A Indústria 4.0 foi um termo utilizado pela primeira vez em 2011, na Alemanha. Durante o evento Hannover Messe, foi apresentado em conjunto com o governo local, universidades, centros de pesquisa e empresas de tecnologia, o que seria a Quarta Revolução Industrial.
Nesse sentido, foram propostas mudanças radicais no modelo industrial, com trabalhos a serem desenvolvidos nos campos da automação e controle de dados.
Isto é, mudanças futuristas, mas sem ultrapassar o limite da realidade.
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O objetivo proposto foi o de descentralizar o controle dos processos e proliferar a ideia de dispositivos inteligentes interconectados, de forma a facilitar toda a cadeia de produção e logística das fábricas.
Assim como, o advento da internet e a revolução digital para com os negócios, esse novo modelo de indústria também chegou para causar impacto positivos no setor industrial.
Afinal o que é Indústria 4.0?
A princípio, a indústria 4.0 é uma era de interação entre o digital e o real, com investimentos em tecnologia de ponta para conectar tudo e todos.
Dessa forma, se pretende aplicar todos esses sistemas para o desenvolvimento de fábricas e processos produtivos inteligentes. Eles possuirão a capacidade de se auto-controlar e monitorar.
Esta rede de conexões entre dispositivos, pessoas e sistemas de informação tem levantado discussões em torno da expressão internet das coisas.
Uma oportunidade de criar relações inéditas, em que um sistema se comunica com outro, de forma eficiente e transparente.
Inteligência artificial, robótica, nuvem e internet das coisas, são conceitos bastante familiar na indústria 4.0.
Essas tecnologias caracterizam o ponto principal das inovações nas indústrias, isso porque, a indústria 4.0 tem garantido a otimização de processos que antes eram complexos.
A inteligência artificial faz as máquinas aprenderem a aprender, isto é, na interpretação de dados, entender eventos, analisar tendências, automatizar decisões e fazer ações.
Assim, a inteligência artificial é uma ponte para outras tecnologias, como o big data, que usa técnicas estatísticas e aprendizagem de máquinas para utilizar um volume imenso de dados, que na mão dos especialistas viram informações estratégicas para os negócios.
Outro ponto alto da indústria 4.0 é a computação em nuvem, já que este recurso fornece servidores remotos, armazenamento, banco de dados, redes e programas.
Além disso, essa tecnologia proporciona a redução de custos com equipamentos e suporte.
A indústria 4.0 ainda possui a robótica avançada, que automatiza os processos industriais, permitindo que as máquinas operem sozinhas, com ajudas de sensores, inteligência artificial e big data.
A quarta revolução industrial no Brasil
Pelo o que se indica, o avanço da digitalização na economia pode trazer muitos benefícios para o Brasil.
Isso porque, só a internet das coisas pode trazer US$ 39 bilhões para o PIB brasileiro até 2030.
Por isso, se o Brasil conseguir criar um ambiente para acelerar a adoção das tecnologias, como ambiente de negócios, infraestrutura, capacitação, regulação e financiamento, os ganhos pro PIB podem chegar a US$ 210 bilhões até 2030.
De acordo com levantamento da CNI, 36% dos industriais dizem que a transformação digital não é importante, mas aqueles que a adotaram superaram melhor a crise.
Além disso, o levantamento detectou que 45% dos líderes das empresas do setor admitem que não possuem conhecimentos sobre a indústria 4.0.
Um dado que representa bem o cenário brasileiro quanto a esse processo, também foi identificado pela pesquisa.
Conforme apontado, apenas 7% das empresas entrevistadas usam 10 ou mais tipos de tecnologias. Ou seja, isso indica uma fase inicial do processo de digitalização nas indústrias do Brasil.
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Aumentar os investimentos em ciência e tecnologia é crucial para evoluir a produtividade da indústria brasileira, como aponta um estudo da CNI (Confederação Nacional da Indústria).
Isso se aplica, principalmente, para que o Brasil se beneficie com as janelas de oportunidades da Indústria 4.0, que é caracterizada pelo avanço da automação e da digitalização.
Além disso, também para aproveitar as oportunidades que estão se abrindo com a economia de baixo carbono, por causa das extremas mudanças climáticas.
