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Os custos com manutenção nas indústrias podem chegar a 5% da receita total, segundo a Abraman (Associação Brasileira de Manutenção e Gestão de Ativos). Para driblar esse impacto financeiro, uma das formas é investir em programas de manutenção preditiva.

Como afirma Rogério Rodrigues, CEO da Abecom, empresa especializada em manutenção industrial. “Essa medida antecipa possíveis falhas e evitam paradas de produção não programadas”.

Nesse sentido, Rodrigues ainda lista outros desafios para eliminar os gargalos de produtividade nas indústrias.

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Como a falta de mão de obra qualificada; gestão de custos de manutenção; gerenciamento de estoque; planejamento de manutenção; integração com outras áreas da empresa; uso de tecnologia e gerenciamento de documentação.

Para ele, a falta de mão de obra treinada para a manutenção preditiva é um desafio crescente nas indústrias e com grande impacto na produtividade.

O CEO da Abecom, pontua: “As parcerias com instituições de ensino ou fornecedores especializados são uma forma eficaz e econômica para que os profissionais adquiram conhecimento sobre novas tecnologias, técnicas específicas e métodos utilizados em outros setores”.

Ainda mais, Rodrigues salienta que as empresas devem considerar todos os recursos financeiros envolvidos em um equipamento. 

Ele destaca que o custo de manutenção não é só a soma do valor das peças de reposição e das horas de trabalho da equipe. “As falhas nas máquinas causam perdas de produção, atrasos de entrega e custos de reparo mais altos do que os previstos. E isso também deve entrar na conta”, alerta.

Qual a importância da manutenção preditiva?

Peças para manutenção

Já quanto aos estoques de peças de manutenção, estes não podem ficar nem abaixo nem muito acima do que o necessário. 

Por isso, as empresas devem traçar estratégia de manutenção. “Não podem esperar o equipamento falhar para agir. Isso trará consequências desastrosas para a produtividade e aumentará significativamente os níveis de peças de reposição”, diz Rodrigues. 

Segundo o CEO, é possível que as empresas eliminem essa necessidade em alguns componentes, a partir da manutenção proativa que programa melhor os níveis de estoque.

O desafio seguinte é o planejamento da manutenção preditiva, o que minimiza os tempos de inatividade dos equipamentos. 

Dessa forma, para o especialista, infelizmente, ainda se vê empresas com a cultura de que a manutenção só existe para corrigir problemas, quando, na verdade, ela é responsável pelos ativos de maior valor numa indústria.

Assim, Rodrigues destaca que o planejamento de manutenção deve ser integrado a outras áreas da empresa, que não apenas a produção e a engenharia. “O setor de Supply Chain, por exemplo, também pode se beneficiar com as informações de desempenho das máquinas para planejar melhor as compras de componentes, gerando economia”, explica.

O CEO da Abecom também pontua a importância de identificar riscos associados à manutenção de equipamentos industriais, que podem ser mitigados. “Para isso, é necessário coletar dados e monitorar o funcionamento das máquinas”, diz.

Por fim, ele explica que para garantir a eficiência dos equipamentos é importante manter uma documentação precisa e atualizada sobre as atividades de manutenção. 

E finaliza: "O comportamento do funcionamento das máquinas, o histórico das ações, e até indicadores de manutenção, são informações muito úteis para saber quando agir, o que trocar e por que trocar".

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Gerando inclusão social e preservação do meio ambiente, o projeto Inhaúma Sustentável tem sido uma alternativa para gerar renda às mulheres de São Luís. Isso porque, o projeto é totalmente integrado por mulheres, que realizam a coleta e reciclagem de garrafas PET usadas para a produção de vassouras.

A princípio, essa é uma iniciativa do GACC (Grupo de Apoio às Comunidades Carentes), com financiamento da Vale e apoio do Centro Universitário Estádio São Luís. 

