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Por Nimrod Riftin, CEO global da Belago Technologies

A tecnologia tem transformado o modo em que vivemos e a sociedade em sua totalidade, incluindo a indústria. Nos últimos anos, o setor tem se abastecido das novidades que os elementos tecnológicos apresentam e tornado processos que antes eram manuais em tarefas automatizadas. Dito isso, o que esperar da indústria 4.0 neste novo ano?

A princípio, a Indústria 4.0 é um conceito que engloba a integração à manufatura de novas tecnologias, como Internet das Coisas (IoT da sigla em inglês), computação em nuvem, ‘big data’, inteligência artificial e aprendizado de máquina. 

A correta adoção dessas tecnologias, conforme os conceitos da Indústria 4.0, tem revolucionado a forma com que as empresas criam, produzem e distribuem seus produtos.

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Esses sistemas impactam diretamente no aumento da produtividade de cada organização, aumentando também sua eficácia geral. 

Além disso, em linhas gerais, a utilização de sistemas baseados na indústria 4.0 gera aumentos na disponibilidade das máquinas, redução na utilização de energia e no desperdício de material e sucata.

Nesse sentido, a inteligência artificial também pode ser utilizada para identificar problemas futuros ou falhas.

Assim, permitindo que a tomada de decisões a partir dos dados filtrados seja muito mais eficaz e certeira, evitando maiores prejuízos no decorrer dos processos.

Indústria 4.0 no Brasil: O que esperar?

Perspectivas para 2023

Em 2023, mais empresas tendem a buscar alternativas que substituam os processos manuais de chão de fábrica por processos tecnológicos de ponta, que possuem os benefícios citados acima.

Esse movimento de adesão tem crescido no país. Segundo estudo da Pesquisa de Inovação Semestral (PINTEC), cerca de 70% das 9,4 mil empresas entrevistadas investiram em novidades tecnológicas em 2021 e 58,4% pretendem aumentar investimentos em pesquisa e desenvolvimento em 2023.

No entanto, o novo ano para a indústria 4.0 não se trata apenas de novas tecnologias, mas da continuação progressiva dos sistemas que estão estabelecidos no mercado e da adoção por aqueles que ainda não o utilizam.

Ou seja, o Brasil ainda precisa se consolidar como um país que pode ser uma grande potência tecnológica.

Bem como, todo este processo passa por investimentos, criação de oportunidades e conhecimento compartilhado.

A indústria 4.0 deve nortear o futuro da indústria e se consolidar como a 4° revolução industrial. Assim, transformando o modo como as empresas enxergam as possibilidades de uso das máquinas nos chãos de fábrica nas próximas décadas e em outros campos em que a indústria 4.0, por meio da tecnologia, pode ser mais do que apenas um auxílio, mas um agente ativo e transformador de todo um sistema.

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A empresa de Treinamentos e Consultorias Inovameta de Manaus alavancou o seu faturamento em 2022 para 62%, em relação a 2021,vindo em um crescimento exponencial desde 2020. 

De acordo com o CEO, Hilton Neto, o crescimento se deve às ampliações de parcerias com outras empresas do PIM (Polo Industrial de Manaus) e até uma instituição de ensino superior do estado. 

Sobretudo, a Inovameta é uma instituição de treinamentos especializados voltada para indústria de plásticos e metal mecânica na cidade de Manaus. 

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Em 2020 a empresa atendia apenas cinco empresas do PIM, subindo para dez, em 2021, chegando a fechar parceria com 20 novas empresas, em 2022. 

Segundo Neto, esse crescimento se deu após a ampliação dos atendimentos de treinamentos. “Foi quando engatamos a segunda marcha, elevando o saldo de faturamento da nossa empresa e atingindo a marca de mais de 900 profissionais certificados pelo nosso time”.

Atualmente, o subsetor de termoplásticos (principal segmento atendido pela empresa) é responsável por mais de 10 mil postos de trabalho no Estado e emprega 8 mil pessoas no Polo Industrial de Manaus. 