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Atualmente, o Brasil investe menos de 1% do PIB em inovação. Isto é, muito abaixo da média dos países que integram a Organização para a OCDE (Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que é de 2,68%.
Para Renato Fonseca, superintendente de Desenvolvimento Industrial da CNI, caso o Brasil queira crescer e se tornar competitivo no mercado global, é necessário que o país intensifique a política de inovação industrial.
Os avanços na indústria brasileira
Em termos de trabalhos e de resultados, destaca-se a aprovação da reforma da Previdência, que foi importante para permitir o ajuste fiscal.
Que por sua vez, influencia para que o país tenha uma taxa de juros baixa. Isso melhora o ambiente para atração de investimentos e aumento da produção.
Já na área trabalhista, tiveram avanços importantes, como a legislação de terceirização, que reduziu praticamente a zero a insegurança jurídica nesse tipo de contrato. Sobretudo, a reforma trabalhista trouxe modernidade.
Além disso, houve a redução da burocracia nas normas regulamentadoras de trabalho, segundo a Confederação.
Ainda mais, é importante também citar a questão da infraestrutura, na qual houve um avanço muito significativo no país nos últimos anos.
Já que houve aumento das concessões e das privatizações, além de novas legislações nas áreas de saneamento básico, de ferrovias, de cabotagem e na questão de energia elétrica, segundo a CNI.
Destaca-se, ainda, os avanços na questão da educação, como a nova lei do ensino médio.
Economia de baixo carbono na indústria
Para a CNI, a solidificação de uma economia de baixo carbono que seja dinâmica e próspera deve se basear em quatro pilares.
Sendo eles a precificação de carbono, transição energética, economia circular e conservação das florestas.
A princípio, as empresas enxergam potenciais oportunidades no engajamento em mudanças climáticas, favorecendo o auxílio à comunidade em caso de eventos extremos.
Da mesma forma, esse posicionamento proporciona às empresas uma melhor capacidade para a implementação de estratégias de adaptação aos impactos das mudanças climáticas na comunidade do entorno.
Além disso, cabe destacar ainda que ações desse tipo favorecem a obtenção/manutenção de licenças de operação, conferindo oportunidades competitivas às empresas.
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Com foco no futuro e na construção de infraestrutura que criará um impacto positivo nas pessoas e no planeta, a Bantam Materials, distribuidora britânica de materiais, criou o programa Prevented Ocean Plastic na África. Que já deu destino correto para mais de um bilhão de materiais descartados.
A princípio, este programa ajudará a acelerar o impedimento de mais de um bilhão de materiais recicláveis em lugares incorretos nos próximos 18 meses sozinho. Isso porque, o Prevented Ocean Plastic é um plástico de alta qualidade, certificado e rastreável.
Bem como, é reciclado a partir de resíduos plásticos coletados em áreas costeiras. O processo usa construções antigas em vez de novas para contribuir para uma economia circular em que o plástico retém seu valor. Além de mitigar as emissões de carbono.
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Na África, o programa buscará o plástico coletado das regiões costeiras de Swahili e do norte da África, inclusive ao redor do Nilo.
Nesse sentido, o programa coletará plástico de áreas com pouca ou nenhuma infraestrutura de reciclagem para processamento no norte da África.
Mais trabalho na África
O Prevented Ocean Plastic ajuda a apoiar economias em todo o mundo, criando renda e oportunidades de emprego para aqueles que trabalham no setor formal e informal de resíduos no exterior.
Na África – onde o programa desviará até 5.000 toneladas de plástico por ano do oceano – o Prevented Ocean Plastic fornecerá trabalho monitorado e remunerado.
Isto é, de forma justa para os coletores e aqueles que trabalham no centro de reciclagem. O plástico reciclado do programa é usado por marcas e varejistas bem conhecidos no Reino Unido.
Assim, lhes permite satisfazer partes interessadas cada vez mais exigentes, cumprir metas de sustentabilidade e aderir à legislação, como o Imposto sobre embalagens de plástico. E também atende à crescente demanda do consumidor.
