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A Liesa (Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro) e o Sistema Fecomércio do estado firmaram uma parceria para fazer do carnaval carioca o maior evento de lixo zero do mundo. Isso porque, juntos criaram o Recicla Sapucaí, que tem o objetivo de evitar o descarte incorreto de resíduos no desfile das escolas de samba.

Essa parceria para o programa foi assinada pelos presidentes da Liesa, Jorge Perlingeiro, e do Sistema Fecomércio RJ, Antônio Florêncio.

A princípio, o Recicla Sapucaí contou com 15 máquinas de corte e fragmentação de metais, plásticos e vidros dispostas pela passarela do samba, para que o público depositasse os resíduos. 

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Nesse sentido, os agentes foram distribuídos pela plateia para atuar no convencimento dos consumidores.

As latinhas de alumínio tiveram uma atenção especial do Programa Cada Lata Conta, em parceria com a Abralatas (Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alumínio), iniciativa mundial existente há 14 anos, em 19 países. 

Assim, mais de 100 catadores de cooperativas do Rio de Janeiro farão a coleta, triagem e destinação correta dos resíduos. 

Todo material recolhido se reverterá para os próprios catadores, com reversão em renda. No ano passado, se coletou 8 toneladas de latinhas na Sapucaí. Para este ano a previsão é de que sejam coletadas entre 8 e 10 toneladas.

Programa garante reciclagem na Sapucaí

Um acordo com a economia circular

Na cerimônia de assinatura, o presidente da Liesa salientou que o Recicla Sapucaí é uma parceria “que vai trazer uma amplitude maior ao nosso trabalho, porque nós não fazemos só carnaval, nós temos projetos junto às nossas 12 comunidades”.

Para ele, o Sesc e o Senac têm muito a contribuir com ações sociais e cursos profissionalizantes durante todo o ano.

Sobretudo, o acordo prevê, ainda, que alunos do Senac coloquem em prática seus conhecimentos na avenida. Isto é, customização de roupas, maquiagem cenográfica e cobertura fotográfica. 

Por isso, a Cidade do Samba e a Sapucaí estarão abertas ao Sesc, ao longo de todo o ano, para passeios de projetos como Turismo Social, Educação Infantil e Sesc+ Esporte.

A capacitação de mão de obra para a indústria do carnaval e a trabalhos sociais voltados às comunidades envolvidas com o espetáculo serão uma extensão da parceria. Isto é, iniciando com tratamentos odontológicos gratuitos nas Unidades Móveis OdontoSesc.

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A MC Components, especialista em componentes para máquinas e moldes de injeção e sopro, prepara três novidades para o mercado em 2023. Isso porque, a empresa está ampliando sua linha de mangueira de silicone com trama de aço e lançando o bujão expansivo e a pistola de ar.

Segundo Marcus Vinicius Rodrigues Camargo, diretor da MC Components, as mangueiras de silicone com trama de aço são ideais para trabalhos com alta temperatura.

Já que são extremamente resistentes e flexíveis, “sendo desenvolvidas para substituir a mangueira de teflon com trama de aço que quebra e não é flexível, com amplas possibilidades de aplicação”.

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Já o bujão expansivo é voltado para as ferramentarias, o que traz segurança contra vazamento e picos de pressão e de fácil aplicação. E a Pistola de ar com sensibilidade, possui maior controle do fluxo de ar, sendo ideal para trabalhos delicados e resistente para trabalhos e ambientes agressivos pois é totalmente de metal.

Considerações e expectativas para o mercado em 2023

A princípio, a MC Components teve uma considerável subida na demanda em alguns dos seus produtos no ano passado. 

Segundo Camargo, “a solução completa para contenção de peças composta pela cortina de contenção IN ROLL + sanfona ou bica teve destaque no ano de 2022 a partir do seu lançamento na Interplast em Joinville-SC”.

No entanto, mesmo investindo em novos lançamentos e ampliando a linha de produtos, a empresa não espera muito do mercado este ano.

Isso porque, para o diretor da empresa, esse e os próximos três anos serão marcados por incertezas no campo econômico. “Não vamos criar expectativas significativas nos próximos quatro anos devido a essa instabilidade econômica e política que o Brasil está se direcionando”, afirmou.