O CEO pontua que: “No Amazonas o subsetor de termoplásticos ocupa a quarta maior participação no faturamento do PIM, sendo responsável por 8,13% de toda arrecadação da indústria local, o que representa aproximadamente 2,5 bilhões de dólares”.

Empresa vive alta em venda de cursos para indústria plástica

Expectativas para este ano

Para 2023, o empresário explica que a Inovameta projeta fechar o ano com o crescimento de 80% em cima do faturamento quanto a 2022. “São passos curtos, mas firmes. Uma vez que em 2022 nós também atendemos empresas de outros estados, como Santa Catarina e Pará. Isso, por meio da nossa plataforma Edtech (Education Technology ) de cursos on-line”.

Dessa forma, Neto espera expandir ainda mais o lucro. “Um grande diferencial da plataforma é que o aluno aprende com muita qualidade nas aulas que duram no máximo 20 minutos. O resultado é muito preciso, dentro do que propomos a oferecer de excelência educacional para industriários, pois tudo é aplicado à realidade prática deles”, observa. 

Ele ainda salienta ainda que novas parcerias estratégicas com indústrias e com o setor da educação contribuíram com o crescimento no faturamento da Inovamenta em 2022.

De acordo com o CEO, esses conteúdos são personalizados de acordo com a realidade deles como colaboradores e exclusividade na região.

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Outdoor de reciclado

Outdoor e Poliolefinas de reciclado e Plástico de azeitona

A Dreammedia, empresa de outdoor, lança a primeira campanha de outdoors impressos em plástico retirado do oceano, através do novo produto ecológico Oceantex. Isto é, uma matéria-prima concebida a partir de resíduos recolhidos do oceano, em especial, plástico marinho.

Esse outdoor constitui 10% do produto final, sendo 90% composto por material biodegradável, o que lhe confere um elevado potencial reciclável.

Para Ricardo Bastos, CEO da Dreammedia, esta inovação consolida mais um passo na estratégia de sustentabilidade, reveladora do compromisso da empresa com o futuro dos oceanos. 

Ele destaca que: “A nossa ambição é criar ‘atitudes que preservam vidas e transformam marcas’, sensibilizando para a gestão responsável dos nossos meios”.

Dessa forma, Bastos espera manter sempre os altos padrões de excelência e qualidade, que os caracterizam. “Com esta nova opção, as marcas que comunicam com a Oceantex assumem uma Atitude Carbono Zero".

Sobretudo, em novembro de 2022, a Dreammedia demarcou-se por ser a primeira empresa no setor Out-of-Home em Portugal a obter o certificado Carbono Zero.

O que garante aos seus clientes que a comunicação das suas marcas é 100% neutra em carbono, premissa assumida pela empresa com o mote “Atitude Carbono Zero”.

Poliolefinas de reciclado

A Repsol espera, no último trimestre de 2024, uma nova linha de produção de poliolefinas de material plástico mecanicamente reciclado no Complexo Industrial de Puertollano, na Espanha, um investimento avaliado em 26 milhões de euros.

Para isso, a empresa instalou uma nova linha de produção de plásticos reciclados que tem capacidade para produzir 25.000 toneladas por ano no seu Complexo Industrial de Puertollano.

Assim, tornando este centro numa "referência para a economia circular" da Península Ibérica, refere a empresa do setor energético em comunicado.

A princípio, a nova unidade irá quase duplicar a capacidade atual de 16.000 toneladas por ano.

Sendo que este investimento está em conformidade com os recentes regulamentos europeus e, nomeadamente, espanhóis, que visam atingir o objetivo de 30% de conteúdo reciclado para embalagens plásticas até 2030.

Plástico de azeitona

Empresa de Famalicão, Plastifa, especializada em injeção de plástico, criou um biomaterial inovador produzido a partir de caroços de azeitona e termoplástico.