De acordo com a coordenação do projeto, até o momento já foram coletadas 17 mil garrafas PET. 

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Maria Carmelita Pereira, integrante do projeto, conta que a experiência de trabalhar com reciclagem transformou positivamente a sua vida. “Pude conhecer pessoas, conhecer outros mundos que nunca imaginei. Também gosto de participar do projeto porque por meio dele tive muitas oportunidades e aprendizado”, conta.

Mary Lourdes Silva, estudante de eletrotécnica, destaca que a rotina de confecção das vassouras lhe traz bem estar e satisfação. “Quando estou na fábrica, consigo distrair a mente e o manuseio das máquinas de desfiar me ajuda a desestressar".

Além disso, é muito gratificante quando vemos que conseguimos montar uma vassoura com durabilidade de mais de dois anos e que ainda por cima ajuda o meio ambiente.

Para Lourdes, um dos objetivos do projeto é garantir ainda mais renda para as mulheres. 

Para isso, elas seguem em busca de parceiros e comércios para expandir a venda das vassouras. “Mas tudo depende da doação e coleta das garrafas em bom estado. É um trabalho muito bonito”, afirma.

Reciclagem de garrafas PET gera renda para mulheres

Importância dessa iniciativa

A representante do GACC, Núbia Oliveira, destaca a importância desta iniciativa junto à assistência social. 

Segundo ela, a busca é pela sensibilização de mais pessoas sobre a preservação ambiental e explicar como podem contribuir também. “Já temos alunos interessados em ajudar na arrecadação e doação das garrafas PET, e isso potencializará o tempo de produção na fábrica”, conta.

Nesse sentido, para a professora do curso de Serviço Social da Estácio, Eliane Sá, a iniciativa se conecta diretamente ao propósito da profissão. 

Ela explica: “Estamos dentro de todo o processo de acompanhamento de um projeto social como esse. Então, dar visibilidade ao Inhaúma Sustentável dentro da universidade é estimular a experiência aos alunos. Por ser um projeto só de mulheres, é possível fazer uma discussão de gênero, acesso à renda, com um olhar crítico e sensível”.

Dessa forma, Joice Ferreira, estudante de Serviço Social, comemora a participação do Centro Universitário Estácio no projeto. 

Ela finaliza dizendo: “É muito importante para a nossa vivência além da teoria da sala de aula, temos um ânimo a mais para atuar na área. A cada ação como essa, temos mais conhecimento que podem agregar na nossa formação”.

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Um novo plástico sem derivados do petróleo foi desenvolvido por dois cientistas da Boise State University, nos EUA. Na pesquisa, os cientistas Allison Christy e Scott Phillips descrevem a fabricação do material baseado em PECA (poli etil cianoacrilato), uma matéria prima não petrolífera.

A princípio, publicada na Science Advances, a descoberta apresenta experimentos de laboratório que replicam processos industriais para uso do material. 

Os resultados sugerem que cerca de 93% do novo plástico pode ser reciclado para se tornar uma matéria prima mais limpa, mesmo quando é misturado com outros resíduos, como papel e alumínio.

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Segundo os cientistas, devido às excelentes propriedades dos materiais e à facilidade de reciclagem, o PECA pode ser útil em outros contextos além de simplesmente substituir o poliestireno. “O que melhoraria ainda mais a extensão em que um fluxo de resíduos de plástico poderia ser reciclado”, escrevem os cientistas, em artigo.

Sobretudo, como todos os polímeros plásticos, o novo produto se forma por meio de um processo de polimerização.

Isto é, em que unidades únicas e repetidas de monômeros são unidas em uma reação química para formar uma longa cadeia.

Christy e Phillips sugerem que caso se fabriquem em escala industrial, o plástico PECA reciclável pode substituir os plásticos de poliestireno, que não são aceitos na maioria dos programas de reciclagem. 

Além disso, os pesquisadores também consideram que, com o tempo, o novo plástico PECA poderá oferecer uma alternativa competitiva a outras formas de plástico além do poliestireno.