Nesse sentido, as projeções para o desempenho, situação financeira, confiança e perspectiva das micros e pequenas indústrias brasileiras feitas pela CNI, seguem uma linha parecida com as considerações de Camargo.

Uma vez que, os indicadores seguem em queda para 2023. Porém, o índice de confiança do empresário industrial aumentou dois pontos e registrou 50,6. Assim, saindo de um cenário de desconfiança para um de confiança na economia do país.

Sobretudo, este indicador trata da percepção dos empresários para os próximos seis meses em relação à economia e a sua empresa.

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Para evitar estresse com paradas inesperadas na planta fabril, a Haver & Boecker, empresa brasileira de capital alemão, oferece a manutenção preventiva como solução para o mercado. O procedimento é capaz de impedir perdas de produção e reduzir custos.

Bem como, faz detecção precoce de defeitos, evita danos consequentes em outros componentes da máquina, melhora a capacidade de planejamento de produção e produz relatório de manutenção detalhado.

Nesse sentido, Leandro Vieira, especialista em ensacamento e Mateus Geneseli, gerente de pós-venda da Haver & Boecker, explicam: “Ao enviar regularmente nossos técnicos de serviço qualificados e experientes para manutenção preventiva, você garante a funcionalidade, desempenho e disponibilidade do seu sistema de embalagem HAVER”.

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Segundo Vieira, ao detectar defeitos em um estágio inicial, falhas em seu sistema se evitam com antecedência e os custos de tempo de inatividade são minimizados. 

E ainda assim, acreditam que a manutenção preventiva da empresa, garante a vida útil mais longa possível para o sistema. “Dependendo do tipo e escopo do seu sistema, ficaremos felizes em recomendar intervalos de manutenção personalizados para o seu sistema”, declara Vieira e Geneseli.

Como funciona a automatização da manutenção preventiva da Haver?

De acordo com Vieira e Geneseli, para programar e automatizar a manutenção de forma otimizada, a Haver & Boecker oferece a opção de contrato de serviço.

Dessa forma, a empresa cria a base para o “fluxo perfeito” com manutenção preventivas regulares.

Isto é, seja para novas instalações ou para sistemas existentes. “Juntos determinamos com que frequência seus sistemas devem receber manutenção. Isso porque, nossa recomendação é desenvolvida individualmente para que seja baseada na sua tecnologia de ensaque e nos produtos a serem ensacados”, destacam.

Geneseli enfatiza que "conclua seu contrato de serviço por um ano e conte com o fato de que seus sistemas são mantidos de forma ideal em todos os momentos".

Expectativas para 2023

Segundo Vieira e Geneseli, a expectativa da empresa é voltada para o crescimento nos mercados de química, alimentos, PetFood e construção civil. “Dando destaque especial para produtos de alto valor agregado e que necessitam de cuidados especiais”, pontuam.

Além disso, eles ainda destacam que os modelos de máquinas Adams e Topas SF desenvolvidas para embalagens plásticas devem ser destaque esse ano.

Isso porque, estes podem garantir uma maior proteção ao produto final, garantindo assim, uma maior vida útil do mesmo. Bem como, proporcionar uma embalagem de excelente aparência para produtos de venda para o consumidor final no caso do mercado B2C.

Ambos pontuam outro destaque para este ano na unidade da empresa no Brasil, que é a sala de testes. “Essa sala foi renovada com o que temos de melhor em tecnologia para análise de produtos, embalagens e testes de ensaque. Assim, podemos convidar todos os nossos clientes para acompanhar o funcionamento de seu produto junto com sua embalagem em nosso equipamento antes da aquisição do mesmo”.

Segundo eles, esse espaço também pode se utilizar por clientes e parceiros para a realização de treinamentos. Para assim, adquirir conhecimento nos equipamentos adquiridos.

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Entre janeiro e fevereiro o ICEI (Índice de Confiança do Empresário Industrial) da CNI avançou dois pontos e registrou 50,6 pontos. Com isso, o índice passou de um cenário de desconfiança para um de confiança. 

A princípio, foram consultadas 1.372 empresas, sendo 564 de pequeno porte, 482 de médio porte e 326 de grande porte, entre 1.º e 7 de fevereiro de 2023.