É um Produto 100% biológico, que se aplica em produtos de consumo, sem material derivado do petróleo que se utiliza no composto do plástico.

Manuel Carvalho, administrador da Plastifa, diz que o processo se criou juntamente com um parceiro “que faz a recolha do produto, de oliveiras do Alentejo, e que através da extrusão nos deixa o componente do caroço de azeitona para que o possamos misturar com polipropileno, garantindo características de fiabilidade e qualidade que um produto desta natureza exige”.

Sobretudo, a empresa inaugurou no ano de 2018 uma nova unidade de produção em Requião.

Isto é, um espaço que pretende alargar nos próximos dois anos para acompanhar o crescimento expectável da empresa, que atualmente conta com um volume de negócios próximo dos 7,5 milhões de euros.

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Segundo a CNI, a indústria de transformação fechou o mês de dezembro de 2022 em alta. Isso porque, esse setor teve crescimento no volume de horas trabalhadas na produção, na massa salarial real e no rendimento médio do trabalhador. 

Além disso, o emprego registrou estabilidade pelo segundo mês consecutivo, reforçando a acomodação do ritmo de crescimento. 

Já a utilização da capacidade instalada e o faturamento real recuaram, embora permaneçam em um patamar elevado. 

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Segundo o boletim dos seis indicadores registrados, apenas a UCI teve queda ao longo do ano. Os outros cinco registraram crescimento na comparação anual.

A CNI informou que, entre os principais fatores que contribuíram para esse avanço em 2022, estão a reorganização gradual das cadeias de suprimento, a desaceleração inflacionária e a recuperação do mercado de trabalho, associada à atividade econômica mais aquecida.

Sobretudo, em dezembro de 2022, o faturamento real da indústria de transformação recuou 0,4% em relação ao resultado de novembro, na série livre de efeitos sazonais. 

Apesar da variação negativa no mês, o faturamento permanece no segundo ponto mais alto desde 2015. Na comparação acumulada de janeiro a dezembro de 2022 frente ao mesmo período de 2021, o faturamento atingiu alta de 2,8%.

Expansão na indústria de transformação

Crescimento em horas trabalhadas

Já as horas trabalhadas na produção cresceram 0,6% em dezembro de 2022, na comparação com novembro, também na série livre de efeitos sazonais. 

Já na comparação anual, houve crescimento de 2,7% das horas trabalhadas em 2022.

Ainda mais, o emprego industrial permaneceu estável pelo segundo mês consecutivo, apresentando uma variação de 0,1% na comparação com novembro. 

Com o resultado de dezembro, o emprego encerrou 2022 com alta de 1,5% no acumulado de janeiro a dezembro de 2022, frente ao mesmo período de 2021.

Além disso, outro indicador, relativo à massa salarial real da indústria de transformação, também cresceu pelo segundo mês consecutivo, com alta de 0,3% na comparação com novembro, na série livre de efeitos sazonais.

Rendimento

No total, foram sete altas do rendimento médio real do trabalhador da indústria ao longo do ano de 2022. Assim, fechando, no acumulado de janeiro a dezembro, com um avanço de 2,1%.

Já a utilização da capacidade instalada recuou 0,6 ponto porcentual em dezembro de 2022 na comparação com novembro.

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A Academia de Alta Performance irá realizar o 2º workshop “Liderança de Alta Performance”, totalmente online, através da plataforma Zoom. Sobretudo, o evento, que acontece dia 01 de março às 19h30, possui como objetivo, desenvolver o protagonismo no comprometimento da produtividade dos colaboradores. 

O evento aconteceria hoje dia 15, mas devido alguns problemas com a energia por conta das chuvas foi transferido para dia 01/03, aproveite para já garantir sua inscrição gratuita.

Sendo ministrado por Vanessa Domingues, para participar, basta entrar em contato com a Academia de Alta Performance, por e-mail: academia@academidaaltaperformance.com.br . O link para acesso a sala no Zoom, será enviado por e-mail horas antes do evento.

