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Setor de máquinas e equipamentos tem redução de impostos

Mudança tem como objetivo atrair investimentos estrangeiros para o país

O Ministério da Economia aprovou a medida que zera, de forma temporária, as alíquotas dos impostos de importação para algumas máquinas. Essa medida valerá até dezembro de 2021. Antes da norma, as alíquotas de importação eram de 14%.

Christopher Mendes, diretor financeiro da ABIMEI (Associação Brasileira dos Importadores de Máquinas e Equipamentos Industriais), comenta com exclusividade sobre o governo ter zerado as taxas de importação, que faz parte do chamado regime de ex-tarifários. “O imposto zerado foi apenas o II, Imposto de Importação, e as máquinas que estão incluídas nessa lista de produtos, são muito específicas. A abrangência não será tão grande. Pode até ser positivo quando há uma diminuição de impostos em nosso país, onde a carga tributária é muito alta.”

Sobre os desafios que surgirão após as medidas tomadas pelo governo, Mendes afirma, “o desafio continua grande, pois nossa economia continua longe dos números que desejamos. Mas neste momento, qualquer notícia positiva, pode aumentar o desejo de investimento”.

Segundo o Ministério da Economia, sabemos que a taxa de importação zerada afeta o setor de máquinas e equipamentos industriais, que estavam sendo tributados em cerca de 14% e dessa forma, gerar novos desafios para as empresas que estão neste setor.

A diminuição de impostos no Brasil vai influenciar futuramente, sendo válida até o final de 2021 e atingindo a todos os setores. Para o diretor financeiro da ABIMEI, isso é importante, de modo que a economia cresça, tornando-se positivo. “A diminuição de impostos no nosso país é sempre muito importante. À medida que a economia volta a crescer, essa decisão pode impactar positivamente a tomada de decisão nos investimentos”, relata.

O dólar afeta diretamente o setor de máquinas e equipamentos, o dólar em alta traz prejuízos para o setor, impactando de forma negativa em todos os aspectos. “A alta do dólar é sempre prejudicial ao setor de máquinas, pois além dos bens de capital, os suprimentos industriais também sofrem impacto e a falta de estabilidade cambial, afeta o planejamento das empresas de maneira negativa”, conclui Mendes.

Para a ABIMEI, as expectativas para o próximo ano são altas. É aguardado um crescimento da economia, que afetará em todo o setor industrial. “Para o próximo semestre, as expectativas do setor é que haja crescimento, de 5 a 10%. Aguardamos a retomada de crescimento da economia de forma geral, para que a indústria volte a crescer. Há uma demanda reprimida que precisa ser retomada para inverter o ciclo de sucateamento e perda de competitividade da indústria nacional”, comenta ele.

Christopher também comentou sobre a importância do marketing digital para o setor de máquina e equipamentos, entrando no clima do nosso mês temático que fala sobre o marketing digital. “O marketing digital é muito importante no mundo empresarial atualmente, e o setor industrial não foge desta realidade. Ao atuar nesta área, as empresas podem divulgar seus produtos e informações com conteúdo, além de captar novos clientes, tudo isso, com muita rapidez e amplitude”, afirma.

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