Plástico reciclável sem derivados do petróleo

A reciclagem do PECA

Para a reciclagem, é necessário aquecer o material a uma temperatura aproximada de 210 °C. 

Nesse momento, as estruturas sólidas do plástico se quebram, indo para o estado gasoso. 

Dessa forma, o vapor pode se separ dos outros materiais que se misturam na hora da reciclagem. 

Após o isolamento dos gases, é possível resfriá-lo e transformá-lo novamente em um novo plástico com mais de 90% de eficiência. Agora, o próximo passo da pesquisa é entender formas de viabilizar o uso em larga escala.

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Desde representantes da cadeia de transformação plástica até integrantes das demais indústrias, a terceira edição da feira Plástico Brasil foi marcada por número recorde de visitantes. O evento, que aconteceu na São Paulo Expo, recebeu cerca de 51 mil pessoas.

Todo esse público se destinou a conhecer as tecnologias e soluções das mais de 800 marcas do Brasil e de mais 16 países presentes no evento.

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A princípio, essa foi a primeira edição da Plástico Brasil pós pandemia, o que exibe como o setor buscava eventos como estes para fomento e sinergia.

Feira Plástico Brasil 2023 com recorde de visitantes

Além das expectativas

Sobretudo, a Plástico Brasil é uma iniciativa da ABIMAQ e da ABIQUIM. Na visão do presidente executivo da ABIMAQ, José Velloso Dias Cardoso, a Plástico Brasil foi um sucesso de público, de visitação, e de mostra tecnológica.

Como destaca: “O público foi muito maior do que imaginávamos. O evento também teve uma excelente performance de vendas, com muitos negócios feitos aqui na feira”.

Segundo ele, a quantidade de visitantes do exterior e as vendas internacionais também tiveram um desempenho acima do esperado.

Na avaliação do presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, Gino Paulucci Junior, o evento serviu como ferramenta da indústria para consolidar o material como estratégico para todos os segmentos econômicos.

Ele ressalta: “O plástico não faz parte do problema, plástico é a solução. A cadeia produtiva do plástico vem se aprimorando tecnologicamente ao longo dos anos”.

Isto é, para tornar a cada dia esse produto mais eficiente, mais leve e com propriedades mais específicas para atender às demandas globais de eficiência e sustentabilidade, acrescenta.

Conforme Paulucci, hoje é possível ter embalagens de menor espessura e que conservam os alimentos por mais tempo, graças aos avanços da indústria, com pesquisa e desenvolvimento,

Além disso, se consegue produzir plásticos mais resistentes com menor uso de energia e consumo reduzido de água, por exemplo.

Para ele, toda essa inovação é o que as 800 marcas que trouxemos para a Plástico Brasil 2023 mostraram ao mercado. “O resultado foi o grande volume de negócios efetivados neste evento”, finaliza o presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ.

Expansão do evento

Para a show director da Plástico Brasil, Liliane Bortoluci, a Plástico Brasil fechou a edição 2023 com chave de ouro.

Segundo ela, houve um grupo de empresas realmente comprometidas em dar destaque à diversidade do plástico como insumo e como produto final.

Foram demonstrados na prática, no pavilhão, ciclos industriais completos que evidenciaram o comprometimento da indústria com a economia circular e com a reciclabilidade, completou.

Dessa forma, o resultado dessa aproximação entre oferta de inovação e tecnologia e a demanda latente do setor foi um intenso volume de vendas. 

Exemplo disso, mais de 80% dos expositores negociaram equipamentos.

A princípio, a próxima edição do evento é de 24 a 28 de março de 2025 e já teve a área de exposição ampliada.

Bortoluci comemora: “O evento, em 2025, ocupará cinco pavilhões, um a mais que os quatro ocupados este ano. A procura por estandes começou ainda durante o evento”.