Dinâmica do evento

A princípio, serão utilizadas dinâmicas de grupo, vivências, metáfora e simulações de

exposições conceituais, reflexões e associações com situações reais de trabalho.

Dessa forma, o workshop irá explorar o:

Bem como, irá trabalhar os seguintes tópicos:

Assim, fornecendo uma carga horária entre 03 a 04 horas. Se inscreva, participe e, assim, garanta seu certificado.

Workshop “Liderança de Alta Performance”

Data: 01/03/2022

Horário: 19h30

Ministrado por Vanessa Domingues

Realização: Academia de Alta Performance

Confira os depoimentos de alguns participantes da primeira edição do workshop, realizado no dia 08/02:

“Cada ponto abordado no Workshop foi de extrema importância para o meu desenvolvimento pessoal e profissional. Saber que não estou sozinha e que todos nós passamos por diversas situações parecidas é algo que nos deixa confortados, pois sabemos as tempestades acontecem em todas as empresas. 

O Workshop foi excelente, perfeito, dinâmico, cada experiência compartilhada será de certa forma sempre recordada nas situações que encararmos diariamente. Parabéns pelo Workshop!”, Laura Alvarenga – Líder no controle de qualidade na unidade MG do Grupo GRANAROLO.

“A troca de experiências, aprendizados, constante desenvolvimento em grupo melhora muito no comportamento da liderança. O Workshop me trouxe não apenas desenvolvimento profissional, mas pessoal também. A facilitadora é muito competente e disposta a ensinar.

O conteúdo muito rico e com várias dinâmicas produtivas em grupo, que mesmo sendo virtual foi bem impactante. Adorei tudo e muito obrigado pela oportunidade de participar, tenho muito gratidão por vc!”, Carlos Eduardo Spricigo – Gestor de produção da PLASZOM EMBALAGENS.

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Empresa especializada em tratamentos de superfície há mais de 30 anos, a Super Finishing é presença confirmada na Feira Plástico Brasil 2023, que acontecerá de 27 a 31 de março, na São Paulo Expo. 

A princípio, a Super Finishing é líder em proteção contra corrosão e abrasão. Por isso, o objetivo de sua participação é oferecer sua ampla gama de soluções inovadoras para o mercado.

Isso inclui revestimentos metálicos de Níquel Duro Químico, Níquel-Lub, Niflon e Cromo Duro, bem como pinturas especiais de PTFE.

Leia mais:

Alberto Araújo, diretor da Super Finishing, declara: "Estamos empolgados em participar da Feira Plástico Brasil e apresentar nossos avanços em tratamentos de superfície". 

Com essa participação na Plástico Brasil, a esperança de Araújo é ampliar a presença da empresa no mercado e, assim, estabelecer conexões com outros profissionais da indústria. Bem como, compartilhar nossa expertise durante a feira.

O estande da Super Finishing ficará localizado na Rua E, N°E060, com todo o catálogo de soluções da empresa, assim como com seus representantes para conversas.

Feira do plástico recebe empresa líder em revestimento

O que esperar da Feira Plástico Brasil?

A Plástico Brasil 2023 contará com 40 mil m² de exposição. Isto é, reunindo mais de 800 marcas brasileiras e internacionais para apresentarem seus produtos e soluções inovadoras. 

Assim, promovendo a sinergia com profissionais e visitantes que poderão também participar das atrações exclusivas de conteúdo.

Isso porque, o mercado poderá conhecer o que há de mais novo em tecnologias e soluções em produtos básicos e matérias-primas, maquinários, equipamentos e acessórios, ferramentas e moldes.

Bem como, resinas sintéticas, processadores de plásticos, instrumentação, controle e automação industrial, robótica, projetos e serviços técnicos, reciclagem, entre outros.

