Fechando
o calendário oficial do sindicato, o 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e
Sustentabilidade é apresentado em evento
O
evento que aconteceu no último dia 11, encerrou o calendário oficial de
atividades do Simplás em 2019, com a apresentação de um novo reconhecimento
setorial. O 1º Prêmio Plástico Sul de Inovação e Sustentabilidade foi lançado
no Restaurante Sica, da Câmara de Indústria, Comércio e Serviços de Caxias do Sul
– RS.
A
iniciativa da Conceitual Brasil, trata-se de um reconhecimento no mercado, pode
ser direcionada à valorização do transformador. “Em 2020 completaremos 20 anos
de Plástico Sul e consideramos o momento ideal para iniciar a premiação. Assim,
convidamos uma consultoria de peso, a Maxiquim e pedimos o apoio de entidades
de representatividade na região. O intuito é engajar todo o mercado do Sul do
país nesta ação. O evento de entrega dos troféus será durante a Interplast 2020
que também completará 20 anos na ocasião, em Joinville (SC)”, conta a editora
Melina Gonçalves.
Segundo
Melina, “o Sul é o segundo maior mercado de transformação de plástico do país,
com mais de 1,3 mil empresas instaladas, conforme dados da Abiplast. Queremos,
agora, encontrar parceiros para valorizar o potencial inovador e sustentável
das empresas desta importante região do Brasil.
Os
objetivos da iniciativa foram valorizar as ações inovadoras e sustentáveis das
empresas fabricantes de plásticos da região sul do país, reforçar as marcas que
apostam nos três estados propulsores de desenvolvimento do setor e oferecer ao
mercado uma premiação técnica diferente das existentes.
Melina
ainda conta “a premiação cria uma sinergia entre todos os elos da cadeia de
transformação de plásticos e destaca realizações dos fabricantes de material
plástico de Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O reconhecimento parte
tanto da opinião público envolvida com o setor quanto dos fornecedores que são
convidados a patrocinar o Prêmio”.
Os
vencedores foram selecionados através da comissão composta por representantes
de sindicatos dos três estados do Sul do país, do patrocinador principal, da
consultoria Maxiquim e da Revista Plástico Sul. Haverá premiados por Produção
Limpa, Iniciativa de Logística Reversa, Compromisso Social e Produto com
Conteúdo Reciclado. Em Inovação, estarão em disputa Nova Aplicação / Novo
Produto por processo de transformação, Embalagens Inteligentes e Indústria 4.0.
O
tema da reunião-jantar foi o impacto da saúde mental nos negócios, com palestra
da psicóloga da gerencia de Promoção da Saúde do Sesi-RS, Maíra Pellin
Feldmann. Segundo a psicóloga, “o estresse é uma problemática forte e
contemporânea na sociedade como um todo. No ambiente de trabalho, pode afetar,
em diferentes níveis, trabalhadores e lideranças. No caso dos gestores, a
incidência é bilateral, pois precisam lidar com a enorme responsabilidade de
olhar para a saúde mental de suas equipes e ainda considerar o autocuidado.
Adoecimento por saúde mental é muito caro para a indústria. Costuma ser longo.
E o tratamento responsivo não é rápido. Há até relação indireta com aumento de
acidentes, pois o estresse afeta atenção e concentração”.
O
presidente Gelson de Oliveira esboçou os rumos da gestão iniciada em agosto e
que vai até 2022, e da manifestação dos vice-presidentes Eugênio Misturini e
Orlando Marin, em defesa da livre iniciativa e do associativismo, os mais de
200 empresários puderem conhecer estratégias para lidar com a saúde mental no
trabalho, e o estresse.
O
Simplás desenvolveu uma serie de soluções específicas, a partir da constatação
do impacto das questões de saúde mental na indústria. A falta de medidas
preventivas pode refletir diretamente nos cofres da empresa. Problemas de saúde
mental resultam em aumento dos gastos com seguro de acidentes e adoecimento
laboral, já por outro lado, investir em ações e programas de prevenção nessa
temática, costuma exigir pouco investimento financeiro.
Dados
apresentados ao público do Simplás revelaram que 670 mil brasileiros receberam
auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez entre 2012 e 2016, e que 38% de
todas as licenças emitidas em 2018 foram motivadas por transtornos mentais ou
comportamentais.
Segundo
Maíra, “já se projeta que a depressão será a principal causa de afastamento das
empresas, em poucos anos. Todos estes problemas podem afetar a competitividade
e a produtividade da empresa.”
O presidente Gelson de Oliveira finalizou com discurso que fala sobre “a nova diretoria tem um novo cenário diante de si, muito diferente dos anteriores. Com a atualização das leis trabalhistas, os recursos foram reduzidos. Assim, teremos pela frente uma gestão bem mais enxuta, voltada aos associados, reduzindo despesas, buscando oportunidades de aprimoramento e geração de negócios e oferecendo capacitação. Com foco em tecnologia e inovação. Também atuaremos cada vez mais forte na defesa da imagem do plástico, com ênfase na educação ambiental. Queremos promover a informação para reciclagem e consumo consciente”.