E segue finalizando afirmando que: “Em 2025 ampliaremos também a presença de empresas de outros países, com novos pavilhões internacionais, além de Áustria, China, Índia e Itália".

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Diante do público de 51 mil pessoas da feira Plástico Brasil, a activas, empresa de distribuição de resinas termoplásticas, apresentou vastas soluções em matéria-prima para o setor do plástico. Na ocasião, a empresa falou sobre logística reversa e informou sobre a ampliação do grupo para expansão das soluções para a indústria.

Isso porque, segundo Laercio Gonçalves, CEO da activas, a partir de janeiro deste ano, a empresa compõe um grupo focado em soluções para o mercado do plástico. Sendo composto pela activas, actplus e actfix, empresas cheias de ideias que se unem para atender ainda melhor as necessidades de cada cliente.

Laercio ainda destaca: “Tivemos a oportunidade de adquirir e contar também com a Portalplast, que é uma empresa responsável pela desverticalização da parte extrusora e de masterbatches. Assim vimos como uma chance de crescer rapidamente”.

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De acordo com ele, diversas mudanças foram feitas na estrutura, para que atingisse um grupo totalmente ligado a esse objetivo. “Acrescentamos várias pessoas que já tem um conhecimento muito grande, principalmente em linhas específicas e ferramentas. Assim, acredito que isso vai dar um boom muito grande na actplus”, explica.

Sobretudo, para o CEO, a activas é a empresa mãe do grupo, já que detém o maior faturamento do grupo. A empresa é recém certificada do Sistema B e comprometida com a sustentabilidade e ESG.

Atuante no segmento de masterbatches e aditivos, a actplus tem tido um investimento forte, logo, o que se espera que atinja o mesmo patamar da activas. Já a actfix, empresa atuante como distribuidora de peças de fixação, está aumentando o leque de atuação transitando pelo ramo de chapas de poliestireno e vinílicos, explica.

2023: ano desafiador para o mercado do plástico

Distribuidores de resinas e transformadores de plásticos no Brasil enfrentaram um primeiro trimestre do ano passado muito ruim em demanda. O mesmo segue acontecendo em 2023.

E mesmo sendo um ano mais tumultuado, não há expectativa de melhora de margens e demanda no curtíssimo prazo. 

Isto é, preços elevados nos mercados internacional e doméstico, frete mais caro, estoques robustos e a acomodação do consumo, na esteira da elevação das taxas de juros e do efeito da inflação na renda dos brasileiros, ascenderam a luz amarela no setor.

Como aponta Gonçalves, esse é um ano muito difícil, muito turbulento. "A gente está vendo que os nossos segmentos não têm demandas e não tínhamos uma expectativa tão ruim como está acontecendo."

Segundo ele, o principal motivo foi a enxurrada de importação de materiais plásticos que entrou no Brasil. “Acredito que isso vai refletir durante os próximos meses. Infelizmente penso que esse será um ano muito difícil, mas como empresário sempre tenho esperanças, tem que ser otimista”.

Apesar disso, conforme a ABIPLAST, depois de permanecer praticamente estável em 2021 e em 2022, a produção física de transformados plásticos no país poderá subir 2% neste ano.

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O Fomes fomentarius, um fungo comedor de madeira, tem estruturas que podem ser utilizadas para criar uma alternativa biodegradável ao plástico, como revelou um estudo publicado na revista Science Advances sobre as propriedades mecânicas desse ser vivo. 

A princípio, a pesquisa foi desenvolvida por um grupo de cientistas do Centro de Pesquisa Técnica VTT da Finlândia, e sinaliza pela primeira vez as complexas características estruturais, químicas e mecânicas adaptadas ao longo da evolução pelo fungo.

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Essas características podem se usar para produzir materiais sustentáveis, ultraleves, robustos e resistentes a impactos.

Como, por exemplo, na fabricação de coletes à prova de balas, equipamentos esportivos, exoesqueletos para aeronaves, entre outros.