Liliane Bortoluci, show director do evento, explica que: "Durante a pandemia, mantivemos a conexão da cadeia produtiva por meio de ações, webinars, congressos e atividades online e,  neste ano, estaremos reunidos novamente para validar essa conexão. Além de reforçar a importância deste como o principal evento catalisador de inovações e palco para promover networking e gerar negócios efetivamente”. 

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A Feira Plástico Brasil, será o principal ponto de encontro de tendências e inovações da indústria do plástico. Em sua terceira edição, o evento estará sediado no São Paulo Expo, entre os dias de 27 a 31 de março.

Em um espaço de 40.000 m² de exposição, estarão reunidas mais de 800 marcas nacionais e internacionais, que participarão do evento físico para criar sinergia com profissionais e visitantes.

Bem como, o objetivo é apresentar ao mercado tecnologias e soluções em produtos básicos e matérias-primas, como:

Leia mais:

O evento contará com empresas do Brasil, Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Suíça, Taiwan e Turquia. Sendo assim, são esperados mais de 45 mil visitantes.

A Plástico Brasil também contará com áreas exclusivas para conteúdo, com a participação de especialistas em uma programação exclusivo

sobre variados temas voltados aos plásticos.

Espaço para networking e realização de negócios

A princípio, a Plástico Brasil já é considerada uma das mais importantes feiras de encontros do setor para networking e realização de negócios.

Isso porque, ela reúne os principais players das indústrias de transformação de plásticos, da borracha, construção civil, alimentos e bebidas, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza.

Liliane Bortoluci, show director da feira, destaca: “As últimas edições mostraram que mais de 80% de nossos visitantes são tomadores de decisão dentro dessa cadeia produtiva. Além disso, mais de 70% estão em busca de novos fornecedores ou realizando pesquisas no evento para futuros investimentos, o que confirma a importância do evento”, destaca.

Sobretudo, a Plástico Brasil é uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), da Associação Brasileira da Indústria Química (ABIQUIM), e com realização da Informa Markets. 

Jornada Plástico Brasil Xperience - 365 dias

Até a realização do evento presencial, o mercado conta com intensa programação de Plástico Brasil Xperience, uma plataforma digital disponível 365 dias do ano.

Nela contém conteúdos exclusivos e eventos online para que o setor possa interagir e manter o networking ativo, a capacitação e a efetivação de negócios.

Nesse sentido, a Plástico Brasil Xperience, evento digital e gratuito, será realizada nos dias 16, 17 e 18 de agosto, das 9 às 13 horas. Para informações sobre a programação e inscrições, clique aqui.

3ª Plástico Brasil - Feira Internacional do Plástico

Data: de 27 a 31 de março de 2023 - Horário: Das 10 às 19 horas

Local:  São Paulo Expo - Exhibition & Convention Center

Promoção e Organização: Informa Markets Brasil

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Com queda de 0,7%, a produção do setor industrial brasileira encerrou o ano de 2022 sem conseguir dar ritmo à recuperação iniciada em 2021, quando o setor cresceu 3,9%. Esse levantamento foi feito pelo IBGE, na Pesquisa Industrial Mensal. 

Apesar da queda de 2022 vir precedida de crescimento industrial em 2021, nos anos anteriores o ritmo também era de encolhimento da atividade industrial, de 1,1% em 2019 e 4,5% em 2021. 

André Macedo, gerente da pesquisa, afirma que: “Muito do crescimento de 2021 tem relação direta com a queda significativa de 2020, ocasionada por conta do início da pandemia. Avançou em 2021, mas foi influenciada por uma base baixa de comparação e não superou as perdas de 2020”.

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Nesse sentido, o setor teve dois comportamentos distintos no ano passado. Isso porque, no primeiro semestre e início do segundo, respondeu às medidas de incremento da renda realizadas pelo governo de Jair Bolsonaro.

Isto é, a antecipação do 13º para aposentados e pensionistas. Bem como, liberação do FGTS, adoção de medidas de estímulo ao crédito, Auxílio-Brasil e auxílio concedido aos caminhoneiros, entre outros. 