O principal fator para a recuperação do ICEI foi a melhora de um dos seus componentes: o Índice de Expectativas aumentou 4,1 pontos para 52,9 pontos. 

Isso porque, esse indicador trata da percepção dos empresários para os próximos seis meses em relação à economia e a sua empresa. 

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Em relação às condições atuais, o indicador recuou 2,4 pontos para 45,9 pontos e demonstra uma percepção de piora mais forte e disseminada da indústria sobre as condições atuais da economia brasileira e das empresas.

De acordo com o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, apesar da recuperação, o avanço de dois pontos não foi suficiente para reverter a queda de confiança de 14,2 pontos no índice de confiança acumulada entre setembro de 2022 e janeiro de 2023. 

Azevedo destaca: “Mesmo assim, o resultado de fevereiro é muito importante. Isso porque, interrompeu a sequência de quedas significativas e, mais do que isso, mostra que o empresário voltou a mostrar confiança”.

Isto é, para ele, caso essas expectativas mais positivas se confirmem, a confiança tende a se fortalecer. “E a melhora no ânimo sugere uma disposição maior para investir e contratar”, diz Azevedo.

Expectativa na economia alavanca confiança empresarial

Produção industrial desacelerada

Buhler

Como tradicionalmente ocorre no último mês de cada ano, a produção industrial recuou em dezembro. Em uma escala na qual valores abaixo dos 50 pontos significam retração, a atividade nas fábricas ficou em 42,8 pontos no mês passado. 

Segundo a CNI, ainda assim, esse patamar ficou acima da média histórica de 41,8 pontos para o período. Assim, sinalizando que essa queda foi menor que as de outros anos. 

Considerado pela entidade também como usual para o fim do ano, o emprego na indústria registrou 46,9 pontos em dezembro, também no campo da retração. “O resultado está abaixo da linha divisória dos 50 pontos desde outubro, indicando que há percepção de queda do emprego industrial no último trimestre de 2022”, destacou a CNI. 

Dessa forma, a UCI (Utilização da Capacidade Instalada) recuou 4 pontos percentuais no mês passado, para 67%, enquanto os estoques do setor seguem acima do planejado pelos empresários. 

O documento finaliza explicando: “Desde julho de 2022, os resultados desse índice vêm ficando acima dos 50 pontos, indicando estoques acima do planejado”.

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Por Leandro Kaster, gerente corporativo de Processos e Eficiência Industrial da Razen

Mostrando que a Indústria 4.0 está revolucionando as linhas de produção, as tecnologias empregadas nos processos operacionais ganham cada vez mais força. Estima-se que até 2025 as técnicas industriais 4.0 poderão reduzir custos de manutenção de equipamentos entre 10% e 40%.

Além disso, o consumo de energia deve ficar entre 20% e 40%, e aumentar a eficiência do trabalho entre 10% e 25%, segundo dados da consultoria McKinsey.

Atualmente, um dos grandes fatores que contribuem para a diferenciação das empresas no mundo dos negócios é a gestão do conhecimento e a capacitação de seus trabalhadores para esta nova fase dos processos produtivos.

Isto é, com volume crescente de dados em nuvem, rastreabilidade, realidade aumentada, IoT, big data, entre outras tecnologias. 

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A tendência é que essas e outras soluções cresçam e sejam continuamente expandidas, já que geram impactos positivos nos processos e operações, assim como no modelo de trabalho industrial. 

O foco principal do setor, no fim, está em garantir eficiência operacional. Os dados evidenciam que esta revolução vai muito além da simples aplicação de novas tecnologias.

Como em grandes transformações industriais ocorridas no decorrer da história, o foco em eficiência operacional, algo muito presente nos últimos anos, tem provocado impactos e modificado os modelos de produção. 

Contudo, diante de uma nova realidade produtiva, onde as atividades de uma indústria estão conectadas cada vez mais, são necessárias sérias adaptações. Bem como, uma rápida capacitação por parte do trabalhador para se manter atualizado. 

Apesar disso, ainda são poucas as empresas que encaram a indústria 4.0 como aliada no desenvolvimento e sustentabilidade dos negócios.

