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Sustentabilidade na indústria plástica: ações e boas práticas que fazem a diferença

Em junho traremos uma série de matérias importantes sobre as ações que o mercado já aplica para contribuir com a preocupação global com o meio ambiente

Já parou para pensar por qual motivo o plástico foi criado? De onde ele surgiu e como tomou conta de nosso cotidiano?

O plástico foi criado em laboratório em 1907 para ser um bem durável, de baixo custo e resistente. Desde então, suas variações foram sendo apresentados à sociedade, sempre derivados do petróleo, carvão e gás natural.

Até hoje existem centenas de milhares de aplicações plásticas, que vão desde uma seringa utilizada em um hospital a um canudo que utilizamos em um restaurante para tomar um refrigerante. Mas será que ele é visto da mesma forma com que era visto há 70 anos?

O mercado industrial de produção do plástico teve, em 2018, produção física de transformados chegando em 6,2 milhões de toneladas, com faturamento de R$ 78,3 bilhões, segundo a Abiplast (Associação Brasileira de Indústria do Plástico).

O mercado movimenta centenas de milhares de empregos, sendo um dos principais setores da indústria brasileira. Mas ultimamente a sua fama não anda das melhores.

Desde 2018 o plástico é considerado o vilão da poluição dos mares e rios, por conta das embalagens visíveis que boiam pelas águas. Mas será que abolir é o caminho?

Pensando nisso, nós do Portal Plástico Virtual resolvemos trazer uma série de matérias sobre o tema sustentabilidade no mercado plástico. Queremos mostrar como a indústria plástica se aprimorou durante os anos para essa nova forma de enxergar a matéria-prima, e como podemos contribuir para o meio-ambiente sem impactar na economia de nosso país.

Mais do que apenas produzir é preciso pensar no que fazer com o resíduo plástico depois que ele deixa a linha de produção. A sustentabilidade no mercado plástico é um assunto que merece atenção, já que engloba mais do que a cadeia plástica, abrange também a sociedade e como consumimos esse material.

Durante o mês de junho traremos boas práticas do mercado, como a Braskem, que criou em conjunto com uma empresa parceria, uma embalagem monomaterial, ou seja, mais fácil de reciclar e com propriedades importantes para o armazenamento de alimentos e itens de beleza.

A Basf também mostra que as novas tecnologias convergem para garantir que as embalagens, ao longo dos anos, sejam eficientes mesmo usando menos plástico em sua concepção.

Vamos falar de iniciativas de entidades ligadas ao setor que trazem a conscientização sobre o destino do resíduo plástico para o consumidor final, como o movimento Plástico Transforma e o Plástico do Bem, ações importantes, com apoio de grandes players do mercado, que garantem o bom uso e destino do material mesmo após deixas as portas da indústria.

Mais do que conscientizar quem consome, é importante que o mercado olhe para dentro de suas portas e enxergue onde pode contribuir para esse movimento.

É o que a Radici fez e traremos em uma entrevista exclusiva. Ao criar um produto feito a partir das aparas que sobram da sua produção, a empresa criou uma nova categoria de comercialização, reduziu os desperdícios e se adequou ao movimento.

E não poderíamos deixar de falar dos canudinhos, os novos vilões do mercado. Será que banir é o caminho? Estamos preparados para as mudanças econômicas e culturais que retirar um item do mercado possa trazer?

Mais do que informar, traremos em Junho uma série de reportagens que mostrem a força do mercado plástico, e como ele se posiciona dentro da nova onda mundial pela sustentabilidade e meio ambiente.

Existem ações e conscientização dentro do setor, e vilanizar um item essencial para a vida moderna pode ser um caminho com muitos espinhos.

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