providenciando o desenho técnico de cada componente.
Para que não haja perda de tempo durante a criação do projeto, se deve colher todas informações necessárias ao dar início ao desenvolvimento de um molde.
Com isso, as principais obrigações de um projetista ao iniciar a análise reológica, são informações sobre o produto e determinação da máquina injetora.
Avaliar custo-benefício é importante, no intuito de obter a maior rentabilidade possível na produção da peça final.
Assim, após a fase inicial de coleta de informações técnicas, se deve executar o projeto de maneira cadenciada.
Ainda assim, reduzindo a possibilidade de surgimento de falhas durante a construção do molde e produção de peças.
Assim, à medida que os componentes vão sendo concluídos, eles podem ser encaminhados para fabricação, reduzindo o prazo de entrega da ferramenta.
Logo, essa etapa define os sistemas de refrigeração e de extração.
Além disso, quando o projeto exige um resultado mais detalhado, acontece outras fases de análise reológica:
Análise inicial – considera todos os parâmetros de entrada e características do projeto;
Teste na máquina injetora (try-out) do molde – compara os resultados teóricos da análise inicial aos resultados práticos obtidos no try-out;
Nova análise reológica - a empresa faz uma nova análise.
Quais são as vantagens de uma análise reológica?
Durante a análise reológica, é possível analisar diversos parâmetros que são importantes para o processo e o produto.
Ou seja, com essa simulação, acontece eventuais correções e ajustes no projeto do molde, ainda na fase inicial
Também, uma redução dos eventuais ciclos de correção para um produto muito propenso a defeitos, por exemplo, empenamento e deformações indesejadas.
Além de proporcionar um dimensionamento dos gates de injeção para que não haja restrição de passagem e erros de balanceamento.
A análise reológica quando executada corretamente, é similarmente, um teste (try-out) virtual do molde.
Portanto, a análise reológica é uma ferramenta indispensável para a assertividade do projeto, pois reduz os custos de uma eventual alteração do molde.
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A Super Finishing é líder em solução em revestimento de superfície e se destaca pelo modo que faz o processo
O revestimento de superfície é o tratamento mais indicado e eficiente para proteção e durabilidade de peças metálicas.
Nesse sentido, a Super Finishing é referência no tratamento de superfícies, sendo uma das empresas mais certificadas para atuação nesse segmento.
Primeiramente, esse processo cria proteção contra a corrosão, oxidação, abrasão, além de outros fatores desgastantes.
Logo, o revestimento é projetado para formar uma camada que fornece estabilidade de superfície.
Ou seja, proteção contra fatores externos e também pode atuar como um isolante elétrico.
Sendo ainda importante, principalmente, por aumentar a vida útil das peças tratadas.
Os principais benefícios que este tratamento proporciona:
O tratamento de superfície metálica pode ser realizado por meio de diferentes técnicas, as mais comuns são o tratamento eletrolítico e o autocatalítico.
Com isso, no tratamento de superfície metálica eletrolítico se usa a corrente elétrica para que ocorra a deposição do metal na superfície da peça.
Já com o método catalítico, o procedimento é feito sem o uso de eletricidade.
Portanto, são utilizados diversos materiais no tratamento de superfície metálica.
A Super Finishing realizada os tratamentos da seguinte forma:
Níquel químico;
Níquel duro;
Cromo duro;
Níquel com interdifusão;
Ou seja, nos tratamentos com níquel, a camada desse metal possui um percentual de fósforo, que pode variar.
Além disso, os tratamentos de superfície metálica podem ser de alto ou baixo volume de sólidos.
Bem como, de alta ou baixa espessura e, de acordo com o produto, devem ter pigmentos anticorrosivos em sua composição.
Quando procurar por um novo revestimento?
O revestimento é um processo que garante uma vida útil prolongada e que melhora as propriedades das peças.
Peças que se submetem a esse processo, promovem proteção e estabilidade à peça aplicada.
Cabe, então, entender quanto tempo é necessário para realizar um novo revestimento.
Uma vez que, o tratamento de superfície é um processo indicado para ocorrer periodicamente.
Nesse caso, o que irá determinar quando será necessário um novo revestimento, será a própria peça.
Isto porque, a análise acontece de acordo com o estado físico da peça, ou seja, o quanto desgastada ela está.