Indústria 4.0: eficiência operacional e otimização para indústria

Tecnologias 4.0

O setor sucroenergético, no qual atuo, é um dos grandes segmentos com potencial para aumentar o valor agregado de suas operações, considerando a versatilidade da cana-de-açúcar e os produtos resultantes dessa matéria-prima (açúcar, etanol, biomassa para energia limpa, entre outros). 

As boas práticas de manejo, planejamento, qualidade e operação nas lavouras resultaram num melhor TCH (Toneladas de Cana por Hectare). 

No entanto, é preciso aliar essas ações com a padronização de processos e implementação de novas soluções na indústria, tão fundamentais para a resiliência do setor.

Atualmente, tecnologias alinhadas com o conceito indústria 4.0 podem ajudar a reduzir desvios e falhas, garantindo maior produtividade para empresas do segmento. 

Desperdícios reduzem a produtividade e geram consequências diretas nos resultados das empresas. 

Com isso em mente, é preciso definir estratégias para mitigar esses impactos e investir no máximo aproveitamento dos recursos. 

Uma das dicas mais importantes relacionadas à eficiência operacional é a substituição de tarefas pouco produtivas e processos custosos.

Esse é o caso do uso dos gêmeos digitais, em que é possível testar diferentes situações em um protótipo on-line idêntico ao físico. Com ele, temos maior previsibilidade das variações e, portanto, conseguimos minimizá-las. 

Dessa forma, a tecnologia otimiza os custos, ao passo em que diminui o tempo de máquinas paradas, gastos de manutenção e aumenta a disponibilidade de uso dos produtos.

Ainda voltada ao segmento, existem soluções como o Controle Avançado, que reduz a instabilidade do processo. Essa tecnologia que permite a operação da planta próxima dos seus limites, melhorando o rendimento, produtividade e lucratividade, a inovação resulta em uma qualidade do produto mais uniforme e maior redução no consumo de energia.

Padronização e otimização na indústria

Sobretudo, há inúmeros sistemas e ferramentas dedicadas à padronização e otimização industrial, com soluções que incluem rever o layout para maximizar o aproveitamento de máquinas. Bem como, planejar a produção a fim de reduzir perdas de matérias-primas. 

A implementação de soluções que gerem maior confiabilidade, integridade e disponibilidade das operações em tempo real devem estar presentes na indústria. Essas já são essenciais para a manutenção do segmento, responsável por 22,2% de todo o PIB nacional.

Complementar a isso, capacitar os operadores é um dos serviços essenciais para a eficiência operacional, considerando que funcionários precisam conhecer as novas tecnologias do mercado para aplicá-las e utilizá-las da maneira correta. 

Invariavelmente, recursos como tempo e colaboradores são melhor utilizados a partir das otimizações de processos ou inserção de novas soluções.

Nesse sentido, países em desenvolvimento, como o Brasil, precisam olhar para ações focadas em eficiência operacional na indústria como um meio de aceleração do crescimento econômico. 

Para isso ocorrer, serão necessários investimentos em pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias, e a criação de políticas educacionais voltadas à formação de mão de obra qualificada.

O setor industrial brasileiro precisa enxergar a padronização e digitalização como meios de manter-se competitivo no mercado global. Já que é evidente que a preparação e otimização dos processos ajuda no desenvolvimento das indústrias e, por consequência, do país.

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Uma das maiores fabricantes brasileiras de embalagens de EPS, a Termotécnica, desenvolveu uma embalagem para aquecedores destinada à multinacional japonesa Rinnai. 

A princípio, a embalagem foi premiada pela ABRE (Associação Brasileira de Embalagens) na categoria Estratégica Soluções para Varejo e e-Commerce. 

Essa solução para aquecedores, desenvolvida com a tecnologia iPack, substituiu as caixas de papelão, assim, proporcionando ao cliente ganhos de processos, ampliação das comercializações por outros canais e segurança no transporte. 

Além disso, o seu eco design adapta-se a diversos modelos de produtos, proporcionando menor uso de matéria-prima, reciclagem e ganhos em sustentabilidade.