Somente no contexto da embalagem, 90% dos adultos do Reino Unido agora acreditam que o plástico reciclado deve ser usado para criar recursos úteis.
Enquanto 62% dos compradores escolhem ativamente produtos embalados de maneira mais ambientalmente responsável. Não faltam estatísticas semelhantes para outros setores.
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Hoje inicia a Semana das Embalagens Plásticas Flexíveis, que se estende até quarta-feira (23), sendo transmitido no Youtube da Academia da Alta Performance. Sobretudo, o evento é dedicado a quem busca aprofundar seu conhecimento sobre este segmento.
A princípio, esse evento surge com o propósito de ampliar o conhecimento do público sobre a produção e o mercado de embalagens plásticas flexíveis.
Para isso, a Academia da Alta Performance, que é a idealizadora do evento, preparou uma programação importante para a introdução desse conhecimento.
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Ou seja, a semana servirá como uma base do conhecimento nesse segmento.
Uma vez que, a Academia de Alta Performance oferece cursos, treinamentos e consultorias para garantir a excelência nessa área.
Veja a programação do evento
21/11 às 20h – Aula 1
O BOPP e as Embalagens Flexíveis
Por Ernani Pereira Junior
22/11 às 20h – Aula 2
Embalagem Monomaterial e Sustentabilidade
Por Ernani Pereira Junior e Karla Pereira
23/11 às 20h – Aula 3
Uma visão 360º sobre as Embalagens Plásticas Flexíveis
Por Vanessa Domingues, Karla Pereira e Ernani Pereira Junior
Nesse sentido, Ernani Pereira Junior, um dos mentores, destaca que: “Será muito interessante! Iremos dar uma visão básica de todo conjunto e ideia desses produtos plásticos flexíveis”.
Além disso, ele junto a Vanessa e Karla, são fundadores da Academia da Alta Performance e irão ministrar as aulas do novo curso sobre as embalagens plásticas flexíveis.
Semana das Embalagens Plásticas Flexíveis
Data: 21, 22 e 23 de novembro
Horário: Às 20h
Local: Online no Youtube da Academia da Alta Performance
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Com prêmios internacionais, o plástico biodegradável feito com casca de laranja por Kazue Nishi, é uma aposta para representar o Brasil na London International Youth. Para isso, a estudante busca apoio para participar da competição.
Kazue e Vitória Camilly, que ganhou notoriedade participando de olimpíadas, criaram uma vaquinha online para arcar com os custos de participar do evento novamente.
A princípio, a viagem contará com uma visita ao maior acelerador de partículas do mundo, em Genebra.
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O evento é o maior fórum científico juvenil internacional e reúne estudantes de mais de 70 países, e ocorre há mais de sessenta anos.
Nesse sentido, Nishi afirma: “É muito importante mostrar que o Brasil faz pesquisa, pesquisa de qualidade e no ensino básico. É importante quebrar o estereótipo de cientista que é um homem branco na pós graduação”.
Para Vitória Camilly, “é necessário mudar a visão internacional sobre o Brasil, nós devemos mostrar ao mundo que também somos referência em inovação tecnológica, educação e trabalho”.
Ela ainda pontua a importância da participação feminina na pesquisa. “Gerar para as meninas que desejarem ser cientistas no futuro as referências de mulheres cientistas que infelizmente ainda são poucas comparadas às masculinas".
Uma alternativa sustentável
Sobretudo, o projeto de Kazue, busca ser uma alternativa mais sustentável para a indústria. Sendo feito no Centro de Ensino Médio 02 do Gama, no Distrito Federal.
A princípio, o processo para a produção do plástico biodegradável se divide em duas etapas: pré-tratamento e preparação da solução.
Primeiramente, se lavam as cascas por 3 dias para retirar os açúcares solúveis. Depois disso, são secas e trituradas até virarem pó.
Para a preparação da solução, são misturados água deionizada, ácido cítrico e glicerina, junto com o pó de casca de laranja.
Assim, essa solução é colocada em banho-maria por uma hora a 70 °C sob agitação constante.
Feito isso, a solução obtida é distribuída em placas de petri para secar por quatro a sete dias em uma estufa.