O fungo que gera biodegradabilidade ao plástico

Esmiuçando o fungo

Também chamado de "fungo do casco" por causa de sua semelhança visual com o casco de um cavalo, o Fomes fomentarius se colhe na natureza para alimentar o fogo. Além disso, também tem se usado para criar alguns itens de vestuário, incluindo chapéus. 

Mas ao analisar a estrutura interna de F. fomentarius mais profundamente, os cientistas vislumbraram as microestruturas que dão ao fungo sua consistência forte e leve. O que eles descobriram foi extremamente promissor. 

Isso porque, ele se compõe por filamentos finos conhecidos como hifas, do micélio (corpo vegetativo) do fungo formando redes semelhantes a raízes que se espalham pelo solo ou por materiais em decomposição.

Na espécie, essa rede pode se dividir em três camadas distintas. Uma vez que, a rede de micélio é o componente primário em todas as camadas, mas cada uma exibe uma microestrutura muito distinta com orientação preferencial única.

Isto é, ao analisarem a composição do corpo de frutificação de F. fomentarius, por meio de amostras coletadas na Finlândia, que passaram por testes de resistência mecânica e varreduras.

As camadas

Os cientistas identificaram as três camadas. Sendo elas uma crosta externa dura e fina envolvendo uma parte espumosa por baixo e pilhas de estruturas tubulares ocas no núcleo.

Conforme o estudo, os tubos ocos, que compõem a maior parte dos corpos de frutificação, podem resistir a impactos maiores do que a camada espumosa. Assim como, sem sofrer grandes deslocamentos ou deformações.

Os cientistas afirmam que as partes do fungo eram tão fortes quanto madeira compensada. Bem como, pinho ou couro, mas, ainda assim, bem mais leves do que esses materiais. 

Os corpos de frutificação ainda oferecem proteção contra insetos ou galhos caídos, e suportam os rigores da mudança das estações.

Esse tipo de resistência pode inspirar o desenvolvimento de novos materiais sintéticos. 

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Mudando não apenas para promover a reciclagem ecologicamente correta, mas também para aumentar o engajamento e a conscientização relacionados às questões ambientais, a Samsung anunciou sua nova marca do programa de reciclagem da empresa. O objetivo é se aproximar ainda mais das pessoas e da sustentabilidade.

Com isso, o compromisso da empresa em incentivar pequenas mudanças no dia a dia é reforçado.

Assim, gerando, um grande e positivo impacto na sociedade, dentro da visão de “Everyday Sustainability”.

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Nesse sentido, o programa de reciclagem da Samsung está alinhado com o comportamento do consumidor brasileiro. 

Uma pesquisa encomendada pela Samsung à MindMiners mostra que 94% dos entrevistados consideram importante o hábito da reciclagem. Bem como, se preocupam com o impacto ao meio ambiente.

Programa promove logística reversa na Samsung

Reuso e logística reversa da Samsung


Sobretudo, esse programa está presente no Brasil desde 2017 e em 2022, o programa aumentou em 164% a quantidade de resíduos eletrônicos coletados no Brasil em comparação ao ano de 2021.

Com esse resultado se reforça o compromisso da Samsung em criar ações para impulsionar o investimento em processos de produção mais sustentáveis.

Bem como, um consumo mais consciente pelos consumidores e pela sociedade em geral. Para isso, a Samsung conta com parceiros e prestadores de serviço devidamente qualificados e licenciados pelos principais órgãos ambientais.

Agora, sob o novo nome Samsung Recicla, a iniciativa da Samsung possibilita ao consumidor descartar dispositivos eletrônicos de qualquer marca de forma correta e adequada. Assim, evitando danos ao meio ambiente. 

Isto é, a Samsung disponibiliza em suas lojas e centros de serviço urnas de coleta para produtos de pequeno e médio porte como baterias, carregadores e smartphones.