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Albano Schmidt, presidente da Termotécnica, afirma: “Conseguimos oferecer ao nosso cliente uma solução de alta proteção para o produto. Houve ganhos na conteinerização das mercadorias no caminhão, proteção da integridade física dos produtos durante o transporte, redução do peso total do produto embalado e aumento da competitividade nos envios via e-commerce”.

Segundo ele, ainda se permitiu que o cliente aumentasse a participação nas vendas por e-commerce. “Isso é muito relevante para o desempenho financeiro em tempos de pandemia. Ao fazer a compra pela internet, nossa embalagem garante que a mercadoria chegue na casa do cliente final de forma íntegra e segura”.

Embalagem em EPS gera processos mais econômicos

Tecnologia iPack da Termotécnica

Pensado de forma a unificar plataformas de produtos e simplificar processos de embalamento, o iPack permite a distribuição de produtos pelos mais diversos modais de transporte, sendo em cargas fechadas ou fracionadas. 

Nesse sentido, o presidente da empresa destaca: “Novos tempos, requerem novas soluções e o iPack permite toda esta mobilidade”.

Os ganhos da embalagem em EPS da Termotécnica já iniciam na linha de montagem do cliente. 

Isso porque, a estrutura leve e segura, contribui para a ergonomia do processo. O design possibilita simplificar o número de operações além de otimizar insumos, aumento da capacidade de armazenamento e transporte. 

Sobretudo, essa solução foi projetada com preocupação funcional e estética. Por ser clean e expositora, possibilita a visualização do produto no PDV (ponto de venda), muito importante neste segmento. 

Além disso, o EPS é resistente à compressão, possui alta capacidade na absorção de impactos, e também é impermeável, contribuindo para garantir a entrega do eletrodoméstico com todas as funcionalidades seja por qual for o canal de vendas.

Ganhos logísticos

A princípio, a solução da Termotécnica reduziu o peso da embalagem em 90%, a dimensão final e os itens para reciclagem. 

A sua estrutura foi dimensionada para suportar as exigências do ciclo de entrega do produto. 

Assim, houve melhora na performance de proteção, ganhos na disposição com mais aparelhos por pallet e melhor atendimento aos requisitos do transporte. Ainda, possui as informações da marca e as instruções necessárias para movimentações, em local adequado de fácil visualização. 

Ainda quanto às questões logísticas, as embalagens e componentes da Termotécnica eliminam despesas também com fretes de retorno, já que o EPS é one-way e pode ser 100% reciclado no pós-consumo.

Nivaldo Fernandes de Oliveira, diretor superintendente da Termotécnica, finaliza dizendo: “Em resumo, nossa embalagem proporcionou ao cliente ganhos de processos consideráveis, possibilidades de comercialização por outros canais, além de garantir a integridade e funcionalidade do produto para o consumidor”.

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Celular de plástico reciclado

Celular e Embalagem com reciclado e o Incentivo a reciclagem

A Samsung pretende aumentar cada vez mais a presença de materiais reciclados em seus dispositivos. No Galaxy S22 e S23, ela já utiliza plástico proveniente do oceano e PET 80% reciclado, além de vidro 22% reciclado.

A princípio, a pauta da sustentabilidade faz parte do modelo de negócio da empresa há algum tempo, e já se mostra presente nos estandes de todos os seus lançamentos.

No entanto, a grande intenção divulgada pela Samsung é que, no futuro, a empresa pretende utilizar plástico 100% reciclado em seus componentes.

Park Sung-sun, vice-presidente executivo e chefe da equipe de pesquisa e desenvolvimento mecânico da Samsung MX, destacou que: "Você pode questionar o impacto que nossa campanha pode ter no meio ambiente da Terra, mas é uma quantia considerável, considerando o vasto portfólio de produtos da Samsung. Achamos que pode ter reverberações pequenas, mas significativas para cada cliente.”

No caso do Galaxy S23, se utilizou plástico reciclado para 12 componentes internos, acima dos seis componentes da série Galaxy S22. De acordo com a empresa sul-coreana, esse tipo de iniciativa pode ajudar a reduzir 15 toneladas de redes de pesca descartadas dos oceanos até o final de 2023.

Sobretudo, a Park Sung-sun também afirmou que a Samsung está trabalhando com outras marcas e parceiros para aumentar a reciclagem de materiais raros, como ouro e cobalto.