Dessa forma, Kazue ressalta: “Para mostrar isso para o mundo, precisamos de auxílio. Infelizmente o governo não investe o suficiente em ciência para custear nossa viagem, então estamos fazendo uma vaquinha e precisamos de aproximadamente R$60.000”.
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Nos próximos dias, de 21 a 23 de novembro, acontece a Semana das Embalagens Plásticas Flexíveis, um evento gratuito e online feito pela Academia da Alta Performance. A iniciativa visa debater o funcionamento do segmento e lançar o curso Uma Visão 360º sobre Embalagens Plásticas Flexíveis.
A princípio, os mentores do evento serão Vanessa Domingues, Karla Pereira e Ernani Pereira Junior, integrantes da equipe da Academia da Alta Performance.
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Em todos os três dias, a Semana das Embalagens Plásticas Flexíveis se inicia às 20h, com a seguinte programação:
21/11 às 20h - Aula 1
O BOPP e as Embalagens Flexíveis
Por Ernani Pereira Junior
22/11 às 20h - Aula 2
Embalagem Monomaterial e Sustentabilidade
Por Ernani Pereira Junior e Karla Pereira
23/11 às 20h - Aula 3
Uma visão 360ºsobre as Embalagens Plásticas Flexíveis
Por Vanessa Domingues, Karla Pereira e Ernani Pereira Junior
Nesse sentido, Ernani Pereira Junior, cofundador da Academia da Alta Performance, destaca que: “Será muito interessante! Iremos dar uma visão básica de todo conjunto e ideia desses produtos plásticos flexíveis”.
Portanto, para participar deste treinamento técnico e de crescimento no desenvolvimento comportamental, basta clicar aqui, se cadastrar e participar gratuitamente.
Conheça a Academia da Alta Performance
Sobretudo, a Academia da Alta Performance foi criada para quem trabalha no segmento de embalagens plásticas flexíveis.
Isto é, com a Academia você encontra conteúdos e novidades sobre tudo o que gira em torno desse segmento.
Isso porque, a Academia da Alta Performance é a única empresa de treinamento no mercado com conteúdos voltados para formação técnica e desenvolvimento comportamental dos colaboradores dessa indústria.
Estando focada na capacitação e evolução profissional de seus alunos.
Além disso, a Academia da Alta Performance já atua a muitos anos no mercado e dispõe de uma equipe especializada para fornecer o desenvolvimento de habilidades fundamentais para essa indústria.
Semana das Embalagens Plásticas Flexíveis
Data: 21, 22 e 23 de novembro
Horário: Às 20h
Local: Online no Youtube da Academia da Alta Performance
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Sandálias 100% recicladas
Com a inovação que gerou no mercado, o case da Melissa Flox M Edition, feito integralmente com material reciclado de sandálias, ganhou o Inovyn Awards. Premiação que aconteceu na feira mais importante do plástico, a K2022, na Alemanha.
Essas ações inovadoras de sustentabilidade da Grendene, estão ganhando cada vez mais destaque em termos de economia circular no mercado.
Uma prova disso, é que antes mesmo de receber o reconhecimento internacional, a Melissa Flox M Edition já havia sido premiada em 2021, com o Prêmio Plástico Sul de Inovação & Sustentabilidade.
A princípio, para a produção dessa linha, a logística reversa da Grendene recolheu 3,4 mil pares de sandálias entre 2019 e 2020.
Em seguida, os materiais recolhidos foram entregues, em partes para recicladores parceiros e a outra metade seguiu para a fábrica.
Uma vez que, a fábrica da Grendene possui equipamentos e a capacidade para separar e identificar o material passível de serem reciclados.
Sobretudo, a Grendene recebeu outros prêmios e selos pelas ações sustentáveis de responsabilidade social desenvolvidas.
Como os selos auditados pela SMETA, uma das auditorias mais reconhecidas mundialmente em gestão ética e responsabilidade social.
Reciclagem dos descartáveis
A Tekni-Plex recentemente aderiu ao Programa de Reciclagem de Copos Descartáveis, que visa dar um destino correto aos copos descartáveis.
Dessa forma, ao escolher destinar corretamente os copos descartáveis, a empresa passa contribuir ainda mais para que um material 100% reciclável tenha como destino as recicladoras.