Macedo completa: “Ao longo do segundo semestre, essa resposta perdeu fôlego e a indústria teve um comportamento de menor intensidade e com maior frequência de resultados negativos”.

Setor industrial perde ritmo de crescimento

Elevada taxa de juros

Além das medidas tomadas pelo governo no período pré-eleitoral, o recuo do setor industrial em 2022 também tem forte influência da taxa de juros em elevação.

Já que afeta diretamente os custos de crédito, além da inflação, principalmente dos alimentos, que impacta na renda das famílias e, por consequência, no consumo. 

Dessa forma, Macedo ainda afirma que: “Também há influência do aumento nas taxas de inadimplência e de endividamento. E o mercado de trabalho, que embora tenha mostrado clara recuperação ao longo do ano, ainda se caracteriza pela precarização dos postos de trabalhos gerados”.

Ainda mais, a queda de 0,7% no fechamento de 2022 atingiu todas as quatro grandes categorias econômicas. Além da maioria dos ramos (17 de 26), dos grupos (54 de 79) e dos produtos (62,4% dos 805 pesquisados), mostrando o caráter disseminado da desaceleração.

Sobretudo, a maior influência foi do setor de indústrias extrativas (-3,2%), puxado pelo minério de ferro. 

Outros segmentos também se destacaram, como produtos de metal (-9%), metalurgia (-5%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-10,7%). Bem como, produtos de borracha e de material plástico (-5,7%). 

Por outro lado, entre a minoria das atividades com expansão na produção, a de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que registrou alta de 6,6%, exerceu a maior influência positiva. “Trata-se de um setor que manteve comportamento positivo ao longo de 2022, impulsionado, principalmente, por produtos com maior ligação com a mobilidade”, finaliza o pesquisador.

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O desempenho, situação financeira, confiança e perspectiva das micros e pequenas indústrias brasileiras seguem em queda para 2023. Isso porque, o PPI (Panorama da Pequena Indústria), da CNI, registrou baixa nos quatro indicadores no último trimestre de 2022.

Embora isso, os indicadores se mantiveram acima da média histórica. Além disso, entre os principais problemas, nos últimos meses do ano passado, empresários relataram insatisfação com acesso ao crédito e com a taxa de juros.

Dessa forma, o Índice de Desempenho fechou o quarto trimestre de 2022 com 44,3 pontos. 

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Quando comparado com o mesmo período no ano anterior (47,4 pontos), o indicador apresenta uma redução de 3,1 pontos. A média histórica é 43,8 pontos.

Segundo Paula Verlangeiro, analista de Políticas e Indústria da CNI, esse recuo nos últimos três meses de 2022 é uma questão sazonal.

Ela explica: “Foi mais brando que o observado na média histórica do período. Essa queda ocorreu após um terceiro trimestre de desempenho positivo para a pequena indústria”.

Sobretudo, esse levantamento da CNI mostra ainda mudança no ranking dos principais problemas das pequenas indústrias. 

Depois de quase dois anos, oscilando no top 3 de principais problemas, a falta ou alto custo de matéria-prima deixou de ser o principal incômodo. Isso porque, nos últimos meses de 2022, os empresários reclamaram mais da elevada carga tributária e das taxas de juros. 

Outros desafios que se destacaram nesse período foram a demanda interna insuficiente, burocracia excessiva, competição desleal e dificuldades na logística de transporte.

Insatisfação quanto o acesso ao crédito

Fechando 2022 com 43 pontos, o Índice de Situação Financeira apresentou uma queda bem pequena entre novembro e dezembro de 2022, de apenas 0,7 ponto.

Quando comparado com o mesmo trimestre de 2021, este ano apresentou um aumento de 1 ponto.

Assim, empresários dos três setores: construção, transformação e extrativa, relataram estar mais insatisfeitos do que antes com o acesso ao crédito. 

Para a CNI, o acesso ao crédito é fundamental para o desempenho das MPEs, seja para reestruturação ou para a expansão dos negócios.