Embalagem de plástico reciclado

Quem comprar os packs da cerveja Devassa, produzida pelo Grupo Heineken, vai levar para casa bebidas embaladas com um shrink de filme plástico produzido com resina pós-consumo (PCR). 

Essa parceria entre a cervejaria e duas grandes empresas nacionais permitiu o desenvolvimento de uma resina específica para a fabricação dessas embalagens flexíveis, resistentes e altamente sustentáveis. 

Isso porque, o KWM (Grupo Kapersul Waste Management), que atua nacionalmente com gerenciamento de resíduos, logística reversa e economia circular, desenvolveu a linha de resinas uPCR, a partir do plástico que coleta em suas operações. 

A princípio, o uPCR pode substituir com segurança a resina virgem em uma gama variada de produtos.  No caso do shrink da Devassa, o conteúdo reciclado representa 30% do plástico usado. 

Alessandro Gonçalves, gerente comercial da Plaskaper da KWM, explica que: “Metade dos resíduos vêm de cooperativas, tratando-se assim de pós-consumo residencial que deixa de ir para o aterro. A outra parcela é de resíduo pós-consumo industrial, resultado do próprio processo de gestão de resíduos do Grupo KWM”.

De acordo com ele, a origem do material é rastreada, assim comprovando-se ser um pós-consumo industrial e comercial legítimo.

Incentivo a reciclagem

Com a Retorna Machine, máquina recicladora fruto da parceria entre Ambev e a Triciclo, que faz parte do grupo Ambipar, as embalagens podem ser trocadas por recargas em vale-transporte e celular pré-pago, bônus na fatura da energia elétrica ou desconto em livrarias.

Para participar, é preciso fazer uma conta gratuitamente pelo site ou aplicativo da Triciclo para Android e iOS. Depois disso, é só se dirigir ao ecoponto mais próximo e depositar sua embalagem ou material reciclado. 

Dessa forma, cada tipo de material gera tricoins – que se utiliza na troca. Adicione as tricoins diretamente na sua conta Triciclo e converta em créditos.

Sobretudo, a Retorna Machine recebe todos os tipos de materiais recicláveis como alumínio, aço, embalagens longa vida, plástico e vidro.

A pricnípio, o programa conta com 138 ecopontos espalhados por várias cidades brasileiras. 

As máquinas estão instaladas nos terminais metropolitanos como Jabaquara, Diadema, Piraporinha, São Bernardo do Campo.

Bem como, São Mateus e Santo André Oeste, no Corredor ABD, gerenciado pela EMTU, em estações da da Linha 4 – Amarela e da Linha 5 – Lilás do metrô, operadas pela ViaQuatro. Mais detalhes sobre os locais dos ecopontos podem ser conferidos no site.

Os números estão crescendo: o programa conta com 128.437 usuários cadastrados. Mais de 9.836.421 embalagens e 74.621.30 materiais foram recolhidos.

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A Avery Dennison Label and Packaging Materials anunciou que seu portfólio de filmes mono-orientados, bi-orientados e polietileno, com adesivos S0290 e S692N, foi reconhecido pela APR (Associação dos Recicladores de Plásticos) como apto para a reciclagem do polietileno de alta densidade.

Isto é, os rótulos da marca podem permanecer na embalagem sem afetar os processos de reciclagem. 

Sobretudo, a Associação de Recicladores Plásticos é uma entidade comercial internacional que representa a indústria de reciclagem de plásticos. 

Comprometidas com o sucesso da reciclagem de plásticos, as empresas membros da APR estão moldando o futuro da indústria.

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O Guia APR é um protocolo abrangente em escala laboratorial, utilizado para avaliar a reciclabilidade de embalagens ou itens plásticos, ou seja, sua compatibilidade em relação aos atuais sistemas de reciclagem. 

Esse guia ajuda os designers de embalagens a medir todos os aspectos de uma solução em desenvolvimento. Se baseando nos critérios aceitos pela indústria, para garantir que seja realmente compatível com a reciclagem. 

Por isso, o reconhecimento desses filmes indica que os rótulos da Avery Dennison podem permanecer na embalagem sem afetar os processos de reciclagem.