Assim como, fones de ouvido, tablets, notebooks e televisores abaixo de 40 polegadas. 

Já para descartar produtos de grande porte como refrigeradores, lavadoras, fogões, eletrodomésticos e TVs acima de 40 polegadas, o consumidor pode solicitar a coleta em sua própria residência.

Para Luiz Xavier, diretor sênior de Customer Service da Samsung Brasil, reinserir materiais reciclados como matéria-prima nos processos de produção é um dos principais compromissos da Samsung em relação à sustentabilidade. 

Ele ainda destaca que: “A definição de uma nova marca para o programa de reciclagem reforça esse movimento de fomentar atitudes de responsabilidade com o meio-ambiente. Em paralelo a isso, estamos trabalhando com ações para elevar a conscientização de nossos consumidores. Isto é, para que, juntos, tomemos decisões cada vez mais conscientes em prol do planeta”.

Sustentabilidade nos processos de produção


A Samsung se dedica a levar a sustentabilidade também aos seus processos de produção. Uma prova disso, foi que durante o Galaxy Unpacked 2023, que aconteceu no início de fevereiro, a empresa anunciou que a linha Galaxy S23 avança o compromisso da Samsung com a sustentabilidade.

Isso porque, a mesma utiliza mais materiais reciclados que qualquer outro smartphone Samsung Galaxy.

Sobretudo, desde a linha Galaxy S22, a Samsung aumentou o uso de materiais reciclados de seis componentes internos no Galaxy S22 Ultra para 12 componentes internos e externos no Galaxy S23 Ultra. 

Além disso, os recém lançados notebooks da linha Galaxy Book3 – Galaxy Book3 Ultra e Pro – contém plásticos reciclados que usam redes de pesca e barris de água descartados no oceano.

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Com diversos representantes e dirigentes da indústria do plástico, o evento de lançamento do World Plastic Connection Summit 2023, realizado em São Paulo, apresentou as novidades e inovações que estarão presentes na nova edição do evento. 

Na ocasião, uma das novidades apresentadas foi o prêmio de design que, neste ano aceitará empresas associadas e não associadas ao Think Plastic para concorrer.

Além disso, as rodadas de negócios permanecem na nova edição, assim, gerando mais sinergia e networking para a indústria.

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Sobretudo, o World Plastic Connection Summit é organizado pelo Think Plastic Brazil, promovido pelo INP (Instituto Nacional do Plástico) e APEX. Além de contar com o apoio da ABIPLAST e ABIQUIM.

Para a organização do evento, a expectativa é que a nova edição atinja um número maior de público e mais países conectados de forma remota ao evento. 

Já que na última edição, o World Plastic Connection Summit contou com mais de 60 países acompanhando o evento pelo formato online. O que representou um saldo de cerca de 15 mil pessoas assistindo a edição remotamente.

Evento de lançamento

World Plastic Connection Summit 2023

Presente no evento, Rodrigo Oliveira, CEO do portal Plástico Virtual, reafirmou a parceria entre o portal e o Think Plastic Brazil para promover e divulgar inovações para a indústria.

O CEO da Plástico Virtual declarou: “Estamos mais uma vez em parceria para levar conhecimento e informação às pessoas do plástico. Assim, almejamos somar e gerar crescimento ao mercado”.

Além disso, estiveram presentes no evento Jum Nakao, um dos maiores e renomados designer de moda, que será parceiro do World Plastic Connection Summit 2023.

Jum Nakao, Lincoln Seragini e Rodrigo Oliveira no evento de lançamento do World Plastic Connection Summit 2023

Nakao tem entre seus projetos mais icônicos, o desfile A Costura do Invisível, que aconteceu no São Paulo Fashion Week em 2004. 

Assim como, já atuou na concepção artística do encerramento da Olimpíada de Londres e do Rio de Janeiro, e em projetos de empresas como Brastemp, Globo e Fendi, entre inúmeras outras. Ele será o autor do Color Trend 2024.

