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Plástico pelo mundo

Plástico pelo Mundo: Tijolos ecológicos, EasyJet, Proteína Comestível e muito mais

Fique por dentro do que aconteceu no mundo do plástico

Comunidades na Guatemala constroem escolas com garrafas de plástico

Para diminuir o acúmulo do material plástico, a instituição Hug It Forward, na Guatemala, utiliza garrafas descartáveis para a confecção de tijolos ecológicos que dão vida a escolas de comunidades rurais. Em 11 anos de operação, a ONG já construiu 131 escolas, que abrigam cerca de 320 salas de aulas. Os projetos de construção são administrados pelas próprias comunidades rurais, que recebem a ajuda da organização. A prefeitura local paga as despesas com os pedreiros que trabalharam na obra.

A comunidade, os pedreiros e os voluntários iniciam a construção com as fundações, pilares e vigas de concreto armado. Depois, para preencher as paredes, são empregados os “eco-tijolos”, alternativa sustentável mais barata feita com garrafas plásticas preenchidas com lixo não reciclável.

Companhia aérea começa a fazer uniforme de tripulantes com garrafas PET

A companhia aérea europeia easyJet anunciou que está introduzindo um novo uniforme para a tripulação de cabine e pilotos, cada um composto de cerca de 45 garrafas plásticas recicladas como parte de seu compromisso com a sustentabilidade, redução de carbono, além de uma mudança inovadora. Fabricado pela Tailored Image, empresa com sede na Irlanda do Norte, e criado com material exclusivo de alta tecnologia, o novo uniforme será introduzido aos tripulantes de cabine neste mês de agosto. 

Estima-se que a implantação em toda a companhia aérea evite que cerca de meio milhão de garrafas de plástico sejam descartados de maneira incorreta a cada ano. O tecido não apenas reduz o desperdício de plástico, mas o material de alta tecnologia é feito com fontes de energia renováveis ​​e tem uma pegada de carbono 75% menor do que o poliéster tradicional.

Nova tecnologia transforma resíduos plásticos em proteína comestível

Pesquisadores da University of Illinois Urbana-Champaign e da Michigan Technological University, ambas nos EUA, criaram uma tecnologia capaz de converter resíduos plásticos em proteína comestível. Os cientistas ganharam o prêmio 2021 Future Insight Prize patrocinado pela Merck, empresa alemã de ciência e tecnologia.

A tecnologia de transformação do plástico em proteína comestível depende do que os cientistas chamam de biologia sintética microbiana, que aproveita micróbios “hackeados” por circuitos genéticos para quebrar as moléculas dos polímeros e transformá-las em uma categoria de material orgânico que pode ser ingerido de forma segura.

A primeira etapa para conversão dos resíduos plásticos em proteína quebra o polímero em monômeros ou componentes individuais. Usando calor, o plástico se transforma em um composto parecido com um óleo viscoso. Alimentada por uma colônia de bactérias desenvolvidas em laboratório, essa substância produz células que são 55% proteínas comestíveis. Segundo a Merck, os alimentos resultantes desse processo são nutritivos, atóxicos e fazem bem à saúde. Além disso, eles podem ser personalizados conforme a necessidade de fabricação, alterando ou adaptando os genes sintéticos responsáveis pela conversão do plástico em compostos proteicos.

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