Que são responsáveis por dar vida nova a um resíduo que poderia estar ocupando lugar nos aterros sanitários.
Além disso, para Fernanda Mazzi, Coordenadora da Qualidade, “o programa também é uma iniciativa extremamente importante para incentivar e conscientizar a população”.
Ela ainda destaca: “Assim como as indústrias e comércio no geral, a contribuírem com a preservação do meio ambiente e com a economia circular no país.”
A princípio, a Tekni-Plex é uma empresa de atuação global, focada no desenvolvimento e na fabricação de produtos para uma ampla variedade de mercado.
Isto é, desde produtos médicos, farmacêuticos, alimentícios, cuidados pessoais, domésticos e até industriais.
No Brasil, opera através da Geraldiscos, companhia que adquiriu em 2019 e é conhecida por fabricar selos de indução e discos de vedações.
Sendo para uma grande variedade de tipos de frascos, incluindo PP, PE, PEAD, PVC, PET e vidro.
Viagem com a reciclagem
Através da #ReciclatONxPlanetLove, a PepsiCo convida o público latino-americano a um desafio de reciclagem, com uma série de eventos que ocorrerão, simultaneamente, em sete países da América Latina.
Dessa forma, as pessoas que participarem da ação concorrerão a uma viagem nacional, com direito a acompanhante.
O ReciclatON ocorre entre 11 e 18 de novembro na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Guatemala, México e Peru.
Assim, por meio desta série de eventos, a PepsiCo incentivará as pessoas a encontrarem soluções para impulsionar a reciclagem.
A iniciativa integra a segunda edição de Planet Love, um projeto em parceria com a National Geographic, que visa inspirar as pessoas a serem agentes de mudança para um mundo mais sustentável.
Nesta segunda temporada, a iniciativa contou com uma websérie documental de sete episódios que falam sobre histórias de amor pelo planeta.
O minidocumentário está disponível na plataforma da National Geographic Brasil no YouTube.
Além disso, no Brasil, a PepsiCo também fomenta outras ações de educação ambiental aos seus consumidores e busca engajá-los em ações de reciclagem de forma perene.
Regina Teixeira, diretora de Assuntos Corporativos da PepsiCo Brasil, reforça a importância de iniciativas que engajem a participação dos consumidores na reciclagem.
Ela destaca: “Acreditamos que ações como essa colocam as pessoas como protagonistas nessa jornada rumo a um planeta melhor e com menos plástico. Todas as ações, por menores que pareçam ser, têm potencial de impactar positivamente a cadeia e devem ser fomentadas”.
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Por Marlo Germer, diretor presidente da Gráfica 43 S.A.
Em consonância com a transformação digital e o comportamento do consumidor, a embalagem há muito tempo deixou de ser algo meramente funcional.
Isso porque, ela tem duas funções cada vezes mais importantes para as marcas, especialmente quando falamos de embalagens primárias, aquelas voltadas ao setor alimentício
Uma delas é proteger o alimento e apoiar na sua conservação, aliada às regras de vigilância sanitária cada vez mais exigentes.
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Já a outra é ajudar no posicionamento de uma marca, atraindo o consumidor visualmente e através de uma experiência sensorial única.
Assim, o cuidado em todo o processo fabril e a criatividade devem andar lado a lado, garantindo perenidade e atratividade aos produtos.
Em relação ao primeiro quesito, cabe destacar que cada vez mais as marcas devem estar atentas aos seus fornecedores de embalagens.
Certificações de qualidade, como, por exemplo, a BRCGS Packaging Materials, que atestam o cuidado do processo fabril.
Neste aspecto, a gráfica precisa estar adequada em todas as etapas, com cuidados de acesso e manuseio muito semelhantes aos da própria indústria alimentícia.
Além disso, a segurança do produto também exige o uso de embalagens com atmosfera modificada.
Visto que, esse tipo de produção auxilia na conservação longeva do alimento.
Embalagens e qualidade do material
A qualidade é também fator primordial, uma vez que, pesquisas apontam que 30% de tudo o que é produzido não chega ao consumidor final por conta de deficiências na embalagem.
