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[Plástico pelo Mundo]: Descubra as novidades da semana

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Estas casas vão ser construídas com plástico reciclado

Criadas pela startup norueguesa Othalo em parceria com a ONU Habitat (programa das Nações Unidas para o desenvolvimento sustentável de habitações urbanas), as casas são projetadas para se tornarem uma alternativa de baixo custo para a região da África subsaariana.

A estrutura principal de cada casa, fabricada com plástico reciclado, usa aproximadamente oito toneladas deste material na sua construção.

A ideia é que sejam casas modulares e que aproveitem os resíduos de plástico recolhido em locais próximos à construção. Nos primeiros projetos, o desenho tem alguns espaços cobertos e ligados, como terraços, o que oferece uma variedade de ambientes para os moradores. A construção das casas de plástico reciclado deverá avançar em larga escala no início de 2022.

Primeiro plástico reciclado certificado é produzido no Vale do Caí

A empresa Plastiweber, que atua há mais de 23 anos no ramo de embalagens e resinas recicladas, entrega ao mercado soluções em embalagens plásticas flexíveis, produzidas através de um ciclo seguro de logística reversa, que faz com que o plástico pós-consumo se torne matéria-prima para uma nova embalagem. É a única empresa recicladora no Brasil com o selo, que serve de referência para mais de 50 mil grandes marcas de produtos a nível global.

Este processo já validado por clientes nacionais e multinacionais, agora conquistou também a certificação europeia EuCertPlast (European Certification of Plastic Recyclers), sendo a primeira empresa da América com uma das mais importantes certificações de qualidade e conformidade de plásticos reciclados no mundo. A certificação EuCertPlast reúne garantia da rastreabilidade dos materiais plásticos e na qualidade do conteúdo reciclado no produto final, tendo sido criado com o objetivo de reconhecer recicladores que operam de acordo com altos padrões através da implementação das melhores práticas.

Braskem estuda produção sustentável de plástico a partir da utilização de CO2

A Braskem se uniu à Universidade de Illinois em Chicago (UIC), nos Estados Unidos, para pesquisar uma rota de desenvolvimento de eteno, matéria-prima utilizada na produção de resinas termoplásticas, aplicando tecnologia de captura e utilização do gás carbônico (CO2) emitido em processos industriais.  A tecnologia da UIC possui grande potencial global para aplicações industriais, ao conectar a produção de polímeros à captura e conversão de CO2, um dos componentes do efeito estufa e um dos principais contribuintes para as mudanças climáticas.

O projeto está em fase inicial de desenvolvimento e a Braskem terá a missão de aliar seu conhecimento na comercialização de matérias-primas e produção de polímeros ao tema para escalar a tecnologia, contribuindo para a validação dos estudos teóricos e experimentais, produzidos pela universidade. Segundo a Braskem, as estimativas iniciais do potencial da tecnologia indicam que caso todo esse gás fosse convertido e recuperado, seriam geradas mais de 300 milhões de toneladas de produtos químicos ou resinas, como os produzidos pela companhia.

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