Portanto, a duração é caracterizada pelo tipo de solução eletrolítica usada, por isso, é observado o estado físico da peça para determinar um novo revestimento.
A Super Finishing é uma empresa que oferece o tratamento de revestimentos de superfícies e possui tanto tecnologia, conhecimento, quanto compromisso com a excelência para oferecer, no Brasil e no exterior.
Oferecendo ainda seu trabalho dentro dos requisitos de qualidade ISO 9001:2008.
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Braskem recicla em sua primeira ação no Rio, faz coleta de 22,7 toneladas de resíduos e gera R$ 35 mil em renda para catadores
Uma iniciativa da SOLOS em parceria com a Braskem, a fim de incentivar a economia circular, coletou cerca de 22,7 toneladas de resíduos durante todo carnaval no Rio de Janeiro.
A ação, gerou R$ 35 mil em renda para a Coopama - Cooperativa Popular dos Amigos do Meio Ambiente.
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Primeiramente, o projeto de reciclagem contou com apoio da Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC).
A ação contou também com apoio de comerciantes locais e visitantes.
Ainda assim, foi desenvolvido em uma geodésica feita de plástico reciclado, e teve como tema central ‘Proteção às Águas’.
Além disso, a exposição ‘Meu lixo vai para onde eu levar’, uma atração lúdica e interativa para o aprendizado sobre a economia circular, configurou conscientização da população sobre o destino do lixo.
Conforme descreve Sylvia Tabarin Vieira, gerente de relações institucionais da Braskem, na região sudeste. “O resultado alcançado pelo projeto de reciclagem comprova que as pessoas estão mais atentas ao tema e preocupadas quanto uma ação individual correta pode impactar positivamente no meio ambiente e na sociedade como um todo.”
Ainda mais, a SOLOS realizou coleta de resíduos porta a porta em estabelecimentos comerciais e residenciais.
A economia circular está diretamente ligada aos objetivos de desenvolvimento sustentável de qualquer instituição.
Sob esse ponto de vista, Eduardo Cavalliere, Secretário de Meio Ambiente da cidade do Rio de Janeiro destaca a importância destas diretrizes e ações para coleta de resíduos na gestão atual da cidade.
Cavalliere afirma “O Rio é riquíssimo em natureza e nós trabalhamos para estimular ações que promovam o ganho de consciência em todos que visitam nossa cidade, e acreditamos que tem o potencial de ser líder para um senso de preservação global.”
Além disso, o secretário pontua ainda os benefícios da economia circular.
Por exemplo, geração de novas oportunidades econômicas que impactam positivamente na geração de empregos, mobilidade, segurança hídrica e alimentar, saneamento e outras áreas. “Por isso, ela é um dos pilares do nosso Pacote Climático, lançado no dia do meio ambiente do ano passado.”
Parceria entre Braskem e SOLOS
Braskem é uma empresa focada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular.
Do mesmo modo, a SOLOS além de fortalecer a Economia Circular, realiza projetos que incentivam o descarte sustentável de embalagens pós-consumo.
A partir disso, a parceria entre as duas surgiu em 2019.
Juntas, desenvolveram ações voltadas à educação ambiental e no descarte consciente de embalagens pós-consumo.
Em 2020, focadas na sensibilização e incentivo à economia circular, o projeto de reciclagem, Braskem recicla foi inserido no calendário de ambas como uma ação fundamental.
Com isso, estabeleceram aproximação com a população por meio de uma linguagem leve e educativa.
O Braskem recicla já teve cinco edições bem-sucedidas, sendo três em Salvador (BA), uma em Porto Alegre (RS) e uma em Mauá (SP).
Assim como conta a diretora de Marketing e Comunicação da companhia, Ana Laura Sivieri, “As edições anteriores resultaram na coleta de 37 toneladas de materiais recicláveis, mobilizaram 800 mil pessoas e geraram R$ 100 mil em renda para as cooperativas parceiras.”
Por fim, completa afirmando sua expectativa quanto ao resultado da ação no Rio de Janeiro. “Agora, esperamos que o Rio seja mais um exemplo de cidade empenhada na mudança proposta.”
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Levantamento da Maxiquim para a ABIEF, mostra que a indústria faturou 43,6 bilhões em 2021
O faturamento da indústria de embalagens plásticas flexíveis apresentou forte alta em 2021, devido ao aumento dos preços em toda a cadeia produtiva.
