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Plástico pelo Mundo: Unipac, Nanox, Transformador de lixo plástico e muito mais

Acompanhe o que rolou no mundo do plástico

Unipac lança embalagens inteligentes com sistema de autenticidade

A Unipac apresenta para o mercado as embalagens plásticas inteligentes, que fazem uso da tecnologia para comunicar as condições de um produto. Desenvolvido em parceria com o CIAg (Centro de Inovação no Agronegócio), o sistema contribuirá com o mercado de defensivos agrícolas fará a leitura via aplicativo de celular, de uma tag aplicada no selo colocado na tampa da embalagem. A partir disso, todos os dados e informações disponíveis em banco de dados na nuvem para confirmar a autenticidade do produto podem ser acessados.

Dentre os principais benefícios do novo sistema estão: o combate à ilegalidade, preservação da imagem da marca, maior segurança ao produtor, aumento de market share por menor interferência de produtos adulterados e falsificados e a possibilidade de explorar outros tipos de informações pertinentes ao negócio, além de contribuir positivamente com a economia formal. 

A solução proposta pela Unipac elimina subjetividades na autenticação da embalagem pelo olho humano, como ocorre no caso de selos holográficos.

Empresa paulista cria plástico antivírus

Os pesquisadores da empresa paulista Nanox, desenvolveram um plástico adesivo capaz de inativar 99,8% das partículas do novo coronavírus em dois minutos. O material possui micropartículas de prata e sílica incorporadas à sua estrutura.

A ideia do projeto é que o plástico adesivo seja usado para revestir maçanetas, corrimãos, botões de elevadores e telas sensíveis ao toque. Esse é o segundo material plástico com ação antiviral da Nanox que chega ao mercado. A empresa paulista já havia desenvolvido uma máscara reutilizável, feita com um plástico flexível à base de sílica e prata.

Transformando lixo plástico em gás hidrogênio e nanotubos de carbono

Uma equipe de pesquisadores do Reino Unido, China e Arábia Saudita desenvolveu um processo para converter lixo plástico em gás hidrogênio e nanotubos de carbono. Nessa nova pesquisa, os pesquisadores descobriram uma maneira de reciclar plásticos comuns usados no consumo cotidiano em uma fonte utilizável de energia e uma fonte utilizável de fabricação de nanotubos de carbono.

Os pesquisadores relatam que o processo de conversão durou apenas 30 a 90 segundos, e resultou na recuperação de 97% do hidrogênio do plástico. Além disso, os nanotubos de carbono produzidos eram de qualidade boa o suficiente para o uso em outras aplicações.

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