Isabella Gablli, vice-presidente e gerente geral da Avery Dennison, afirma que: “a Avery Dennison trabalha com o objetivo de impulsionar a circularidade na indústria. Esse reconhecimento é essencial para a construção de um futuro melhor e representa, de forma tangível, nossa missão sustentável de ser um agente transformador”.

Adesivos em plástico PEAD afetam a reciclagem do material?

Avanço nas metas de reciclagem

Segundo Ana Toledo, diretora comercial na Wise, “para a indústria de reciclagem no Brasil, ter materiais para rótulos e etiquetas que apoiem e promovam a reciclagem de embalagens de PEAD e que atendam aos requisitos do guia APR, abre um cenário muito positivo para avançar nas metas de reciclagem do país e da região”.

Ela ainda acredita que para a indústria de reciclagem da América Latina, ter estes tipos de soluções e que também sejam reconhecidas pela APR é fundamental para poder resolver os desafios técnicos. E, assim, avançar nas metas de reciclagem que a indústria busca. 

Nesse sentido, Cecília Mazza, gerente regional de sustentabilidade da Avery Dennison, pontua que a empresa está muito consciente de sua responsabilidade com o meio ambiente.

Ela destaca: “Nos sentimos responsáveis ​​por oferecer soluções que promovam a reciclabilidade em toda a indústria”.

E finaliza dizendo: “Alcançar esse reconhecimento nos posiciona como referência em soluções inovadoras para o meio ambiente e como parceiro estratégico na busca por um futuro melhor”.

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Embora tenham características parecidas, masterbatches e aditivos se diferenciam na forma de aplicação e fabricação. Ambas adições ao plástico garantem propriedades e uma estética melhorada ao produto final. 

Porém, são matérias-primas que não podem se utilizar ao mesmo tempo em seus processos e fabricação, pois possuem diferentes etapas de processamento.

A princípio, a fabricação do masterbatch reúne materiais distintos, como aditivos e pigmentos. Já os aditivos são concentrados de compostos específicos.

Geralmente, os aditivos são em forma de líquidos, como óleos e graxas, mas também podem ser encontrados em pós e granulados, assim como os masterbatches.

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Ambos elementos, ajudam a modificar a resistência do material ao impacto e, além disso, melhoram o acabamento, aumentando, reduzindo ou eliminando sua dureza. Bem como, podem conferir cor ao polímero aplicado.

São ótimos materiais para diminuir o custo do plástico e possuem diversos benefícios relacionados ao seu uso.

Diferença entre masterbatches e aditivos

O que diferencia um material do outro?

Masterbatches e aditivos possuem distinções importantes, que são necessárias de serem compreendidas para garantir o ótimo funcionamento desses materiais.

No mercado, os aditivos termoplásticos encontrados, são os plastificantes, lubrificantes, agentes antiestáticos.

Os retardantes de chama, estabilizantes, antioxidantes, agentes de expansão e espumantes, nucleantes, modificadores de impacto e pigmentos e corantes.

Nesse sentido, é necessário destacar que esses aditivos, em sua maioria, são pulverizados em masterbatches. Isto é, os aditivos líquidos, quando incrementados aos masterbatches, podem gerar um produto final diferente.

Isso porque, os masterbatches são criados a partir de diferentes materiais, como milho, farinha, madeira, argila de caulim e sílica. Assim, eles podem podem ser criados com uma variedade de propriedades diferentes.

Ou seja, os masterbatches podem ser usados tanto com a finalidade de conceber durabilidade ao plástico, quanto para criar um acabamento de alto brilho.

Com isso, os aditivos são muito mais voltados para conferir melhorias mecânicas, enquanto os masterbatches transitam pelo fornecimento de propriedades e acabamento.

Tipos de aditivos para plástico

A princípio, cada um dos aditivos é utilizado para uma finalidade específica.

Os plastificantes, por exemplo, se usa em plásticos que reduzem a viscosidade e aumentam a mobilidade, além de melhorarem o processamento e a flexibilidade dos plásticos. 

Já os lubrificantes, por sua vez, reduzem a viscosidade e a fricção internas e externas dos polímeros, diminuindo a aderência do material.

