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Plástico pelo mundo

Plástico pelo Mundo: Nestlé, Maifredo Embalagens, Bienal de Arquitetura de Veneza e muito mais

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Iogurteria Nestlé terá todas as embalagens feitas de plástico reciclado


Entre julho e setembro, todos os pontos de vendas no país já terão as novas garrafas de iogurtes Nestlé feitas de plástico reciclado pós-consumo, conhecido como PET-PCR, um material seguro e tecnicamente aprovado pela Anvisa para o uso em alimentos. Os consumidores encontrarão nas gôndolas a linha de iogurtes Nestlé em garrafas de plástico reciclado de diferentes tamanhos das marcas Nesfit, Molico, Ninho, Neston e Nestlé.

A iniciativa pioneira na categoria de iogurtes é trazida pela Iogurteria Nestlé por meio da DPA Brasil, joint-venture formada pela Nestlé e a cooperativa neozelandesa Fonterra. Uma ampla pesquisa foi realizada com o consumidor para entender a importância da transição das garrafas para material de origem já reciclada, bem como a aceitação da apresentação final da embalagem. As garrafas são similares às produzidas com a resina de plástico PET virgem e o consumidor só consegue notar a diferença em função de uma leve alteração de cor e pelo rótulo, que indica o uso de plástico reciclado pós consumo.

A Maifredo Embalagens é a primeira a implantar Programa de conscientização ambiental Tampinha do Bem

Depois de iniciado na Escola Manoel Vieira Lessa em José de Anchieta, na Serra, a Maifredo Embalagens é a primeira indústria no Estado a implantar o programa de conscientização ambiental Tampinha do Bem, gerido pelo Sindiplast-ES (Sindicato da Indústria de Material Plástico do Estado do Espírito Santo) e vinculado à Indústria do Bem, da Findes (Federação das Indústrias do Espírito Santo). 


A iniciativa se estende até dezembro de 2021. Todo o material arrecadado será vendido à uma empresa de reciclagem do setor e o valor será doado a uma instituição social. Participam da iniciativa todos os colaboradores e diretoria, em um total de 72 pessoas, que conheceram, antecipadamente, a correta maneira da coleta e quais tampinhas são permitidas, além, claro, da importância da coleta seletiva, como um todo. Para receber os materiais, foram instalados pontos de coleta nos setores Administrativo, Logística e Produção da empresa.

Plástico descartado vira escultura no Pavilhão italiano da Bienal de Veneza

Respondendo à questão ‘Como viveremos juntos?’, o arquiteto e acadêmico Niccolo Casas cria a obra Plasticidade, abordando a sustentabilidade aplicada à arquitetura. Em cartaz até 21 de novembro, a 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, coloca em discussão uma questão atual e que, ao menos aparentemente, ainda permanece em aberto: “Como viveremos juntos?”. Para o curador da mostra, a resposta passa, invariavelmente, pelo respeito à pluralidade. Mas também fala de perto a valores universais, responsabilidade coletiva e consciência ambiental. 

Um dos destaques do Pavilhão italiano, por exemplo, Plasticidade, uma escultura com 3,6 m de altura, criada pelo arquiteto e acadêmico Niccolo Casas, arrisca um palpite nessa direção ao abordar a questão da sustentabilidade aplicada à arquitetura. Impressa em 3D pela empresa espanhola de design digital Nagami, ela foi produzida com matéria-prima sintetizada a partir de resíduos plásticos recolhidos em mares de todo o mundo.

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