O estudo feito pela Maxiquim, com exclusividade para a ABIEF (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), mostra que desde matérias-primas até os produtos transformados tiveram alta.
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Segundo levantamento da Maxiquim, a inflação e as exportações em 2021 foram fatores que também impactaram nesse crescimento.
O aumento da participação das exportações no total de transformados plásticos foi de 18% em 2021, em relação a 2020, enquanto as importações subiram 15% no mesmo período.
Ainda assim, atingindo recorde históricos, a produção de flexíveis foi de 2,1 milhões de toneladas. Alta puxada pelas indústrias de alimentos e produtos de limpeza doméstica, devido a pandemia do COVID.
Para Rogéria Mani, presidente da ABIEF, ainda há muito trabalho a fazer e muitos mercado a prospectar.
Ou seja, para o presidente da ABIEF, "apesar do crescimento das demandas nos últimos anos, o consumo per capita de embalagens plásticas flexíveis ainda é baixo no Brasil (9,8 kg/habitante), se comparado a outros países."
Expectativas e dificuldades do setor para 2022
Entretanto, para 2022, a expectativa é de recuperação da demanda, mesmo se o primeiro semestre do ano não demonstrar esta tendência.
Mani destaca "esperamos que a redução do IPI, imposta pelo Governo Federal em fevereiro, garanta certo fôlego para a indústria em geral."
Sobretudo, a incerteza está vindo da Guerra da Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022, que já resultou em altas no preço do petróleo.
O presidente da ABIEF alerta que as altas irão impactar nos custos da cadeia produtiva de plásticos transformados no Brasil. "Outros reflexos também poderão ser sentidos pelo setor, como retração de demanda e dificuldades nos custos."
Bem como, o estudo da Maxiquim ainda mostra que o principal mercado para as embalagens plásticas flexíveis em 2021 continuou sendo a indústria de alimentos.
Por exemplo, a indústria de alimentos consumiu 896 mil toneladas das 2,1 milhões de toneladas produzidas.
Ou seja, uma alta de 8,4% em comparação a 2020. E a alta no consumo de embalagens plásticas flexíveis pela indústria de limpeza doméstica foi ainda mais significativa (9,6%), com 110 mil toneladas.
Ainda assim, o market share, por aplicação, estabeleceu a liderança das embalagens multicamadas, com 730 mil toneladas, alta de 2,2% para 2020.
Entretanto, as embalagens monocamadas, somam 651 mil toneladas, com alta de 7,1%.
Agora, as resinas PEBD e PEBDL foram as mais usadas em 2021.
Essas resinas somam 1,589 milhão de toneladas, o que gerou alta de 0,9% em comparação ao ano anterior.
Assim como o consumo de PP, registrou alta de 7,1%, com 347 mil toneladas.
Por fim, do total de resinas utilizadas pela indústria de embalagens plásticas flexíveis, 2,037 milhões de toneladas foram de matérias-primas virgem (alta de 0,5%) e 104 mil toneladas foram de materiais reciclados (queda de 0,2%).
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A indústria sonha com redução do IPI, que deve ter redução de 25%
Por causa da inflação e dos juros, houve retração no consumo geral das resinas, o que reflete na indústria do plástico, que vem aumentando desde novembro de 2021.
O plástico faz parte de praticamente todas as cadeias produtivas, e está presente em todos os aspectos da vida humana.
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Agora, durante a pandemia, ficou mais evidente a importância deste material, principalmente para medicina, saúde e higiene.
Primeiramente, o principal insumo para indústria do plástico é um subproduto do petróleo, que é a resina.
Contudo, essas resinas seguem o preço do mercado internacional.
Conforme a pandemia, a demanda por este material cresceu como nunca, uma vez que, também cresceu a necessidade por embalagens e descartáveis, seja para produtos de limpeza ou para máscaras e roupas hospitalares.
Dessa forma, as resinas tiveram um reajuste de 45% em 2021. Ainda mais, durante toda a pandemia, o reajuste passou de 80%.
Sob esse ponto de vista, Ivana Braga, presidente do Simplast-MG, pontua que com a perda do poder aquisitivo, as pessoas estão pisando no freio e reduzindo gastos.
Braga explica, “As pessoas pensam duas vezes antes de comprar uma TV ou geladeira, que têm plástico em vários de seus componentes”.