Sobretudo, matérias-primas diferenciadas e acabamentos de qualidade alinhados com a transformação digital e a sustentabilidade devem ser considerados.
Atualmente, já existem técnicas de impressão, como o cold foil, que proporcionam a aplicação de relevos e de acabamentos metálicos sem a necessidade do uso de plástico.
E é também neste ponto que a transformação digital tem um peso muito grande para garantir que embalagens primárias cumpram seu papel de conservação.
Ao mesmo tempo que atendam às exigências do novo consumidor.
Produtos prontos para o consumo precisam de proteção para conservação, mas também de embalagens práticas, que permitam o cliente usufruir do produto em qualquer lugar.
Chocolates, lanches rápidos e até mesmo itens congelados como sorvetes e picolés, se enquadram neste quesito.
Assim, criatividade e inovação andam lado a lado, fazendo da embalagem um item estratégico para o posicionamento de uma marca.
Além de contribuir para o reconhecimento de seu papel com a sociedade e o meio ambiente, além de atestar a qualidade do seu produto.
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Com um total de 51 empresas vencedoras, o Think Plastic Brazil anunciou os vencedores do World Plastic Connection Award 2022. Premiação que aconteceu no II World Plastic Connection Summit, entre os dias 7 a 10 de novembro, no Blue Tree Premium Alphaville, em Barueri, São Paulo.
O evento aconteceu de forma híbrida, tanto presencial como online.
Patrocinadora Special Plastic Masterbatch do World Plastic Connection Award 2022 e patrocinadora oficial do prêmio.
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A princípio, o prêmio é aberto a todas as empresas que integram o portfólio Think Plastic Brazil.
Tendo como objetivo reconhecer o mérito e estimular a divulgação dos resultados da indústria de plástico transformado brasileira em seu âmbito exportador.
Sobretudo, para a premiação, os participantes foram divididos em três níveis de maturidade (Access, Special, Excellency).
Dessa forma, os primeiros, segundos e terceiros lugares de cada categoria receberam um troféu e poderão usar dos logotipos e informações de premiação em suas comunicações de forma irrestrita.
Conheça os ganhadores e suas colocações clicando aqui.
Alto prestígio para empresas do setor plástico
Carlos Moreira, Gestor de Estratégia e Planejamento de Projetos do Think Plastic Brazil, pontua que: “Este é o único prêmio que prestigia empresas do mercado de transformados plásticos focadas no mercado internacional. Com a inclusão da categoria Global Design passamos também a ditar tendências para o setor”.
Para ele, tudo isso vai ao encontro da proposta do World Plastic Connection Summit de alavancar a competitividade das micro, pequenas e médias empresas.
Moreira explica: “Isso no processo de internacionalização por meio da inovação, do design e da sustentabilidade”.
Nesse sentido, um dos participantes do II World Plastic Connection Summit, que pode comprovar a importância do evento para o setor, foi o CEO da Plástico Virtual, Rodrigo Oliveira.
Ele declara: “É gratificante para a Plástico Virtual, fazer parte de um evento tão importante para o mercado brasileiro e que agrega valor internacional para os ganhadores. O evento foi um sucesso!”
Outros destaques do evento
Uma das ações que também teve grande destaque no Summit foi o lançamento do Guia Internacional de Tendências de Cores (Color Trend 2023).
A princípio, esse guia foi criado para atender aos profissionais da indústria de plásticos no Brasil e no mundo, que esse ano conta com a assinatura do artista, criador e estilista mundialmente reconhecido, Alexandre Herchcovitch.
O designer dividiu o Color Trend 2023 em 4 temas: Matéria, Recycle Marble, Wooden Blocks, e Metallic Utilities.
Ele comenta: “Gostei demais de ter recebido o convite de pensar as cores para 2023. A iniciativa é super importante porque aponta tendências para o setor. Ter um olhar específico para cada setor acaba dando um norte para todos nós. O mais interessante é chamar alguém de outro setor para fazer essa interferência, essa pesquisa”.
Além disso, o World Plastic Connection Summit também apresentou o anuário International Yearbook 2022 e seminários sobre inovação e sustentabilidade no setor de transformados.