Nos retardantes de chama, como o nome sugere, são aditivos para plásticos que inibem ou eliminam a propagação do fogo. Por isso, são especialmente indicados em situações em que o plástico será exposto a temperaturas elevadas e a correntes elétricas. 

Ainda tem os pigmentos e os corantes, que se aplicam para conferir coloração ao material.

Tipos de masterbatches

Os masterbatches se dividem em algumas categorias. Como o masterbatch branco, que pode se aplicar em uma ampla gama de itens na produção de plásticos.

Como, por exemplo, laminação, revestimento, tubos, termoformação, películas de proteção, fibras, entre outros.

Outra cor específica de masterbatch é o preto, nessa, o material tem base em polietileno, polipropileno e um sistema portador universal. 

Os materiais para sua produção se selecionam criteriosamente para fornecer uma ampla variedade de propriedades de alto jato, proteção UV e contato com alimentos, a fim de oferecer uma coloração única e mais qualidade ao material.

Ainda assim, é possível encontrar o masterbatch colorido, que se aplicam em termoplásticos de engenharia de alto desempenho, desde aparelhos industriais a eletrodomésticos e tecidos. Eles oferecem mais estabilidade térmica e variedade de cores. 

Assim, sendo feitos com pigmentos de alta qualidade, eles se aplicam ​​em vários processos, como cabos de isolamento, moldagem por injeção e por sopro de garrafas.

Entre os dias 08 e 11 de março, a ARBURG comemora "100 anos de história da empresa da família Hehl".  O evento industrial único "Dias de Aniversário da ARBURG", irá  mostrar todo o catálogo de produtos da empresa à comunidade profissional internacional, na Alemanha.

Os visitantes do "Think Tank" de Lossburg poderão explorar os temas quentes da sustentabilidade e digitalização na Arena da Eficiência, Centro do Cliente e Centro de Formação. A princípio, são mais de 40 exposições com aplicações de uma grande variedade de indústrias, que mostrarão toda a gama de produtos e serviços da ARBURG. 

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Estes incluem inovações, o portfólio de máquinas e sistemas robóticos com sistemas chave na mão. Bem como, uma variedade de processos e produtos digitais, e os serviços pré-venda e pós-venda da ARBURG.

Além disso, o evento fará uma viagem através da história da empresa juntamente com os visitantes e empregados.

Participação na feira Plástico Brasil

Dias depois da sua comemoração, a ARBURG ainda irá participar de uma das maiores feiras da indústria plástica do Brasil.

A Plástico Brasil acontece entre os dias 27 a 31 de março. O stand da ARBURG é o I040, onde se mostrará exemplos de aplicação da digitalização e melhoria da eficiência na produção em série de peças plásticas. 

Sobretudo, o foco das exibições da empresa será no setor da embalagem.

No stand, uma ALLROUNDER 570 E GOLDEN ELECTRIC produzirá tampas de parafuso em polipropileno num molde de 8 cavidades. As peças moldadas têm um diâmetro de 63 milímetros e um peso de 16,5 gramas. 

Nesse sentido, um sistema robotizado MULTILIFT SELECT é utilizado para remover os componentes. A máquina está equipada com o sistema de assistência "4.set-up" da ARBURG, que tem uma vasta gama de características para simplificar a configuração e conversão. 

Além disso, a ARBURG exibirá também uma ALLROUNDER 630 H. A máquina produz contentores IML com uma capacidade de 220 mililitros num tempo de ciclo de cerca de 5,5 segundos. 

O controlador GESTICA da máquina dispõe de uma série de funções de assistência, oferecendo aos técnicos e operadores a máxima comodidade e um amplo apoio.

A princípio, ambas as máquinas estão interligadas com o sistema informático anfitrião ARBURG (ALS), o que significa que os visitantes podem experimentar em primeira mão os benefícios oferecidos pela ALS. 

Por exemplo, podem ser obtidos indicadores relativos a encomendas atuais, turnos e qualidade de produção em qualquer altura.

Assim, tornando possível identificar onde podem ser feitas melhorias orientadas para o processo de produção. Dessa forma, aumentando a qualidade do produto e a disponibilidade do sistema a longo prazo.

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