Com isso, esse custo chega à mesa do consumidor, mesmo que indiretamente, ao aumentar o preço da embalagem plástica que envolve o feijão e arroz, por exemplo.
Guerra na Ucrânia e impactos na cadeia do plástico
Atualmente, a guerra entre Rússia e Ucrânia gerou impacto no preço do petróleo e seus derivados.
Nesse cenário, Ivana afirma que o mercado está abastecido, no entanto, o produto é caro. “A oferta está maior que a demanda. Tem muita gente baixando o preço para vender o estoque, porém, na hora de repor, vai ter que pagar o valor do mercado”.
Apesar disso, a dirigente está animada com a redução de 25% na alíquota do IPI, que foi anunciada pelo Ministério da Economia.
Para Braga, 70% das empresas do setor são de pequeno porte e o imposto é um custo importante para elas, por ser repassado ao produto.
Braga ainda comemora que reduzir custos é fator de competitividade, então essa é uma boa notícia para a indústria de transformação do plástico.
A fim de requerer novas tecnologias, processos e modelos de negócio.
Além de agregar valor aos transformados, a indústria do plástico exige novas aplicabilidades do material plástico.
Nesse ponto, muito se debate sobre os efeitos do plástico para o meio ambiente, mas pouco se fala sobre as inovações e benefícios que o plástico proporciona.
Sob essa questão, a presidente do Simplast-MG, diz “Neste momento, todo mundo diz que o plástico polui. Mas o plástico não anda. Quem polui é o homem, que tem que aprender a usá-lo”.
Segundo ela, o país tem uma política nacional de resíduos sólidos, mas os municípios não cumprem.
Braga conclui dizendo que “É preciso descartar corretamente e promover o aproveitamento do material reciclável. Atividade que gera renda e quantidade significativa de empregos”.
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Baixo orçamento e falta de capacitação são alguns dos obstáculos para inovação
A pesquisa da CNI aponta que 82% das pequenas empresas já inovaram pelo menos uma vez nos últimos três anos.
Sendo, a inovação muito importante para grandes e pequenas empresas, especialmente por manter a competitividade no mercado.
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No entanto, mesmo entendendo a importância da inovação, muitas das empresas não têm estrutura para inovar.
Como mostra a pesquisa, 68% das pequenas empresas não possuem uma área destinada à inovação, enquanto 76% não têm orçamento para inovação nem equipe capacitada para isso.
Por isso, muitos executivos com objetivo de evitar esses obstáculos, decidem estabelecer parcerias com outras empresas, como bancos e fornecedores.
Para Roberta Bosignoli, a gerente de Operações e de Desenvolvimento de Negócios da EquipNet o investimento em equipamentos usados também pode ser vantajoso nessa busca por inovação.
Bosignoli destaca: "A possibilidade do comprador adquirir equipamentos de marcas líderes e em ótimo estado de conservação é uma forma de expansão por um valor muito acessível.”
Aliás, esta é uma das oportunidades que a EquipNet oferece.
Além disso, a EquipNet também oferece o serviço inverso, a venda de equipamentos usados.
Dessa forma, a empresa pode vender equipamentos usados, que estão inativos ou em desuso para conseguir capital e investir em novas tecnologias.
O marketplace da empresa é o maior site do mundo para para compra e venda de equipamentos industriais usados.
Já que tem como objetivo facilitar esse processo e trazer boas experiências de compra
Por exemplo, para o comprador uma das vantagens desse processo é a possibilidade de realizar uma visita e avaliar os equipamentos antes da compra, podendo tirar dúvidas.
Sobre a EquipNet
Sobretudo, a EquipNet é uma empresa norte-americana com mais de 20 anos de atividade.
Desde então, atua globalmente auxiliando seus clientes durante todo o processo de negociação de equipamentos usados/desativados.
Com escritório no Brasil, a empresa é especialista em conduzir o gerenciamento de negociação entre os vendedores e potenciais clientes, garantindo avaliação justa dos equipamentos.
Em síntese, a EquipNet contribui impulsionando a sustentabilidade nas empresas através do gerenciamento de excedentes.
Além disso, atua em mais de 20 segmentos como alimentício, farmacêutico e P&D, atendendo desde pequenas empresas até corporações multinacionais.