O International Yearbook 2022 reuniu informações sobre o setor de plásticos transformados brasileiros e do processo de internacionalização.
Assim como, os portfólios de produtos das empresas associadas ao projeto setorial. Sendo divulgado em três idiomas, português, espanhol e inglês.
Já os seminários, com o tema: “Inovação, Design e Sustentabilidade como diferenciais globais do setor de plásticos transformados brasileiro”, recebeu cerca de 400 pessoas nos dois dias.
As transmissões das palestras com tradução simultânea em português, espanhol e inglês tiveram mais de 14 mil acessos, de 67 países.
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Como identificar qual o melhor produto para a sua necessidade? Alta dureza, proteção contra abrasão, corrosão e alta temperatura, são as características dos tratamentos de níquel duro químico e de cromo duro fornecidos pela Super Finishing.
Porém, apesar de oferecer vantagens parecidas, os dois produtos possuem diferenças para atender ao mercado.
Alberto Araújo da Silva, diretor comercial da Super Finishing, explica que a princípio, o cromo é um elemento químico metálico de cor cinza, muito resistente à corrosão, podendo ser fundido a temperaturas de até 1900ºC. Já o níquel é um excelente condutor elétrico, sendo maleável e também altamente resistente à corrosão.
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De acordo com o diretor comercial da Super Finishing, os revestimentos já se diferem na aplicação. “O cromo duro é um revestimento depositado eletroliticamente na superfície sob a forma metálica a partir de eletrólitos aquosos. Enquanto o níquel duro químico é um revestimento especial que não requer corrente elétrica, retificadores ou ânodos para aplicação”.
Ainda assim, no cromo são formadas camadas normalmente microfissuradas, de alta dureza e resistência elevada ao desgaste. E no níquel duro químico, a deposição da liga acontece através da reação química ou autocatalítica entre os agentes dissolvidos.
Isto é, Sulfato de Níquel + Hipofosfito de Sódio em solução aquosa. “Quando a peça é imersa nesta solução após pré-tratamento apropriado, todas as suas superfícies são revestidas com camadas totalmente uniformes da liga de níquel-fósforo, independentemente de seu formato geométrico'', destaca o diretor.
As principais vantagens dos revestimentos
O cromo duro possui baixo coeficiente de fricção, assim como, fornece dureza de 600 a 1400 HV.
Sobretudo, o cromo brilhante mais comumente usado varia de 900 a 1100 HV – 67 a 70 Rockwell.
Já o níquel duro químico, fornece um pouco mais de vantagens, segundo o diretor comercial.
Como, por exemplo, adesão: deposita-se sobre qualquer metal ferroso ou não ferroso, inclusive aqueles tratados termicamente ou nitretados.
Tolerância de camada milesimal: não requer usinagem ou retificação posterior. Bem como, penetração total: homogeneidade da camada em qualquer forma geométrica.
Mesmo em peças de geometrias complexas e irregulares, o material deposita-se com uniformidade em cantos vivos e furos, sem a necessidade de retífica e polimento posterior.
De acordo com o Sr. Alberto, os pontos de destaque para diferenciar os revestimentos são a usinagem ou retificação posterior, penetração total e as microfissuras.
Isso porque, o níquel não requer usinagem ou retificação posterior e possui penetração total, que garante homogeneidade da camada em qualquer forma geométrica.
Já o cromo possui camadas com microfissuras, com alta dureza e resistência elevada a desgastes.
Expectativas da empresa para o mercado
A Super Finishing conta com tecnologia avançada, fábrica e laboratórios de análises físico-químicas com equipamentos de ponta. Além disso, a empresa dispõe de profissionais comprometidos com a excelência, atendimento personalizado e a qualidade de produtos que desenvolvam soluções.
Bem como, prestem serviços de primeira linha, com controle de qualidade em cada etapa do processo.
O diretor ressalta que: “São 30 anos de mercado atendendo empresas de pequeno, médio e grande porte, clientes satisfeitos com nossos serviços”.
E finaliza que a tecnologia, conhecimento e compromisso com a excelência: é assim que a Super Finishing se torna referência em tratamento de superfícies, no Brasil e no exterior.
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