Bem como, Lincoln Seragini, CEO da Casa Seragini e Embaixador do International Award, que é é considerado o papa da embalagem no Brasil, tendo realizado projetos em mais de 6 mil empresas. Ele coordenará o prêmio de Design e será palestrante

Nesse sentido, seguiremos pelos próximos dias trazendo informações e apresentando personalidades que são responsáveis pelo evento. 

No mais, as inscrições para participação do evento seguem abertas até o fim de abril, clique aqui e garanta já a sua.

WORLD PLASTIC CONNECTION SUMMIT 2023

Data: 21 a 24 de agosto.

Local: São Paulo - SP

Realização: Think Plastic Brazil

Apoio: Abiplast, Abiquim, Apexbrasil e mais.

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Reciclagem na Plástico Brasil

Reciclagem na Plástico Brasil, Cozinha sustentável e Cor nas embalagens

O maior programa socioambiental de caráter educativo em economia circular de iniciativa da indústria de transformação do plástico da América Latina, Tampinha Legal, levou a sustentabilidade e conscientização ao maior evento do setor, a feira Internacional do Plástico - Plástico Brasil, que aconteceu em São Paulo em março.

Na ocasião, o presidente do Instituto SustenPlást, Alfredo Schmitt, apresentou como o Tampinha Legal tornou-se case de sucesso na economia circular. “Nós precisamos retornar para a indústria todos os nossos resíduos pós consumo”.

Assim, no Tampinha Legal, a menor parte da embalagem, a tampa plástica, representa sustentabilidade econômica para quem precisa. Isso é a economia circular acontecendo na prática, afirmou. 

Para Alfredo, o Tampinha legal contempla o “triple bottom line”, o tripé da sustentabilidade: econômica, social e ambiental. 

Isso porque, acredita que o Tampinha Legal é a economia circular na prática. “Através do Tampinha Legal comprovamos o quanto o material plástico pós consumo tem valor e quanto a indústria de transformação de plásticos se importa e contribui efetivamente para o aumento da qualidade de vida de inúmeras famílias.”

Além de esclarecimentos sobre o programa, o Tampinha Legal foi apresentado para mais de 51 mil visitantes, ampliando ainda mais a sua visibilidade. 

Segundo a gerente do Instituto SustenPlást, Simara Souza, isso foi notado através do engajamento com o recolhimento de tampas plásticas na própria feira. 

Ela concluiu dizendo: “Fomentar ações modificadoras de comportamento de massa é um dos principais objetivos do programa. Em um formato lúdico, alegre e inovador impactamos positivamente”.

Cozinha sustentável

O Lidl, rede de supermercado portugues, lançou a sua primeira coleção de cozinha sustentável. A linha exclusiva Kitchen Goes Greener incluiu utensílios, acessórios de cozinha e pequenos eletrodomésticos produzidos com plástico reciclado.

Para armazenamento de alimentos, o Lidl lançou um conjunto de três caixas de conservação produzidas com 68% de plástico reciclado, um pack de três recipientes compostos por 79% de plástico reciclado, e utensílios de cozinha, como conchas, colheres e espátulas, com entre 37% e 44% de plástico reciclado.

Sobretudo, a coleção Kitchen Goes Greener disponibiliza também pequenos eletrodomésticos, como uma liquidificadora, uma torradeira, uma picadora e uma balança. 

Todos são produzidos com plástico reciclado, mas é a balança a que tem maior percentagem, com 96%.

A princípio, pode se adquirir os prosutos nas lojas Lidl e têm preços que variam entre os 2,49 euros e os 29,99 euros, dependendo do produto.

Cor nas embalagens

O Cyrel LAB, laboratório de inovação da DuPont Cyrel Solutions, em Alphaville SP, foi palco de um evento realizado em parceria com a StudioLaser e que recebeu mais de 80 profissionais da cadeia de embalagem para discutir a importância da cor. 