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Plástico Pelo Mundo: Fique por dentro das principais notícias e curiosidades do plástico pelo mundo. Acompanhe como os engenheiros do MIT inventaram plástico mais forte que aço. Conheça o tijolo ecológico feito com plásticos retirados do oceano. E a casa construída com plástico reciclado e bambu.
Engenheiros do MIT inventam plástico mais forte que aço
Engenheiros químicos do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), criaram um novo tipo de plástico que é considerado duas vezes mais forte que o aço, e que pode ser um dia utilizado como material de construção.
Primeiramente, o material possui o apelido de 2DPA-1, e é leve e moldável como o plástico.
Ainda assim, possui uma força e resistência que os engenheiros do projeto comparam ao aço e ao vidro à prova de balas.
Contudo, os engenheiros do MIT, prevêem que o 2DPA-1 seja utilizado em um futuro próximo, ou seja, como um revestimento para aumentar a durabilidade dos objetos.
Por exemplo, como um material estrutural.
Michael Strano, professor de engenharia do MIT explica que "geralmente não pensamos em plásticos como algo que se poderia usar para apoiar um edifício, mas este material pode permitir coisas novas.”
Portanto, o 2DPA-1 é um polímero, uma categoria de substância que engloba todos os tipos de plásticos.
Entretanto, os outros polímeros crescem em cadeias unidimensionais, com novas moléculas adicionais.
Já o 2DPA-1, cresce em duas dimensões, formando uma folha que é chamada de: poliaramida.
Por fim é essa qualidade bidimensional que dá força ao 2DPA-, eliminando as lacunas que existem entre as cadeias de polímeros em outros plásticos.
Tijolo ecológico feito com plástico retirado dos oceanos
Uma startup desenvolveu uma tecnologia para reaproveitar o material plástico retirado dos oceanos.
O engenheiro neozelandês Peter Lewis, desenvolveu uma tecnologia para transformar o plástico em blocos.
Aqui, trata-se de uma plataforma modular que comprime o material, e assim, os blocos se encaixam como legos.
Logo em seguida, a startup afirma que a fabricação do tijolo ecológico, batizado de "Replast", possui uma emissão de gás carbônico 95% menor do que a do tijolo de cerâmica.
Ou seja, ele pode ser utilizado em diversos projetos, como por exemplo, casas e edifícios, pois são duros e resistentes.
Casa é construída com bambu, pedra e plástico reciclado
A construção na Indonésia, reúne um espaço residencial, salas de aula e área, em um projeto surpreendente.
Usando matéria-prima na vila Mekarwangi, zona rural da Indonésia, o escritório de RAW Architecture (Realrich Architecture Workshop) elaborou um projeto surpreendente para um espaço multifuncional.
Enquanto construída com bambu, pedra e plástico reciclado, o projeto é uma casa, área escolar e área comercial.
Possuindo 400 metros quadrados, o projeto impressiona pela integração entre os diferentes materiais.
Desse modo, o projeto usou uma base de pedra combinada com paredes e estrutura de bambu.
Enquanto, a cobertura combina uma membrana de impermeabilização de plástico reciclado com telhados feitos com uma palha local de folhas de nipa (Nypa fruticnas), uma espécie de planta muito usada nas construções locais.
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ESG e Logística Reversa são as práticas mais eficientes para o desenvolvimento sustentável
Um dos assuntos mais debatidos atualmente na área corporativa de uma empresa são as questões ligadas à responsabilidade social.
Nesse sentido, as práticas de ESG e logística reversa surgem como alternativas para alcançar boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.
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Para Renato Paquet, CEO da Polen, a implantação da cultura de ESG nas empresas deve ser um processo que acontece de dentro para fora.
Ou seja, começa dentro da empresa a fim de atingir o mercado e consumidor.
Dessa forma, se constrói uma linha de pensamento nas pessoas.
Com isso, para que a cultura ESG seja efetiva em uma empresa, é preciso a formação das pessoas que tomam decisões dentro da empresa.
Como destaca Paquet: “Elas já tendo as questões ambientais, sociais e de governança trabalhadas internamente e sabendo como praticá-las, tudo que sair da empresa, naquele momento, uma vez que essa cultura está desenvolvida, terá os quesitos ESG.”
Desse modo, esse é um método de resultados a longo prazo, mas que já dá um ótimo início ao que tange a responsabilidade social de uma empresa.