Fábio Guerra, gerente de Política Econômica da CNI, reforça que: “O cenário do mercado de crédito é desafiador, por conta, principalmente, do elevado nível da taxa de juros”.

Por isso, ele acredita que é ainda mais importante que as micro e pequenas empresas busquem orientação adequada no momento de busca por financiamento ou empréstimo.

Segundo ele, conhecer bem as informações envolvidas nesse processo pode ser decisivo no sucesso da contratação do crédito e nas condições desta contratação.

Isto é, no que se refere aos termos de taxa de juros, prazos, carências, garantias, entre outros pontos.

A falta de confiança no 3º trimestre de 2022

O indicador de confiança das micros e pequenas indústrias também apresentou queda no último trimestre do ano passado e registrou 48,8 pontos. 

É a primeira vez desde julho de 2020 que MPEs industriais relatam falta de confiança. A CNI acredita que isso pode influenciar na tomada de decisão deles na hora de realizar investimentos e contratações futuras.

Nesse sentido, as perspectivas para os próximos meses também estão abaixo da linha de 50 pontos.

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Por Fernando Alves do Brasil 61

O déficit na balança comercial de produtos químicos totalizou US $63 bilhões em 2022. O valor é o dobro do registrado em 2019, período anterior à pandemia de COVID-19, quando o déficit foi de US $31,5 bilhões, segundo a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim). O total também superou o recorde de US $46,2 bilhões estabelecido em 2021. 

Nesse sentido, para a diretora de Economia e Estatística da Abiquim, Fátima Giovanna, o Brasil precisa de políticas públicas para aumentar a competitividade da indústria

Ela sinaliza que: “Temos uma questão estrutural, temos que resolver alguns problemas relacionados ao Custo Brasil, em especial, o custo das matérias-primas, energia. Mas, sobretudo, precisamos que o governo coloque um olhar sobre a indústria nacional, pense em políticas de longo prazo, políticas de Estado que devolvam a competitividade ao setor e que atraiam investimentos”.

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A princípio, o setor químico é responsável por fornecer insumos essenciais para diversas atividades econômicas, como agropecuária, transporte, construção civil, saúde e higiene.

Quando as importações superam o valor  das exportações, significa que a balança comercial apresentou um déficit. É o caso da indústria química. 

Isso porque, em 2022, o Brasil importou US $80,3 bilhões em produtos químicos, recorde da série histórica iniciada em 1989. 

Esse valor total equivale à aquisição de 57,4 milhões de toneladas de produtos. Por outro lado, as exportações registraram um total de US $17,3 bilhões. 

Balanço comercial: déficit nas exportações de insumos nacionais

Saldo das exportações nacional

Apesar de um crescimento de 19,5% na comparação com a balança comercial de 2021, o montante exportado é bem inferior ao total de importações. De acordo com a Abiquim, em termos de quantidades físicas, foram movimentadas 15,6 milhões de toneladas para os mercados de destino, uma redução de 3,4%.

Assim, tendo reduções consideráveis nos volumes exportados de aditivos de uso industrial (-15,7%), de produtos petroquímicos básicos (-30,8%) e de resinas termoplásticas (-2,4%). 

Na comparação com outros mercados, o país registrou superávit em relação a países vizinhos na América Latina.

No entanto, ficou bem atrás de América do Norte e União Europeia que, juntas, somaram um déficit aproximado de US $25 bilhões. Isso enquanto na Ásia o valor foi de US $22 bilhões. 

Dessa forma, segundo o MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), o saldo comercial brasileiro em 2022 foi de US $62,3 bilhões. 

O país exportou US $335 bilhões e importou US $272 bilhões. Nesse sentido, os dados apontam que o setor agropecuário teve o maior crescimento no ano no valor exportado. 

A Indústria de Transformação também teve aumento. Já a Indústria Extrativa apresentou redução do valor exportado.

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