A princípio, todos foram coniventes que: tão ou mais importante que a marca é a cor. Isso porque, como explicou o professor e consultor Fabio Mestriner, “a cor age sobre o sistema nervoso central e é decodificada pelo cérebro como a expressão e o significado da marca e do produto”.

E hoje a flexografia está apta a atender às demandas mais exigentes de marcas e produtos sobre a perfeita reprodução de cores. 

Além de tecnologia de ponta, embalagens de sucesso no PDV são resultado do trabalho conjunto de uma cadeia complexa e multidisciplinar.

Dessa forma, essa complexidade levou ao desenvolvimento de ferramentas que auxiliam no cuidado com a cor. 

Uma delas é o Color Engage que a StudioLaser apresentou durante o evento. Segundo Felipe Santana, CEO da StudioLaser, o sistema auxilia as agências de embalagem na construção sólida da cor e na sua repetibilidade.

Bem como, ajuda a garantir maior previsibilidade e estabilidade para o processo de impressão.

Além disso, a StudioLaser apresentou ainda o StudioPack, uma outra unidade de negócios que funciona como pré-mídia. “Nesta operação, somos o moderador técnico entre a agência de design, o convertedor e os donos de marca. Por ter conhecimento sobre conversão e pré-impressão, ajudamos a tangibilizar os projetos tecnicamente”, completa Felipe.
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Em sessão solene no Congresso Nacional, a CNI lançou a Agenda Legislativa da Indústria que, entre outros assuntos, defende a aprovação de uma reforma tributária no Brasil. Sendo essa uma pauta defendida também pelo governo federal e pela cúpula do Congresso.

A princípio, o documento lista as pautas prioritárias do setor ao Poder Legislativo, sendo apresentado todos os anos desde 1996 pela Confederação, no mês de março. 

Esse ano, a reforma tributária, cujas PECs são 110/2019 e 45/2019, é vista como, "a reforma estrutural mais importante para a retomada dos investimentos produtivos e a superação da queda da atividade econômica". 

Leia mais:

Na 28ª edição da Agenda da Indústria, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, lamenta o processo de desindustrialização sofrido pelo Brasil.

Ele, ainda assim, salientou a importância do setor para a economia. Uma vez que, a participação do setor industrial na economia nacional, já chegou a ser de 48% em 1945, está agora em 24%. 

Braga destaca: “Somos responsáveis por 10,3 milhões de empregos diretos, e contribuímos com 34,4% da arrecadação tributária. A indústria responde também por 69,3% em valor de exportações, e por 66,4% dos investimentos privados em ciência e tecnologia”.

Reforma tributária é foco da indústria em 2023

Apelo pela reforma tributária

O líder industrial fez um apelo para que o governo e o Parlamento votem a reforma tributária em 2023. Na sua opinião, esse feito é algo imprescindível visando a reindustrialização do país.

Braga pontua: “Essa é a grande prioridade. Simplificar e modernizar o sistema tributário é imprescindível no estímulo de novos investimentos e para o aumento da produção”.

Sobretudo, ele acredita que como o tema é complexo e amplo, a indústria apoia a estratégia de fatiar a reforma em duas partes.

Isto é, começando pela reestruturação dos impostos que incidem sobre o consumo e prosseguindo depois com a tributação sobre a renda.

Outro tema destacado por Braga é a modernização do setor elétrico. Isso porque, a CNI alerta que a disponibilidade e o custo da energia são determinantes para a competitividade do produto nacional. 

Assim, ele explicita seu apoio ao texto da Comissão de Infraestrutura do Senado que expande o mercado livre de energia "de forma equilibrada e reestrutura a concessão de subsídios, que hoje promovem profundas distorções".

Pautas prioritárias da CNI

Confira a lista de alguns outros projetos defendidos na pauta mínima da CNI.

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