Também, uma grande iniciativa das empresas quando o assunto é responsabilidade social, é a logística reversa.
Primeiramente, a logística reversa trata da maneira como se transportam e entregam o produto.
Então, quando uma indústria realiza esse processo, ela se torna corresponsável pela destinação adequada do material que ela colocou no mercado.
Segundo o CEO da Polen, “Isso significa na prática que estamos contribuindo para que uma determinada massa de material colocada no mercado, seja reintroduzida no ciclo produtivo e deixe de ir para os aterros sanitários.”
Portanto, a logística reversa entra como um auxiliador que evita as embalagens caírem em um “lixão”, no pior dos casos, e num caso menos pior, para o aterro sanitário.
Além disso, Paquet ressalta ainda outra forma que a logística reversa soma quanto a responsabilidade social de uma empresa.
Funciona da seguinte forma: Uma vez que a gente está reintroduzindo um determinado material no ciclo produtivo, ou seja, reciclando, deixamos de consumir matéria-prima virgem.
Paquet conclui que a Logística Reversa é reduzir a exploração de recursos não duráveis e não renováveis, além de garantir que esse material não seja destinado a lixões e aterros sanitários.
Tecnologia como parte do processo
A tecnologia atua para a transparência de todo o processo de logística reversa.
Por exemplo, a rastreabilidade de todo o processo, monitorando o caminho da embalagem pós-consumo, até ela ser reciclada.
Ou seja, o digital se torna um aliado na comprovação de que aquele resíduo está sendo reciclado.
Com a tecnologia, eu consigo tornar os dados acessíveis a todo e qualquer consumidor, órgão ambiental competente ou indústria.
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Companhia apresenta seus resultados de 2021 nesta quinta-feira (17) em teleconferência com a imprensa
Com objetivo de mostrar seus resultados financeiros do 4T21 e 2021, a Braskem apresentará nesta quinta-feira (17) às 9h30 em teleconferência com a imprensa.
Para participar do evento, é importante realizar um cadastro prévio na plataforma webcast, através deste link.
Entretanto, caso prefira entrar por áudio-conferência, está disponível pelo número (11) 4090 1621. É necessário informar o código de acesso: Braskem.
Ainda assim, a confirmação do evento ocorre até o dia 16 de março para: [email protected].
O evento acontece para mostrar os resultados da companhia ao decorrer do ano de 2021, e as perspectivas para um futuro próximo no mercado.
A Braskem está transformando o mundo em tempo real, com novos compromissos com desenvolvimento sustentável, divididos em 7 dimensões, além do seu código de conduta e linha ética que transforma a empresa.
Com uma visão de futuro global, orientada para as pessoas e para a sustentabilidade, a Braskem está engajada em contribuir com a cadeia de valor para o fortalecimento da Economia Circular.
Portanto, os 8 mil Integrantes da petroquímica dedicam-se diariamente para melhorar a vida das pessoas por meio de soluções sustentáveis da química e do plástico.
Primeiramente, a Braskem possui DNA inovador e um completo portfólio de resinas plásticas e produtos químicos para diversos segmentos, como embalagens alimentícias, construção civil, industrial, automotivo, agronegócio, saúde e higiene, entre outros.
Ainda assim, com 40 unidades industriais no Brasil, EUA, México e Alemanha e receita líquida de R$ 58,5 bilhões (US$ 11,3 bilhões), a companhia exporta seus produtos para clientes em mais de 100 países.
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Neste vídeo, a Kolor Flakes compartilha algumas fases do desenvolvimento de seu produto denominado Flakes, uma das opções oferecidas no mercado. Similar ao Masterbatch, o Flake foi concebido para ser empregado por empresas que lidam com material moído, como é o caso de recicladores.
Dentre as vantagens do Flake, destaca-se sua notável compatibilidade com o material moído, proporcionando não apenas uma integração mais eficiente, mas também permitindo uma concentração mais elevada de pigmento. Esse atributo, por sua vez, resulta em um aumento significativo na eficiência da produção.
A Kolor Flakes destaca-se no mercado por desenvolver e disponibilizar uma gama completa de produtos, abrangendo desde flakes até dessecantes, pigmentos em pó e masterbatches. A empresa compromete-se em oferecer soluções de alta qualidade, atendendo às necessidades diversificadas de seus clientes.
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